Sociedades de Garantia de Crédito defendem marco regulatório para o setor

26 de setembro de 2013

Economia



Sociedades de Garantia de Crédito defendem marco regulatório para o setor
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/sociedades-de-garantia-de-credito-defendem-marco-regulatorio-para-setor
Sep 26th 2013, 20:29

Cristina Indio do Brasil

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - As Sociedades de Garantia de Crédito (SGC), que atendem a micro e pequenas empresas, defenderam a implantação de um marco regulatório durante o 18º Fórum Ibero-Americano de Sistemas de Garantias e Financiamento para as Micro e Pequenas Empresas, organizado pelo Sebrae e pela Rede Ibero-Americana de Garantias (Regar).
Para o consultor do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), Cleofas Salviano Júnior, que participou do evento, o marco deve resultar de um debate entre o governo, as empresas e parceiros, como o Sebrae. O Banco Central estuda uma proposta para a regulação, mas ainda não há perspectivas de quando ficará pronta.
O diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, informou que o setor tem, atualmente, R$ 45 milhões em garantias com bancos e cooperativas e deve atingir R$ 500 milhões até o fim de 2016. "Isso está crescendo, de forma muito rápida. A autoridade monetária [Banco Central] começa a olhar com os olhos que é da função do Banco Central. Trata-se aqui também da gestão de riscos de créditos", explicou à Agência Brasil.
Segundo o Sebrae, as sociedades representam uma alternativa para quem busca recursos para investir em um pequeno negócio e encontra barreiras na hora de apresentar garantias às instituições financeiras. "São entidades que disponibilizam às associadas recursos financeiros, privados ou públicos, com o objetivo de prestar garantia complementar (aval) às operações das micro e pequenas empresas associadas", além de prestar assessoria empresarial.
O presidente da Garantiserra, criada em 2003 e a primeira SGC do Brasil, Angelo Mestriner, espera que em 2015 o setor já tenha um marco regulatório. "Hoje, o sistema financeiro não nos reconhece como entidade formal", disse. Ele lembrou que as sociedades surgiram no momento em que as micro e pequenas empresas enfrentavam grande dificuldade em conseguir crédito no mercado.
"Hoje está mais fácil. Os bancos oficiais, como o Banco do Brasil, oferecem crédito e baixam as taxas de juros. Mas antes as dificuldades das empresas eram grandes", contou.
O consultor do Banco Central, Cleofas Salviano, avalia que o sistema de cooperativas de crédito pode ser um ponto de partida para a formulação do marco regulatório. O presidente da Garantiserra também defendeu o modelo. "Nós somos altamente similares a uma cooperativa. O que está se pensando é adaptar a regulamentação do cooperativismo, trocar uns detalhes e já teremos 90% do caminho andado para a regulamentação", disse Mestriner.
Atualmente, estão em operação cinco Sociedades de Garantia de Crédito no país. Mais sete devem começar a operar até o fim do ano em Minas Gerais, na Paraíba, no Rio de Janeiro e no Paraná. Para 2014, a expectativa é a criação de nove em Goiás, no Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, no Tocantins e em Minas Gerais.

Edição: Carolina Pimentel
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Ministério vai tentar reverter suspensão de compra de carne bovina e suína pela Rússia

Economia



Ministério vai tentar reverter suspensão de compra de carne bovina e suína pela Rússia
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/ministerio-vai-tentar-reverter-suspensao-de-compra-de-carne-bovina-e-suina-pela-russia
Sep 26th 2013, 19:48

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou hoje (26) que tentará reverter a suspensão de compra de carne bovina e suína de dez frigoríficos brasileiros pela Rússia. Segundo a assessoria de comunicação do órgão, será enviado às autoridades russas um documento reiterando as ações desenvolvidas pelo setor privado para sanar inconformidades, com compromisso de correção das mesmas. O comunicado será construído com auxílio da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), que se reuniram com o governo de manhã.
Após visita ao Brasil entre junho e julho, o Serviço Federal de Fiscalização Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) enviou esta semana ao Brasil relatório preliminar sobre a inspeção feita em empresas brasileiras na ocasião. O documento ainda está sendo traduzido para o português e o inglês, mas o Ministério da Agricultura confirmou ontem (25) que houve embargo aos frigoríficos. O Ministério da Agricultura só responderá oficialmente ao relatório depois de concluída a tradução.
De acordo com o órgão, os novos embargos atingem uma unidade produtora de carne suína e nove de carne bovina. A empresa de carne suína embargada é a Pamplona, em Santa Catarina. Quanto à carne bovina, a decisão abrange seis unidades da JBS em Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Andradina (SP), Barretos (SP), Ituiutaba (MG) e Marabá (PA). Engloba ainda duas unidades da Minerva, em Araguaína (GO) e Barretos (SP), e uma da Marfrig, em Bataguassu (MS).
A Rússia havia embargado a carne bovina, suína e de aves de três estados brasileiros: Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul. Após um ano e cinco meses de negociação, houve acordo entre os países para retomada das compras este ano, mas as empresas ainda precisam enviar uma extensa documentação ao país europeu antes de serem liberadas para voltar a exportar.
A Rússia é o segundo maior comprador da carne brasileira, atrás de Hong Kong. Para mantê-la como importadora, o Brasil tem optado por acatar às exigências do país quanto à carne. Segundo Fernando Sampaio, presidente da Abiecs, elas são mais rigorosas do que as de outros compradores. "O Brasil vende carne para 130 países, que aceitam suas garantias sanitárias. A Rússia tem exigências adicionais. Insistiram muito com relação a um promotor de crescimento, chamado raquitopamina. É proibido no Brasil para bovinos e tem monitoramento do Ministério da Agricultura. Mas eles querem que todas as plantas [de empresas] tenham controles e análises a respeito", exemplificou.
Com as novas restrições cai para 14 o número de frigoríficos habilitados a vender carne bovina para o país europeu. A Agência Brasil tentou contato com a Abipecs, mas, até o fechamento da matéria, ninguém atendeu às ligações.
Edição: Fábio Massalli
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Setor de franquias quer democratizar o sistema para a classe C

