Fiesp e sindicalistas criticam novo aumento da Selic

28 de agosto de 2013

Economia



Fiesp e sindicalistas criticam novo aumento da Selic
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-28/fiesp-e-sindicalistas-criticam-novo-aumento-da-selic
Aug 29th 2013, 01:03

Daniel Mello

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) classificou como erro o novo aumento da taxa básica de juros (Selic). No quarto aumento consecutivo, de 0,5 ponto percentual, anunciado hoje pelo Comitê de Política Monetária (Copom), a taxa subiu de 8,5% para 9% ao ano. "A economia brasileira está parando e, com essa medida, o Banco Central pode precipitar uma recessão, gerando desemprego e redução de renda. Isto tira ainda mais a competitividade do Brasil e o que já não estava bom pode ficar ainda pior. Há muito tempo pedimos mudanças na política econômica, na direção de maior controle de gastos e menos uso da taxa de juros", disse por meio de nota o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) também criticou o aumento. Para o presidente da confederação, Carlos Cordeiro, a elevação não tem justificativa, uma vez que a inflação dá sinais de queda e a desvalorização do real é pontual. "Os argumentos do rentismo não se sustentam, pois o resultado é o mesmo: transferência de bilhões de recursos públicos para as instituições financeiras, que detém 25% da dívida pública, desestímulo ao crescimento, encarecimento do crédito e freio na geração de empregos e renda", disse Cordeiro.
O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, fez a mesma avaliaçao. "Fica evidente a opção da equipe econômica do atual governo de continuar privilegiando os especuladores e deixando em segundo plano a produção e a geração de novos empregos. Elevar a taxa Selic só contribui para a redução de investimentos no setor produtivo, obrigando o governo a pagar mais juros para especuladores", declarou.
A Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP) defendeu a necessidade de mais controle nos gastos públicos. "A entidade lembra que a alta do dólar é resultado da desconfiança de investidores em relação ao pagamento da dívida pública. A redução desses gastos resultaria em menor pressão sobre o dólar e, em consequência, menor pressão da inflação".

Edição: Aécio Amado
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Aumento da taxa básica de juros contraria interesses da economia, diz Abad

Economia



Aumento da taxa básica de juros contraria interesses da economia, diz Abad
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Aug 29th 2013, 00:51

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A elevação da taxa básica de juros (Selic) para 9% ao ano, sob a justificativa de conter a inflação, é vista pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad) como um "remédio amargo cuja eficácia é duvidosa, enquanto o prejuízo à economia é mais do que certo".
Em nota divulgada logo depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciar o aumento da Selic, o presidente da Abad, José do Egito Frota Lopes Filho, disse que as justificativas para o aumento "não contemplam a elevação de preços dos serviços, que compõem a inflação e respondem lentamente a qualquer medida governamental".
Ele destaca o clima de incerteza sobre a capacidade de o governo lidar com os aspectos fiscais e tributários que compõem o "custo Brasil", enquanto "as empresas são penalizadas com custos mais altos e maior dificuldade nos financiamentos, retardando novos investimentos".
A Abad sugere que em vez de procurar atenuar os sintomas, promova-se medidas concretas em relação aos problemas estruturais do país. Sem isso, acrescenta, "teremos a economia patinando", com risco de ver jogadas no lixo conquistas importantes que permitiram os avanços recentes.

Edição: Aécio Amado
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Firjan insiste em uma meta de superávit maior para o ano que vem

Economia



Firjan insiste em uma meta de superávit maior para o ano que vem
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Aug 29th 2013, 00:45

Douglas Corrêa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Com o aumento da taxa básica de juros da economia (Selic) em 0,5 ponto percentual, dos atuais 8,5% para 9% ao ano, a Federação das Indústrias do Rio de Janeirio (Firjan), ao analisar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, insiste na necessidade de correção do atual mix de políticas, de forma que a política fiscal contribua no combate à inflação e na retomada da confiança de empresários e investidores estrangeiros.
"O primeiro passo nesse sentido poderia ser dado por meio da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), com a fixação de uma meta de superávit primário maior para o ano que vem, e que seja obtida por meio da contenção dos gastos correntes e sem artifícios contábeis. Neste momento, aumentar os gastos apenas contribuirá para pressionar a inflação e agravar nossa estrutural ineficiência de poupança".
De acordo com a Firjan, o quarto aumento consecutivo da taxa Selic ocorre ao mesmo tempo em que as expectativas de inflação são revisadas para cima, tanto para este ano como para 2014, em função do esperado impacto da desvalorização do real sobre os preços.

Edição: Aécio Amado
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CNI e Ibef justificam necessidade de aumento da Selic pelo Copom

#Economia


O aumento da taxa básica de juros (Selic) de 8,5% para 9% ao ano estava dentro das expectativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), de acordo com nota divulgada pela entidade tão logo o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) divulgou a decisão, adotada por unanimidade.

