Agricultura familiar ganha incentivo de R$ 15 milhões do BNDES

30 de novembro de 2013

Economia



Agricultura familiar ganha incentivo de R$ 15 milhões do BNDES
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-30/agricultura-familiar-ganha-incentivo-de-r-15-milhoes-do-bndes
Nov 30th 2013, 16:37

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O associativismo dos pequenos produtores é necessário para o fortalecimento da atividade de cada um, pois em grupo é mais fácil negociar condições vantajosas para a produção, disse o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de aprovar R$ 15 milhões para associações e cooperativas de agricultores familiares, acrescentou.
O BNDES firmou convênio com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na última sexta-feira (29), para o fortalecimento da produção rural de base familiar. Mas, só podem se candidatar aos recursos, não reembolsáveis, associações ou cooperativas de produtores que abastecem o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) ou a Política de Garantia de Preço Mínimo dos Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio).
De acordo com o texto do convênio, a ser publicado no Diário Oficial da União nos próximos dias, "terão prioridade" de acesso aos recursos os agricultores familiares que cultivam com base no sistema de produção ecológica ou orgânica, mulheres, jovens e povos de comunidades tradicionais, formados em sua maioria por quilombolas e indígenas.
O edital prevê duas faixas de apoio: uma de R$ 70 mil, destinada a produtores familiares de base agroecológica, associações e cooperativas formadas exclusivamente por mulheres; e outra, de R$ 50 mil, para os demais interessados. O teto por beneficiário será R$ 2,8 mil e R$ 2 mil, respectivamente.
"Se uma organização que não faz parte do público prioritário apresentar uma proposta que beneficie dez pessoas, poderá receber no máximo R$ 20 mil, ampliando a abrangência da ação", ressalta a superintendente de Suporte à Agricultura Familiar da Conab, Kelma Cruz. Segundo ela, os recursos devem solucionar gargalos operacionais das organizações produtivas, com vistas a expandir as atividades, aprimorar as condições de trabalho no meio rural e melhorar a renda dos produtores.
Os avanços conquistados a partir do apoio não se restringem ao meio rural. Com a melhora na infraestutura, as organizações poderão oferecer melhor qualidade dos alimentos destinados ao PAA e ao PNAE, além de fortalecer a PGPM-Bio, favorecendo, indiretamente, a população em situação de insegurança alimentar.
Edição: Graça Adjuto
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Poupar para comprar bens de consumo é a melhor opção, diz economista

Economia



Poupar para comprar bens de consumo é a melhor opção, diz economista
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-30/poupar-para-comprar-bens-de-consumo-e-melhor-opcao-diz-economista
Nov 30th 2013, 13:46

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Com os juros de empréstimos em alta no país, poupar para comprar bens de consumo pode ser a melhor opção. De acordo com dados do Banco Central (BC), a taxa média do crédito pessoal ficou em 88,1% ao ano, em outubro, com alta de 21,8 pontos percentuais, no ano.
A alta dos juros acompanha o movimento de elevação da taxa básica, a Selic, que foi ajustada seis vezes seguidas este ano. Atualmente, a Selic está em 10% ao ano.
O consultor financeiro e professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap) Marcos Crivelaro lembra que empréstimos com maior risco de inadimplência, por terem menos garantia, têm juros mais altos. "O maior risco presente nesse tipo de empréstimo causa essa elevação", diz.
No caso do crédito consignado, com desconto na folha de pagamento, a taxa é bem menor: chegou a 24,6% ao ano, em outubro. No ano, a taxa subiu 0,1 ponto percentual. O crédito para a compra de veículos subiu 0,7 ponto percentual e ficou em 20,5% ao ano, em outubro.
Crivelaro destaca que o ideal é sempre poupar antes de comprar. Além disso, ele lembra a importância de pesquisar em diversas lojas. "Negocie o desconto até conseguir efetuar a compra. Busque descontos de pelo menos 20%", recomenda.
Para aqueles que não querem esperar para comprar, a dica do professor é financiar em parcelas fixas sem juros. "Geralmente, esse parcelamento é oferecido em até seis vezes", diz. Crivelaro orienta ainda a ter o cuidado de verificar se a soma das parcelas não ultrapassa o valor à vista. Já se o parcelamento envolver juros mensais, procure a loja que oferece a menor taxa de juros. "Nesse caso parcele em, no máximo, três vezes", sugere.

Edição: Fábio Massalli
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Petrobras reajusta preços da gasolina e do diesel nas refinarias

29 de novembro de 2013

Economia



Petrobras reajusta preços da gasolina e do diesel nas refinarias
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/petrobras-reajusta-precos-da-gasolina-e-do-diesel-nas-refinarias
Nov 29th 2013, 19:08


Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Petrobras reajustou hoje (29) os preços da gasolina e do óleo diesel para as refinarias. Segundo fato relevante divulgado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no início da noite de hoje, a gasolina será reajustada em 4% e o óleo diesel em 8%. De acordo com o comunicado, os novos valores entrarão em vigor a partir da meia-noite desta sexta-feira.
O último reajuste da gasolina ocorreu no dia 30 de janeiro, um aumento de 6,6%. Já o diesel subiu 5,4% e mais 5% no dia 6 de março.
Segundo a Petrobras, o reajuste busca alcançar "a convergência dos preços no Brasil" com os preços exercidos no mercado internacional.
O valor do reajuste, segundo a empresa, não inclui os tributos federais (PIS/Cofins e a Cide) e estaduais (ICMS).
Hoje o ministro da Fazenda Guido Mantega, que preside o Conselho de Administração da Petrobras, esteve na sede da empresa, em São Paulo, reunido com o conselho, que definiu o valor do reajuste.


Edição: Aécio Amado
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Assessores do Ministério da Fazenda suspeitos de receberem propina pedem exoneração

Economia



Assessores do Ministério da Fazenda suspeitos de receberem propina pedem exoneração
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/assessores-do-ministerio-da-fazenda-suspeitos-de-receberem-propina-pedem-exoneracao
Nov 29th 2013, 18:37

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Dois assessores do ministro da Fazenda, Guido Mantega, suspeitos de receberem propina pediram exoneração, informou a pasta. Marcelo Fiche, que era chefe de gabinete de Mantega, e Humberto Alencar, adjunto de Fiche, são suspeitos de terem recebido R$ 60 mil em dinheiro vivo da empresa Partnersnet, contratada para prestar assessoria de imprensa ao ministério.
Oficialmente de férias desde o último dia 18, os dois deverão ter a exoneração publicada na edição de segunda-feira (2) do Diário Oficial da União. Em nota oficial emitida há pouco, Fiche informou que pediu ao ministro para sair do cargo assim que voltasse das férias para dedicar-se à sua defesa.
Segundo Fiche, o afastamento contribuirá para a tranquilidade e a rapidez das investigações. Ele ressaltou que a licitação para a escolha da empresa ocorreu dentro da legalidade e gerou economia aos cofres públicos por causa do método do pregão eletrônico, que oferece menor preço, em vez dos critérios que misturam técnica e preço.
Há duas semanas, a revista Época publicou que Fiche e Alencar teriam recebido R$ 60 mil em dinheiro vivo da Partnersnet. Na véspera da publicação da reportagem, Mantega enviou ofício ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pedindo a investigação pela Polícia Federal do contrato entre a empresa e o Ministério da Fazenda.
De acordo com a revista, uma ex-funcionária da Partnersnet denunciou o superfaturamento do contrato entre a empresa de assessoria de imprensa e o ministério. Responsável pela fiscalização do contrato, Alencar, segundo a publicação, assinava prestações de contas com funcionários fantasmas e excesso de horas trabalhadas para justificar o valor a mais pago pelo ministério. Segundo a ex-funcionária, Alencar e Fiche recebiam parte da diferença.

