Contratações temporárias no Natal devem crescer mais que o previsto, diz CNC

27 de setembro de 2013

Economia



Contratações temporárias no Natal devem crescer mais que o previsto, diz CNC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-27/contratacoes-temporarias-no-natal-devem-crescer-mais-que-previsto-diz-cnc
Sep 27th 2013, 20:47

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou a estimativa de contratação de mão de obra temporária para o Natal. A entidade aumentou a projeção de 1,8% para 2,2% entre setembro e novembro, com 123,4 mil pessoas a serem contratadas. A revisão teve como base uma estimativa de crescimento nas vendas de 4,5% para 4,8%. Segundo a CNC, a projeção de aumento se deve também à menor perspectiva de alta de preços no varejo este ano, de 7,5% para 7,3%.
"O segmento de vestuário segue como o maior responsável pela geração de postos, com previsão de abertura de 69,7 mil vagas (56,5% do total). Em seguida, devem vir os segmentos de hiper e supermercados, com 28,3 mil postos (23%), e de móveis e eletrodomésticos, com 12,1 mil postos (9,8%)", informou a CNC, em nota.
Outro ramo que deverá apresentar alta nas contratações é o de farmácias e perfumarias, chegando a 5,4%. A expectativa é que um em cada oito trabalhadores temporários seja contratado em definitivo, após as vendas do final de ano.

Edição: Carolina Pimentel
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Graça Foster confirma reservas “boas” de óleo em águas profundas no Sergipe

Economia



Graça Foster confirma reservas "boas" de óleo em águas profundas no Sergipe
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Sep 27th 2013, 19:41

Akemi Nitahara

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A Bacia Sergipe-Alagoas apresentou dados relevantes de acumulação de óleo próximo à costa. A informação foi confirmada hoje (27) pela presidenta da Petrobras, Graça Foster. De acordo com ela, não é possível ainda divulgar a quantidade, "mas tem bastante coisa".
"A Petrobras é muito zelosa e não confirma nenhum número. O que a gente diz é que se trata, de fato, de uma nova província petrolífera na Bacia Sergipe-Alagoas, bem em frente a Sergipe. É uma atividade que a gente iniciou há muitos anos, em 2008 veio a decisão de fazer uma investigação bastante detalhada e os resultados que a gente tem tido são muito bons".
De acordo com Graça, a produção já foi incluída na curva de óleo do Plano de Negócios e Gestão da empresa, com a previsão de entrada de 100 mil barris por dia em 2018, além de um volume de gás "relevante de fato". Graça explica que em 2016 será iniciado um teste de longa duração no local.
"Tudo indica que esse projeto seja tratado como um projeto integrado, com duas áreas colocadas em produção integrada, que são Muriú e Farfan. É algo em que nós já estamos em uma fase além da expectativa, porque já entrou no plano de negócios e os dados que vieram confirmam que se trata de descobertas relevantes, mais próximas da costa, com variação de 50 a 100 quilômetros da costa, são acumulações diferenciadas. É uma bela descoberta".
De acordo com a Petrobras, "a campanha de exploração em Sergipe apresentou 16 poços perfurados na área, sendo 13 portadores de hidrocarbonetos. Atualmente, as descobertas se encontram em fase de delimitação".
Graça falou com a imprensa dentro das comemorações dos 60 anos da empresa e também abordou os projetos para as refinarias Premium 1 e 2 no Maranhão e no Ceará, que estão em fase de projeto para serem licitadas em março ou abril, a parceria com uma empresa chinesa para a Premium 1 e a construção da Abreu e Lima, em Pernambuco, que está com 80% pronto, e do Comperj, no Rio de Janeiro, com 60% concluído. Sobre o plano de eficiência, implantado há um ano, Graça disse que foi possível aumentar o refino em 196 mil barris por dia apenas com otimizações da produção.
Sobre os 60 anos de Petrobras, Graça disse que a empresa está atualmente em uma situação que ela nunca imaginou que seria alcançada. "Eu vejo a Petrobras hoje, com 60 anos, eu estou nela há mais de 30 anos, nunca imaginei que chegaríamos a ter esse portfólio tão grande, com tantas oportunidades claras, objetivas e materiais. Com esse orçamento que exige uma dedicação muito grande no que se refere a disciplina de capital".
Graça informou que a empresa não vai precisar fazer novas captações no mercado este ano e que fechou o segundo trimestre com R$ 73 bilhões em caixa. A presidenta da Petrobras informa que estão para entrar em operação nove novas plataformas, algumas antes do prazo previsto, como a P58 e a P62.
Edição: Fábio Massalli
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IPI de produtos da linha branca e móveis irá subir a partir de outubro

