FGTS aumenta o orçamento de 2013 em R$ 12,4 bilhões

25 de setembro de 2013

Economia



FGTS aumenta o orçamento de 2013 em R$ 12,4 bilhões
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/fgts-aumenta-orcamento-de-2013-em-r-124-bilhoes
Sep 25th 2013, 21:43

Da Agência Brasil
Brasília - Em reunião na tarde de hoje (25), o Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) decidiu pela suplementação de R$ 12,4 bilhões ao orçamento de 2013. Do valor, R$ 10 bilhões serão destinados a programas de concessão de financiamentos na área de habitação popular e R$ 2,43 bilhões para descontos concedidos a população de baixa renda no Programa Minha Casa, Minha Vida.
O Ministério do Trabalho informou, em nota, que informações da Caixa Econômica Federal dão conta de que, até junho, 65% do orçamento do fundo destinado ao financiamento de habitação popular em 2013 tinha sido comprometido, bem como 73% do valor destinado a descontos. De acordo com o ministro Manoel Dias, porém, a injeção no orçamento não compromete a saúde financeira do fundo. Segundo ele, a previsão do patrimônio líquido do FGTS ao final do exercício é R$ 55 bilhões.
O orçamento do FGTS para 2013 prevê R$ 45,7 bilhões para habitação popular, R$ 5,2 bilhões para saneamento básico, R$ 7 bilhões para aplicação em Infraestrutura urbana, R$ 8,9 bilhões destinado a descontos para famílias de baixa renda, além de R$ 4,3 bilhões para demais operações da área de habitação.
Edição: Fábio Massalli
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Miriam Belchior acredita que inflação deste ano será abaixo de 5,84%

Economia



Miriam Belchior acredita que inflação deste ano será abaixo de 5,84%
http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2013-09-25/miriam-belchior-acredita-que-inflacao-deste-ano-sera-abaixo-de-584
Sep 25th 2013, 19:21

Brasília – A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, durante audiência pública conjunta na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional e na Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara, na qual ela falou sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2014Brasília – A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, durante audiência pública conjunta na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional e na Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara, na qual ela falou sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2014Brasília – A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, durante audiência pública conjunta na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional e na Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara, na qual ela falou sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2014Brasília – A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, durante audiência pública conjunta na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional e na Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara, na qual ela falou sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2014Brasília – A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, durante audiência pública conjunta na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional e na Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara, na qual ela falou sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2014



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Cade vai julgar denúncias de cartel em serviços hospitalares

Economia



Cade vai julgar denúncias de cartel em serviços hospitalares
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/cade-vai-julgar-denuncias-de-cartel-em-servicos-hospitalares
Sep 25th 2013, 19:12

Marcelo Brandão

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) encaminhou denúncia de cartel em serviços hospitalares de quatro estados ao tribunal do próprio conselho. As instituições de saúde teriam se juntado para negociar um aumento de preços com planos de saúde e, caso não se confirmasse o aumento, as instituições se descredenciavam.
A prática foi identificada por meio de denúncias feitas pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Procon) do Paraná e da Paraíba, bem como pelo Ministério Público da Bahia e instituições de planos de saúde da Bahia e do Espírito Santo. Foram abertos processos administrativos pela Superintendência-Geral do Cade, que, concluiu pela formação de cartel e sugeriu a condenação ao tribunal do conselho, que vai analisar o caso.
No total, são 23 instituições de saúde, entre hospitais e clínicas médicas nas cidades de Londrina (PR), Vitória (ES), Campina Grande (PB) e Feira de Santana (BA). Todas tiveram garantia de ampla defesa na investigação movida pela superintendência-geral e terão novamente no Tribunal do Cade. Caso sejam condenadas, as entidades investigadas estarão sujeitas ao pagamento de multa, além de outras penas previstas em lei.
Edição: Fábio Massalli
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

TCU aprova estudos para concessão de três trechos rodoviários

Economia



TCU aprova estudos para concessão de três trechos rodoviários
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/tcu-aprova-estudos-para-concessao-de-tres-trechos-rodoviarios
Sep 25th 2013, 19:57

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou hoje (25), por unanimidade, os estudos para a concessão de três trechos rodoviários que fazem parte do Programa de Investimentos em Logística do governo federal.
Com isso, o governo poderá publicar os editais para a concessão do trecho de 1,1 mil quilômetros das rodovias BR-060, BR-153 e BR-262, que passam pelo Distrito Federal, por Goiás e por Minas Gerais. Também foram aprovados os estudos do trecho de 814 quilômetros que inclui as rodovias BR-153 e TO-080, entre Anápolis (GO) e Palmas (TO). O último trecho é o da BR-163, de 850,9 quilômetros, em Mato Grosso.
O TCU recomendou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que os trechos prioritários das rodovias sejam definidos para receber as primeiras obras de duplicação, como em locais com curvas e declives, com grande movimentação de veículos e onde a condição da estrada estiver pior. Segundo as regras do plano do governo, as concessionárias só poderão cobrar pedágio depois de concluir 10% das obras de duplicação.
Na semana passada, foi feito o primeiro leilão de rodovias do Programa de Investimentos em Logística do governo federal, que prevê a concessão à inciativa privada de nove lotes de rodovias, que somam 7,5 mil quilômetros. O trecho de 436 quilômetros da BR-050, entre Goiás e Minas Gerais, foi licitado com deságio de 42,38%.
Edição: Fábio Massalli
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Percentual de famílias endividadas tem segunda queda mensal consecutiva

Economia



Percentual de famílias endividadas tem segunda queda mensal consecutiva
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/percentual-de-familias-endividadas-tem-segunda-queda-mensal-consecutiva
Sep 25th 2013, 18:12


Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O percentual de famílias brasileiras endividadas atingiu 61,4% em setembro, o que representa uma queda em comparação a agosto (63,1%). Houve alta, porém, em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o índice atingiu 58,9%, de acordo com a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional), divulgada hoje (25) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Os dados são apurados em todas as capitais dos estados, além do Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.
A economista da CNC Marianne Hanson informou que é a segunda queda consecutiva no percentual de famílias com dívidas. "Essa tendência recente de queda é compatível com o que a gente tem observado, tanto no mercado de crédito como nos indicadores de consumo das famílias, em especial das vendas no varejo."
Marianne analisou que, na medida em que ocorre uma moderação no crescimento das concessões de empréstimos e das vendas de produtos atrelados ao crédito, as famílias se endividam menos. Para ela, o percentual ainda está em um patamar mais elevado em relação a setembro de 2012 porque, no primeiro semestre do ano, foi observada uma tendência de alta desse indicador. "Essa reversão é recente".
O movimento decorre de uma cautela por parte do consumidor, destacou a economista. Nos seis primeiros meses deste ano, o volume de vendas cresceu apenas 3% em relação ao mesmo período do ano passado, acompanhado por uma expansão mais fraca do crédito, comparativamente ao ritmo que vinha sendo observado nos últimos anos. As famílias estão mais seletivas quanto à oferta de crédito, segundo Marianne. "O perfil de endividamento mudou e as famílias adotaram uma postura mais cautelosa diante de uma inflação maior e de uma incerteza em relação ao futuro e à desaceleração do mercado de trabalho". Ela ressaltou que, por isso, nos últimos meses, as famílias reduziram o endividamento.
O mesmo fenômeno é observado em relação ao percentual de inadimplência, que alcançou 20,6% em setembro, mostrando recuo em comparação ao mês anterior (21,8%), mas elevação em relação a setembro de 2012 (19,1%). "Seguiu a mesma tendência de queda na comparação mensal e ligeira alta na comparação anual", disse Marianne. Ela salientou que a própria redução do endividamento favorece que a diminuição na proporção de famílias com contas em atraso.
De acordo com a economista, outro fator que contribuiu para isso foi o cenário mais positivo que começa a ser visto neste segundo semestre, apontado pela alta no indicador de confiança das famílias e pela desaceleração no ritmo de alta de preços. "Uma trégua na inflação. Isso faz com que as famílias consigam pagar suas contas em dia."
O cartão de crédito continua liderando os principais tipos de dívida, desde o início da pesquisa, em 2010. Ele foi apontado por 73,2% das famílias, seguido do carnê, isto é, o crédito direto do lojista (18,2%) e pelo financiamento de carro (12,6%).
Uma tendência percebida também desde 2010 e que permaneceu na pesquisa de setembro é que as famílias mais endividadas são as que ganham menos de dez salários mínimos. Marianne informou que, nos últimos dois meses, foi registrada queda no percentual de famílias com dívidas, tanto na faixa de renda abaixo de dez salários quanto acima desse montante. Na comparação anual, houve alta.
"O que muda é em relação ao perfil de endividamento", destacou a economista. No caso das famílias que ganham mais do que dez salários mínimos, os financiamentos de carro e de casa ocupam a segunda e a terceira posições, respectivamente, depois do cartão de crédito. Já para as famílias que recebem até dez salários, os principais tipos de dívida são cartão de crédito, carnês e crédito pessoal. "Esse crédito de mais longo prazo está concentrado mais para as famílias que ganham mais que dez salários mínimos", destacou a economista.
Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Brasil precisa aumentar a produtividade do trabalho para continuar a crescer, diz Marcelo Neri

Economia



Brasil precisa aumentar a produtividade do trabalho para continuar a crescer, diz Marcelo Neri
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/brasil-precisa-aumentar-produtividade-do-trabalho-para-continuar-crescer-diz-marcelo-neri
Sep 25th 2013, 17:25

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Aumentar a produtividade do trabalho é o maior desafio do Brasil, no longo prazo, segundo o ministro-chefe interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, Marcelo Neri. "A produtividade brasileira permanece estagnada desde a década de 1980, com pequenas recuperações nos últimos dez anos", disse.
A declaração do ministro foi feita com base no relatório Determinantes da Produtividade do Trabalho lançado hoje (25) pela SAE na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no centro da capital fluminense.
De acordo com Neri, que também é presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o país está próximo do pleno emprego e precisa ganhar mais produtividade para garanir o crescimento sustentável. "Agora quase todo o aumento da renda trabalhista vem pelo efeito salário com redução na quantidade de trabalho. Isso pode ser um sinal de limite, talvez torne a sociedade menos competitiva", declarou.
O relatório faz parte da Conferência Internacional sobre Sustentabilidade e Promoção da Classe Média que começou hoje e reúne durante três dias representantes de organismos internacionais para debater o tema, como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Banco de Desenvolvimento da Ásia e a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).
Neri ressaltou que o crescimento inclusivo do país e a diminuição das desigualdades foram expressivos, de 2001 a 2011. "A renda dos mais pobres está crescendo mais que a dos mais ricos. A renda dos mais pobres cresceu 85% entre 2001 e 2011, sendo mais da metade desse crescimento proveniente do aumento da renda do trabalho [55%]", disse. Apesar disso, o ministro lembrou que os ganhos da renda média vêm crescendo em ritmo menor nos últimos meses, que chegou a 3,32% em agosto passado, ante 5,2% em fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Outro problema identificado pelo estudo, que usou dados da Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios (Pnad), é a alta rotatividade nos postos de trabalho no Brasil no setor formal. Entre os quem têm renda até dois salários mínimos essa realidade é mais frequente. "Como os postos são poucos estáveis, isso inibe o investimento das empresas no trabalhador e do trabalhador nas empresas", declarou. Neri sugeriu políticas de treinamento das pessoas empregadas, visto que hoje a maioria das políticas investe em pessoas desempregadas.


Edição: Aécio Amado
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil





You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Miriam Belchior acredita que inflação deste ano será abaixo de 5,84%

Economia



Miriam Belchior acredita que inflação deste ano será abaixo de 5,84%
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/miriam-belchior-acredita-que-inflacao-deste-ano-sera-abaixo-de-584
Sep 25th 2013, 18:00

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, acredita que a inflação deste ano será menor que os 5,84% do ano passado, uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tem ficada em patamar "mais confortável" nos últimos três meses, e tudo indica, segundo ela, que a inflação também se comportará bem até o final do ano.
A declaração foi feita durante audiência pública conjunta na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional e na Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara, na qual ela falou sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2014, com enfoque na execução orçamentária das Forças Armadas.
A ministra ressaltou o bom momento do cenário econômico nacional, com Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre acima das perspectivas do mercado, inflação em baixa e criação sustentável de empregos em nível suficiente para atender às necessidades da economia "em patamares mínimos históricos". Isso, aliado ao aumento da massa salarial e à maior concessão de créditos, tem possibilitado melhor crescimento do país.
A situação atual deixa a ministra mais confiante quanto à execução do Orçamento para o ano que vem, atualmente em discussão no Congresso, segundo o qual o governo aposta em crescimento de 4% na atividade econômica, com Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas de um país) de R$ 5,243 trilhões, inflação de 5% e aumento do salário mínimo para R$ 722,90 (aumento de 6,6%). Os números foram divulgados na apresentação do Ploa 2014, no final de agosto.
Para reforçar o otimismo do governo sobre o andamento da economia, a ministra destacou que "as despesas do Executivo estão estáveis ou em queda e as despesas com juros da dívida pública também são declinantes". A dívida líquida também é declinante, segundo ela, embora a dívida bruta continue em alta, porém considerada pela ministra "praticamente estável". Mas isso não decorre de fragilidade fiscal, enfatizou.
De acordo com a ministra, as prioridades orçamentárias vão para saúde, educação, investimentos dos programas de Aceleração do Crescimento (PAC), Minha Casa, Minha Vida e Brasil sem Miséria. Mas todas as áreas do governo estão bem atendidas, segundo ela, inclusive o Ministério da Defesa, que teve reajuste real de 48% nas despesas discricionárias de 2008 para cá.
Miriam disse que investimentos estratégicos da área de Defesa foram incorporados ao PAC, tais como o desenvolvimento de submarino nuclear, aeronave KC-X, helicópteros, tecnologia nuclear da Marinha, blindados do Exército e o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron).
Edição: Fábio Massalli
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Faturamento da indústria de máquinas e equipamentos sobe 6,8% de julho para agosto