A CNI ressalta que o cenário atual, "de contração da liquidez internacional" e de "pressão sobre as moedas dos países emergentes", justifica a decisão. Acrescenta, também, que no plano doméstico, a inflação acumulada nos últimos 12 meses continua perto do teto de 6,5%, apesar da recente desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Para assegurar a desaceleração da inflação, com menor impacto na atividade produtiva, a CNI reitera a necessidade de haver maior sintonia entre as políticas monetária e fiscal, "com controle do ritmo de expansão dos gastos públicos", associado ao rigor e comprometimento com as metas fiscais. "Só a sincronização dessas políticas reverterá o atual quadro de alta inflação e baixo crescimento econômico", completa o comunicado.

O Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef) de São Paulo também divulgou nota na qual destaca que a elevação da Selic justifica-se, porque a inflação segue tendência de alta. Isso, a desvalorização do real, precisa ser complementada com elevação dos juros. Política que o BC pode manter na próxima reunião do Copom (dias 8 e 9 de outubro) "se a conjuntura mundial e a tendência inflacionária assim determinarem", de acordo com a nota assinada pelo vice-presidente do Ibef de São Paulo, Keyler Carvalho Rocha.


Matéria: Agência Brasil
  

Copom eleva taxa básica de juros para 9% ao ano

Economia



Copom eleva taxa básica de juros para 9% ao ano
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Aug 28th 2013, 22:46

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Central anunciou há pouco que a taxa básica de juros (Selic) será elevada em 0,5 ponto percentual, passando dos atuais 8,5% para 9% ao ano, a partir de amanhã (29), e com validade para os próximos 45 dias. A decisão é do Comitê de Política Monetária (Copom), que esteve reunido ontem (27) e hoje (28) para avaliar o desempenho das variáveis econômicas, internas e externas, com foco nas pressões inflacionárias.
Terminada a reunião do colegiado de diretores do BC, o Copom divulgou nota na qual informa que "avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano". A decisão do comitê foi unânime
Foi a quarta sessão seguida em que o Copom aumentou a taxa Selic, depois de ela permanecer em 7,25% de outubro do ano passado a abril deste ano, no menor patamar da série histórica dos juros. Em abril, o Copom elevou a taxa para 7,50%, e promoveu mais duas calibragens de 0,5 ponto percentual nas reuniões de maio e julho. Dosagem repetida agora, em linha com as expectativas da maioria dos analistas financeiros, como mostra o boletim Focus, divulgado pelo BC, na última segunda-feira (26).
Com a Selic acima de 8,5%, a poupança volta a ter remuneração pela regra antiga, que equivale a correção de 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais Taxa Referencial (TR). Um pouco melhor que o rendimento de 70% da Selic mais TR sempre que a taxa básica de juros for igual ou menor que 8,5%. Norma que passou a vigorar em maio de 2012.
As instituições financeiras, que servem de base para a pesquisa semanal do BC sobre os principais indicadores da economia, estimam que a Selic encerrará 2013 em 9,50%. Patamar que deve permanecer durante o ano que vem.

Edição: Aécio Amado
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Rio Grande do Norte e Ceará recebem autorização para exportar frutas para o Chile

Economia



Rio Grande do Norte e Ceará recebem autorização para exportar frutas para o Chile
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Aug 28th 2013, 22:03

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Rio Grande do Norte e do Ceará receberam autorização do governo chileno para exportar melancia e melão para aquele país. De acordo com informações divulgadas hoje (28) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a decisão foi publicada no Diário Oficial do Chile desta quarta-feira.
Para o início das vendas, falta a assinatura de um plano de trabalho com as responsabilidades dos dois países. A perspectiva é a formalidade ser cumprida a tempo de as exportações poderem começar ainda em 2013. Segundo o Ministério da Agricultura, o Rio Grande do Norte e o Ceará são os maiores exportadores brasileiros das duas frutas, que em 2012 movimentaram US$ 151 milhões em negócios.
Antes de emitir autorização para as exportações brasileiras, o Chile enviou em julho uma missão para conhecer a produção das frutas e avaliar os cuidados contra a contaminação da praga Anastrepa grandis (mosca-do-melão). Atualmente, o Brasil exporta melancia e melão para países como Alemanha, Espanha, Irlanda, Reino Unido, Uruguai, Rússia e Holanda.
Edição: Fábio Massalli
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Governo não cogita aumento no preço dos combustíveis, diz Lobão

Economia



Governo não cogita aumento no preço dos combustíveis, diz Lobão
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Aug 28th 2013, 22:38

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje (28) que o governo não está cogitando aumento no preço dos combustíveis. Ele participou de reunião durante a tarde na sede da Petrobras, no centro do Rio.
"Não se está cogitando aumento, agora, do ponto de vista do governo. O que se pode dizer é que os preços dos combustíveis estão defasados no Brasil. A Petrobras tem tido algum sofrimento com isso, mas o governo conduz a matéria com todo o cuidado, para que não haja repercussão na economia, gerando inflação. Se de um lado nós temos a necessidade da Petrobras, do outro lado nós temos também os cuidados que o governo tem com a economia", disse Lobão, que falou à imprensa na sede do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no centro do Rio, quando abordou o blecaute que atingiu hoje a Região Nordeste.
Edição: Fábio Massalli
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Cade multa companhias aéreas em R$ 289 milhões por cartel em transporte de cargas

