Agricultores com nome no Cadin terão acesso a crédito

4 de setembro de 2013

Economia



Agricultores com nome no Cadin terão acesso a crédito
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/agricultores-com-nome-no-cadin-terao-acesso-credito
Sep 4th 2013, 20:14

Da Agência Brasil

Brasília – O Ministério da Integração Nacional autorizou a retirada, por um período de 12 meses, do nome de produtores do Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin). Quase 9 mil trabalhadores rurais com pendências registradas no Cadin serão beneficiados pela medida, publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (30). Desse total, 5 mil seriam pequenos produtores, que cultivam áreas de cerca de 6 hectares.
A medida, no entanto, só vale para os perímetros irrigados mantidos pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), ligada ao Ministério da Integração. Trabalhadores assentados após a publicação da portaria estão excluídos da medida. As dívidas dos agricultores são relacionadas e à utilização de infraestrutura de irrigação de uso comum, tarifa conhecida como K1, e à titularidade de lotes.
Agora, os produtores poderão contrair crédito em instituições financeiras e aumentar a produção. O governo espera que os agricultores ampliem a produção em 20 mil hectares e gerem cerca de 20 mil empregos a título de investimento nas plantações.
Hoje, chega a R$ 107 milhões a soma dos débitos dos agricultores com nome no Cadin.
Edição: Nádia Franco
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Banco Central e Ministério da Justiça divulgam boletim sobre consumo e finanças

Economia



Banco Central e Ministério da Justiça divulgam boletim sobre consumo e finanças
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/banco-central-e-ministerio-da-justica-divulgam-boletim-sobre-consumo-e-financas
Sep 4th 2013, 19:49

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Central e o Ministério da Justiça disponibilizaram hoje (4) na internet mais uma edição do Boletim Consumo e Finanças, com explicações para o cidadão sobre a natureza e finalidade das informações existentes no Sistema de Informações de Crédito (SCR), banco de dados no qual são armazenadas operações de crédito com endividamento acima de R$ 1 mil.
O boletim ressalta as limitações existentes para uso dos dados e destaca que é necessária a autorização expressa do cliente para que as instituições financeiras possam consultar suas informações no SCR. Indica também o caminho para que o consumidor se credencie para acessar seus dados gratuitamente pela internet.
De acordo com o Banco Central, o Sistema de Informações de Crédito, também conhecido como "cadastro positivo" do Sistema Financeiro Nacional (SFN), contribui positivamente no processo decisório de concessão de crédito, uma vez que permite a identificação dos clientes que pagam suas obrigações em dia e abre a possibilidade do tomador de empréstimo negociar taxas de juros menores e prazos mais longos.
De acordo com o Conselho Monetário Nacional (CMN), qualquer uso desse sistema que não seja diretamente vinculado à análise de crédito, realizado estritamente por instituições financeiras, é abusivo e deve ser reportado ao BC e aos órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor.
Edição: Nádia Franco
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Ministério determina percentuais obrigatórios de umidade e proteína para frangos resfriados

Economia



Ministério determina percentuais obrigatórios de umidade e proteína para frangos resfriados
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/ministerio-determina-percentuais-obrigatorios-de-umidade-e-proteina-para-frangos-resfriados
Sep 4th 2013, 20:01