Economia



Faturamento da indústria de máquinas e equipamentos sobe 6,8% de julho para agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/faturamento-da-industria-de-maquinas-e-equipamentos-sobe-68-de-julho-para-agosto
Sep 25th 2013, 17:26

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O faturamento bruto da indústria de máquinas e equipamentos teve alta de 6,8% em agosto sobre o mês de julho, alcançando R$ 7,27 bilhões. No entanto, na comparação com agosto do ano passado, houve queda de 2,1%. Os dados foram divulgados hoje (25) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
Entre janeiro e agosto deste ano, o faturamento do setor alcançou R$ 52,16 bilhões, queda de 6,7% na comparação com igual período do ano passado.
As exportações somaram US$ 1,25 bilhão em agosto, o que representou aumento de 11,8% em relação a julho e queda de 3,2% ante o mesmo mês do ano passado. As importações alcançaram US$ 2,72 bilhões em agosto, recuo de 4,6% na comparação com julho e alta de 6,7% em relação a agosto de 2012.
O déficit comercial do setor quando as importações superam as exportações) apresentou recuo de 15,1% em agosto na comparação com julho, somando US$ 1,47 bilhão. Já em relação ao mesmo mês do ano passado, houve alta de 16,9%. No acumulado do ano, entre janeiro e agosto, o déficit chegou a US$ 13,85 bilhões, aumento de 20,2% sobre igual período do ano passado.

Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Intervenções do BC fazem proporção do câmbio na dívida pública atingir maior nível em oito anos

Economia



Intervenções do BC fazem proporção do câmbio na dívida pública atingir maior nível em oito anos
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/intervencoes-do-bc-fazem-proporcao-do-cambio-na-divida-publica-atingir-maior-nivel-em-oito-anos
Sep 25th 2013, 16:22

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As vendas de dólares no mercado futuro para segurar a cotação da moeda fizeram a proporção do câmbio na dívida pública atingir o maior nível em oito anos. A fatia da dívida mobiliária (em títulos) interna corrigida por moedas estrangeiras subiu de 3,92% em julho para 6,06% em agosto. O percentual é o maior desde janeiro de 2005, quando atingiu 8,03%.
Apesar de não envolverem a emissão de títulos, as operações de swap cambial tradicional, que equivalem às vendas de dólares no mercado futuro, interferem na composição da Dívida Pública Federal (DPF) conforme os critérios usados pelo Banco Central. Pelos critérios do Tesouro Nacional, que desconsidera as operações de swap, a participação do câmbio na dívida mobiliária interna ficou estável em 0,65% em agosto.
A proporção do câmbio na dívida mobiliária interna tende a aumentar nos próximos meses por causa da decisão do Banco Central de injetar US$ 500 milhões diariamente no mercado futuro até o fim do ano. A despesa total deverá chegar a US$ 60 bilhões, além dos US$ 40 bilhões injetados entre maio e o fim de agosto.
A participação de papéis prefixados – com taxa de juros definida no momento da emissão – subiu de 38,95% em julho para 39,44% no mês passado. Em junho, a fatia desses papéis na dívida interna tinha batido recorde e atingido 41,20%.
A fatia dos títulos vinculados a taxas flutuantes, como a Selic (taxa de juros básicos da economia), caiu de 20,26% para 18,39%. A participação dos títulos corrigidos pela inflação, no entanto, ficou praticamente estável, passando de 36,87% para 36,11%. Todos esses números também levam em conta as operações de swap pelo Banco Central.
Com taxas definidas no momento da emissão, os títulos prefixados são preferíveis para o Tesouro Nacional porque dão maior previsibilidade à administração da dívida pública. Isso porque o governo sabe exatamente o quanto vai pagar daqui a vários anos, no vencimento dos papéis. Em contrapartida, os papéis vinculados à Selic representam mais risco porque pressionam a dívida para cima, caso o Banco Central tenha de reajustar os juros básicos por causa da inflação.
Depois de bater recorde em julho, quando atingiu 4,38 anos, o prazo médio da DPF caiu para 4,35 anos em agosto. O Tesouro Nacional não divulga o resultado em meses, apenas em anos. A participação dos vencimentos nos próximos 12 meses subiu de 22,40% para 24,32%. Prazos mais longos são favoráveis ao Tesouro porque dão ao governo mais tempo para planejar e executar as operações de rolagem (renegociação) da dívida pública.
Por meio da dívida pública, o governo pega emprestado dos investidores recursos para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa Selic, da inflação ou do câmbio.
Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Em Nova York, Dilma diz a investidores que Brasil tem demanda por infraestrutura

Economia



Em Nova York, Dilma diz a investidores que Brasil tem demanda por infraestrutura
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/em-nova-york-dilma-diz-investidores-que-brasil-tem-demanda-por-infraestrutura
Sep 25th 2013, 16:19

