Alta do dólar melhora competitividade do Brasil, avalia secretário do Tesouro

29 de agosto de 2013

Economia



Alta do dólar melhora competitividade do Brasil, avalia secretário do Tesouro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-29/alta-do-dolar-melhora-competitividade-do-brasil-avalia-secretario-do-tesouro
Aug 29th 2013, 23:05

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Embora provoque aumentos de preços e instabilidade no mercado financeiro no curto prazo, a alta do dólar traz benefícios para a economia brasileira no médio e no longo prazo, disse hoje (29) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Para ele, a disparada do câmbio melhora a competitividade do país ao tornar os produtos brasileiros mais baratos no exterior.
"O efeito da alta do dólar se reflete em vários itens no Brasil. Embora traga impacto negativo no curto prazo, com possível impacto nos preços e volatilidade na área financeira, existem consequências positivas. A principal é criar condições de competitividade na economia", declarou o secretário.
Na avaliação de Augustin, o principal fator de turbulência na economia brasileira atualmente não é a desvalorização do real em si, mas a rapidez com que esse processo está ocorrendo, o que traz forte sobe e desce no câmbio e reduz a capacidade de previsão sobre a economia. "O efeito negativo é a volatilidade, que o governo tem procurado combater. Trabalhamos para conter o câmbio tanto quando o real tinha valorização excessiva [quando o dólar caía fortemente] como quando estamos trabalhando agora", disse.
O secretário ressaltou que a volatilidade só acabará quando o mercado financeiro norte-americano se estabilizar. Esse processo, acrescentou, não depende do Brasil, mas de fatores externos. Isso porque os investidores internacionais estão retirando recursos dos países emergentes e levando-os para os Estados Unidos com a perspectiva de que os juros norte-americanos subirão com a recuperação da maior economia do planeta.
"Gostaria que o mercado americano tivesse se estabilizado, mas isso ainda não ocorreu. Leva tempo para que as expectativas [dos investidores internacionais] sejam coordenadas e que todo o mercado tenha referência [sobre o comportamento da economia global]. Toda vez que há um solavanco lá, sempre há solavanco em todo o mundo, mas continuo com esperança de que isso se resolva logo", declarou.
Por causa da instabilidade no mercado financeiro, o Tesouro promoveu diversos leilões de recompra de títulos públicos nas últimas semanas. O secretário reafirmou que o governo agirá toda vez que considerar necessário fornecer um referencial para os investidores, recomprando a preço de mercado os títulos de quem acha que vai perder dinheiro e deseja sair do mercado.
"Vamos voltar a fazer leilões de recompra e fornecer uma porta de saída para quem deseja sair do mercado [de títulos públicos], desde que o investidor queira vender os papéis ao Tesouro a valores de mercado", reiterou Augustin. Ele destacou que os últimos leilões de recompra foram bem-sucedidos.
"O Tesouro vendeu mais títulos do que comprou no mesmo dia, o que mostra a confiança dos investidores na economia brasileira. Embora não seja esse o objetivo, até tivemos lucro porque compramos papéis com juros altos e colocamos títulos no mercado com juros mais baixos", explicou.

Edição: Aécio Amado
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Banco Central faz dois leilões amanhã para venda de até US$ 1 bilhão

Economia



Banco Central faz dois leilões amanhã para venda de até US$ 1 bilhão
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-29/banco-central-faz-dois-leiloes-amanha-para-venda-de-ate-us-1-bilhao
Aug 29th 2013, 22:28

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Banco Central (BC) fará dois leilões amanhã (30) para venda de até US$ 1 bilhão no mercado interbancário de câmbio. Serão leilões compromissados com recompra futura pela autoridade monetária.
Os leilões, a cargo do Departamento de Operações das Reservas Internacionais, serão às 11h15 e às 11h30, e deles poderão participar, exclusivamente, instituições credenciadas pelo BC para operar câmbio, conhecidas como dealers.
As operações de venda serão liquidadas na próxima segunda-feira (2), e as liquidações de compra pelo BC ocorrerão em 2 de janeiro e em 2 de abril do ano que vem. A taxa de câmbio para acolhimento das propostas será a registrada pelo BC no boletim das 11h de amanhã.
Edição: Nádia Franco
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Dividendos de R$ 5,4 bilhões reforçarão superávit primário em agosto, diz secretário do Tesouro Nacional

Economia



Dividendos de R$ 5,4 bilhões reforçarão superávit primário em agosto, diz secretário do Tesouro Nacional
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Aug 29th 2013, 22:22

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil*
Brasília – O resultado do superávit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) do mês de agosto será equilibrado por dividendos no valor de R$ 5,4 bilhões, informou hoje (29) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Agustin. De acordo com Agustin, os dividendos ajudarão a contrabalançar o fato de agosto ser um mês de receitas mais baixas e despesas mais altas em função de pagamentos feitos pela Previdência Social.
Segundo o secretário do Tesouro, do montante total, R$ 2,554 bilhões virão de bancos públicos. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pagará R$ 1,724 bilhão e a Caixa Econômica Federal, US$ 1,280 bilhão. O restante será pago por empresas com ações em bolsa. Os dividendos são a parcela do lucro que as empresas repassam aos seus acionistas.
De acordo com números do Tesouro, de janeiro a julho deste ano, o governo recebeu R$ 7,763 bilhões em dividendos. No final do mês passado, reduziu a estimativa de participação nos lucros que receberia em 2013 de R$ 24 bilhões para R$ 22 bilhões. Em 2012, o governo recebeu um total de R$ 29 bilhões em dividendos.
*Colaborou Wellton Máximo
Edição: Fábio Massalli
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Novo salário mínimo não prejudicará a criação de empregos, diz ministro do Trabalho