Economia



Setor de franquias quer democratizar o sistema para a classe C
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/setor-de-franquias-quer-democratizar-sistema-para-classe-c
Sep 26th 2013, 18:27

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O mercado brasileiro de franquias pretende investir, cada vez mais, na democratização do sistema. Os financiamentos oferecidos pelos bancos oficiais e pelas agências de fomento estaduais, como a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste e a Agência de Fomento do Rio de Janeiro (AgeRio), que oferecem taxas de juros reduzidas, facilitam o acesso da classe C às microfranquias.
A avaliação é do presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro (ABRF-RJ), Beto Filho, em entrevista à Agência Brasil, ao participar da cerimônia de abertura da 7ª Feira Rio Franchising Business, no Riocentro. "Ela pode se habilitar, porque nós temos franquias a partir de R$ 10 mil". Segundo ele, o franchising diminui o risco de investimento dos bancos, abrindo a possibilidade para que muita gente ingresse nesse mercado.
O setor de microfranquias nacional cresceu 22% em 2012, em relação ao ano anterior, passando de R$ 3,7 bilhões para R$ 4,5 bilhões. O número de redes cresceu 10%, de 336 para 368, enquanto o total de unidades evoluiu de 12.561 para 13.352, com expansão de 6%. "E vai crescer mais, porque é onde tem a possibilidade de haver maior número de franqueados, de pessoas com menor renda poderem virar um franqueado empreendedor", disse.
O Brasil subiu uma posição no ranking mundial, ocupando a terceira colocação, atrás da China e dos Estados Unidos, graças ao crescimento de 19,4% observado no número de redes. Elas somaram 2.426, no ano passado, contra 2.031 redes existentes no ano anterior. O número de unidades de franquia subiu 12,3% no período, com um total de 104.543. O faturamento também aumentou 16,2% em 2012, em relação a 2011, de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), atingindo R$ 103,2 bilhões.
Para este ano, a meta é, pelo menos, repetir o crescimento observado em 2012. "Pelas projeções, a gente está muito próximo de finalizar o ano acima de dois dígitos e repetindo o aumento do ano passado", declarou Beto Filho.
Durante a 7ª Rio Franchising Business, que se estende até sábado (28), serão debatidos os rumos do mercado de franquias no país. O presidente da ABF-RJ informou que a expansão observada no ano passado repercute na geração de empregos no país. "Hoje, nós temos mais de 3 milhões de pessoas ligadas ao sistema de franquia". O segmento criou no ano passado 103 mil novos postos de trabalho diretos, com aumento de 12,3%, resultando em mais de 3,7 milhões de empregos indiretos. Para 2013, a estimativa da ABF é elevar em 11% a criação de postos de trabalho.
Na opinião de Beto Filho, em situações de crise, o setor é o último a ser afetado e o primeiro a sair da crise. Outro fato curioso que ocorre nesse segmento é que, "normalmente, 95% das pessoas que adquirem franquias são ex-funcionários. Eles liberam uma vaga onde trabalhavam, viram empreendedores e passam a ser empregadores". Ele considera muito importante esse movimento do empregador social causado pelo franchising.
Depois de São Paulo, o estado do Rio de Janeiro é o segundo maior mercado de franquias no Brasil. "Proporcionalmente ao número de municípios, o resultado é muito parecido. Porque São Paulo tem muito mais cidades que o Rio. Em número de marcas e de faturamento, é muito proporcional ao tamanho", disse. Os dados revelam que o Rio de Janeiro cresceu 17,7% em termos de faturamento, em 2012, e 17% em número de redes. O estado do Rio representa, atualmente, 12,6% do sistema de franquias nacional.

