Crise no setor cafeeiro faz com que produtores peçam suspensão do pagamento de empréstimos por três meses

30 de setembro de 2013

Economia



Crise no setor cafeeiro faz com que produtores peçam suspensão do pagamento de empréstimos por três meses
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/crise-no-setor-cafeeiro-faz-com-que-produtores-pecam-suspensao-do-pagamento-de-emprestimos-por-tres-m
Sep 30th 2013, 19:52

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pediu ao governo federal a suspensão da cobrança de parcelas de empréstimos feitos por cafeicultores com crédito rural por um período de três meses. Segundo a entidade, foram enviados ofícios na semana passada à Casa Civil e aos ministérios da Agricultura e Fazenda com a solicitação. No entanto, a informação foi divulgada somente hoje (30) por meio de nota. O motivo alegado é a crise no setor cafeeiro.
A entidade informou que está levantando dados com bancos e cooperativas de crédito sobre o nível de endividamento dos cafeicultores, em parceria com o Conselho Nacional do Café (CNC). A intenção é posteriormente apresentar as informações ao governo. De acordo com a CNA, a perda de renda e as dívidas dos produtores de café estão em um patamar elevado, pois o valor adquirido com a venda das sacas não está cobrindo os custos de produção.
"A tendência de queda dos preços do grão persistiu nas últimas semanas, mesmo com a intervenção do governo no mercado interno, por meio dos leilões de contratos de opção de venda", destaca comunicado da CNA. Nos três leilões feitos pelo governo, não houve interesse por 4.058 contratos, lotes que, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), voltarão a ser ofertados.
A Agência Brasil entrou em contato com a Casa Civil e os ministérios da Agricultura e da Fazenda para falar sobre a solicitação. Por meio da assessoria de comunicação, a Casa Civil disse ter reencaminhado o pedido à Fazenda, pois a competência para decidir sobre a suspensão da cobrança de dívidas dos cafeicultores é da pasta. O Ministério da Agricultura, também via assessoria, disse não ter recebido o documento até o momento. A assessoria de comunicação do Ministério da Fazenda informou que o órgão não comentará o assunto.
Edição: Fábio Massalli
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Dólar e mercado de ações terminam setembro em queda

Economia



Dólar e mercado de ações terminam setembro em queda
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Sep 30th 2013, 20:15

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O dólar perdeu 1,82% no último pregão de setembro e encerrou o dia de hoje (30) cotado a R$ 2,216 para venda. A moeda norte-americana desvalorizou-se 7,08% no mês, depois de quatro meses seguidos em alta, mas ainda mantém valorização de 8,41% no ano. Foi a maior queda mensal desde outubro de 2011, quando o dólar perdeu 9,51%.
O Ibovespa – principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) – também terminou o dia em queda, provocada pela instabilidade fiscal dos Estados Unidos e pelo desvalorização das ações de empresas do Grupo EBX, do empresário Eike Batista.
O Ibovespa caiu 2,61%, aos 52.338 pontos, depois de fechar 934.111 negócios no valor de R$ 7,147 bilhões, mas ainda mantém valorização de 4,66% no mês.
Por empresa, as maiores desvalorizações foram das ações da OGX Petróleo (-25%), da MMX Mineração (-8,82%), da LLX Logística (-7,30%), do grupo EBX, da Fibria Celulose (-4,72%) e da B2W Varejo (-4,58%).
Edição: Nádia Franco
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Micro e pequenas empresas de cidade atingida por tornado têm vencimento do Simples Nacional prorrogado

Economia



Micro e pequenas empresas de cidade atingida por tornado têm vencimento do Simples Nacional prorrogado
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Sep 30th 2013, 19:03

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As micro e pequenas empresas de Taquarituba (SP), atingida por um tornado há uma semana, ganharam seis meses para pagar os tributos do Simples Nacional. O Comitê Gestor do Simples Nacional prorrogou o vencimento das parcelas de setembro, outubro e novembro.
O pagamento, que deveria ser feito respectivamente em outubro, novembro e dezembro, foi adiado para abril, maio e junho de 2014. A medida só vale para as empresas com sede no município, de 23 mil habitantes.
A portaria com o adiamento foi publicada hoje (30) no Diário Oficial da União. De acordo com a Receita Federal, o aplicativo que calcula os vencimentos devidos mensalmente será atualizado nos próximos dias para incorporar as novas datas de vencimento. Mais informações podem ser obtidas no Portal do Simples Nacional: http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/.
Criado em 2007, o Simples Nacional é um regime simplificado de tributação que beneficia micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões. Em uma única guia, o empresário paga seis tributos federais, mais o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é administrado pelos estados, ou o Imposto Sobre Serviços (ISS), de responsabilidade dos municípios.