Economia



Novo salário mínimo não prejudicará a criação de empregos, diz ministro do Trabalho
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Aug 29th 2013, 21:32

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, disse hoje (29) que o aumento do salário mínimo não prejudicará a geração de empregos e o esforço fiscal do governo previsto para 2014. O novo mínimo, previsto no Orçamento (R$ 722,90), deverá entrar em vigor em 1º de janeiro de 2014.
"Não vai impactar [o esforço fiscal]. O governo tem o controle das contas, tem superávit para administrar, também, a questão do dólar. O governo tem o controle de todos os setores para que não incorrermos em qualquer perigo de insucesso", disse em entrevista antes de evento no Centro de Integração Empresa-Escola, na capital paulista.
A meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) no próximo ano poderá ficar acima de 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB), estipulados na proposta de Orçamento Geral da União de 2014. Segundo o Ministério da Fazenda, o percentual anunciado pelo governo representa o limite mínimo de esforço fiscal. O projeto enviado hoje ao Congresso Nacional estabelece esforço fiscal de R$ 109,4 bilhões (2,1% do PIB), menor que a meta de R$ 111 bilhões (2,3% do PIB) definida para este ano.
De acordo com o ministro do Trabalho, o novo salário mínimo não afetará negativamente a geração de empregos, porque o país está recebendo grandes investimentos. "Não vai ter [impacto na geração de empregos] porque os investimentos que o Brasil está tendo são enormes. Cada dia mais nós temos os estádios para a Copa, agora estamos fazendo os aeroportos, fazendo a obras de mobilidade urbana. Estamos leiloando os portos, temos várias construções da Petrobras. Há uma circulação muito grande de investimentos e esse investimento exige mão de obra", disse Dias.
O novo valor do salário mínimo deverá ser R$ 722,90. A proposta de Orçamento, apresentada hoje, deve ser votada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado até o fim do ano. O reajuste passa a valer em 1º de janeiro de 2014. O valor atual do mínimo é R$ 678.

Edição: Beto Coura

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Leilão de energia gera economia de R$ 2,4 bilhões para consumidores

Economia



Leilão de energia gera economia de R$ 2,4 bilhões para consumidores
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Aug 29th 2013, 21:43

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Em cerca de quatro horas foi finalizado o Leilão de Energia A-5, feito pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), hoje (29), na capital paulista. O resultado final teve um deságio médio de 10,74%, o que gerou uma economia de R$ 2,4 bilhões para os consumidores. A energia elétrica contratada no leilão será proveniente de novos empreendimentos de geração de fontes hidrelétrica e termelétrica, com início de suprimento em 1º de janeiro de 2018.
Foram contratadas usinas que somam 1.265,4 MW (megawatt) em potência instalada. Dos 36 projetos habilitados, 19 usinas venceram o leilão. O preço inicial do leilão foi R$ 140/MWh (megawatt-hora) e o preço médio de venda R$ 124,97/MWh. Ao todo, os contratos fechados movimentarão R$ 20,6 bilhões e 165,2 terawatt-hora (TWh) em eletricidade.
O leilão foi feito em duas fases, sendo que na primeira foi disputada a concessão da Usina Hidrelétrica Sinop por um prazo de 30 anos. A usina representa 400 MW de potência a ser agregada ao sistema e vendeu energia a R$ 109,40 por MWh. O valor significa um deságio de 7,28% em relação ao preço-teto de R$ 118,00 MWh estabelecido para o empreendimento. A concessão foi arrematada pelo consórcio formado pelas empresas Alupar, Chesf e Eletronorte, responsável pela construção e operação de Sinop (MT).
Na segunda fase, as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), termelétricas a biomassa e termelétricas a carvão aptas a participar do certame, concorreram simultaneamente com produtos por quantidade (PCHs) e disponibilidade (térmicas), para selar contratos de comercialização de energia com duração de 30 e 25 anos, respectivamente.
Para o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, a primeira etapa do leilão foi um sucesso. Ele destacou cinco fatores para o sucesso da etapa. "O primeiro é que no leilão contratamos só energia renovável. O segundo é que conseguimos resgatar duas fontes que estavam perdendo competitividade, que são as PCHs e o bagaço da cana".
Segundo Tolmasquim, havia uma cadeia industrial para produtos de PCHs que se ressentia pelo fato de não haver novas usinas, além de reivindicações constantes das entidades industriais para o retorno desse tipo de empreendimento. "Outro pleito era por parte do pessoal do etanol, que com a exploração do bagaço da cana ganha uma nova receita para o setor".
Tolmasquim disse ainda que o leilão ainda fez surgir uma nova fonte de energia que tem muito futuro: a usina a cavaco de madeira. "As duas maiores biomassas contratadas são usinas de madeira, que tem um papel muito interessante para o setor, porque podem ser despachadas o ano todo, já que não têm safra. A madeira tem o ano todo. Quando a hidrologia está boa pode estocar madeira ou usar para outras coisas".
O presidente da EPE ressaltou ainda o retorno da hidrelétrica com reservatório, representada por Sinop. "Não é um reservatório grande, mas tem um reservatório de acumulação. Ajuda a regularizar outras usinas. É fundamental para isso". Para Tolmasquim, os preços negociados foram bastante razoáveis com um bom deságio. "O preço foi interessante, dado o perfil das fontes que entraram no leilão", disse.
Tolmasquim informou que a segunda etapa do leilão A-5 será feita em dezembro para a concessão de seis hidrelétricas, que totalizam 1.206 MWh. "Não quer dizer que todas conseguirão a licença, que todas participarão, mas são hídricas que consideramos com potencial de preço. Muito provavelmente também teremos o produto eólico participando desse segundo leilão". Tolmasquim disse também que o total de energia contratado para 2018 só será conhecido depois da segunda etapa do leilão A-5.
Edição: Fábio Massalli
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Eventual reajuste de combustível não será motivado pelo câmbio, diz Mantega