Economia



IPI de produtos da linha branca e móveis irá subir a partir de outubro
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Sep 27th 2013, 19:19

Daniel Mello e Wellton Máximo

Repórteres da Agência Brasil
São Paulo - O Ministério da Fazenda anunciou hoje (27) que as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca e móveis irão subir a partir do dia 1º de outubro. Segundo o secretário de Política Econômica do ministério, Márcio Holland, a recomposição foi definida com base no atual desempenho da economia.
"Estamos observando que a economia no segundo semestre está apresentando bom comportamento. Vendas estão indo bem nestes setores, a produção está regular e o nível de utilização da capacidade instalada está regular", disse.
A alíquota para o fogão passará de 3% para 4%; da geladeira, de 8,5% para 10%; do tanquinho, de 4,5% para 5%, da máquina de lavar, permanecerá em 10%; e de móveis e painéis, subirá de 3% para 3,5%.
O secretário ressaltou que alíquotas valem até o dia 31 de dezembro.
Originalmente, o IPI da linha branca correspondia a 4% para os fogões, 10% para os tanquinhos, 15% para as geladeiras e 20% para as máquinas de lavar. As alíquotas estavam reduzidas desde dezembro de 2011 e estão sendo gradualmente recompostas desde fevereiro deste ano.
Os móveis e painéis originalmente pagavam 10% de IPI e estão com a tributação reduzida desde novembro de 2009. As alíquotas também começaram a ser reajustadas em fevereiro.

Edição: Carolina Pimentel//Texto atualizado às 19h46
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Investimentos federais podem fechar ano com crescimento menor que gastos de custeio

Economia



Investimentos federais podem fechar ano com crescimento menor que gastos de custeio
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Sep 27th 2013, 19:11

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Depois de assegurar, nos últimos meses, que os investimentos federais fechariam o ano com crescimento maior que os gastos de custeio (manutenção da máquina pública), o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, admitiu que os gastos com obras e compra de equipamentos podem subir menos que o inicialmente previsto pelo governo. Segundo ele, os investimentos vão crescer em relação aos do ano passado, mas ainda não dá para saber a intensidade da expansão.
"Certamente, os investimentos vão aumentar mais que o PIB [Produto Interno Bruto] nominal, mas ainda precisamos ver se o crescimento será suficiente para se igualar aos gastos de custeio", disse o secretário.
De acordo com números divulgados hoje (27) pelo Tesouro Nacional, as despesas de custeio cresceram 21,8%, em valores nominais, de janeiro a agosto em relação ao mesmo período do ano passado. Os investimentos, no entanto, desaceleraram pelo quarto mês consecutivo e acumulam queda de 0,8% em 2013 (R$ 42,1 bilhões) na comparação com os oito primeiros meses de 2012 (R$ 42,5 bilhões).
Para Augustin, a queda dos investimentos é pontual e deve-se a fatores como atrasos no cronograma de obras e à greve no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Ele disse que os gastos com obras públicas avançaram em setembro. "Nos últimos meses do ano, os investimentos subirão bastante", assegurou o secretário.
A diminuição dos investimentos e o aumento das despesas de custeio significam piora na qualidade dos gastos públicos. O secretário do Tesouro, no entanto, disse que a evolução dos gastos com custeio é estratégica e não está relacionada aos gastos administrativos. "O crescimento do custeio concentra-se em áreas com impacto econômico positivo, no médio e longo prazos, como a educação e a saúde", argumentou Augustin.
Edição: Nádia Franco
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Governo anuncia retomada de obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco

Economia



Governo anuncia retomada de obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco
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Sep 27th 2013, 17:38

