Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico vai analisar possibilidade de acionar termelétricas

3 de setembro de 2013

Economia



Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico vai analisar possibilidade de acionar termelétricas
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/comite-de-monitoramento-do-setor-eletrico-vai-analisar-possibilidade-de-acionar-termeletricas
Sep 4th 2013, 00:27

Cristina Indio do Brasil

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) vai analisar amanhã (4), durante uma reunião, a possibilidade de acionar usinas termelétricas para dar mais segurança ao país. A informação é do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.
Lobão informou que o governo acompanha a situação da Região Nordeste, que está com os reservatórios em níveis críticos. Os estados nordestinos enfrentaram um blecaute na semana passada e, segundo o governo, a queda de energia foi provocada por uma queimada no Piaui. "Estamos acompanhando com todo cuidado desde muito tempo. Já desligamos algumas térmicas nas reuniões anteriores do CMSE e na ocasião eu próprio disse que, se fosse necessário religar alguma térmica, nós o faríamos. O fato é que não podemos correr riscos", revelou. A medida, no entanto, não agrada ao ministro. "Gostaria que não fosse necessário, mas se for, nós o faremos", disse.
O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, disse que pretende apresentar alternativas com base em segurança elétrica. "Sempre a gente coloca [as termelétricas em funcionamento], ainda mais agora quando há o blecaute. O período de agosto e setembro são períodos historicamente típicos de queimadas. A partir de outubro começa a diminuir", disse.
Para o diretor do ONS, é preciso criar regras para isolar as áreas próximas de torres de transmissão para evitar que o sistema seja prejudicado por queimadas, como aconteceu na semana passada e provocou a interrupção da energia nos estados do Nordeste.
Chipp informou que os reservatórios do Nordeste estão com 37% de armazenamento, o que para ele é um nível baixo. "Este ano o Nordeste teve talvez a pior hidrologia do histórico", avaliou. O ministro e o diretor participaram no Rio de Janeiro do encontro Brazil Windpower que discute os investimentos em energia eólica.
Edição: Fábio Massalli
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Crédito para agricultores afetados pela seca no Nordeste sobe para R$ 3,45 bilhões

Economia



Crédito para agricultores afetados pela seca no Nordeste sobe para R$ 3,45 bilhões
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Sep 3rd 2013, 23:11

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) aprovou reforço de R$ 300 milhões na linha de crédito criada em maio do ano passado para atender produtores rurais afetados pela seca no Nordeste. A informação é do secretário de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais do Ministério da Integração Nacional, Jenner Guimarães Rego.
Ele disse que foi o sétimo aporte à linha de crédito operada pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o que eleva para R$ 3,45 bilhões o total de recursos disponibilizados em 14 meses para socorrer a produção dos municípios nordestinos em situação de emergência reconhecida pela Secretaria Nacional de Defesa Civil.
O secretário disse que, do total já foram feitas mais de 414 mil contratações, com liberação de R$ 2,85 bilhões. Desse dinheiro, R$ 2,11 bilhões (74%) foram destinados a produtores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O FNE dispõe ainda de R$ 600 milhões para dar continuidade ao socorro assistencial aos produtores prejudicados pela seca.
"Os produtores agrícolas, a agroindústria e o comércio tiveram grandes prejuízos, em decorrência do longo período de estiagem. Razão porque o comércio e a indústria também foram beneficiados com a linha de crédito no início, porque a ideia era fazer algum tipo de investimento para melhorar a estrutura de convivência com a seca e evitar fortes fluxos migratórios como em estiagens passadas", explicou Jenner Guimarães.
O objetivo maior, segundo ele, era evitar que o comprometimento, em caráter irreversível, dos meios de produção regional, uma vez que os agentes econômicos afetados pela seca se viram de repente sem perspectivas de receitas e também sem condições financeiras para obtenção de novo crédito. Por isso, o FNE/Seca estabeleceu taxas de juros acessíveis, entre 1% e 3,5%, dependendo da finalidade do recurso e porte do tomador, com prazo de até oito anos para pagamento, sendo três de carência, mais descontos para pagamento em dia, acrescentou o secretário.
O maior volume de recursos contratados até o momento foi para operações de investimento, que absorveram R$ 2,04 bilhões, 72% do total. O custeio e o capital de giro respondem pelo restante dos recursos contratados. A Bahia é o estado com maior número de contratações (90.876, com R$ 581,66 milhões liberados), seguido pelo Ceará (69.354 contratações e R$ 537 milhões) e por Pernambuco (65.618 contratações e R$ 486 milhões). Os demais estados, em ordem de utilização de recursos, são o Piauí, a Paraíba, o Rio Grande do Norte, o Maranhão, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais e o Espírito Santo.
Edição: Juliana Andrade
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Vendas de materiais de construção caem 1,5% de julho para agosto

Economia



Vendas de materiais de construção caem 1,5% de julho para agosto
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Sep 3rd 2013, 23:40

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – As vendas de materiais de construção caíram 1,5% no mês de agosto, na comparação com julho. Em relação a agosto de 2012, houve retração de 2%. No acumulado do ano, porém, há elevação de 2,5% nas vendas, em comparação ao mesmo período do ano passado. Os dados, divulgados hoje (3), são da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco).
"Essa ligeira queda em agosto está dentro das previsões do setor, que ainda mantém um desempenho positivo no ano. Porém, devido aos índices apresentados ao longo do ano, nós estamos revisando a expectativa de crescimento para 2013, de 6,5% para 4,5% sobre o ano passado", disse, em nota, o presidente da Anamaco, Cláudio Conz.
De acordo com o levantamento da Anamaco, todos os segmentos avaliados em agosto apresentaram ligeira queda de vendas, com exceção de cimentos (que cresceram 3%) e revestimentos e telhas (que apresentaram elevação de 2%).
De acordo com a entidade, em 2012 o setor registrou recorde de faturamento, com cerca de R$ 55 bilhões. Para manter o bom desempenho, a Anamaco estuda pedir ao governo federal a prorrogação da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que deve terminar em dezembro.
"Estamos tentando reabrir o diálogo com o governo federal a fim de evitar que o IPI da cesta básica de material de construção volte a valer a partir de dezembro. Isso teria um impacto tremendo no desempenho do setor, já no início de 2014, com os preços sendo reajustados em torno de 8%", disse Conz.
Edição: Juliana Andrade
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Comissão mista aprova MP que concede subvenção econômica a produtores de cana

