Número de participantes de consórcios cresce 10% em sete meses

5 de setembro de 2013

Economia



Número de participantes de consórcios cresce 10% em sete meses
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/numero-de-participantes-de-consorcios-cresce-10-em-sete-meses
Sep 5th 2013, 20:40

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O Sistema de Consórcios cresceu 10% de janeiro a julho deste ano, considerando-se o total de participantes, informou hoje (5) a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). Ao divulgar os resultados do setor, a Abac ressaltou que o sistema incluiu, nesse período, 5,5 milhões de pessoas no período, o número mais alto dos últimos dez anos.
Os consórcios venderam 1,46 milhão de novas cotas, o que representou alta de 1,4% no período. Segundo a Abac, isso demonstra confiança do consumidor nos consórcios. "Esses números sinalizam que o brasileiro vem, mês após mês, ano após ano, buscando poupar com objetivo definido, com prazos maiores, custo menor e possibilidade de ser contemplado no decorrer da duração do grupo. Ou seja, praticando a indispensável disciplina financeira adequada ao orçamento pessoal ou familiar", disse o presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi.
Os destaques do setor foram o financiamento de veículos leves, que somaram 2,15 milhões de participantes em julho, o de veículos pesados, que somou 207 mil participantes em julho, e o de imóveis, que vem se recuperando gradativamente, e que somou 690 mil participantes no mesmo mês.
Apesar do crescimento, a associação diz que há "indícios de insegurança" no setor, gerados pelas incertezas do momento econômico, o que tem feito com que as pessoas adiem sua decisão em assumir compromissos de médio e longo prazos e financiar bens por meio de consórcios.
Edição: Nádia Franco
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Conab e BNDES divulgam projetos que receberão investimentos em infraestrutua agrícola

Economia



Conab e BNDES divulgam projetos que receberão investimentos em infraestrutua agrícola
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/conab-e-bndes-divulgam-projetos-que-receberao-investimentos-em-infraestrutua-agricola
Sep 5th 2013, 20:05

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou hoje (5) uma lista de 102 projetos de cooperativas e de associações de agricultores familiares selecionadas para receber um total de R$ 5 milhões em investimentos para infraestrutura, armazenagem, compra de equipamentos e de veículos, dentre outros.
O dinheiro sairá do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que em fevereiro deste ano assinou acordo com a Conab para fortalecimento da produção rural de base familiar. O projeto visa principalmente a produtores agroecológicos, povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, com investimentos de R$ 23 milhões.
De acordo com a Conab, 1.633 projetos estão sob análise para liberação de recursos, mas só 102, que operam no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) ou do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), foram selecionados por enquanto, em 19 estados.
As cooperativas e associações responsáveis pelos projetos têm prazo de 60 dias para apresentar a documentação exigida e assinar os contratos nas superintendências regionais da Conab. Em caso de atraso, o projeto será substituído, de acordo com a ordem de classificação.
Os estados com mais projetos selecionados foram a Bahia, Minas Gerais, o Maranhão, o Paraná, o Amazonas e Goiás. O resultado está disponível tanto no Diário Oficial da União quanto no endereço eletrônico da Conab.

Edição: Juliana Andrade
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Jirau recebe autorização para operar comercialmente

Economia



Jirau recebe autorização para operar comercialmente
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Sep 5th 2013, 18:48

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Usina Hidrelétrica Jirau, em Rondônia, recebeu hoje (5) autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para começar a operar comercialmente. O documento deve ser publicado no Diário Oficial da União de sexta-feira (6).
A primeira máquina da usina, de um total de 50 que compõem o projeto, já estava ligada ao Sistema Interligado Nacional desde agosto, e operava em regime de teste. Cada unidade geradora tem 75 megawatts (MW). O cronograma do empreendimento prevê a entrada em operação de até 10 máquinas até o fim deste ano.
De acordo com a Energia Sustentável do Brasil (ESBR), empresa responsável pela construção e operação da hidrelétrica, a energia gerada pela primeira máquina será toda direcionada ao sistema Acre-Rondônia, porque as linhas de transmissão que vão integrar Jirau à Região Sudeste ainda não estão concluídas.
A ESBR é controlada pela GDF Suez (60%), Eletrosul (20%) e Chesf (20%). Com uma potência instalada de 3.750 MW, energia suficiente para abastecer a mais de 10 milhões de residências, Jirau é uma das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e a maior usina hidrelétrica do mundo operando com turbinas do tipo bulbo [turbinas submersas que aproveitam o movimento do rio para gerar energia e não apenas grandes quedas d'água].
Edição: Fernando Fraga
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Anfavea reavalia estimativas e eleva projeções para este ano