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Integração Nacional assinou hoje (27) o último contrato das obras complementares ao Projeto de Integração do Rio São Francisco. Segundo o secretário de Infraestrutura Hídrica, Francisco Teixeira, "os dois únicos trechos que apresentavam problemas foram retomados", disse ele referindo-se ao de Mauriti (CE) e de São José de Piranhas (PB).
A proposta vencedora da licitação foi apresentada pela empresa Queiróz Galvão, a um custo de R$ 587,5 milhões. "A assinatura do contrato faz com que, agora, todas as frentes da obra sejam remobilizadas", disse o secretário.
De acordo com Teixeira, o trecho de Mauriti teve uma primeira paralisação no final de 2011, depois foi retomado no início de 2012, mas acabou sendo suspenso novamente porque era tocado pela Construtora Delta, empresa envolvida em escândalo com o contraventor Carlinhos Cachoeira.
"A Delta até que vinha trabalhando de forma adequada. Mas, devido aos problemas, a Controladoria Geral da União e ministério acharam por bem não fazer o aditivo solicitado por ela. A empresa começava a demonstrar incapacidade para seguir com a obra e apresentou problemas de inadimplência", disse à Agência Brasil o secretário.
No trecho de São José de Piranhas, a obra nem começou, informou Teixeira. "O trecho sequer foi iniciado pelo consórcio na época. Tivemos muitas dificuldades em negociar com eles, que pediam aditivos de mais de 25%. Achamos, portanto, melhor não seguir com o contrato, que acabou rescindido", disse.
Segundo ele, os dois trechos paralisados atrasaram a obra "em pelo menos mais um ano". Agora, o ministério pretende concluí-la "até o final de 2015". O secretário disse não ter estimativas sobre o aumento de custos provocados por atrasos nas obras.
O Projeto de Integração do Rio São Francisco faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal. O ministério estima que, além de promover inclusão social, o empreendimento garantirá segurança hídrica a mais de 12 milhões de pessoas em 390 cidades do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.


Edição: Beto Coura

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Graça Foster garante que preço de combustíveis não vai subir

Economia



Graça Foster garante que preço de combustíveis não vai subir
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Sep 27th 2013, 17:43

Akemi Nitahara

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A presidenta da Petrobras, Graça Foster, garantiu hoje (27) que o preço dos combustíveis não vai subir. Ela se reuniu hoje (27), em Brasília, com a presidenta Dilma Rousseff e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, mas disse que o assunto não foi tratado no encontro.
Graça conversou com os jornalistas no Rio, durante as comemorações dos 60 anos da empresa. Segundo ela, apesar da defasagem no preço do petróleo, os combustíveis não vão ficar mais caros no curto prazo. "Trabalhamos pela convergência de preços, mas existe uma defasagem que voltou a crescer nos últimos três dias."
A presidenta da Petrobras explicou que os preços foram planejados para o dólar a R$ 1,80, depois a R$ 2, mas agora a moeda americana está na faixa de R$ 2,26. "Então, torcemos para que o dólar chegue próximo de R$ 2, que vai dar um resultado muito bom", disse Graça Foster.
Para ela, a empresa está em uma fase "muito boa", com o plano de eficiência implantado há um ano. "A produção, nas últimas semanas, está muito boa. Vamos fechar o terceiro trimestre bem, nossa produção está bonita. Essas paradas que fizemos para reavaliar a produção foram muito boas – estamos cumprindo os prazos, até encurtando alguns, as plataformas voltam com 80% da capacidade, a produção vai ficando muito alinhada", ressaltou.
De acordo com Graça Foster, está mantida a meta de produção de 2 milhões de barris de óleo para este ano.
Edição: Nádia Franco
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Novo parcelamento de dívidas com a União trará mais receitas ao governo, diz secretário do Tesouro

Economia



Novo parcelamento de dívidas com a União trará mais receitas ao governo, diz secretário do Tesouro
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Sep 27th 2013, 18:08

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Prevista para entrar em vigor em 29 de novembro, a reabertura da adesão ao reparcelamento de dívidas com a União, chamada de Refis da Crise, vai ajudar a impulsionar o caixa do governo no fim do ano, disse hoje (27) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Segundo ele, a medida é importante para estimular a economia ao permitir que empresas regularizem a situação fiscal.
"O Refis pode servir como estímulo à economia porque abre a possibilidade de que empresas regularizem a situação", declarou. O secretário, no entanto, não forneceu uma estimativa de quanto o governo deve arrecadar com a renegociação das dívidas nem soube informar se o programa começará a trazer receitas para o governo em novembro ou em dezembro.
De acordo com o secretário, o reparcelamento não favorece os sonegadores porque são usados em situações excepcionais, quando empresas perdem na Justiça e enfrentam passivos grandes com a União. Segundo ele, o mecanismo não foi usado nos últimos dois anos porque tinha havido poucas decisões judiciais desfavoráveis às empresas. "Nos últimos dois anos, houve poucas receitas extraordinárias".
Incorporada à Medida Provisória 615, a reabertura do Refis da Crise foi aprovada pelo Congresso. A presidenta Dilma Rousseff tem até 9 de outubro para sancionar ou vetar o reinício do programa de renegociação. No início da semana, o secretário adjunto da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes, tinha declarado que o Fisco era contra um novo parcelamento de dívidas com a União, mas admitiu que a decisão depende de fatores políticos.
"Somos contra, mas há uma situação posta, um dado concreto: a matéria foi aprovada pelo Poder Legislativo. A decisão política não é da Receita Federal. Ela envolve outras variáveis e depende também da dificuldade de empresas de determinados setores", destacou Nunes.
Apesar de ressaltar que um novo Refis da Crise impulsionará a arrecadação, o secretário do Tesouro Nacional disse que esse não é o principal fator que fará as receitas federais reagirem nos próximos meses. Segundo ele, há uma tendência de melhora da arrecadação provocada pela recuperação da economia, citando a arrecadação recorde registrada em agosto.
Apesar das receitas expressivas no mês passado, agosto registrou o pior superávit primário da história para o mês. Segundo o secretário, o desempenho fraco deveu-se a despesas que pressionam as contas públicas em agosto, como o pagamento do décimo terceiro salário aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo ele, o esforço fiscal em setembro também será baixo por causa da Previdência Social.

