ANP divulga lista com as 11 empresas interessadas no leilão do pré-sal

19 de setembro de 2013

Economia



ANP divulga lista com as 11 empresas interessadas no leilão do pré-sal
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-19/anp-divulga-lista-com-11-empresas-interessadas-no-leilao-do-pre-sal
Sep 19th 2013, 18:59

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou no final da tarde de hoje (19) a lista com as 11 empresas que pagaram taxa de participação para a 1ª Rodada do Pré-Sal, referente ao Campo de Libra, na Bacia de Santos. O leilão está previsto para o dia 21 de outubro.
As empresas ainda terão que passar por um processo de habilitação para participar da licitação. Três têm capital chinês: Cnooc International Limited (China), China National Petroleum Corporation (CNPC) e Repsol/Sinopec (Hispano-Chinesa). As demais são a Ecopetrol (Colômbia), Mitsui & CO (Japão), ONGC Videsh (Índia), Petrogal (Portugal), Petrobras, Petronas (Malásia), Shell (Anglo-Holandesa) e Total (Francesa).
A área a ser licitada tem cerca de 1,5 mil quilômetros quadrados. O volume de petróleo recuperável deverá oscilar entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris. Segundo o edital, os ganhadores da licitação deverão desenvolver as atividades de exploração de petróleo por quatro anos, prazo que poderá ser estendido, como prevê o contrato de partilha de produção.
A Petrobras será a operadora única do pré-sal, pelo sistema de partilha, e terá direito a 30% do Campo de Libra.

Edição: Aécio Amado
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Carga tributária das microempresas tem diferença de até 85% entre os estados

Economia



Carga tributária das microempresas tem diferença de até 85% entre os estados
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-19/carga-tributaria-das-microempresas-tem-diferenca-de-ate-85-entre-os-estados
Sep 19th 2013, 17:48

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As diferentes fórmulas de cobrança de impostos e taxas incidentes sobre as micro e pequenas empresas provocam diferenças significativas entre os estados, apesar de serem protegidas pelo Simples Nacional, sistema tributário diferenciado, que beneficia pequenos empresários.
Pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), verificou carga fiscal média de 5,2% no país. Mas existem grandes distorções do Simples Nacional entre os 26 estados e o Distrito Federal. A maior tributação, de 8,62% no Mato Grosso, está 85% acima da menor tributação, de 4,66% no Paraná.
A constatação das diferenças originou o estudo Tributação sobre Micro e Pequenas Empresas: Ranking dos Estados, lançado hoje (19), na sede da CNI, com o objetivo de identificar práticas incomuns na aplicação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas empresas optantes pelo Simples Nacional.
O ministro interino da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Nelson Hervey, defendeu o monitoramento constante do Simples Nacional, para que os pequenos empreendedores não sejam prejudicados. "Não podemos permitir que mecanismos como sublimites, substituição tributária, antecipação ou qualquer outro diminuam o benefício que o Simples oferece. Temos que melhorar o diálogo" – disse ele.
Para o presidente do Conselho Permanente da Micro e Empresa da CNI, Amaro Sales, as discrepâncias entre as cargas tributárias só serão equalizadas quando os governos estaduais se conscientizarem que a isonomia é decisiva para dar sustentação às empresas de menor porte – responsáveis por quase 60% dos empregos no país – e para favorecer a arrecadação.
Nosso grande desafio, acrescentou, é fazer com que os governadores e secretários de Fazenda entendam as distorções no Simples Nacional, e o que elas provocam no desenvolvimento das micro e pequenas empresas. Segundo Amaro, os estados se preocupam somente em aumentar a arrecadação e não percebem que, no médio prazo, a arrecadação vai diminuir se as empresas não prosperarem.


