Espionagem na Petrobras não vai adiar leilão de Libra, diz Graça Foster

11 de setembro de 2013

Economia



Espionagem na Petrobras não vai adiar leilão de Libra, diz Graça Foster
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-11/espionagem-na-petrobras-nao-vai-adiar-leilao-de-libra-diz-graca-foster
Sep 11th 2013, 19:35

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – As recentes denúncias de espionagem contra a companhia de petróleo Petrobras não vão provocar o adiamento do leilão do Campo de Libra, do pré-sal da Bacia de Santos, marcado para o dia 21 de outubro. A avaliação é da presidenta da estatal, Graça Foster. Ela falou aos jornalistas após evento que teve a participação da presidenta Dilma Rousseff, no Estaleiro Inhaúma, no Rio de Janeiro.
Reportagem exibida pelo Programa Fantástico, da TV Globo, no último domingo (8), revelou que documentos da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) apontam que a Petrobras foi espionada.
"Do que eu vejo, do que tenho de informação, definitivamente, do que está sobre a mesa, não há a menor possibilidade de mudança de data de leilão por conta dessa informação, que não é material, não está identificada", disse Graça. A presidenta da estatal disse que estará na próxima quarta-feira (18) em Brasília, para falar sobre o assunto em comissão do Senado: "Vou estar lá, me preparar o máximo que puder, para responder a todas as perguntas".
Graça disse que a estatal sempre teve uma preocupação muito grande na manutenção das informações sigilosas. "A Petrobras tem um sistema de proteção bastante adequado, em que nós fazemos permanentemente alterações neste sistema tecnológico que faz a proteção do nosso sistema. Nós temos uma política de segurança empresarial. Menos de três semanas atrás, aprovamos uma revisão nessa política. Estamos atentos."
A empresa que vencer o Leilão de Libra terá que pagar um bônus de assinatura à União de R$ 15 bilhões. A assinatura do contrato de partilha de produção está prevista para novembro. A área a ser licitada tem cerca de 1,5 mil quilômetros quadrados. Segundo o edital, os ganhadores da licitação deverão desenvolver as atividades de exploração por quatro anos, prazo que poderá ser estendido, como prevê o contrato de partilha de produção
Edição: Fábio Massalli
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Indústria inicia segundo semestre com queda no faturamento, aponta CNI

Economia



Indústria inicia segundo semestre com queda no faturamento, aponta CNI
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-11/industria-inicia-segundo-semestre-com-queda-no-faturamento-aponta-cni
Sep 11th 2013, 17:38

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A atividade industrial continuou oscilando no mês de julho, com quedas de 1,5% no faturamento e de 1,7% nas horas trabalhadas, em comparação com o mês anterior, segundo pesquisa Indicadores Industriais divulgada hoje (11) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Houve crescimentos de 0,3% no nível de emprego e de 0,4% na massa salarial, com estabilidade de -0,1% no rendimento médio real e na utilização da capacidade instalada no nível de 82,2%.
No acumulado de janeiro a julho, porém, o comportamento da indústria de transformação foi melhor que em igual período do ano passado. Houve crescimento moderados nos cinco indicadores da pesquisa, de acordo com o gerente executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. Ele disse que o faturamento real nos sete primeiros meses cresceu 5,2%, a massa salarial aumentou 1,8%, o rendimento médio real melhorou 1,3%, o emprego avançou 0,5% e as horas trabalhadas subiram 0,2%.
O economista Marcelo de Ávila, também da CNI, acrescentou que a oscilação da atividade ao longo de 2013 "evidencia que a indústria ainda não entrou em uma trajetória contínua de expansão". Ressaltou, contudo, que os dados de julho cresceram na comparação com julho do ano passado, "sinalizando um resultado melhor para a indústria de transformação do que no ano anterior", quando o setor caiu 2,5%, em relação a 2011.
Castelo Branco acredita que, apesar das oscilações da atividade industrial, "deveremos ter em 2013, se não um ano bom, ao menos um bem melhor do que foi em 2012". Segundo ele, a alta da taxa básica de juros (Selic) influencia negativamente a atividade, mas fatores positivos, como a desvalorização cambial e a melhora do humor de empresários e consumidores – depois da onda de manifestações, que retraiu investimentos e consumo – podem contribuir para uma reação da produção no último trimestre do ano.
Os indicadores industriais de julho mostram crescimento na maioria dos 21 setores pesquisados, comparados ao mesmo mês de 2012. Destaque para o faturamento, que melhorou em 17 setores, a começar por produtos diversos (20,9%), máquinas e equipamentos (18,1%), madeira (16%), máquinas e materiais elétricos (15,5%), têxteis (13,5%) e metalurgia (13,1%). Queda acentuada, contudo, na comercialização de bebidas (-27,3%), móveis (-5,3%), impressão e reprodução (-5,1%) e derivados de petróleo e biocombustíveis (-4,1%).
Edição: Davi Oliveira
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Brasil precisa incluir cidadão em planejamento de mobilidade urbana, dizem especialistas