Economia



Anfavea reavalia estimativas e eleva projeções para este ano
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Sep 5th 2013, 16:37

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) reavaliou os números do setor e refez as previsões para este ano, estimando que a produção fique em 3,79 milhões de unidades, 11, 9% maior do que a de 2012, e que as vendas cresçam entre 1% e 2%, atingindo entre 3,84 milhões e 3,88 milhões de unidades.
Conforme dados divulgados hoje (5) pela Anfavea, a produção de veículos aumentou 9% em agosto, chegando a 340.469 unidades ante as 312.300 produzidas em julho. Na comparação com agosto do ano passado, houve aumento de 2,3%. O acumulado do ano cresceu 13,7% na produção de novos veículos, totalizando 2.509.574 unidades, ante 2.206.444 produzidas de janeiro a agosto do ano passado.
Os licenciamentos caíram 3,8% em agosto, com a comercialização de 329.143 unidades contra 342.306 em julho. Na comparação com agosto do ano passado, houve queda de 21,6%. No acumulado do ano, foi registrada queda de 1,2%. De janeiro a agosto, foram licenciadas 2.470.513 unidades contra 2.501.192 no mesmo período do ano passado.
As exportações aumentaram 22,1%, atingindo 64.071 em agosto contra as 52.456 de julho. Na comparação com agosto de 2012, houve crescimento de 49,9%. No acumulado de janeiro a agosto, foi registrada alta de 28,4%, com 382.681 unidades comercializadas para o mercado exterior contra as 297.931 vendidas no mesmo período do ano passado. Em valores, as exportações foram 11,2% mais elevadas do que as de julho e 21,65 superiores às de agosto do ano passado. No acumulado do ano, houve aumento de 11,4%.
Com relação ao emprego, o mês de agosto fechou com 154.533 pessoas contratadas pela indústria, 0,4% a mais do que no mês passado, quando havia 153.974 contratados. Na comparação com agosto de 2012, quando estavam contratadas 147.731 pessoas. Os empregos aumentaram 4,6%.
O presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Junior, disse que a revisão dos números do setor e o otimismo com a produção devem-se ao aumento das exportações e à substituição dos importados. "As razões das nossas projeções são o conhecimento do mercado e fato de sabermos as nossas expectativas de vendas e a constatação de que a inadimplência está caindo pela primeira vez nos últimos meses, ficando abaixo de 6%."
Edição: Nádia Franco
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Captação líquida da poupança cresce 55% no ano e é novo recorde

Economia



Captação líquida da poupança cresce 55% no ano e é novo recorde
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Sep 5th 2013, 17:06

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Os depósitos em caderneta de poupança somaram R$ 122,2 bilhões no mês passado, contra retiradas de R$ 117,5 bilhões, o que resultou em captação líquida de R$ 4,6 bilhões no mês. Foi a melhor captação líquida para meses de agosto, contribuindo para um saldo de R$ 42,2 bilhões no acumulado do ano, com expansão de 55% em relação ao total de igual período de 2012.
Os números foram divulgados hoje (5) pelo Banco Central. Os rendimentos em poupança contabilizaram R$ 2,6 bilhões em agosto, elevando o estoque para R$ 557,4 bilhões, dos quais R$ 435,2 bilhões no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, que financia parte do sistema imobiliário, e R$ 122,2 bilhões da poupança rural.
Do total depositado em poupança, a Caixa Econômica Federal informa que administra R$ 196,3 bilhões, que correspondem a 35,31% desse mercado. A captação líquida das 50 milhões de cadernetas de poupança na Caixa acumula R$ 14,6 bilhões de janeiro a agosto.
Edição: Nádia Franco
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Aneel reajusta para mais e para menos as tarifas de energia elétrica em Goiás

