Governo não está preparado para fim da multa do FGTS, diz secretário da Fazenda

17 de setembro de 2013

Economia



Governo não está preparado para fim da multa do FGTS, diz secretário da Fazenda
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-17/governo-nao-esta-preparado-para-fim-da-multa-do-fgts-diz-secretario-da-fazenda
Sep 17th 2013, 19:27

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O secretário executivo interino do Ministério da Fazenda, Dyogo de Oliveira, reafirmou que se houver o fim da cobrança da multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), haverá redução da capacidade de pagamento de subsídios ao Programa Minha Casa, Minha Vida. "Se [o fundo] não tiver receita, vai encolher a capacidade de conceder subsídio. Com a redução no lucro, vai ficar cada vez mais difícil de fazer face aos subsídios", disse. O secretário disse ainda que o governo não se planejou para o fim da multa, pelo fato de a Lei 110/2001 não estabelecer um prazo para o encerramento.
Reportagem publicada hoje (17) pelo jornal Folha de S.Paulo diz que o governo estaria retendo dinheiro devido ao FGTS nas contas do Tesouro Nacional com o objetivo de suprir perdas de arrecadação em lugar de utilizá-lo integralmente no Minha Casa, Minha Vida. Oliveira rebateu a informação e disse que a "União está pagando sua parte". "A participação do governo até agosto seria R$ 1 bilhão, dos quais já repassamos R$ 800 milhões", destacou. No total, levando-se em conta o período desde abril do ano passado, o governo deve R$ 4,4 bilhões ao FGTS referentes à arrecadação da multa de 10%, paga pelas empresas quando demitem sem justa causa.
De acordo com o secretário, as datas para o pagamento do débito ainda estão sendo ajustadas. "Essa é uma questão de fluxo de caixa que ajustamos entre a gente [governo e gestores do FGTS]. Isso não tem nada a ver com a capacidade de [o FGTS] pagar o s subsídios. A capacidade depende do resultado [lucro] e, se tirar a multa [de 10%], tira diretamente o resultado", declarou. Segundo Dyogo Oliveira, o fundo tem R$ 116 bilhões em disponibilidade e não precisa imediatamente de fluxo de caixa, mas será afetado a longo prazo, caso haja o fim da arrecadação.
No ano passado, o FGTS teve lucro de R$ 14 bilhões. O governo considera o volume um ponto fora da curva. Na média de anos anteriores, o resultado ficou próximo de R$ 5 bilhões. A União defende que, com a retirada da multa de 10%, haveria impacto anual de mais de R$ 3 bilhões sobre esse valor. Em 2013, por exemplo, a expectativa é arrecadar R$ 3,6 bilhões com a multa. No ano passado, o volume arrecadado ficou em R$ 3,2 bilhões.
O Congresso decidiu acabar com a cobrança da multa de 10% alegando que ela já cumpriu a função de corrigir um desequilíbrio existente entre a correção dos saldos das contas individuais do FGTS. Em julho, o Executivo vetou todo o projeto aprovado pelos parlamentares. O governo também enviou hoje ao Congresso Nacional a Mensagem 398, propondo a alteração da Lei 110/2001 para vinculação da multa exclusivamente ao Programa Minha Casa, Minha Vida. O projeto de lei do governo cria ainda uma bonificação no momento da aposentadoria para o trabalhador que em algum momento fez jus à multa, desde que não tenha sido beneficiado pelo programa habitacional.

Edição: Carolina Pimentel
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Dólar tem desvalorização de 1% no pregão desta terça-feira

Economia



Dólar tem desvalorização de 1% no pregão desta terça-feira
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-17/dolar-tem-desvalorizacao-de-1-no-pregao-desta-terca-feira
Sep 17th 2013, 19:43

