Bovespa tem em apenas um dia alta quase igual a todo o ganho de agosto

2 de setembro de 2013

Economia



Bovespa tem em apenas um dia alta quase igual a todo o ganho de agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-02/bovespa-tem-em-apenas-um-dia-alta-quase-igual-todo-ganho-de-agosto
Sep 2nd 2013, 23:13

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), aumentou 3,65% hoje (2), aos 51.835 pontos, e conseguiu, no primeiro dia útil de setembro, quase igualar o ganho de 3,68% do mês de agosto, o melhor deste ano para a instituição. A Bovespa acumula prejuízo de 14,3% no ano.
O desempenho do mercado de ações nesta segunda-feira foi influenciado principalmente pelos bons indicadores de recuperação da atividade econômica na China – principal parceiro comercial do Brasil. Pesou também a decisão do presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, de submeter ao Congresso americano qualquer definição de ataque à Síria, o que retarda uma decisão que parecia iminente.
As duas notícias ajudaram na recuperação das bolsas europeias e levaram a Bovespa a registrar a maior alta diária desde 27 de julho do ano passado, quando registrou valorização de 4,72%. Em compensação, o alívio momentâneo no cenário internacional contribuiu para desvalorizar o dólar em mais 0,49% no pregão de hoje, com a moeda norte-americana cotada a R$ 2,373.
Edição: Nádia Franco
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Brasil produz 2,46 milhões de barris de óleo equivalente por dia

Economia



Brasil produz 2,46 milhões de barris de óleo equivalente por dia
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Sep 2nd 2013, 22:21

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Dados divulgados hoje (2) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) revelam que a produção de petróleo e gás natural no Brasil totalizou, no último mês de julho, 2,468 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Em comparação ao mesmo mês do ano passado, houve aumento de 10,6% na produção de gás natural no país, enquanto a produção de petróleo experimentou queda de 2,4%. Em julho de 2012, a produção de petróleo e gás natural no país alcançou 2,470 milhões de barris de óleo equivalente por dia.
Em relação a junho deste ano, tanto a produção de gás natural como a de petróleo sofreram retração de 1,9% e de 6%, respectivamente. "A redução foi causada principalmente pela parada programada da Plataforma P-40, no campo de Marlim Sul, por cerca de 15 dias", informou a assessoria de imprensa da ANP.
Por unidades da Federação, o estado do Rio de Janeiro exerceu a liderança no país, com produção total de 1,589 milhão de barris de óleo equivalente/dia, resultado da produção de cerca de 1,419 milhão de barris diários de petróleo e de 27,1 milhões de metros cúbicos por dia. O mapa da distribuição de petróleo mostra que o Rio de Janeiro detém 71,9% da produção nacional de petróleo e 34,6% da produção de gás natural.
De acordo com o Boletim da Produção de Petróleo e Gás Natural, o aproveitamento de gás natural em julho foi 96,3%. O campo de Marlim Sul, situado na Bacia de Campos (RJ), apresentou a maior produção de petróleo no mês, com média total de 257,7 mil barris diários. Dentro de Marlim Sul, a plataforma com maior produção foi a P-56, que atingiu produção de 143,8 mil barris de óleo equivalente por dia em oito poços. Já o maior produtor de gás natural foi o Campo de Manati, localizado na Bacia de Camamu (BA), com produção média de 6,4 milhões de metros cúbicos/dia.
A ANP informou que em torno de 93% da produção de petróleo e gás natural foram oriundos de campos operados pela Petrobras, cuja produção total em julho foram 2,298 milhões de barris de óleo equivalente/dia. Cerca de 91,4% da produção total de petróleo e 73,1% da produção de gás natural foram explotados de campos marítimos. A produção teve origem em 9.050 poços, sendo 784 marítimos e 8.266 terrestres, diz o boletim.
Na área do pré-sal, a produção somou 296,4 mil barris diários de petróleo e 9,9 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, o que resultou em 358,8 mil barris de óleo equivalente por dia. Houve retração de 4,6% em relação a junho. A conclusão do Sistema de Produção Antecipada (SPA) do poço 3BRSA788SPS, localizado no Campo de Sapinhoá (SP), explica grande parte da queda de produção, segundo informou a agência.
Em relação à produção oriunda das bacias maduras terrestres de Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas, o total apurado em julho foi 172,8 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 140,9 mil barris diários de petróleo e 5,1 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. O boletim revela que os campos cujos contratos resultam de acumulações marginais produziram 74,5 barris diários de petróleo e 2,2 mil metros cúbicos de gás natural por dia.
O boletim mensal mostrou que a queima de gás natural foi em torno de 2,9 milhões de metros cúbicos/dia, em julho, com queda de 18,7% em comparação a igual mês de 2012, e de 21,6% em relação a junho.
Edição: Fábio Massalli
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Ministério da Agricultura oficializará sete estados como zonas livres de febre aftosa