Edição: Carolina Pimentel
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Cumprimento da meta de superávit primário dependerá de estados e municípios

Economia



Cumprimento da meta de superávit primário dependerá de estados e municípios
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Sep 27th 2013, 17:13

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O cumprimento da meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) dependerá da capacidade de os estados e municípios conseguirem economizar, disse hoje (27) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Segundo ele, a equipe econômica ainda esperará os próximos meses para decidir que medidas vai tomar.
O secretário evitou informar se o governo cogita reduzir a meta de 2,3% para 2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) para compensar o não cumprimento da meta pelas prefeituras e pelos governos estaduais. A equipe econômica pode ainda ampliar a meta de superávit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Governo Central) para cobrir a parcela que os estados e municípios deixarem de economizar.
"Há um fator que não depende de nós, que é o desempenho fiscal dos estados e municípios. Ainda é cedo para definir uma meta de superávit para esses entes públicos", declarou o secretário. Augustin ressaltou que, por enquanto, está mantida a meta ajustada de R$ 73 bilhões.
Originalmente, a meta de superávit primário para o Governo Central correspondia a R$ 108 bilhões. No entanto, o governo decidiu usar o mecanismo que permite o abatimento de R$ 45 bilhões de gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de desonerações tributárias e reduziu a meta para R$ 63 bilhões.
Em julho, no entanto, o governo reduziu a margem de abatimento para R$ 35 bilhões e elevou a meta para R$ 73 bilhões para compensar o desempenho das prefeituras e dos governos estaduais. "Por enquanto, estamos trabalhando com a meta de R$ 73 bilhões. Vamos ver exatamente como isso vai evoluir até o fim do ano", declarou o secretário.
Edição: Nádia Franco
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Decisão sobre aumento da gasolina é do Conselho de Administração da Petrobras, diz Lobão

Economia



Decisão sobre aumento da gasolina é do Conselho de Administração da Petrobras, diz Lobão
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Sep 27th 2013, 16:41

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje (27) que o governo ainda não tem uma definição sobre o aumento da gasolina neste ano. Segundo ele, o assunto está sendo definido pelo Conselho de Administração da Petrobras, presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.
"Quem autoriza os aumentos de combustíveis é o Conselho de Administração, presidido pelo Mantega. Lá atrás, quando foi concedido aquele aumento, ele próprio falou que até o fim do ano alguma coisa poderia vir mais, mas depois disso não se falou mais no assunto. De modo que está na órbita do Conselho de Administração autorizar ou não o aumento", explicou Lobão, durante o lançamento do novo Portal Brasil, no Palácio do Planalto.
Lobão disse também que o governo ainda não tem uma solução para a renovação das concessões de distribuidoras que começam a vencer no ano que vem. Segundo ele, estão sendo feitos estudos que preveem a privatização das empresas, mas são apenas para basear uma decisão política do governo.
O ministro, que se reuniu com a presidente Dilma Rousseff na manhã de hoje, disse que o assunto foi a constituição da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). "Não temos nomes ainda, mas temos urgência e devemos concluir esses estudos até a próxima semana", disse.
O ministro informou que vai conversar com o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM) para que haja uma rápida aprovação dos nomes dos indicados para a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). "O Senado tem sido bastante diligente no exame desses nomes, vou pedir o exame com urgência", disse Lobão. O governo publicou hoje no Diário Oficial da União as indicações de José Jurhosa Junior e Reive Barros dos Santos para a diretoria da Aneel.