Economia



Eventual reajuste de combustível não será motivado pelo câmbio, diz Mantega
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Aug 29th 2013, 19:22

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Um eventual reajuste dos combustíveis não será motivado pela forte alta do dólar nos últimos meses, disse hoje (29) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele evitou confirmar se a gasolina e o diesel nas refinarias vão subir de preço antes do fim do ano, mas disse que a cotação da moeda norte-americana não provocará o aumento.
"Existe um critério que a Petrobras segue. Os reajustes não se dão imediatamente depois que muda o preço do combustível internacional. A empresa segue uma política normal de reajustes periódicos adequados", disse o ministro.
Apesar de confirmar que os reajustes são periódicos, o ministro não estipulou data para um novo aumento. "Não estou anunciando que vai ter ou não ter [o reajuste dos combustíveis]. Todo ano tem reajustes, até mais de uma vez por ano, mas até agora nada está definido. O que quis dizer é que um eventual aumento não terá nada a ver com a flutuação muito brusca do câmbio", explicou.
Neste ano, os combustíveis que saem às refinarias sofreram dois reajustes. Em janeiro, a gasolina aumentou 6,6%; e o diesel, 4,4%.Em março, a Petrobras elevou o preço do diesel em mais 5%. Nas bombas, o preço é livre.
Apesar das alegações do ministro de que existe uma defasagem nos reajustes dos combustíveis, a alta do dólar pressiona as contas da Petrobras, que precisa importar gasolina e óleo diesel para cobrir a demanda doméstica e compensar a falta de refinarias no país. No início do mês, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou que a estatal pediu ao governo um aumento de até 15% nos preços dos combustíveis.
Edição: Fábio Massalli
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Caixa deixará de financiar grandes empresas

Economia



Caixa deixará de financiar grandes empresas
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Aug 29th 2013, 19:07

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Caixa Econômica Federal vai deixar de financiar grandes empresas, disse hoje (29) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, o banco concentrará a atuação no crédito a pequenas empresas, a pessoas físicas e no financiamento habitacional.
Segundo o ministro, a manutenção dos empréstimos do banco às grandes companhias exigiria que o Tesouro Nacional reforçasse o capital da instituição financeira. Ele ressaltou que existe uma limitação de recursos que obriga o governo a definir um foco para as atividades da Caixa.
"A Caixa tem de ter um foco e precisaria de mais capital para continuar a fornecer financiamentos corporativos [crédito a grandes empresas]. É claro que os recursos são limitados e nos obriga a não capitalizar ainda mais a Caixa", declarou.
Para Mantega, as grandes empresas não precisam do crédito da Caixa, e podem obter os mesmos empréstimos em outros bancos. "O empréstimo corporativo é feito para as grandes empresas. Elas são as que menos precisam de crédito no Brasil. O que a Caixa precisa fazer é emprestar a pequenas empresas e a pessoas físicas e a financiar a habitação", justificou.
O ministro destacou que as grandes empresas podem pegar empréstimos oficiais no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), cujo papel, como banco de fomento, consiste em estimular a produção. "A Caixa tem um foco, assim como o BNDES tem o seu, que é [financiar] a indústria, as exportações e a inovação", acrescentou.

Edição: Beto Coura

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Orçamento para 2014 prevê redução de investimentos da Petrobras

Economia



Orçamento para 2014 prevê redução de investimentos da Petrobras
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Aug 29th 2013, 19:13

Jorge Wamburg

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Ao detalhar os gastos das estatais previstos no Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2014, entregue hoje (29) ao Congresso Nacional, a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, anunciou uma redução de R$ 800 milhões nos investimentos da Petrobras no país. Também haverá redução de R$ 4 bilhões nos investimentos em subsidiárias e projetos da estatal no exterior.
A redução dos aportes no Brasil está relacionada às obras que exigirão menos investimentos no próximo ano do que em 2013, como a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, a modernização de instalações e a construção de novas unidades de exploração de petróleo.
Miriam Belchior explicou que, mesmo com esses cortes, que estabelecem os gastos da Petrobras em R$ 78 bilhões no país, contra R$ 78,8 bilhões em 2013, a companhia "continuará tendo a segunda maior carteira de investimentos entre todas as petroleiras do mundo, com um investimento gigantesco para vencer o desafio da exploração do pré-sal".
Segundo a ministra, essa nova política de gastos da estatal vai resultar em uma economia total de R$ 13 bilhões em relação ao orçamento da estatal em 2013, "mas, mesmo assim, a diferença será só de R$ 800 milhões, e os restantes R$ 12,2 milhões serão reaplicados em novos investimentos que a Petrobras está programando"
Edição: Davi Oliveira
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Superávit primário do Governo Central fica em R$ 3,7 bilhões em julho