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O dólar teve desvalorização de 1% hoje (17) e encerrou o pregão cotado a R$ 2,26 para venda. A queda motivada pela expectativa de possível redução do programa de compra de ativos do Federal Reserve (Fed) – Banco Central norte-americano -, que injeta US$ 85 bilhões por mês na economia dos Estados Unidos, e pela forte atuação do Banco Central (BC) brasileiro, que colocou US$ 2,461 bilhões no mercado.
O BC atuou duas vezes, pela manhã. Fez o leilão tradicional de todos os dias, no qual oferece US$ 500 milhões em swap cambial – equivalente à venda de dólares no mercado futuro – e fechou contratos no valor de US$ 496,9 milhões, com vencimento no dia 3 de fevereiro de 2014. Em seguida, fez outro leilão para rolar US$ 1,965 bilhão em contratos que venceriam no dia 1º de outubro e foram renegociados para três datas: 1º de abril, 1º de julho e 1º de outubro do próximo ano.
A decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed – equivalente ao Comitê de Política Monetária (Copom) do BC – será anunciada no fim da tarde de amanhã (18). Enquanto isso, os investidores ficam em compasso de espera, ante a possibilidade de a retirada do estímulo financeiro ser feito de forma gradativa, uma vez que a recuperação da atividade econômica norte-americana ocorre em ritmo fraco.
Enquanto isso, o mercado de ações teve mais um pregão em alta. O Ibovespa – principal índice da Bolsa da Valores de São Paulo (Bovespa) – subiu 0,84% nesta terça-feira, e chegou ao fim do dia com 54.291 pontos depois de fechar 693.565 negócios, no valor de R$ 6,33 bilhões.

Edição: Aécio Amado
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Melhoram as expectativas dos empresários da construção civil

Economia



Melhoram as expectativas dos empresários da construção civil
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Sep 17th 2013, 17:25

Daniel Mello

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Melhoraram as previsões dos empresários da construção civil em relação ao desempenho das empresas nos próximos meses, segundo sondagem divulgada hoje (17) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo. O índice de confiança subiu 1,7%, em agosto, na comparação com o levantamento anterior, que é feito trimestralmente. Nos últimos 12 meses, o índice registra queda de 2,3%.
As expectativas dos empresários pioraram em relação à condução da política econômica e sobre o crescimento econômico. Caiu também a confiança de que a inflação irá se reduzir daqui para a frente. Sobre a evolução de custos, entretanto, houve melhora de 9% nas expectativas sobre o trimestre anterior e 0,4% nos últimos 12 meses. Em relação às dificuldades financeiras, o índice subiu 2,5% no trimestre e 5,9% no ano.

Edição: Beto Coura

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Leilão de Libra tem segurança jurídica e não será adiado, garante ANP

Economia



Leilão de Libra tem segurança jurídica e não será adiado, garante ANP
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Sep 17th 2013, 16:27

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O leilão do petróleo do Campo de Libra tem segurança jurídica e não será adiado, segundo garantiu hoje (17) o diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) José Gutman, que também descartou a possibilidade de ações jurídicas atrapalharem o processo. Marcado para o próximo dia 21 de outubro, a disputa será a primeira do pré-sal sob o sistema de partilha.
Gutman falou à imprensa durante um seminário técnico realizado hoje pela ANP a especialistas do setor. Ele disse que o corpo jurídico da agência está pronto para responder a possíveis ações jurídicas que sejam interpostas visando à interrupção do leilão.
"Em havendo ações, a ANP vai defender, através de sua procuradoria, o contrato e o edital, que foram aprovados pelo Ministério de Minas e Energia. Estamos bem preparados para atender a eventuais demandas judiciais, caso elas ocorram. O que inclusive não vai ser novidade, pois isso já ocorreu no passado, em praticamente todas as rodadas."
Grupos econômicos descontentes com a nova sistemática da partilha e centrais sindicais preocupadas com a espionagem de informações promovido pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) têm se manifestado contra o leilão, podendo gerar medidas judiciais prejudiciais ao processo.
"A ANP está preparada para atender eventuais questões. Está muito tranquila de que os pontos do contrato, do edital, da licitação estão muito fortes, tanto técnica quanto juridicamente. O conceito de partilha veio da lei: uma iniciativa do Poder Executivo, materializada no Legislativo e sancionada pelo presidente [Luiz Inácio Lula da Silva]. Foi uma opção política, para a partilha do pré-sal."
O primeiro leilão sob o sistema de partilha ofertará a área de Libra, na Bacia de Santos, que tem uma estimativa de 8 bilhões a 12 bilhões de barris de petróleo recuperáveis. As empresas e consórcios têm até amanhã (18) para manifestar interesse e pagar sua taxa de participação no leilão, no valor de R$ 2 milhões.
Será vencedora a empresa que reverter o maior percentual do petróleo excedente à União. O percentual mínimo previsto em lei é 41,56%. A Petrobras será a operadora única do pré-sal, pelo sistema de partilha.
Edição: Davi Oliveira
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Audi fabricará o A3 sedan e o utilitário Q3 no Paraná