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou hoje (4) instrução normativa determinando os percentuais obrigatórios de umidade e proteína para frangos resfriados. As normais atuais só incluem testes para medir a quantidade de água e gelo na carne congelada de frango, mantida a uma temperatura menor do que a do produto resfriado. De acordo com a nova regra, divulgada no Diário Oficial da União, o frango resfriado deverá ter teor de umidade entre 65,05% e 71,81%. A quantidade de proteína deverá ficar entre 14,05% e 19,17%. A adequação a esses parâmetros será verificada por fiscais federais, que farão testes por amostragem.
Segundo Flávio Braile Turquino, diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura, os percentuais são semelhantes aos toleráveis para o frango congelado e estabelecidos de acordo com a proporção fisiológica aceitável. Turquino informa que, em um primeiro momento, não há previsão de alteração no rótulo do frango resfriado para exposição das informações sobre os novos percentuais. "A instrução normativa dá o respaldo para o ministério se adequar e adequar a indústria. É só uma ferramenta de controle", disse.
De acordo com a advogada Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), o excesso de água em carnes resfriadas ou congeladas é constatado com frequência. "Isso [a regulamentação] é importante porque constantemente o consumidor está pagando por água e gelo. A Proteste fez testes em frango e em peixes há alguns anos. Encaminhamos os resultados ao Ministério da Agricultura com um pedido de regulamentação adequado", disse. De acordo com ela, se o cliente desconfiar que está comprando o produto a um peso menor do que o especificado na embalagem, deve procurar imediatamente um órgão de defesa do consumidor.
Para o também advogado José Geraldo Tardin, presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), quanto mais clara for a legislação sobre as obrigações das empresas, mais fácil fica para o consumidor se defender. "É importantíssimo esse procedimento [de definir os percentuais tolerados]. As empresas praticam isso [vender um peso menor do que o informado na embalagem] constantemente. Como às vezes não é notado, ou se trata de uma diferença pequena, as pessoas relevam. Mas é uma lesão ao consumidor e um ilícito da empresa", disse.
Edição: Fábio Massalli
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Governo pretende atrair indústrias para regime tributário das zonas de Processamento de Exportação

Economia



Governo pretende atrair indústrias para regime tributário das zonas de Processamento de Exportação
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Sep 4th 2013, 18:37

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A compra de insumos por meio do regime tributário das zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) pode sair de 30% a 50% mais barata na comparação com outros regimes aduaneiros, segundo estudo divulgado hoje (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Com os dados, obtidos a partir da análise de 147 produtos comercializados em 20 estados que terão ZPEs instaladas, o governo pretende atrair a indústria para o regime. Apesar de ter sido criado há 25 anos, a primeira ZPE foi inaugurada este ano, em Pecém (CE).
As ZPEs são áreas de livre comércio exterior, onde empresas recebem benefícios administrativos e tributários. A figura das zonas de processamento foi instituída pelo Decreto-Lei n° 2.452, de 1988. Atualmente, seu funcionamento é regulamentado pela Lei n° 11.508/2007. Hoje, existem 24 zonas oficialmente criadas distribuídos por 20 estados, mas apenas a de Pecém está instalada, desde o dia 30 de agosto. A área tem estrutura administrativa e de alfândega construída. Também está em construção no local a Companhia Siderúrgica do Pecém, da Vale e dos grupos coreanos Dong Kuk Steel e Posco. O investimento será US$ 5 bilhões na primeira fase e US$ 9 bilhões na segunda.
O secretário executivo do Conselho Nacional das ZPEs, Gustavo Fontenele, informa que também há projetos industriais para as zonas de processamento de Parnaíba (PI) e Senador Guiomard (AC). As duas áreas ainda necessitam de autorização do conselho para a instalação e funcionamento. A solicitação de criação de uma ZPE é ser feita a esse colegiado por um representante do poder público da região interessada. Depois, também cabe aos governos locais atrair investimentos para as áreas. Para Fontenele, o estudo divulgado hoje pelo ministério facilitará a negociação.
"A importância é que pela primeira vez um estudo oferece comparativos de carga tributária entre regimes. Quando se for tratar com industriais, teremos dados para mostrar. Se as empresas instalarem unidades industriais em ZPEs, vão ter ganho de competitividade", disse. A análise envolveu produtos ligados a sete setores industriais. São eles metalurgia, petróleo e combustíveis, eletrônicos, alimentos e bebidas, vestuário e calçados, metais e pedras preciosas e produtos de madeira. Os critérios para escolher os setores estudados foram sua presença nos projetos apresentados ao Conselho das ZPEs e o potencial para a exportação.
Para ajudar o regime a engrenar, o governo brasileiro estuda alterar a legislação relativa às ZPEs. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, disse que a exigência de que 80% do faturamento sejam em exportações para uma empresa ser habilitada é considerada alta e pode ser reduzida. Segundo Pimentel, também é avaliada a criação de ZPEs setoriais, de acordo com a vocação econômica de cada região. O governo também apoia o modelo de gestão privada para as zonas, que deve ser decidido pelos estados e municípios. Atualmente quatro das 24 ZPEs têm gestão privadas. Elas se localizam na Bahia, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Minas Gerais. Além disso, é discutida no Congresso Nacional a inclusão do setor de serviços como habilitado aos benefícios das áreas.
Edição: Fábio Massalli // matéria atualizada às 18h47 para acréscimo de informação
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Governo aciona usinas termelétricas no Nordeste para garantir segurança elétrica da região