Economia



Cade multa companhias aéreas em R$ 289 milhões por cartel em transporte de cargas
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Aug 28th 2013, 21:01

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Quatro companhias aéreas – American Airlines, ABSA Aerolíneas Brasileiras, Varig Log e Alitalia – terão de pagar R$ 289 milhões ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por formação de cartel no transporte internacional de cargas entre 2003 e 2005. Depois de cinco horas de julgamento, o tribunal do órgão do conselho condenou as empresas por acordo para elevar preços e prejudicar a concorrência.
Executivos e diretores das empresas envolvidas também foram multados. A punição variou conforme o cargo e os salários de cada pessoa, ficando entre R$ 74 mil e R$ 2,3 milhões. Todo o dinheiro irá para o Fundo de Direitos Difusos (FDD), que destina recursos a órgãos públicos e a organizações não governamentais que atuam na defesa dos direitos do consumidor, na proteção ao meio ambiente e na defesa do patrimônio cultural, histórico e artístico.
A companhia aérea alemã Lufthansa, que denunciou o esquema em 2006, e a Swiss Airlines, que também colaborou com as investigações, ficaram livres de punições por causa do acordo de leniência (delação premiada) assinado com o Cade. A Air France e a companhia holandesa KLM, que tinham confessado a participação no cartel, assinaram um acordo com o Cade em fevereiro deste ano e pagaram R$ 14 milhões para encerrar o processo.
Segundo as investigações, durante dois anos, as companhias aéreas trocaram informações para decidir os reajustes de uma taxa de custo do combustível do transporte internacional de carga, que entra na composição do preço do frete. Em conjunto, as empresas reivindicavam ao Departamento de Aviação Civil (DAC), órgão que antecedeu a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o percentual máximo de reajuste autorizado pelo governo, além de combinarem a data do aumento.
A maior multa foi aplicada à Varig Log, que terá de pagar R$ 145 milhões. Em seguida vieram a ABSA (R$ 114 milhões), American Airlines (R$ 26 milhões) e a Alitalia (R$ 4 milhões). Segundo o Cade, os valores das multas foram proporcionais ao faturamento das companhias.
Além da multa, o Cade obrigou as empresas condenadas a publicar a condenação da prática de cartel em meios de comunicação. Na leitura do voto, o relator do processo no Cade, conselheiro Ricardo Ruiz, ressaltou que o esquema de fixação de preço da taxa adicional de combustível resultou em condenações em outros países. Na Europa, 11 companhias aéreas foram multadas em 800 milhões de euros por cartel semelhante entre 1999 e 2006.
Edição: Fábio Massalli
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Participação da indústria de transformação na economia caiu para o mesmo patamar de 1956, diz Fiesp

Economia



Participação da indústria de transformação na economia caiu para o mesmo patamar de 1956, diz Fiesp
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Aug 28th 2013, 21:31

Daniel Mello

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A participação da indústria de transformação na economia brasileira atingiu em 2012 o mesmo nível de 1956, primeiro ano do governo de Juscelino Kubitschek. Segundo estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), no ano passado o setor representou 13,25% do Produto Interno Bruto (PIB). O percentual indica uma queda de 14 pontos percentuais em relação ao patamar de 1985, quando a indústria de transformação era responsável por 27,2% do PIB.
A indústria de transformação compreende atividades que envolvem transformação física, química e biológica de materiais, substâncias e componentes para obter produtos novos.
Com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Fiesp aponta que de 1985 a 2011, a participação da indústria de transformação no número de empregos formais caiu de 27,1% para 17,5%.
De acordo com a pesquisa Panorama da Indústria de Transformação Brasileira, o processo de desindustrialização é causado pelo cenário macroeconômico adverso, que reduziu ao longo dos últimos anos a competitividade das empresas nacionais. "A economia mundial passou por vários eventos adversos que influenciaram negativamente o ambiente macroeconômico, a demanda agregada e, por consequência, o crescimento da indústria", diz o estudo ao se referir à aceleração da inflação nos anos 1980 e às crises financeiras da década de 1990.
Por isso, segundo a pesquisa, o processo de redução da participação da indústria na economia brasileira é um fenômeno negativo, ao contrário do que ocorreu em países mais desenvolvidos economicamente. "Nos países desenvolvidos, o processo de desindustrialização foi resultado do crescimento da produtividade na indústria de transformação, ou seja, esteve associado ao aumento do emprego de alta produtividade e elevada qualificação da mão de obra no setor, o que transferiu trabalhadores para os outros setores da economia", informa o texto.
No caso do Brasil, segundo o estudo, o processo de desindustrialização é precoce e nocivo à economia nacional, pois "se associa a fenômenos negativos, como a perda de competitividade das exportações industriais, que se manifesta por meio da reprimarização da pauta exportadora; e o aumento das importações não somente de bens de capital e de consumo".
Para inverter esse processo, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, defendeu adoção de medidas que criem um melhor ambiente para as indústrias brasileiras. "Não adianta ter todo tipo de inovação, tecnologia, marca, imagem, mercado, pessoal treinado e um câmbio distorcido em 30%, 40%, que rouba todo tipo de competitividade", disse. "O Brasil tem muito imposto, carga tributária alta, uma burocracia tremenda. E isso tem que mudar. Precisamos de uma reforma que simplifique isso e acabe com a guerra fiscal". Skaf criticou também as altas taxas de juros cobradas no país.
Edição: Fábio Massalli
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Sem LDO aprovada, governo envia amanhã Orçamento de 2014 ao Congresso