Economia



Superávit primário do Governo Central fica em R$ 3,7 bilhões em julho
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Aug 29th 2013, 19:45

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O esforço fiscal do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) no primeiro semestre deste ano atingiu R$ 38,1 bilhões. O resultado é 26,7% inferior ao do mesmo período do ano passado. Em julho, o superávit primário somou R$ 3,7 bilhões, resultado 7,1% inferior ao do mesmo mês do ano passado. As informações foram divulgadas hoje (29) pelo Tesouro Nacional.
A queda no superávit primário em 2013 ocorre principalmente porque as despesas continuam crescendo em ritmo maior do que o das receitas. De janeiro a julho, a receita total do Governo Central subiu 7,9%, mas os gastos aumentaram 12,8%, puxados pelas despesas de custeio (manutenção da máquina pública), que aumentaram 15% em relação aos sete primeiros meses de 2012.
Os investimentos, que englobam as obras públicas e a compra de equipamentos, permaneceram estáveis em R$ 38,8 bilhões no acumulado de janeiro a julho, na comparação com o mesmo período do ano passado. O crescimento acumulado desse tipo de gasto somava 8,8% até abril, 2,3% até maio e 1% até junho.
Os gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aumentaram 6,8% nos sete primeiros meses do ano com relação ao mesmo período do ano passado, somando R$ 26,4 bilhões. Até maio, o crescimento acumulado somava 15,7%, e, até junho, 7%. Houve, portanto, uma desaceleração nos desembolsos.
O superávit primário é a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública. O esforço fiscal permite a redução, no médio e no longo prazos, do endividamento do governo. Desde o fim dos anos 1990, o governo segue uma meta de superávit primário.
*Colaborou Wellton Máximo
Edição: Juliana Andrade
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Rússia atesta qualidade e passa a comprar carne do Pará

Economia



Rússia atesta qualidade e passa a comprar carne do Pará
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Aug 29th 2013, 18:44

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Autoridades sanitárias russas habilitaram dois frigoríficos do Pará a exportarem carne bovina para o país. A medida vale para Belarus e Cazaquistão, dois países de uma união aduaneira com a Rússia. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o governo russo comunicou a decisão ao Brasil nessa quarta-feira (28). Os embarques do produto podem ter início a qualquer momento.
Em setembro, representantes dos ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores viajarão para Moscou, capital russa, para participar do evento 22ª World Food Moscow, uma exposição internacional de alimentos e bebidas. Segundo o Ministério da Agricultura, a participação brasileira terá foco em carnes e frutas e contará com a presença de oito frigoríficos.


Edição: Beto Coura

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Saúde será o ministério com mais dinheiro em 2014

Economia



Saúde será o ministério com mais dinheiro em 2014
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Aug 29th 2013, 18:06

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília – No Orçamento previsto para 2014, a pasta da Saúde será novamente a que vai receber mais dinheiro (R$ 80,65 bilhões), a exemplo do orçamento para 2013, quando a previsão orçamentária foi R$ 76,67 bilhões. Graças ao Programa Mais Médicos e a outros projetos do Ministério da Saúde, será também a pasta cujo orçamento receberá o maior aumento (mais R$ 3,97 bilhões).
Os gastos com conclusão de projetos para a Copa de 2014 e as economias feitas com custeio administrativo implicam redução de R$ 866,6 milhões nas despesas do Poder Executivo, previstas no orçamento de 2014, na comparação com 2013. Os valores apresentados não consideram obras vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
De acordo com a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, as despesas dos ministérios foram todas ampliadas ou mantidas. "Alguns poucos ministérios tiveram redução, e os motivos ficaram restritos a casos envolvendo Copa do Mundo ou custeio administrativo", disse a ministra.
A maior parte da economia prevista no projeto de Lei Orçamentária de 2014, divulgado hoje (29) pelo governo federal, será com custeio administrativo (R$ 589,9 milhões). O Ministério da Fazenda responderá por uma redução de R$ 342,8 milhões.
As despesas com a conclusão de projetos ligados à Copa serão menores em R$ 276,7 milhões, na comparação com o projeto de lei orçamentária anual de 2013. No Ministério do Turismo, a redução será R$ 123,5 milhões; e no do Esporte, R$ 153,2 milhões.
A pasta que obteve maior alta na previsão de orçamento foi a da Saúde, com uma variação positiva de quase R$ 4 bilhões, passando dos R$ 76,67 bilhões para R$ 80,65 bilhões. "O aumento está relacionado ao Programa Mais Médicos e, também, a uma série de ampliações propostas pelo ministro Alexandre Padilha", disse a ministra.