Economia



Ministério da Agricultura oficializará sete estados como zonas livres de febre aftosa
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Sep 2nd 2013, 21:12

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento oficializará, ao longo desta semana, o reconhecimento de sete estados brasileiros como zonas livres de febre aftosa, anunciado no início de agosto. Durante assinatura do termo que atestava a segurança do norte do Pará contra a doença – o centro-sul já estava certificado – , o ministro da Agricultura, Antônio Andrade, informou que Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte ganhariam o mesmo status.
Hoje (2), o ministro assinou instrução normativa reconhecendo o Maranhão como área livre de aftosa com vacinação. Amanhã (3), assinará documento idêntico no Ceará durante a manhã e no Piauí à tarde. Segundo a assessoria de comunicação do Ministério da Agricultura, a previsão é que até sexta-feira a oficialização esteja concluída em todas as áreas anunciadas.
Após o reconhecimento pelo Ministério da Agricultura, o próximo passo é enviar pleito à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) solicitando o aval internacional para as novas áreas. A solicitação será feita em outubro e a expectativa é que o certificado da OIE seja obtido em maio de 2014. O objetivo do Brasil é obter da entidade o status de país livre da doença até 2015. Para isso, é preciso esforço para imunizar os rebanhos do Amapá, de Roraima e de parte do Amazonas. As três áreas ainda são consideradas de alto risco.
Já são certificados como áreas livres da doença com vacinação os seguintes estados: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins. As áreas certificadas incluem ainda o Distrito Federal e os municípios de Guajará e Boca do Acre, no Amazonas, todos reconhecidos como livres de aftosa com vacinação. O estado de Santa Catarina é a única área no Brasil considerada livre da doença sem necessidade de vacinação, desde 2007.
Edição: Fábio Massalli
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Camex discutirá lista de produtos com alíquota de importação elevada

Economia



Camex discutirá lista de produtos com alíquota de importação elevada
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Sep 2nd 2013, 21:37

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O secretário de Comércio Exterior, Daniel Godinho, disse hoje (2) que a Câmara de Comércio Exterior (Camex) discutirá em sua próxima reunião a continuidade da lista de 100 produtos que tiveram a alíquota de importação elevada. No início do mês, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a lista atual não seria renovada. No entanto, Godinho indicou a possibilidade de aplicação de tarifas elevadas a produtos ausentes na lista.
"Mantega se referiu à atual lista de 100 produtos. Esse tema será objeto de análise. Como é decisão colegiada, até que a Camex decida, nós não temos encaminhamento para o tema", declarou o secretário, durante coletiva de imprensa para comentar os resultados da balança comercial de agosto. A reunião acontecerá na semana que vem.
Quando anunciou a decisão de não renovar a lista atual, em vigor até 1° de outubro, Mantega disse que o câmbio valorizado constituía uma proteção natural para a indústria brasileira e que a redução nas alíquotas de importação baratearia os insumos para a indústria. Guido Mantega informou ainda ter debatido o tema com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel.