Economia



Sem LDO aprovada, governo envia amanhã Orçamento de 2014 ao Congresso
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Aug 28th 2013, 21:36

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Sem a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que só deverá ser votada em setembro pelo Congresso Nacional, o governo envia amanhã (29) ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2014. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, entregará a proposta ao presidente do Senado, Renan Calheiros, às 10h30. Às 11h30, Belchior e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, darão entrevista coletiva no Ministério do Planejamento para explicar o projeto.
Pela Constituição, o governo deve enviar o PLOA até 31 de agosto ao Congresso. Caso a LDO, que estabelece parâmetros para o Orçamento do ano seguinte, não tenha sido votada, a equipe econômica usa as previsões contidas na proposta original apresentada em abril.
A proposta de LDO prevê salário mínimo de R$ 719,48 no próximo ano, crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,5% em 2014. Apesar do ciclo atual de reajuste dos juros pelo Banco Central, o projeto original prevê que a taxa Selic encerrará o próximo ano em 7,25% ao ano.
Edição: Fábio Massalli
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País tem quase 267 milhões de celulares

Economia



País tem quase 267 milhões de celulares
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Aug 28th 2013, 21:39

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Brasil fechou o mês de julho com 266,9 milhões de linhas ativas na telefonia celular e teledensidade de 134,81 acessos para cada grupo de 100 habitantes. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em julho foram registradas mais de 1,26 milhão de novas habilitações.
Os dados da Anatel mostram que, no mês passado, a maioria dos celulares (79,23% do total) eram pré-pagos e 20,77% eram pós-pagos (20,77%). A banda larga móvel totalizou 80,99 milhões de acessos, dos quais 257,2 mil são terminais 4G.
Em julho, a operadora Vivo liderava o mercado, com 28,69% de participação, seguida pela TIM, com 27,22%; da Claro, com 24,97%; da Oi, com 18,66%; da CTBC, com 0,35%; da Nextel, com 0,06% e da Sercomtel, com 0,03%. A Porto Seguro, que opera como autorizada da rede virtual, registrou 0,02% de participação no mercado.
Edição: Fábio Massalli
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Faturamento do setor de máquinas e equipamentos cai 1,4% em julho

Economia



Faturamento do setor de máquinas e equipamentos cai 1,4% em julho
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Aug 28th 2013, 20:06

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O faturamento do setor de máquinas e equipamentos atingiu em julho R$ 6,63 bilhões, 1,4% abaixo do registrado em junho, e 3,2% inferior em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano (de janeiro a julho), o faturamento do setor chegou a R$ 44,5 bilhões, 7,7% a menos do que o total obtido no mesmo período de 2012. Os dados foram divulgados hoje (28) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
"Em julho, o faturamento do setor, de R$ 6,639 bilhões, cai pela segunda vez consecutiva neste ano, mantendo a inversão, a curva de retomada iniciada em janeiro de 2013", disse, em nota, a entidade.
As exportações do setor no mês passado somaram US$ 1,11 bilhão, 2,9% acima do resultado do mês anterior, e 0,5% superior em relação ao mesmo mês do ano passado. No entanto, no acumulado do ano, as vendas ao exterior totalizaram US$ 4,4 bilhões, 11,6% abaixo do registrado no mesmo período de 2012.
No mês de julho, o país importou US$ 2,853 bilhões em máquinas e equipamentos, uma desaceleração de 3,6% em relação ao mês de junho, mas uma elevação de 20,5% em comparação ao mesmo mês de 2012. No ano, as importações chegaram a US$ 19,02 bilhões, 7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. A principal origem das importações de máquinas e equipamentos, em valor, foram os Estados Unidos com 25% do volume importado, seguidos pela China, com 17,2%, Alemanha (12,4%) e Itália (7,6%).
Edição: Fábio Massalli
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FMI recomenda que Brasil mantenha aperto nos juros e não abandone disciplina fiscal

Economia



FMI recomenda que Brasil mantenha aperto nos juros e não abandone disciplina fiscal
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Aug 28th 2013, 18:55