Economia



Brasil precisa incluir cidadão em planejamento de mobilidade urbana, dizem especialistas
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Sep 11th 2013, 16:42

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Um dos maiores desafios do Brasil na garantia da mobilidade urbana e da inclusão social é incluir os cidadãos no processo de planejamento das obras de infraestrutura e de melhorias das cidades. A conclusão foi consenso em uma palestra sobre mobilidade urbana e inclusão social, promovida pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, em sua sede no centro da capital do Rio de Janeiro, em parceria com o Consulado-Geral dos Estados Unidos no Rio e com o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri).
O engenheiro de transportes Fernando Macdowell acredita que quase todos os projetos de urbanização que ocorrem no país excluem a opinião e participação social por insegurança ou arrogância das autoridades. "Parece que [as autoridades] têm medo de falar com a população e acham que as pessoas não vão entender nada, o que é um erro. Você aprende muito com a população", disse.
O especialista em planejamento urbano do Transportation Institute A&M, da universidade norte-americana Texas A&M University, William Frawley, defendeu que os governos devem ser proativos na busca pelo envolvimento da população. A prática, que segundo ele é comum nos Estados Unidos e uma receita de sucesso, inclui a criação de oficinas e reuniões locais para que as pessoas possam tirar dúvidas e dar sugestões.
"É importante pensar em um dia e um horário mais convenientes, talvez criar um espaço para as crianças desenharem, assim os pais não terão desculpas para não ir porque precisam ficar com os filhos, oferecer prêmios", exemplificou o especialista norte-americano. "Encontrar todos os meios possíveis para envolver o público no projeto. Precisamos tratá-lo como parte preciosa do processo, não podemos ignorá-lo".
Frawley ressaltou que é fundamental coletar os dados oferecidos pela população, analisá-los e transforá-los em informação, bem como divulgar os resultados na mídia, na internet e nas redes sociais. "Para garantir a transparência e a participação da sociedade", explicou.
O especialista comentou que após conversas e estudos sobre o Brasil concluiu que a população raramente é consultada antes de um projeto estar pronto. "Parece que os políticos aqui não estão acostumados a irem em busca das opiniões do público. É preciso uma mudança cultural e de comportamento", declarou o norte-americano. "Também não adianta apenas levar o projeto pronto e perguntar se a população gostou. Ouça-os antes, permita-os dar ideias e soluções".
Para o representante da Firjan, Riley Rodrigues, além de não ouvir a população, o Brasil carece de planejamento cíclico, de longo prazo, que acarreta projetos que são interrompidos a cada mudança de governo. "Não aprendemos com a história e não seguimos os bons exemplos. O grande problema é quando há um projeto de mandato e não de governo. Se for concluído dentro do meu mandato eu faço, senão não faço. É um problema sério no Brasil", lamentou Rodrigues.
Edição: Fábio Massalli
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Conab espera safra de 3,56 milhões de toneladas de feijão e queda de preços do produto

Economia



Conab espera safra de 3,56 milhões de toneladas de feijão e queda de preços do produto
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Sep 11th 2013, 16:28