Economia



Comissão mista aprova MP que concede subvenção econômica a produtores de cana
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Sep 3rd 2013, 22:58

Mariana Jungmann

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A comissão especial mista criada para analisar a Medida Provisória 615/2013 aprovou hoje o parecer do senador Gim Argello (PTB-DF), com alterações no texto enviado pelo Poder Executivo.
Originalmente a medida provisória autorizava o pagamento de subvenção econômica aos produtores de cana de açúcar e etanol na Região Nordeste, relativa à safra 2011/2012, afetados pela seca, e o financiamento para a renovação e implantação de canaviais.
A subvenção será de R$ 12 por tonelada de cana, limitada a 10 mil toneladas por produtor, e R$ 0,20 por litro de etanol, além da redução da alíquota do PIS/Pasep e da Cofins. No que se refere ao financiamento para novos canaviais, foi aprovada equalização da taxa de juros. O relator ampliou os benefícios aos produtores do Paraná que, segundo ele, sofreram perdas em função das geadas no estado no mesmo ano.
A partir de emendas, a medida provisória também regulamentou operações de cartão de crédito, débito e outros arranjos de pagamento eletrônicos, que serão fiscalizados pelo Banco Central, além criar normas que estimulam a competição e o surgimento de novas bandeiras no mercado.
Diversos outros temas que não faziam parte do texto original foram incluídos na medida provisória. Entre as emendas incluídas, a que autoriza a União a contratar o Banco do Brasil para gerir recursos, obras e projetos para modernização e ampliação da rede integrada de atendimento à mulher vítima de violência; a que disciplina a regularização de áreas ocupadas por entidades de assistência social, educação ou templos de qualquer culto no Distrito Federal; e a que permite a transferência hereditária, no caso de falecimento, do direito de utilização privada de área pública por equipamentos urbanos do tipo quiosque, trailer, feira, banca de venda de jornais e revistas, além da concessão de taxistas.
O relatório aprovado também permite a reabertura de prazo para adesão ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis) da Crise, criado em 2009 para socorrer empresas em dificuldade por causa da crise econômica de 2008. Os débitos já parcelados anteriormente não poderão ser refinanciados, mas será aberto prazo até 31 de dezembro deste ano para que as empresas que não aderiram à época, com débitos de 2008, possam fazer o parcelamento segundo as normas do programa.
Outra emenda incluída pelo relator permite também o refinanciamento de dívidas de PIS e Confins de instituições financeiras e seguradoras, vencidas até o fim do ano passado. Os bancos e seguradoras poderão aderir ao refinanciamento até 29 de novembro. Eles também podem optar por pagar a vista e ter anistia total dos encargos legais e das multas de mora e de ofício, além de outros descontos. Se escolherem o parcelamento, poderão pagar a dívida das contribuições sociais em até 60 prestações com anistia do encargos legais e redução de 80% das multas e 40% dos juros.
Foi ainda autorizado que empresas controladas ou coligadas no exterior parcelarem os débitos do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), vencidas até 31 de dezembro de 2012.
O senador Gim Argelo disse que recebeu aval do Ministério da Fazenda para propor os programas de refinanciamento de dívidas.
Transformado em projeto de lei de conversão, a proposta segue para a Câmara dos Deputados e depois para o Senado. O prazo para conclusão da votação nas duas Casas é 16 de setembro, quando perde a validade por decurso de prazo.
Edição: Fernando Fraga
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Desigualdade social foi estopim para manifestações no Brasil, diz Fórum Econômico Mundial

Economia



Desigualdade social foi estopim para manifestações no Brasil, diz Fórum Econômico Mundial
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Sep 3rd 2013, 22:05

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O desequilíbrio social, que se traduz na distribuição desigual dos benefícios econômicos, representa uma das principais motivações para a onda de protestos que tem atingido o Brasil nos últimos meses. A avaliação é do Fórum Econômico Mundial, que divulgou hoje (3) o Relatório de Competitividade Global de 2013-2014.
Segundo o levantamento, que classificou 148 países em um ranking internacional de competitividade, os protestos no Brasil são a manifestação mais recente de um fenômeno global. De acordo com o relatório, o processo tem as mesmas raízes do movimento de ocupação de Wall Street e da Primavera Árabe: o conflito em torno da repartição do crescimento econômico.
"A recente onda de protestos no Brasil, os vários capítulos das revoltas sociais no mundo árabe e o Movimento Ocupa Wall Street, nos Estados Unidos, são alguns exemplos de como a capacidade dos indivíduos de contribuir e de se beneficiar de maiores taxas de crescimento econômico pode ser afetada se os benefícios econômicos são percebidos como desigualmente distribuídos na sociedade", destaca o relatório.
No ranking geral da competitividade internacional, o país ficou em 56º lugar, caindo oito posições em relação ao ano passado. O Fórum Econômico Mundial, no entanto, também elaborou um índice alternativo, que considera a sustentabilidade social. Apesar de considerar que o Brasil ainda tem alta desigualdade de renda e acesso precário à saúde e ao saneamento, o fórum avalia que a solução dos problemas sociais não mudaria a posição do país.
Na nova classificação, o país teria nota menor no quesito desigualdade, mas não o suficiente para alterar a colocação no ranking global de competitividade. Isso porque a nota, ajustada pelo critério social, cairia apenas 0,5% em relação ao índice original.
Edição: Juliana Andrade e Lana Cristina
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Brasil cai oito posições em ranking de competitividade internacional