Economia



Governo aciona usinas termelétricas no Nordeste para garantir segurança elétrica da região
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/governo-aciona-usinas-termeletricas-no-nordeste-para-garantir-seguranca-eletrica-da-regiao
Sep 4th 2013, 17:50

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O governo decidiu hoje (4) ligar termelétricas no Nordeste para garantir a segurança elétrica na região por causa do blecaute que aconteceu na semana passada. Segundo o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, a ativação das termelétricas a carvão, gás e óleo é temporária, deve durar cerca de 15 dias e será feita enquanto a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) conclui a fiscalização da região onde ocorreu a interrupção de energia.
A decisão foi tomada durante reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). A geração de termelétrica na região será de cerca de 1 mil megawatts. "Até que se continuem as avaliações. É uma medida de segurança que está se adotando para evitar que, se ocorresse uma nova queimada e desligasse aquelas duas linhas, levasse a Região Nordeste a um novo blecaute", disse Zimmermann.
No início de julho, o governo decidiu desligar 34 termelétricas a óleo combustível e a óleo diesel em todo o país que estavam ligadas desde outubro do ano passado, que somam 3,8 mil megawatts. Zimmermann disse que o custo do acionamento das térmicas no Nordeste será dividido entre todos os consumidores do país.
O blecaute que atingiu a Região Nordeste na semana passada foi ocasionado por uma queimada que ocasionou o desligamento automático de duas linhas de transmissão que interligam os sistemas Sudeste/Centro-Oeste com o Nordeste, localizadas entre as subestações Ribeiro Gonçalves e São João do Piauí, no interior do Piauí.
Segundo Zimmermann, a avaliação do CMSE é que o sistema de proteção atuou de forma correta para isolar a Região Nordeste do resto do Sistema Interligado Nacional (SIN). "O restabelecimento também foi em um tempo melhor do que nas outras vezes em que houve uma ocorrência dessas", avaliou o secretário.
Edição: Fábio Massalli
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Preço da cesta básica cai em 13 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese

Economia



Preço da cesta básica cai em 13 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese
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Sep 4th 2013, 15:44

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O preço da cesta básica em agosto caiu em 13 das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores quedas no preço do conjunto de produtos alimentícios essenciais ocorreram em Goiânia (-4,04%), Fortaleza (-3,96%) e no Recife (-3,43%). No acumulado do ano, no entanto, somente três localidades apresentam variação negativa: Florianópolis (-1,97%), Goiânia (-1,79%) e Belo Horizonte (-0,12%). Entre janeiro e agosto, Aracaju foi a capital com maior acréscimo, uma alta de 14,28%.
Apesar do recuo de 2,38%, São Paulo continuou a ser a capital com maior valor (R$ 319,66), seguida por Porto Alegre (R$ 311,50), Vitória (R$ 310,03) e Manaus (R$ 305,78). Os menores preços foram registrados em Aracaju (R$ 233,19), Salvador (R$ 257,54) e Goiânia (R$ 258,45).
Nos últimos 12 meses, houve aumento em 14 das 17 localidades pesquisadas (nesse período não havia sido incluída Campo Grande). As maiores variações foram registradas em Salvador (14,35%), João Pessoa (14,07%) e Belém (12,88%). Somente em Florianópolis (-3,77%), Goiânia (-2,07%) e no Rio de Janeiro (-1,36%) foi apurada diminuição dos preços.
Considerando o custo da cesta mais cara, o Dieese estima o valor do salário mínimo necessário para comprar os produtos essenciais. Em agosto, o piso deveria ser R$ 2.685,47, ou 3,96 vezes o mínimo em vigor (R$ 678). A defasagem, no entanto, é menor do que a registrada em agosto do ano passado, quando o valor necessário representava 4,16 vezes o mínimo do período (R$ 622).
O cálculo é feito a partir do que estabelece a Constituição Federal: o salário deve ser capaz de suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.
Edição: Juliana Andrade
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Ipea aponta perda de dinamismo do mercado de trabalho no primeiro semestre