Edição: Aécio Amado
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Área colhida de cana no Nordeste deve diminuir 8% na safra atual

Economia



Área colhida de cana no Nordeste deve diminuir 8% na safra atual
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/area-colhida-de-cana-no-nordeste-deve-diminuir-8-na-safra-atual
Sep 26th 2013, 19:01

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A dificuldade de recuperação dos canaviais afetados pela seca e a elevação dos preços dos insumos farão a área colhida de cana-de-açúcar no Nordeste diminuir 8%, informou hoje (26) a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Segundo estudo feito pela entidade, os custos de produção subirão 6% na safra 2013/2014.
De acordo com a CNA, a seca na região no ano passado afetou a produtividade e obrigará os produtores a investir na formação de novos canaviais para recuperar as áreas afetadas pelo clima. Além disso, os produtores terão mais custos com os insumos agrícolas por causa do dólar mais alto.
Segundo o levantamento, os preços dos fertilizantes devem subir 18% nesta safra. Os herbicidas terão elevação de 9%, enquanto os gastos com mão de obra devem aumentar 7%. Necessárias para a recuperação dos canaviais, as mudas ficarão 6,17% mais caras.
A pressão sobre os custos, informa o estudo, terá impacto direto na produção de açúcar e etanol. As usinas com produção de cana própria devem ter um custo total 13% maior nesta safra na comparação com a anterior. Em relação à produção de etanol, os custos totais subirão 15%, enquanto os do açúcar terão alta de 16%. Parte desse aumento deve ser repassada para os preços.
A análise consta do boletim Ativos da Cana-de-Açúcar, produzido pela CNA e pelo Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP). Os pesquisadores entrevistaram produtores, donos de usinas, associados de cooperativas e fornecedores de insumos em Alagoas, Pernambuco e Paraíba.
Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

CNA eleva em 7% estimativa de faturamento do agronegócio em 2013

Economia



CNA eleva em 7% estimativa de faturamento do agronegócio em 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/cna-eleva-em-7-estimativa-de-faturamento-do-agronegocio-em-2013
Sep 26th 2013, 18:18

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As incertezas sobre a safra norte-americana e a alta do dólar fizeram a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) elevar a estimativa de faturamento do setor agropecuário em 2013. Segundo a entidade, o valor bruto da produção (VBP) da agropecuária deverá encerrar o ano em R$ 418,3 bilhões, alta de 7% em relação à projeção anterior.
O VBP leva em conta o faturamento com a comercialização dos 25 principais produtos agrícolas e pecuários. Segundo a CNA, o setor agrícola vai contribuir com R$ 250,7 bilhões, alta de 6,2% em relação ao desempenho registrado em 2012. Para a pecuária, a estimativa é crescimento em ritmo mais forte em 2013, somando R$ 167,56 bilhões, o que representa aumento de 8,3% no ano.
De acordo com a confederação, o VBP da soja somará R$ 78,6 bilhões em 2013, com alta de 13,9% em relação ao ano passado. A elevação, informou a CNA, foi influenciada pelo atraso na recuperação da safra nos Estados Unidos, que passaram por uma seca no ano passado. As dificuldades climáticas, ressalta a entidade, refletiram-se nos preços elevados das commodities – bens agrícolas e minerais com cotação internacional.
A alta do dólar nos últimos meses contribuiu para elevar a estimativa de faturamento. Isso porque, o câmbio depreciado estimula as exportações e incentiva a produção nacional.
Na outra ponta, a CNA prevê queda de 31,7% no VBP do algodão. Apesar do câmbio, a redução da demanda da China contribuiu para o desempenho negativo. Em relação à pecuária, o destaque é a avicultura, que deve faturar 19,1% a mais neste ano, influenciada pela menor oferta de carne de frango, que elevou os preços no mercado interno.


Edição: Beto Coura

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Economista do Ipea diz que taxa de emprego tende a se estabilizar

Economia



Economista do Ipea diz que taxa de emprego tende a se estabilizar
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/economista-do-ipea-diz-que-taxa-de-emprego-tende-se-estabilizar
Sep 26th 2013, 17:23

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O coordenador do Grupo de Conjuntura (Gecon) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Fernando Ribeiro, disse hoje (26) que "a taxa de emprego tende a se estabilizar". O coordenador falou à Agência Brasil após o lançamento da Carta de Conjuntura número 20. Ribeiro explicou que se percebe um quadro de mercado de trabalho favorável. "A taxa de desemprego permanece baixa, embora tenha parado de cair e venha se mantendo no nível que alcançou no final do ano passado".
Ribeiro explica que, apesar de a taxa de desemprego permanecer baixa, o ritmo de criação de empregos diminuiu. "Ele vinha sendo muito rápido até meados do ano passado e perdeu fôlego", disse. Por isso, o crescimento está mais lento em 2013 e mais próximo do aumento da força de trabalho.
O coordenador disse que a taxa de desemprego de 5,3%, apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seis regiões metropolitanas em agosto, contra 5,6% em julho, é um dado positivo. Ao índice do mês passado se soma o resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgado no último dia 20, que aponta a geração de 127.648 empregos formais no país, com crescimento de 0,32% em comparação ao mês anterior.
Ribeiro destacou, também, que ainda existe uma geração de empregos significativa que mantém o mercado de trabalho positivo, puxada pelos setores de serviços e comércio, enquanto a indústria apresenta baixa geração de postos de trabalho, ou mesmo redução.
Os indicadores da Carta de Conjuntura referentes ao consumo mostram que houve desaceleração. Fernando Ribeiro explicou que isso reflete o impacto da inflação e, também, a criação mais lenta de empregos e a redução no mercado de crédito. Ele destacou principalmente o crédito livre, para consumo de pessoa física, que desacelerou muito, embora o crédito direcionado para o setor imobiliário, por exemplo, se mantém em alta. "As pessoas, aparentemente, ficaram mais cautelosas em tomar novos empréstimos. E tudo isso, de alguma forma, segura o consumo".
A estimativa é que o consumo deverá continuar crescendo, mas a uma taxa moderada. O movimento deverá se estender até 2014, indicou Ribeiro. "De certa forma, é bom, porque significa que continua tendo estímulo para a atividade produtiva, mas também não permite que ela não acelere". A tendência é que a produção se mantenha em ritmo também moderado.
Edição: Fábio Massalli
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Vendas nos supermercados crescem em agosto