Edição: Beto Coura

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Construção civil continua desaquecida, segundo pesquisa da CNI

Economia



Construção civil continua desaquecida, segundo pesquisa da CNI
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-19/construcao-civil-continua-desaquecida-segundo-pesquisa-da-cni
Sep 19th 2013, 16:45

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A atividade da construção civil manteve-se praticamente estável em agosto, na comparação com o mês de julho, mas o resultado indica que o setor continua desaquecido, de acordo com pesquisa divulgada hoje (19) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A Sondagem da Indústria da Construção pesquisa ouviu 513 empresas de diferentes partes, entre os dias 2 e 12 deste mês, e verificou que a evolução da atividade na indústria da construção se situou em 47 pontos (46,5 pontos em julho), enquanto o indicador do nível de atividade em relação ao usual no setor ficou em 43,5 pontos (42,8 pontos no mês anterior). Os resultados abaixo de 50 revelam atividade desaquecida.
O levantamento da CNI mostra que a retração da atividade foi maior entre as pequenas empresas, com o indicador de evolução da atividade em 44,4 pontos. As empresas de porte médio tiveram indicador de 46,8 pontos e as grandes construtoras ficaram com 48 pontos. Com a queda na atividade, o nível de utilização da capacidade de operação do setor recuou de 70%, em julho, para 69%, em agosto.
De acordo com nota técnica da CNI, "as empresas também reduziram o quadro de funcionários, mas esse movimento foi mais ameno que em julho". O indicador de evolução do número de empregados alcançou 46,3 pontos em agosto, pouco maior que os 45,6 pontos de julho.
Os empresários continuam pouco otimistas em relação ao desempenho do setor nos próximos seis meses, segundo a CNI, pois o indicador de expectativa sobre o nível de atividade alcançou 54,2 pontos. Na mesma tendência, o indicador de novos empreendimentos e serviços marcou 53,8 pontos e o de compras de insumos e matérias-primas ficou em 54,2 pontos.
A Sondagem da Indústria da Construção de agosto constatou que o indicador de expectativa do número de empregados é 52,8 pontos, o que revela otimismo, mas todos os indicadores de expectativa estão abaixo das médias históricas, de acordo com a CNI.


Edição: Davi Oliveira
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Três grandes petrolíferas ficam de fora do leilão do pré-sal, informa diretora-geral da ANP

Economia



Três grandes petrolíferas ficam de fora do leilão do pré-sal, informa diretora-geral da ANP
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Sep 19th 2013, 13:49

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Três grandes empresas petrolíferas informaram que não vão participar do leilão do pré-sal do Campo de Libra, marcado para 21 de outubro: Exxon, British Petroleum (BP) e British Gas (BG). A disputa atraiu 11 empresas, que manifestaram interesse no processo, mas os nomes ainda não são conhecidos. O anúncio da desistência foi feito por telefone para a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, que participou hoje (19) do Seminário Técnico-Ambiental para a 12ª Rodada de Licitações, em um hotel na zona oeste do Rio.
"Eu esperava 40 empresas. Mas existe um contexto mundial, situações muito específicas das empresas, que levaram a essa situação. Eu recebi telefonema de três empresas, que foram a Exxon, a BP e a British Gas, dizendo que não iam participar do leilão do pré-sal. Cada uma com uma particularidade", relatou a diretora-geral da ANP.
A área a ser licitada tem cerca de 1,5 mil quilômetros quadrados. O volume de petróleo recuperável deverá oscilar entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris. Segundo o edital, os ganhadores da licitação deverão desenvolver as atividades de exploração de petróleo por quatro anos, prazo que poderá ser estendido, como prevê o contrato de partilha de produção. A Petrobras será a operadora única do pré-sal, pelo sistema de partilha, e a estatal terá direito a 30% do Campo de Libra, na Bacia de Santos.
Edição: Juliana Andrade // Matéria alterada às 13h53 para correção de informação divulgada pela ANP. Segundo a assessoria da agência, o leilão atraiu 11 empresas, e não 12, como havia sido informado.
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Dólar a R$ 2,18 não prejudica exportações brasileiras, diz ministro do Desenvolvimento

Economia



Dólar a R$ 2,18 não prejudica exportações brasileiras, diz ministro do Desenvolvimento
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-19/dolar-r-218-nao-prejudica-exportacoes-brasileiras-diz-ministro-do-desenvolvimento
Sep 19th 2013, 13:39