Danilo Macedo*

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff destacou hoje (25), em Nova York, que o Brasil tem uma demanda reprimida por infraestrutura por causa de baixos investimentos em décadas, o que torna o setor atrativo para empresários externos. No seminário Oportunidades em Infraestrutura no Brasil para investidores estrangeiros, a presidenta destacou que o consumo interno tem sido maior do que a oferta de serviços, e por isso o governo tem feito concessões de aeroportos, ferrovias e rodovias.
"Temos números para ilustrar as boas perspectivas. Em dez anos, o PIB [Produto Interno Bruto] cresceu 40% em termos reais, o investimento, 70%, e o comércio varejista, 120%", disse Dilma. Ela reforçou a expansão da massa salarial em 65% no período e a baixa taxa de desemprego, abaixo dos 6%.
Dilma disse à plateia de empresários que o Brasil está construindo a malha ferroviária, fundamental para o escoamento da produção de minério e alimentos, com mais de um século de atraso em relação às grandes potências. Com a crise econômica mundial e a diminuição do comércio internacional, os gargalos em infraestrutura ficaram mais claros, com perda de competitividade.
"Nosso objetivo é melhorar a economia brasileira estruturalmente, contribuindo para torná-la mais competitiva e aumentar a produtividade", disse Dilma, acrescentando que o governo federal vem tomando uma série de medidas para enfrentar a crise e posicionar melhor o Brasil na economia mundial.
A presidenta ressaltou que, apenas em 2007, foi iniciado o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida, de habitação popular. "Agora é necessário perceber que nosso desafio é novo, é diferente. O Brasil tem muitos gargalos, e não se dá só na infraestrutura".
Dilma disse que a escassez de profissionais qualificados é um dos fatores que contribuem para os gargalos. Para corrigir o problema, a presidenta citou os incentivos para a formação de engenheiros e a criação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). "Criamos o Pronatec para formar 8 milhões de pessoas, mas também como saída do Bolsa Família", disse, explicando que o programa de ensino técnico também possibilitará aos beneficiários da assistência do governo a conquistar a independência.
Na área educacional, a presidenta ressaltou o compromisso em ampliar os investimentos em banda larga no país, importante para que a população tenha acesso às informações e conhecimentos que os habitantes de países desenvolvidos já dispõem. "Não queremos perder o barco como perdemos com a ferrovia. Nós não queremos perder o avião da história, ou talvez o foguete", disse Dilma, lembrando que o uso dos recursos provenientes dos royalties darão uma grande contribuição para o sistema de educação.
*Colaborou Paulo Victor Chagas

Edição: Carolina Pimentel
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Dilma ressalta participação privada em plano de infraestrutura

Economia



Dilma ressalta participação privada em plano de infraestrutura
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/dilma-ressalta-participacao-privada-em-plano-de-infraestrutura
Sep 25th 2013, 17:06

Paulo Victor Chagas

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Em discurso durante seminário empresarial na 68ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a presidenta Dilma Rousseff destacou hoje (25) a importância do setor privado para as concessões que têm sido feitas no Brasil para melhorar a infraestrutura de transportes e do setor energético.
"Para o Brasil, é essencial que haja essa maior participação [do financiamento privado]. Não é possível haver uma expansão do porte de que necessitamos sem a participação de mercados de capitais e de outros instrumentos e do sistema financeiro privado", disse a presidenta. Segundo ela, o modelo de concessões foi a alternativa encontrada para suprir a demanda da infraestrutura brasileira e enfrentar uma "falta de investimentos de décadas".
Ao se referir ao Programa de Investimentos em Logística, Dilma ressaltou que conceder a administração de rodovias, ferrovias e aeroportos à iniciativa privada é uma opção estratégica do ponto de vista da gestão do setor. "Há entraves imensos no Brasil para a gestão de obras e, quando [os investimentos] são feitos exclusivamente pelo setor privado, são mais ágeis, mais eficientes e de menor custo", lembrou Dilma, no encerramento do evento Oportunidades em Infraestrutura no Brasil, organizado pelo banco americano Goldman Sachs, em parceria com o Grupo Bandeirantes e o Metro Jornal.
Ao justificar a necessidade de o Brasil apostar no setor privado para o investimento e a manutenção dos trechos concedidos, a presidenta disse que outras alternativas seriam a parceria público-privada (PPP) e as obras públicas. "Quando a necessidade de retorno dos investimentos for incompatível com o que é sustentável – cobrar pedágios em rodovias, por exemplo –, os investimentos não podem ser feitos pelo setor privado."
"De qualquer forma, o que nós preferimos é a concessão, e daremos prioridade àquilo que pode ser imediatamente concedido, porque precisamos não só dos recursos, mas também da gestão", disse a presidenta, citando a concessão de três aeroportos brasileiros, o leilão de petróleo ocorrido em maio e os preparativos para o leilão do Campo de Libra, o primeiro do pré-sal, marcado para daqui a um mês.
Dilma aproveitou o discurso para explicar a falta de empresas interessadas na concessão da BR-262, cujo leilão foi adiado na semana passada por falta de propostas. "Inicialmente, os investidores disseram que a rodovia era viável, depois começaram a temer pela região e o tamanho do pedágio". O governo agora revê a concessão e pode apostar em uma PPP ou até em obra pública, acrescentou.
Ocorrido em Nova York, o seminário, que visa a atrair investidores para o Brasil, ocorreu durante toda a manhã de hoje (25), e teve ainda palestras do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Após participar do seminário empresarial, Dilma embarcou de volta para o Brasil.
Edição: Nádia Franco
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Desemprego volta a cair na região metropolitana de São Paulo

Economia



Desemprego volta a cair na região metropolitana de São Paulo
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/desemprego-volta-cair-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo
Sep 25th 2013, 15:23

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Pela segunda vez seguida, a taxa de desemprego caiu nos 39 municípios da região metropolitana de São Paulo, em agosto, quando atingiu 10,4% da população economicamente ativa (PEA) ante 11%, em julho. Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita em conjunto pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade).
Foram criados 56 mil postos de trabalho. Paralelamente, 10 mil pessoas deixaram o grupo dos que procuram emprego. Com isso, houve queda de 66 mil pessoas no total de desempregados que, no trimestre encerrado em agosto, foi estimado em 1,13 milhão de pessoas.
Os setores do comércio e da indústria de transformação foram os que mais abriram vagas. Nesse último setor, foram criados 19 mil postos ou 1,2% a mais do que em julho. Em comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, surgiram 20 mil empregos, o que supera em 1,1% o apurado no mês anterior.
No segmento da construção, as contratações foram ampliadas em 1,9%, com 14 mil admissões. Em serviços, houve alta de 0,2%, com mais 12 mil trabalhadores.
A pesquisa mostra ainda que foi mantida a estabilidade na formalização dos contratos no setor privado (0,2%). Já a entrada de trabalhadores sem carteira assinada cresceu 4,1%.
Os assalariados tiveram uma perda de ganhos de 0,7%, e o valor mensal dos rendimentos ficou em R$ 1.771,00. Já o rendimento dos ocupados teve alta de 0,6%, passando para R$ 1.747,00. Esses valores referem-se ao trimestre finalizado em julho comparado ao período de três meses anteriores encerrado em junho.
Nos últimos 12 meses até agosto, caiu em 150 mil o número de desempregados. Essa queda, no entanto, decorre mais da desistência na disputa por vagas do que da geração de postos. No período, houve uma diminuição de 19 mil novos postos.
Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

CNI diz que crescimento de 2,4% do PIB está abaixo do que o Brasil precisa

Economia



CNI diz que crescimento de 2,4% do PIB está abaixo do que o Brasil precisa
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/cni-diz-que-crescimento-de-24-do-pib-esta-abaixo-do-que-brasil-precisa
Sep 25th 2013, 15:57