Economia



Vendas nos supermercados crescem em agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/vendas-nos-supermercados-crescem-em-agosto
Sep 26th 2013, 16:36

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – As vendas do setor de supermercados apresentaram alta de 0,9% em agosto, em relação ao mês anterior e de 10,70% em comparação ao mesmo mês do ano passado. A informação foi divulgada hoje (26) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que reúne mais de 84 mil lojas em todo o país.
Entre janeiro e agosto deste ano, as vendas do setor cresceram 4,95% em comparação ao mesmo período do ano passado.
Segundo João Sanzovo Neto, vice-presidente da Abras, o aumento das vendas em agosto se deve, em parte, ao fato de o mês ter tido cinco sábados. "Tivemos um mês com 31 dias de vendas e cinco sábados. E o sábado tem uma participação importante no movimento", disse em entrevista à Agência Brasil.
Outro fator que ajudou no crescimento das vendas foi o cenário macroeconômico. "Teve aumento do emprego, mais oportunidades de emprego sendo criadas, o desemprego caindo e isso implica mais renda no bolso do trabalhador. E também teve o arrefecimento da inflação, o que significa mais poder de compra", destacou.
De acordo com Sanzovo Neto, a expectativa do setor para os próximos meses é que o crescimento se mantenha. "Os empresários do setor estão otimistas", disse.
Durante entrevista coletiva concedida na sede da associação, o vice-presidente da Abras também falou sobre a cesta Abrasmercado, que contém 35 produtos incluídos na lista dos mais consumidos no país. Em agosto, houve ligeira queda de 0,16% em comparação a julho deste ano. Com isso, os preços da cesta ficaram praticamente estáveis, ao passar de R$ 356,43 para R$ 355,85.
"Essa estabilidade de preços decorre também de situações que se modificaram e que se estabilizaram no mercado internacional e da tranquilidade maior em relação ao câmbio. Acreditamos que os preços vão se manter estáveis o que, mais uma vez, contribui para o crescimento das vendas", disse Sanzovo Neto.
O otimismo do setor fez a Abras rever a sua previsão de crescimento para este ano. "Inicialmente projetamos 3,5%. Mas esse resultado [do setor] dos últimos dois meses nos surpreenderam positivamente e estamos projetando, comparando com a base do ano passado, que [o crescimento] se estabilize na casa dos 4%", disse Flávio Tayra, gerente econômico da Abras.

Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Ipea acredita em acomodação do PIB no segundo semestre

Economia



Ipea acredita em acomodação do PIB no segundo semestre
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/ipea-acredita-em-acomodacao-do-pib-no-segundo-semestre
Sep 26th 2013, 17:14