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Banco Central (BC) deverá continuar a aumentar os juros para conter a inflação, independentemente do impacto que o aperto na política monetária tenha no crescimento da economia, recomendou o Fundo Monetário Internacional (FMI). Em relatório divulgado hoje (28), o FMI pede ainda que os bancos públicos reduzam o ritmo de concessão de crédito e que a equipe econômica não abandone a disciplina fiscal.
Diferentemente dos relatórios de outros anos, este não contém estimativas sobre o crescimento da economia brasileira em 2013 e nos anos seguintes. O documento apenas informa que o país está se recuperando gradualmente da desaceleração iniciada em 2011 e pede a continuidade de reformas que melhorem a produtividade, a competitividade e estimulem os investimentos.
Para o FMI, a equipe econômica deve adotar uma meta de superávit primário – economia de recursos para pagar os juros da dívida pública – que ponha em queda a trajetória do déficit público. O documento recomenda que o rigor orçamentário seja reforçado, inclusive nas esferas estaduais e municipais.
Segundo o relatório, o estímulo ao crédito nos bancos públicos, posto em prática pelo governo nos últimos anos, pode ter impacto nas contas públicas porque expõe as instituições oficiais a riscos. O Fundo Monetário recomenda moderação na concessão de crédito pelo setor público.
Em relação ao Banco Central, o FMI recomendou que a autoridade monetária mantenha o ciclo de aumento da taxa Selic (juros básicos da economia) para conter a inflação, que ainda está próxima de 6,5%, teto da meta, no acumulado de 12 meses. Na avaliação do fundo, a falta de infraestrutura e a queda nos investimentos dos empresários não apenas pressionam a inflação pelo lado da oferta – carência de oferta para atender à demanda – como comprometem o crescimento da economia.
"Uma política monetária mais apertada ajudaria a conter pressões mais persistentes de alta de preços", destaca o documento. Para o FMI, o BC tem que continuar comprometido em conter as pressões sobre os preços e a ajudar a fornecer referências para as expectativas dos agentes do mercado financeiro.
O relatório não faz uma análise sobre os efeitos da disparada do dólar sobre a economia brasileira. O documento, no entanto, informa que as turbulências internacionais e a incerteza política interna também contribuem para deteriorar a expectativa de crescimento no curto prazo. Em relação ao câmbio, o FMI ressalta ainda que o país tem os instrumentos necessários para lidar com a mudança nos fluxos internacionais de capital.
O documento destacou também que o sistema bancário brasileiro está sólido e preparado para se enquadrar ao acordo de Basileia 3, que estabelece mais capital de alta qualidade para a concessão de crédito. Segundo o FMI, o país pode se adequar às novas regras antes dos países desenvolvidos, cujos bancos enfrentam dificuldades em aumentar os limites de capital.
Em relação aos financiamentos imobiliários, o relatório informa que o crédito habitacional continua crescendo em ritmo elevado, mas não representa risco para os bancos brasileiros. Segundo o FMI, essas operações representam uma pequena parte do total de crédito disponível no país.
Edição: Nádia Franco
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Fazenda sugere mudanças para autorizar publicação total de relatório do FMI

Economia



Fazenda sugere mudanças para autorizar publicação total de relatório do FMI
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-28/fazenda-sugere-mudancas-para-autorizar-publicacao-total-de-relatorio-do-fmi
Aug 28th 2013, 19:34

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Ministério da Fazenda sugeriu mudanças na forma de divulgação dos relatórios em que o Fundo Monetário Internacional (FMI) faz recomendações a seus países-membros, informou há pouco a pasta. Segundo a assessoria de imprensa do ministro Guido Mantega, a publicação na íntegra do relatório, feito com base em consultas anuais a autoridades econômicas brasileiras, ainda depende das discussões.
"O Ministério da Fazenda fez sugestões de modificações e ajustes técnicos, baseadas nas políticas de transparência e publicação do FMI. Estamos aguardando a resposta do staff do Fundo. A decisão sobre a publicação [total] do Artigo 4 será tomada depois que esse diálogo for concluído", informou o ministério em nota oficial.
Com o mesmo nome do artigo que dá ao FMI a prerrogativa de fazer o relatório, o Artigo 4 teve uma versão parcial publicada hoje (28) pelo Fundo. No documento, os técnicos do FMI recomendam que o Banco Central mantenha o aperto nos juros e que a equipe econômica mantenha o rigor na administração das contas públicas, inclusive nos níveis estaduais e municipais.
Pelo Artigo 4 do acordo de adesão ao FMI, os técnicos do Fundo mantém discussões bilaterais com os países-membros. A cada ano, uma equipe de técnicos visita o país, reúne-se com representantes do governo e recolhe dados e informações financeiras. Os resultados são debatidos pelos diretores do Fundo, que elaboram um documento com recomendações e enviam o relatório a cada governo, que autoriza, ou não, a publicação do texto.
Historicamente, o Brasil nunca tinha autorizado a publicação do documento. No ano passado, no entanto, o governo brasileiro permitiu que o relatório fosse publicado na íntegra. Em 2013, só parte do texto foi divulgada.
Edição: Nádia Franco
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Saída de dólares do país supera entrada em US$ 2,7 bi neste mês, até sexta-feira

#Câmbio


Brasília – As saídas de dólares do país superam as entradas, gerando saldo negativo do fluxo cambial de US$ 2,748 bilhões, neste mês, até a última sexta-feira (23). De janeiro a 23 de agosto, o fluxo cambial ficou positivo em US$ 5,340 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (28) pelo Banco Central (BC).