Economia



Audi fabricará o A3 sedan e o utilitário Q3 no Paraná
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Sep 17th 2013, 14:42

Danilo Macedo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A montadora alemã Audi anunciou a construção de uma fábrica em São José dos Pinhais (PR), com investimento de R$ 500 milhões. O anúncio foi feito pelo presidente mundial da Audi, Rupert Stadler, após encontro com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto.
Stadler e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, atribuíram ao Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto), a atração de grandes montadoras para o país.
O programa incentiva a fabricação de automóveis, a partir incentivos, como a desoneração o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), em até 30%, para empresas que estimulem a inovação, pesquisa e desenvolvimento no país."O Inovar-Auto é uma grande alavanca do processo e proporciona toda a perspectiva de investimento no Brasil", disse Stadler.
"Para alegria nossa, é a nona fábrica de automóveis que vem para o Brasil desde que lançamos o regime automotivo, o Inovar-Auto. Isso mostra que o esforço que nós fizemos foi bem-sucedido e as empresas estão, de fato, vindo e, as que estavam aqui, expandindo suas atividades", disse o ministro.
Pimentel destacou a vinda de montadoras de carros de luxo como novidade. "O Brasil nunca teve fábricas do segmento de automóveis de primeira linha. E temos três anunciadas: a BMW, a Audi e a Mercedes-Benz. E a Land Rover em vias de [anunciar]", disse.
Segundo ele, o segmento estimula o desenvolvimento tecnológico da indústria nacional. "É onde tem mais tecnologia embarcada e, portanto, vai atrair fornecedores de maior capacidade tecnológica, exigir trabalhadores de maior qualificação e tudo isso puxa nossa indústria na direção que nós queremos, que é uma indústria tecnologicamente bem equipada", explicou.
Os primeiros veículos produzidos na fábrica de São José dos Pinhais devem chegar ao mercado no final de 2015. Em princípio, dois modelos serão montados no Brasil: o A3 sedan e o utilitário Q3.
O presidente mundial da Audi disse que a situação econômica estável do país, com perspectivas de crescimento, além da melhora do poder aquisitivo da população, o levam a acreditar no retorno dos investimentos. "O mercado de veículos de luxo no Brasil é bastante pequeno, mas a Audi acredita que ele vai crescer enormemente nos próximos anos, com as mudanças sociais que vem acontecendo e a presidenta Dilma Rousseff também acredita nisso".
Stadler disse que, durante o encontro, a presidenta Dilma demonstrou conhecimento da área de tecnologia e se interessou em saber sobre a atuação da Audi nos países dos Brics, onde a montadora está presente, como Rússia, China e Índia. "Para Audi é importante voltar ao Brasil, e começar a fazer grandes investimentos, depois da China, Rússia, e da Índia, porque pretendemos aproveitar o grande crescimento do mercado brasileiro", concluiu.



Edição: Beto Coura

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Crédito no país cresce 563,8% nos últimos dez anos e dobra tamanho com relação ao PIB

Economia



Crédito no país cresce 563,8% nos últimos dez anos e dobra tamanho com relação ao PIB
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Sep 17th 2013, 13:27