Edição: Aécio Amado
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Produção de petróleo da Petrobras no Brasil em agosto foi 1,9 milhão de barris por dia

Economia



Produção de petróleo da Petrobras no Brasil em agosto foi 1,9 milhão de barris por dia
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Sep 30th 2013, 20:30

Douglas Corrêa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A produção de petróleo dos campos da Petrobras no Brasil atingiu, em agosto, a média de 1,908 milhão barris por dia (bpd). O volume é 1,1% acima da média produzida no mês anterior (1, 888 milhão bpd). Incluída a parcela operada pela empresa para seus parceiros, a produção exclusiva de petróleo no Brasil chegou a 1,971 milhão bpd, indicando um aumento de 1,3% em relação a julho.
A produção total (petróleo e gás natural) da Petrobras no país, em agosto, atingiu a média de 2,294 milhões barris de óleo equivalente por dia (boe/d), volume 0,5% acima do produzido em julho. Já o volume total produzido em agosto foi 2,401 milhões boe/d, 0,6% acima da produção de julho, com a inclusão da parcela operada pela estatal para empresas parceiras.
A produção de gás natural - sem liquefeito - dos campos da companhia no território nacional, em agosto, foi 61,378 milhões de metros cúbicos por dia. A produção total de gás, incluída a parte operada pela empresa para seus parceiros, foi 68,336 milhões metros cúbicos por dia, mantendo, aproximadamente, os mesmos níveis dos volumes produzidos em julho.
Edição: Fábio Massalli
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CMN remaneja R$ 5 bilhões em linhas de crédito para beneficiar saneamento e obras do PAC

Economia



CMN remaneja R$ 5 bilhões em linhas de crédito para beneficiar saneamento e obras do PAC
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Sep 30th 2013, 19:38

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Conselho Monetário Nacional (CMN) remanejou R$ 5 bilhões nos limites de linhas de crédito que prefeituras e governos estaduais podem fazer no sistema financeiro. O montante saiu de uma linha de crédito para pavimentação e modernização de vias urbanas e foi redistribuído para duas linhas de financiamentos, uma para obras de saneamento e outra para contrapartidas de empreendimentos dos programas de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa, Minha Vida.
As linhas para as obras de saneamento tiveram o limite de contratação ampliado em R$ 3 bilhões, de R$ 22,9 bilhões para R$ 25,9 bilhões. Esta é a quantia máxima que os estados e municípios podem pegar emprestada no sistema financeiro. Para a linha que financia as contrapartidas do PAC e do programa habitacional, o teto passou de R$ 5 bilhões para R$ 7 bilhões.
A linha para pavimentação teve o limite diminuído de R$ 9,6 bilhões para R$ 4,6 bilhões. Segundo Bruno Leal, assessor econômico do Tesouro Nacional, a redução do limite de endividamento não prejudicará a execução das obras já selecionadas para o setor. "O novo limite é suficiente para as contratações de curto prazo. As obras que vão sair certamente terão funding [fonte de recursos]. Conforme as necessidades, o CMN poderá ampliar esse limite", explicou.
Segundo Leal, o remanejamento foi necessário para tornar viáveis as operações de crédito para as obras de saneamento e de abastecimento de água que constam de uma lista publicada em março pelo Ministério das Cidades. Em relação ao PAC e ao Minha Casa, Minha Vida, o limite extra permitirá que os estados e municípios peguem dinheiro emprestado para financiar as contrapartidas que precisam injetar nos projetos.
O CMN também definiu as condições dos financiamentos das linhas de crédito do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). Regulamentado em 14 de agosto, o novo fundo vai financiar projetos de desenvolvimento na região, mas precisava da decisão do CMN para entrar em vigor.
Os financiamentos do FDCO terão juros de 5% a 6,5% ao ano, 20 anos de prazo e um ano de carência (intervalo para o mutuário pagar a primeira parcela). Segundo Bruno Leal, as condições são semelhantes às dos outros dois fundos de desenvolvimento em vigor: Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE).


Edição: Aécio Amado
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Ministro prevê que pequenas empresas terão novas regras para tributação neste ano

Economia



Ministro prevê que pequenas empresas terão novas regras para tributação neste ano
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Sep 30th 2013, 18:40

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, disse hoje (30) que o projeto de lei que trata da tributação das micro e pequenas empresas deve ser votado até o final do ano. "Estamos conversando com o relator e esperamos que até o dia 10 de outubro ele possa apresentar uma proposta. A microempresa tem pressa, não podemos ficar sujeitos a pressões que visam a impedir que atinjamos nossos objetivos de desonerar os pequenos".
Afif Domingos participou de uma audiência pública para discutir com empresários paulistas as propostas para a revisão das regras de tributação das micro e pequenas empresas. O evento foi organizado por uma comissão especial da Câmara dos Deputados. A comissão fez reuniões em várias cidades para a coleta de sugestões ao projeto de lei. As duas últimas serão em Belo Horizonte e em Brasília.
O superintendente do Sebrae em São Paulo, Bruno Caetano, disse que as micro e pequenas empresas precisam de apoio do Poder Público, e que essa discussão interessa a todos os segmentos, porque os empreendedores são mais de 10 milhões de pessoas. "Se somarmos todos os empregos gerados nas pequenas empresas teremos quase dois terços de toda a população dependendo do setor. No ano passado, a taxa de faturamento das pequenas empresas paulistas foi cinco vezes superior ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto)".
O relator da proposta do projeto de lei, deputado Cláudio Burti, explicou que o grande desafio é a substituição tributária e as antecipações de tributos. "Agora temos um aliado de peso [o governo] para tratar sobre a viabilidade política do projeto. Sabemos o que queremos e estamos diante de impasses que são estritamente de ordem política", explicou.