Daniel Lima e Yara Aquino

Repórteres da Agência Brasil

Brasília – O dólar a R$ 2,18 não trará prejuízos para as exportações brasileiras, disse hoje (19) o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, que considera "bem estruturada" a pauta de exportações do país.
"Evidentemente, o real mais desvalorizado ajuda mais, mas não há prejuízo para nossas exportações com essa cotação de R$ 2,18, de R$ 2,20. Há pouco, a moeda americana era negociada a R$ 2,21", lembrou.
Ontem (18), o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) decidiu manter o programa de estímulo à economia americana, reduzindo a tensão nos mercados e a valorização do dólar. Isso deu alívio ao mercado, que vinha sofrendo com a migração de capital para os Estados Unidos, em busca de rendimento mais seguro.
Para Fernando Pimentel, a decisão não deve trazer mudanças significativas para o Brasil. "Acho que não muda. Somos um país atrativo para o investimento internacional. A cada lançamento de títulos brasileiros, a cada oferta que fazemos para concessões, isso fica patente. E não vai mudar. O Brasil é um dos países mais atraentes para o capital internacional hoje e vai continuar sendo."
O ministro ressaltou que a volatilidade (fortes oscilações) dos mercados é geral, ocorre no mundo inteiro e não altera as características de cada país. Segundo ele, o Brasil é um país atraente com seus recursos naturais, pela estrutura de seu mercado, pela oferta de mão de obra, e vai continuar sendo.
Edição: Nádia Franco
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Decisão do Fed surpreende mercado financeiro, diz economista

Economia



Decisão do Fed surpreende mercado financeiro, diz economista
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Sep 19th 2013, 13:44

Daniel Lima e Kelly Oliveira

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – A decisão do Federal Reserve (Fed), banco central americano, de manter o programa de estímulos à economia norte-americana surpreendeu o mercado financeiro. Ontem, o Fed decidiu manter o programa de compra de ativos que irriga o mercado norte-americano com US$ 85 bilhões, em média, por mês.
Segundo o economista da Tendências Consultoria, Silvio Campos Neto, havia "consenso construído nos últimos meses" que esses estímulos começariam a ser reduzidos neste mês. "A reação do mercado mostra que não era o cenário esperado. O Fed se mostrou mais cauteloso do que se imaginava", disse.
Para Campos Neto, o Fed manteve a "visão de dependência de indicadores", o que pode gerar volatilidade (fortes oscilações) e especulações de agentes do mercado sempre que houver novas divulgações de dados econômicos. Ele destacou que a decisão de manter os estímulos foi influenciada pela piora em indicadores do mercado imobiliário e de emprego nos Estados Unidos.
No Brasil, segundo o economista, a decisão do Fed ajudou a tirar a pressão sobre o real. Ele acrescentou que em junho, julho e em parte de agosto houve exagero no mercado de câmbio, com o dólar atingindo picos de R$ 2,40. Atualmente, no entanto, já havia redução na pressão por alta da moeda.
Campos Neto disse que no momento não é possível fazer previsão sobre como ficará a cotação do dólar. Isso porque "os fundamentos da economia brasileira estão piores, com déficit externo muito elevado e piora em indicadores fiscais". Além disso, ele acredita que em algum momento no futuro o Fed vai anunciar a redução de estímulos. Ele também acrescentou que é preciso esperar para ver se o BC vai fazer alguma mudança nas intervenções diárias que vêm realizando no mercado de câmbio.
A professora do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp) Maryse Farhi também não arrisca qualquer previsão quanto ao patamar do dólar no país, mas disse que a tendência é de queda na cotação da moeda, depois do anúncio do Fed.
"Taxa de câmbio é uma coisa que não dá pra tentar prever. Para o Brasil, é sempre muito complexo o efeito da variação do câmbio. Uma apreciação do dólar é bom para as exportações e para a atividade industrial interna", disse. Por outro lado, acrescentou a professora, dólar mais baixo ajuda a conter a inflação.
Ontem, a decisão do Fed levou a moeda norte-americana a fechar com queda de 2,89%, cotada a R$ 2,194 – o patamar mais baixo desde final de junho.
Edição: Denise Griesinger

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Economista diz que decisão do Fed coloca dúvidas sobre a intensidade da crise norte-americana

Economia



Economista diz que decisão do Fed coloca dúvidas sobre a intensidade da crise norte-americana
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-19/economista-diz-que-decisao-do-fed-coloca-duvidas-sobre-intensidade-da-crise-norte-americana
Sep 19th 2013, 14:01