Economia



Ipea aponta perda de dinamismo do mercado de trabalho no primeiro semestre
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/ipea-aponta-perda-de-dinamismo-do-mercado-de-trabalho-no-primeiro-semestre
Sep 4th 2013, 14:15

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O mercado de trabalho perdeu dinamismo no primeiro semestre de 2013, apesar de ter atingido um patamar importante na perspectiva histórica, avaliou hoje (4) Carlos Henrique Corseuil, diretor adjunto de Estudos e Políticas Sociais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O órgão, vinculado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, divulgou o Boletim de Mercado de Trabalho nº 55, que analisa a conjuntura nacional a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e de dados do Cadastro Geral de Emprego (Caged) e do Dieese.
"De forma geral, o mercado de trabalho mostrou uma perda de dinamismo em relação à evolução que vinha mostrando nos anos passados. No primeiro semestre de 2013, tanto a população ocupada quanto os rendimentos médios mostraram uma tendência de queda, embora outros indicadores, como a taxa de informalidade, continuem melhorando. A gente atribui essa perda de dinamismo na população ocupada e nos rendimentos a uma possível reação tardia no mercado de trabalho aos indicadores macroeconômicos, que, no final de 2011 e início de 2012 não estavam mostrando uma evolução muito positiva", disse o diretor, que aponta uma possibilidade de melhora.
"Em certo sentido, o fato de o PIB [Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas no país] dar sinais de recuperação, agora é um sinal de esperança para a gente de que o mercado vai ter uma reação positiva no segundo semestre".
Um dos pontos destacados pelo economista é que, em 2013, a taxa de desocupação chegou a superar, em junho, a registrada no mesmo período de 2012. "Isso era algo que não acontecia nos últimos anos. O desemprego vinha caindo continuamente. Mas o patamar não é ruim. Uma taxa de 6% é ao menos bem razoável para um país em desenvolvimento". A taxa de desocupação média do primeiro semestre foi 5,7%, equivalente a 0,2 ponto percentual menor que a do mesmo período de 2012. De 2011 para o ano passado, a queda tinha sido de 0,5 ponto percentual.
A população ocupada, outro indicador usado na análise, também se comportou de forma mais fraca em comparação aos anos anteriores, com queda entre janeiro e abril, e recuperação no segundo trimestre. A oscilação gerou um crescimento médio de 1,2%, ou de 272 mil postos de trabalho, sobre 2012.
Já o rendimento, que obteve alta média de 1,5% sobre o primeiro semestre de 2012, com o valor de R$ 1.875, 20 nos primeiros seis meses de 2013, teve o crescimento concentrado na variação de janeiro a fevereiro, seguido por uma leve queda até junho. Sobre os dados de julho, Corseuil avalia que os sinais para o segundo semestre são ambíguos.
"Quando a gente olha para os dados de julho, são sinais ambíguos. No que diz respeito ao rendimento, o dado mostrou que continua uma tendência de queda. Em relação à população ocupada, mostrou um aumento que pode ser uma reversão dessa tendência de queda do primeiro semestre", avaliou o pesquisador, que ponderou ser preciso analisar as próximas pesquisas para confirmar os sinais.
A taxa de informalidade apresentou melhor desempenho, com queda de 0,9 ponto percentual em relação ao primeiro semestre de 2012, chegando a 33,2% de média. Corseuil explica que a tendência era um aumento da taxa em um cenário de incertezas, mas políticas adotadas seguraram esse processo. "Com a informalidade, você não tem tantas amarras, e o empregador muitas vezes usa nesse ambiente de incerteza para ganhar um grau de flexibilidade maior. Mas, há forças estruturais que continuam agindo, como os mecanismos de crédito facilitado a pequenas empresas e a redução tributária. Num cenário que elevaria a informalidade, essas forças continuam puxando a informalidade para baixo".
Corseuil lembrou que os jovens são os que mais sofrem com o ambiente menos favorável para a economia. "Quando chega um momento desse em que há perda de dinamismo, isso torna a colocação no trabalho ainda mais difícil. O jovem tem uma barreira que é não ter experiencia prévia, uma coisa que é importante para o empregador. Nesses momentos, pode acontecer de o jovem ir parar no setor informal, o que pode dificultar a carreira dele num longo prazo".