Edição: Beto Coura

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CMN cria linhas de créditos e melhora condições de financiamentos para combater mudanças climáticas

Economia



CMN cria linhas de créditos e melhora condições de financiamentos para combater mudanças climáticas
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Sep 30th 2013, 18:58

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Conselho Monetário Nacional (CMN) criou linhas de crédito, diminuiu juros e aumentou prazos para o financiamento de atividades econômicas com impacto reduzido sobre o clima, custeadas com recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC). O anúncio foi feito hoje (30). O fundo tem R$ 920 milhões disponíveis para empréstimos em 2013 e 2014.
As três linhas instituídas atenderão a projetos com os temas cidades sustentáveis, preservação de florestas nativas e gestão de carbono. Elas serão acrescidas às sete existentes, que envolvem questões como o combate à desertificação e energias renováveis. O CMN também reduziu os juros, de 5% a 9,5% para 4% a 7,5% ao ano, e elevou prazos de reembolso para parte das linhas.
De acordo com João Rabelo, secretário adjunto da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, nos próximos dias o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) publicará norma com mais detalhes sobre a aplicação das novas taxas de juros.
O colegiado também ampliou prazos para renegociação de dívidas. Os produtores de arroz, cujo limite para renegociar terminaria hoje, 30 de agosto, poderão aderir até 30 de novembro. Quem tem débitos com recursos do Fundo de Terras e Reforma Agrária poderá renegociá-los até 30 de abril de 2014. O prazo anterior era 30 de novembro deste ano.
A reunião desta segunda-feira também beneficiou produtores de maçã, que obtiveram o direito de contratar novo financiamento com recursos do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), antes da quitação do empréstimo em vigência. Segundo João Rabelo, o principal objetivo é permitir que eles acessem a recursos para investimento e irrigação.

Edição: Aécio Amado
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CMN mantém taxa de financiamentos ao setor produtivo no menor nível da história

Economia



CMN mantém taxa de financiamentos ao setor produtivo no menor nível da história
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Sep 30th 2013, 17:12

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Pelo quarto trimestre consecutivo, a taxa de juros de longo prazo (TJLP) foi mantida em 5% ao ano, o menor nível da história. O índice, usado nos financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi definido hoje (30) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
A cada três meses, o CMN fixa o nível da taxa para o trimestre seguinte. O conselho é composto pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Originalmente, a reunião estava marcada para a última quinta-feira (26), mas foi adiada para hoje (30).
Desde junho de 2009, a TJLP estava em 6% ao ano. A taxa foi reduzida para 5,5% em junho do ano passado e diminuiu novamente para 5% em dezembro, como medida de estímulo à economia. "O cenário externo, dado a última operação, não teve grandes alterações. Estamos no caminho de retomada do crescimento, então o entendimento foi que não haveria motivos para alterar a TJLP, nem para cima nem para baixo", explicou o diretor de Programas da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, Esteves Colnago.
Criada em 1994, a taxa é definida como o custo básico dos financiamentos concedidos ao setor produtivo pelo BNDES. De acordo com o Ministério da Fazenda, o valor da TJLP leva em conta dois fatores: meta de inflação, atualmente em 4,5%, mais o risco Brasil, indicador que mede a diferença entre os juros dos títulos brasileiros no exterior e os papéis do Tesouro norte-americano, considerados o investimento mais seguro do mundo.


Edição: Aécio Amado
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Conselho Monetário amplia limite para comprar imóvel com recursos do FGTS

Economia



Conselho Monetário amplia limite para comprar imóvel com recursos do FGTS
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Sep 30th 2013, 17:43

