Mais de um ano após anúncio, governo instala agência que centraliza fundos garantidores

27 de agosto de 2013

Economia



Mais de um ano após anúncio, governo instala agência que centraliza fundos garantidores
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/mais-de-um-ano-apos-anuncio-governo-instala-agencia-que-centraliza-fundos-garantidores
Aug 27th 2013, 23:08

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Mais de um ano depois de autorizada por lei, o governo instalou hoje (27) a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF). O órgão, vinculado ao Ministério da Fazenda, será encarregado de centralizar a administração dos fundos garantidores estabelecidos pela União.
Em assembleia nesta terça-feira, foram eleitos os membros do Conselho de Administração, da diretoria executiva e os titulares e suplentes do Conselho Fiscal da agência. O órgão terá capital social de R$ 50 milhões, dividido em 50 mil ações ordinárias.
O secretário de Assuntos Internacionais da Fazenda, Carlos Cozendey, comandará o Conselho de Administração. A diretoria executiva será presidida por Marcelo Pinheiro Franco, atualmente vice-presidente de Garantias Públicas da Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação. O presidente do Conselho Fiscal só será eleito após a primeira reunião do conselho.
Os fundos garantidores, na prática, servem como um seguro contra a inadimplência de empresas beneficiadas com financiamentos públicos, operados por bancos oficiais ou privados. O mecanismo permite que as instituições financeiras ofereçam juros menores, já que os riscos são minimizados porque os bens e ativos financeiros dados como garantia para cobrir eventuais calotes foram analisados.
Atualmente, existem fundos garantidores para operações de crédito a exportações, financiamentos habitacionais, educação, micro, pequenas e médias empresas, microempreendedores individuais e trabalhadores autônomos e aquisição de máquinas agrícolas. A ABGF se encarregará ainda de constituir fundos semelhantes para obras de infraestrutura e um novo fundo para o comércio exterior, que substituirá o existente. Também anunciados no ano passado, esses dois fundos até agora não foram implementados.
De acordo com o Ministério da Fazenda, a administração descentralizada dos fundos garantidores, com conselho, estatuto e políticas individuais, provocava dispersão de recursos e ineficiência administrativa. A centralização da concessão e da gestão de garantias, informou a pasta, diminuirá custos e permitirá a especialização de funcionários na área. Até agora, a análise das garantias cabia a seguradoras privadas escolhidas por licitação pelos fundos.
Anunciada em abril do ano passado, como parte do Plano Brasil Maior, programa do governo federal para estimular as exportações e melhorar a competitividade da indústria, a ABGF estava autorizada a funcionar por lei sancionada em agosto do ano passado. No entanto, o decreto de criação da agência só saiu em abril deste ano, e o funcionamento efetivo do órgão dependia da eleição dos conselheiros e dos diretores executivos.

Edição: Aécio Amado
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Volume de cana processada no Centro-Sul aumenta 20,6% nesta safra

Economia



Volume de cana processada no Centro-Sul aumenta 20,6% nesta safra
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/volume-de-cana-processada-no-centro-sul-aumenta-206-nesta-safra
Aug 27th 2013, 20:55

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O volume de cana-de-açúcar processada nas unidades produtoras da região Centro-Sul do país atingiu 315,1 milhões de toneladas no acumulado do início da safra, em abril, até 16 de agosto. O resultado é 20,6% superior ao registrado no mesmo período da safra passada (261 milhões de toneladas). No entanto, é 6,8% menor do que os 338,08 milhões de toneladas do mesmo período do ciclo 2010/2011. Os dados, divulgados hoje (27), são da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
O volume produzido de etanol chegou a 13,29 bilhões de litros no acumulado do início da safra até a primeira metade de agosto. Do total, 7,76 bilhões de litros são relativos ao etanol usado nos carros flex, o hidratado (crescimento de 23,75% em relação ao mesmo período do ano passado) e 5,53 bilhões de litros, ao etanol anidro (49% superior à produção de 3,69 bilhões de litros observada na safra anterior).
Na primeira quinzena de agosto, as vendas de etanol pelas unidades produtoras do Centro-Sul somaram 1,13 bilhão de litros, contra 945,25 milhões de litros comercializados no mesmo período do último ano. Deste volume, 146,76 milhões de litros destinaram-se às exportações e 983,44 milhões de litros ao mercado interno.
Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Dólar chega a ultrapassar R$ 2,40, mas inverte tendência e fecha em queda

Economia



Dólar chega a ultrapassar R$ 2,40, mas inverte tendência e fecha em queda
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/dolar-chega-ultrapassar-r-240-mas-inverte-tendencia-e-fecha-em-queda
Aug 27th 2013, 21:11