Edição: Juliana Andrade
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Brasil bate recorde nas exportações de carne bovina

Economia



Brasil bate recorde nas exportações de carne bovina
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/brasil-bate-recorde-nas-exportacoes-de-carne-bovina
Nov 29th 2013, 17:37


Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As exportações brasileiras de carne bovina somaram, até ontem (28), 1,36 milhão de toneladas, que renderam US$ 6,013 bilhões de divisas para o país. Os dados foram divulgados hoje (29) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O resultado supera as vendas em todo o ano passado, quando foram exportadas 1,24 milhão de toneladas, que renderam US$ 5,74 bilhões. Valor recorde até então. Em relação ao mesmo período de 2012, as exportações até ontem cresceram 14,5% em valor e 20,1% em volume.
Os principais compradores de carne brasileira este ano foram Hong Kong, com participação de 21,8% do total vendido, seguido da Rússia (18,66%), Venezuela (11,95%), do Egito (7,52%) e Chile (6,1%). "Mesmo sendo o maior exportador mundial de carne bovina, o Brasil continua a buscar e conquistar novos mercados", de acordo com o ministro Fernando Pimentel.
O número de países para os quais o Brasil vende carne bovina aumentou de 106 para 142, entre os anos 2000 e 2013. Um exemplo desse crescimento é a Rússia. No ano 2000, não havia exportações brasileiras de carne bovina para aquele mercado. Este ano, a Rússia passou a ser o segundo principal destino da carne brasileira.
"É um mercado importante, permanentemente acompanhado ao longo dos anos pelo MDIC e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em reuniões bilaterais, pois é o maior importador mundial de carne bovina", diz o secretário de Comércio Exterior, Daniel Godinho.
O secretário lembra que o governo brasileiro discute periodicamente problemas de acesso a mercados, enfrentados pelos exportadores em reuniões bilaterais de comércio, com representantes de governos estrangeiros e com o setor privado. A discussão das barreiras, nos âmbitos multilateral e bilateral, tem resultado em melhorias de acesso aos mercados canadense, sul-africano, coreano, chinês, americano, israelense e chileno, entre outros, segundo Godinho.
Dados do MDIC indicam que as vendas brasileiras de carne cresceram 637% de 2000 para cá - quase o dobro do crescimento global das exportações brasileiras no período comparativo, que foi 336%. Hoje, a carne bovina (in natura, salgada e industrializada, mais miúdos, língua e tripas) representa 2,5% de tudo o que o Brasil exporta.
São Paulo lidera o ranking dos estados exportadores, com US$ 1,9 bilhão de vendas em 2013, com 32,1% do total. Em seguida, vêm Mato Grosso (US$ 1 bilhão; 17,4%), Goiás (US$ 825 milhões; 13,7%), Mato Grosso do Sul (US$ 590 milhões; 9,8%) e Rondônia (US$ 523 milhões, 8,7%). "Houve aumento expressivo das exportações de estados das regiões Centro-Oeste e Norte, o que mostra a inserção de novas áreas produtoras, trazendo riqueza e emprego para a região", disse o secretário.
Nos últimos dois anos, o governo federal e o setor privado lançaram 18 ações de promoção comercial específicas para o setor de carne bovina, por meio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), entidade vinculada ao MDIC, com participação da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).


Edição: Aécio Amado
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Brasil bate recorde nas exportações de carne bovina

Economia



Brasil bate recorde nas exportações de carne bovina
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Nov 29th 2013, 17:43

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) divulgou hoje (29) que as exportações brasileiras de carne bovina até ontem (28) somaram 1,36 milhão de toneladas, que renderam US$ 6,013 bilhões de divisas para o país.
O resultado supera as vendas em todo o ano passado, quando foram exportadas 1,24 milhão de toneladas de carne, que renderam US$ 5,74 bilhão. Valor recorde até então. Em relação ao mesmo período de 2012, as exportações até ontem cresceram 14,5% em valor e 20,1% em volume.
Os principais compradores de carne brasileira neste ano foram Hong Kong, com participação de 21,8% do total vendido, seguido de Rússia (18,66%), da Venezuela (11,95%), do Egito (7,52%) e do Chile (6,1%). "Mesmo sendo o maior exportador mundial de carne bovina, o Brasil continua a buscar e conquistar novos mercados", disse o ministro Fernando Pimentel.
O número de países para os quais o Brasil vende carne bovina aumentou de 106 para 142 entre os anos 2000 e 2013. Um exemplo de crescimento é a Rússia. No ano 2000, não havia exportações brasileiras de carne bovina para aquele mercado. Este ano, a Rússia passou a ser o segundo principal destino da carne brasileira.
"É um mercado importante, permanentemente acompanhado ao longo dos anos pelo Mdic e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em reuniões bilaterais, pois é o maior importador mundial de carne bovina", diz o secretário de Comércio Exterior, Daniel Godinho.
O secretário lembra que o governo brasileiro discute periodicamente problemas de acesso a mercados, enfrentados pelos exportadores em reuniões bilaterais de comércio, com representantes de governos estrangeiros e com o setor privado. A discussão das barreiras, nos âmbitos multilateral e bilateral, tem resultado em melhorias de acesso aos mercados canadense, sul-africanos, coreano, chinês, americano, israelense e chileno, entre outros, segundo Godinho.
Dados do Mdic indicam que as vendas brasileiras de carne cresceram 637% desde 2000 - quase o dobro do crescimento global das exportações brasileiras no período comparativo, que foi 336%. Hoje, a carne bovina (in natura, salgada e industrializada, mais miúdos, língua e tripas) representa 2,5% de tudo o que o Brasil exporta.
São Paulo lidera o ranking de estados exportadores, com US$ 1,9 bilhão de vendas em 2013, com 32,1% do total. Em seguida vêm Mato Grosso (US$ 1 bilhão; 17,4%), Goiás (US$ 825 milhões; 13,7%), Mato Grosso do Sul (US$ 590 milhões; 9,8%) e Rondônia (US$ 523 milhões, 8,7%). "Houve aumento expressivo das exportações de estados das regiões Centro-Oeste e Norte, o que mostra a inserção de novas áreas produtoras, trazendo riqueza e emprego para a região", diz o secretário.
Nos últimos dois anos, o Governo Federal e setor privado fizeram 18 ações de promoções comerciais específicas para o setor de carne bovina, por meio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), entidade vinculada ao Mdic, com participação da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

Edição: Fábio Massalli
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Consumo das famílias e do comércio continua sustentando demanda por energia

Economia



Consumo das famílias e do comércio continua sustentando demanda por energia
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/consumo-das-familias-e-do-comercio-continua-sustentando-demanda-por-energia
Nov 29th 2013, 16:56

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Com o fraco desempenho do consumo industrial, que apresenta resultado negativo de 0,1% no acumulado dos últimos 12 meses, as famílias e o comércio vêm respondendo pelos dados positivos da demanda energética do país, que fechou o mês de outubro com expansão de 4,3% em relação a igual mês de 2012 – a maior alta do ano nesta base de comparação.
Dados da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgados hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), comprovam que, mais uma vez, foram os setores da baixa tensão – em que são atendidos os consumidores residenciais e grande parte dos ramos de comércio e serviços – que deram a maior contribuição para o aumento do consumo de energia no país, em outubro.
O consumo das famílias cresceu 7,6% no mês em relação a outubro de 2012 e o do comércio, 7,3%. Juntos, os dois segmentos responderam por 75% da expansão do consumo de energia no mês de outubro e quase 80% do aumento acumulado no ano.
As informações indicam, ainda, que em outubro, o consumo de energia nas residências brasileiras alcançou 10.533 gigawatts-hora. O crescimento do consumo foi significativo em praticamente todas as regiões, com taxas variando entre 7,1% e 13,8%. A exceção foi o Sudeste, que apresentou expansão relativamente menor, de 4,5%.

Edição: Juliana Andrade
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Governo espera receber pelo menos R$ 7 bilhões em impostos atrasados

Economia



Governo espera receber pelo menos R$ 7 bilhões em impostos atrasados
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Nov 29th 2013, 16:13

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O caixa do governo deve recuperar entre R$ 7 bilhões e R$ 12 bilhões com programas de parcelamento de tributos federais, como o Programa de Recuperação Fiscal (Refis). A estimativa foi feita hoje (29) pelo secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. O valor está abaixo da estimativa de R$ 16 bilhões do Ministério da Fazenda.
De acordo com o Relatório de Receitas e Despesas referente a economia no quinto bimestre deste ano, divulgado pelo Ministério da Fazenda na semana passada, o governo estimava recuperar em impostos atrasados R$ 16,4 milhões. Nesta conta estavam incluídos ainda programas que envolvem o PIS e a Cofins e tributação de base especial.
"A nossa estimativa é de R$ 7 bilhões a R$ 12 bilhões [de arrecadação], se der mais, seria ótimo", declarou Barreto, depois de participar de evento no Rio. Segundo ele, o valor que deve ser pago pelas empresas ao governo só será consolidado em janeiro de 2014.
Carlos Barreto confirmou que o balanço com o número de empresas que aderiram a programas de refinanciamento de tributos federais, cujo o prazo de adesão foi encerrado nesta sexta-feira, será divulgado na próxima quarta-feira (4).