Do início do ano até a semana passada, o segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) registrou saldo negativo de US$ 9,863 bilhões, enquanto o comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou positivo em US$ 15,203 bilhões.

No mês, até o dia 23, segmento financeiro ficou negativo em US$ 1,204 bilhão. O fluxo comercial também ficou negativo, em US$ 1,545 bilhão. As operações de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) chegaram a US$ 2,337 bilhões. Os pagamentos antecipados ficaram em US$ 3,294 bilhões. Esses valores estão incluídos nas exportações, que totalizaram US$ 13,383 bilhões. As importações ficaram em US$ 14,928 bilhões, neste mês até o dia 23.

Em julho, o Banco Central eliminou as restrições de prazos para que os exportadores financiem pagamentos antecipados. Antes, os exportadores que quisessem antecipar o recebimento das receitas com as vendas para o exterior poderiam pegar empréstimos de até cinco anos. O BC derrubou esse limite, permitindo que financiamentos de prazos mais longos sejam concedidos. A medida pode ajudar a aumentar a oferta de dólares no mercado, o que pode empurrar a cotação para baixo.

Hoje, o BC também informou o valor de leilão de venda de dólares das reservas internacionais com compromisso de recompra. No último dia 22, a operação totalizou US$ 2,110 bilhões. Os resultados de outros leilões desse tipo feitos neste mês ainda serão divulgados pela instituição.

O mercado financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Se houver redução de estímulos, o volume de moeda norte-americana em circulação cai, aumentando o preço do dólar em todo o mundo.


Matéria: Agência Brasil

Rendimento da poupança deve mudar, se taxa Selic subir

Economia



Rendimento da poupança deve mudar, se taxa Selic subir
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-28/rendimento-da-poupanca-deve-mudar-se-taxa-selic-subir
Aug 28th 2013, 15:00



Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A poupança pode voltar a ter a remuneração antiga a partir de amanhã (29). Isso vai acontecer se a taxa básica de juros, a Selic, for elevada como esperam analistas do mercado financeiro. Atualmente, a Selic está em 8,5% ao ano e a expectativa das instituições consultadas pelo Banco Central (BC) é elevação de 0,5 ponto percentual. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC vai anunciar hoje (28) à noite a decisão sobre o valor da Selic.
No ano passado, o governo mudou a regra de remuneração da poupança. Manteve o rendimento de 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais Taxa Referencial (TR) com taxa básica de juros (Selic) acima de 8,5%, e determinou que, quando os juros básicos da economia estiverem iguais ou inferiores a 8,5% ao ano, a caderneta rende 70% da Selic mais a TR.
Para o diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, mesmo com a elevação da taxa básica de juros para 9% ao ano, os rendimentos da poupança vão continuar "interessantes" quando comparados com os fundos de renda fixa.
Segundo ele, isso ocorre porque a caderneta de poupança tem ganho garantido por lei (TR + 6,17% ao ano) e não tem qualquer tributação. Os fundos de renda fixa têm tributação do Imposto de Renda sobre seus rendimentos. Quanto menor o prazo de resgate, maior a tributação. Além disso, no caso dos fundos, os bancos cobram taxas de administração.



A Anefac fez simulações de rendimento para uma aplicação financeira de R$ 10 mil, mantida pelo prazo de 12 meses, com a taxa Selic estável em 9% ao ano. Na poupança, o rendimento ficaria em R$ 668.
No fundo de investimentos, com taxa de administração de 0,5% ao ano, o rendimento ficaria em R$ 693. Com taxas de administração maiores, os rendimentos são menores. No caso da taxa de 1% ao ano, o rendimento ficou em R$ 655. Se a taxa for 2,5% ao ano, o rendimento do fundo ficaria em 541. E na simulação com taxa de administração 3% ao ano, a remuneração cairia para R$ 503.
No caso do Certificado de Depósitos Bancários (CDB), que também tem cobrança de imposto de renda, o investidor teria que obter taxa de juros de cerca de 85% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário, que tem taxas similares aos juros básicos) para atingir o mesmo ganho obtido com a poupança.
A Anefac também analisou o efeito da possível elevação da Selic nas taxas de juros cobradas nas operações de crédito. Para a associação, seja qual for a elevação da Selic, haverá pouco impacto nas taxas de juros. Segundo Oliveira, a competição no sistema financeiro – depois da forte redução de juros pelos bancos públicos, e a expectativa de queda na inadimplência podem fazer com que algumas instituições financeiras não alterem suas taxas de juros.