Economia



Aneel reajusta para mais e para menos as tarifas de energia elétrica em Goiás
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/aneel-reajusta-para-mais-e-para-menos-tarifas-de-energia-eletrica-em-goias
Sep 5th 2013, 15:19

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os consumidores residenciais atendidos pela concessionária de energia Celg Distribuição pagarão 0,98% a menos pela conta de luz a partir da próxima quinta-feira (12). O índice da revisão tarifária periódica da empresa foi definido hoje (5) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). As indústrias atendidas pela Celg terão aumento de 10% no preço da energia. A distribuidora atende 2,5 milhões de unidades consumidoras localizadas em 237 municípios de Goiás.
A Aneel aprovou também reajuste de 9,75% para os consumidores residenciais atendidos pela Companhia Hidroelétrica São Patrício. Para as indústrias, o aumento será 11,22%, também a partir de quinta-feira (12). A distribuidora atende 32 mil unidades consumidoras localizadas em nove municípios de Goiás.
Os processos de revisão e reajuste tarifário aplicados pela Aneel são diferentes. A revisão das tarifas é feita, em média, a cada quatro anos, de acordo com o contrato de concessão de cada empresa, e tem como objetivo analisar o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. Por isso, pode haver aumento ou redução da tarifa. O reajuste é anual e calculado de acordo com a variação de custos que a empresa teve no decorrer do período. Quando a distribuidora passa pelo processo de revisão tarifária, não se aplica o reajuste anual previsto nos contratos.


Edição: Beto Coura

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CMN regulamenta instrumento de captação de recursos pelos bancos

Economia



CMN regulamenta instrumento de captação de recursos pelos bancos
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/cmn-regulamenta-instrumento-de-captacao-de-recursos-pelos-bancos
Sep 5th 2013, 13:31

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os bancos terão novo instrumento de captação de recursos de longo prazo. O Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou as condições de emissão dos certificados de Operações Estruturadas (COE), também chamados de notas estruturadas, por bancos múltiplos, comerciais, de investimento e pela Caixa Econômica Federal.
O COE será um instrumento emitido pelas instituições financeiras, que vão pegar os recursos dos clientes investidores e fazer aplicações que possibilitem retorno financeiro depois de um prazo determinado.
Segundo comunicado do Banco Central (BC), o objetivo da criação desse instrumento é disciplinar operações que já existem no mercado, que "combinam características de investimento com rentabilidades típicas de instrumentos financeiros derivativos [cujo nome vem do fato de o preço derivar de outro ativo negociado no mercado financeiro]".
A diferença do que já existe é que, agora, essas operações deixarão de ser negociadas de forma dispersa e passarão a ser definidas no certificado. Com a regulamentação, os bancos não poderão mais estruturar essas operações de forma pulverizada. Será necessário emitir o COE.
Com um único papel, a tarefa de supervisão e monitoramento do Banco Central fica mais fácil. Para a instituição, o COE também trará mais segurança e transparência para os investidores.
De acordo com o BC, serão dois tipos de COE. Um deles garante de volta ao investidor, pelo menos, o valor nominal investido. No outro tipo, não há proteção do valor investido e, assim como ocorre no mercado de ações, o investidor pode sair da operação sem ganhos.
Segundo o BC, no exterior, existe outro tipo de nota estruturada em que o investidor pode ser chamado pelo banco para ampliar o valor investido. Isso não poderá ser feito no Brasil.
Para o Banco Central, o COE deve atrair investidores institucionais, que fazem gestão de recursos de terceiros, como fundos de pensão e entidades de previdência privada. Para que seja feita oferta pública de COE, levando à pulverização do instrumento no mercado, ainda será necessária regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
De acordo com o BC, haverá mercado secundário de COE, ou seja, os papéis poderão trocar de mãos.
Esses certificados foram criados pela Lei nº 12.249, de 11 de junho de 2010. A resolução do CMN que regulamenta o COE só entra em vigor em 120 dias. Segundo o Banco Central, esse prazo é necessário para que as operações possam ser iniciadas com segurança.