Wellton Máximo*

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Em um dia marcado pela volatilidade (forte sobe e desce), a moeda norte-americana chegou a ultrapassar a cotação de R$ 2,40, mas inverteu a tendência e fechou em baixa. O dólar comercial encerrou hoje (27) vendido a R$ 2,3683, com queda de 0,65%. A cotação acumula alta de 3,76% em agosto e de 15,64% no ano.
A cotação operou em alta por quase todo o dia. Na máxima do dia, por volta das 9h30, a moeda atingiu R$ 2,4156. O câmbio desacelerou nas horas seguintes, mas o dólar só inverteu a tendência e passou a operar em queda depois das 15h.
Pela manhã, o BC vendeu US$ 498,1 milhões no mercado futuro, seguindo a nova política de leilões programados. No início da tarde, a autoridade monetária anunciou que vai rolar (renovar) daqui a 20 dias contratos de venda no mercado futuro que venceriam em 1º de outubro.
No último dia 22, o BC anunciou que faria leilões de swap cambial de segunda a quinta-feira, com oferta de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido ao mercado o crédito até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra. Segundo o BC, esse programa se estenderá, pelo menos, até 31 de dezembro de 2013, e pode totalizar US$ 60 bilhões. A autoridade monetária informou ainda que poderá fazer operações adicionais, se julgar apropriado.
Desde o fim de maio, o sistema financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Com menos dólares em circulação, a cotação da moeda norte-americana fica mais alta em todo o mundo.
A instabilidade agravou-se na semana passada, quando foi divulgada a ata da reunião de julho do Fed. No documento, os diretores do Banco Central americano não estipularam uma data, mas confirmaram que pretendem acabar com as injeções mensais de dólares até meados do próximo ano.


*Colaborou Kelly Oliveira
Edição: Aécio Amado
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Conselho aprova R$ 67 bi para seguro-desemprego e abono salarial

Economia



Conselho aprova R$ 67 bi para seguro-desemprego e abono salarial
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/conselho-aprova-r-67-bi-para-seguro-desemprego-e-abono-salarial
Aug 27th 2013, 19:47

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) terá R$ 67,1 bilhões disponíveis no ano que vem para custear despesas com o seguro-desemprego e abono salarial dos trabalhadores. A proposta de orçamento foi aprovada hoje (27) pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).
Entre as principais despesas do FAT estão R$ 31,2 bilhões para o pagamento do seguro-desemprego e R$ 15,8 bilhões para o benefício do abono salarial. Para a qualificação de trabalhadores o valor aprovado foi R$ 513 milhões, e outros R$ 738,6 milhões foram aprovados para o custeio da rede de atendimento do Sistema Nacional de Emprego (Sine). O valor final a ser aplicado no setor ainda deve ser aprovado na Lei Orçamentária Anual.
O Codefat é formado por representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo, e atua como órgão gestor do FAT.

Edição: Beto Coura

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Ministro da Agricultura reconhece necessidade de reduzir custo de produção no Brasil

Economia



Ministro da Agricultura reconhece necessidade de reduzir custo de produção no Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/ministro-da-agricultura-reconhece-necessidade-de-reduzir-custo-de-producao-no-brasil
Aug 27th 2013, 18:40

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, reconheceu hoje (27) a necessidade de reduzir o custo da produção no país para aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro. "[O transporte] hoje é feito, na maioria das vezes, de caminhão, que é um dos [modais] mais caros do mundo. A nossa produção tem crescido muito mais do que os investimentos feitos, do que é possível ser feito", disse ao participar, na capital paulista, do Salão Internacional da Avicultura (Siav), que ocorre até o próximo dia 29.
Ele citou como exemplo do alto custo o valor da exportação de uma tonelada de soja no Brasil, que chega a US$ 200, enquanto nos Estados Unidos o valor é cerca de US$ 90. O ministro ressaltou, no entanto, que o governo federal está atento a essa questão e tem anunciado parcerias para desenvolvimento do transporte ferroviário e pluvial que melhorem o custo de escoamento do produto brasileiro. "Conseguimos aprovar a MP [medida provisória] que torna nossos portos mais dinâmicos e competitivos", apontou.
O presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, criticou a perda de competitividade do setor avícola. "Superamos grandes gargalos, tivemos desonerações importantes. Depois de 2005, chegamos à liderança das exportações mundiais, mas o Brasil está perdendo participação no mercado internacional por conta do custo da produção", declarou. Segundo a entidade, desde 2006, o custo com mão de obra no setor cresceu 166%, enquanto os concorrentes norte-americanos e tailandeses tiveram crescimento em torno de 20%.
Um documento com esse e outros dados de estudo sobre a perda de competitividade do setor avícola foi entregue ao vice-presidente da República, Michel Temer.
Temer destacou a importância do agronegócio, especialmente do setor avícola, para a segurança alimentar dos brasileiros. "Quando milhões de pessoas saíram da extrema pobreza e foram para a classe média baixa, o grande sucesso [disso] é que essas pessoas poderiam ir ao supermercado e comprar um frango", destacou. Segundo a Ubabef, dois terços da produção de aves no país ficam no mercado interno. O restante é exportado para 155 países.

Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Empréstimos do BNDES a Eike Batista somam R$ 6 bi

Economia



Empréstimos do BNDES a Eike Batista somam R$ 6 bi
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/emprestimos-do-bndes-eike-batista-somam-r-6-bi
Aug 27th 2013, 19:32

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratados pelas empresas do empresário Eike Batista somaram em torno de R$ 6 bilhões. O banco aprovou R$ 10,4 bilhões ao Grupo EBX, mas o valor não foi totalmente contratado, segundo o presidente da instituição financeira, Luciano Coutinho.
Ele informou que parte do valor contratado foi entregue a companhias que estão comprando empresas do grupo, que passa por forte crise. De acordo com Coutinho, os ativos e os planos de negócios das companhias são "muito interessantes". "De forma que esses novos investidores levaram à diante os projetos [que tiveram o financiamento do BNDES]", disse.
Em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Coutinho enfatizou que a reestruturação do grupo no mercado vai garantir que o BNDES e outros bancos não tenham prejuízo. "Até o momento não [houve prejuízo]. E esperamos que reestruturação do grupo permita equacionar a dívida bancária", disse.


Edição: Beto Coura

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

BNDES aplicará até R$ 45 bi em logística e energia por ano

Economia



BNDES aplicará até R$ 45 bi em logística e energia por ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/bndes-aplicara-ate-r-45-bi-em-logistica-e-energia-por-ano
Aug 27th 2013, 18:19

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve desembolsar de R$ 40 bilhões a R$ 45 bilhões, por ano, para projetos de logística e energia. A informação é do presidente da instituição financeira, Luciano Coutinho, em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos no Senado.
Para ele, há um processo de recuperação dos investimentos no país, e o desafio é manter a tendência. O presidente do BNDES citou que a pesquisa de intenção de investimentos do banco prevê investimentos de R$ 3,8 trilhões no quadriênio 2014/2017.
Segundo Coutinho, o ciclo de concessões que inicia em setembro, com os primeiros leilões de rodovias, devem ajudar a "puxar" a taxa de investimento para "uma tendência mais firme".


Edição: Beto Coura

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Presidente do BNDES diz que bancos não terão prejuízo com empresas de Eike Batista

Economia



Presidente do BNDES diz que bancos não terão prejuízo com empresas de Eike Batista
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/presidente-do-bndes-diz-que-bancos-nao-terao-prejuizo-com-empresas-de-eike-batista
Aug 27th 2013, 17:29

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O processo de reestruturação do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, vai permitir "equacionar a esmagadora maioria das dívidas", inclusive com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A expectativa é do presidente do banco, Luciano Coutinho, que participou de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos no Senado.
Segundo Coutinho, a reestruturação vai permitir que o grupo pague as dívidas, e o BNDES e outros bancos não terão prejuízo. "Até o momento não [houve prejuízo]. E esperamos que a reestruturação do grupo permita equacionar a dívida bancária", disse.
Coutinho disse ainda que o BNDES tem "uma condição extremamente confortável em relação às garantias" dos empréstimos feitos pelo grupo. No dia 3 de julho, o banco informou ter emprestado às empresas do Grupo EBX R$ 10,4 bilhões. Em nota, o BNDES disse que o montante não chegou a ser totalmente desembolsado, por causa do calendário de execução dos projetos financiados.
Na época, a instituição financeira informou que as participações acionárias nas empresas de Eike Batista representavam 0,6% da carteira da BNDESPar, braço do banco que compra ações de empresas.


Edição: Beto Coura

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

BC anuncia renovação de contratos de venda de dólares no mercado futuro

Economia



BC anuncia renovação de contratos de venda de dólares no mercado futuro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/bc-anuncia-renovacao-de-contratos-de-venda-de-dolares-no-mercado-futuro
Aug 27th 2013, 16:37

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Central (BC) anunciou hoje (27) a renovação de 135,3 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda de dólares no mercado futuro. Segundo comunicado do BC ao mercado, os contratos venceriam no dia 1º de outubro, e os leilões para a rolagem ocorrerão nos dias 16, 17 e 18 de setembro.
De acordo com a instituição, serão ofertados 40 mil contratos nos dias 16 e 17 e 55,3 mil no dia 18. O horário e as demais condições de cada oferta serão divulgados por comunicado na véspera dos leilões.
Hoje o Banco Central deu continuidade ao programa de leilões diários de dólares. No de hoje, de swap cambial, foram negociados todos os 10 mil contratos ofertados, no total de US$ 498,1 milhões. A data de vencimento dos contratos é 2 de dezembro de 2013.
No último dia 22, o BC anunciou que faria leilões de swap cambial de segunda a quinta-feira, com oferta de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido ao mercado o crédito de até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra. Na última sexta-feira, foi feito o primeiro leilão dessa programação.
Segundo o BC, esse programa se estenderá, pelo menos, até 31 de dezembro de 2013, e pode totalizar US$ 60 bilhões. A autoridade monetária informou ainda que poderá fazer operações adicionais, se julgar apropriado.
De acordo com pesquisa do Banco Central feita com instituições financeiras, o dólar deve encerrar este ano cotado a R$ 2,32.