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os mutuários que compram imóveis com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) poderão financiar unidades de maior valor. O Conselho Monetário Nacional (CMN) elevou os valores máximos dos imóveis que podem ser adquiridos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
O valor dos imóveis que podem ser financiados com recursos do FGTS subiu de R$ 500 mil para R$ 650 mil. Para os mutuários de quatro unidades da Federação – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal – o limite foi elevado de R$ 500 mil para R$ 750 mil. O limite não era elevado desde abril de 2009.
A medida entra em vigor amanhã (1º) e só vale para novos financiamentos. De acordo com o chefe adjunto de Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), Júlio César Carneiro, o limite foi elevado para corrigir a inflação acumulada no período, que variava de 22% a 29% dependendo do índice. No caso dos materiais de construção, o aumento de preços foi ainda maior. O Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) acumula alta de 36,43%.
Além disso, ressaltou o técnico do BC, as empresas de construção civil e as próprias instituições financeiras pediam o reajuste do limite há pelo menos dois anos. "Os bancos reclamavam que o valor estava baixo demais para financiar unidades habitacionais", explicou.
Em relação ao limite para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, Carneiro disse que o CMN optou por estabelecer um teto diferenciado para adequar os financiamentos às características do mercado imobiliário dessas unidades da Federação. "O crescimento do mercado e dos custos nessas regiões justificaram o limite de R$ 750 mil", declarou.
O técnico do Banco Central disse ainda não acreditar que a elevação do limite vá inflacionar o preço dos imóveis. "Os limites foram reajustados em percentuais menores que a inflação", justificou.
O CMN também mudou a parcela do valor do imóvel que pode ser financiado com recursos do FGTS. Pela regra anterior, até 90% do valor podia ser financiado. Agora, o percentual ficou em 90% para os financiamentos que usam o Sistema de Amortização Constante (SAC), cujas parcelas começam mais altas, mas o abatimento do saldo devedor ocorre mais rápido. Para os demais sistemas de amortização, o percentual foi reduzido para 80%.

Edição: Aécio Amado
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Dívida líquida do setor público recuou para 33,8% do PIB em agosto

Economia



Dívida líquida do setor público recuou para 33,8% do PIB em agosto
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Sep 30th 2013, 17:37

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A dívida líquida do setor público somou R$ 1,573 trilhão no mês de agosto, com recuo de R$ 689 milhões em relação à dívida calculada em julho. Com isso, a relação entre dívida líquida e Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), que era 34,1% no mês anterior, caiu para 33,8%, de acordo com o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Túlio Maciel.
Segundo ele, a diminuição foi determinada, principalmente, pela desvalorização de 3,6% do real em relação ao dólar, no mês passado, com diminuição de R$ 26,4 bilhões no estoque da dívida. Efeito sentido ao longo dos oito primeiros meses do ano, quando a desvalorização cambial acumulou 16,1%, com impacto de 2,3 pontos percentuais na redução da relação dívida/PIB, que cedeu de 35,2%, em dezembro do ano passado, para o patamar atual.
De acordo com Maciel, o próprio crescimento do PIB corrente e o superávit primário também contribuíram para a redução da dívida/PIB, com ajudas de 1,9 ponto percentual e de 1,2 ponto percentual respectivamente. Em sentido contrário, porém, os juros da dívida pesaram 3,5 pontos percentuais e o ajuste de paridade da cesta de moedas que compõem a dívida externa acrescentou 0,4 ponto percentual.
Os números constam do Relatório de Política Fiscal, relativo a agosto, que o BC divulgou hoje (30). O relatório também mostra que a dívida bruta do Governo Geral (União, INSS, governo regionais e empresas estatais, menos bancos oficiais e empresas dos grupos Petrobras e Eletrobras) regrediu R$ 5,256 bilhões de julho para agosto, em decorrência, principalmente, do ajuste cambial, e soma R$ 2,749 trilhões. Com isso, a relação dívida bruta/PIB, que era de 59,5%, caiu para 59,1%, considerando-se PIB de R$ 4,614 trilhões nos últimos 12 meses.

Edição: Aécio Amado
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Oscilações do dólar não terminaram, diz Mantega

Economia



Oscilações do dólar não terminaram, diz Mantega
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Sep 30th 2013, 16:59

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (30) que as oscilações no valor do dólar observadas nos últimos meses podem ter se "acalmado", mas não terminaram. De acordo com ele, o Banco Central (BC) tem agido corretamente, e manteve a capacidade de impedir uma alta excessiva da moeda norte-americana.
"Não podemos achar que as oscilações terminaram. Pode ser que tenha se acalmado, mas nada garante que amanhã não haja nova flutuação. Amanhã, um membro do Fed [ Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos] faz uma declaração infeliz e sobe de novo [o valor do dólar]. Então, o Banco Central tem de estar lá, atento, fazendo a política correta", destacou Mantega, em entrevista coletiva após participar de um fórum sobre a produtividade promovido pela revista Exame.
"O Banco Central disse que tem US$ 60 bilhões que pode colocar no mercado de dólar, e isso ajudou a baixar o câmbio, que tinha chegado a R$ 2,45. É claro que, à medida que o Fed deixa um pouco mais clara a sua política, que vai demorar mais para se desfazer dos estímulos, a pressão sobre o dólar cairá. Cabe ao BC ajustar esse programa. Mas ele continuará tendo essa arma na mão", disse ele.
Hoje, o boletim Focus do Banco Central reduziu a previsão do valor da moeda americana que deverá fechar o ano. De acordo com o levantamento, o dólar deverá chegar em dezembro custando R$ 2,30.
Edição: Nádia Franco
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Ministro defende desoneração tributária sobre os serviços de telecomunicações