Economia



Brasil cai oito posições em ranking de competitividade internacional
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Sep 3rd 2013, 22:01

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A piora de indicadores macroeconômicos, o aperto no crédito e a falta de reformas estruturais fizeram o Brasil cair oito posições no ranking de competitividade internacional. De acordo com o Relatório de Competitividade Global de 2013–2014, divulgado hoje (3) pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil ficou na 56ª posição entre 148 países analisados.
No relatório anterior, o país tinha subido cinco posições e ficado em 48º lugar. Entre os membros do Brics, grupo que reúne as cinco principais economias emergentes do planeta, o Brasil perdeu a segunda posição para a África do Sul, que ficou em 53º lugar. Em 29º, a China continua o país mais competitivo do bloco.
De acordo com o documento, o Brasil precisa melhorar a qualidade das instituições, quesito em que está em 80º lugar, uma posição atrás do resultado do ano passado. Entre os principais desafios do Brasil nessa área, o relatório cita a queda na eficiência do governo, cujo indicador caiu da 111ª para a 124ª posição, o combate à corrupção (114ª posição) e a baixa confiança nos políticos, que passou do 121º para o 136º lugar de um ano para outro.
Além do ambiente institucional, o Brasil precisa avançar nos principais gargalos econômicos. O documento cita a baixa qualidade da infraestrutura, em cujo ranking o país caiu da 107ª para a 114ª posição, e da educação, que passou do 116º para o 121º lugar. O relatório também considera o país fechado à competição estrangeira, atribuindo a 144ª posição na abertura de mercado ao exterior.
Em relação ao ambiente macroeconômico, o Brasil caiu da 62ª para a 75ª posição. Entre os fatores que puxaram o indicador para baixo, o relatório cita o aumento do déficit nominal de 2,6% para 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB), o que fez o país descer do 64º para o 72º lugar nesse quesito. O déficit nominal representa o rombo nas contas do governo após o pagamento dos juros da dívida pública e aumentou, de um ano para outro, porque o Executivo reduziu o superávit primário.
O estudo também menciona a queda na taxa nacional de poupança, de 18,4% para 15,4% do PIB. Nesse item, o país caiu da 78ª para a 93ª posição. Apesar de a inflação oficial ter caído de 6,5% em 2011 para 5,4% em 2012, o país caiu uma posição nesse quesito, de 97º para 98º lugar.
De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a dificuldade do Brasil em avançar no ambiente institucional e econômico foi a principal responsável pela queda no ranking da competitividade internacional. "A falta de progresso em melhorar a qualidade da infraestrutrura e da educação, combinada com uma economia fechada à competição estrangeira, limita o potencial competitivo do Brasil", ressalta o documento.
O relatório pede que o país tenha o compromisso de aprovar reformas estruturais. "O Brasil não deve atrasar as reformas necessárias para impulsionar a competitividade e deveria alavancar seus numerosos e importantes pontos fortes", acrescenta o texto. Entre as qualidades do país, o estudo cita o tamanho do mercado (nona posição), a sofisticação do ambiente de negócios (39ª) e a existência de bolsões de inovação na economia (36ª).
O país com a economia mais competitiva do mundo é a Suíça, seguida de Cingapura e da Finlândia. As três nações obtiveram a mesma classificação do ano passado no relatório atual. Na América Latina, Porto Rico (30º lugar), o Chile (34º), Panamá (40º) e México (55º) estão à frente do Brasil. De um ano para outro, o país foi superado pelo México, que passou a ocupar a quarta posição entre as economias da região.
Edição: Juliana Andrade e Lana Cristina
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Apesar de desmatamento, Brasil está acima da média em ranking de preservação do meio ambiente

Economia



Apesar de desmatamento, Brasil está acima da média em ranking de preservação do meio ambiente
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Sep 3rd 2013, 22:10

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Brasil tem desempenho acima da média mundial em relação à preservação do meio ambiente, apesar de registrar elevados níveis de desmatamento, informou hoje (3) o Fórum Econômico Global. A conclusão consta do Relatório de Competitividade Global de 2013-2014.
No ranking da competitividade internacional, o país ficou em 56º lugar, caindo oito posições em relação ao ano passado. O Fórum Econômico Mundial, no entanto, também elaborou um índice alternativo, que considera a sustentabilidade ambiental. Na nova classificação, o país ficou por volta do 30º lugar. A posição exata não pode ser obtida porque somente 121 países do total de 148 nações originalmente pesquisadas entraram no ranking ajustado.
Segundo o Fórum Econômico Mundial, sociedades desequilibradas podem afetar a competitividade de um país, tanto para as atuais como para as futuras gerações, ao tornar o crescimento econômico menos sustentável no médio e no longo prazo. "Qualquer tipo de exclusão social que impede as pessoas de participarem plenamente do mercado de trabalho reduz a disponibilidade de talentos para as empresas e organizações de um país, reduzindo assim a competitividade", avalia o texto.
O relatório também destaca o respeito ao meio ambiente como elemento essencial para a manutenção do crescimento econômico e da competitividade no longo prazo. Para o fórum, o compromisso com a sustentabilidade ambiental está diretamente relacionado ao equilíbrio social. "Recursos naturais bem gerenciados aumentam a qualidade de vida, reduzem a tensão entre gerações, fornecem melhores oportunidades para toda a comunidade e melhoram a resiliência da sociedade", diz o documento.
Para classificar o engajamento de cada país com o meio ambiente, o estudo analisou as políticas ambientais dos governos, o uso de recursos naturais renováveis e o nível de degradação do meio ambiente. Nos dois primeiros itens, o Brasil mereceu elogios, mas recebeu críticas devido o aumento no desmatamento da Floresta Amazônica.
"O Brasil tem bom desempenho em vários indicadores ambientais, mas tem uma colocação baixa em termos de desmatamento. No entanto, o desempenho ruim no indicador de mudança de cobertura florestal é compensado pelos bons resultados em outras áreas. Consequentemente, o Brasil tem desempenho acima da média na sustentabilidade ambiental apesar do desmatamento", ressalta o levantamento.
Edição: Juliana Andrade e Lana Cristina
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Ministro descarta aumento nos preços da gasolina e do diesel até o fim do ano