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Apesar do crescimento "acima da tendência" de 1,5% no segundo trimestre deste ano, os economistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estão trabalhando com a probabilidade de acomodação para o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas de um país) no segundo semestre do ano. É o que mostra a Carta de Conjuntura número 20, divulgada hoje (26), no Rio de Janeiro, pelo órgão, vinculado à Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República.
"Isso significa alguma variação pequena na margem em relação ao segundo trimestre. Pode até, eventualmente, ser um pouco positiva ou negativa, mas o cenário é de acomodação, depois do salto que teve no segundo trimestre", disse à Agência Brasil o coordenador do Grupo de Conjuntura (Gecon) do Ipea, Fernando Ribeiro. "Você ainda cresce, mas a maior parte do crescimento se concentrou no início do ano". É o motivo, segundo ele, da perspectiva de expansão mais moderada no restante do ano.
Embora o instituto não faça projeções, Ribeiro diz que mesmo que o PIB tenha variação zero no segundo semestre, o crescimento anual vai ser 2,5% levando em conta o crescimento no primeiro e no primeiro e no segundo trimestre. "Isso já é uma boa referência do que pode acontecer. Você pode ter um crescimento um pouco acima disso, próximo disso ou um pouco abaixo. A gente [Ipea] não projeta um crescimento de 2,5%, mas acredita que o crescimento não vai ser muito distante desse patamar".
Sobre a inflação, a expectativa é que se mantenha ainda um tempo pressionada, porque a análise da variação em 12 meses sinaliza que a taxa ainda estará mais próxima do teto da meta estabelecida pelo governo (6,5%). Ribeiro disse que mesmo que os alimentos estejam favorecendo, com deflação ou inflação bem menor do que estava anteriormente, eventuais impactos da desvalorização do real sobre a inflação e a possibilidade de algum reajuste dos combustíveis poderão empurrar a taxa para cima.
"Na verdade, a inflação deve permanecer ainda algum tempo próxima desse patamar (em torno de 6%) e aí, no ano que vem, a depender do que vai acontecer com os preços dos alimentos, ela pode começar a ceder, gradativamente". Ele assegurou que o quadro não é ruim.
Em relação ao câmbio, analisando o que ocorreu na reunião deste mês do Federal Reserve (Fed - o Banco Central dos Estados Unidos), que manteve o seu programa de estímulos internos, Ribeiro avaliou que é pouco provável que o dólar volte ao patamar de R$ 2,40, ou mesmo ultrapasse esse valor, que alcançou nos últimos tempos.
A tendência, segundo o economista, é que o dólar se estabilize em um nível mais alto que no ano passado, quando estava mais próximo de R$ 2. "Ainda é difícil afirmar em que nível ele tende a se equilibrar". Ribeiro advertiu, entretanto que, no momento, levando em conta o "alívio monetário" nos Estados Unidos, não se espera que ocorra uma nova pressão significativa do câmbio, "pelo menos, até o final do ano".
Na área do comércio exterior, o coordenador do Gecon disse que a mudança na balança comercial de um superávit registrado em 2012 para um déficit acumulado este ano resultou, em grande parte, do comportamento do petróleo que apresentou, ao mesmo tempo, aumento de importação e queda muito grande de exportação. "Como o petróleo tem um peso muito grande dentro da pauta, dos dois lados, acabou impactando muito o saldo".
A perspectiva, porém, é que se a produção de petróleo voltar a crescer, a exportação será retomada e isso vai afetar o saldo comercial, "embora a tendência seja de redução mesmo". O cenário internacional contribui para isso, apesar de se mostrar um pouco mais favorável do que no ano passado, devido ao crescimento mais lento da economia mundial, com dificuldades ainda enfrentadas pelos países da Europa e um crescimento nos Estados Unidos sujeito a instabilidades.
"É difícil acreditar que as exportações [brasileiras] possam crescer de maneira mais rápida. E a importação cresce conforme a atividade doméstica cresce também". Ribeiro explicou que a desvalorização recente do câmbio pode ajudar a impulsionar um pouco as exportações.
Edição: Fábio Massalli
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Fundamentos da economia estão razoáveis e país está em recuperação, diz diretor do FMI

Economia



Fundamentos da economia estão razoáveis e país está em recuperação, diz diretor do FMI
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/fundamentos-da-economia-estao-razoaveis-e-pais-esta-em-recuperacao-diz-diretor-do-fmi
Sep 26th 2013, 16:16

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), Paulo Nogueira Batista, que representa o Brasil e mais dez países no órgão, disse hoje (26) que os fundamentos da economia brasileira estão razoáveis e que o único ponto que merece mais atenção são as contas externas.
"Os [fundamentos] fiscais estão bastante razoáveis, a política monetária também, a regulação do sistema financeiro boa. No setor externo, a deterioração da conta corrente preocupa um pouco, mas as reservas são altas e a entrada de investimentos diretos é alta. Então, eu diria que está razoável. Acho que tem de ficar de olho [nas contas externas], porque não convém ter déficit em conta corrente muito alto. É um ponto preocupante, mas não é alarmante", avaliou Batista, que frisou estar declarando opinião própria, e não do fundo.
Batista participou do seminário Governança Financeira Depois da Crise, promovido pelo Multidisciplinary Institute on Development and Strategie (Minds) e o Levy Economics Institute.
Sobre a reportagem da revista britânica The Economist intitulada Has Brazil blown up? (O Brasil estragou tudo?, em tradução livre), que foi às bancas hoje, questionando se o país fracassou na política econômica atual, depois de ter ido bem nos anos anteriores, Batista acredita que o país está apresentando recuperação progressiva.
"O Brasil passou por uma fase de grande sucesso, era moda e referência. Havia um certo exagero naquela época, até 2011. Agora houve uma reavaliação mais negativa e está indo para o extremo oposto. Acho que o Brasil está crescendo menos do que o esperado, menos do que pode crescer. Na verdade, a desaceleração de 2011 foi desejada e planejada pelo governo brasileiro, porque havia a percepção, correta, de que em 2010 o país estava superaquecendo. Houve medidas deliberadas para desaquecer a economia, isso provocou uma queda na taxa de crescimento, o que não foi surpresa. O que foi uma surpresa negativa foi a dificuldade de se recuperar em 2012 e em 2013. Mas eu creio que agora estamos vivendo uma recuperação mais clara, ainda incipiente, mas os dados estão mostrando que a economia está se reativando", disse.
O diretor do FMI citou como dado favorável a força do mercado de trabalho brasileiro, que vem apresentando números positivos, apesar da crise econômica mundial, o que pode sinalizar um início de recuperação. "O mercado de trabalho é uma surpresa positiva nesse período todo. Apesar da desaceleração forte da economia, o mercado de trabalho continua forte. A taxa de desemprego aberta está bastante baixa, os salários continuam crescendo. O desempenho não é tão favorável quanto se esperava, mas eu acho que vem uma recuperação", acrescentou.

