Investimentos federais podem fechar ano com crescimento menor que gastos de custeio

27 de setembro de 2013

Economia



Investimentos federais podem fechar ano com crescimento menor que gastos de custeio
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-27/investimentos-federais-podem-fechar-ano-com-crescimento-menor-que-gastos-de-custeio
Sep 27th 2013, 19:11

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Depois de assegurar, nos últimos meses, que os investimentos federais fechariam o ano com crescimento maior que os gastos de custeio (manutenção da máquina pública), o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, admitiu que os gastos com obras e compra de equipamentos podem subir menos que o inicialmente previsto pelo governo. Segundo ele, os investimentos vão crescer em relação aos do ano passado, mas ainda não dá para saber a intensidade da expansão.
"Certamente, os investimentos vão aumentar mais que o PIB [Produto Interno Bruto] nominal, mas ainda precisamos ver se o crescimento será suficiente para se igualar aos gastos de custeio", disse o secretário.
De acordo com números divulgados hoje (27) pelo Tesouro Nacional, as despesas de custeio cresceram 21,8%, em valores nominais, de janeiro a agosto em relação ao mesmo período do ano passado. Os investimentos, no entanto, desaceleraram pelo quarto mês consecutivo e acumulam queda de 0,8% em 2013 (R$ 42,1 bilhões) na comparação com os oito primeiros meses de 2012 (R$ 42,5 bilhões).
Para Augustin, a queda dos investimentos é pontual e deve-se a fatores como atrasos no cronograma de obras e à greve no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Ele disse que os gastos com obras públicas avançaram em setembro. "Nos últimos meses do ano, os investimentos subirão bastante", assegurou o secretário.
A diminuição dos investimentos e o aumento das despesas de custeio significam piora na qualidade dos gastos públicos. O secretário do Tesouro, no entanto, disse que a evolução dos gastos com custeio é estratégica e não está relacionada aos gastos administrativos. "O crescimento do custeio concentra-se em áreas com impacto econômico positivo, no médio e longo prazos, como a educação e a saúde", argumentou Augustin.
Edição: Nádia Franco
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