Economia



Ministro descarta aumento nos preços da gasolina e do diesel até o fim do ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/ministro-descarta-aumento-nos-precos-da-gasolina-e-do-diesel-ate-fim-do-ano
Sep 3rd 2013, 21:45

Cristina Indio do Brasil

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, descartou a possibilidade de um aumento nos preços da gasolina e do diesel até o final do ano. Ele informou que o governo não cogita neste momento a liberação de reajustes para os produtos, mas destacou que é uma decisão do Conselho de Administração da Petrobras. "Não se cogita no momento. Este ano ainda não. Suponho, mas depende do Conselho de Administração da Petrobras cujo presidente é o ministro da Fazenda" disse.
O ministro acrescentou que é papel da Petrobras pedir os reajustes de preços e que a diretoria da empresa tem que zelar pela saúde financeira da companhia. "O governo olha isso com cuidado e todo carinho, com todo apreço, mas olha também a situação econômica do país de um modo geral. Tem sempre a preocupação de não permitir que modificações no caminho causem uma turbulência que gere inflação. O fato da Petrobras pedir é visto pelo governo como uma obrigação dela", analisou.
Lobão disse que a Petrobras pede a revisão dos preços sempre que considera que os valores não estão alinhados às tarifas internacionais. O ministro participa da abertura do Brazil WindPower, no Centro de Convenções SulAmérica, no centro do Rio de Janeiro. O encontro vai discutir durante dois dias investimentos no setor da energia eólica.
Edição: Fábio Massalli
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Brasil precisa avançar em reformas estruturais para melhorar competitividade, diz o economista Benat Bilbao

Economia



Brasil precisa avançar em reformas estruturais para melhorar competitividade, diz o economista Benat Bilbao
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Sep 3rd 2013, 22:21

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Com o preço das commodities em queda, os bens primários com cotação internacional, e o acesso ao crédito mais difícil por causa do aumento dos juros, o Brasil precisa avançar em reformas estruturais para tornar-se uma economia mais competitiva. A avaliação é do economista sênior do Fórum Econômico Mundial Benat Bilbao, especialista em América Latina e um dos autores do Relatório de Competitividade Global 2013–2014, divulgado hoje (3).
Segundo Bilbao, a mudança das condições que impulsionaram a economia brasileira nos últimos anos reforça a necessidade de ações para resolver os principais desafios que impedem o país de crescer mais. Entre as medidas que o economista julga necessárias está a flexibilização dos mercados de bens e de trabalho, além de uma ampla reforma tributária.
Em relação ao mercado de bens e de serviços, o economista defende medidas de liberalização, que resultem na alocação mais eficiente de recursos. "A liberalização é essencial para aumentar a concorrência e permitir que os recursos sejam canalizados para os setores mais produtivos da economia", explicou.
Sobre o mercado de trabalho, Bilbao é favorável à redução de encargos trabalhistas, principalmente os tributos e as contribuições pagas nas demissões, além da flexibilização dos salários para refletir a produtividade do empregado. Ele, no entanto, reconhece que essas medidas são impopulares. "A reforma do mercado de trabalho é bastante necessária, mas enfrenta resistência. É justamente o receio de enfrentar essas questões que atrasa as reformas necessárias para o país", disse.
O especialista recomenda ainda que o Brasil simplifique o sistema tributário e diminua o peso dos impostos sobre a economia para aliviar as distorções. "A complexidade do sistema tributário é uma das principais queixas dos empresários que investem no Brasil. Além disso, o alto nível de taxação cria distorções e impede que as companhias se tornem mais lucrativas e invistam em inovações", ressaltou.
De acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial, o Brasil caiu oito posições em 2013 e ficou no 56º lugar no ranking internacional de competitividade, de um total de 148 países analisados. Entre os países do Brics, grupo das principais economias emergentes, o país perdeu a segunda posição para a África do Sul. Na América Latina, o Brasil ficou em quinto lugar, perdendo uma posição para o México.
O relatório destaca que a deterioração de fatores macroeconômicos, principalmente das contas públicas e da taxa de poupança, contribuiu para a queda do Brasil no ranking. O economista diz que o aumento de gastos públicos posto em prática pelo governo nos últimos anos ainda não afeta a estabilidade da economia brasileira, mas recomenda moderação da equipe econômica no médio e no longo prazo.
"As ações do governo precisam ser vistas num quadro mais amplo. A expansão dos investimentos e dos gastos públicos está tentando conter um ciclo de baixo crescimento da economia. No curto prazo, essa política pode até ser eficaz, mas o governo precisa ter cuidado para não confiar demais no aumento do déficit nominal e no endividamento público. Se essa tendência continuar, o crescimento da economia brasileira no longo prazo estará prejudicado", adverte Bilbao.
Outros fatores que contribuíram para a posição do país no ranking de competitividade, acrescenta o economista, são comuns aos países latino-americanos, como instituições fracas, baixa qualidade da educação e defasagem na infraestrutura. Ele, no entanto, considera que o Brasil leva vantagem sobre os países da região porque tem bolsões de inovação e ambiente sofisticado de negócios.
"Se fizer as reformas necessárias e investir nesses pontos fortes, o Brasil tem um potencial de crescimento fantástico nos próximos anos", avalia o economista. Ele ressalta que a África do Sul só superou o Brasil entre os países do Brics por causa da liberalização do mercado de bens. "Em termos de inovação, o Brasil tem uma economia mais complexa e sofisticada que os sul-africanos", completa.
Edição: Juliana Andrade e Lana Cristina
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Lucro líquido da Petrobras vai superar R$ 20 bilhões, diz Lobão