Para o BC, o anúncio prévio dessas operações ajuda a aumentar o horizonte de planejamento dos agentes econômicos e a reduzir as oscilações da cotação do câmbio. A programação de leilões diários é pouco usual. A ação da autoridade monetária lembra o período de tensão pré-eleitoral, em 2002. Naquele ano, o BC fez intervenções diariamente chamadas de "rações diárias" no mercado.
A alta da moeda no país é reflexo da intenção do Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, de reduzir os estímulos monetários. O Fed poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global, caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos. Se a ajuda diminuir, o volume de dólares em circulação cai, aumentando o preço da moeda em todo o mundo.
Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Vendas dos supermercados acumulam alta de 4,16% em 2013

Economia



Vendas dos supermercados acumulam alta de 4,16% em 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/vendas-dos-supermercados-acumulam-alta-de-416-em-2013
Aug 27th 2013, 17:17

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – As vendas dos supermercados acumulam alta de 4,16% nos sete primeiros meses do ano, em comparação com 2012. O número, divulgado hoje (27), é resultado do cálculo do Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
Em julho, as vendas apresentaram alta de 3,45% na comparação com o mês anterior, e alta de 11,59% em relação a julho de 2012. Os resultados excluem a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. A Abras ressalta que o mês de julho do ano passado foi um dos mais fracos em vendas, o que favoreceu o desempenho das vendas do mês de julho de 2013.
"Apesar das perspectivas de redução do crescimento do Produto Interno Bruto em 2013, o setor supermercadista continua apresentando resultados positivos. Acreditamos que as vendas podem crescer ainda mais neste segundo semestre, pois contamos com um calendário de festas, que tradicionalmente beneficia o setor", disse o presidente da Abras, Fernando Yamada.

Edição: Beto Coura

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Receita Federal é contrária à reabertura de prazos para adesão ao Refis da Crise

Economia



Receita Federal é contrária à reabertura de prazos para adesão ao Refis da Crise
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/receita-federal-e-contraria-reabertura-de-prazos-para-adesao-ao-refis-da-crise
Aug 27th 2013, 16:08

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Receita Federal é contrária à reabertura do chamado Refis da Crise. O programa de parcelamento de impostos atrasados foi instituído em 2009 para socorrer empresas e pessoas físicas em dificuldade financeira, após o início da crise que ainda traz consequências para a economia mundial. Os contribuintes puderam aderir à renegociação de agosto a novembro de 2009, enquanto o prazo para consolidação das dívidas de pessoas jurídicas terminou em julho de 2011 e o de pessoas físicas no mês seguinte, mas o Congresso pode reabrir a fase de adesão ao programa.
Matéria publicada hoje (27) no jornal Valor Econômico diz que o senador Gim Argello (PTB-DF), líder do bloco parlamentar União e Força (PTB-PR-PSC-PRB), incluiu no parecer à Medida Provisória (MP) 615 uma emenda reabrindo o prazo de adesão ao programa. O jornal informou ainda que o parecer deverá ser apresentado nesta terça-feira na comissão mista especial que analisa a MP.
O Congresso já tentou reabrir o programa, anteriormente. Em janeiro deste ano, a presidenta Dilma Rousseff vetou a reabertura do prazo de adesão ao Refis da Crise que havia sido incluída na Medida Provisória 578 (MP) - que tratava da depreciação (perda de valor) acelerada de veículos para transporte de mercadorias, vagões e locomotivas. Segundo a proposta aprovada, as empresas poderiam se habilitar ao Refis da Crise até 28 de fevereiro de 2013.
O subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal do Brasil, Carlos Roberto Occaso, antecipou que o Fisco não concorda, embora entenda que a decisão cabe à cúpula do governo ou ao Legislativo. "Nós da Receita Federal não somos interlocutores dessas discussões. A Receita é ouvida no aspecto técnico, mas não conduz decisões neste sentido", disse.
Ocasso relembrou que muitas vezes o órgão técnico se pronunciou de acordo com estudos indicando que os parcelamentos especiais não são benéficos para a sociedade, na medida em que desestimulam o cumprimento espontâneo da obrigação do pagamento de impostos.
"À medida que as dívidas vão sendo acumuladas, os contribuintes aguardam novas edições de parcelamentos especiais. Estudos de vários parcelamentos especiais mostram que os contribuintes permanecem durante um período curtíssimo no parcelamento e voltam a inadimplir em relação a esse passivo", destacou.
O secretário adjunto da Receita, Luiz Fernando Teixeira Nunes, disse que tomou conhecimento da proposta pelo jornal e que não há estudo nesse sentido no âmbito da Receita Federal. Nunes não quis se posicionar, mas disse que é preciso avaliar a proposta. "Temos que estudar, verificar impactos e o cenário econômico. Então, vamos estudar quando formos demandados no caso concreto. Usualmente, nós somos contrários com base nos estudos técnicos".
Devido ao Refis da Crise, a Receita Federal enfrentou queda da arrecadação há um ano, justamente por estar em um cenário agravado pela crise econômica e com arrecadação menor por causa do refinanciamento de tributos. Além do desaquecimento da economia, o pagamento de dívidas negociadas com a União reforçou a queda real (descontada a inflação) de 6,55% da arrecadação federal em junho do ano passado, na comparação com o ano anterior. Como esse pagamento não se repetiu em 2012, a arrecadação ficou menor.
Edição: Davi Oliveira
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Começa integração entre sistemas informatizados de agências de navegação

Economia



Começa integração entre sistemas informatizados de agências de navegação
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/comeca-integracao-entre-sistemas-informatizados-de-agencias-de-navegacao
Aug 27th 2013, 16:19