De acordo com a simulação da Anefac, se a Selic for realmente elevada para 9% ao ano, a taxa média de juros passaria de 5,48% para 5,52% ao mês.
Edição: Denise Griesinger

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Resultado do Índice de Confiança do Comércio sugere volta de ritmo moderado de atividade

Economia



Resultado do Índice de Confiança do Comércio sugere volta de ritmo moderado de atividade
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-28/resultado-do-indice-de-confianca-do-comercio-sugere-volta-de-ritmo-moderado-de-atividade
Aug 28th 2013, 14:01

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) caiu 2,8% no trimestre findo em agosto, na comparação com mesmo período do ano passado. A queda, no entanto, é menor do que a registrada (-3,4%) no trimestre findo em julho. De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), que divulgou hoje (28) os dados, a recuperação do indicador sugere o retorno do setor a um ritmo de atividade moderado no terceiro trimestre de 2013.
Os dados mostram também que a principal contribuição para o resultado de agosto veio do indicador que mede o grau de satisfação em relação ao momento atual, que havia caído fortemente em julho, sob influência das manifestações populares.
A variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-COM) passou de -4,6% em julho, para -3,5%, em agosto. Na comparação interanual em termos mensais, as taxas de variação do ISA-COM passaram de -7,7% para 0,8%, entre julho e agosto. Na média do trimestre findo em agosto, 16,4% das empresas consultadas avaliaram o nível atual de demanda como forte e 23,1%, como fraca. No mesmo período de 2012, estes percentuais haviam sido de 19,4% e 22,7%, respectivamente.
As perspectivas em relação aos meses seguintes tiveram pouca alteração. O Índice de Expectativas (IE-COM) variou -2,5% no trimestre que terminou em agosto, na comparação com mesmo período de 2012. No trimestre findo em julho, a taxa havia recuado 2,6% ante o mesmo período do ano passado. Na comparação interanual mensal houve piora relativa, com a taxa passando de -1,6% para -2,2%.
O indicador que mede o otimismo em relação às vendas nos três meses seguintes foi o que mais contribuiu na piora do Índice de Expectativas (IE-COM), ao manter variação de -3,3%. Já a taxa de variação do indicador sobre tendência de negócios nos seis meses seguintes passou de -2,1% para -1,7%, no mesmo período.
O Varejo Restrito que havia recuado 5,9% no trimestre findo em julho, na comparação com o mesmo período, teve queda menor em agosto de 4%, ante igual período de 2012. No Varejo Ampliado, que inclui veículos, motocicletas, partes e peças, a taxa variou de -4,7% para -3,6%, respectivamente, nos mesmos períodos.
Ainda segundo a FGV, o resultado geral da pesquisa indica que o setor opera em ritmo de atividade moderado, com possibilidade de melhora ao longo do terceiro trimestre.

Edição: Denise Griesinger

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Banco Central faz leilão de dólares no mercado futuro

Economia



Banco Central faz leilão de dólares no mercado futuro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-28/banco-central-faz-leilao-de-dolares-no-mercado-futuro
Aug 28th 2013, 13:50


Kelly Oliveira*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Mais US$ 498,2 milhões foram vendidos pelo Banco Central (BC) no mercado futuro, no leilão de hoje (28) de swap cambial. A operação faz parte da estratégia do BC, anunciada no último dia 22, de programar leilões diariamente, pelo menos até dezembro.
O objetivo é promover hedge (proteção a risco) cambial aos agentes econômicos e liquidez (dólares disponíveis). Pela programação do banco, de segunda a quinta-feira serão feitos leilões de swap cambial, com oferta de cerca de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido ao mercado crédito até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra.
Ontem (27), em dia marcado pela volatilidade (forte movimento de subida e descida), a moeda norte-americana chegou a ultrapassar a cotação de R$ 2,40, mas inverteu a tendência e fechou em baixa. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 2,3683, com queda de 0,65%. A cotação acumula alta de 3,76% em agosto e de 15,64% no ano.
Desde o fim de maio, o sistema financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para maior economia do planeta. Com menos dólares em circulação, a cotação da moeda norte-americana fica mais alta em todo o mundo.
A instabilidade agravou-se na semana passada, quando foi divulgada a ata da reunião de julho do Fed. No documento, os diretores do Banco Central americano não estipularam uma data, mas confirmaram que pretendem acabar com as injeções mensais de dólares até meados do próximo ano.
* Colaborou Wellton Máximo
Edição: Graça Adjuto
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Índice de Confiança de Serviços aumenta 4,3% de julho para agosto

Economia



Índice de Confiança de Serviços aumenta 4,3% de julho para agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-28/indice-de-confianca-de-servicos-aumenta-43-de-julho-para-agosto
Aug 28th 2013, 14:15