Edição: Beto Coura

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BB reabre linha de crédito para 13º salário das empresas

Economia



BB reabre linha de crédito para 13º salário das empresas
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Sep 2nd 2013, 19:49

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco do Brasil reabriu hoje (2) a linha de crédito para as empresas pagarem o décimo terceiro salário de seus empregados, inclusive os encargos sociais incidentes, de acordo com o diretor de Micro e Pequenas Empresas do BB, Adilson do Nascimento Anísio.
O empréstimo é direcionado a empresas de qualquer porte ou ramo de atividade, e beneficia até mesmo empresários individuais, que podem quitar a dívida em até 15 meses, dos quais dois são de carência, para o recolhimento da primeira parcela.
Adilson Nascimento disse que a taxa de juros é definida de acordo com o nível de relacionamento da empresa com o BB, mas o custo mínimo é 1,19% ao mês, mais Taxa Referencial (TR), nas operações vinculadas ao Fundo de Garantia de Operações (FGO).
Segundo ele, o cliente conta com isenção parcial do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), uma vez que o imposto não incide sobre os recursos do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), que fazem parte da linha de crédito BB Giro 13º Salário.
O banco espera contratar R$ 1 bilhão em operações para o décimo terceiro salário. Um pouco além dos R$ 868 milhões emprestados a mais de 25 mil empresas no ano passado.

Edição: Beto Coura

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Balança comercial com superávit depende de retomada da produção de petróleo

Economia



Balança comercial com superávit depende de retomada da produção de petróleo
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Sep 2nd 2013, 20:04

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O fechamento da balança comercial em 2013 com superávit (exportações maiores que as importações) depende da retomada da produção de petróleo e manutenção da taxa de câmbio nos patamares atuais, disse hoje (2) Daniel Godinho, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. "Se confirmado esse cenário [do câmbio] e houver melhora na conta petróleo, trabalhamos com pequeno superávit para 2013", disse Godinho, em coletiva de imprensa para comentar os resultados da balança de agosto.
De acordo com o secretário, a expectativa do governo é uma reação das exportações e redução das importações de petróleo até o fim do ano. "A situação [do petróleo] mudará. Trabalhamos com a expectativa de que no final do ano tenhamos um resultado de melhora na conta petróleo. A situação de déficit na balança comercial é uma situação conjuntural", disse.
A parada para manutenção de plataformas brasileiras, aliada a fatores como a crise internacional e a redução da compra de petróleo pelos Estados Unidos são responsáveis pelo déficit comercial este ano. A presidenta da Petrobras, Graça Foster, sinalizou que a estatal aumentaria a produção de petróleo a partir do segundo semestre.
Ao comentar os números de agosto, Godinho focou no impacto que o petróleo teve sobre o recuo das exportações e aumento das importações brasileiras. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio apresentados pelo secretário, as vendas externas do combustível fóssil e seus derivados caíram 38,3% em agosto frente ao mesmo mês do ano passado, enquanto o comércio do restante dos produtos da pauta registrou alta de 4,4%. No acumulado de janeiro a agosto, as exportações de petróleo recuaram 52,3% e as vendas dos demais produtos tiveram alta de 1,3%.
Edição: Fábio Massalli
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Balança comercial fecha agosto com superávit de US$ 1,2 bilhão; o menor resultado desde 2002

Economia



Balança comercial fecha agosto com superávit de US$ 1,2 bilhão; o menor resultado desde 2002
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Sep 2nd 2013, 18:57

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A balança comercial encerrou o mês de agosto com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 1,226 bilhão. Apesar de positivo, o resultado é 61,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2012, quando a balança ficou superavitária em US$ 3,222 bilhões. Além disso, trata-se do pior resultado para meses de agosto desde 2002.
No acumulado do ano, o saldo comercial continua deficitário, em US$ 3,764 bilhões, o número mais fraco para períodos de janeiro a agosto desde 1995. O saldo comercial positivo em agosto foi resultado de exportações no valor de US$ 21,425 bilhões e de importações no valor de US$ 20,199 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior.
As exportações mensais foram puxadas pelos produtos básicos, cujas vendas externas cresceram 2,9% na comparação com agosto de 2012, segundo o critério da média diária. Cresceu principalmente o comércio de soja em grão (aumento de 112,2%), minério de cobre (alta de 69,9%), carne bovina (17,3%), carne de frango (14%), carne suína (6,1%) e milho (2,5%). Os produtos de maior valor agregado continuaram a registrar retração nas vendas. Os negócios envolvendo itens manufaturados recuaram 3,5% e as vendas externas de semimanufaturados caíram 4,9%.
Quanto às compras do Brasil no exterior, a aquisição de combustíveis e lubrificantes encabeçou o crescimento das importações, mantendo a trajetória ascendente este ano. Houve crescimento de 41,4% nas compras desses produtos, levando-se em conta a média diária. Em função da parada programada para manutenção de algumas plataformas de petróleo, o país está importando mais e exportando menos este item. Na avaliação de parte do setor privado, a situação pode levar a balança comercial brasileira a encerrar o ano de 2013 com um pequeno déficit.
Edição: Carolina Pimentel
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Estimativa de analistas para inflação sobe para 5,83%