Edição: Beto Coura

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Consumo de energia elétrica cresce 4,3% em outubro e atinge a maior demanda do ano

Economia



Consumo de energia elétrica cresce 4,3% em outubro e atinge a maior demanda do ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/consumo-de-energia-eletrica-cresce-43-em-outubro-e-atinge-maior-demanda-do-ano
Nov 29th 2013, 16:28

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O consumo de energia na rede elétrica do país cresceu 4,3% em outubro deste ano, comparativamente ao mesmo mês do ano passado, atingindo 39.442 gigawatts-hora (GWh), a maior demanda registrada no ano. Com a expansão de outubro, a demanda por energia elétrica acumulada no ano é 3,3%.
As informações fazem parte da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética – EPE.
Mais uma vez, a maior contribuição para o aumento do consumo veio da baixa tensão, em que são atendidos os consumidores residenciais e grande parte do setor de comércio e serviços. O consumo das famílias cresceu 7,6% no mês e o do setor terciário 7,3%. Tomados em conjunto, esses segmentos explicam 75% da expansão do consumo de energia no mês de outubro e quase 80% do aumento no ano.
O consumo na indústria voltou a crescer depois de nove meses, chegando a 1,4% a mais na comparação com outubro de 2012 e atingindo uma demanda de 15.766 GWh. Em relação à setembro, houve avanço de 1,2 % na série dessazonalizada.

Edição: Fábio Massalli
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Consumo de energia pela indústria tem reação em outubro

Economia



Consumo de energia pela indústria tem reação em outubro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/consumo-de-energia-pela-industria-tem-reacao-em-outubro
Nov 29th 2013, 16:10

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Embora tenha começado a esboçar reação, com a expansão de 1,4% em outubro, em relação a igual mês do ano passado, atingindo demanda de 15.766 megawatts/hora no mês, o consumo industrial ainda apresenta resultado tímido na demanda acumulada do ano – com alta de apenas 0,2%, a mesma evolução do ano passado.
O fraco desempenho verificado nos últimos meses pelo setor faz com que o indicador industrial aponte queda de 0,1% no acumulado dos últimos doze meses.
Dados divulgados hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) na Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica indicam que alguns setores industriais eletrointensivos ainda permanecem com consumo de energia abaixo do usual.
A EPE destaca, por exemplo, o setor de extração de minerais metálicos e, na metalurgia, a produção de alumínio e de algumas ferroligas. "O desempenho desses segmentos afetou o consumo de outubro no Maranhão (-25,8%) e em Minas Gerais (-2,3%), e também na Bahia e em São Paulo, embora nesses estados o consumo industrial tenha crescido 0,5%", indica o relatório.
Por outro lado, a siderurgia contribuiu para o aumento do consumo de energia no Paraná (+10,7%), em Mato Grosso (+7,3%) e no Rio de Janeiro (+2,8%).
Edição: Davi Oliveira
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Criação de empresas tem melhor desempenho para mês de outubro desde 2010, diz Serasa

Economia



Criação de empresas tem melhor desempenho para mês de outubro desde 2010, diz Serasa
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Nov 29th 2013, 14:42

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Depois de queda de 3,5% em setembro, a abertura de empresas no país voltou a crescer em outubro e atingiu o melhor desempenho registrado no período desde 2010, segundo mostra pesquisa da Serasa Experian. No mês passado, foram criadas 172.547 companhias, 2,5% acima do registrado em setembro.
Em outubro do ano passado, foram abertas 146.170 empresas; em igual mês de 2011, 151.005; e em 2010, 164.160. O Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas mostra ainda que, de janeiro a outubro deste ano, surgiram 1.599.989 de empresas, crescimento de 8,1% sobre igual período de 2012.
O economista Luiz Rabi, responsável pela pesquisa, avalia que "cada vez mais as pessoas físicas têm se transformado em pessoas jurídicas em busca das vantagens oferecidas pela formalização de seus empreendimentos, principalmente, no acesso ao crédito com taxas de financiamento mais baixas".
Os microempreendedores individuais responderam por 69,3% das novas empresas (119.587) em outubro, aumento de 2,8% do que em setembro. Já as empresas individuais registraram alta de 4,9%, passando de 17.878, em setembro, para 18.761 em outubro. Enquanto a quantidade de sociedades limitadas caiu 1,1%, com 23.447 em outubro, ante 23.714 em setembro.
Do total de empresas criadas de janeiro a outubro, 68,1% foram microempreendedores individuais, 11,9% de empresas individuais e 14,1% de sociedades limitadas. A maioria fica na Região Sudeste (50,4%). Em seguida, aparecem o Nordeste (18,2%), o Sul (16,4%) e Centro-Oeste (9,4%).
A formalização de negócios tem ocorrido, principalmente, no setor de serviços. De janeiro a outubro de 2013, foram abertas 917.460 empresas no setor, 57,3% do total. No ramo comercial, surgiram 524.196 companhias (32,7%) e, no setor industrial, 130.682 empresas (8,1%).

Edição: Carolina Pimentel
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Banco Central: meta de superávit primário tem perspectiva favorável

Economia



Banco Central: meta de superávit primário tem perspectiva favorável
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Nov 29th 2013, 12:38

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel, avalia que há uma "perspectiva favorável" para o alcance da meta ajustada de R$ 73 bilhões de superávit primário, economia para pagamento de juros da dívida pública. Essa meta é para o Governo Central (Banco Central, Tesouro Nacional e Previdência Social).
Segundo Maciel, a arrecadação de recursos por meio da reabertura de parcelamentos especiais de dívidas com a União e pelo pagamento do bônus do leilão do Campo de Libra fazem com que a essa perspectiva exista.
Para Maciel, o foco está no alcance dessa meta de R$ 73 bilhões pelo Governo Central. Sobre os governos estaduais e municipais, Maciel avalia que os resultados primários têm oscilado ao longo dos meses deste ano, mas há melhora gradual na arrecadação. Ele acrescentou que nos últimos dez anos, os governos regionais pagaram suas dívidas e com isso ganharam espaço para fazer novos financiamentos. "E esses empréstimos, em algum momento, se revertem em despesa", disse

.

Em outubro, o superávit primário do setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e as empresas estatais – chegou a R$ 6,188 bilhões. Esse foi o menor superávit primário para meses de outubro, registrado pelo BC, na série histórica iniciada em dezembro de 2001.
De janeiro a outubro, o superávit primário ficou em R$ 51,153 bilhões. Em 12 meses encerrados em outubro, o superávit primário alcançou R$ 67,890 bilhões, o que representa 1,44% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB).
No mês, o Governo Central registrou superávit de R$ 5,257 bilhões, contra R$ 10,061 bilhões de igual mês de 2012. As empresas estatais, excluídos os grupos Petrobras e Eletrobras, contribuíram com R$ 238 milhões, ante o déficit de R$ 75 milhões de outubro do ano passado. Os governos estaduais e municipais apresentaram superávit primário de R$ 694 milhões, em outubro, resultado bem menor do que em igual mês de 2012: R$ 2,412 bilhões.
Edição: José Romildo

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Caixa reformula linha de refinanciamento de imóveis

Economia



Caixa reformula linha de refinanciamento de imóveis
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/caixa-reformula-linha-de-refinanciamento-de-imoveis
Nov 29th 2013, 12:02