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O setor de serviços está mais confiante, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança de Serviços (ICS), divulgado hoje (28), avançou 4,3% de julho para agosto, ao atingir 116,5 pontos. De acordo com o estudo, o índice recuperou cerca de dois terços da perda ocorrida no mês passado, quando caiu 6,4%. Entretanto, a trajetória continua de queda desde o final do ano passado.
De julho para agosto, o aumento da confiança foi registrado em dez das 12 atividades pesquisadas. Na maioria dos segmentos, a variação em relação a julho ficou em torno de 2%, exceto no segmento de serviços de informação, em que a alta chegou a 13,6%, contribuindo de forma significativa para o resultado do setor.
A pesquisa indica que o aumento do ICS em agosto foi influenciado, sobretudo, pelas expectativas das empresas em relação aos próximos meses, com o Índice de Expectativas (IE-S), que subiu 5,2% (133,9 pontos).
O indicador que mede o otimismo do setor para os negócios nos seis meses seguintes foi o que mais contribuiu para a alta do IE-S, ao subir 8,7%. A proporção de empresas prevendo uma situação melhor no futuro subiu de 35% para 43,7%. Já a parcela das que previram piora caiu ao passar de 9,1% para 6,9%. O indicador do quesito demanda prevista subiu 1,9%, na mesma base de comparação.
O Índice da Situação Atual (ISA-S) também apresentou melhora, ao avançar 3,2% (99,1 pontos), afetado pela situação atual dos negócios (6,2%). A proporção de empresas que consideraram a situação atual como forte passou de 20,4% para 23,7%, enquanto a parcela das que a classificam como fraca passou de 20,7% para 17,8%. O quesito volume de demanda atual ficou praticamente estável (0,5%), segundo o estudo.
Edição: Talita Cavalcante
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Taxa de emprego fica estável em julho, mostra Dieese

Economia



Taxa de emprego fica estável em julho, mostra Dieese
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-28/taxa-de-emprego-fica-estavel-em-julho-mostra-dieese
Aug 28th 2013, 13:53

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Ficou estável em 10,9% no mês de julho a taxa de emprego apurada na Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômico (Dieese). Foram criados no período 107 mil postos de trabalho, número igual ao total de pessoas que entraram para o mercado de trabalho.
No conjunto das sete regiões metropolitanas onde a pesquisa é feita, duas tiveram redução na taxa: São Paulo (de 11,3% para 11%) e Salvador (de 19,1% para 18,7%). Em outras regiões, o movimento foi oposto: no Recife, a taxa subiu de 12,5% para 13,4%, e em Belo Horizonte, de 6,7% para 7,1%. No Distrito Federal, a taxa permaneceu em 12,1%.
Por segmento, a indústria de transformação foi a que mais abriu vagas, somando 54 mil postos, resultado 1,9% superior ao de junho. No comércio de reparação de veículos automotores e motocicletas houve inflação de 1,2%, com a oferta de 46 mil vagas. Na construção surgiram 11 mil novas contratações, com alta de 0,7%, e nos serviços houve o corte de 7 mil empregos, com variação negativa de 0,1%
O rendimento médio dos ocupados teve variação negativa de 0,1%, com o valor mensal calculado em R$ 1.610,00. Os assalariados conseguiram leve melhora nos ganhos mensais de 0,3%, com valor de R$ 1.664,00.
Edição: Graça Adjuto
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Produtividade no setor de serviços cresceu em média 3,2% entre 2007 e 2011

Economia



Produtividade no setor de serviços cresceu em média 3,2% entre 2007 e 2011
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-28/produtividade-no-setor-de-servicos-cresceu-em-media-32-entre-2007-e-2011
Aug 28th 2013, 13:04

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A produtividade no setor de serviços cresceu em média 3,2% entre 2007 e 2011, aumento superior à variação do salário médio mensal (2,8%). As informações fazem parte da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) 2011, divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador de produtividade é o resultado da divisão do valor adicionado – número que a atividade agrega aos bens e serviços no processo produtivo – pela quantidade de pessoas ocupadas.
Em 2011, o setor de serviços contava com aproximadamente 1,1 milhão de empresas. Juntas, elas geraram cerca de R$ 1 trilhão em receita operacional líquida e empregaram 11,4 milhões de pessoas. Os gastos foram de R$ 202,7 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações.
O valor adicionado (11,7%) cresceu, na média anual, mais que o número de pessoas ocupadas (8,2%), o que explica o aumento da produtividade no setor de serviços.
O setor que alcançou o maior crescimento da produtividade foi o de serviços de manutenção e reparação (8,3% ao ano), seguido das atividades imobiliárias (7,9%). Já o setor com maior crescimento nos salários foi o de serviços profissionais, administrativos e complementares (3,4%), seguido de serviços de informação e comunicação (3,7%).
Dos sete setores pesquisados, cinco tiveram crescimento médio da produtividade superior ao aumento médio dos salários, uma diminuição do custo do trabalho no setor de serviços. A variação da média salarial foi superior ao aumento da produtividade nas áreas de informação e comunicação e nas atividades prestadas principalmente às famílias.
As 60,1 mil empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas (5,6% do total) geraram receita de R$ 779,8 bilhões (77,6%), R$ 431,6 bilhões de valor adicionado (73,0%), empregando 7,6 milhões de pessoas (66,4%) e pagando R$ 154,7 bilhões em salários (76,3%).
O Sudeste foi a região que mais gerou receita (66,6%), pagou a maior parte dos salários (67,4%) e empregou o maior número de pessoas no setor (60,7%) em 2011.
Edição: Talita Cavalcante
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