Cadastro positivo de pagadores tem baixa adesão entre clientes de banco

8 de setembro de 2013

Economia



Cadastro positivo de pagadores tem baixa adesão entre clientes de banco
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-08/cadastro-positivo-de-pagadores-tem-baixa-adesao-entre-clientes-de-banco
Sep 8th 2013, 15:13

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O cadastro positivo, registro de dados de bons pagadores, ainda não deslanchou, mesmo depois de as instituições financeiras terem começado, há cerca de um mês, a repassar as informações para os bancos de dados, após autorização dos clientes.
Nas ruas de Brasília, quando perguntadas sobre o que é o cadastro positivo, as pessoas dizem ter "noção", mas explicam que ainda não foram procuradas para autorizar a inclusão de seus dados, nem tentaram fazer a autorização.
Esse é o caso de Carlos Almeida, 57 anos, vendedor. "A ideia é boa. Se você é bom pagador, tem que pagar taxa de juros menor, pelo seu bom histórico", disse. Já o amigo de Carlos, Ribamar Fonseca, 43 anos, consultor de tecnologia da informação, desconfia do cadastro positivo: "Se a pessoa tiver um imprevisto e deixar de pagar uma conta, essa informação vai ficar lá", disse.
Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, apenas 5 mil clientes fizeram adesão ao cadastro positivo, entre 1º de agosto e 3 de setembro deste ano. Desses, 3,8 mil fizeram a adesão nas agências do banco e 1,2 mil pelo serviço de internet banking.
Já o Banco do Brasil não informou quantos clientes já fizeram adesão ao cadastro. Em nota, o banco disse apenas que desde 1º de agosto, está pronto para acolher autorizações em todas as agências e também para enviar o histórico de crédito dos clientes que tiverem autorizado a abertura de seu cadastro em quaisquer dos gestores de banco de dados habilitados.
"Com o atendimento das determinações legais, o BB iniciou as análises para implementação do processo de consulta às informações do histórico de crédito de clientes autorizados", acrescentou.
A Caixa disse, em nota, que "o aumento no número de adesões ocorrerá a partir da disseminação do funcionamento do cadastro positivo". E o banco lembrou que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) elaborou cartilha com 78 perguntas e respostas sobre o cadastro positivo. "O objetivo é proporcionar um entendimento comum sobre o novo cadastro para os associados da federação e para a população em geral", informou a entidade.
Para a Caixa, assim que o cadastro positivo tiver "quantitativo significativo de informações de clientes", será possível fazer "análise mais acurada do comportamento do cliente, baseado no histórico de pagamentos realizados e de compromissos assumidos".
O objetivo do banco é usar a informação nos seus modelos de risco, para melhorar a análise quando da concessão do crédito e, dessa forma, valorizar os bons pagadores.
É isso que espera o mestre de obras João França de Oliveira, 44 anos: ter acesso a juros menores por pagar as contas em dia. "Só assim, os bons pagadores vão ter alguém privilégio", disse.
Entretanto, na cartilha, a Febraban informa que essa tão esperada redução de juros ainda vai demorar. "Esse resultado não é imediato. Primeiro, os clientes têm que conceder autorização para a abertura do cadastro. Segundo, o novo cadastro tem que ser construído com informações de crédito de várias fontes de informação por alguns anos, a fim de que haja um histórico suficientemente amplo para permitir análises estatísticas robustas", disse.
De acordo com a cartilha da Febraban, para fazer o cadastro, os interessados, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, precisam autorizar a inclusão de seus dados por meio texto específico fornecido pelas empresas gestoras de banco de dados (GBDs) e pelas instituições financeiras.
As empresas gestoras são a Boa Vista Serviços (BVS), a Serasa Experian e o SPC Brasil. Essas empresas são responsáveis por gerir os bancos de dados, receber informações de clientes e fornecer consultas desses dados às empresas e instituições financeiras que ofertam linhas de crédito.
Edição: Davi Oliveira
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Receita libera amanhã consulta ao quarto lote de restituição do IR

Economia



Receita libera amanhã consulta ao quarto lote de restituição do IR
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-08/receita-libera-amanha-consulta-ao-quarto-lote-de-restituicao-do-ir
Sep 8th 2013, 12:24