Da Agência Brasil
Brasília - A Caixa Econômica Federal reformulou a linha de refinanciamento de imóveis. O Crédito Aporte Caixa passa a se chamar Crédito Imóvel Próprio Caixa. De acordo com a Caixa, seis meses após a contratação, o cliente terá direito a novas liberações de crédito caso não use o valor total aprovado. As novas liberações podem ser concedidas sem necessidade de novo registro em cartório.
O Crédito Imóvel Próprio Caixa é uma linha de crédito para pessoa física, sem destinação específica, com garantia real de bem imóvel do próprio cliente. Essa linha de crédito é conhecida no mercado como home equity ou refinanciamento de imóveis.
Segundo a Caixa, na primeira quinzena de novembro, a carteira do produto alcançou o valor recorde de R$ 6 bilhões de saldo de operações contratadas. No mesmo período, o crescimento na quantidade de contratos foi 120,4%, passando de 38,234 mil para 53,599 mil contratos.
Por essa linha, o financiamento pode chegar a até 60% do valor de avaliação do imóvel. Não há limite para o empréstimo ou do valor de imóvel. O prazo máximo é de até 300 meses e as taxas variam de 1,10% a 1,49% ao mês, mais Taxa Referencial. São aceitos como garantia da operação imóvel residencial, imóvel comercial ou terreno, além de imóvel rural que possa ser apresentado como garantia (alienação fiduciária).
Para liberar o crédito, a Caixa faz uma avaliação do imóvel oferecido em garantia e a capacidade de pagamento do tomador.
Edição: Talita Cavalcante
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Superávit primário alcançou R$ 6,1 bilhões, o menor dos meses de outubro

Economia



Superávit primário alcançou R$ 6,1 bilhões, o menor dos meses de outubro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/superavit-primario-alcancou-r-61-bilhoes-menor-dos-meses-de-outubro
Nov 29th 2013, 11:10

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O superávit primário do setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e as empresas estatais – chegou a R$ 6,188 bilhões, em outubro, informou hoje (29) o Banco Central (BC). Esse foi o menor superávit primário para meses de outubro, registrado pelo BC, na série histórica iniciada em dezembro de 2001.
De janeiro a outubro, o superávit primário ficou em R$ 51,153 bilhões. Em 12 meses encerrados em outubro, o superávit primário alcançou R$ 67,890 bilhões, o que representa 1,44% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB).
O superávit primário é a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública. O esforço fiscal permite a redução, no médio e no longo prazos, do endividamento do governo.
No mês, o Governo Central (Banco Central, Tesouro Nacional e Previdência Social) registrou superávit de R$ 5,257 bilhões. As empresas estatais, excluídos os grupos Petrobras e Eletrobras, contribuíram com R$ 238 milhões. Os governos estaduais e municipais apresentaram superávit primário de R$ 694 milhões.
O esforço fiscal do setor público não foi suficiente para cobrir os gastos com os juros que incidem sobre a dívida. Esses juros chegaram a R$ 17,717 bilhões, em outubro, e a R$ 194,923 bilhões, nos dez meses do ano. Em 12 meses encerrados em outubro, os gastos com juros chegaram a R$ 230,356 bilhões, o que correspondeu a 4,89% do PIB
Com esses resultados, foi registrado déficit nominal, formado pelo resultado primário e as despesas com juros, de R$ 11,528 bilhões, no mês passado, R$ 143,769 bilhões, de janeiro a outubro, e R$ 162,466 bilhões em 12 meses (3,45% do PIB).
O BC informou ainda que a dívida líquida do setor público chegou a R$ 1,655 trilhão, o que corresponde a 35,1% do PIB. Em setembro, essa relação estava em 35% do PIB.
Outro indicador divulgado pelo BC é a dívida bruta do governo geral (governos federal, estaduais e municipais). No caso da dívida bruta, em que não são considerados os ativos em moeda estrangeira, mas apenas os passivos, a relação com o PIB é maior. Em outubro, ficou em R$ 2,779 trilhões, o que corresponde a 59% do PIB, com elevação de 0,2 ponto percentual em relação a setembro.

Edição: José Romildo

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Indústria de material de construção espera vendas mais fracas em dezembro

Economia



Indústria de material de construção espera vendas mais fracas em dezembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/industria-de-material-de-construcao-espera-vendas-mais-fracas-em-dezembro
Nov 29th 2013, 10:44


Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Os fabricantes de material de construção preveem nível de vendas regular em dezembro segundo aponta a pesquisa termômetro mensal da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Apenas 5% dos empresários consultados acreditam que os negócios serão muito bons. Para 46%, o resultado será bom; para 37% regular e para 12% ruim.
Na sondagem sobre a percepção do setor, o mês de novembro foi considerado muito bom por 15% dos entrevistados. Quase a metade 44% classificaram o período como bom para as vendas; 37% avaliaram que o desempenho foi regular e o 4% restantes ficaram divididos entre a qualificação de ruim e muito ruim.
Segundo a pesquisa o setor ficou mais cauteloso em comparação a outubro, já que houve queda de nove pontos percentuais no universo dos que planejam investimentos nos próximos 12 meses. Esta meta foi apontada por 62% dos consultados, o que significa uma redução de 14 pontos percentuais em relação a igual mês de 2012.
Quanto às expectativas sobre eventuais medidas que poderiam ser tomadas para o crescimento do setor no médio prazo, mais da metade 65% se manifestaram indiferentes.
Por meio de nota o presidente da Abramat, Walter Cover justificou que este ceticismo se deve às previsões de um baixo crescimento do Produto Interno Bruto que á soma das riquezas geradas no país para 2014 e de manutenção de alta na taxa básica de juros, a Selic. O executivo, no entanto, alertou que "o quadro pode se alterar se o governo for bem sucedido nos próximos leilões relacionados à infraestrutura e a inflação permitir algum alívio na alta dos juros".
Edição: Valéria Aguiar
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Confiança do comércio cai 5,2%, mas pode melhorar no final do ano

Economia



Confiança do comércio cai 5,2%, mas pode melhorar no final do ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/confianca-do-comercio-cai-52-mas-pode-melhorar-no-final-do-ano
Nov 29th 2013, 11:01

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A confiança do setor de comércio brasileiro recuou 5,2% no trimestre encerrado em novembro na comparação com igual período do ano passado. O Índice de Confiança do Comércio divulgado hoje (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV) revela também que o resultado segue o movimento de queda na confiança registrada no trimestre encerrado em setembro (-3,6%) e em outubro (-3,9%), na comparação com o ano passado, e indica diminuição relativa da confiança do setor e enfraquecimento gradual do ritmo de atividade do comércio na passagem do terceiro para o quarto trimestre, porém perspectivas mais favoráveis na virada do ano.
As avaliações mostraram-se menos favoráveis em relação ao momento presente pelo terceiro mês consecutivo. A variação interanual trimestral da situação atual (ISA-COM) passou de -5,6%, em outubro, para -9,8%, em novembro, uma piora expressiva, segundo o estudo.
Entretanto nas expectativas para o futuro próximo houve aumento do otimismo, quando o Índice de Expectativas (IE-COM) variou -2,1%, ante -2,9% de outubro. Na comparação interanual mensal, a taxa do índice de expectativas passou de -1,4% para 0,4%, entre outubro e novembro, o primeiro resultado positivo nesta base de comparação desde outubro do ano passado.
Entre outubro e novembro, as variações interanuais trimestrais evoluíram favoravelmente em 6 dos 17 segmentos pesquisados. O destaque favorável foi o segmento de material para construção, em que a variação interanual trimestral passou de -0,2% em outubro, para 0,4% em novembro, a primeira variação positiva da série de comparações interanuais iniciada em maio de 2011. Em veículos, motos e peças houve recuo de 0,1% para -4,6%, nas mesmas bases de comparação. No varejo restrito as taxas passaram de -3,8% para -5% e no varejo ampliado ficaram em -2,9% e -4,4%.
Entre outubro e novembro, as variações interanuais trimestrais evoluíram favoravelmente em 6 dos 17 segmentos pesquisados. No varejo restrito, que não inclui veículos e materiais de construção, as taxas passaram de -3,8% para -5% e no varejo ampliado, que inclui estes dois segmentos, ficaram em -2,9% e -4,4%. O destaque favorável foi o segmento de material para construção, em que a variação interanual trimestral passou de -0,2% em outubro, para 0,4% em novembro, a primeira variação positiva da série de comparações interanuais iniciada em maio de 2011. Em veículos, motos e peças houve recuo de 0,1% para -4,6%, nas mesmas bases de comparação.
Edição: José Romildo