Da Agência Brasil

Brasília – A integração entre os sistemas informatizados Mercante e Porto Sem Papel (PSP) começou hoje (27). De acordo com a Receita Federal, o objetivo é facilitar a prestação de informações sobre cargas, sem risco de duplicidade de informações entre o Fisco, o Departamento de Marinha Mercante e Secretaria de Portos.
Com a integração, as informações relativas a cargas registradas pelas agências de navegação serão prestadas apenas uma vez, no Siscomex Mercante, o sistema integrado de comércio exterior.
Por enquanto, as agências de navegação podem continuar usando os procedimentos anteriores até que seus sistemas de computador sejam integrados ao novo sistema, em data a ser definida pela Comissão Nacional das Autoridades nos Portos (Conaportos).
De acordo com a Receita, a integração acarretará alterações mínimas nos sistemas e não acarretará mudança nos procedimentos do Fisco relativos ao controle de produtos feito no Siscomex Carga.
As orientações para as agências marítimas referentes à integração já foram enviadas à Federação Nacional de Agências de Navegação Marítimas (Fenamar).
Edição: Nádia Franco
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Banco Central faz mais um leilão para conter alta do dólar

Economia



Banco Central faz mais um leilão para conter alta do dólar
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/banco-central-faz-mais-um-leilao-para-conter-alta-do-dolar
Aug 27th 2013, 13:23

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Central (BC) deu continuidade ao programa de leilões diários de dólares. No leilão de hoje (27) de swap cambial, equivalente à venda de dólares no mercado futuro, foram negociados todos os 10 mil contratos ofertados, no total de US$ 498,1 milhões. A data de vencimento dos contratos é 2 de dezembro de 2013.
No último dia 22, o BC anunciou que faria leilões de swap cambial de segunda a quinta-feira, com oferta de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido ao mercado o crédito de até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra. Na última sexta-feira (23), foi feito o primeiro leilão dessa programação.
Segundo o BC, esse programa se estenderá, pelo menos, até 31 de dezembro de 2013, e pode totalizar US$ 60 bilhões. A autoridade monetária informou ainda que poderá fazer operações adicionais, se julgar apropriado.
Segundo pesquisa do BC com instituições financeiras, o dólar deve encerrar o ano cotado a R$ 2,32. Para a instituição, o anúncio prévio dessas operações ajuda a aumentar o horizonte de planejamento dos agentes econômicos e a reduzir as oscilações da cotação do câmbio. A programação de leilões diários é pouco usual. A ação do BC lembra o período de tensão pré-eleitoral, em 2002. Naquele ano, o banco fez intervenções diárias chamadas de "rações diárias" no mercado.
A alta da moeda no país é reflexo da intenção do Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, de reduzir os estímulos monetários. O Fed poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global, caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos. Se a ajuda diminuir, o volume de dólares em circulação cai, aumentando o preço da moeda em todo o mundo.
Edição: Graça Adjuto
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Percentual de famílias endividadas recua em agosto, diz CNC

Economia



Percentual de famílias endividadas recua em agosto, diz CNC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-27/percentual-de-familias-endividadas-recua-em-agosto-diz-cnc
Aug 27th 2013, 14:08

Flávia Villela

Repórter da Agência
Rio de Janeiro - O percentual de famílias que se declararam endividadas caiu em agosto para 63,1%, em comparação aos 65,2% de julho, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (27) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na comparação com agosto de 2012, houve alta de 3,3 pontos percentuais.
Em agosto, 21,8% dos entrevistados disseram que têm dívidas ou contas em atraso (contra 22,4% em julho e 21,3% em agosto de 2012. A Peic mostra ainda que 7% dos entrevistados disseram não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso, uma queda na comparação com julho passado (de 7,4%) e com agosto de 2012 (de 7,1%).
O cartão de crédito continua sendo o principal tipo de dívida, como apontam 74,5% das famílias endividadas, seguido por carnês (17,3%) e financiamento de carro (12,8%).
Para as famílias que ganham até dez salários mínimos, 64,8% tinham dívidas em agosto, contra 66,4% em julho e 61,1% em agosto de 2012. Para as famílias com renda acima de dez salários mínimos, o percentual de famílias endividadas caiu ao passar de 58,9% em julho para 54,7% em agosto. Em agosto de 2012, o percentual de famílias com dívidas com esse nível de renda era 53,6%.
Segundo o estudo, a redução do número de famílias endividadas é compatível com a moderação observada no mercado de crédito e no volume de vendas do comércio, provocada pela menor confiança do consumidor em relação à renda e à inflação.
Se houve piora da percepção das famílias em relação ao nível de endividamento, o estudo registrou melhora na perspectiva da capacidade de pagamento, acompanhando a redução do endividamento e da inadimplência.
Na análise por faixa de renda, o índice de inadimplência das famílias de maior poder aquisitivo passou de 1,8% em julho para 2,9% em agosto. Para o grupo com renda até dez salários mínimos, o percentual caiu de 9,3%, em julho, para 8,1% em agosto.
A proporção das famílias que se declararam muito endividadas ficou estável de julho para agosto deste ano (13,3%), interrompendo uma alta de cinco meses consecutivos. Entretanto, segundo a CNC, esta foi a primeira vez em 2013 que a percepção de endividamento na comparação anual apresentou piora, com o percentual de muito endividados aumentando 0,2 ponto percentual.
Na comparação entre agosto de 2012 e agosto de 2013, a parcela que declarou estar mais ou menos endividada passou de 20,5% para 23,8%, e a parcela pouco endividada passou de 26,1% para 25,9% do total dos endividados.
Edição: Talita Cavalcante
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Fim das negociações salariais reduz pressão sobre custo da construção