Economia



Ministro defende desoneração tributária sobre os serviços de telecomunicações
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Sep 30th 2013, 16:31

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, defendeu hoje (30), durante evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, a desoneração tributária sobre os serviços de telecomunicações, hoje em torno de 60% sobre o serviço prestado. "Eu acho que nós precisamos achar uma saída para isso", enfatizou.
Ele sugeriu que "se a empresa cumprir determinadas metas de qualidade, nós damos um ponto a menos no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)". O mesmo ocorreria para as empresas que ampliassem a abrangência ou a cobertura dos serviços. "Se a empresa fizer infraestrutura, inclusive compartilhada, nós tiramos pontos do ICMS [imposto estadual] e podemos fazer o mesmo no governo federal".
Paulo Bernardo confia que convencerá o ministro da Fazenda, Guido Mantega, da necessidade de desoneração. Em média, o ICMS significa uma carga efetiva de 33% na conta. O peso varia de acordo com o estado.
O ministro lembrou que da parte do governo federal várias providências foram tomadas no sentido de redução da carga tributária. "Nós tiramos os impostos federais para investimentos em rede, para computador, depois tablets e smartphones. Além disso, as conexões máquina a máquina, nós estamos terminando a regulamentação. Vamos reduzir a um terço a carga tributária federal. Eu acho que, inevitavelmente, nós vamos ter alguns movimentos nos estados também".
O Regime Especial para o Plano de Banda Larga acumula em torno de R$ 15 bilhões em projetos cadastrados para serem desonerados. No Rio de Janeiro, somam R$ 630 milhões só de infraestrutura.
Algumas unidades da Federação, segundo Bernardo, têm feito planos de incentivo para popularizar a internet e, até mesmo, o telefone celular, por meio da redução de impostos. Informou que o Espírito Santo e Sergipe discutem a questão. "Como a carga é muito alta, vai acabar tendo esse tipo de movimento". Como os estados têm autonomia para decidir, a tendência é que cada um faça a sua desoneração.
Relatou que, em conversa com os secretários estaduais, a sinalização foi que pelo menos a banda larga fixa poderá ser desonerada, tendo em vista a importância e a necessidade de expansão do serviço. "Não tem razão para ter uma carga tributária tão alta. Considerando que os estados não vão baixar os tributos de maneira generalizada, por causa do problema da despesa, acho que, pelo menos, a banda larga podia ser mexida". Essas conversas dão ao ministro a confiança que a redução da carga tributária "acabará vingando".
O ministro disse que o imposto que incide sobre os serviços de telecomunicações "é absurdamente alto". Acrescentou que ele é pouco transparente. Disse que 78% dos usuários de celular, por exemplo, compram crédito. São os chamados clientes do serviço pré-pago. "O que acontece é que eles compram crédito e não têm qualquer informação sobre o que pagam em termos de imposto. O imposto está embutido. Acho que esse é o primeiro ponto. A carga é alta e as pessoas nem têm informação".
Em segundo lugar, indicou que o consumo do serviço no Brasil é reprimido. "No pré-pago, a conta média mensal varia entre R$ 10 e R$ 12". Daí, ponderou que se baixar o imposto, as pessoas, provavelmente, consumirão mais. "Se você baixar o imposto, o serviço vai ficar mais barato, e as pessoas não vão diminuir o consumo. Então, a arrecadação tende a se manter ou, até, a aumentar com um serviço mais barato".
Paulo Bernardo disse que não são as empresas de telefonia que pagam o imposto. "Quem paga somos nós. A empresa cobra a conta e repassa o imposto para o estado. Portanto, quem paga é o cidadão que usa".
O ministro acredita que a diminuição da carga tributária poderá ser feita de forma sustentável, mantendo a arrecadação e estabelecendo uma relação mais justa com o consumidor. "A discussão é bem-vinda", assegurou.


Edição: Beto Coura

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Tributos que vencem a partir de hoje podem ser pagos por canais alternativos

Economia



Tributos que vencem a partir de hoje podem ser pagos por canais alternativos
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/tributos-que-vencem-partir-de-hoje-podem-ser-pagos-por-canais-alternativos
Sep 30th 2013, 16:41