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Receita Federal libera amanhã (9) a consulta ao quarto lote de restituições do Imposto de Renda (IR) Pessoa Física 2013. Todos os anos são liberados sete lotes regulares. O último está previsto para 16 de dezembro.
Para saber se a declaração foi liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146. A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smarthphones que usam os sistemas operacionais Android e iOS, que facilitam a consulta.
Quem identificou algum erro, deve enviar uma declaração retificadora. O extrato da declaração é disponibilizado no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) no qual se encontram outras informações relativas ao IR.
O volume total de recursos das restituições do Imposto de Renda Pessoas Física que será liberado no banco, no dia 16 de setembro, chega a R$ 1,4 bilhão, para 1.351.333 contribuintes. Segundo a Receita Federal, desse total, a maior parte refere-se a declarações de idosos e pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave. Além do lote de 2013, foram liberados lotes de anos anteriores, que caíram na malha fina a partir de 2008. A consulta será liberada na segunda-feira (9).
Para o exercício de 2013, serão creditadas restituições para um total de 1.321.834 contribuintes, com correção de 3,64%. No caso do exercício de 2012, serão creditadas restituições para um total de 16.298 contribuintes e a correção é 10,89%.
Do exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 5.960 contribuintes, corrigidas em 21,64% e do exercício de 2010 serão creditadas restituições para 4.389, corrigidas em 31,79%. O lote de 2008 tem 2.604 contribuintes, com correção de 40,25%, e o de 2008 tem 248 contribuintes, sendo a correção de 52,32%.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.
A Receita informa também que, caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais localidades) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.


Edição: Carolina Pimentel
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Recomendação para Brasil fazer a reforma trabalhista divide opiniões

Economia



Recomendação para Brasil fazer a reforma trabalhista divide opiniões
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Sep 8th 2013, 11:14

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Apontada pelo Fórum Econômico Mundial como uma das medidas necessárias para o Brasil melhorar a competitividade, a liberalização do mercado de trabalho divide opiniões. Especialistas divergem sobre a necessidade de o país flexibilizar salários e demissões, ações defendidas pelo Relatório de Competitividade Global de 2013–2014.
Em entrevista à Agência Brasil, Benat Bilbao, economista sênior do Fórum Econômico Mundial e um dos autores do relatório, defendeu que o país reduza os encargos trabalhistas, facilite as demissões e torne os salários mais compatíveis com a produtividade do empregado. Segundo ele, a reforma trabalhista é um dos principais desafios que o Brasil precisa enfrentar à medida que o alto preço de bens primários e os juros baixos deixaram de impulsionar a economia doméstica.
O diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, discorda da avaliação. Ele diz que o diagnóstico do Fórum Econômico Mundial está errado e reflete um desconhecimento em relação à realidade do Brasil. "O mercado de trabalho brasileiro é flexível, com rotatividade média de 40% [40% dos trabalhadores trocam de emprego em um ano] e grande informalidade. Uma forma de melhorar a produtividade seria reduzir a informalidade e a rotatividade", alega.
O economista do Dieese questiona os fatores que determinam a competitividade de um país. Ele ressalta que, na Alemanha, quarta colocada no ranking, os salários são cinco vezes maiores que no Brasil e existem dificuldades para demitir um empregado. "A Alemanha é um país com mercado interno forte, renda alta e que investe em inovação e tecnologia. Daí vem a produtividade deles, não da precarização do mercado de trabalho", destaca.
Para Ganz Lúcio, o Brasil deve atuar em outras frentes para aumentar a competitividade da economia, como melhorar a qualidade das instituições e investir em educação e em tecnologia. Essas recomendações também foram sugeridas ao Brasil no relatório do Fórum Econômico Mundial.
O diretor do Dieese reconhece que a produtividade da economia brasileira caiu nos últimos anos, mas não por causa de perda de competitividade e, sim, pela queda da demanda provocada pelo baixo crescimento econômico. "Isso está relacionado ao próprio conceito de produtividade, que é volume produzido por tempo trabalhado. A produção cresceu menos, mas os empresários não demitiram. Daí uma queda meramente conjuntural", diz.
Pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV) especializado em mercado de trabalho, Rodrigo Leandro de Moura tem opinião diferente. Ele acredita que, apesar de o Brasil ainda estar em pleno emprego, a reforma trabalhista é necessária para dinamizar a economia do país. "Tanto o custo de admissão, como de treinamento e de demissão do empregado, é alto no Brasil. Isso limita a competitividade das empresas", comenta.
Moura, no entanto, diz que o país deve remodelar o sistema tributário, investir em infraestrutura e melhorar as instituições antes de flexibilizar o sistema de trabalho. "Como a economia está em pleno emprego, qualquer reforma no mercado de trabalho agora enfrentaria grande resistência e o país deixaria de avançar em outros pontos necessários para aumentar a competitividade", observa.
Divulgado na última terça-feira (3), o Relatório de Competitividade Global de 2013–2014 classificou o Brasil em 56º lugar entre 148 países analisados no ranking de competitividade internacional. O país caiu oito posições em relação ao ano passado. O Fórum Econômico Mundial atribuiu a queda à piora de indicadores macroeconômicos, ao aperto no crédito e, principalmente, à falta de reformas estruturais.
Fundado por acadêmicos e executivos de empresas, o Fórum Econômico Mundial é uma organização sem fins lucrativos que tem o objetivo de melhorar o ambiente de negócios e debater os principais problemas do mundo. Todos os anos, a organização promove um encontro em Davos, nos Alpes Suíços, que reúne líderes mundiais, empresários, intelectuais e jornalistas.
Edição: Davi Oliveira
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