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Trabalho formal aumenta, mas a falta de carteira assinada ainda é problema

Economia



Trabalho formal aumenta, mas a falta de carteira assinada ainda é problema
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/trabalho-formal-aumenta-mas-falta-de-carteira-assinada-ainda-e-problema
Nov 29th 2013, 10:10

Akemi Nitahara

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Em dez anos, a formalização do trabalho passou de 44,6% para 56,9%, mostram os dados da Síntese de Indicadores Sociais – Uma análise das condições de vida dos brasileiros, divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são comparativos entre 2002 e 2012 e constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) 2013.
De acordo com o IBGE, a situação do mercado de trabalho melhorou de forma considerável na década: houve redução significativa do desemprego, que foi reduzido de 11,5% em 2002 e pico de 13% em 2003 para 5,4% em 2012. No ano passado, o número de empregos formais no país chegou a 47,46 milhões, segundo os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego.
A pesquisadora do IBGE Cristiane Soares explica que é inserida no trabalho formal a pessoa que, com carteira assinada, contribui para a Previdência Social. Também se enquadra no trabalho formal o trabalhador por conta própria. "[A pesquisa levou em conta também] as categorias consideradas vulneráveis pela baixa taxa de formalização, que são os empregados sem carteira, os trabalhadores domésticos e os trabalhadores por conta própria", disse.
O número de trabalhadores por conta própria caiu de 22,8% em 2002 para 20,9% em 2012 e sem carteira assinada de 18,4% para 14,9%. Também houve no período a retomada do crescimento econômico, com o aumento da renda real em 27,1% (passou de R$ 1.151 para R$ 1.469 por trabalhador, já descontada a inflação), a valorização do salário mínimo (de R$ 200,00 em 2002 para R$ 622,00 em 2012) e incentivo à formalização do emprego, que aumentou principalmente entre as mulheres.
Apesar dos avanços, as desigualdades regionais se mantêm. Enquanto no Sudeste 66,9% dos trabalhadores têm carteira assinada, a proporção fica em 38,7% no Norte e 38,6% no Nordeste. O IBGE destaca que, apesar da queda, a informalidade ainda é muito grande no país, chegando a 74,5% dos trabalhadores do Maranhão. Na outra ponta, Santa Catarina e Distrito Federal têm a menor proporção, com 26,9% dos trabalhadores sem vínculo formal.
Jovens e idosos são os grupos etários que apresentam os maiores percentuais de trabalho informal. A proporção é de 46,9% entre as pessoas de 16 a 24 anos e chega a 70,8% entre os que têm mais de 60 anos. De acordo com o IBGE, a explicação para a baixa formalização entre os idosos é que, em geral, eles já estão aposentados e o trabalho é uma forma de complementação de renda ou socialização.
Entre os jovens, a informalidade é fruto da procura pelo primeiro emprego e a conciliação com os estudos. Apesar de ser considerado pessoa ocupada, o estagiário não entra na conta de trabalhador formal, já que não contribui para a previdência. Esse é o caso do estudante Felipe de Miranda Leão, de 19 anos, que ingressou em um estágio de nível médio na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) por meio de concurso.
"Eu trabalho 6 horas, não vou ter nada de privilégio quando sair, nem garantia de nada, só férias remuneradas, mas não há como prorrogar, é por tempo fixo e eu termino agora o ensino médio. Tenho carteira assinada como estágio, mas não vai contar para a minha aposentadoria. Eu fico na central de atendimento, tipo telemarketing. Recebo R$ 749, que é mais do que o salário mínimo, vale-transporte de R$ 240 e vale-refeição de R$ 360".
De acordo com a Lei de Estágio, Lei 11.788/2008, no caso de estágio não obrigatório é compulsória a concessão de bolsa e auxílio-transporte, mas os benefícios não caracterizam vínculo empregatício. É facultativo ao estagiário se inscrever no Regime Geral da Previdência Social e obrigatório o recesso de 30 dias remunerado quando o estágio for superior a um ano.
Edição: José Romildo

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IBGE: 10% mais ricos têm 42% dos rendimentos do país

Economia



IBGE: 10% mais ricos têm 42% dos rendimentos do país
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/ibge-10-mais-ricos-tem-42-dos-rendimentos-do-pais
Nov 29th 2013, 10:15

Akemi Nitahara

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Apesar da melhoria no índice de Gini, que mede a desigualdade na distribuição de renda dentro do país, os 40% mais pobres da população brasileira eram responsáveis por 13,3% da renda total do país, enquanto os 10% mais ricos tinham 41,9% em 2012.
Os dados foram divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na pesquisa Síntese de Indicadores Sociais – Uma análise das condições de vida dos brasileiros. O Índice de Gini caiu de 0,556 em 2004 para 0,507 em 2012 – quanto mais próximo de 0, melhor a distribuição da renda.
Se em 2002 os 10% com os maiores rendimentos ganhavam 16,8 vezes mais do que os 40% com as menores rendas, a proporção caiu para 12,6 em 2012. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) 2013, que analisou os dados de 2012, no ano passado 6,4% das famílias recebiam até um quarto de salário mínimo por pessoa e 14,6% estavam na faixa entre um quarto e meio salário mínimo per capita.
Entre 2002 e 2012, a participação de outras fontes de renda, que não o trabalho, para o grupo de até um quarto de salário mínimo passou de 14,3% para 36,3%. Já para as famílias com rendimento per capita entre um quarto e meio salário mínimo, a participação das outras fontes passou de 6,5% para 12,9%. Nessa categoria de rendimentos entram os programas de transferência de renda do governo.
A questão racial também é destacada na desigualdade de rendimentos. Em 2002, nos 10% mais pobres da população, 71,5% eram pretos e pardos e 27,9% eram brancos, enquanto o 1% mais rico era composto de 87,7% de brancos e 10,7% de pardos. Em 2012, a proporção passou para 75,6% de negros e 23,5% de brancos entre os 10% com menores rendimentos e para 81,6% de brancos e 16,2% de pretos e pardo no 1% da população com as maiores rendas.
Edição: José Romildo

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Falta de infraestrutura vai prejudicar os clientes de comércio eletrônico no primeiro semestre de 2014

28 de novembro de 2013

Economia



Falta de infraestrutura vai prejudicar os clientes de comércio eletrônico no primeiro semestre de 2014
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-28/falta-de-infraestrutura-vai-prejudicar-os-clientes-de-comercio-eletronico-no-primeiro-semestre-de-201
Nov 28th 2013, 22:41

Cristina Indio do Brasil

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A proximidade do Reveillon, do carnaval e da Copa do Mundo vai movimentar o comércio eletrônico, que deve enfrentar dificuldade para atender à demanda crescente no Brasil, porque a infraestrutura do país não atende às necessidades. A previsão é do diretor-geral do 3º Seminário Nacional de Comércio Eletrônico, Meios de Pagamento e Negócios na Web (Ecom 2013), Marcelo Castro. A expectativa, segundo ele, é atingir R$ 30 bilhões até 31 de dezembro, cerca de 28% a mais em relação a dezembro do ano passado.
"O primeiro semestre do ano vai ser muito tumultuado. Acho que a gente vai ter um pico de problemas na cadeia lojista. Não tenho dúvida de que quem estiver comprando no e-commerce [comércio eletrônico] vai sofrer um pouquinho, porque o mercado continua crescendo, mas a estrutura de entrega está limitada", disse.
Além dos problemas de logística, das condições das estradas e da segurança, Marcelo Castro destacou que os comerciantes no Brasil estão enfrentando a concorrência de sites estrangeiros que se instalam no Brasil ou oferecem serviços aos clientes do país. "Europeus e americanos estão vendo um jeito de fugir da crise lá vendendo no e-commerce deles aqui. A expectativa é os estrangeiros comprarem R$1,5 bilhão aqui no Brasil, mas a previsão é que brasileiros comprem R$ 2,6 bilhões em sites estrangeiros. A gente tem que estar preparado para não deixar este mercado vazar para o mercado internacional", alertou.
Marcelo Castro participou hoje (28), no Rio de Janeiro, da última etapa do Ecom 2013, seminário de e-commerce com foco na Copa do Mundo de 2014 criado para inclusão digital comercial. Antes do Rio, o evento passou pelas outras 11 cidades-sedes da Copa e ainda por Florianópolis e Belém. "As 14 capitais, que são as doze da Copa mais Florianópolis e Belém, representam 90,2% do PIB (Produto Interno Bruto), então dá uma boa cobertura econômica também", esclareceu.
Segundo o diretor, as empresas procuram se equipar melhor para atender aos clientes que, cada vez mais preferem fazer compras pela internet. Castro disse que, desde a primeira edição, o Ecom aumentou o número de participantes. Em 2011 foram 6 mil e este ano atingiu 11 mil. Além disso, o público se tornou mais qualificado.