Da Agência Brasil
Brasília – Os correntistas afetados pela greve dos bancos podem usar os canais alternativos para pagar os tributos que vencem a partir de hoje (30). Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que os pagamentos podem ser feitos pelos caixas eletrônicos, pela internet, pelas centrais telefônicas dos bancos e nos correspondentes bancários – estabelecimentos comerciais autorizados a fazer operações bancárias.
A entidade também lembra que contas pessoais, como aluguéis, de água, luz, telefone, celular, internet, licenciamento de veículos, renovações de seguros, financiamentos e empréstimos também podem ser pagos pelos meios alternativos. Segundo a Febraban, as transações eletrônicas equivalem a 42% de todas as operações bancárias.
As datas de vencimentos dos tributos federais podem ser conferidas na seguinte página: http://www.receita.fazenda.gov.br/publico/agenda/2013/AgeSet13.pdf.
Os clientes que usam o caixa eletrônico devem apertar a opção pagamentos após inserir cartão e senha. Os correntistas que usam a internet devem entrar no site do banco, digitar o número da conta e a senha, clicar em pagamentos e depois em tributos. Algumas operações estão registradas no número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do cliente. Caso não esteja, basta digitar o número do documento e concluir a operação digitando novamente a senha.
Quem faz o pagamento por telefone deve ligar para os números disponíveis no site do banco e no verso dos cartões de crédito e débito. Depois de digitar o número da conta e a senha, o cliente deve ir na opção pagamentos e informar todos os dados necessários para concluir a operação.
Para usar os correspondentes bancários, os correntistas devem procurar um estabelecimento comercial conveniado com o banco. O endereço dos correspondentes credenciados está disponível nas páginas dos bancos na internet. O pagamento deve ser feito em dinheiro ou em cheque.
Em greve há 11 dias, os bancários pedem reajuste de 11,93%, que representa 5% de ganho real (acima da inflação), além de cláusulas sociais, como o fim do assédio moral. Os bancos oferecem reajuste de 6,1%, exatamente a correção pela inflação nos últimos 12 meses. Em nota, a Fenaban, braço de negociações trabalhistas da Febraban, informou que tem uma prática de negociação pautada pelo diálogo e pela valorização da Convenção Coletiva do Trabalho, mas queixou-se da "intransigência" dos líderes sindicais.
Edição: Juliana Andrade
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Confiança do consumidor fica em baixa pelo quarto mês seguido

Economia



Confiança do consumidor fica em baixa pelo quarto mês seguido
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/confianca-do-consumidor-fica-em-baixa-pelo-quarto-mes-seguido
Sep 30th 2013, 15:24

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A confiança do consumidor brasileiro medida pelo Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) ficou em 110,1 pontos em setembro. O resultado mostra estabilidade com relação a agosto, quando o indicador estava em 110,3 pontos, e recuo de 2,7% na comparação com setembro de 2012, quando ficou em 113 pontos. Os dados foram divulgados hoje (30) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), responsável pela medição. De acordo com o estudo, o patamar de 110 pontos, que se mantém há quatro meses, é considerando baixo.
No entanto, em setembro houve melhora na expectativa dos brasileiros com relação à renda pessoal, às dívidas e à possibilidade de fazer compras de maior valor. Segundo a CNI, o índice de expectativa sobre renda para os próximos seis meses aumentou 3,3% com relação a agosto, de 108,4 para 112 pontos. O indicador que mostra a expectativa de sair do endividamento cresceu 2,8%, de 103,1 para 106 pontos. Por sua vez, o índice que mostra as intenções de adquirir bens de maior valor aumentou 0,8%, de 113,8 para 114,7 pontos.
Por outro lado, o consumidor continuou receoso quanto à inflação e ao desemprego. O otimismo com relação à inflação caiu 5,9%, de 105,5 para 99,3 pontos. Já a expectativa positiva com relação ao desemprego recuou 5,6%, de 122,2 para 115,3 pontos. A metodologia da CNI utiliza os 100 pontos como linha divisória. Quanto mais o resultado fica acima do valor, mais positivo é considerado. Quanto mais baixo, mais negativo.
Edição: Juliana Andrade
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Brasil não conseguiu economizar em agosto para pagar dívida

Economia



Brasil não conseguiu economizar em agosto para pagar dívida
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/brasil-nao-conseguiu-economizar-em-agosto-para-pagar-divida
Sep 30th 2013, 15:50

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Brasil não conseguiu fazer economia em agosto para pagamento da dívida pública, representada pelo superávit primário. Ao contrário, o setor público consolidado (União, estados, municípios e empresas estatais) registrou déficit primário de R$ 432 milhões, sendo R$ 55 milhões do governo central, R$ 174 milhões dos governos regionais e R$ 203 milhões das estatais.
Foi o pior mês de agosto nas contas públicas de 2010 para cá, de acordo com o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel. O déficit de agosto ficou distante da economia de R$ 2,28 bilhões em julho e dos R$ 5,42 bilhões de superávit obtido em junho.
No acumulado de janeiro a agosto, a economia para pagamento da dívida soma R$ 54,01 bilhões, equivalentes a 1,73% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país). Mas é um superávit aquém dos R$ 74,22 bilhões (2,58% do PIB) contabilizados em igual período do ano passado. O superávit primário tem caído gradativamente em relação aos R$ 96,54 bilhões no mesmo período de 2011.
As despesas com o pagamento de juros da dívida somaram R$ 21,87 bilhões em agosto, com leve declínio em relação a julho, quando foram gastos R$ 23,39 bilhões, porque o mês passado teve menos dias úteis. No ano, os juros nominais somam R$ 163,35 bilhões, ante R$ 147,58 bilhões em igual período de 2012, e nos últimos 12 meses acumula R$ 229,64 bilhões, ou 4,94% do PIB.
O resultado nominal, que inclui o superávit primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$ 22,3 bilhões em agosto, e no ano o déficit atinge R$ 109,3 bilhões, elevando-se R$ 36 bilhões em relação ao mesmo período do ano passado. Em 12 meses, o déficit chega a R$ 144,9 bilhões (3,12% do PIB).