Edição: Juliana Andrade
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Banco Central tem ganhos de R$ 17,7 bilhões no primeiro semestre

Economia



Banco Central tem ganhos de R$ 17,7 bilhões no primeiro semestre
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/banco-central-tem-ganhos-de-r-177-bilhoes-no-primeiro-semestre
Sep 5th 2013, 12:30

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Central (BC) apresentou resultado positivo de R$ 17,7 bilhões, no primeiro semestre de 2013, contra R$ 12,5 bilhões no mesmo período do ano passado. O balanço de resultados do BC divulgado hoje (5) foi aprovado em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional ontem (4).
Segundo nota do BC, "como a rentabilidade obtida com a administração das reservas internacionais é neutralizada por meio da operação de equalização cambial, esse resultado é explicado basicamente pela diferença entre receitas e despesas com juros incidentes sobre as operações em moeda local, tais como operações com títulos em carteira e compromissadas, remuneração da conta única do Tesouro Nacional e remuneração de depósitos compulsórios, bem como pelo reembolso do custo de captação das reservas internacionais".
O BC informou ainda que, durante o primeiro semestre de 2013, recuperou R$13 bilhões referentes a créditos perante as instituições em liquidação extrajudicial. "Além dos valores efetivamente recebidos, o Banco Central do Brasil assinou, em junho de 2013, acordos para parcelamento das dívidas remanescentes dos bancos Econômico e Nacional, em liquidação extrajudicial", informa o BC.



O BC informou que, após a constituição de reservas, o resultado do primeiro semestre será transferido ao Tesouro Nacional no prazo de até dez dias úteis.

Edição: Denise Griesinger

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Venda de veículos cai 3,8% em agosto, segundo a Anfavea

Economia



Venda de veículos cai 3,8% em agosto, segundo a Anfavea
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/venda-de-veiculos-cai-38-em-agosto-segundo-anfavea
Sep 5th 2013, 11:51

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A venda de veículos caiu 3,8% em agosto com a comercialização de 329.143 unidades contra 342.306 em julho, segundo dados divulgados hoje (5) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Na comparação com agosto do ano passado, houve queda de 21,6%.
No acumulado do ano foi registrada queda de 1,2%. Nos primeiros oito meses do ano foram licenciadas 2.470.513 unidades, enquanto no mesmo período de 2012 o número de licenciamentos foi 2.501.192.
A produção de veículos teve aumento de 9% em agosto, ao chegar a 340.469 unidades ante 312.300 produzidas em julho. Na comparação com agosto do ano passado houve elevação de 2,3%.
O acumulado do ano registrou crescimento de 13,7% na produção de novos veículos, totalizando 2.509.574 unidades, ante 2.206.444 produzidas de janeiro a agosto de 2012.

Edição: Denise Griesinger

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Número de pedidos de falência tem redução de 22,4% em agosto

Economia



Número de pedidos de falência tem redução de 22,4% em agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/numero-de-pedidos-de-falencia-tem-reducao-de-224-em-agosto
Sep 5th 2013, 11:44

Da Agência Brasil
São Paulo – Foram registrados 149 pedidos de falência em agosto deste ano, de acordo com levantamento divulgado hoje (5) pela empresa de consultoria Serasa Experian. Na comparação com o mesmo mês de 2012, houve uma queda de aproximadamente 22,4% (192).
Mais de 53% dos pedidos de falência foram feitos por micro e pequenas empresas, totalizando 79 requerimentos. Em seguida, aparecem as médias empresas, com 37 pedidos, e as grandes, com 33.
O número de recuperações judiciais solicitadas em agosto deste ano também apresentou queda em relação ao mesmo mês do ano passado, quando 81 foram pedidas. Segundo a Serasa, foram requeridas 71 recuperações judiciais no mês passado.
As micro e pequenas empresas lideram com 31 pedidos, número que corresponde a 43,66% do total. As médias empresas ficaram em segundo lugar, com 28 pedidos, e as grandes apresentaram 12 solicitações de recuperação judicial.
Os economistas da Serasa apontam que a diminuição verificada tanto no número de recuperações judiciais quando no de pedidos de falência, ainda em comparação ao mesmo período de 2012, deve-se ao recuo gradativo da inadimplência do consumidor registrado em 2013, "que aliviou as condições financeiras mais adversas que a alta das taxas de juros impôs às empresas".
Outro fator, classificado como modesto pelos economistas, para a queda apresentada, é o ritmo de crescimento que a economia teve neste ano, superior ao verificado no ano passado, e que ajudou a melhorar a geração de caixa das empresas.
Edição: Davi Oliveira
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Cai venda de imóveis na cidade de SP no início do segundo semestre