Segundo o diretor, pesquisas do Serviço de Proteção ao Crédito Brasil (SPC Brasil) e a Câmara Nacional de Diretores Lojistas (CNDL), apontaram que, em média, 70 % de varejistas, lojistas e comerciantes brasileiros não tinham endereço na web. "Na nova dinâmica da sociedade que a gente vive, onde o e-commerce cresce numa faixa de 30% ao ano, isso mostra que muitos comerciantes e lojistas estão fora desta onda, desse momento de oportunidade. Foi pensando nisso que o projeto Ecom fez em 2011 a sua primeira road show", disse.

Edição: Fábio Massalli
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Contrato para construção do satélite brasileiro é assinado entre Telebras e Visiona

Economia



Contrato para construção do satélite brasileiro é assinado entre Telebras e Visiona
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-28/contrato-para-construcao-do-satelite-brasileiro-e-assinado-entre-telebras-e-visiona
Nov 28th 2013, 20:34

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Telebras e a Visiona Tecnologia Espacial assinaram hoje (28) o contrato para executar o projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O acordo, no valor de R$ 1,3 bilhão, prevê a entrega do sistema no final de 2016. A Visiona é uma joint-venture da Embraer e da Telebras.
A Visiona, que teve sua criação aprovada pelo Cade em 31 de outubro de 2012, tem 51% de seu capital contrado pela Embraer e 49% pela Telebras. A empresa tem o objetivo inicial de atuar na integração do sistema do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) do governo brasileiro, que visa a atender às necessidades de comunicação por satelite do governo federal, incluindo o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).
Segundo o governo, a aquisição de um satélite próprio para as comunicações civis e militares brasileiras é uma decisão estratégica para garantir a soberania nacional. Atualmente, os satélites que prestam serviço no Brasil são controlados por estações que estão fora do país ou tem o controle de empresas de capital estrangeiro. "Em qualquer dos casos há riscos de acontecer interrupções dos serviços em uma situação de conflito internacional ou decorrente de outros interesses políticos ou econômicos", explica nota divulgada pelo Ministério das Comunicações.
A construção do satélite brasileiro também é considerada estratégica para assegurar o fornecimento de internet banda larga aos municípios distantes e isolados, onde não chega a rede terrestre de fibra ótica. Atualmente, existem mais de 2 mil municípios brasileiros com condições de difícil acesso para a chegada de uma rede de fibra ótica terrestre.

Edição: Fábio Massalli
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Desoneração fiscal do governo federal levou preço da energia elétrica a cair 20%, diz Firjan

Economia



Desoneração fiscal do governo federal levou preço da energia elétrica a cair 20%, diz Firjan
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Nov 28th 2013, 20:45


Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Estudo divulgado hoje (28) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) constatou que a desoneração fiscal promovida pelo governo federal sobre os custos da energia elétrica fornecida para a indústria, aliada ao processo de renovação das concessões do setor, provocou uma queda efetiva de 20% no custo da energia elétrica no Brasil.
A entidade ressaltou, porém, que os reajustes feitas pelas distribuidoras e a elevação do preço da energia decorrente do acionamento das usinas térmicas – a maioria gerada a partir do gás natural - absorveram mais da metade da redução.
Segundo as informações da Firjan, o custo médio da energia para a indústria no país chegou a cair 20,8% entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013, passando de R$ 332,23 por megawatts-hora (MWh) para R$ 263 o MWh - valor exercido em janeiro deste ano.
O estudo indica que, das 63 distribuidoras analisadas, 36 tiveram aumento do custo da energia entre 5% e 15%, considerando os reajustes já feitos em 2013. Em seis distribuidoras, a variação foi maior de 20%, o que significa que os reajustes absorveram quase toda a redução conquistada em janeiro, após o anúncio do pacote de energia do governo.
O presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, admite que o país avançou, mas defendeu a necessidade de que a redução do custo da energia continue em debate, principalmente no âmbito dos estados.
"O peso dos impostos, em especial do ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços], encarece muito a energia e a produção da indústria, dilapidando sua competitividade. O governo federal foi corajoso, demonstrou que é possível reduzir o custo deste insumo. Agora é a vez de os estados avançarem nesta questão", disse.

Edição: Aécio Amado
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Depois de dez anos, Rio volta a sediar Feira do Empreendedor

Economia



Depois de dez anos, Rio volta a sediar Feira do Empreendedor
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Nov 28th 2013, 19:56

Da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Feira do Empreendedor, promovida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e considerada a maior do mundo nesse segmento, começou na tarde de hoje (28), no Centro de Convenções SulAmerica, no centro da capital fluminense. Com a expectativa de receber 30 mil visitantes, o evento bienal oferece a microempreendedores, proprietários de micro ou pequenas empresas e potenciais empresários consultorias, oficinas, palestras e informações sobre como administrar o seu negócio.
De acordo com o diretor do Sebrae no Rio de Janeiro Armando Clemente, o momento pelo qual passa a capital fluminense contribuiu para que a feira voltasse a ser realizada na cidade, após um período de dez anos.
"Resolvemos fazê-la este ano, pela situação de mudança por que a cidade passou. Estamos em um Rio pacificado, onde fervilham oportunidades de negócios para classe C, que é o público-alvo desse evento. O que viemos oferecer a esses microempresários são novas oportunidades de negócio, além de um conjunto de atividades ao logo destes quatro dias que possam contribuir para a gestão de suas empresas", explicou.
Clemente acrescentou que a Feira do Empreendedor deve continuar a ocorrer na cidade, daqui a dois anos. "Nosso objetivo é prosseguir com a feira no Rio. Inclusive, a partir da próxima quarta-feira (4), já iremos traçar planos para a edição de 2015."
Entre os 100 estandes distribuídos pelos 12 mil metros quadrados, os visitantes podem conhecer espaços conceitos, como uma loja e um hotel, montados com iluminação adequada, disposição correta de peças e itens necessários para o negócio, com o objetivo de atrair os empreendedores.
Cristiene Alves, de 55 anos, empreendedora em potencial residente em Campo Grande, na zona oeste do Rio, conferiu a loja conceito a fim de buscar ideias para o seu futuro negócio. "Vim conhecer a feira de modo geral e fazer alguns treinamentos. Pretendo abrir a minha própria loja, por isso fiz um seminário de vitrines, que me ensinou como deve ser feita a exposição da loja e como montar e organizar o ambiente. Gostei muito", disse.
Venda de máquinas e equipamentos, consultoria sobre franquias e opções de serviços e comércio também são oportunidades disponíveis nos estandes. Palestras sobre legalização, formação de preços, controle financeiro e marketing também são anunciadas no local. Além disso, uma Central de Resolução de Conflitos foi montada no evento para que empresários passam resolver questões com clientes, fornecedores, funcionários e sócios sem recorrer à Justiça. Os empreendedores também recebem dicas sobre como inserir seu negócio no mundo digital.
Com foco na sustentabilidade, a Feira do Empreendedor faz durante todo o evento a coleta seletiva de materiais recicláveis. A entrada é gratuita, mas para ter acesso ao espaço é preciso fazer inscrição pelo site www.feiradoempreendedor-rj.com.br.