Edição: Juliana Andrade
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Tesouro Nacional divulga resultado Primário do Governo Central relativo ao mês de agosto de 2013

Economia



Tesouro Nacional divulga resultado Primário do Governo Central relativo ao mês de agosto de 2013
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Sep 27th 2013, 16:47

Brasília - O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, comenta no Ministério da Fazenda, o Resultado Primário do Governo Central relativo ao mês de agosto de 2013Brasília - O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, comenta no Ministério da Fazenda, o Resultado Primário do Governo Central relativo ao mês de agosto de 2013Brasília - O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, comenta no Ministério da Fazenda, o Resultado Primário do Governo Central relativo ao mês de agosto de 2013Brasília - O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, comenta no Ministério da Fazenda, o Resultado Primário do Governo Central relativo ao mês de agosto de 2013



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Aumento de gastos faz Governo Central registrar pior superávit primário da história para meses de agosto

Economia



Aumento de gastos faz Governo Central registrar pior superávit primário da história para meses de agosto
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Sep 27th 2013, 15:37

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O aumento dos gastos de custeio (manutenção da máquina pública) fez o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrar o pior esforço fiscal da história para meses de agosto. Segundo números divulgados há pouco pelo Tesouro Nacional, o superávit primário – economia para pagar os juros da dívida pública – somou R$ 87 milhões no mês passado, mais baixo montante para agosto desde o início da série histórica, em 1997.
O resultado é o segundo pior do ano, só ficando atrás do de fevereiro, quando o Governo Central registrou déficit de R$ 6,64 bilhões. No acumulado do ano, o superávit primário soma R$ 38,474 bilhões, com queda de 28,2% em relação aos oito primeiros meses do ano passado. O montante corresponde a apenas 52% da meta ajustada de R$ 73 bilhões de superávit para este ano.
O resultado de agosto só não foi negativo porque o Tesouro recebeu R$ 4,814 bilhões de dividendos de estatais. Desse total, R$ 1,725 bilhão veio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), R$ 1,2 bilhão, da Caixa Econômica Federal, e

R$ 1,135 bilhão, do Banco do Brasil. Os dividendos são a parcela do lucro que as empresas repassam aos acionistas. No caso das estatais federais, o dinheiro é transferido para o Tesouro Nacional, que é o maior acionista dessas empresas.
O fraco superávit primário em agosto ocorreu apesar da arrecadação recorde para o mês, divulgada na última segunda-feira (23). De janeiro a agosto, as receitas líquidas cresceram 8,7% em valores nominais. As despesas, no entanto, subiram em ritmo maior: 12,5%
O principal fator que pressionou os gastos federais nos últimos meses foi a aceleração das despesas de custeio, que saltaram 21,8% de janeiro a agosto, contra alta de 14,2% no mesmo período do ano passado. Por causa de uma série de acordos fechados no ano passado, as despesas com o funcionalismo público também se aceleraram e cresceram 8,5% no mesmo período, contra expansão de 3,3% registrada nos oito primeiros meses do ano passado.
Os investimentos federais, porém, desaceleraram pelo terceiro mês consecutivo e acumulam queda de 0,8% de janeiro a agosto (R$ 42,5 bilhões) em relação aos mesmos meses do ano passado (R$ 42,1 bilhões). Os gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) reduziram o ritmo de crescimento pelo quarto mês seguido, mas ainda acumulam alta de 6,2% em 2013.
Edição: Nádia Franco
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Endividamento das famílias com sistema financeiro em julho é o maior da série história do BC

Economia



Endividamento das famílias com sistema financeiro em julho é o maior da série história do BC
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Sep 27th 2013, 14:30

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O endividamento das famílias com o sistema financeiro cresceu pelo sétimo mês seguido, em julho, segundo dados divulgados hoje (27) pelo Banco Central (BC). Em julho, a dívida total das famílias equivalia a 45,1% da renda acumulada nos últimos 12 meses. Este é o maior percentual da série histórica do BC, iniciada em janeiro de 2005.
Desconsiderando-se desse indicador o endividamento com financiamento imobiliário, o percentual ficou em 30,42%, com leve redução em relação ao de junho (30,49%).
Para o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, o crescimento do endividamento das famílias ocorre "em condições seguras e sustentáveis do sistema financeiro". Segundo ele, a expansão é influenciada pelo crescimento do crédito imobiliário. "O endividamento cresce de forma saudável, principalmente para investimento (compra da casa própria)", ressaltou.
Os dados do Banco Central também mostram que a parcela da renda familiar com as prestações chegou a 21,5%, em julho, contra 21,58% no mês anterior. A parcela da renda usada em julho para pagamento de juros e encargos ficou em 8,75%, ante 8,66 em junho.
Edição: Nádia Franco
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Financiamento imobiliário ultrapassa crédito pessoal em agosto