Jorge Wamburg

Repórter da Agência Brasil


Brasília – Mesmo com o crescimento de 2,4% estimado para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, acima dos 2% previstos no trimestre anterior, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera insatisfatório esse aumento. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Os 2,4% estão "abaixo do que a sociedade brasileira precisa", disse o gerente de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, ao comentar hoje (25) as previsões do Informe Conjuntural para o último trimestre do ano.
Segundo o documento, o quadro de crescimento baixo reflete as dificuldades de superação de dois desafios de natureza estrutural: a baixa competitividade e a reduzida taxa de investimento, inferior a 20% do PIB. Apesar disso, Castelo Branco disse que são "positivos" os sinais de recuperação da economia revelados pelos números do estudo, que estima inflação anual de 5,8%, inferior à previsão do trimestre anterior.
De acordo com Castelo Branco, um dos motivos de insatisfação do setor industrial com os resultados da economia é que o crescimento deve ser baseado nos investimentos privados, e não públicos, como está ocorrendo. Neste ano, diz o estudo, os investimentos terão participação maior do que o consumo das famílias no crescimento do PIB. A CNI estima aumento de 8% dos investimentos este ano, contribuindo com 1,5% ponto percentual para a expansão do PIB. Porém, ressaltam os analistas da CNI, o consumo das famílias, que alavancou a economia em 2012, "perdeu força e crescerá 1,9% neste ano, contribuindo com 1,2 ponto percentual na expansão do PIB".
De acordo com a CNI, a retração do consumo é resultado da queda no ritmo de aumento da oferta de emprego, da redução do rendimento real dos trabalhadores e do aumento do endividamento das famílias. E a taxa média de desemprego permanecerá estável em relação à de 2012, com 5,1% da população economicamente ativa, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A previsão dos analistas da indústria para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) é 5,8% para este ano, acima dos 4,5% da meta oficial. "Com isso, a CNI estima novos aumentos na taxa básica de juros, a Selic. A previsão é que os juros cheguem a 9,75% ao ano no final de 2013. Nesse cenário, e com a inflação de 5,8%, a taxa de juros média no ano ficará em 1,9% ao ano, inferior à do ano passado, de 3,1%", diz o Informe Conjuntural.
No estudo, a CNI diz também que "a alternância entre queda e crescimento dos indicadores de atividade é a característica mais marcante da evolução da economia em 2013. Quanto ao câmbio, o Informe Conjuntural prevê que o real continue se desvalorizando diante do dólar e projeta cotação de R$ 2,23 por US$ 1 em dezembro e feche o ano com média de R$ 2,14 por US$ 1.
As previsões indicam ainda que o superávit comercial deste ano será "apenas US$ 1,7 bilhão, com exportações de US$ 240,5 bilhões e importações de US$ 238,8 bilhões". Para a CNI a valorização do dólar diante do real é insuficiente para acelerar as exportações.
Edição: Nádia Franco
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Dívida Pública Federal sobe R$ 34 bilhões em agosto e volta a se aproximar de R$ 2 trilhões

Economia



Dívida Pública Federal sobe R$ 34 bilhões em agosto e volta a se aproximar de R$ 2 trilhões
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/divida-publica-federal-sobe-r-34-bilhoes-em-agosto-e-volta-se-aproximar-de-r-2-trilhoes
Sep 25th 2013, 15:13

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O forte volume de emissões de títulos públicos fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir R$ 34 bilhões em agosto e voltar a se aproximar de R$ 2 trilhões. De acordo com dados divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional, a DPF fechou o mês passado em R$ 1,992 trilhão, com alta de 1,77% em relação ao estoque registrado em julho (R$ 1,957 trilhão).
A dívida pública mobiliária (em títulos públicos) interna subiu 1,69%, de R$ 1,864 trilhão para R$ 1,896 trilhão. Isso ocorreu porque, no mês passado, o Tesouro emitiu R$ 17,55 bilhões em títulos a mais do que resgatou. Além disso, o reconhecimento de R$ 13,98 bilhões em juros contribuiu para o aumento da dívida. O reconhecimento ocorre porque a correção que o Tesouro se compromete a pagar aos investidores é incorporada gradualmente ao valor devido.
Por causa da alta de 3,59% do dólar em agosto, a dívida pública externa subiu de R$ 92,70 bilhões em julho para R$ 95,84 bilhões no mês passado. O aumento ocorreu apesar de o Tesouro Nacional ter recomprado R$ 41,17 milhões em títulos da dívida externa em agosto.
O principal fator para a alta da DPF no mês passado é o fato de que agosto não foi marcado por vencimentos expressivos de títulos públicos, que compensam as emissões feitas pelo Tesouro e diminuem o aumento do estoque. Em julho, os vencimentos tinham somado R$ 80,05 bilhões em títulos, contra R$ 12,02 bilhões no mês passado.
Apesar de continuar abaixo de R$ 2 trilhões, o próprio Tesouro reconhece que a DPF deve voltar a subir nos próximos meses. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em julho, a tendência é que o estoque da Dívida Pública Federal encerre o ano entre R$ 2,1 trilhões e R$ 2,24 trilhões. Em dezembro, a DPF ultrapassou pela primeira vez a barreira de R$ 2 trilhões, mas caiu nos meses seguintes.
Por meio da dívida pública, o governo pega emprestado dos investidores recursos para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa Selic, da inflação ou do câmbio.
Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Sonegômetro mostra que calote aos cofres públicos passa de R$ 304 bilhões

Economia



Sonegômetro mostra que calote aos cofres públicos passa de R$ 304 bilhões
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/sonegometro-mostra-que-calote-aos-cofres-publicos-passa-de-r-304-bilhoes
Sep 25th 2013, 14:37