Edição: Beto Coura

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Mantega diz que crescimento do PIB de 2,5% a 3% em 2014 é “uma boa previsão”

Economia



Mantega diz que crescimento do PIB de 2,5% a 3% em 2014 é "uma boa previsão"
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/mantega-diz-que-crescimento-do-pib-de-25-3-em-2014-e-%E2%80%9Cuma-boa-previsao%E2%80%9D
Sep 30th 2013, 15:28

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (30) que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014 deverá ficar entre 2,5% e 3%, em relação a 2013. De acordo com o ministro, a última previsão feita pelo ministério, há duas semanas, era uma elevação de 2,5%, mas não considerava o crescimento do segundo trimestre, que ficou acima do esperado.
"Acredito que 2,5% até 3% é uma boa previsão. Então vamos trabalhar para que isto se verifique", disse Mantega em entrevista, após fazer palestra em um fórum sobre produtividade, promovido pela revista Exame.
"O que nós estamos percebendo é que está havendo uma melhoria do quadro econômico lá fora e aqui no Brasil. Como a inflação baixou, o consumidor está com mais confiança, há uma recomposição no poder aquisitivo, e ele está consumindo um pouco mais. As vendas estão melhorando", acrescentou.
O Banco Central (BC) reduziu hoje a projeção de crescimento da economia brasileira para 2013 de 2,7% para 2,5%. A estimativa para a expansão do PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi divulgada no Relatório Trimestral de Inflação.
De acordo com Mantega, a elevação do PIB no próximo ano se dará com base nos investimentos em infraestrutura, feitos pelas novas concessionárias do setor. "Nosso objetivo é fazer [a concessão de] mais três ou quatro rodovias este ano; fazer, pelo menos, [a concessão de] duas ferrovias; os aeroportos, e os portos também", destacou. "No próximo ano teremos todos os investimentos sendo realizados. É a maneira que nós poderemos aumentar o nosso PIB no próximo ano, puxado por investimentos em infraestrutura", disse.


Edição: Beto Coura

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Preço da gasolina deve fechar o ano com aumento de 5%, prevê Banco Central

Economia



Preço da gasolina deve fechar o ano com aumento de 5%, prevê Banco Central
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/preco-da-gasolina-deve-fechar-ano-com-aumento-de-5-preve-banco-central
Sep 30th 2013, 14:14

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O preço da gasolina, que já subiu 2,15%, em 2013 até agosto, para o consumidor teve apresentar reajuste total de 5%, no acumulado do ano. A previsão é do Banco Central (BC), que divulgou hoje (30) o Relatório Trimestral de Inflação.
A gasolina é um dos produtos com preços administrados, que têm apresentado alta menor que a de preços livres, segundo o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo. Mas, de acordo com o diretor, é natural que adiante haja um estreitamento dessa distância entre os produtos com preços administrados e livres.
"Na medida em que os administrados passam a subir mais e os outros diminuem, isso não é um problema. Tem que olhar o conjunto como um todo. Estamos trabalhando para que a inflação como um todo venha abaixo", disse o diretor.
Araújo acrescentou que ainda há bastante trabalho a ser feito no combate à inflação. "A inflação está alta. Está desconfortável, como o próprio presidente [do BC, Alexandre] Tombini reconheceu. Mas isso é uma situação que pode evoluir para melhor, a depender das ações que forem tomadas ao longo do tempo", disse.
Com a alta da inflação, neste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumentou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, em abril, e em 0,5 ponto percentual em maio, julho e agosto. Atualmente, a taxa está em 9% ao ano. A próxima reunião do Copom será nos dias 8 e 9 de outubro. A Selic é usada para influenciar a atividade econômica, e por consequência, a inflação.
Edição: Juliana Andrade
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Número de participantes de consórcios bate novo recorde em agosto, diz associação

Economia



Número de participantes de consórcios bate novo recorde em agosto, diz associação
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/numero-de-participantes-de-consorcios-bate-novo-recorde-em-agosto-diz-associacao
Sep 30th 2013, 14:39