Edição: Carolina Pimentel
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País registra mais saída que entrada de dólares pelo terceiro mês seguido

#Câmbio


Brasília – As saídas de dólares do país superaram as entradas, gerando saldo negativo de US$ 5,850 bilhões no fluxo cambial de agosto, de acordo com dados divulgados hoje (4) pelo Banco Central (BC). Esse foi o terceiro mês seguido de saldo negativo, com US$ 1,447 bilhão, em julho, e US$ 2,636 bilhões, em junho.

De janeiro a agosto, o fluxo cambial ficou positivo em US$ 2,238 bilhões, contra US$ 22,989 bilhões de igual período do ano passado. Nos oito meses do ano, o segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) registrou saldo negativo de US$ 12,652 bilhões, enquanto o comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou positivo em US$ 14,890 bilhões.

Em agosto, o segmento financeiro ficou negativo em US$ 3,992 milhões. O fluxo comercial também registrou déficit, de US$ 1,858 bilhão. As operações de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) chegaram a US$ 3,136 bilhões. Os pagamentos antecipados ficaram em US$ 4,435 bilhões. Esses valores estão incluídos nas exportações, que totalizaram US$ 17,839 bilhões. As importações ficaram em US$ 19,697 bilhões.

Em julho, o Banco Central eliminou as restrições de prazos para que os exportadores financiem pagamentos antecipados. Antes, os exportadores que quisessem antecipar o recebimento das receitas com as vendas para o exterior podiam pegar empréstimos de até cinco anos. O BC derrubou esse limite, permitindo que financiamentos de prazos mais longos sejam concedidos. A medida pode ajudar a aumentar a oferta de dólares no mercado, o que pode contribuir para empurrar a cotação para baixo.

Hoje, o BC também informou que a posição de câmbio dos bancos se inverteu de comprada (indica expectativa de alta do dólar) para vendida (expectativa de queda), de julho (US$ 1,675 bilhão) para agosto (US$ 4,190 bilhões).

O BC divulgou ainda valores de leilões de venda de dólares das reservas internacionais com compromisso de recompra. Em agosto, essas operações totalizaram US$ 4,110 bilhões. Foram US$ 2,110 bilhões, no dia 22, USS 1,1 bilhão, em 26, e US$ 900 milhões, em 27 do mês passado.


Matéria: Agência Brasil

Índice de Commodities Brasil tem alta de 3,77% em agosto, informa BC

Economia



Índice de Commodities Brasil tem alta de 3,77% em agosto, informa BC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/indice-de-commodities-brasil-tem-alta-de-377-em-agosto-informa-bc
Sep 4th 2013, 13:19

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado pelo Banco Central (BC), registrou alta de 3,77% em agosto, na comparação com o mês anterior. Em 12 meses encerrados em agosto, o crescimento ficou em 5,35%. No ano, a alta acumulada chega a 3,54%.
O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil.
Em agosto, a maior alta foi registrada no segmento de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel), com 9,70%, seguido pelas commodities de energia (petróleo, gás natural e carvão), com 4,21%.
As commodities agropecuárias (carnes de boi e de porco, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café e arroz) registraram crescimento de 2,38%.
No mês passado, o Índice Internacional de Preços de Commodities (CRB), calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou alta de 4,31%. Em 12 meses encerrados em agosto, o índice internacional aumentou 11,34 %.
Edição: Juliana Andrade
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Aumenta demanda por cartões de crédito, aponta Serasa Experian

Economia



Aumenta demanda por cartões de crédito, aponta Serasa Experian
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/aumenta-demanda-por-cartoes-de-credito-aponta-serasa-experian
Sep 4th 2013, 12:39