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil


Brasília – O calote aos cofres públicos passou de R$ 304 bilhões, mostra o placar online da sonegação fiscal no Brasil, instalado hoje (25) perto do Congresso Nacional. Segundo o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), o valor daria para construir 10.566.231 postos de saúde equipados. O leitor que quiser consultar a ferramenta em tempo real e ver alguns exemplos do prejuízo que o país tem deve acessar o endereço www.sonegometro.com na internet.
Segundo os procuradores, se o Sonegômetro fosse um estado brasileiro, e o valor sonegado fosse colocado como seu Produto Interno Bruto (PIB), estaria em quarto lugar no ranking, perdendo apenas para São Paulo (R$ 1,248 trilhão), Rio de Janeiro (R$ 407 bilhões) e Minas Gerais (R$ 351 bilhões).
O Sinprofaz destaca que não é só o volume do prejuízo que importa, mas a relação direta entre sonegação fiscal e corrupção. Por isso, a categoria considera importante esclarecer a população sobre o problema. A ação faz parte da Campanha Nacional da Justiça Fiscal Quanto custa o Brasil pra você?, criada pela entidade em 2009.
O valor estimado de sonegação tributária é superior a tudo que foi arrecadado em 2011 de Imposto de Renda (R$ 278,3 bilhões). Para chegar ao índice de sonegação, o estudo selecionou tributos que correspondem ao 87,4% do total da arrecadação tributária no Brasil, entre eles os impostos de Renda, sobre Produtos Industrializados (IPI), sobre Operações Financeiras (IOF) e ,sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); as contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e sobre o Lucro Líquido (CSLL), além do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Para os procuradores, existem duas situações: em uma delas, encontra-se a grande maioria dos cidadãos, que precisa trabalhar até quatro meses por ano só para pagar impostos. Na outra, "muito bem camuflada" está uma minoria que se beneficia das diversas brechas da legislação tributária, do sucateamento da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), fazendo fortuna e alimentando os caixas da corrupção, da lavagem de dinheiro e do crime organizado, explicam os procuradores.
"Indiferente e acomodado, o governo prefere repassar a conta para o cidadão, que suporta uma das maiores cargas tributárias do mundo", destaca o Sinprofaz.
O secretário adjunto da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes, no entanto, garante que existe um esforço, pelo menos por parte do Fisco, para mudar tal realidade. "Não trabalho com esses números, que são do âmbito da Procuradoria da Fazenda Nacional, uma fase seguinte da cobrança dos créditos tributários. A visão da Receita Federal, sim, é que nós aperfeiçoamos os instrumentos de cobranças aos grandes contribuintes", disse Nunes.
O secretário lembrou que foram criadas delegacias especializadas e preparadas para trabalhar com os grandes contribuintes para combater a sonegação. "Então, há, sim, cobrança de impostos dos assalariados, da classe média, mas também foram aperfeiçoados os instrumentos de cobrança em relação aos grande contribuintes."
Luiz Fernando Nunes lembrou que o Fisco tem pessoas treinadas e capacitadas, que procuram atuar firmemente em relação a esses contribuintes. "Há delegacias especializadas no Rio de Janeiro e em São Paulo apenas para trabalhar com os chamados grandes contribuintes."
Edição: Nádia Franco
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Placar online da sonegação fiscal no Brasil, o Sonegômetro, acompanha o quanto o país deixa de arrecadar todos os dias

Economia



Placar online da sonegação fiscal no Brasil, o Sonegômetro, acompanha o quanto o país deixa de arrecadar todos os dias
http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2013-09-25/placar-online-da-sonegacao-fiscal-no-brasil-sonegometro-acompanha-quanto-pais-deixa-de-arrecadar-todo
Sep 25th 2013, 14:26

Brasília – Os brasileiros sonegaram R$ 300 bilhões em tributos até agora em 2013. Até o fim do ano, o valor deverá atingir R$ 415 bilhões, o equivalente a 10% do PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país, estima o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz). O Sinprofaz desenvolveu um placar online da sonegação fiscal no Brasil. Chamada de Sonegômetro, a ferramenta permite acompanhar em tempo real o quanto o país deixa de arrecadar todos os dias. Os números são atualizados constantemente no endereço eletrônico www.sonegometro.comBrasília – Os brasileiros sonegaram R$ 300 bilhões em tributos até agora em 2013. Até o fim do ano, o valor deverá atingir R$ 415 bilhões, o equivalente a 10% do PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país, estima o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz). O Sinprofaz desenvolveu um placar online da sonegação fiscal no Brasil. Chamada de Sonegômetro, a ferramenta permite acompanhar em tempo real o quanto o país deixa de arrecadar todos os dias. Os números são atualizados constantemente no endereço eletrônico www.sonegometro.comBrasília – Os brasileiros sonegaram R$ 300 bilhões em tributos até agora em 2013. Até o fim do ano, o valor deverá atingir R$ 415 bilhões, o equivalente a 10% do PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país, estima o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz). O Sinprofaz desenvolveu um placar online da sonegação fiscal no Brasil. Chamada de Sonegômetro, a ferramenta permite acompanhar em tempo real o quanto o país deixa de arrecadar todos os dias. Os números são atualizados constantemente no endereço eletrônico www.sonegometro.comBrasília – Os brasileiros sonegaram R$ 300 bilhões em tributos até agora em 2013. Até o fim do ano, o valor deverá atingir R$ 415 bilhões, o equivalente a 10% do PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país, estima o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz). O Sinprofaz desenvolveu um placar online da sonegação fiscal no Brasil. Chamada de Sonegômetro, a ferramenta permite acompanhar em tempo real o quanto o país deixa de arrecadar todos os dias. Os números são atualizados constantemente no endereço eletrônico www.sonegometro.comBrasília – Os brasileiros sonegaram R$ 300 bilhões em tributos até agora em 2013. Até o fim do ano, o valor deverá atingir R$ 415 bilhões, o equivalente a 10% do PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país, estima o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz). O Sinprofaz desenvolveu um placar online da sonegação fiscal no Brasil. Chamada de Sonegômetro, a ferramenta permite acompanhar em tempo real o quanto o país deixa de arrecadar todos os dias. Os números são atualizados constantemente no endereço eletrônico www.sonegometro.comBrasília – Os brasileiros sonegaram R$ 300 bilhões em tributos até agora em 2013. Até o fim do ano, o valor deverá atingir R$ 415 bilhões, o equivalente a 10% do PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país, estima o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz). O Sinprofaz desenvolveu um placar online da sonegação fiscal no Brasil. Chamada de Sonegômetro, a ferramenta permite acompanhar em tempo real o quanto o país deixa de arrecadar todos os dias. Os números são atualizados constantemente no endereço eletrônico www.sonegometro.comBrasília – Os brasileiros sonegaram R$ 300 bilhões em tributos até agora em 2013. Até o fim do ano, o valor deverá atingir R$ 415 bilhões, o equivalente a 10% do PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país, estima o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz). O Sinprofaz desenvolveu um placar online da sonegação fiscal no Brasil. Chamada de Sonegômetro, a ferramenta permite acompanhar em tempo real o quanto o país deixa de arrecadar todos os dias. Os números são atualizados constantemente no endereço eletrônico www.sonegometro.com



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Deputados voltam a pedir sanção da Lei do Refis da Crise pela presidenta

Economia



Deputados voltam a pedir sanção da Lei do Refis da Crise pela presidenta
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/deputados-voltam-pedir-sancao-da-lei-do-refis-da-crise-pela-presidenta
Sep 25th 2013, 13:48