Economia



Lucro líquido da Petrobras vai superar R$ 20 bilhões, diz Lobão
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Sep 3rd 2013, 22:31

Cristina Indio do Brasil

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o lucro líquido da Petrobras este ano vai superar R$ 20 bilhões. Ele não acredita que a falta de alinhamento dos preços da gasolina e do diesel com o mercado internacional possa prejudicar a receita da empresa. "O argumento de que a Petrobras tem os seus investimentos comprometidos é antigo e nunca ela deixou de fazer os investimentos que deve. A Petrobras terá este ano um lucro de mais de R$ 20 bilhões. Ela vai cumprir rigorosamente com o seu cronograma de investimentos", garantiu.
Lobão informou ainda que uma edição extra do Diário Oficial vai publicar hoje (3) o cronograma do leilão do Campo de Libra do pré-sal, marcado para 21 de outubro deste ano. "O Tribunal de Contas não tem nenhuma sugestão, nenhuma observação crítica para fazer, portanto, está tudo dentro do conforme. Vamos fazer o leilão de acordo com o cronograma previsto", disse.
Edição: Fábio Massalli
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ANP confirma primeiro leilão do pré-sal para o dia 21 de outubro

Economia



ANP confirma primeiro leilão do pré-sal para o dia 21 de outubro
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Sep 3rd 2013, 22:35

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) confirmou hoje (9) o primeiro leilão de exploração e produção de petróleo e gás natural na área do pré-sal, sob o regime de partilha de produção, para o dia 21 de outubro. A licitação tem como objeto o Campo de Libra, localizado na Bacia de Santos (SP).
O edital definitivo e o modelo do contrato foram divulgados hoje (3) pela ANP, e um aviso foi publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União.
A empresa que vencer o leilão terá que pagar um bônus de assinatura à União de R$ 15 bilhões. As empresas interessadas em participar da licitação também deverão pagar à ANP taxa de participação no valor de R$ 2.067.400, que não será devolvida pela agência. As garantias de oferta, com valor de R$ 156.109.000, deverão ser apresentadas no dia 7 de outubro à ANP.
Segundo o cronograma previsto no edital, o prazo final para o pagamento da taxa de participação e a entrega de documentos para qualificação das empresas interessadas é dia 18 de setembro. A assinatura do contrato de partilha de produção está prevista para novembro.
A área a ser licitada tem cerca de 1,5 mil quilômetros quadrados. Segundo o edital, os ganhadores da licitação deverão desenvolver as atividades de exploração por quatro anos, prazo que poderá ser estendido, como prevê o contrato de partilha de produção.
Edição: Juliana Andrade
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Tesouro autoriza emissão de R$ 2,05 bilhões em títulos para cobrir redução de tarifa de energia

Economia



Tesouro autoriza emissão de R$ 2,05 bilhões em títulos para cobrir redução de tarifa de energia
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/tesouro-autoriza-emissao-de-r-205-bilhoes-em-titulos-para-cobrir-reducao-de-tarifa-de-energia
Sep 3rd 2013, 21:13

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Pela terceira vez em 40 dias, o Tesouro Nacional vai emitir títulos públicos para financiar a redução da tarifa de energia. Portaria publicada hoje (3) no Diário Oficial da União autoriza a emissão de R$ 2,05 bilhões em papéis do governo em favor da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que cobre os descontos na conta de luz.
Ao todo, o Tesouro emitirá 2,5 milhões de títulos prefixados com vencimento entre 2014 e 2017. O dinheiro obtido com a operação será revertido à CDE, que usará os recursos para bancar a redução média de 18% nas tarifas de energia. Em 23 de julho, o Tesouro havia lançado R$ 518 milhões em títulos para a CDE. O órgão havia autorizado a emissão de mais R$ 800 milhões, em 5 de agosto, e de R$ 650 milhões, em 13 de agosto.
Com essas operações, o Tesouro está aumentando a dívida pública para financiar a redução dos encargos da energia elétrica. Originalmente, o governo tinha optado usar R$ 4 bilhões por ano em recebíveis da Usina Hidrelétrica de Itaipu para bancar as despesas da CDE até 2023. Nessa modalidade, o governo anteciparia as receitas a receber da empresa binacional – administrada em conjunto pelo Brasil e Paraguai – para cobrir a tarifa mais baixa.
Depois de críticas de que a antecipação de recebíveis representaria uma manobra fiscal para maquiar as contas públicas, o governo resolveu mudar a fonte de financiamento da CDE. Em vez das futuras receitas de Itaipu, a equipe econômica optou por fazer emissões de títulos, que não têm impacto no superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública), mas aumentam o endividamento do governo.
Por meio das emissões de títulos da dívida pública, o governo pega emprestado dos aplicadores recursos para honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional compromete-se a devolver o dinheiro acrescido de alguma correção, que pode seguir o câmbio, índices de inflação, a taxa Selic (juros básicos da economia) ou ser prefixada – definida com antecedência no momento da emissão.
Edição: Juliana Andrade
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Mantega e Haddad discutem em São Paulo a liberação de recursos do PAC

Economia



Mantega e Haddad discutem em São Paulo a liberação de recursos do PAC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/mantega-e-haddad-discutem-em-sao-paulo-liberacao-de-recursos-do-pac
Sep 3rd 2013, 20:17