Jorge Wamburg

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A produção de feijão no país deverá chegar a 3,56 milhões de toneladas na safra 2013/2014 e o grão, um dos itens básicos na alimentação do brasileiro, deixará de ser o vilão da inflação e ficará mais barato para o consumidor. Também contribuirão para esse quadro as garantias de preço mínimo e de aquisição de até 30 toneladas dos excedentes para preservar a renda do produtor e manter os preços do feijão estáveis no mercado.
O objetivo é reduzir o preço do feijão para o consumidor, que chegou nos últimos meses a custar mais de R$ 7 o quilo, disse o analista da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) João Figueiredo Ruas, que apresentou hoje (11) um estudo sobre o produto.
"O governo quer estimular o consumo do feijão, ressaltando as suas propriedades nutritivas e, por isso, o quilo não pode custar R$ 7, quando há pessoas com renda de apenas R$ 70 por mês. Assim, foram tomadas medidas para estimular a produção, com a elevação do preço mínimo para a saca de 60 quilos, garantido ao produtor, de R$ 74,16 para R$ 95 (feijão de cores ou carioca) e para R$ 105 o do feijão preto", explicou Ruas, ao divulgar as perspectivas para a próxima safra, durante debate promovido pela Conab.
Segundo o especialista da Conab, é uma política baseada na premissa de que é preferível ter um excesso do produto em estoque do que um preço muito alto que dificulte a comercialização. Por isso, se a previsão de uma boa safra se confirmar, o governo vai adquirir todo o excesso da produção e formar estoque, para que os produtores não tenham prejuízo, destacou Ruas.
Para ele, não há problema em estocar o feijão preto, que pode ser armazenado por até um ano e meio sem perder qualidade, diferentemente do que ocorre com o feijão de cores. A produção total de feijão no país resulta da colheita de três safras anuais e a previsão de 3,56 milhões de toneladas na safra 2013/2014 supera a de 2012/2013, que totalizou 2,83 milhões de toneladas.
Edição: Nádia Franco
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Fluxo cambial registra saldo negativo de US$ 2 bi na primeira semana de setembro

Economia



Fluxo cambial registra saldo negativo de US$ 2 bi na primeira semana de setembro
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Sep 11th 2013, 13:42


Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os dólares continuaram a sair no país no início deste mês. De acordo com dados divulgados hoje (11) pelo Banco Central (BC), o fluxo cambial registrou saldo negativo (mais saídas que entradas de dólares) de US$ 2,141 bilhões, na primeira semana de setembro, depois de fechar agosto, também com déficit, de US$ 5,850 bilhões.
De janeiro até a primeira semana deste mês, o fluxo cambial ficou positivo em US$ 97 milhões. Nesse período, o fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou positivo em US$ 12,845 bilhões, enquanto o financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) registrou saldo negativo de US$ 12,748 bilhões.
Na primeira semana do mês, a maior saída de recursos foi no fluxo comercial, que registrou déficit de US$ 2,045 bilhões. O fluxo financeiro teve saldo negativo de US$ 96 milhões.
De acordo com os dados do BC, nos cinco primeiros dias úteis deste mês, as operações de pagamento antecipado ficaram em US$ 669 milhões. As operações de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) chegaram a US$ 734 milhões. Esses valores estão incluídos nas exportações, que totalizaram US$ 2,997 bilhões. As importações ficaram em US$ 5,042 bilhões.
Em julho, o BC eliminou as restrições de prazos para que os exportadores financiem pagamentos antecipados. Antes, os exportadores que quisessem antecipar o recebimento das receitas com as vendas para o exterior podiam pegar empréstimos de até cinco anos. O BC derrubou esse limite, permitindo que financiamentos de prazos mais longos sejam concedidos. A medida tenta aumentar a oferta de dólares no mercado, empurrando a cotação para baixo.
Além dessa medida, o BC retirou o depósito compulsório sobre a posição vendida de câmbio. Com isso, os bancos deixaram de recolher à autoridade monetária parte dos valores aplicados em apostas de que o dólar vai cair.
O BC também tem feito intervenções diárias no mercado de câmbio. Uma dessas intervenções são os leilões de swap cambial tradicional, equivalente à venda de dólares no mercado futuro, com oferta de cerca de US$ 500 milhões, por dia. Outra forma de intervenção do BC são os leilões de venda de dólares das reservas internacionais com compromisso de recompra. Em agosto, as vendas de dólares impactaram as reservas internacionais em US$ 4,110 bilhões. Em setembro, no dia 4, o impacto negativo ficou em US$ 20 milhões. Mas também houve retorno de dólares às reservas de US$ 1,006 bilhão no dia 3.
O mercado financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. O Fed poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global, caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos. Se houver redução de estímulos, o volume de moeda norte-americana em circulação cai, aumentando o preço do dólar em todo o mundo.