Daniel Lima e Kelly Oliveira

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – O economista e professor aposentado da Universidade de Brasília, Dércio Munhoz, considerou precipitada a decisão do Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, de manter o programa de estímulo à economia norte-americana. Para ele, a decisão coloca dúvidas sobre a intensidade da crise que afeta aquele país.
"A mensagem do Fed seria a de que a crise continua com a mesma intensidade? Então, a gente poderia dizer que a decisão, da forma como foi tomada, teria sido precipitada. A dúvida que se tem é se a crise americana continua imutável. Parece que não", disse à Agência Brasil.
O professor também destacou que a decisão surpreendeu, em parte, porque todos esperavam que o Fed seguiria o que já havia anunciado anteriormente, iniciando a redução da compra de títulos do Tesouro dos Estados Unidos. Para ele, aquela decisão não foi equivocada, porque "não se pode jogar US$ 85 bilhões [cerca de R$ 187 bilhões] na rua" todo mês.
"Por uma razão simples. Para jogar esse volume de recursos, você tem que emitir moeda. Onde é que o Fed vai arranjar dinheiro para todos os meses retirar US$ 85 bilhões em papéis? No ano, é perto de US$ 1 trilhão [cerca de R$ 2,2 trilhões]", explicou.
Sobre a "precipitação" da decisão do Fed, o professor Dércio Munhoz disse que a crise da economia norte-americana, segundo vários indicadores, não continuaria mais com a mesma intensidade. Para ele, o Fed não poderia, agora, voltar atrás no que foi decidido há dois meses, de reduzir paulatinamente a compra de papéis.
"É uma decisão precipitada. Ou seja, eliminou, temporariamente, a hipótese de reduzir a compra de papéis. E, consequentemente, adotou uma antiga política, pelo menos por enquanto, de emissão de papel-moeda para a compra de títulos do Tesouro", analisou. Para ele, com a decisão, o Fed disse aos Estados Unidos e ao mundo que a "crise americana continua preocupante".
Dércio Munhoz foi enfático ao garantir que não há razão para o mercado ficar eufórico com a decisão. Para ele, "se o americano parar de jogar dinheiro na praça e parar de recolher títulos, isso significa que a taxa de juros vai aumentar nos Estados Unidos". De acordo com o economista, o aumento dos juros norte-americanos atrairia, então, o capital especulativo internacional, deixando as economias emergentes em dificuldade.
Por enquanto, como o governo americano vai continuar colocando US$ 85 bilhões no mercado, o economista avalia que sobrará capital de curto prazo para o Brasil. "É importante notar que existe uma visão irrealista do mercado sobre a situação, porque o meu problema não é a política econômica dos Estados Unidos. Com o dólar valorizado, temos um aumento muito grande do desequilíbrio do balanço de pagamentos, um dos principais indicadores das contas externas", explicou.
Com um desequilíbrio grande no balanço de pagamentos, o país não consegue se financiar com o ingresso de recursos como os investimentos diretos ou os empréstimos intercompanhias, aumentando a dependência do capital especulativo. Por isso, informou, não é hora de o país ficar eufórico. Até porque, explicou, perante as instituições internacionais, o Brasil é um país com taxa de câmbio muito valorizada e, consequentemente, com um desequilíbrio muito grande no balanço de pagamentos.
"Esse problema permanece e, se continuar, nós não podemos imaginar que o capital especulativo vai continuar fluindo como fluiu no período do Lula, por exemplo, quando entraram mais de US$ 1 trilhão de dólares em especulativos aqui e saíram perto de US$ 900 bilhões".
Edição: Davi Oliveira
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Para especialista, decisão do Fed deve atenuar "um pouco" pressão inflacionária no Brasil

Economia



Para especialista, decisão do Fed deve atenuar "um pouco" pressão inflacionária no Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-19/para-especialista-decisao-do-fed-deve-atenuar-um-pouco-pressao-inflacionaria-no-brasil
Sep 19th 2013, 12:27