Edição: Carolina Pimentel
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Consumo nacional da eletricidade aumenta 4,1% em agosto

Economia



Consumo nacional da eletricidade aumenta 4,1% em agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/consumo-nacional-da-eletricidade-aumenta-41-em-agosto
Sep 26th 2013, 15:25

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O consumo nacional de energia elétrica aumentou 4,1% em agosto, o equivalente a 38.686 gigawatts-hora (GWh), informou hoje (26) a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com a divulgação da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica. O resultado ficou 1,6% acima do de agosto do ano passado.
O consumo residencial avançou 7% e foi o item que mais contribuiu para a alta nacional. Nas regiões, os maiores aumentos ocorreram no Sul (10,2%) e Nordeste (9,9%). Segundo a EPE, no Sul, o frio rigoroso, com temperaturas abaixo de zero, fez aumentar o uso de aquecedores e, no Nordeste, o aumento foi impulsionado pelo aumento nas vendas de eletrodomésticos.
Na Região Sudeste, o consumo aumentou 4,8%. São Paulo, principal mercado da região, teve crescimento de 4,8%. No ano, o consumo residencial no estado apresenta alta de 4,3%.
Ainda segundo a EPE, o consumo do setor de comércio e serviços subiu 4,7% (6.597 GWh), influenciado pelo efeito estatístico (base elevada em 2012) e o da indústria, 1,6% (15.883). O estudo aponta ainda que os setores eletrointensivos seguem com consumo de energia elétrica em retração, enquanto outros segmentos têm evoluído positivamente, contribuindo para o bom desempenho no consumo industrial, principalmente nas regiões Sul e Centro-Oeste.
Edição: Nádia Franco
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Sistema financeiro resistiu a cenário de estresse no mercado, avalia diretor do Banco Central

Economia



Sistema financeiro resistiu a cenário de estresse no mercado, avalia diretor do Banco Central
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/sistema-financeiro-resistiu-cenario-de-estresse-no-mercado-avalia-diretor-do-banco-central
Sep 26th 2013, 14:04

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Mesmo com as oscilações no mercado financeiro, com mudanças na cotação do dólar e dos juros, o sistema financeiro "funcionou bem" e resistiu a "esse cenário de estresse real". A avaliação é do diretor de Fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles.
Segundo Meirelles, mesmo com a volatilidade, o sistema manteve a liquidez (recursos disponíveis) necessária. De acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado hoje (26) pelo BC, o Índice de Liquidez do sistema bancário comercial caiu de 1,91 para 1,63. Esse índice relaciona o volume de recursos de alta liquidez disponíveis para a instituição ao fluxo de desembolso dos 30 dias subsequentes a um cenário de estresse. Quando maior o índice, melhor.
Para o diretor, apesar da redução no índice, o sistema manteve "colchão de liquidez bastante robusto", com ativos suficientes para enfrentar momentos de estresse do mercado financeiro.
Meirelles lembrou que as oscilações no mercado financeiro, principalmente no segundo trimestre deste ano, foram reflexo da expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) iniciasse mudanças no seu programa de estímulos. Mas, no último dia 18, o Fed anunciou que vai manter o programa de estímulos à economia que irriga o mercado norte-americano com US$ 85 bilhões, em média, por mês. "Recentemente, o mercado de alguma maneira deu uma acalmada", acrescentou.
O diretor também destacou que bancos pequenos e médios não apresentaram problemas. Ele acrescentou que algumas instituições desse porte sofreram intervenção e foram liquidadas, recentemente, por problemas específicos de má gestão e não por deficiências no sistema financeiro todo. "O sistema como um todo está bastante líquido e provisionado", disse.
Segundo Meirelles, o capital regulamentar do sistema permanece acima do exigido pelo BC, em todos os cenários de estresse analisados, mesmo aqueles que envolvem choques abruptos ou extrema deterioração da situação macroeconômica. Mas os resultados ficaram "ligeiramente menos favoráveis" do que as simulações feitas seis e 12 meses atrás. Mesmo assim, de acordo com o diretor, as instituições não ficariam insolventes.
Sobre o crédito, Meirelles destacou a redução da inadimplência de 3,7%, em dezembro de 2012, para 3,4%, em junho de 2013. Segundo o diretor, essa redução decorre do crescimento de carteira de crédito com menor risco, como crédito imobiliário e consignado em folha de pagamento, e redução das operações com riscos mais altos – financiamento de veículos, outras operações de crédito a pessoas físicas e capital de giro.
Segundo Meirelles, os bancos públicos se destacaram na concessão de crédito, no primeiro semestre deste ano, devido ao crescimento do crédito imobiliário e consignado, modalidades mais oferecidas por essas instituições do que pelas privadas.
O relatório também mostra que o lucro líquido dos bancos foi limitado pelo "fraco crescimento do resultado de intermediação financeira", em razão da redução nas concessões de crédito, menor geração de receitas e do impacto negativo nas carteiras de títulos.
Edição: Juliana Andrade
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil




You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Lucro de bancos permanece “robusto”, informa relatório do BC