Economia



Estimativa de analistas para inflação sobe para 5,83%
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Sep 2nd 2013, 12:21

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano, subiu de 5,80% para 5,83%. Para 2014, a estimativa foi mantida em 5,84%. As projeções são de pesquisa feita pelo Banco Central (BC), o boletim Focus, divulgado semanalmente.
As projeções estão distante do centro da meta de inflação, de 4,5%, e abaixo do limite superior de 6,5%. É função do BC fazer com que a inflação convirja para o centro da meta.
Um dos instrumentos usados pelo Banco Central para influenciar a atividade econômica e, por consequência, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic. Para as instituições financeiras, ao final deste ano, essa taxa estará em 9,5% ao ano. No último dia 28, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC decidiu elevar a Selic para 9% ao ano. Para o final de 2014, a expectativa para a taxa Selic passou de 9,5% para 9,75% ao ano.
A pesquisa do BC também traz a mediana (que desconsidera os extremos nas projeções) das expectativas para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que foi ajustada de 4,37% para 4,38% este ano e mantida em 5,27% em 2014.
A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi alterada de 4,55% para 4,57% este ano, e de 5,57% para 5,64% em 2014. Para o Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), as projeções foram ajustadas de 4,5% para 4,45% em 2013, e de 5,5% para 5,55% no próximo ano.
A estimativa para os preços administrados foi mantida em 1,80% em 2013, e segue em 4,5%, no próximo ano. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento e transporte coletivo urbano.
Edição: Graça Adjuto
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BC faz dois leilões de venda de dólares no mercado futuro

Economia



BC faz dois leilões de venda de dólares no mercado futuro
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Sep 2nd 2013, 14:26

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Banco Central (BC) fez hoje (2) dois leilões de swap cambial tradicional, operação equivalente à venda de dólares no mercado futuro. Para o vencimento do dia 2 de dezembro deste ano, foram negociados 10 mil contratos no total de US$ 498,4 milhões. No segundo leilão, com vencimento em 3 de fevereiro de 2014, foram 20 mil contratos, no total de US$ 992,7 milhões.
Os leilões de hoje fazem parte da estratégia do BC de injeção diária de dólares no mercado. Pela programação do BC, de segunda a quinta-feira serão feitos leilões de swap cambial, com oferta de cerca de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra. Mas quando anunciou essa programação, no dia 22 de agosto, o BC informou que faria leilões adicionais sempre que julgasse apropriado.
No último sábado (31), o presidente do BC, Alexandre Tombini, disse que o Brasil está preparado para enfrentar as oscilações do mercado financeiro global, geradas pela decisão dos Estados Unidos de reduzir estímulos monetários.
Tombini disse que a economia mundial passa por um processo de transição, com a recuperação econômica dos Estados Unidos. "Diga-se de passagem, transição positiva, pois significa que a recuperação da maior economia do mundo está ganhando força e isso representará maior crescimento da economia e do comércio global à frente."
Apesar das características positivas da transição, Tombini destacou que o processo de normalização das condições monetárias nas economias avançadas gera volatilidade (fortes oscilações), principalmente nos mercados de economias emergentes, como o Brasil. "As economias emergentes são as mais impactadas por essa volatilidade. Sempre foi assim. E não é diferente no caso da economia brasileira."
Segundo o presidente do Banco Central, a estratégia da instituição é clara: "Usaremos nosso amplo rol de instrumentos para reduzir a volatilidade excessiva e mitigar potenciais riscos à estabilidade financeira." De acordo com Tombini, essa estratégia será usada pelo tempo necessário, até que as condições monetárias sejam normalizadas e haja maior crescimento da economia e do comércio global.
Desde o fim de maio, o sistema financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Com menos dólares em circulação, a cotação da moeda norte-americana fica mais alta em todo o mundo.
Edição: Talita Cavalcante
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Intenção dos paulistanos em contratar financiamentos cresce em agosto