Edição: Beto Coura

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Diretor do BC diz que alta dos juros deve desestimular busca de crédito por famílias e empresas

Economia



Diretor do BC diz que alta dos juros deve desestimular busca de crédito por famílias e empresas
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Aug 29th 2013, 18:13

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil

Brasília – As taxas de juros mais altas para famílias e empresas devem ser fator de desestímulo à tomada de crédito, disse hoje (29) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel. A taxa para as famílias (pessoas físicas) subiu 0,9 ponto percentual e passou para 25,1% ao ano, de junho para julho. A alta para as empresas (pessoas jurídicas) chegou a 0,3 ponto percentual e está em 14,4% ao ano.
Nas operações de crédito com recursos livres, com alta de 1,4 ponto percentual, a taxa subiu para 36,2% ao ano, para pessoas físicas. Para as empresas, a taxa passou para 20% ao ano, com alta de 0,6 ponto percentual. Maciel destacou que a alta dos juros ocorre devido ao ciclo de aumento da taxa básica de juros da economia (Selic).
Apesar de esperar menos interesse pelo crédito, por causa da alta dos juros, Maciel acredita que os financiamentos continuem como "instrumentos do crescimento econômico". "É natural que taxas de juros mais elevadas impliquem desestímulo à tomada de crédito", disse ele. Em setembro, o BC vai divulgar, como sempre faz a cada três meses, novas projeções para o crescimento do crédito no país.
Maciel ressaltou, entretanto, que o crédito voltado para investimentos continuará crescendo. Ele citou o crédito direcionado, que, este ano, "abrange duas modalidades mais fortes", que são os empréstimos feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e os liberados para financiar a habitação. Tais modalidades, disse ele, "puxam o crédito e estão concentradas em bancos públicos".
"O crédito livre também tem aumentado ao longo do ano, mas em ritmo menor que o direcionado", destacou Maciel. O saldo das operações de crédito com recursos livres (R$ 1,444 trilhão) ficou estável em julho em relação ao mês anterior. Em 12 meses encerrados em julho, houve expansão de 9,2%. Já o saldo do crédito direcionado (R$ 1,101 trilhão) teve crescimento de 1,3% no mês e de 26,6%, em 12 meses.
Para Maciel, a estabilidade do crédito livre em julho pode estar associada ao ciclo produtivo das empresas. Segundo ele, em julho, ainda não tinha começado o ciclo mais forte da produção industrial, que ocorre a partir de setembro, para suprir o comércio em momento de aumento de vendas, característica de final de ano. Maciel citou também a produção agrícola, que se inicia em agosto. Outro fator que pode ter influenciado no resultado é a queda da confiança, tanto de tomadores de crédito quanto dos bancos, após as manifestações de protesto no final de junho. "Isso pode ter sido fator adicional na medida que deixa tanto tomadores quanto os bancos mais cautelosos em ambiente que a confiança recuou."
Os dados do BC, divulgados hoje, mostram ainda que o spread (diferença entre a taxa de captação de recursos pelos bancos e a de empréstimos aos cliente) do crédito com recursos livres subiu 1,3 ponto percentual para as famílias de junho para julho. Para as empresas, houve alta de 0,6 ponto percentual. No caso do crédito direcionado, houve queda de 0,2 ponto percentual para as famílias e de 0,1 ponto percentual para as empresas.
Maciel explicou que o spread é influenciado pela inadimplência, pelos tributos, pelos lucros dos bancos e pelo risco. "O spread vinha caindo, acompanhou a inadimplência. [Mas] julho é um mês em que tivemos queda na confiança e isso torna tanto tomadores quanto bancos mais cautelosos na concessão. Além disso, em julho, já houve um cenário internacional com um pouco mais de movimentação em termos de taxas de juros."



De junho para julho, a taxa de inadimplência de empresas e famílias caiu 0,1 ponto percentual e ficou em 3,3%, o menor nível da série histórica iniciada em 2011.
Edição: Nádia Franco
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Esforço fiscal no próximo ano poderá ficar maior que o estipulado no orçamento, diz Mantega

Economia



Esforço fiscal no próximo ano poderá ficar maior que o estipulado no orçamento, diz Mantega
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-29/esforco-fiscal-no-proximo-ano-podera-ficar-maior-que-estipulado-no-orcamento-diz-mantega
Aug 29th 2013, 18:41

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A meta de superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida pública) no próximo ano poderá ficar acima dos 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB) estipulados na proposta de Orçamento Geral da União de 2014. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o valor anunciado pelo governo representa apenas o limite mínimo de esforço fiscal.
De acordo com o projeto enviado hoje (29) ao Congresso Nacional, o objetivo de esforço fiscal está em R$ 109,4 bilhões (2,1% do PIB), menor que a meta reduzida de R$ 111 bilhões (2,3% do PIB) definida para este ano. Mantega, no entanto, esclareceu que a meta de superávit primário que consta na proposta já considera a margem de R$ 58 bilhões de gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de reduções de impostos que pode ser descontada do esforço fiscal.
A meta fiscal é a menor desde 2009, quando o governo economizou 2% do PIB para estimular a produção e o consumo em meio à crise econômica global. Ao detalhar a proposta de Orçamento Geral da União, o ministro disse que o governo poderá economizar mais que os 2,1% do PIB porque, em princípio, a equipe econômica não pretende abater os R$ 58 bilhões previstos no próximo ano.
Segundo Mantega, a meta de R$ 109,4 bilhões representa o "desempenho limite" e será aplicada somente se a economia crescer pouco e o governo arrecadar menos que o previsto. Ele ressaltou que o governo poderá economizar mais que o estipulado se a situação econômica for boa no próximo ano.
"O resultado primário que consta na proposta ocorrerá apenas se fizermos o abatimento completo, mas trabalho com a hipótese de que não será necessário abater integralmente os R$ 58 bilhões. Em vários anos, tivemos a oportunidade de fazer isso [usar toda a margem de abatimento] e não fizemos", ressaltou o ministro.
De acordo com Mantega, o governo estipulou, no orçamento, a meta mínima de superávit primário por causa das incertezas em relação ao comportamento da economia no próximo ano.
"Estamos comprometidos em fazer o melhor superávit primário possível. Em 2014, o governo se compromete a fazer o superávit do Governo Central [Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central] inteiro, incluído o abatimento. O resto vai ter de esperar para ver o que acontece. Vivemos período de volatilidade e fica difícil fazer previsões com tanta antecedência", disse.
O governo manterá na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano o dispositivo que dispensa a obrigação de o governo economizar mais se os estados e municípios não alcançarem a meta de superávit primário, de 1% do PIB no caso deles.
Edição: Nádia Franco
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Governo estima alta de 4% para o PIB e 5% para inflação em 2014