Daniel Lima e Kelly Oliveira

Repórteres da Agência Brasil

Brasília - A decisão do Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, de manter o programa de estímulo à economia americana deve atenuar a pressão sobre o Banco Central brasileiro para aumentar a taxa básica de juros, a Selic. A avaliação é do professor da Universidade Mackenzie, Pedro Raffy Vartanian. "Isso não significa, no entanto, que a Selic vai deixar de aumentar, mas atenua um pouco a pressão inflacionária", disse à Agência Brasil.
Ele considerou a decisão positiva para o Brasil na medida em que reduz a valorização do dólar em comparação ao real, que tem aumentado as pressões inflacionárias quando importamos produtos, serviços e matérias-primas. "O resultado disso apareceu na queda do valor dos Depósitos Interbancários negociados no mercado futuro".
O professor, que tem doutorado pela Universidade de São Paulo e experiência em economia monetária e fiscal, contesta avaliações de especialistas que acreditam que a decisão do Fed foi inoportuna. "Foi acertada e com base no comportamento da economia americana. Trouxe alívios aos mercados internacionais. Atenuou o efeito de valorização do dólar em relação às demais moedas", analisou.
Ele também lembrou que a medida foi tomada observando indicadores como a inflação e principalmente o nível de desemprego nos Estados Unidos, que está acima do desejado. Por isso, avaliou, o Fed optou por continuar a política de estímulos até que o desemprego diminua, sem que isso cause pressões inflacionárias.
"A questão é que a decisão e a forma como foi anunciada acabou gerando volatilidade nas variáveis. Vimos neste ano uma forte desvalorização do real, provada pela valorização do dólar. Ontem, nós vimos o contrário. Mas esses movimentos, são movimentos do mercado", observou.
Vartanian, no entanto, destaca que a volatilidade no mercado de câmbio e de juros deve continuar, pois a qualquer sinal de retomada mais consistente da economia dos EUA, os investidores retomarão a compra de dólares em uma expectativa de aumento da rentabilidade das aplicações em títulos no principal mercado financeiro mundial.
"Vale destacar que o fortalecimento do dólar não beneficia a economia dos Estados Unidos, pois se reflete em aumento das importações e queda nas exportações, o que prejudicaria a retomada do crescimento econômico no país."

Edição: Denise Griesinger

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Abate de frangos bate recorde com 1,4 bilhão de cabeças no segundo trimestre

Economia



Abate de frangos bate recorde com 1,4 bilhão de cabeças no segundo trimestre
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-19/abate-de-frangos-bate-recorde-com-14-bilhao-de-cabecas-no-segundo-trimestre
Sep 19th 2013, 10:32

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O abate de frango no Brasil cresceu 8,3% no segundo trimestre de 2013 em comparação com os três primeiros meses do ano, divulgou hoje (19) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Trimestral do Abate de Animais e Aquisição de Leite, Couro e Produção de Ovos. No total, 1,4 bilhão de cabeças foram abatidas e representa o novo recorde na série histórica.
Em relação ao mesmo período de 2012, o crescimento registrado foi ainda maior: 13,2%. O peso total das carcaças abatidas também teve expansão nas duas bases de comparação, com alta de 10,9% em relação a janeiro, fevereiro e abril de 2013 e de 10,6% sobre abril, maio e junho de 2012.
A Região Sul aumentou a participação na produção nacional de 57,8% para 61,5% no período, seguida do Sudeste, que perdeu participação com queda de 22,8% para 19,6%. O Paraná cresceu 10,3% e continua como o maior produtor, e São Paulo foi o único dos 11 maiores produtores a registrar queda, de 11,4% sobre 2012.
A produção de ovos também aumentou no trimestre, chegando a 682 milhões de dúzias. A quantidade é 1,3% maior que a do mesmo período de 2012 e supera em 2,4% os três primeiros meses deste ano. O Sudeste concentra 22,1% da produção.
O abate de suínos foi outro dado em alta. No segundo trimestre de 2013 foram abatidas 8,9 milhões de cabeças, concentradas principalmente na Região Sul (64,8%). O crescimento foi 0,7% sobre o primeiro trimestre de 2013 e de 1,6%, quando confrontado ao segundo do ano passado.
Apesar disso, o peso acumulado das carcaças suínas, de 869,6 mil toneladas, caiu 0,4% na comparação interanual. Sobre o início deste ano, foi registrada alta de 2,1%.
Edição: Talita Cavalcante
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Abate de bovinos quebra recorde no segundo trimestre

Economia



Abate de bovinos quebra recorde no segundo trimestre
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-19/abate-de-bovinos-quebra-recorde-no-segundo-trimestre
Sep 19th 2013, 09:54





Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil



Rio de Janeiro- O abate de animais quebrou recorde histórico no segundo trimestre de 2013, com 8,5 milhões de cabeças, informou hoje (19) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Trimestral do Abate de Animais e Aquisição de Leite, Couro e Produção de Ovos.