Edição: Denise Griesinger

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Inadimplência do consumidor atinge o menor índice para meses de agosto desde 2004

Economia



Inadimplência do consumidor atinge o menor índice para meses de agosto desde 2004
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-11/inadimplencia-do-consumidor-atinge-menor-indice-para-meses-de-agosto-desde-2004
Sep 11th 2013, 11:49

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Pelo terceiro mês consecutivo, diminuiu no país o número de dívidas em atraso, segundo o levantamento feito com base no Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor. Em agosto, a taxa teve queda de 5,5% sobre julho e de 10% na comparação com igual período do ano passado. Foi a menor variação para um mês de agosto desde 2004.
No acumulado de janeiro a agosto, o índice ainda apresenta alta, alcançando 2,2%. No entanto, a variação é menor do que a registrada em julho, quando ocorreu aumento de 4% até aquele mês. A principal queda em agosto foi com relação a dívidas com os bancos (-5,4%), o que levou a uma contribuição negativa de 2,5 pontos percentuais.
As dívidas não bancárias (que inclui cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) tiveram diminuição de 4,4%, e os cheques sem fundo, recuo de 13,4%. O número de títulos protestados cresceu 2,1%, mas sem provocar reflexos no resultado do indicador de inadimplência.
A pesquisa aponta ainda que o valor médio da dívida não bancária caiu 5,9%,de janeiro a agosto, totalizando R$ 321,50, ante R$ 341,72 no mesmo período de 2012. No caso dos títulos protestados, houve diminuição de 4,1%, com o valor médio passando de R$ 1.442,74 para R$ 1.382,87. Já as dívidas com os bancos aumentaram 3,7% (de R$ 1.298,18 para R$ 1.346,05), e os cheques sem fundo 9,9% (de R$ 1.486,95 para R$ 1.634,08), em valores médios.
Para os economistas da Serasa Experian, que influenciou essa queda da inadimplência, a exemplo do que ocorreu nos dois últimos meses, foi o comportamento do consumidor. Eles destacam que os devedores em atraso têm apresentado maior interesse em renegociar os débitos, ao mesmo tempo em que os consumidores estão mais cautelosos para assumir novos compromissos ante a elevação dos juros e o cenário de incerteza sobre os rumos da economia com a alta do dólar.
Edição: Davi Oliveira
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Horas pagas pela indústria recuam em julho, mas folha de pagamento tem expansão

Economia



Horas pagas pela indústria recuam em julho, mas folha de pagamento tem expansão
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-11/horas-pagas-pela-industria-recuam-em-julho-mas-folha-de-pagamento-tem-expansao
Sep 11th 2013, 10:21