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- A concessão crédito no Brasil atingiu, em junho último, R$ 2,5 trilhões, volume que representa uma expansão de 563,8% sobre a quantia relativa ao mesmo mês de 2003, quando havia alcançado R$ 381,3 bilhões. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), que é o total da riqueza produzida no país, a taxa subiu de 24,7% para 55,2%. Os dados são do estudo feito pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).
O levantamento indica uma elevação maior entre as pessoas físicas. Esses tomadores ampliaram as suas demandas por crédito em 766,7%, nos últimos dez anos, passando de R$ 82,5 bilhões para R$ 715,2 bilhões, enquanto que o crédito tomado pelas empresas saltou de R$ 132,2 bilhões para R$ 730,3 bilhões, uma alta de 452,4%.
A taxa de juros caiu, na média, 30 pontos percentuais. Era 56,7% em junho de 2003 e atingiu 26,5%, em junho último. Nas linhas restritas às empresas, o índice baixou de 38,6% para 19,3%, um recuo de 19,3 pontos percentuais. Para esses tomadores, o prazo médio para parcelar a dívida atingiu 30,1 meses, ante 5,7 meses oferecidos anteriormente.
Para as pessoas físicas, a taxa de juros reduziu de 81,4% para 34,9% ao ano, uma diminuição de 46,5 pontos percentuais. O prazo de pagamento, que era 9,8 meses, aumentou para 47,9 meses, correspondente a uma ampliação de 388,8%.
O diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, observou que as operações de crédito envolveram um ambiente de redução das taxas de juros e dos spreads bancários (diferença entre os juros que o banco cobra ao emprestar e a taxa que ele paga ao captar dinheiro), além de aumento dos prazos médios de financiamento e de queda de 5,2 pontos percentuais na inadimplência.
Na avaliação dele, existem condições favoráveis na economia para que se conceda cada vez mais crédito. "Tivemos algumas turbulências, com as instituições financeiras do setor privado mais seletivas, mas essas restrições foram compensadas pelos bancos públicos e ainda temos como avançar mais", disse o executivo. Segundo ele, em países com tamanho da economia semelhante ao do Brasil, o volume de crédito atinge 100% do PIB.
Edição: Davi Oliveira
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Área técnica do TCU não colocou obstáculos para leilão do pré-sal, diz diretor da ANP

Economia



Área técnica do TCU não colocou obstáculos para leilão do pré-sal, diz diretor da ANP
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Sep 17th 2013, 12:44

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) Hélder Queiroz, disse hoje (17) que a área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) não colocou obstáculo para a realização do primeiro leilão para a exploração do petróleo do pré-sal sob o contrato de partilha. Toda rodada de licitação tem acompanhamento do TCU, que avalia a regularidade técnica do edital. A decisão para o leilão do pré-sal, no entanto, ainda não foi divulgada.
"A área técnica [do TCU] já se manifestou favoravelmente. Consultamos a área técnica e os ministros do TCU que disseram que, sob o ponto de vista da área técnica, não haveria problema nenhum. O acórdão mesmo ainda não saiu, mas a instrução normativa deles não nos obrigava a esperar [a publicação do acórdão] para publicar nem o edital nem o contrato", disse Queiroz.
Queiroz disse acreditar que o acórdão do TCU seja divulgado antes do leilão, marcado para o dia 21 de outubro. O primeiro leilão sob o contrato de partilha ofertará a área de Libra, na Bacia de Santos, que tem uma estimativa de 8 bilhões a 12 bilhões de barris de petróleo recuperáveis.
As empresas e consórcios têm até amanhã (18) para manifestar interesse e pagar sua taxa de participação no leilão, no valor de R$ 2 milhões. Será vencedora a empresa que reverter o maior percentual do petróleo excedente à União. O percentual mínimo previsto em lei é 41,56%.
O petróleo excedente é o equivalente ao lucro do petróleo, ou seja, já descontados os volumes de petróleo equivalentes aos custos e aos royalties. O consórcio ou empresa vencedora do leilão também terá que se associar à Petrobras, que será a operadora do campo petrolífero, com 30% de participação. A estatal brasileira poderá ainda participar do leilão como licitante, podendo assim aumentar sua participação.
A estatal recém-criada Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) também participará do consórcio, como gestora dos contratos. O bônus de assinatura (isto é, o equivalente à compra do direito à exploração e produção da área petrolífera) foi definido em R$ 15 bilhões.
Queiroz também disse acreditar que o episódio de espionagem do governo norte-americano à Petrobras, com a possibilidade de roubo de dados referentes a Libra, não coloca em risco o leilão. "Ninguém sabe [o que foi espionado]. Não há nenhum dado materialmente concreto que nos faça repensar [o leilão]. E, do ponto de vista da ANP, nossos dados são públicos. Nós os vendemos para garantir a isonomia às empresas", disse o diretor.
Escolhida a empresa vencedora do leilão, o contrato para a exploração e produção de Libra, que terá a duração de 35 anos, deverá ser assinado em novembro.
Edição: Davi Oliveira
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Empresário industrial está mais confiante na economia, diz CNI