Edição: Juliana Andrade
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Produtor rural que paga dívida em dia tem taxa de juros reduzida para 3,5% ao ano

Economia



Produtor rural que paga dívida em dia tem taxa de juros reduzida para 3,5% ao ano
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Nov 28th 2013, 18:31


Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O produtor rural de qualquer porte, com dívida de custeio ou investimento no valor original até R$ 200 mil, contratada antes de 30 de dezembro de 2006, que está com o pagamento em dia, tem até o fim de 2014 para liquidar a dívida, com substancial redução da taxa de juros, de acordo com o coordenador de Fundos Constitucionais de Financiamento do Ministério da Integração Nacional, Carlos Rosa.
Ele disse que as operações foram contratadas à época com taxas de juros até 10% ao ano, mas o custo agora diminuiu para 3,5% ao ano, nos termos da Resolução 4.285, do Banco Central, assinada na última sexta-feira (22).
A medida só alcança, porém, os produtores de municípios da área de abrangência da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) - que inclui os vales de Jequitinhonha e do Mucuri, em Minas Gerais e no Espírito Santo, respectivamente -, nos quais foi decretado estado de calamidade pública ou situação de emergência, em decorrência de seca ou estiagem, entre 1º de dezembro de 2011 e 30 de junho deste ano.

Edição: Aécio Amado
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Leilão de Libra e Refis da Crise ajudarão governo a alcançar meta de esforço fiscal, diz secretário

Economia



Leilão de Libra e Refis da Crise ajudarão governo a alcançar meta de esforço fiscal, diz secretário
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Nov 28th 2013, 17:48


Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O leilão do Campo de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, e a abertura de parcelamentos especiais de dívidas com a União impulsionarão as receitas em novembro e dezembro e farão o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) fechar o ano cumprindo a meta ajustada de economizar R$ 73 bilhões, disse hoje (28) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Segundo ele, os dois últimos meses de 2013 registrarão resultados históricos, de dois dígitos.
Segundo números divulgados nesta quinta-feira pelo Tesouro Nacional, o superávit primário – economia para pagar os juros da dívida pública – soma R$ 33,433 bilhões nos dez primeiros meses do ano. Para alcançar a meta ajustada sem a necessidade de mudar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) ou recorrer a manobras contábeis, o governo precisa economizar R$ 39,6 bilhões em novembro e dezembro.
O superávit primário de novembro será inflado pelos R$ 15 bilhões do bônus de assinatura do Campo de Libra, primeira área de exploração da camada pré-sal leiloada pelo regime de partilha. O dinheiro foi pago ontem (27) pelo consórcio vencedor do leilão, composto pela Petrobras (40%), pela anglo-holandesa Shell (20%), pela francesa Total (20%) e pelas estatais chinesas CNPC e Cnooc, cada uma com 10%.
O resultado de dezembro, ressaltou o secretário, será impulsionado pelo calendário de tributos, que prevê a concentração de pagamentos no fim de ano. Além disso, o governo estima arrecadar R$ 16 bilhões com o pagamento da primeira parcela dos três parcelamentos especiais criados pelo Congresso Nacional.
Além desses fatores, Augustin citou o pagamento de dividendos de estatais, cujas receitas estão estimadas em R$ 22 bilhões para este ano. Até outubro, as empresas controladas pela União tinham transferido R$ 14,5 bilhões ao Tesouro Nacional. Os dividendos são a parcela do lucro que as empresas repassam aos acionistas. No caso das estatais, o Tesouro é o maior acionista dessas companhias.
O secretário mencionou ainda a diminuição da estimativa de despesas com o seguro-desemprego. No mês passado, o governo enrijeceu as normas de pagamento, obrigando os trabalhadores que requerem o benefício pela segunda vez em dez anos a passar por cursos de qualificação profissional.
Apesar do superávit primário baixo no acumulado do ano e da necessidade de quase R$ 40 bilhões para alcançar uma meta que foi reduzida no meio do ano, Augustin reiterou que as contas públicas estão sob controle. Segundo ele, a relação entre a dívida líquida e o Produto Interno Bruto (PIB) é o principal indicador de solvência fiscal de um país e está diminuindo ano a ano.
"A relação entre dívida e PIB está caindo todos os anos, mesmo que, em um mês ou outro, o resultado primário venha menor que o esperado. Os fundamentos da economia continuam preservados, e o país não deixará de prosseguir no processo de consolidação fiscal", disse.

Edição: Aécio Amado
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Petrobras arremata maior parte dos blocos de exploração de gás na Bacia do Paraná

Economia



Petrobras arremata maior parte dos blocos de exploração de gás na Bacia do Paraná
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Nov 28th 2013, 12:09

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Petrobras arrematou a maior parte dos blocos de exploração de gás natural em terra na Bacia do Paraná, os primeiros a terem as ofertas e vencedores anunciados na 12ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A estatal adquiriu 100% dos direitos de explorar por quatro anos os blocos PAR-T-297 e PAR-T-298 no Setor SPAR-CS e os blocos PAR-T198 e PAR-T-218 no Setor SPAR-CN.
Com 60% de participação em um consórcio com a Cowan Petróleo e Gás (40%), a estatal obteve ainda os direitos sobre mais cinco blocos do Setor SPAR-CS.
Os outros blocos da bacia arrematados no leilão foram para a consórcio que será operado pela Petra Energia (30%). O grupo, que conta também com as empresas Tucumann (10%), Copel (30%) e Bayar (30%), vai explorar, por quatro anos, quatro blocos do Setor SPAR-CS e três do SPAR-CN.
Dos 19 blocos ofertados na bacia, três não receberam ofertas nesse leilão, todos concentrados no Setor SPAR-CS. Com a Bacia do Paraná, a ANP somou um bônus de assinatura (valor pago pelas empresas que firmam os contratos) de R$ 31,758 milhões. O investimento mínimo previsto na região, que também inclui parte do estado de São Paulo, soma cerca de R$ 55 milhões no Setor SPAR-CN e de R$ 174 milhões no SPAR-CS.
As ofertas são analisadas levando em conta o programa de exploração mínimo, que tem peso de 40%, o bônus de assinatura oferecido, com peso equivalente, e os percentuais mínimos de conteúdo local empregado na exploração (5%) e no desenvolvimento e produção (15%). Com esses critérios, cada oferta recebe uma nota, e, em caso de empate, os concorrentes devem apresentar novas ofertas maiores que as anteriores.
Mais seis bacias distribuídas em 12 estados brasileiros fazem parte do leilão da 12ª Rodada de Licitações.
Do lado de fora do hotel onde ocorre a licitação, na zona oeste do Rio, petroleiros protestam contra o leilão, que prevê a exploração de gás não convencional em terra, o que consideram crime ambiental pelos riscos de contaminação fluvial e de aquíferos.
Edição: Juliana Andrade
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Licitação de áreas para exploração de gás não convencional começa hoje

Economia



Licitação de áreas para exploração de gás não convencional começa hoje
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Nov 28th 2013, 06:08