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O número de horas pagas pela indústria teve queda de 0,3% em julho ante junho, divulgou hoje (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes). O comportamento de queda não foi repetido pela folha de pagamento real, que subiu 0,4% na comparação com junho, impulsionada pela expansão de 8,7% do setor extrativo, que teve pagamento de participação nos lucros e resultados em grandes empresas.
Na comparação com julho de 2012 também houve queda para as horas pagas, de 0,8%, a mais intensa desde março deste ano. O decréscimo nesse índice foi registrado em 11 de 14 locais e em também em 11 dos 18 setores incluídos na Pimes. Para a folha de pagamento, a comparação interanual revela uma alta de 3,4%, a quadragésima terceira consecutiva. Entre os 14 locais pesquisados, 12 tiveram avanço na folha, o que também ocorreu em 12 dos 18 setores.
As quedas setoriais que mais pesaram para baixar as horas pagas foram calçados e couro (7,4%), produtos de metal (4,3%) e máquinas e equipamentos (2,4%). No sentido contrário, contribuíram principalmente alimentos e bebidas (2,1%), transporte (1,8%) e borracha e plástico (2,0%).
Ainda em uma análise setorial, o crescimento da folha de pagamento ocorreu com mais peso nos setores Alimentos e bebidas (5,7%), indústrias extrativas (13,4%), produtos químicos (5,4%), refino de petróleo e produção de álcool (12,3%).
Entre as regiões, a Nordeste foi a que apresentou mais forte influência negativa com queda de 4,6%, seguida da Bahia (8,8%) e Rio Grande do Sul (1,8%). Santa Catarina avançou 1,7% e foi o principal estado a elevar a taxa, seguido de São Paulo, que subiu 0,3%. A indústria paulista também foi a que mais contribuiu para o aumento da folha de pagamento, com alta de 3,3%.
O índice acumulado de 2013 para as horas pagas é 0,9%, com retração em dez dos 18 ramos pesquisados e também em dez dos 14 locais investigados na pesquisa. Em 12 meses, a taxa acumula recuo de 1,2% – a menos acentuada desde março – que chegou a registrar queda de 2%.
Nos sete primeiros meses de 2013, a folha de pagamento acumula alta de 2,8%, crescendo em 12 de 14 locais incluídos na pesquisa e em 13 de 18 setores. Nos últimos doze meses, a expansão acumulada chega a 3,9%.
Edição: Talita Cavalcante
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Emprego na indústria acumula queda de 0,8% em 2013

Economia



Emprego na indústria acumula queda de 0,8% em 2013
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Sep 11th 2013, 09:51

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O emprego na indústria caiu 0,2% em julho na comparação com junho, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, divulgada hoje (11). Em relação ao mesmo mês do ano passado, julho teve queda de 0,8%, o vigésimo segundo resultado negativo na comparação.
Em 2013, o pessoal ocupado na indústria acumula queda de 0,8% em sete meses, com taxas negativas em 11 dos 14 locais e em 13 dos 18 setores pesquisados. Pressões negativas para a taxa acumulada vieram principalmente das quedas no Nordeste (4,3%), no Rio Grande do Sul (2,4%), em Pernambuco (7,4%), na Bahia (5,3%) e em São Paulo (0,3%). Em julho, com a exceção de São Paulo, os mesmos locais foram os que os exerceram pressões negativas.
Paraná, com alta de 0,9%, e Santa Catarina, de 1%, foram os estados que mais contribuíram para elevar a taxa de pessoal ocupado. No mês de julho, a indústria catarinense foi a que mais puxou o índice para cima, com um avanço de 1,3%, fundamentado no crescimento de setores como borracha e plástico, produtos de metal e máquinas, além de equipamentos.
Os setores que acumulam as quedas mais relevantes no índice em 2013 são calçados e couro (5,4%), vestuário (3,7%), outros produtos da indústria de transformação (4,2%) e produtos têxteis (3,7%). Alimentos e bebidas, com crescimento de 1,9%, e borracha e plástico (2,9%) puxaram o emprego industrial para cima.
Em doze meses, o pessoal ocupado na indústria acumula queda de 1,1%, a mesma taxa do mês passado. Se comparada ao dos meses anteriores a junho, no entanto, o ritmo de queda perde intensidade: fevereiro (1,5%), março (1,4%), abril (1,3%) e maio (1,2%).
Edição: Talita Cavalcante
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Queda de preço dos alimentos ajuda a estabilizar a inflação em São Paulo

Economia



Queda de preço dos alimentos ajuda a estabilizar a inflação em São Paulo
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Sep 11th 2013, 07:34

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, iniciou setembro com variação de 0,21% ante 0,22%, no fechamento de agosto. Três dos sete grupos pesquisados apresentaram redução na velocidade de alta, mas o que mais contribuiu para esse resultado foi o de alimentação que passou de -0,02% para -0, 16%.
Em outros dois grupos ocorreram queda, porém, com menos intensidade do que na apuração passada. Em transportes, a taxa foi negativa em 0,01% ante -0,11% e, no grupo vestuário, foi constatada diminuição de 0,08% ante -0,60%.
No grupo habitação, o IPC saiu de uma alta de 0,44% para 0,38%; em despesas pessoais de 0,63% para 0,68% e em saúde de 0,83% para 0,64%. Já em educação, o índice ficou estável em 0,09%.
Edição: Talita Cavalcante
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