Economia



Empresário industrial está mais confiante na economia, diz CNI
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Sep 17th 2013, 12:00

Da Agência Brasil
Brasília – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou hoje que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) aumentou 1,7 ponto em setembro e alcançou 54,2 pontos. É o segundo mês seguido de alta do índice e, segundo a CNI, indica um "sinal importante para a recuperação da indústria".
Em agosto, o valor ficou em 52,5 pontos. Na comparação com setembro de 2012, o ICEI registra recuo de 3 pontos (57,4). Para calcular o índice, a CNI utiliza indicadores que variam de zero a cem pontos, sendo que resultados acima de 50 pontos indicam empresários confiantes.
A CNI informou ainda que o aumento da confiança dos empresários foi mais intenso na indústria extrativa, em que o ICEI cresceu 4,2 pontos e ficou em 57,7 pontos em setembro. Na indústria de transformação o índice aumentou 1,7 ponto e na construção 0,6 ponto.
Apesar do pessimismo em relação às condições atuais da economia e das empresas, cujo indicador ficou em 46,2 pontos, os industriais estão mais otimistas com o futuro, acredita a confederação de empresários. O índice de expectativas em relação às condições da empresa e da economia para os próximos seis meses subiu de 56,9 pontos em agosto para 58,2 pontos em setembro.
A pesquisa foi feita entre 2 e 12 de setembro com 2.499 empresas. Dessas, 912 são pequenas, 967 são médias e 620 são de grande porte.

Edição: Denise Griesinger

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Empresários do comércio paulistano retomam confiança na economia

Economia



Empresários do comércio paulistano retomam confiança na economia
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Sep 17th 2013, 11:24

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Os empresários do setor de comércio da cidade de São Paulo voltaram a demonstrar em agosto otimismo em relação ao crescimento da economia e à possibilidade de fechar bons negócios. Após quatro meses em queda, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio no Município de São Paulo (Icec) aumentou 5,7%, ao passar de 104,2 pontos, em julho, para 110,1.
De acordo com levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a escala de avaliação da percepção do setor vai de 0 (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).
Em nota, a entidade atribuiu essa melhora de ânimo dos empresários à redução no ritmo de inflação. O grupo consultado manifestou confiança, principalmente, em relação ao momento atual. O subíndice Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec) avançou 6,6% e o que se refere aos investimentos subiu 5,5%. Nesse último caso, a avaliação reflete o interesse dos empresários em ampliar as contratações de trabalhadores.
Também cresceu a confiança do setor quanto aos negócios futuros, com alta de 6,3% no quesito que apura a expectativa.
Edição: Graça Adjuto
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IPC-S avança em quatro das sete capitais pesquisadas pela FGV

Economia



IPC-S avança em quatro das sete capitais pesquisadas pela FGV
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Sep 17th 2013, 08:28

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou em quatro das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) da primeira para a segunda semana de setembro. As principais altas foram observadas nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte: 0,09 ponto percentual.
Em Belo Horizonte, a taxa passou de 0,2% na primeira semana para 0,29% na segunda semana. Já em São Paulo, o índice aumentou de 0,1% para 0,19%. Outras cidades que apresentaram alta foram Recife (0,04 ponto percentual, ao passar de 0,23% para 0,27%) e Salvador (0,02 ponto percentual, ao variar de -0,08% para -0,06%).
Três cidades tiveram queda do IPC-S: Rio de Janeiro (0,07 ponto percentual, ao recuar de 0,4% para 0,33%), Porto Alegre (0,05 ponto percentual, de 0,52% para 0,47%) e Brasília (0,01 ponto percentual, de 0,33% para 0,32%).
Edição: Talita Cavalcante
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