Economia



Lucro de bancos permanece "robusto", informa relatório do BC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2013-09-26/lucro-de-bancos-permanece-%E2%80%9Crobusto%E2%80%9D-informa-relatorio-do-bc
Sep 26th 2013, 13:18

Brasília - O lucro líquido dos bancos manteve-se estável no período de 12 meses, encerrado em junho, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado hoje (26) pelo Banco Central (BC). Na foto, o diretor de Fiscalização do BC, Anthero MeirellesBrasília - O lucro líquido dos bancos manteve-se estável no período de 12 meses, encerrado em junho, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado hoje (26) pelo Banco Central (BC). Na foto, o diretor de Fiscalização do BC, Anthero MeirellesBrasília - O lucro líquido dos bancos manteve-se estável no período de 12 meses, encerrado em junho, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado hoje (26) pelo Banco Central (BC). Na foto, o diretor de Fiscalização do BC, Anthero Meirelles



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Rendimento do trabalhador cresce em agosto pela primeira vez em cinco meses

Economia



Rendimento do trabalhador cresce em agosto pela primeira vez em cinco meses
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/rendimento-do-trabalhador-cresce-em-agosto-pela-primeira-vez-em-cinco-meses
Sep 26th 2013, 14:12

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O rendimento médio real do trabalhador brasileiro teve, em agosto, o primeiro aumento depois de cinco meses em queda. O valor cresceu 1,7% em relação a julho e chegou a R$ 1.883, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o coordenador da pesquisa, Cima Azeredo, o ganho é resultado de um maior controle da inflação, mas também de outros fatores. "A inflação, já com um controle maior nos últimos meses, dá à população um poder de compra maior."
Azeredo ressaltou, porém, que não é só a questão da inflação. "Há outras variáveis, como negociações e acordos, que são feitos entre as categorias do mercado de trabalho", acrescentou Azeredo.
Edição: Nádia Franco
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Serviços domésticos caem 6,1% em agosto

Economia



Serviços domésticos caem 6,1% em agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/servicos-domesticos-caem-61-em-agosto
Sep 26th 2013, 12:33

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O setor de serviços domésticos teve perda de 6,1% dos postos de trabalho em agosto deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Esse foi o único segmento com perda significativa de população ocupada entre os sete pesquisados pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) Fernando Holanda, a queda segue uma tendência observada nos últimos meses. "Essa é uma tendência de longo prazo, associada a uma melhora do mercado de trabalho. Quando podem, as pessoas evitam o emprego doméstico [e vão para outros setores como serviços]", disse Holanda.
A maioria dos setores manteve-se estável. Tiveram aumento da população ocupada os setores de educação, saúde e administração pública (4,4%) e outros serviços (3,3%).
A taxa de desemprego de agosto foi 5,3%, a menor desde dezembro de 2012 (4,6%). Entre as seis regiões metropolitanas, Porto Alegre continua tendo a menor taxa (3,4%) e Salvador, a maior (9,4%). As outras regiões apresentaram as seguintes taxas: Belo Horizonte (4,3%), Rio de Janeiro (4,5%), São Paulo (5,4%) e Recife (6,2%).
Edição: Talita Cavalcante
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Lucro de bancos permanece “robusto”, informa relatório do BC

Economia



Lucro de bancos permanece "robusto", informa relatório do BC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/lucro-de-bancos-permanece-%E2%80%9Crobusto%E2%80%9D-informa-relatorio-do-bc
Sep 26th 2013, 12:05

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O lucro líquido dos bancos no primeiro manteve-se estável, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado hoje (26) pelo Banco Central (BC). O valor chegou a R$ 59,7 bilhões, em 12 meses encerrados em junho, com acréscimo de R$ 4,7 bilhões em relação ao resultado de dezembro.
Segundo o relatório, o lucro líquido foi limitado pelo "fraco crescimento do resultado de intermediação financeira", em razão da redução nas concessões de crédito, menor geração de receitas e impacto "o impacto negativo da marcação a mercado da carteira de títulos".
Apesar disso, diz o relatório, o lucro líquido "permaneceu robusto e eminentemente oriundo de operações financeiras de natureza recorrente, sobretudo bancárias e de seguros".
Edição: Talita Cavalcante
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Ministério analisa relatório de missão russa sobre carne brasileira

Economia



Ministério analisa relatório de missão russa sobre carne brasileira
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/ministerio-analisa-relatorio-de-missao-russa-sobre-carne-brasileira
Sep 26th 2013, 10:46

Da Agência Brasil
Brasília - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento analisa o relatório preliminar enviado pelo Serviço Federal de Fiscalização Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor), produzido por uma missão de inspeção que esteve no Brasil no período de 30 de junho a 14 de julho de 2013.



"O documento será analisado pelo Ministério da Agricultura que fará seus comentários antes da publicação da versão final pelas autoridades russas", diz nota do ministério.
O texto acrescenta que, na correspondência enviada ao ministério, as autoridades russas comunicaram a criação de restrições temporárias em relação ao fornecimento de produtos originados de dez estabelecimentos brasileiros: um frigorífico de carne suína e nove de carne bovina.