Economia



Cai venda de imóveis na cidade de SP no início do segundo semestre
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Sep 5th 2013, 10:19

Da Agência Brasil
São Paulo - A venda de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo caiu 56,8% em julho na comparação com o mês anterior. De acordo com o Sindicato da Habitação (Secovi-SP), a tendência de baixa é sazonal em vendas e lançamentos no início do segundo semestre. As vendas em julho totalizaram 1.674 unidades, queda de 0,9% ante o mesmo mês de 2012. O valor negociado foi R$ 857,9 milhões, 6,3% maior do que o negociado em julho do ano passado (R$ 916,0 milhões).
Os imóveis de dois dormitórios foram 41,1% do total das vendas do mês, com 688 unidades. As unidades com um dormitório representaram 35,2% do total negociado. Foram lançados 1.403 novos imóveis, 60,7% a menos do que em junho (3.574). Em relação a julho do ano passado, quando os lançamentos chegaram a 1.825 imóveis, a variação foi 23,1%.
De janeiro a julho, foram vendidas na cidade de São Paulo 19.174 unidades, com aumento de 40,3% comparado ao mesmo período de 2012, que registrou um total de 13.670 imóveis comercializados. As vendas acumuladas no ano atingiram R$ 11,56 bilhões, contra R$ 7,48 bilhões, ambos atualizados para julho de 2013, o que representou crescimento de 54,6%.
Os lançamentos residenciais cresceram 39,3% nos sete primeiros meses deste ano (15.386 unidades), na comparação com o acumulado no mesmo período do ano passado (11.049 imóveis).
Edição: Graça Adjuto
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Ipea: crescimento baixo da produtividade atrasa desempenho econômico

Economia



Ipea: crescimento baixo da produtividade atrasa desempenho econômico
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/ipea-crescimento-baixo-da-produtividade-atrasa-desempenho-economico
Sep 5th 2013, 10:32

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A taxa média anual de crescimento da produtividade agregada do trabalho foi 1,09% entre 1992 e 2001, evoluindo para 1,17% no período de 2002 a 2009, de acordo com o boletim Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior, divulgado hoje (5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O boletim traz quatro artigos de pesquisadores do Ipea, com análises da trajetória da produtividade no Brasil. Em um deles, Gabriel Squeff e Fernanda De Negri destacam que "o baixo crescimento da produtividade é um dos principais fatores a explicar o fraco desempenho econômico" do país nas últimas décadas.
Apesar de alguns autores apontarem para uma aceleração do crescimento da produtividade total dos fatores (PTF) no início dos anos 2000, em relação à década anterior, eles sustentam que "em termos históricos, o crescimento é pouco expressivo". Além do mais, lembram que houve nova estagnação no crescimento da PTF na economia brasileira depois da crise de 2008.
Em outro artigo, Lucas Mation faz comparações internacionais sobre produtividade total dos fatores, a partir de 1960. Ele cita que a PTF brasileira cresceu 23% até 2010, depois de bom ritmo nas décadas de 1960 e 1970, de declínio nos anos 1980 e 1990 e de estabilidade na década passada. Enquanto isso, os Estados Unidos evoluíram 50% no mesmo período, a Coreia do Sul cresceu 90% e a China registrou ampliação "extremamente rápida" da PTF, de 1980 para cá, de 177%.
O boletim Radar lembra ainda que as colaborações técnicas sobre produtividade fazem parte de um projeto mais amplo da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset) do Ipea, que prepara análise completa da trajetória da produtividade, com vistas a definir melhor posicionamento da economia brasileira.
Edição: Graça Adjuto
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BC espera diminuição de 16% na conta de energia residencial