Economia



Financiamento imobiliário ultrapassa crédito pessoal em agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-27/financiamento-imobiliario-ultrapassa-credito-pessoal-em-agosto
Sep 27th 2013, 14:07

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O saldo do crédito para a compra da casa própria pelas famílias ultrapassou o crédito pessoal, em agosto, de acordo com os dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (27).
No mês passado, o saldo do financiamento imobiliário para pessoas físicas ficou em R$ 314,896 bilhões. Em agosto de 2012, esse saldo estava em R$ 233,154 bilhões.
Já o crédito pessoal, incluídas operações consignadas em folha de pagamento, direcionado ao consumo, chegou a R$ 311,515 bilhões, em agosto deste ano, contra R$ 270,538 bilhões em igual mês de 2012.
Apesar dessa expansão do crédito imobiliário, o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, espera moderação, no médio prazo.
Maciel também destacou que as famílias estão deixando uma despesa de consumo, o aluguel, para adquirir a casa própria. "Tem um aspecto social relevante é que o fato de as famílias estarem constituindo patrimônio. Estão trocando uma despesa de consumo por uma despesa de investimento", disse.
Edição: Juliana Andrade
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Bancos privados nacionais devem ofertar menos crédito em 2013, prevê Banco Central

Economia



Bancos privados nacionais devem ofertar menos crédito em 2013, prevê Banco Central
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-27/bancos-privados-nacionais-devem-ofertar-menos-credito-em-2013-preve-banco-central
Sep 27th 2013, 13:39

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os bancos privados nacionais devem ofertar menos crédito este ano, de acordo com projeção divulgada hoje (27) pelo Banco Central (BC). A estimativa de expansão dos empréstimos dessas instituições caiu de 10% para 6%, este ano. No ano passado, o crescimento ficou em 7%.
Os bancos privados estrangeiros devem apresentar expansão do crédito de 7%, contra a previsão anterior de 8%. No ano passado, houve crescimento de 9,6%.
O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, disse não saber as razões específicas para essa redução no ritmo de expansão do crédito de instituições privadas. Segundo ele, a moderação no crédito desses bancos ocorreu a partir do ano passado, principalmente, no segundo semestre.
No caso dos bancos públicos, a projeção do BC passou de 22% para 24%, este ano, com redução do ritmo em relação ao ano passado (27,2%). Os bancos públicos registraram, em agosto, a maior parcela de participação no crédito total do sistema financeiro, 50,7%. No mesmo mês do ano passado, estava em 46%.
Os bancos privados nacionais são responsáveis por 33,8% do crédito, contra 37,3% em agosto de 2012. Os bancos estrangeiros ficaram com 15,5% de participação em agosto, contra 16,8% do mesmo mês do ano passado.
O BC também divulgou a revisão da projeção para o crédito com recursos livres de todo sistema financeiro, que caiu de 11% para 8%, este ano em relação a 2012. Para o crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), houve aumento na estimativa de 20% para 24%. A previsão para o crédito total foi mantida em 15%. No ano passado, em relação a 2011, a expansão do crédito ficou em 16,2%.
"O crédito vem mostrando moderação ano a ano", disse o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel. Mas, segundo ele, o crescimento do crédito continua elevado e importante "neste processo de expansão da atividade econômica".
Para o BC, o saldo das operações de crédito deve representar, este ano, 57% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto. A estimativa anterior era 56%. Em agosto, o saldo das operações de crédito chegou a R$ 2,578 trilhões, o que representa 55,5% do PIB.
Edição: Juliana Andrade // Matéria alterada às 14h30 para acréscimo do quinto parágrafo e para correção de percentual no quarto parágrafo. A participação dos bancos públicos no crédito total do sistema financeiro é 50,7% e não 57%, como estava no texto.
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ANTT começa a receber sugestões para concessão das BRs 040 e 116

Economia



ANTT começa a receber sugestões para concessão das BRs 040 e 116
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Sep 27th 2013, 14:23

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Começou hoje (27) e vai até 4 de outubro o período apresentação de contribuições para os estudos de viabilidade técnica e econômica e para o programa de exploração das rodovias BR-040, no trecho que liga Brasília a Juiz de Fora (MG), e BR-116, entre Além Paraíba e Divisa Alegre, em Minas Gerais. As sugestões devem ser encaminhadas por meio do site da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
A licitação das rodovias faz parte da 3ª etapa das concessões rodoviárias federais. Também estão programadas duas audiências públicas presenciais para a coleta de sugestões. Uma será dia 30 de setembro em Brasília, na sede da ANTT (SCES, trecho 3, lote 10, polo 8); e a outra no dia 2 de outubro em Belo Horizonte, no Hotel Sol BH (Rua da Bahia, 1040, Centro). O aviso de licitação das rodovias foi publicado no Diário Oficial da União de hoje.