"Esse relatório preliminar contém uma avaliação de cada um dos estabelecimentos visitados e está sendo traduzido para a língua portuguesa para que seja entregue às áreas técnicas do ministério. Para uma manifestação detalhada, é necessário receber a tradução. Assim sendo, as áreas técnicas poderão avaliar os problemas identificados pelos russos e tomar as medidas necessárias o quanto antes", diz ainda a nota.
Edição: Graça Adjuto
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Rendimento real do trabalhador cresce 1,7% entre julho e agosto, diz IBGE

Economia



Rendimento real do trabalhador cresce 1,7% entre julho e agosto, diz IBGE
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/rendimento-real-do-trabalhador-cresce-17-entre-julho-e-agosto-diz-ibge
Sep 26th 2013, 09:49

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O rendimento médio real habitual do trabalhador cresceu 1,7% em agosto deste ano na comparação com julho, chegando a R$ 1.883. O valor também é superior, em 1,3%, ao observado em agosto do ano passado. O dado é da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O maior crescimento nos rendimentos, em relação a julho, foi observado na área de construção (3,7%), seguido por serviços prestados a empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (2,7%) e educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (2,3%). Foram observadas quedas nos setores de serviços domésticos (-1,4%) e comércio (-0,2%).
Entre as categorias de trabalho, o maior aumento foi percebido nas pessoas que trabalham por conta própria (2%), seguido por empregados sem carteira no setor privado (1,5%), empregados com carteira no setor privado (1,3%) e funcionários públicos e militares (0,7%).
A massa de rendimento real habitual dos ocupados chegou a R$ 44,2 bilhões, uma alta de 2,3% em relação a julho e de 2,7% na comparação com agosto do ano passado.


Edição: Davi Oliveira
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Desemprego em agosto cai para 5,3%, segundo Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE

Economia



Desemprego em agosto cai para 5,3%, segundo Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/desemprego-em-agosto-cai-para-53-segundo-pesquisa-mensal-de-emprego-do-ibge
Sep 26th 2013, 09:25

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A taxa de desemprego caiu para 5,3% em agosto deste ano, depois de ficar em 5,6% em julho. Em relação a agosto de 2012, no entanto, a taxa manteve-se estável. O dado foi divulgado hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua Pesquisa Mensal de Emprego (PME).
Segundo o IBGE, a população desocupada caiu 6% em relação a julho, alcançando 1,3 milhão de pessoas nas seis regiões metropolitanas pesquisadas. Já a população ocupada manteve-se estável em 23,2 milhões de pessoas, o que mostra que não houve aumento na geração de postos de trabalho entre os dois meses. Em relação a agosto de 2012, no entanto, foram criados 273 mil empregos.
O número de trabalhadores com carteira assinada ficou em 11,7 milhões, o mesmo de julho, e 3,1% maior do que agosto do ano passado.
Edição: Davi Oliveira
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Confiança da indústria cai pela quarta vez seguida

Economia



Confiança da indústria cai pela quarta vez seguida
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-26/confianca-da-industria-cai-pela-quarta-vez-seguida
Sep 26th 2013, 09:34

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu 1% de agosto para setembro, ao passar de 99 para 98 pontos. Essa foi a quarta queda seguida e a mais baixa pontuação desde julho de 2009 (95,7 pontos). Na apuração de agosto, o índice havia recuado em 0,6%.
A medição Sondagem da Indústria de Transformação é feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e reflete a percepção dos empresários em relação à economia do país e à evolução de seus negócios. Para esse cálculo, que considera os resultados trimestrais, foram feitas consultas com 1.246 representantes de empresas entre os últimos dias 2 e 23 de setembro.
Do total de entrevistados, 10% apontaram a atual demanda do mercado como forte, o que demonstra uma queda, em relação aos 13,9% da avaliação anterior. Também houve redução na parcela que considera o nível de demanda fraco, ao passar de 17% para 14,2%.
Entre os componentes que mais influenciaram a queda do ICI está a projeção sobre a contratação de pessoal. O percentual de empresas que pretendem aumentar o número de empregados recuou de 17% para 13,9%. Houve diminuição também na parcela que prevê cortes (de 12,4% para 11,7%).
No entanto, o nível de utilização da capacidade instalada ficou praticamente estável em 84,2% ante 84,4%.
Edição: Talita Cavalcante
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at http://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
http://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92



Explore os canais Ouni

Notícias
Nacional

Internacional
Finanças
Política
Justiça
Segundo Caderno
Esportes


Educação
Inovação

Serviços
Barra de Ferramentas

Buscador
Previsão do Tempo
Tradutor
Viagens

Entretenimento
Carros

Cultura
Famosos
MAXX FM
Música
Stations (Busca Rádios)

Estilo de vida
Homem

Mulher

Chat
Amizade

Encontros
Livre
Paquera
Sexo (+ 18 anos)
Webmasters
Outras salas

Fale conosco
Atendimento Virtual
Avalie-nos
E-mail

Fone Fácil
Fórum
Reclame Aqui
Redes Sociais

Copyright 2008 - 2017 © Ouni - Todos os direitos reservados.
"O uso desse website significa que você aceita os Termos de Uso e a Política de Privacidade"

Informações Importantes | Política de Privacidade | Termos de Uso

Vá para o Ouni