Economia



BC espera diminuição de 16% na conta de energia residencial
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/bc-espera-diminuicao-de-16-na-conta-de-energia-residencial
Sep 5th 2013, 09:16

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Banco Central (BC) espera recuo de aproximadamente 16% na tarifa residencial de eletricidade, em relação à expectativa anterior de redução de 15%, em julho. A informação foi divulgada hoje (5) na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.
"Essa estimativa leva em conta os impactos diretos das reduções de encargos setoriais anunciadas, bem como reajustes e revisões tarifárias ordinários programados para este ano", informa o BC.
Também houve alteração na estimativa para o preço do botijão de gás, que passou da estabilidade para aumento de 2,5%. Em relação à tarifa de telefonia fixa, em julho, havia previsão de recuo de 2% e agora o BC espera redução de 1%.
A projeção de reajuste no preço da gasolina, para o acumulado de 2013, foi mantida em 5%.
Para o conjunto de preços administrados por contrato e monitorados, em 2013, foi mantida a projeção de 1,8%. Para 2014, foi mantida a estimativa de 4,5%.
Edição: Talita Cavalcante
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Política fiscal pode deixar de ser expansionista, com redução de estímulos à economia, avalia Copom

Economia



Política fiscal pode deixar de ser expansionista, com redução de estímulos à economia, avalia Copom
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/politica-fiscal-pode-deixar-de-ser-expansionista-com-reducao-de-estimulos-economia-avalia-copom
Sep 5th 2013, 09:59

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A política fiscal deve sair da posição expansionista (estímulos à economia) para a de neutralidade, segundo avaliação do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).
De acordo com a ata da última reunião do Copom, divulgada hoje (5), "criam-se condições para que, no horizonte relevante para a política monetária, o balanço do setor público se desloque para a zona de neutralidade". Na ata anterior, em julho, o comitê avaliava que a política fiscal estava em posição expansionista, ou seja, com aumento de despesas e redução de impostos para estimular a economia.
O Copom também avalia que a geração de superávits primários, economia para o pagamento de juros da dívida pública, deve contribuir para "arrefecer descompasso entre as taxas de crescimento da demanda e da oferta" na economia. Além disso, o Copom destaca que os resultados primários solidificam a tendência de redução da dívida pública e a percepção positiva sobre o ambiente econômico no médio e no longo prazo.
Edição: Talita Cavalcante
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Copom: variação elevada de preços contribui para resistência da inflação

Economia



Copom: variação elevada de preços contribui para resistência da inflação
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-05/copom-variacao-elevada-de-precos-contribui-para-resistencia-da-inflacao
Sep 5th 2013, 09:01

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A elevada variação dos índices de preços ao consumidor, nos últimos 12 meses, contribui para que a inflação mostre resistência. A avaliação é do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, na ata da última reunião, divulgada hoje (5). No dia 28 de agosto, o comitê elevou a taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual para 9% ao ano.
Segundo o Copom, "mecanismos formais e informais de indexação e a piora na percepção dos agentes econômicos sobre a própria dinâmica da inflação" também contribuem para esse cenário. "Tendo em vista os danos que a persistência desse processo causaria à tomada de decisões sobre consumo e investimentos, na visão do comitê, faz-se necessário que, com a devida tempestividade, o mesmo seja revertido", informa o documento.
Assim, o comitê considera ser apropriado dar continuidade ao ritmo de ajuste na taxa Selic. Além da decisão de agosto, em maio e julho também houve alta da taxa Selic em 0,5 ponto percentual. Em abril, houve aumento de 0,25 ponto percentual.
O Copom reiterou que "a política monetária deve se manter especialmente vigilante, de modo a minimizar riscos de que níveis elevados de inflação como o observado nos últimos 12 meses persistam no horizonte relevante".
Edição: Talita Cavalcante
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