Economia



Intenção dos paulistanos em contratar financiamentos cresce em agosto
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Sep 2nd 2013, 14:01

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A intenção do paulistano de buscar financiamentos cresceu 2,2 pontos percentuais em agosto, segundo estudo divulgado hoje (2) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). A Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (Prie) mostra que o número de interessados em contrair crédito atingiu 13,4% no último mês. Em julho, o percentual ficou em 11,2%.
Para os economistas da federação, apesar do leve acréscimo no indicador, o aumento do volume de aplicações em poupança mostra a tendência, nos últimos meses, de uma postura mais conservadora. A média de pessoas com algum tipo de aplicação passou de 39,2% em julho para 41,1% em agosto.
A poupança continua sendo a principal aplicação dos paulistanos, representando 75,7% dos entrevistados. A renda fixa aparece em seguida com 14,4%. Previdência privada é escolhida como forma de aplicação por 4,2% dos paulistanos. A maioria dos entrevistados (85,3%) disse que não planeja fazer financiamento nos próximos três meses.
Os dados que compõem a Prie são coletados em 2,2 mil entrevistas mensais feitas na cidade de São Paulo.
Edição: Talita Cavalcante
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Inflação medida pelo IPC-S atinge 5,5% em 12 meses

Economia



Inflação medida pelo IPC-S atinge 5,5% em 12 meses
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Sep 2nd 2013, 12:00

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou agosto com variação de 0,20%, o que é 0,04 ponto percentual maior do que o registrado em julho. Com essa elevação, a taxa acumulada do ano ficou em 3,32% e, nos últimos 12 meses, em 5,54%.
O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que cinco dos oito grupos pesquisados tiveram aumento na velocidade de alta. Entre eles, o mais expressivo foi alimentação, com alta de 0,17% ante 0,03%.
No grupo vestuário, o índice subiu de -0,21% para 0,34%; em habitação, de 0,33% para 0,35%; em educação, leitura e recreação, de 0,51% para 0,63% e despesas pessoais, de 0,11% para 0,18%. Já em saúde e cuidados pessoais diminuiu a intensidade de correção, com alta de 0,32% ante 0,43%, e em comunicação, a taxa atingiu 0,05% ante 0,11%. No grupo transportes, houve recuo de 0,26% ante uma queda de 0,10%.
Os cinco itens que mais influenciaram o avanço inflacionário são: refeições em bares e restaurantes, leite tipo longa vida, ingresso para show musical, plano e seguro de saúde e aluguel residencial.
Edição: Graça Adjuto
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Projeção para crescimento da economia sobe para 2,32%

Economia



Projeção para crescimento da economia sobe para 2,32%
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Sep 2nd 2013, 12:08

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A projeção de analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia subiu, este ano. De acordo com a pesquisa do Banco Central (BC) a instituições financeiras, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 2,20% para 2,32%. Já a projeção para 2014 caiu, de 2,40% para 2,30%.
Na última sexta-feira (30), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, em relação ao mesmo período anterior. Nos primeiros três meses do ano, o PIB cresceu 0,6% em relação ao trimestre anterior.
A estimativa das instituições financeiras para a expansão da produção industrial foi mantida em 2,11%, este ano, e ajustada de 2,90% para 3%, em 2014.
A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantida em 35%, este ano, e ajustada de 34,70% para 34,85%, no próximo ano.
A previsão das instituições financeiras para o saldo negativo em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi mantida em US$ 77 bilhões este ano e passou de US$ 78,55 bilhões para US$ 78,90 bilhões, em 2014.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto para o próximo ano.
A projeção para a cotação do dólar subiu de R$ 2,32 para R$ 2,36, ao final deste ano, e de R$ 2,38 para R$ 2,40, no fim de 2014.
Edição: Talita Cavalcante
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