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil


São Paulo - O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) teve decréscimo de 0,31% em agosto, com alta de 0,73% em julho. No acumulado do ano, houve elevação de 6,71% e nos últimos 12 meses, de 7,74%. O índice é um dos três componentes do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e que serve de base de cálculo em renovações de contratos de aluguel.

O resultado de agosto foi influenciado pela mão de obra que ficou praticamente estável, com variação de 0,03% ante alta de 1,05%. Nos últimos 12 meses, a contratação de profissionais para obras na construção civil foi 9,81% maior, enquanto que em materiais, equipamentos e serviços, o custo aumentou 5,56%, com destaque para as peças de instalações hidráulicas (9,56%). No conjunto, esse quesito teve elevação de 0,63% em agosto, ante 0,37%, em julho.

De acordo com avaliação técnica da FGV, a estabilidade da mão de obra é consequência do fim do período de reajustes salariais na maioria das sete capitais onde é feita apuração. No período ocorreram pequenos ajustes referentes aos dissídios em Salvador, Porto Alegre e São Paulo.

A maior taxa do INCC-M foi constatada em Porto Alegre, mas com expressivo decréscimo de 0,68% ante 3,67%. Em Salvador, o índice aumentou de 0,19% para  0,30%; em Belo Horizonte de -0,01% para  0,27%; no Rio Janeiro, de 0,10% para 0,34%; em São Paulo, de 0,16% para 0,27%: em  Brasília, de 2,01% para  0,14% e no Recife, de 0,31% para 0,27%.

Fipe aponta leve aumento no ritmo de inflação em São Paulo

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil


São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, atingiu 0,23%, na terceira prévia de agosto – variação superior à da segunda prévia (0,17%). A maior taxa foi constatada em saúde, de 0,59% para 0,80%, sob o efeito do aumento nos planos de saúde.

Mas foi o grupo habitação que pesou mais no cálculo do índice médio de inflação, embora com avanço menos intenso do que no último levantamento, passando de 0,34% para 0,31%. Em alimentação, o índice voltou a subir (de 0,27% para 0,28%). O grupo despesas pessoais teve decréscimo de 0,64% ante 0,75%.

Em educação, os preços que na média tinham caído 0,01%, na segunda prévia, aumentaram 0,06%. No grupo transportes, o IPC indicou significativa recuperação de preços, com a taxa ainda negativa em 0,15% ante uma queda de 0,56%. E, no grupo vestuário, foi constatada redução mais acentuada de 0,73% ante 0,62%.

Comércio prevê crescimento de 3,8% para o setor este ano

Cristina Indio do Brasil
Repórter da Agência Brasil


Rio de Janeiro - A Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima crescimento de 3,8% para o setor em 2013, que deverá ser o pior dos últimos dez anos, disse o economista da instituição Fábio Bentes. Para ele, as datas comemorativas têm sido um bom termômetro das vendas do setor nas comparações com o ano passado. “Os resultados têm sido sempre menores. No Natal do ano passado, o crescimento ficou em 8,1% e este ano vai ficar entre 4% e 5%. Não há como fugir muito disso não", analisou.

Bentes acrescentou que se o real continuar se desvalorizando, a tendência é que o patamar de previsão de crescimento seja revisto para baixo. Na avaliação do economista, o comércio sofre impacto com a alta do dólar, especialmente na área de bens de consumo duráveis, porque a elevação da moeda americana prejudica a venda desses produtos. “Vamos jogar um pouco de água na fogueira do crescimento, que já não é dos maiores. Então, vai prejudicar sim", disse.

Por causa do impacto do dólar, o economista estimou que os preços dos bens de consumo duráveis, independentemente de alta ou de queda da moeda nos próximos meses, deverão terminar o ano em aceleração. "No acumulado do ano, os preços de bens duráveis estão crescendo 3%, bem abaixo da inflação do varejo, que é 8%. A expectativa é que fechem o ano em 3,6%”, acrescentou.

Para o economista, diante de fatores negativos para o setor, a notícia boa é que, pelo menos no curtíssimo prazo, a inflação cedeu, deve continuar em patamares baixos nos próximos meses e isso deve favorecer o crescimento. “Acho que ainda existe uma janela de recuperação do nível de atividade nos próximos meses. No comércio, houve deflação no varejo em junho, o que não ocorria desde novembro de 2011. É uma boa notícia depois de vários meses de alta. Vai ser uma janela. Pelo menos até setembro, o comércio deve experimentar taxas mais altas”, disse.