Edição: Beto Coura

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BC divulga a nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro

Economia



BC divulga a nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro
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Sep 27th 2013, 12:34

Brasília – O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Túlio Maciel, divulga a nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema FinanceiroBrasília – O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Túlio Maciel, divulga a nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema FinanceiroBrasília – O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Túlio Maciel, divulga a nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema FinanceiroBrasília – O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Túlio Maciel, divulga a nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro



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Inadimplência de empresas e famílias tem menor taxa desde junho de 2011, aponta BC

Economia



Inadimplência de empresas e famílias tem menor taxa desde junho de 2011, aponta BC
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Sep 27th 2013, 12:46

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A taxa de inadimplência do crédito com recursos livres para as famílias e empresas caiu para 5,1%, em agosto deste ano, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (27). Em relação a julho, houve redução de 0,1 ponto percentual. Essa é a menor taxa desde junho de 2011, quando ficou em 4,94%.
No caso das empresas, também houve redução de 0,1 ponto percentual na taxa de inadimplência entre os meses de julho e agosto, que ficou em 3,4%. A taxa de inadimplência das famílias ficou em 7,1%, com o mesmo nível de redução das empresas em relação a julho. Nesse caso, a taxa é a menor desde julho de 2011, quando ficou em 6,89%.
Para o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, a continuação do crescimento da renda e do emprego são "fatores determinantes" para que haja redução de inadimplência. Além disso, ele informou que os bancos estão mais seletivos na hora de conceder crédito, principalmente o financiamento de veículos, com melhores garantias e melhor análise do perfil dos clientes. No caso dos veículos, ele também citou parcelas menores de financiamento.
O BC considera como inadimplência atrasos superiores a 90 dias. No caso do crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), a taxa ficou estável tanto para empresas (0,5%) quanto para pessoas físicas (1,8%).
Edição: Davi Oliveira
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Taxas de juros ficaram maiores em agosto para famílias e empresas

Economia



Taxas de juros ficaram maiores em agosto para famílias e empresas
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Sep 27th 2013, 11:41

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As famílias e empresas pagaram taxas de juros mais caras em agosto, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (27). As pessoas jurídicas foram mais afetadas pela alta.
Nas operações de crédito com recursos livres, houve alta de 0,3 ponto percentual, elevando a taxa para 36,5% ao ano, para as pessoas físicas, de julho para agosto. No caso das empresas, a taxa média ficou 0,6 acima do registrado em julho, ao chegar a 20,6 % ao ano, em agosto.
No crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), a taxa média para as empresas ficou estável em 7,4% ao ano. Paras as pessoas físicas, a taxa chegou a 6,9% ao ano, com aumento de 0,1 ponto percentual em relação a julho.
O spread - diferença entre taxa de captação de recursos pelos bancos e a cobrada dos clientes - caiu 0,4 ponto percentual, para 25,3 pontos percentuais, para as pessoas físicas, no crédito com recursos livres. Para as empresas, o spread chegou a 11,1 pontos percentuais, com aumento de 0,3 ponto percentual em relação a julho.
O spread do crédito direcionado caiu 0,1 ponto percentual para 2,4 pontos percentuais para pessoas físicas. No caso das empresas, houve estabilidade em 2,5 pontos percentuais, em agosto.
Edição: Davi Oliveira
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Construção civil cria quase 140 mil empregos no ano, mas ritmo está abaixo de 2012

Economia



Construção civil cria quase 140 mil empregos no ano, mas ritmo está abaixo de 2012
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Sep 27th 2013, 11:22