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, definiu hoje (3) as etapas de liberação de R$ 8 bilhões para obras de infraestrutura na cidade de São Paulo vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A informação foi divulgada pelo prefeito Fernando Haddad após reunião com o ministro no escritório regional da Presidência da República, na capital paulista.
"Estabelecemos como vai ser a rotina dos trabalhos", disse Haddad. Segundo ele, o tema será ainda discutido com área técnica do Ministério da Fazenda, em Brasília, que vai compatibilizar os desembolsos por meio da Caixa Econômica Federal (CEF) com o cronograma das obras.
Perguntado ser havia também abordado com Mantega sobre a reivindicação da prefeitura de trocar o indexador de correção da dívida da cidade com a União, Haddad disse que, no encontro, apenas tratou do assunto PAC.
No entanto, o prefeito reiterou o interesse de alterar a atual base de cálculo, que é feito por meio do Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGP-DI) mais 9%. Haddad quer que o cálculo passe a ser feito pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 4% e defende que o indexador pleiteado sirva para recalcular o endividamento de forma retroativa, ou seja, com correção dos valores desde o início dos contratos assinados com a União. O valor da dívida está estimado em mais de R$ 50 bilhões. "A troca do indexador está avançando", revelou o prefeito.
Edição: Fábio Massalli
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Coutinho atribui recorde de desembolsos do BNDES à necessidade de reativar investimentos

Economia



Coutinho atribui recorde de desembolsos do BNDES à necessidade de reativar investimentos
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/coutinho-atribui-recorde-de-desembolsos-do-bndes-necessidade-de-reativar-investimentos
Sep 3rd 2013, 19:00

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, justificou hoje (3) o recorde nos desembolsos da instituição para empréstimos neste ano pela necessidade de reativar o investimento, em virtude do cenário econômico mundial. "Estamos em contexto de alta incerteza internacional", avaliou.
De acordo com um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), de janeiro a junho deste ano, o BNDES liberou R$ 88,3 bilhões, o que representa 20,6% dos investimentos no país. Em todo o ano passado, o percentual foi 13,7%. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), os desembolsos da instituição, considerando o período de junho de 2012 a 2013, representaram 4,2%. Esse percentual é o mesmo nível de 2009.
Ele considera que o objetivo do banco foi alcançado, tendo em vista os resultados da economia nos últimos meses. "Tivemos um desempenho mais dinâmico do investimento no primeiro e segundo trimestre deste ano", avaliou após participar do Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), na capital paulista.
"[A crise da metade 2011 e de 2012] não foi tanto aguda, mas continuada, prolongada, afetando expectativas. Tanto que nós tivemos um ano de crescimento muito baixo em 2012. É natural que tenhamos buscado estimular o investimento como forma de sustentação e recuperação da economia. A comparação precisa olhar o contexto", avaliou.
Edição: Juliana Andrade
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Secretário minimiza queda da produção industrial e diz que PIB do trimestre é o que importa

Economia



Secretário minimiza queda da produção industrial e diz que PIB do trimestre é o que importa
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/secretario-minimiza-queda-da-producao-industrial-e-diz-que-pib-do-trimestre-e-que-importa
Sep 3rd 2013, 18:21

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, minimizou o resultado da produção industrial, que teve queda de 2% entre junho e julho deste ano. O número, divulgado hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi interpretado por alguns analistas como indicação de resultado negativo no terceiro trimestre do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).
Para o secretário, o que importa, agora, é o crescimento do PIB no segundo trimestre, que ficou em 1,5% , em relação ao trimestre anterior. Ele lembrou que o resultado indica uma recuperação importante da economia brasileira, com o crescimento da produção industrial na comparação feita em 12 meses.
"Portanto, do ponto de vista de médio e longo prazos, entendo que as bases para um retomada do crescimento econômico estão lançadas, e ela [retomada] vai ocorrer. Muito gente é mais ou menos otimista, e isso é normal. Mas o PIB recentemente informado mostra que começa a dar resultado o trabalho de fundamentos que o Brasil vem fazendo para melhorar sua competitividade e ter um conjunto de estímulos à produção", disse o secretário após audiência na Comissão de Assunto Econômicos do Senado.
Para a equipe econômica, esse crescimento vai se manter nos trimestres subsequentes, destacou Arno Augustin. De acordo com o secretário, é cedo para falar em PIB negativo no trimestre atual, que ainda não acabou. "Vamos avaliar o processo. Vamos avaliar os resultados no momento adequado, mas acho precipitado esse tipo de posicionamento."
Em duas hora e meia de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos, um dos assuntos abordados pelo secretário foi a dívida pública, incluindo estados e municípios. Arno Augustin reiterou que o Brasil está preparado para enfrentar as dificuldades do mercado financeiro internacional, que, entre outros pontos, têm se traduzido na volatilidade do câmbio e no receio de queda nos investimentos estrangeiros. Ele também apresentou números para convencer os parlamentares de que a economia brasileira tem fundamentos sólidos.
Edição: Nádia Franco
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Mudança no câmbio faz com que Brasil passe por ajustes, diz Luciano Coutinho

Economia



Mudança no câmbio faz com que Brasil passe por ajustes, diz Luciano Coutinho
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Sep 3rd 2013, 16:37

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse hoje (3) que as recentes alterações cambiais fazem com que o país passe por um momento de ajustes. "Estamos vivendo um momento de incertezas, de ajustes, de reprecificação de moeda, de papéis, em função da perspectiva da política monetária americana", declarou.
Ele reconheceu que esse processo afeta a confiança na economia. "Essa turbulência, nos últimos meses, tem afetado o estado de confiança e tem produzido certa ansiedade", disse. O presidente do BNDES participou, pela manhã, da quinta edição do Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), na capital paulista, que conta com a presença de aproximadamente 600 empresários e diretores de empresas.
Durante o encontro, Coutinho destacou ainda a mobilização empresarial para o desenvolvimento da inovação industrial. "A demanda por projetos de inovação nos surpreendeu, pela sua escala, pelo número de empresas, demandando e apresentando projetos", declarou em referência aos números do Plano Inova Empresa.
De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, 1.904 empresas e 223 instituições de ciência e tecnologia enviaram propostas para os primeiros editais do programa, lançado em março.
Edição: Talita Cavalcante
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Secretário do Tesouro diz que números mostram a solidez da economia brasileira