Economia



Governo estima alta de 4% para o PIB e 5% para inflação em 2014
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-29/governo-estima-alta-de-4-para-pib-e-5-para-inflacao-em-2014
Aug 29th 2013, 16:55

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O governo entregou hoje (29) ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária para 2014. Conforme informações dos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Miriam Belchior, do Planejamento, Orçamento e Gestão, os parâmetros macroeconômicos para 2014 preveem crescimento de 4% para o Produto Interno Bruto (PIB), que, em valores nominais, deve somar R$ 5.242.900.000. O salário mínimo passa para R$ 722,90.
A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 5%. A meta do resultado primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) é 2,2% do PIB, ou R$ 116,1 bilhões. A meta fiscal de empresas estatais é zero e a de estados e municípios e suas estatais fica em 1% do PIB ou R$ 51,3 bilhões. Com isso, o superávit primário do setor público deve atingir R$ 167,4 bilhões ou 3,2% do PIB.
O governo estimou ainda o abatimento do Governo Central no Projeto de Lei Orçamentária Anual em R$ 58 bilhões, o que representa 1,1% do PIB. Com isso, o resultado primário pode ficar em R$ 109,4 bilhões ou 2,1% do PIB.
Para 2013, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) havia fixado que o Governo Central tem de economizar R$ 63,1 bilhões, já levando em conta o abatimento de até R$ 45 bilhões de gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de perda de receitas com desonerações.
O superávit primário é a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública. O esforço fiscal permite a redução, no médio e no longo prazos, do endividamento do governo. Desde o fim dos anos 1990, o governo segue uma meta de superávit primário.

Edição: Denise Griesinger
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Banco Central faz mais uma intervenção no mercado de câmbio

Economia



Banco Central faz mais uma intervenção no mercado de câmbio
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-29/banco-central-faz-mais-uma-intervencao-no-mercado-de-cambio
Aug 29th 2013, 17:12

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Banco Central (BC) anunciou para hoje (29) à tarde, leilões de venda de dólares com compromisso de recompra. A operação não faz parte da programação diária feita pelo BC.
De acordo com comunicado ao mercado, os leilões vão totalizar, no máximo, US$ 1 bilhão. As operações de venda do BC serão liquidadas no dia 3 de setembro deste ano. As liquidações de compra estão previstas para 2 de dezembro deste ano e 3 de fevereiro de 2014.
Mais cedo, o BC já havia feito intervenção no mercado de câmbio por meio de leilão de swap cambial tradicional, equivalente à venda de dólares no mercado futuro. Essa operação, que totalizou US$ 498,2 milhões, faz parte da programação diária do BC.
Pela programação do BC, de segunda a quinta-feira serão feitos leilões de swap cambial, com oferta de cerca de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, haverá oferta de até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra. Quando anunciou essa programação, no dia 22 deste mês, o BC informou que faria leilões adicionais sempre que julgasse apropriado.
Desde o fim de maio, o sistema financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Com menos dólares em circulação, a cotação da moeda norte-americana fica mais alta em todo o mundo.
A instabilidade agravou-se na semana passada, quando foi divulgada a ata da reunião de julho do Fed. No documento, os diretores do Banco Central americano não estipularam uma data, mas confirmaram que pretendem acabar com as injeções mensais de dólares até meados do próximo ano.
Edição: Nádia Franco
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Os ministros Guido Mantega e Miriam Belchior explicam o Projeto de Lei Orçamentária para 2014

Economia



Os ministros Guido Mantega e Miriam Belchior explicam o Projeto de Lei Orçamentária para 2014
http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2013-08-29/os-ministros-guido-mantega-e-miriam-belchior-explicam-projeto-de-lei-orcamentaria-para-2014
Aug 29th 2013, 17:03

Brasília – A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista coletiva no Ministério do Planejamento, explicam o Projeto de Lei Orçamentária para 2014Brasília – A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, durante entrevista coletiva, explica o Projeto de Lei Orçamentária para 2014Brasília – A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, durante entrevista coletiva, explica o Projeto de Lei Orçamentária para 2014Brasília – A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista coletiva no Ministério do Planejamento, explicam o Projeto de Lei Orçamentária para 2014Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista coletiva no Ministério do Planejamento, explica o Projeto de Lei Orçamentária para 2014



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Mantega: dados do Projeto de Lei Orçamentária terão nova avaliação no início do ano

Economia



Mantega: dados do Projeto de Lei Orçamentária terão nova avaliação no início do ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-29/mantega-dados-do-projeto-de-lei-orcamentaria-terao-nova-avaliacao-no-inicio-do-ano
Aug 29th 2013, 17:01