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Um estudo feito pela Serasa Experian mostrou que adultos com idade média de 30 anos e renda mensal média de R$ 1.428 correspondem a 16% das pessoas que impulsionaram o aumento da demanda por cartões de crédito no país em 2013. No ano passado, esse percentual correspondia a 12%. O estudo apresentado hoje (4) no Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor, na capital paulista, avaliou os perfis dos solicitantes de cartões de crédito.
De acordo com os dados, o grupo que ocupa a primeira posição (26%) são adultos entre 20 e 30 anos com baixa renda e empregos que exijam pouca qualificação ou mesmo informais. Os números também revelam um crescimento de adesões e participações da classe E, que passaram de 6,2%, em 2009, para 16,8% em 2013. A pesquisa analisou informações de 1 milhão de cadastros de Pessoa Física (CPFs) e comparou os primeiros trimestres dos anos 2009 até 2013.
Os números obtidos mostram que a inadimplência nos primeiros quatro meses após a aquisição do cartão de crédito caiu 14% este ano e o número de inadimplentes ficou em 3,8%. Segundo o estudo, em 2011, 3,2% dos novos consumidores ficaram inadimplentes e em 2012, 4,4%.
O estudo revelou ainda que entre os solicitantes de cartões de crédito, 78% procuram mais de uma instituição, o que pode levar o consumidor sem planejamento financeiro ao superendividamento e inadimplência futuros. "Estes cidadãos começam a lidar com crédito justamente numa modalidade em que os juros são altos. Assim, o risco de terem uma primeira experiência frustrante de crédito não é desprezível", analisou o presidente da Serasa, Ricardo Loureiro.

Edição: Denise Griesinger

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Receita deve liberar segunda-feira consulta ao 4º lote de restituições do IR

Economia



Receita deve liberar segunda-feira consulta ao 4º lote de restituições do IR
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Sep 4th 2013, 10:58

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília -A Receita Federal deve liberar na próxima segunda-feira (9) a consulta ao quarto lote de restituições do Imposto de Renda (IR) Pessoa Física 2013. O dinheiro será depositado no banco no próximo dia 16. A data exata para a liberação da consulta ainda está em análise, mas nada impede que seja antecipada, já que todas as declarações foram processadas, conforme o contribuinte informou à Receita.
Até agora, segundo o Fisco, 4.145.252 contribuintes do Imposto de Renda Pessoa Física 2013 tiveram a declaração liberada. O volume total de recursos ultrapassou R$ 5,321 bilhões.
Todos os anos são liberados sete lotes regulares. O último está previsto para 16 de dezembro. O calendário de restituição está no Ato Declaratório 3 da Receita Federal. Quem não receber a restituição deve procurar o extrato no site da Receita para verificar por que está na malha fina.
Quem identificou algum erro deve enviar uma declaração retificadora. O extrato da declaração é disponibilizado no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) no qual se encontram outras informações relativas ao IR.
Para utilizar o e-CAC é necessário o código de acesso gerado na própria página da Receita ou o certificado digital emitido por autoridade habilitada. Para gerar o código, o contribuinte precisará informar o número do recibo de entrega das declarações de Imposto de Renda dos dois últimos exercícios. Com o código, o contribuinte pode fazer a autorregularização caso encontre algum erro. O tamanho dos lotes depende das disponibilidades do Tesouro Nacional.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146. A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smarthphones que usam os sistemas operacionais Android e iOS, que facilitam a consulta.
A Receita lembra que a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá procurar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (atendimento exclusivo para deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Edição: Graça Adjuto
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Confiança do empresário do comércio cai 4,2% em agosto

Economia



Confiança do empresário do comércio cai 4,2% em agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/confianca-do-empresario-do-comercio-cai-42-em-agosto
Sep 4th 2013, 11:06

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec) caiu 4,2% em agosto em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), essa é a maior queda dos últimos 12 meses.
A queda foi motivada principalmente pela falta de confiança do empresário no momento presente. O subíndice que mede as condições atuais do empresariado caiu 11,6% na comparação com agosto de 2012. A confiança no momento atual da economia caiu 21,5%, enquanto as avaliações do setor e do próprio negócio pioraram 8,5% e 6,5%, respectivamente.
O subíndice que mede o otimismo em relação ao futuro também recuou em relação a agosto de 2012, embora de forma mais moderada (-2,5%). A queda do subíndice foi provocada principalmente pela expectativa mais negativa em relação à economia (-5,4%). Também recuaram as confianças em relação ao setor (-1,9%) e à própria empresa (-0,4%).
O subíndice que mede os investimentos foi o que menos recuou (-0,2%). Na opinião dos empresários, o nível atual das empresas está 2,9% pior do que em agosto de 2012. A situação dos estoques também está menos favorável (-0,3%). Por outro lado, a expectativa em relação à contratação de funcionários é 2,2% maior.
Edição: Graça Adjuto
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Movimento no comércio fica praticamente estável em agosto

Economia



Movimento no comércio fica praticamente estável em agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/movimento-no-comercio-fica-praticamente-estavel-em-agosto
Sep 4th 2013, 10:38