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- O nível de emprego na construção civil do país aumentou 0,45% no último mês de agosto, com a oferta de 15,8 mil vagas. O desempenho foi melhor que o do mesmo mês do ano passado, quando o setor havia contratado 12,7 mil trabalhadores.
De janeiro a agosto deste ano, o índice alcança 4,09% e 138 mil empregos. Esse crescimento, no entanto, foi menos expressivo do que o registrado em igual período de 2012, quando o número de vagas criadas somou 234,2 mil, com elevação de 7,38% sobre os oito primeiros meses de 2011.
Os dados são da pesquisa feita pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Nos últimos 12 meses, encerrados em agosto, há retração de 0,01%, com o corte de 417 mil trabalhadores. Já na mesma base de comparação, há um ano, o setor tinha um saldo positivo de 178,3 mil empregos.
O total de trabalhadores, em agosto, somou 3,511 milhões de pessoas, a maioria no Sudeste (1,774 milhão de trabalhadores), seguido pelo Nordeste (729,8 mil); Sul (495,3 mil); Centro-Oeste (290,8 mil) e Norte (221,7 mil).
Em São Paulo, que emprega 902,6 mil pessoas, houve elevação de 0,39% sobre julho com a abertura de 3.537 vagas. Das dez regiões pesquisadas, houve recuo em apenas três: Santo André (-171 trabalhadores), Ribeiro Preto (-449) e Bauru (-233).
De janeiro a agosto, o nível de emprego aumentou 4,15% no estado, com a contatação de 35,9 mil trabalhadores. E, nos últimos 12 meses, alta de 0,61% com a criação de 5,4 mil empregos.
Edição: Davi Oliveira
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Índice do aluguel sobe 4,4% puxado pela construção civil

Economia



Índice do aluguel sobe 4,4% puxado pela construção civil
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Sep 27th 2013, 09:46

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) encerrou setembro com alta acumulada em 12 meses de 4,4%. Medida pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), essa taxa serve de base de cálculo para as renovações de contrato de aluguel entre outros. De agosto para setembro, o índice atingiu 1,5% bem acima da variação apurada em agosto (0,15%). Entre janeiro e setembro, houve elevação de 3,69%.
No período de setembro do ano passado ao igual mês deste ano, o componente que mais influenciou a alta média de preços do IGP-M foi o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) com elevação de 7,99%, puxada, principalmente, pela mão de obra que ficou em média 9,8% mais cara.
Já na virada de agosto para setembro, os três índices que compõem o IGP-M apresentaram avanços e o mais expressivo ocorreu no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação no setor atacadista. Esse índice teve variação de 2,11% ante 0,14% com destaque para as commodities entre as quais a soja em grão que saiu de uma retração de 3,77% para alta de 10,78%; o minério de ferro (de 2,35% para 3,53%) e o milho em grão que passou de uma queda de 6,93% para uma elevação de 1,31%.
O INCC teve alta de 0,43% ante 0,31% com influência maior dos materiais, equipamentos e serviços (de 0,63% para 0,91%). E o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) indicou aumento médio de 0,27% ante 0,09% com destaque o grupo transportes (de -0,24% para 0,09%). Entre os itens que ajudaram nesse avanço está a tarifa de ônibus urbano (de -0,80% para 0,32%).
Edição: Talita Cavalcante
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Confiança do setor de serviços fica praticamente estável em setembro

Economia



Confiança do setor de serviços fica praticamente estável em setembro
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Sep 27th 2013, 08:53

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice de Confiança de Serviços (ICS), medido da Fundação Getulio Vargas (FGV), manteve-se praticamente estável de agosto para setembro, com uma leve variação de -0,2%. De julho para agosto, houve aumento de 4,3%. Apesar de haver queda de 1,4% na confiança em relação ao momento atual, o otimismo em relação ao futuro avançou 0,7%.
A queda de 1,4% do Índice da Situação Atual foi provocada principalmente pelo indicador que mede a satisfação com a situação atual dos negócios, que recuou 3,8%. Segundo a FGV, as empresas que avaliam a situação atual como forte caíram de 23,7% para 20,6%, enquanto aquelas que a consideram fraca aumentaram de 17,8% para 18,7%.
Já a alta de 0,7% do Índice de Expectativas foi influenciada pela demanda prevista, que avançou 2,4%. O percentual de empresas que preveem demanda maior no futuro subiu de 41,2% para 43,0%, enquanto a parcela daquelas prevendo demanda menor caiu de 10,2% para 8,9%.
De acordo com a FGV, a estabilidade da confiança de serviços entre agosto e setembro resulta de "sinais dispersos de seus segmentos e de seus componentes, sugerindo incerteza dos empresários do setor quanto ao dinamismo da atividade do setor ao final de 2013".
Edição: Talita Cavalcante
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