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou, há pouco, ao detalhar o Projeto de Lei Orçamentária Anual 2014, que os dados divulgados hoje (29) são conservadores. Acompanhado da ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, ele disse que uma nova avaliação terá de ser feita no início do ano que vem para avaliar o volume de recursos que devem ser contingenciados para que o país possa crescer 4% como previsto no projeto de lei.
No projeto, a taxa de câmbio média usada foi R$ 2,19. Mantega fez questão de destacar que o valor não vale como projeção da taxa, mas sim como média para confeccionar o Projeto de Lei Orçamentária Anual.
Na peça orçamentária, as despesas com pessoal foram praticamente mantidas conforme a avaliação feita no terceiro trimestre deste ano, ficando em R$ 222 bilhões, ou 4,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país). No caso da Previdência Social, o governo estima reduzir no projeto de lei a dívida de 0,7% do PIB para 0,6%.
No caso das despesas, o governo incluiu de forma explícita os gastos de R$ 9 bilhões com o setor elétrico na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). "Estamos explicitando os gastos [estimados] para o setor elétrico, que não constavam em 2013 e constarão em 2014. Isso poque é uma despesas extraordinária, por causa do [provável] uso maior das térmicas. Portanto, estamos colocando em 2014", explicou Mantega. Ele lembrou que são despesas não esperadas para os próximos anos e, por isso, estão "superestimadas".
O ministro fez uma avaliação positiva da economia, embora seja o Orçamento de 2014 conservador . Para ele, o fato de as estimativas mostrarem queda no déficit da Previdência, a manutenção dos gastos com pessoal e a redução de gastos com juros indicam um controle do governo, sendo isso "um bom sinal".
"As despesas têm caído ou estão estáveis. As despesa de Previdência, que são as maiores, têm tido queda ano a ano. Os gastos com pessoal estão estabilizado em 4,2%", destacou. Sobre as estatais, Mantega disse que, embora no projeto o resultado primário previsto seja zero, "existe possibilidade de, durante o ano, passar a ser positivo, o que contribuirá para ajudar no superávit consolidado do setor público.
Mais cedo, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, anunciou que o salário mínimo no próximo ano deverá ser R$ 722,90. A ministra do Planejamento foi ao Congresso para entregar ao presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), a peça orçamentária de 2014. O texto deve ser votado pela Câmara e pelo Senado até o fim do ano.
O novo salário mínimo entra em vigor no dia 1º de janeiro do ano que vem.
Edição: Nádia Franco
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Confiança do consumidor paulistano cai 2,7% em agosto, diz FecomercioSP

Economia



Confiança do consumidor paulistano cai 2,7% em agosto, diz FecomercioSP
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-29/confianca-do-consumidor-paulistano-cai-27-em-agosto-diz-fecomerciosp
Aug 29th 2013, 16:54

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) no município de São Paulo caiu 2,7% em agosto, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) divulgada hoje (29). No mês, o indicador atingiu 133 pontos, em uma escala que varia de 0 (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total). Em julho, o ICC registrou 136,7 pontos. Em comparação com o mesmo período do ano passado, a queda foi de 14,9% - agosto de 2012 registrou 156,3 pontos.
"As quedas mês a mês do ICC mostram que o consumidor paulistano está cauteloso e apreensivo quanto às turbulências socioeconômicas atuais. A falta de confiança se justifica pela perda de poder aquisitivo da população, motivada pelo aumento dos preços ao consumidor", ressalta a entidade em nota.
A FecomercioSP destaca que o segmento que mais contribuiu para a queda de confiança foi o composto por pessoas com idade superior a 35 anos. O grupo, que registrou declínio de 6,2% em relação ao mês passado, caiu de 130,2 para 122,1 pontos. Os dados do ICC são apurados mensalmente a partir de pesquisa com cerca de 2,1 mil consumidores no município de São Paulo.
Edição: Davi Oliveira
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Expectativa com renda pessoal piora, mas aumenta otimismo com emprego e inflação

Economia



Expectativa com renda pessoal piora, mas aumenta otimismo com emprego e inflação
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-29/expectativa-com-renda-pessoal-piora-mas-aumenta-otimismo-com-emprego-e-inflacao
Aug 29th 2013, 15:46

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A expectativa do brasileiro com a situação financeira e a renda pessoal piorou em agosto, de acordo com o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) divulgado hoje (29) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em agosto, o índice ficou em 110,3 pontos – praticamente o mesmo de julho (110 pontos). Na comparação com agosto de 2012, houve queda de 2,7%. É o terceiro mês consecutivo em que, segundo a pesquisa, o consumidor mostra-se "pouco confiante".
Apesar disso, os dados indicam que a perspectiva dos brasileiros em relação à evolução dos preços e ao emprego melhorou. O indicador de expectativa de inflação para os próximos seis meses aumentou 7,2% na comparação com julho e o indicador de expectativa para o desemprego subiu 5,4%. O aumento do indicador significa que cresceu o otimismo do consumidor, explica, em nota, a CNI.
O indicador evolução do endividamento caiu 2,6% em relação a julho e ficou em 103,1 pontos. Apenas em março de 2009, quando alcançou 101 pontos, esse indicador foi mais baixo. Se comparado a agosto de 2012, o indicador de endividamento recuou 4,4%. A CNI explica que, quanto maior a quedar, maior é a preocupação com o endividamento.
De acordo com a entidade, o estudo indica que o ritmo de crescimento do consumo das famílias pode diminuir nos próximos meses - os consumidores estão menos otimistas também em relação à situação financeira. Esse indicador registrou queda de 0,7% na comparação com julho e de 5,1% na comparação com agosto do ano passado. Além disso, a expectativa em relação à renda pessoal também recuou - 3,3% em relação a julho e 3,1% comparado a agosto de 2012.
O Inec ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre os dias 15 e 19 de agosto de 2013.
Edição: Graça Adjuto
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Taxas de juros sobem em julho, informa BC