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O movimento dos consumidores nas lojas em todo o país aumentou 0,2% em agosto na comparação com julho, segundo a empresa de consultoria Serasa Experian. Os segmentos que mais registraram alta foram o de material de construção (1,7%) e o de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, que cresceu 1,6%. No sentido contrário aparecem as lojas de veículos, motos e peças, com queda de 0,6%, e o setor de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, que recuou 3,4%.
No acumulado do ano, a atividade do comércio registrou alta de 5,7%. As variações positivas foram influenciadas pelo item combustíveis e lubrificantes (6,6%) e de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (5,8%). O segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática acumulou alta de 4,5% no período e o de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, de 3,2%. O conjunto veículos, motos e peças e o de material de construção cresceram 2,4% e 2,1%.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o principal fator que contribuiu para melhorar o movimento nos supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas foi a redução dos preços dos alimentos.
"Por outro lado, a escalada do dólar e o aumento dos juros, combinados com menor grau de confiança dos consumidores, impactaram negativamente no movimento de segmentos movidos a crédito em agosto, como o de veículos, motos e peças e o de móveis, eletroeletrônicos e informáticas, os quais recuaram 5,7% e 4,9%, respectivamente, em relação a agosto de 2012", analisam os economistas da entidade.
Edição: Talita Cavalcante
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BC faz leilão de venda de dólares no mercado futuro

Economia



BC faz leilão de venda de dólares no mercado futuro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/bc-faz-leilao-de-venda-de-dolares-no-mercado-futuro
Sep 4th 2013, 10:26


Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Central (BC) deu prosseguimento hoje (4) ao programa diário de intervenção no mercado de câmbio com mais um leilão de swap cambial, equivalente à venda de dólares no mercado futuro. Na operação, foram negociados 10 mil contratos, com vencimento em 2 de dezembro de 2013 e com valor total de US$ 498,4 milhões.
Pela programação do BC, de segunda a quinta-feira serão feitos leilões de swap cambial, com oferta de cerca de US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecido até US$ 1 bilhão, por meio dos leilões de venda com compromisso de recompra. Quando anunciou essa programação, no dia 22 de agosto, o BC informou também que faria leilões adicionais sempre que julgasse apropriado.
Desde o fim de maio, o sistema financeiro global enfrenta dificuldade por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Com menos dólares em circulação, a cotação da moeda norte-americana fica mais alta em todo o mundo.

Edição: Denise Griesinger

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Inflação na capital paulista fecha agosto com alta de 0,22%

Economia



Inflação na capital paulista fecha agosto com alta de 0,22%
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-04/inflacao-na-capital-paulista-fecha-agosto-com-alta-de-022
Sep 4th 2013, 12:38

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A inflação na capital paulista, medida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), fechou agosto com alta de 0,22%. A variação, no entanto, é levemente inferior à registrada na terceira prévia do mês, quando o índice geral ficou em 0,23%. Em relação ao fechamento de julho, quando o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou deflação (-0,13%), houve avanço de 0,35 ponto percentual.
A maior taxa foi constatada em saúde, com variação de 0,83%. Na apuração anterior, o item havia registrado alta de 0,80%. Os contratos de assistência médica tiveram maior percentual neste mês, com taxa de 1,38%, em seguida estão os aparelhos corretivos e medidores (1,31%). As despesas com remédios (0,11%) e serviços médicos (0,47%) pressionaram para baixo a inflação da saúde.
Despesas pessoais (0,63%) também apresentaram variação positiva em agosto. A taxa é praticamente a mesma constatada na terceira prévia do mês, quando a inflação do item ficou em 0,64%. As despesas com recreação e cultura foram o destaque desse grupo, com alta de 2,17%. Estão incluídas nesse subitem os preços, por exemplo, de passagens aéreas (7,22%), parque de diversão (3,93%) e cinema (2,02%).
Os demais itens que apresentaram variação positiva foram habitação (0,44%) e educação (0,09%). Os dois tiverem taxas superiores às registradas na apuração anterior, quando foram constatados índices de 0,31% e 0,06%, respectivamente. Alimentação (-0,02%), transportes (-0,11%) e vestuário (-0,60%), por sua vez, registraram deflação no fechamento de agosto.
Edição: Graça Adjuto
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