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A aprovação da reabertura do Refis da Crise voltou a criar expectativa na Câmara dos Deputados. Hoje (25), durante audiência convocada pela Comissão de Finanças e Tributação para ouvir o secretário adjunto da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes, sobre os números da arrecadação de agosto, os parlamentares voltaram a pedir que a presidenta Dilma Rousseff sancione a lei enviada pelo Congresso.
O programa de parcelamento de impostos atrasados foi instituído em 2009 para socorrer empresas e pessoas físicas em dificuldade financeira, após o início da crise que ainda traz consequências para a economia mundial. Em janeiro, a presidenta Dilma Rousseff vetou a reabertura do prazo de adesão ao Refis da Crise.
"É um assunto do momento, [a lei] foi aprovada, está pendente de aprovação [sanção] presidencial e gera uma certa polêmica aqui no ambiente legislativo", disse Luiz Fernando Nunes, após a audiência, minimizando o debate.
Em diversas ocasiões, a Receita Federal tem se manifestado contra os programas de refinanciamento de impostos atrasados porque alega que os parcelamentos especiais não são benéficos para a sociedade, por desestimularem o cumprimento espontâneo da obrigação do pagamento de impostos.
Na questão do Refis, existem aspectos técnicos da Receita, que sempre se posiciona no primeiro momento, acrescentou o secretário. Ele ressaltou, porém, que o ambiente político leva em consideração outras variáveis, e os deputados, como representantes dos estados, de suas bases, trazem os pleitos deles. E tem também as "ansiedades", que são colocadas pela empresas, enfatizou Nunes.
Durante o encontro na Câmara, fechado à imprensa, o secretárui garantiu que as discussões sobre o assunto foram tranquilas e sem problemas. A Receita defendeu seu ponto de vista e os parlamentares, o deles. "De toda sorte, a matéria foi aprovada pelo Congresso e espera a sanção presidencial. Agora, não é uma questão de discutir se se é a favor, ou não. Nós vamos para o cumprimento da lei", afirmou.
Edição: Nádia Franco
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Desemprego tem leve queda, mostra pesquisa do Dieese e Fundação Seade

Economia



Desemprego tem leve queda, mostra pesquisa do Dieese e Fundação Seade
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/desemprego-tem-leve-queda-mostra-pesquisa-do-dieese-e-fundacao-seade
Sep 25th 2013, 13:23

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A taxa de desemprego teve leve queda no trimestre encerrado em agosto, passando de 10,9% para 10,6% da população economicamente ativa, segundo levantamento feito em sete regiões metropolitanas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade).
No período junho-agosto foram abertas 83 mil vagas, 0,5% a mais do que o registrado na pesquisa de emprego e desemprego feita pelas duas instituições, relativa ao trimestre encerrado em julho.
As maiores chances de contratação apareceram no segmento do comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas que ampliou o quadro de pessoal em 1,3%, com 49 mil novos postos de trabalho. O segundo maior empregador foi a indústria de transformação, com 15 mil vagas, 0,5% acima do apurado na pesquisa passada.
Nos serviços, as ofertas de emprego mantiveram-se estáveis, com variação de 0,3% e 39 mil vagas. No setor de construção houve corte de 2 mil empregos, o que representa uma queda de 0,1% sobre o resultado de julho.
Das sete regiões metropolitanas pesquisadas, duas se destacaram: a de Salvador, onde o nível de ocupação cresceu 2,1%, e os 39 municípios da região metropolitana de São Paulo, onde a oferta de novos postos aumentou 0,6%.
Na região metropolitana de Belo Horizonte, houve expansão de 0,1% na geração de vagas com a taxa de desemprego passando de 7,1% para 6,9%, e na de Fortaleza, elevação de 0,3% no número de postos e taxa de desemprego recuando de 8,4% para 7,9%.
Na região de Porto Alegre, houve eliminação de 1% dos postos, mas a taxa de desemprego manteve-se estável em 6,5% ante 6,7%. Esse mesmo movimento foi verificado no Distrito Federal, onde a taxa de ocupação manteve-se estável e a de desemprego apresentou leve alta, de 12,1% para 12,3%.
Comparado a agosto do ano passado, o nível de ocupação cresceu 0,5% com um saldo positivo entre contratações e corte de pessoal de 105 mil vagas no mercado de trabalho. O total de desempregados recuou em 106 mil.


Edição: Beto Coura // Matéria alterada às 14h0 para correção de informação no quarto parágrafo. O texto dizia que houve corte de mil empregos, enquanto o dado correto é 2 mil.

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

CNI prevê queda da inflação e dos juros; PIB vai crescer

Economia



CNI prevê queda da inflação e dos juros; PIB vai crescer
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/cni-preve-queda-da-inflacao-e-dos-juros-pib-vai-crescer
Sep 25th 2013, 11:41

Jorge Wamburg

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) aumentou a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2% para 2,4% neste ano, segundo o Informe Conjuntural divulgado hoje (25). A inflação deve cair de 6% para 5,8%. A estimativa da confederação foi feita agora em setembro, no encerramento do terceiro trimestre do ano.
O PIB da indústria, com alta de 1,4%, representa melhora em comparação com o recuo de 0,8% registrado em 2012. De acordo com o Informe Conjuntural, a inflação oficial de 5,8% indica que o governo deverá reajustar a taxa básica do juros (Selic) para 9,75% ao final de 2013. Baseada nestes números, a CNI prevê que a taxa média real de juros será 1,9% ao ano, inferior à registrada no ano passado, quando chegou a 3,1%.

Edição: Beto Coura

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Inflação medida pelo IPP aumenta em agosto

Economia



Inflação medida pelo IPP aumenta em agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/inflacao-medida-pelo-ipp-aumenta-em-agosto
Sep 25th 2013, 09:58

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A inflação dos produtos na saída das fábricas, sem incidência de impostos e fretes medida pelo Índice de Preços ao Produtor (IPP) variou 1,48% em agosto em relação a julho (1,21%), informou hoje (25) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse foi o terceiro maior resultado da série, menor apenas que os de maio do ano passado (1,69%) e de janeiro de 2010 (1,50%).
No acumulado de 2013, o índice variou 4,30% em agosto, ante 2,79% em julho. Na comparação com agosto de 2012, os preços aumentaram 5,97% em agosto, contra 4,98% em julho.
Dos 23 setores da indústria de transformação pesquisados, 22 tiveram alta nos preços, com destaque para: alimentos (3,15%), cujo aumento foi o maior desde maio de 2012 (3,23%), fumo (2,87%), outros equipamentos de transporte (2,86%) e calçados e artigos de couro (2,69%). Já os itens com maior influência na variação de agosto contra julho (1,48%) foram alimentos (0,63 ponto percentual), outros produtos químicos (0,15 ponto percentual), metalurgia (0,14 ponto) e refino de petróleo e produtos de álcool (0,09 ponto). No mês anterior, 17 setores haviam tido alta nos preços.
As quatro maiores variações percentuais no acumulado do ano foram fumo (12,86%), papel e celulose (9,36%), calçados e artigos de couro (7,76%) e têxtil (7,56%). Os setores com maior influência foram alimentos (0,86 ponto percentual), outros produtos químicos (0,61 ponto), metalurgia (0,55 ponto) e refino de petróleo e produtos de álcool (0,34 ponto).
Na comparação com agosto de 2012, as quatro maiores variações de preços ocorreram em fumo (16,18%), outros produtos químicos (13,81%), papel e celulose (11,90%) e outros equipamentos de transporte (8,27%). As principais influências foram registradas em outros produtos químicos (1,44 ponto percentual), alimentos (0,95 ponto), refino de petróleo e produtos de álcool (0,61 ponto) e metalurgia (0,54 ponto).
Edição: Talita Cavalcante
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Materiais e serviços ajudam a aumentar custo da construção civil