Sobre as vendas do comércio, ele informou que a expectativa para julho é de um aumento de 0,7% em relação a junho. Bentes explicou que embora seja uma taxa acima da média do ano, que ficou em torno de 0,5% ao mês, não vai reverter o cenário do setor que sofreu com as altas da inflação antes das quedas das taxas. “Não será suficiente para salvar o ano do comércio. A inflação já fez o estrago”, explicou.

Manifestações ajudaram a criar mau humor econômico, diz Mantega

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil

 
São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (26) que as recentes manifestações populares ajudaram a criar um sentimento de “mau humor” dos investidores internacionais em relação ao Brasil. Segundo ele, os protestos no Brasil foram vistos erroneamente, no exterior, como se fossem similares aos ocorridos, por exemplo, no Egito.
 
“Certamente, os movimentos populares ajudaram a criar o mau humor e uma visão distorcida do Brasil lá fora. Equiparando com movimentos de outra natureza, de natureza de política séria, de oposição ao governo, de luta fratricida. Não foi nada disso que ocorreu aqui”, disse o ministro, em encontro com lideranças empresariais em São Paulo.
 
“[Foram] jovens – alguns tocaram um pouco de fogo, jogaram os coquetéis-molotovs. Mas faz parte da democracia, temos de saber absorver isso”, acrescentou. 
 
Mantega ressaltou que, além das manifestações, a expectativa de setores da economia brasileira caiu por várias causas, como a inflação. “Houve uma piora das expectativas no Brasil, por uma séria de razões. Para cada segmento, é uma causa diferente. O comércio varejista caiu porque a inflação fez deteriorar o poder de compra da população e, com isso, [caiu] a confiança do consumidor.”
 
De acordo com o ministro, o país tem problemas econômicos, mas que não justificam o mau humor que se instaurou, já que os problemas são solucionáveis. “Lá fora, o quadro era que a economia brasileira estava em uma situação crítica, o que não era verdade. Chegaram a comparar, no mesmo artigo, as manifestações no Brasil e no Egito, que são fenômenos diferentes”, ressaltou o ministro.

BC faz leilão de venda de dólares no mercado futuro de quase US$ 500 milhões

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil


Brasília - O Banco Central (BC) fez hoje (26), conforme programado, leilão de swap cambial, equivalente à venda de dólares no mercado futuro. A operação totalizou US$ 497,9 milhões, com a negociação de todos os 10 mil contratos ofertados.

No último dia 22, o BC anunciou que faria leilões de swap cambial de segunda a quinta-feira, com oferta de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido ao mercado o crédito de até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra. Na última sexta-feira, foi feito o primeiro leilão dessa programação.

Segundo o BC, esse programa se estenderá, pelo menos, até 31 de dezembro de 2013, e pode totalizar US$ 60 bilhões. A autoridade monetária informou ainda que poderá fazer operações adicionais, se julgar apropriado.

Para o BC, o anúncio prévio dessas operações ajuda a aumentar o horizonte de planejamento dos agentes econômicos e a reduzir as oscilações da cotação do câmbio. A programação de leilões diários é pouco usual. A ação do BC lembra o período de tensão pré-eleitoral, em 2002. Naquele ano, o BC fez intervenções diariamente chamadas de “rações diárias” no mercado.

A alta da moeda no país é reflexo da intenção do Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, de reduzir os estímulos monetários. O Fed poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global, caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos. Se a ajuda diminuir, o volume de dólares em circulação cai, aumentando o preço da moeda em todo o mundo.

De acordo com pesquisa do BC a instituições financeiras, o dólar deve encerrar este ano cotado a R$ 2,32.

IPC-S avança em seis capitais na terceira semana de agosto

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil


Rio de Janeiro - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), que divulgou hoje (26) os números referentes a cada local estudado na terceira semana de agosto. A única cidade em que não houve alta foi Belo Horizonte, com queda de 0,01 ponto percentual.

O IPC-S divulgado em 22 de agosto, de 0,16%, representou aumento de 0,11 ponto percentual em relação à semana anterior. A capital em que o índice mais subiu foi o Rio de Janeiro, com alta de 0,23 ponto percentual, puxada principalmente pela classe de despesa habitação. Além de ser o que mais acelerou, o índice do Rio também é o mais alto, com 0,46%.

Porto Alegre foi a outra capital em que o IPC-S subiu mais que a média nacional, com avanço de 0,14 ponto percentual, que levou o indicador a 0,32%. As classes vestuário e educação, leitura e recreação foram as que mais se destacaram na aceleração do índice.

Salvador (0,09 ponto percentual), São Paulo (0,06) e Brasília (0,05) também tiveram alta no IPC-S, mas abaixo do índice nacional. As três capitais registram taxas de -0,21%, 0,07% e 0,20%, respectivamente.

Dólar deve chegar a R$ 2,32 ao final deste ano, de acordo com expectativa de instituições financeiras

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil


Brasília – A projeção de instituições financeiras para a cotação do dólar ao final deste ano subiu pela terceira semana seguida. É o que mostra pesquisa semanal divulgada todas as segundas-feiras pelo Banco Central (BC).