Economia



Taxas de juros sobem em julho, informa BC
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Aug 29th 2013, 14:21

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As taxas de juros do crédito do sistema financeiro subiram em julho, de acordo com dados divulgados hoje (29) pelo Banco Central (BC). A taxa para as famílias (pessoas físicas) subiu 0,9 ponto percentual para 25,1% ao ano, de junho para julho. A alta para as empresas (pessoas jurídicas) chegou a 0,3 ponto percentual para 14,4% ao ano.
Nas operações de crédito com recursos livres, a alta chegou a 1,4 ponto percentual para 36,2% ao ano para as pessoas físicas, e a 0,6 ponto percentual para 20% ao ano para as empresas.
No crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) a taxa ficou estável para as empresas, em 7,4%, e subiu 0,1 ponto percentual para as famílias, ao alcançar 6,8% ao ano.
A inadimplência (atrasos superiores a 90 dias) de todo o sistema financeiro ficou estável para as famílias em 5% e caiu 0,1 ponto percentual para as empresas ficando em 2%. A taxa média de inadimplência de empresas e famílias caiu 0,1 ponto percentual para 3,3%, o menor nível da série histórica iniciada em 2011.
A inadimplência do crédito com recursos livres também ficou estável de junho para julho para empresas (3,5%) e famílias (7,2%).
O estoque total de crédito do sistema financeiro chegou a R$ 2,545 bilhões em julho com crescimento de 0,6% no mês e 16,1%, em 12 meses. Esse saldo representou 55,1% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB). Em junho essa relação estava em 55,2% e em julho do ano passado, em 51,1%.

Edição: Denise Griesinger

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BC vende quase US$ 500 milhões no mercado futuro, seguindo a programação diária

Economia



BC vende quase US$ 500 milhões no mercado futuro, seguindo a programação diária
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-08-29/bc-vende-quase-us-500-milhoes-no-mercado-futuro-seguindo-programacao-diaria
Aug 29th 2013, 13:14

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Mais US$ 498,2 milhões foram vendidos pelo Banco Central (BC) no mercado futuro, no leilão de hoje (29) de swap cambial. A operação faz parte da estratégia do BC, anunciada no último dia 22, de programar leilões diariamente, pelo menos até dezembro. O vencimento da operação de hoje será dia 2 de dezembro de 2013.
O objetivo é promover hedge (proteção a risco) cambial aos agentes econômicos e liquidez (dólares disponíveis). Pela programação do BC, de segunda a quinta-feira serão feitos leilões de swap cambial, com oferta de cerca de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido ao mercado crédito de até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra.
Desde o fim de maio, o sistema financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Com menos dólares em circulação, a cotação da moeda norte-americana fica mais alta em todo o mundo.
A instabilidade agravou-se na semana passada, quando foi divulgada a ata da reunião de julho do Fed. No documento, os diretores do Banco Central americano não estipularam uma data, mas confirmaram que pretendem acabar com as injeções mensais de dólares até meados do próximo ano.

Edição: Denise Griesinger

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Índice que reajusta contratos de aluguel atinge 3,85% em 12 meses

Economia



Índice que reajusta contratos de aluguel atinge 3,85% em 12 meses
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Aug 29th 2013, 13:14

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,15%, em agosto, ante 0,26% em julho e 1,43% em igual mês do ano passado. Com essa variação, o índice no acumulado do ano atingiu 2,16% e, em 12 meses, 3,85%. Essa última taxa é a que serve de base para cálculos de correção em contratos de aluguel e de energia elétrica.
O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas mostra que dois dos três componentes do índice apresentaram reduções no ritmo de alta: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), com decréscimo de 0,14% ante alta de 0,30%, e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), com variação de 0,31% ante 0,73%.
No entanto, embora tenha sido o único a ter elevação no ritmo de alta, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi o que apresentou a menor taxa, passando de -0,07% para 0,09%. Nesse caso, o resultado reflete principalmente a recuperação de preços das frutas (de -5,46% para -2,47%), o que levou a uma variação do grupo alimentação para -0,03% ante queda de -0,48%.
No Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que teve a maior taxa do período, o que mais influenciou o decréscimo foi o fim das negociações salariais, com a mão de obra saindo de uma alta de 1,05% para 0,03%. A pressão foi exercida pelo subcomponente materiais, equipamentos e serviços, com correção média dos preços de 0,63% ante 0,37%.
No que se refere ao IPA, que representa as oscilações do mercado atacadista, entre as variações que contribuíram para diminuir o ritmo de alta estão os preços das commodities como a soja (em grão ), com recuo de 3,77% ante alta de 4,92%, o milho (em grão), com queda mais acentuada ( de -2,96% para -6,93), e os bovinos ( de 2,94% para 1,15%).
Edição: Graça Adjuto
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