Economia



Materiais e serviços ajudam a aumentar custo da construção civil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/materiais-e-servicos-ajudam-aumentar-custo-da-construcao-civil
Sep 25th 2013, 10:06

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou leve alta em setembro, ao passar de 0,31%, registrado em agosto, para 0,43%. Em julho, a taxa tinha sido 0,73%. No acumulado do ano, o índice atingiu 7,18% e, nos últimos 12 meses, 7,99%. Enquanto a mão de obra permaneceu estável ante alta de 0,03%, o segmento de materiais, equipamentos e serviços teve aumento médio de 0,91% ante 0,63%.
O INCC-M é um dos três componentes do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e que serve de base de cálculo em renovações de contratos de aluguel.
De acordo com a pesquisa, a mão de obra ainda é o ítem que mais pesa em uma construção. No período de janeiro a setembro deste ano, ficou 9,2% mais caro o serviço de um pedreiro e dos demais profissionais do setor. Nos últimos 12 meses, a mão de obra já subiu 9,8%. As despesas com materiais, equipamentos e serviços tiveram aumento de 5,06% no acumulado do ano e, em um ano, elevação de 6,08%.
A capital gaúcha foi a única entre as sete localidades pesquisadas a ter decréscimo, com variação do INCC-M em 0,48% ante 0,68%. Em Salvador, o índice atingiu 0,35% ante 0,30%; em Belo Horizonte, aumentou de 0,27% para 0,28%; no Rio Janeiro, subiu de 0,34% para 0,52%; em São Paulo, avançou de 0,27%% para 0,44%; em Brasília, de 0,14% para 0,53% e, no Recife, de 0,27% para 0,46%.
Edição: Graça Adjuto
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Inflação avança em São Paulo

Economia



Inflação avança em São Paulo
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/inflacao-avanca-em-sao-paulo
Sep 25th 2013, 09:17

Marli Moreira

Repórter da Agência
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo avançou de 0,16% para 0,20%, na terceira prévia do mês de setembro. Dos sete grupos pesquisados, o que mais influenciou essa alta foi o de habitação, embora tenha apresentado decréscimo, passando de 0,43% para 0,38%.
No período também foi constatada forte elevação dos preços no grupo vestuário com variação na média de 0,88% quase o dobro da taxa anterior (0,44%). Em saúde, o índice subiu de 0,51% para 0,59%. No grupo despesas pessoais, os preços estavam, em média 0,35%, maiores do que, na prévia anterior. No entanto, caiu o ritmo de reajuste, pois na pesquisa passada houve alta de 0,54%.
Em transportes, os preços voltaram a ser corrigidos para cima pela segunda vez seguida com variação de 0,08% ante 0,02%. Nesse grupo, a taxa vinha sendo negativa desde a terceira prévia de julho até a primeira quadrissemana de setembro.
Já em alimentação, os preços caíram em média 0,31%, na quarta queda seguida. Porém, o recuo foi menos intenso do que na prévia anterior (0,49%). E, em educação, a taxa ficou estável em 0,10%.
Edição: Talita Cavalcante
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Confiança dos empresários na construção civil fica estável no trimestre

Economia



Confiança dos empresários na construção civil fica estável no trimestre
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-25/confianca-dos-empresarios-na-construcao-civil-fica-estavel-no-trimestre
Sep 25th 2013, 09:39

Fernanda Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O Índice de Confiança da Construção ficou estável no trimestre encerrado em setembro. Medida pela Fundação Getulio Vargas, a taxa ficou em – 4,6%. No trimestre, que terminou em agosto, marcou – 4,7%.
Na comparação interanual mensal houve recuperação no final do terceiro trimestre. A variação de setembro deste ano ante setembro de 2012 ficou em -4,6%, comparado ao índice de -5,3%, em agosto, sobre agosto do ano anterior.
O Índice da Situação Atual passou de – 8,5% em agosto, para – 6,7% em setembro, na comparação trimestral interanual. O Índice de Expectativas passou de -1,4% para -2,8%, na mesma base de comparação.
Dos 11 segmentos pesquisados, seis apresentaram melhora na comparação trimestral interanual. O destaque foi o segmento de preparação de terreno, pois o índice de confiança passou de – 7% em agosto para – 4,9% em setembro. Obras de montagem passaram de -15,2% para -13,5%, nos mesmos períodos.
Das 700 empresas consultadas, 24,6% avaliaram a situação atual como boa no trimestre encerrado em setembro, ante 27,2% no mesmo período do ano anterior. Já 17,3% das empresas consideraram que a situação está ruim, ante 10,1% em setembro do ano passado.
A variação interanual trimestral do grau de otimismo com a tendência dos negócios nos próximos seis meses passou de – 2,3% em agosto para – 3,7% em setembro. A proporção de empresas prevendo melhora da situação no trimestre que terminou em setembro é 37,7%, ante 40,9% no mesmo período em 2012. A parcela das que estão prevendo piora foi 6,1%, ante 4,2% em agosto do ano passado.


Edição: Beto Coura

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92



Explore os canais Ouni

Notícias
Nacional

Internacional
Finanças
Política
Justiça
Segundo Caderno
Esportes


Educação
Inovação

Serviços
Barra de Ferramentas

Buscador
Previsão do Tempo
Tradutor
Viagens

Entretenimento
Carros

Cultura
Famosos
MAXX FM
Música
Stations (Busca Rádios)

Estilo de vida
Homem

Mulher

Chat
Amizade

Encontros
Livre
Paquera
Sexo (+ 18 anos)
Webmasters
Outras salas

Fale conosco
Atendimento Virtual
Avalie-nos
E-mail

Fone Fácil
Fórum
Reclame Aqui
Redes Sociais

Copyright 2008 - 2017 © Ouni - Todos os direitos reservados.
"O uso desse website significa que você aceita os Termos de Uso e a Política de Privacidade"

Informações Importantes | Política de Privacidade | Termos de Uso

Vá para o Ouni