Desta vez, a expectativa para o dólar ao final de 2013 passou de R$ 2,30 para R$ 2,32. Para o final de 2014, a estimativa também subiu, pela segunda semana consecutiva, de R$ 2,35 para R$ 2,38.

Hoje (26), o BC dará continuidade ao programa de leilões de venda de dólares, anunciado no último dia 22. O objetivo da autarquia é promover hedge (proteção a risco) cambial aos agentes econômicos e liquidez (dólares disponíveis).

A alta da moeda no país é reflexo da intenção do Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, de reduzir os estímulos monetários. O Fed poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global, caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos. Se a ajuda diminuir, o volume de dólares em circulação cai, aumentando o preço da moeda em todo o mundo.

Ainda de acordo com a pesquisa do BC a instituições financeiras, a previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações), resultado que poderá ser influenciado pela cotação do dólar, passou de US$ 4,35 bilhões para US$ 3,4 bilhões, este ano, e de US$ 8 bilhões para US$ 9 bilhões, em 2014. A alta do dólar poderá ser um fator de estímulo às exportações e de desestímulo às importações, principalmente de bens de consumo.

As mudanças na cotação do dólar também podem gerar efeitos na balança de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, entre outros) e de rendas (salários, juros, lucros e dividendos). Na última sexta-feira (23), o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, disse que se a alta do dólar persistir, além dos efeitos na balança comercial, os gastos de brasileiros no exterior tendem a se reduzir, nos próximos meses. Outro efeito será a redução das remessas de lucros e dividendos de empresas no Brasil para o exterior. Com a alta do dólar, fica mais caro enviar esses recursos para fora do país.

A previsão das instituições financeiras para o saldo negativo em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi mantida em US$ 77 bilhões este ano e passou de US$ 79,46 bilhões para US$ 78,55 bilhões, em 2014.

A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto para o próximo ano.

Projeção de crescimento da economia este ano é ajustada para 2,2%

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil


Brasília - A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano, foi levemente ajustada para baixo. De acordo com a pesquisa semanal do Banco Central (BC) em relação ao mercado financeiro, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu de 2,21% par 2,20%, este ano. Para 2014, também houve redução da estimativa de 2,50% para 2,40%.

A estimativa para a expansão da produção industrial subiu de 2,08% para 2,11%, este ano, e caiu de 3% para 2,90%, em 2014.

A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi ajustada de 34,9% para 35%, este ano, e mantida em 34,7%, no próximo ano.

Confiança da Indústria volta a cair e atinge menor nível desde 2009

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil


São Paulo - O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, recuou 0,6% em agosto sobre julho, ao atingir 99 pontos ante 99,6. Foi o menor nível desde julho de 2009 (95,7 pontos). Sobre o levantamento anterior, o recuo foi menos intenso. Entre junho e julho, o índice havia caído 4%.

Essa queda entre julho e agosto foi influenciada, principalmente, pelo Índice da Situação Atual (ISA) que ficou 1,1% abaixo da última medição com 99,5 pontos, o mais baixo desde julho de 2009 (96,7). O Índice de Expectativas (IE) teve pequena variação negativa de 0,1% e 98,5 pontos, resultado avaliado pelos economistas da FGV como estável, após cinco quedas consecutivas.

Na avaliação deles, o resultado da pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação mostra que o ritmo de atividade no setor está lento e com expectativas entre neutras e de moderado pessimismo. Uma das sinalizações é o nível de estoques, que diminuiu 3,8%, alcançando 93,1 pontos, marca abaixo da média de 95,9.

Para 9,4% dos empresários consultados, o nível de estoques está excessivo, taxa maior do que a apurada em julho, quando 7,7% fizeram  a mesma avaliação. A parcela dos que consideraram o nível de estoques insuficiente passou de 4,5 para 2,5%.

No período, também houve queda de 0,5% no indicador de emprego, com 104,6 pontos, o menor desde junho de 2009 (98). Ao serem consultados sobre o que esperam para os próximos três meses, 17% dos empresários acenaram com a possibilidade de ampliar as contratações, proporção melhor em comparação a junho, quando 16% fizeram tal indicação.

No entanto, cresceu também a parcela dos que preveem corte de pessoal, passando de 10,9% para 12,4%. Quanto ao Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) houve queda de 0,2 ponto percentual, ao atingir 84,2%.



Explore os canais Ouni

Notícias
Nacional

Internacional
Finanças
Política
Justiça
Segundo Caderno
Esportes


Educação
Inovação

Serviços
Barra de Ferramentas

Buscador
Previsão do Tempo
Tradutor
Viagens

Entretenimento
Carros

Cultura
Famosos
MAXX FM
Música
Stations (Busca Rádios)

Estilo de vida
Homem

Mulher

Chat
Amizade

Encontros
Livre
Paquera
Sexo (+ 18 anos)
Webmasters
Outras salas

Fale conosco
Atendimento Virtual
Avalie-nos
E-mail

Fone Fácil
Fórum
Reclame Aqui
Redes Sociais

Copyright 2008 - 2017 © Ouni - Todos os direitos reservados.
"O uso desse website significa que você aceita os Termos de Uso e a Política de Privacidade"

Informações Importantes | Política de Privacidade | Termos de Uso

Vá para o Ouni