Copom reforça que BC deve se manter vigilante, mas destaca recuo na inflação

5 de dezembro de 2013

Economia



Copom reforça que BC deve se manter vigilante, mas destaca recuo na inflação
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/copom-reforca-que-bc-deve-se-manter-vigilante-mas-destaca-recuo-na-inflacao
Dec 5th 2013, 10:00

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A inflação deve ficar acima do centro da meta (4,5%) este ano, apesar de a projeção ter diminuído em relação a outubro. Essa avaliação é do cenário de referência, divulgada hoje (5) na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
Na ata, o BC não divulga o valor da projeção, como faz no Relatório de Inflação, divulgado trimestralmente. Nessa simulação do cenário de referência foram consideradas as hipóteses de manutenção da taxa de câmbio em R$2,30 e a taxa Selic em 9,50% ao ano.
De acordo com a ata, no cenário de mercado, que considera trajetórias para câmbio e juros em pesquisa feita a instituições financeiras, a projeção para a inflação também recuou, apesar de seguir acima do centro da meta.
Para 2014, a projeção se manteve estável no cenário de referência e recuou no de mercado, em relação a outubro. Mas, nos dois cenários, a inflação segue acima do centro da meta.
Na condução da política monetária, o objetivo do BC é atingir o centro da meta de inflação. Mas o BC tem ainda margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, para que o limite não seja ultrapassado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), escolhido para a meta, tem de fechar o ano em, no máximo, 6,5%.
Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Na ata, o comitê reforçou que o BC deve se manter "especialmente vigilante, de modo a minimizar riscos de que níveis elevados de inflação, como o observado nos últimos doze meses, persistam no horizonte relevante para a política monetária [definição da Selic]".
O BC também informou que considerou ser "apropriada a continuidade do ritmo de ajuste das condições monetárias ora em curso". Entretanto, ponderou que os efeitos das elevações da Selic demoram a aparecer. "O comitê pondera que a transmissão dos efeitos das ações de política monetária para a inflação ocorre com defasagens", destacou.
Na última reunião do ano, nos dias 26 e 27 de novembro, o Copom elevou a Selic pela sexta vez seguida. A taxa foi ajustada em 0,5 ponto percentual para 10% ao ano.
Com a alta da inflação, neste ano, o Copom iniciou em abril o ciclo de alta da Selic. Naquele mês, a taxa básica passou de 7,25% ao ano para 7,50% ao ano. A partir da reunião de maio, o ajuste passou a ser maior, de 0,5 ponto percentual.
Edição: José Romildo

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