O recorde anterior era do quarto trimestre de 2012, com 8,2 milhões de cabeças abatidas. No primeiro trimestre, o número caiu para 8,1 milhões, e agora subiu 5,3%. O número de cabeças abatidas em abril, maio e junho é 11,7% maior do que o do segundo trimestre de 2012.



Assim como o número de cabeças, o peso acumulado das carcaças também foi recorde, 2 milhões de toneladas. Houve crescimento de 6,1% em relação ao primeiro trimestre de 2012, e de 11,7% sobre o segundo trimestre do mesmo ano.



O maior crescimento relativo no abate de bovinos, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, foi registrado no Sudeste (17%), seguido pelo do Centro-Oeste (14%), Norte (10%), Nordeste (6,2%) e Sul (2,3%).



Dos 27 estados brasileiros, 20 tiveram aumento do abate, destacando-se Mato Grosso (16,3%), Goiás (26,3%) e Minas Gerais (29,6%). O Centro-Oeste ocupa as três primeiras posições no abate de bovinos, com Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.



A aquisição de leite no país cresceu 2% em relação ao mesmo período de 2012, mas caiu 6% na comparação com o primeiro trimestre de 2013. Ao todo, foram 5,3 bilhões de litros de leite e 40,9% foram adquirido por indústrias do Sudeste, sendo 26,6% do total nacional produzido por Minas Gerais.



Nas duas bases de comparação, a aquisição de couro avançou no segundo trimestre de 2013, com crescimento de 8,5% ante 2012 e de 6,6% em relação ao primeiro trimestre de 2013.
Edição: Graça Adjuto
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Índice de Confiança da Indústria cai 0,8% na prévia de setembro

Economia



Índice de Confiança da Indústria cai 0,8% na prévia de setembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-19/indice-de-confianca-da-industria-cai-08-na-previa-de-setembro
Sep 19th 2013, 08:43


Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A prévia do Índice de Confiança da Indústria de setembro teve recuo de 0,8% em relação ao resultado de agosto. A queda foi provocada tanto pela avaliação negativa em relação ao presente quanto pelo menor otimismo em relação aos próximos meses, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
O subíndice de expectativas, que mede a expectativa em relação ao futuro, teve o maior recuo, de 1,4%. Já o subíndice da situação atual, que mede a avaliação em relação ao presente, teve queda mais moderada: 0,3%.
A FGV também registrou relativa estabilidade no nível de utilização da capacidade instalada, que foi 84,3% segundo dados preliminares de setembro. Em agosto, o nível havia sido 84,2%.
A prévia da sondagem da indústria, pesquisa que calcula o Índice de Confiança da Indústria, consultou 807 empresas entre os dias 2 e 16 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima quinta-feira, dia 26 de setembro.

Edição: Denise Griesinger

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Decisão do Fed em manter estímulos é muito boa para o país, diz Mantega

Economia



Decisão do Fed em manter estímulos é muito boa para o país, diz Mantega
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-18/decisao-do-fed-em-manter-estimulos-e-muito-boa-para-pais-diz-mantega
Sep 18th 2013, 21:15