Economia



Secretário do Tesouro diz que números mostram a solidez da economia brasileira
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/secretario-do-tesouro-diz-que-numeros-mostram-solidez-da-economia-brasileira
Sep 3rd 2013, 15:50

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse hoje (3) o país tem números que mostram os fundamentos sólidos da economia brasileira. Além do crescimento econômico de 1,5%, registrado no segundo trimestre, Arno destacou a dívida líquida do setor público em proporção do Produto Interno Bruto (PIB), que caiu de 60,4%, em 2002, para 34,1% em julho de 2013.
Já as reservas internacionais passaram também a ser um diferencial. Em dezembro de 2002, as reservas estavam em US$ 37,8 bilhões e, atualmente, somam US$ 372 bilhões, segundo o secretário. "Nosso nível de reservas está tranquilo e vai se manter. Temos fundamento muito bom. Na crise de 2008, já mostramos isso. Estamos retomando o crescimento econômico e a política fiscal tem se mantido."
Sobre os investimentos estrangeiros diretos, Arno mostrou que o indicador da confiança dos investidores passou de US$ 16,6 bilhões, em 2002, para US$ 62,3 bilhões em julho de 2013.
Sobre o peso dos juros da dívida pública, o secretário lembro que, enquanto os juros representavam 7,7% do PIB, na mesma comparação; atualmente chega a 4,7%, com a dívida bruta em 59,4% ante a dívida líquida de 34,1%.
Arno, que participa de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para debater a política fiscal e financiamento de estados e municípios, tentou ainda tranquilizar os parlamentares sobre a volatilidade do câmbio, que tem feito o dólar subir e desvalorizar o real. "Não vamos permitir que o real se valorize demasiadamente e que não se deprecie demais."
A respeito das desonerações, ele defendeu as medidas como forma de aquecer a economia e aumentar a competitividade. "Fizemos desonerações fortes, inclusive da folha de pagamento, para aumentar a competitividade e o resultado foi o processo de crescimento e a gente espera que, assim, isso continue. Podemos fazer desonerações residuais, mas no momento isso passou."
Edição: Talita Cavalcante
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Pimentel diz que defasagem do câmbio está superada

Economia



Pimentel diz que defasagem do câmbio está superada
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/pimentel-diz-que-defasagem-do-cambio-esta-superada
Sep 3rd 2013, 15:42

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse, hoje (3), que o país superou a defasagem cambial que prejudicava o desempenho industrial. "O novo patamar da nossa moeda em relação às moedas internacionais nos dá um conforto que não tivemos nos últimos anos. Com toda certeza, [a desvalorização do real] será importante para alavancar mais a renda, o investimento e a produção no nosso país", destacou.
Pimentel participou, na capital paulista, da abertura do 5º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria. O ministro disse, ainda, que o trabalho da equipe econômica tem sido fundamental para afastar qualquer possibilidade de "surto inflacionário".
"A taxa de juros deve ser administrada para gerar esse efeito. Não há nenhum sinal de desequilíbrio das contas públicas, pelo contrário: um país que conseguiu, em cerca de oito a dez anos, impor a sua dívida pública uma trajetória decrescente não tem qualquer risco de desequilíbrio", ressaltou Fernando Pimentel
Edição: Marcos Chagas
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BC faz leilão de dólares no mercado futuro de cerca de US$ 500 milhões

Economia



BC faz leilão de dólares no mercado futuro de cerca de US$ 500 milhões
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/bc-faz-leilao-de-dolares-no-mercado-futuro-de-cerca-de-us-500-milhoes
Sep 3rd 2013, 13:47

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Banco Central (BC) fez hoje (3) mais um leilão de swap cambial, equivalente à venda de dólares no mercado futuro. O leilão faz parte da estratégia de atuação diária do BC no mercado de câmbio. No leilão de hoje, foram negociados 10 mil contratos, com vencimento em 2 de dezembro de 2013 e com valor total de US$ 498,2 milhões.
Pela programação do BC, de segunda a quinta-feira serão feitos leilões de swap cambial, com oferta de cerca de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra. Mas quando anunciou essa programação, no dia 22 de agosto, o BC informou que faria leilões adicionais sempre que julgasse apropriado.
Desde o fim de maio, o sistema financeiro global enfrenta dificuldade por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Com menos dólares em circulação, a cotação da moeda norte-americana fica mais alta em todo o mundo.
Edição: Talita Cavalcante
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Brasil está preparado para enfrentar dificuldades do mercado financeiro internacional, reitera Arno Augustin

Economia



Brasil está preparado para enfrentar dificuldades do mercado financeiro internacional, reitera Arno Augustin
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/brasil-esta-preparado-para-enfrentar-dificuldades-do-mercado-financeiro-internacional-reitera-arno-au
Sep 3rd 2013, 15:21