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) promove a partir de hoje (28), no Rio de Janeiro, a 12ª Rodada de Licitações, com a oferta de áreas com potencial para gás natural, contemplando tanto a exploração de recursos convencionais quanto não convencionais, o chamado shale gas, que é retirado diretamente da rocha por meio de fracionamento. Apesar de já ser utilizada em outros países, como nos Estados Unidos, a técnica vem sendo questionada por entidades ambientais brasileiras, que temem principalmente a contaminação de aquíferos.
O Instituto Socioambiental (ISA), por exemplo, defende que esse tipo de exploração só seja feito no país depois de mais estudos e pesquisas. O coordenador de Política e Direito Socioambiental do ISA, Raul do Valle, alerta para o risco de contaminação de aquíferos importantes, como o Guarani. "O Aquífero Guarani é uma reserva de água de alta qualidade, muito importante hoje e mais ainda para o futuro. Fazer uma exploração de gás indiscriminada nesse aquífero significa submetê-lo a um risco altamente provável de contaminação", diz.
Ele considera que não há informações suficientes para tomar uma decisão fundamentada sobre o assunto. "Só se justificaria fazer esse tipo de exploração em locais onde houvesse certeza de que não haverá contaminação de aquífero e onde não há disputa pela água", acrescenta.
Nesta semana, um grupo de organizações técnicas e profissionais ligadas às áreas de meio ambiente e de serviços de água e saneamento protocolaram uma carta aberta à presidenta Dilma Rousseff solicitando a retirada imediata da exploração de shale gas do edital da 12ª. Rodada. "É indispensável, preliminarmente, conhecer, avaliar e minimizar os riscos ambientais, em especial os que constituem séria ameaça à qualidade das nossas águas subterrâneas e superficiais e que podem colocar em risco o abastecimento de água de populações urbanas e rurais e a disponibilidade de água para as atividades agropecuárias", mostra o documento.
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e a Academia Brasileira de Ciências também enviaram carta à presidenta, manifestando preocupação com a inclusão da exploração do gás não convencional na 12ª Rodada. Segundo as entidades, a tecnologia de extração de gás está embasada em processos invasivos da camada geológica, por meio da técnica de fratura hidráulica, com a injeção de água e substâncias químicas, podendo ocasionar vazamentos e contaminação de aquíferos de água doce que estão acima do local onde será feita a exploração.
Apesar de ser apontada como uma novidade, a extração de gás não convencional é considerada segura pelo governo, tanto que já começou a ser feita em outras áreas já licitadas em rodadas anteriores. O governo deverá editar um decreto para determinar que, no caso da exploração de shale gas, o licenciamento ambiental seja feito pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Atualmente, os licenciamentos em terra são feitos pelos estados. As operações devem ser acompanhadas "com lupa" pelo governo, especialmente no início.
Recentemente, o secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, Marco Antonio Almeida, disse que, apesar dos riscos ambientais na exploração de shale gas, existem empresas especializadas que fazem esse trabalho com segurança. Ele também garantiu que o processo de licenciamento vai prever formas de mitigar os impactos que a exploração poderá trazer para a população.
Uma resolução da ANP que está em consulta pública estabelece regras para a perfuração de poços seguida do emprego de fraturamento hidráulico não convencional. Entre as regras estão a necessidade de um plano detalhado de controle, tratamento e disposição de resíduos sólidos e líquidos provenientes das atividades de perfuração e fraturamento hidráulico. O operador deverá garantir que a proteção da água e do solo da região seja priorizada e garantir o fiel cumprimento de um sistema de gestão ambiental que atenda às melhores práticas da indústria do petróleo.
O fraturamento hidráulico é a técnica de estimulação de poço utilizada para maximizar a produção de óleo e gás natural em reservatórios não convencionais. No caso brasileiro, as formações propensas a conter recursos não convencionais são os folhelhos (nome dado a uma rocha sedimentar).
A principal vantagem para o Brasil na exploração de gás não convencional é aumentar a oferta de gás natural e, com isso, reduzir o preço do produto para as indústrias que se instalam aqui, melhorando a competitividade do país.
A diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, disse nesta semana que o leilão será uma "licitação piloto" no Brasil. "Esse é o desafio de começar a sedimentar a cultura do gás natural em terra no país. O desafio de atrair investidores para a exploração de gás natural em terra está posto e a iniciativa é pioneira, uma iniciativa piloto", comentou. Do total de 21 empresas habilitadas para participar da 12ª Rodada, 12 pagaram a garantia de oferta. Mas, segundo a ANP, mesmo as empresas que não depositaram a garantia poderão participar do leilão se estiverem consorciadas a outra empresa que fez o pagamento.
Edição: Graça Adjuto
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Trabalhadores brasileiros da indústria naval serão treinados por japoneses

Economia



Trabalhadores brasileiros da indústria naval serão treinados por japoneses
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Nov 28th 2013, 17:22

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica, na sigla em inglês) firmaram hoje (28) convênio para a formação de trabalhadores brasileiros da indústria naval.
O gerente de Relações Internacionais do Senai, Frederico Lamego, disse à Agência Brasil que, durante quatro anos, a Jica investirá R$ 10 milhões no treinamento de mão de obra especializada e na capacitação de técnicos e professores nas áreas de mecânica naval, gestão da produção naval e soldagem de materiais compostos.
Os centros de formação funcionarão em quatro unidades do Senai no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, na Bahia e em Pernambuco, que vão treinar pessoal para três grandes empresas japonesas que investiram, juntas, R$ 1,6 bilhão em estaleiros do Brasil nos últimos três anos.
Afora os investimentos já feitos, a Ishikawajima-Harima comprou 25% do Estaleiro Atlântico Sul, no Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco, por R$ 207 milhões; a Kawasaki adquiriu 30% do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, no Recôncavo Baiano, por R$ 300 milhões; e um consórcio liderado pela Mitsubishi comprou 30% do Estaleiro Ecovix-Engevix, em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, também por R$ 300 milhões.
"Os grandes investimentos e a carência de mão de obra qualificada para esses estaleiros foram determinantes para que os japoneses decidissem transferir tecnologia para o Brasil", disse o diretor da Divisão de Transportes da Jica, Koizumi Yukihiro.
Ele informou que os primeiros especialistas japoneses em indústria naval virão ao Brasil no início de 2014 para que os cursos de formação comecem no mês de abril. Além do treinamento de mão de obra, Yukihiro adiantou que os professores formarão 100 técnicos e instrutores nos dois primeiros anos do curso "para garantir efeito multiplicador no futuro".
Segundo o gerente do Senai, trata-se de uma condição essencial para que os núcleos de formação continuem a treinar técnicos para a indústria naval brasileira em geral. "A partir de então, os demais técnicos especializados serão brasileiros, formados pelo projeto Jica-Senai", acrescentou.
De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o salário médio de um mecânico naval, no Rio de Janeiro, é R$ 3,7 mil por mês, mas a remuneração pode chegar a R$ 11,1 mil nos estaleiros, dependendo da formação técnica específica. Além disso, o nível salarial da categoria tem aumentado por causa da própria demanda de mão de obra na indústria naval, que ganhou impulso depois dos registros de petróleo na camada marítima de pré-sal.
Edição: Nádia Franco
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Governo Central registra em outubro menor superávit primário em nove anos

Economia



Governo Central registra em outubro menor superávit primário em nove anos
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Nov 28th 2013, 15:42

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A arrecadação recorde no mês passado elevou o superávit primário em outubro. O aumento dos gastos, no entanto, compensou a alta das receitas e fez o superávit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) atingir R$ 5,436 bilhões em outubro, o menor valor desde 2004, quando a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública chegou a R$ 4,742 bilhões.
Apesar de baixo para o mês, o resultado é o quarto melhor do ano, ficando atrás dos de janeiro (R$ 26,2 bilhões), abril (R$ 7,3 bilhões) e maio (R$ 5,9 bilhões). No acumulado do ano, o superávit primário soma R$ 33,433 bilhões, com queda de 48,2% em relação aos dez primeiros meses do ano passado. O montante corresponde a apenas 45,8% da meta ajustada de R$ 73 bilhões de superávit para este ano.
O fraco superávit primário em outubro ocorreu apesar da arrecadação recorde para o mês, divulgada na semana passada pela Receita Federal. Isso ocorreu porque os gastos cresceram mais que as receitas. De janeiro a outubro, as receitas líquidas cresceram 8,4% em valores nominais. As despesas, no entanto, subiram em ritmo maior: 14%.
O principal fator que pressionou os gastos federais no acumulado do ano foi a aceleração das despesas de custeio, que saltaram 22,6% de janeiro a outubro, contra alta de 16,4% no mesmo período do ano passado. Por causa de uma série de acordos fechados no ano passado, as despesas com o funcionalismo público também aceleraram e cresceram 8,5% no mesmo período, contra expansão de 3,4% nos dez primeiros meses do ano passado.
Depois de crescerem a taxas de dois dígitos nos últimos anos, os investimentos federais estão desacelerando em 2013. De janeiro a outubro, acumulam alta de 5,5% (R$ 53,7 bilhões) em relação aos mesmos meses do ano passado (R$ 50,9 bilhões). Os gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) crescem em um ritmo um pouco melhor e acumulam alta de 10,6% neste ano.
Edição: Nádia Franco
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Reunião extraordinária da Comissão Mista de Orçamento

Economia



Reunião extraordinária da Comissão Mista de Orçamento
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Nov 28th 2013, 14:24





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