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (18) que a decisão do Federal Reserve (Fed - o Banco Central dos Estados Unidos) de manter o programa de estímulo é muito boa para o Brasil. Nesta quarta-feira, o Fed decidiu manter o programa de compra de ativos que irriga o mercado norte-americano com US$ 85 bilhões, em média, por mês.
"Isso é muito bom porque indica que pode haver uma diminuição da volatilidade. O que atrapalha os negócios e a economia é a volatilidade. E havia uma grande volatilidade, que pode agora estar se dissipando, o que é muito bom para o ambiente de negócios", disse o ministro em entrevista à imprensa, na capital paulista.
De acordo com o ministro, o anúncio feito pelo Fed mostrou que o mercado estava "exagerando um pouco" nas expectativas. E também que o Federal Reserve errou na comunicação inicial, quando membros do banco não sabiam direito se iriam reduzir ou acabar com os estímulos. Havia expectativa de fim do programa ou de retirada gradativa do incentivo, por causa dos sinais de recuperação econômica dos Estados Unidos.
"O Fed hoje deu uma sinalização de que a aterrissagem será suave na sua correção de estímulos, o que significa que eles vão cortar, mais devagar, os estímulos monetários que colocam na economia. Hoje eles estão colocando US$ 85 bilhões por mês, injetando-os na economia. Havia uma expectativa de que eles iriam diminuir isso. Mas o presidente do Fed, Ben Bernanke, declarou que a economia americana não se recupera a ponto de permitir uma desativação dos estímulos", disse Mantega.
Para o ministro da Fazenda, o Brasil vai caminhar agora para "uma tranquilidade maior" na área cambial. "E com a vantagem de que, com o dólar menos valorizado, vamos ter também uma pressão menor inflacionária", ressaltou. "A tendência é que haja uma calmaria, o que vai beneficiar a realização dos negócios", declarou.
O ministro, no entanto, não fez previsões sobre o câmbio. "Não sei aonde vai chegar. Provavelmente o Banco Central poderá diminuir a sua intervenção, e caberá a ele decidir isso. Mas o que interessa para nós é a estabilidade. Não temos um patamar ideal. Mas é claro que R$ 2,40 é um exagero e trazia inconveniências", ressaltou. O ideal, segundo Mantega, é que o câmbio não flutue de forma demasiada, nem para cima nem para baixo.
Durante a entrevista, o ministro também disse que acredita que o crescimento do país este ano possa ultrapassar a previsão de 2,5%. "Estou sentindo que há uma recuperação geral da economia. Tenho visto vários setores e a confiança e a produção estão melhorando. A perspectiva é de um gradual aumento do crescimento. Estava trabalhando com 2,5% [crescimento no ano], mas a esta altura penso que pode ser um pouco mais que isso. Mas é bom aguardar o resultado antes de festejá-lo".

Edição: Aécio Amado
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Mantega diz que governo deve fazer novos ajustes em leilões de concessões de rodovias

Economia



Mantega diz que governo deve fazer novos ajustes em leilões de concessões de rodovias
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-18/mantega-diz-que-governo-deve-fazer-novos-ajustes-em-leiloes-de-concessoes-de-rodovias
Sep 18th 2013, 22:10

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse na noite de hoje (18), em São Paulo, que o governo deverá fazer ajustes para os próximos leilões de concessões de rodovias. Na tarde desta quarta-feira, o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, também admitiu, em Brasília, que o governo fará ajustes nos leilões.
Hoje, o Consórcio Planalto, composto por dez empresas, venceu a concessão do trecho da BR-050 (Goiás-Minas Gerais) em leilão promovido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na BM&F Bovespa. A empresa propôs a menor tarifa, de R$ 0,04534 por quilômetro, representando deságio de 42,38%.
O trecho, de 436,6 quilômetros, começa no entroncamento com a BR-040, em Cristalina (GO), e se estende até a divisa de Minas Gerais, no município de Delta, com o estado de São Paulo. Inicialmente, o pregão de hoje leiloaria também a concessão da BR-262 ES/MG (Espírito Santo-Minas Gerais), mas nenhuma empresa se interessou.
"Acho que [o leilão] foi muito bom porque conseguimos ter uma grande disputa na BR-050. Não tivemos na BR-262. Então isso nos faz olhar para quais são as características da 262 que não a tornaram tão atraente. Já estamos trabalhando para melhorar a atratividade não só da 262 como das demais rodovias que estavam sendo ofertadas", disse o ministro.
A ideia do governo, acrescentou Mantega, é que, com os novos leilões, as empresas concessionárias se interessem pelas demais rodovias tanto quanto se interessaram pela BR-050. "Estamos revendo, à luz dos ensinamentos desse leilão, como nós podemos aperfeiçoar os próximos leilões. Já estamos conversando com todos os concessionários e teremos alguns ajustes no modelo já na próxima semana, de modo a garantir que todo o processo seja bem-sucedido", disse.

Edição: Aécio Amado
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