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, reiterou hoje (3) que o governo federal está preparado para enfrentar as dificuldades do mercado financeiro internacional, que, entre outros pontos, têm se traduzido na volatilidade do câmbio e no receio de queda nos investimentos estrangeiros no Brasil.
Arno participa de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para debater a política fiscal e o financiamento de estados e municípios. Um exemplo é "a dívida externa, que caiu bastante", segundo ele. "Hoje somos credores. Temos reservas maiores do que o valor da dívida. Temos mais de US$ 370 bilhões em reservas", completou.
Arno apresentou ainda os últimos números da economia brasileira, como o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "Esse resultado da economia brasileira representa o esforço e uma série de políticas adotadas pelo governo. Esforço para prover recursos de infraestrutura."
Sobre as despesas do governo federal, Augustin defendeu que o déficit das contas públicas está em "franca queda". Para ele, essa é uma tendência, não só da Previdência Social, mas dos gastos com pessoal, que, está em equilíbrio.
"Temos dado reajustes, contratado servidores, mesmo assim a tendência é de queda. Dívida líquida caiu de mais de 60% para 31,4%. As reservas estão em patamares positivos, mesmo em uma situação de volatilidade internacional. Nossa dívida líquida bruta está equilibrada, com melhoria fiscal", disse. Para o secretário, esses são fundamentos econômicos que dão confiança a investidores internos e externos.
Outro dado considerado importante por Arno Agustin é a redução da dívida líquida dos estados. Segundo ele, os números têm melhorado significativamente. Pelos números apresentados, a dívida do setor que era de 17,5% do PIB, em 2002, passou para 9,9%. No caso dos municípios, a redução no período passou de 2,4% para 1,8%. "Não é tão forte, mas é significativa à medida que o endividamento é baixo", avaliou.
Sobre a posição do governo federal de se empenhar para avalizar os empréstimos externos de estados e municípios, Arno lembrou que o objetivo maior é permitir que, com a garantia, haja redução maior das taxas de juros e, assim, sobrar recursos para os investimentos. "Esse é o motivo principal que damos garantias aos entes federados. São financiamento de médio e longo prazo e, quanto menor a taxa, melhor a capacidade de investimento para estados e municípios", disse.
De forma geral, Arno Agustin, disse que os patamares de juros para investimentos têm sido bem menores do que há tempos e que isso é um fator significativo para a economia brasileira.
Edição: Talita Cavalcante
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Custo da construção civil em São Paulo avança 0,16% em agosto

Economia



Custo da construção civil em São Paulo avança 0,16% em agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/custo-da-construcao-civil-em-sao-paulo-avanca-016-em-agosto
Sep 3rd 2013, 13:15

Fernanda Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil no estado de São Paulo durante o mês de agosto ficou em R$ 1.094 por metro quadrado, alta de 0,16% ante o mês anterior. No acumulado do ano até agosto, o índice registrou alta de 6,82% e, nos últimos 12 meses, avanço de 7,35%.
O CUB, calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP ) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV), é usado nos reajustes dos contratos de obras.
No mês passado, o custo com mão de obra subiu 0,07% em relação a julho. Já o custo com materiais de construção apresentaram elevação de 0,31%. Os salários dos engenheiros indicaram estabilidade.
No período, 15 dos 41 insumos da construção pesquisados variaram acima do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) do mês, que ficou em 0,15%. Alguns dos maiores reajustes no mês foram óleo diesel (1,36%), areia média lavada (1,18%) e aço CA-50 (1,17%).

Edição: Denise Griesinger

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Veículos e indústria farmacêutica puxam queda da indústria em julho

Economia



Veículos e indústria farmacêutica puxam queda da indústria em julho
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/veiculos-e-industria-farmaceutica-puxam-queda-da-industria-em-julho
Sep 3rd 2013, 12:45

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A queda de 5,4% na produção de veículos em julho teve a principal influência no recuo de 2% da indústria brasileira no período. O segundo principal impacto veio da queda de 10,7% da indústria farmacêutica, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Quedas na produção atingiram 15 dos 27 setores pesquisados pelo IBGE, na passagem de junho para julho deste ano. Outros principais destaques negativos da pesquisa foram os setores de borracha e plástico (4,5%), celulose e papel (3,6%) e alimentos (1,4%).
Por outro lado, 11 setores tiveram alta na produção e evitaram uma queda ainda maior da indústria, entre eles, o refino de petróleo e produção de álcool (3,3%).
Já na comparação com julho de 2012, 18 setores tiveram crescimento, com destaque para refino de petróleo e álcool (10,2%), veículos automotores (4,3%), máquinas e equipamentos (5,6%) e outros equipamentos de transporte (12,8%).
Edição: Talita Cavalcante
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Produção industrial brasileira recua 2% entre junho e julho deste ano

Economia



Produção industrial brasileira recua 2% entre junho e julho deste ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-03/producao-industrial-brasileira-recua-2-entre-junho-e-julho-deste-ano
Sep 3rd 2013, 12:21


Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A produção industrial brasileira teve queda de 2% entre junho e julho deste ano. O dado foi divulgado hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Industrial Mensal.
As quatro categorias de uso da indústria tiveram recuo na produção, com destaque para os bens de consumo duráveis, com queda de 7,2%. Os bens de capital (máquinas e equipamentos usados no setor produtivo) tiveram redução de 3,3% na produção.
Também registraram perdas os bens de consumo semi e não duráveis (-1,5%) e os bens intermediários (insumos industriais para o setor produtivo) com queda de 0,7%.
Por outro lado, na comparação com julho de 2012, houve alta de 2%. Houve aumento na produção também nos acumulados do ano (2%) e dos últimos 12 meses (0,6%).
Edição: Denise Griesinger

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Apesar de alta nacional do IPC-S, cinco capitais têm queda na taxa em agosto

Economia



Apesar de alta nacional do IPC-S, cinco capitais têm queda na taxa em agosto
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Sep 3rd 2013, 11:32


Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) tiveram queda no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) entre a terceira e a última semanas de agosto. As principais reduções na taxa foram observadas em Salvador (de -0,21% para -0,26%) e Rio de Janeiro (0,46% para 0,41%), ambas com queda de 0,05 ponto percentual.
Com quedas de 0,02 ponto percentual, aparecem Brasília (de 0,2% para 0,18%), Recife (de 0,18% para 0,16%) e São Paulo (de 0,07% para 0,05%).
As cidades de Porto Alegre e Belo Horizonte tiveram alta no IPC-S. Em Belo Horizonte, o aumento foi de 0,26 ponto percentual, ao passar de uma deflação (queda de preços) de 0,18% para uma inflação de 0,08%. Em Porto Alegre, a alta foi de 0,24 ponto percentual (de 0,32% para 0,56%).
A média nacional do IPC-S divulgada ontem (2) fechou agosto em 0,2%, 0,04 ponto percentual acima da terceira semana do mês.
Edição: Denise Griesinger

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