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O Sistema de Consórcios cresceu 10,1% em um ano, ao passar de 5,04 milhões de participantes ativos em agosto de 2012 para 5,55 milhões no mesmo mês deste ano. O número é recorde para o setor nos últimos dez anos, informou hoje (30) a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac).
De acordo com a Abac, o crescimento ocorreu principalmente nos setores de veículos automotores, imóveis e serviços. No caso de transporte rodoviário de carga, houve alta de 7,1% no número de participantes na comparação entre agosto deste ano e agosto de 2012. No de imóveis, houve aumento de 4,3% em igual período e, no setor de veículos leves, a alta chegou a 24,3%, na mesma base de comparação.
Já as vendas de novas cotas ficaram estáveis entre janeiro e agosto deste ano, com 1,66 milhão de vendas em 2013 na comparação com o mesmo período do ano passado. As contemplações, por sua vez, cresceram 1,2% nos oito primeiros meses de 2013, subindo de 807,6 mil em 2012 para 816,9 mil este ano.
Edição: Juliana Andrade
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Gastos com juros poderiam cair mais no Brasil, diz Mantega

Economia



Gastos com juros poderiam cair mais no Brasil, diz Mantega
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/gastos-com-juros-poderiam-cair-mais-no-brasil-diz-mantega
Sep 30th 2013, 14:50

Fernanda Cruz

Repórter da Agência Brasil


São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (30) que os gastos do país com juros estão caindo, mas que poderiam ser reduzidos ainda mais. "Hoje, gastamos 4,7% do PIB [Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país] com juros, que é algo que pouquíssimos países fazem. Alguns países avançados passaram a fazer isso por causa da crise, mas, normalmente, ninguém gasta mais que 1,5% ou 2% do PIB com juros."
Ao participar da abertura do 10° Fórum de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), o ministro ressaltou que o Brasil, que já chegou a gastar 8% do PIB com juros, deverá criar condições para gastar cada vez menos. Ele defendeu que a aplicação do dinheiro economizado em investimento e educação.
Mantega falou também sobre possíveis cortes de despesas pelo governo dos Estados Unidos, medida que, segundo ele, traria impactos negativos para o Brasil. De acordo com o ministro, o Congresso norte-americano, que vota nesta semana o aumento do teto da dívida, não deveria exigir que o governo corte despesas, pois isso poderia prejudicar o crescimento da economia por lá.
"Para nós, seria melhor que não houvesse essa limitação e que o governo americano estivesse fazendo, não só a política monetária, mas também a política fiscal expansionista. Aí, sim, o PIB americano ia crescer 2,5% ou 3%, e [o país] estaria importando mais produtos do Brasil, da Europa, da China", explicou. "Este seria o melhor cenário."
Perguntado sobre a situação das empresas do grupo EBX, que poderão entrar com pedido falência nas próximas semanas, Mantega disse que esses fatos arranham a reputação do país. "A situação da OGX já causou um problema para a imagem do país e para a Bolsa de Valores, que teve uma deterioração de 10% em função dessas empresas."
Para Mantega, as empresas precisam de uma solução de mercado. "Não é o governo que vai fazer alguma coisa, e eu espero que eles consigam se ajeitar o mais rápido possível", disse o ministro.
Edição: Nádia Franco
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Atualizada - BC diz que não é preciso superávit primário de "ampla magnitude"

Economia



Atualizada - BC diz que não é preciso superávit primário de "ampla magnitude"
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/atualizada-bc-diz-que-nao-e-preciso-superavit-primario-de-ampla-magnitude
Sep 30th 2013, 13:52

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Banco Central (BC) considera que não se faz mais necessária geração de superávit primário, economia para pagamento de juros da dívida, de "ampla magnitude". A avaliação consta do Relatório Trimestral de Inflação, divulgado hoje (30). Segundo o BC, a situação atual é diferente de quando a solvência do setor público era motivo de preocupação. E por isso, era necessário superávit primário maior.
Sobre a posição de analistas de que essa avaliação do BC foi chocante, o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, disse que realmente "é chocante, mas o Brasil melhorou nos últimos 10, 15 anos."
Segundo o diretor, na primeira metade da década passada, era necessário melhorar "o balanço do setor público". Ele lembrou que naquela época era gerado superávit primário em torno de 4% a 5% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. "Acredito que não existe analista que defenda gerar o superávit de 4% ou 5% do PIB como anteriormente", acrescentou.
"Para o Comitê [de Política Monetária do BC], entretanto, superávits primários em patamares próximos aos que têm sido gerados recentemente são necessários para manter a dívida pública em trajetória sustentável", acrescenta, no relatório. Em 12 meses encerrados em julho, o superávit primário alcançou R$ 88,2 bilhões, o que representa 1,91% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB). Houve redução de 0,09 ponto percentual em relação a junho. Hoje, à tarde, o BC divulga o resultado primário de agosto.
O BC reforçou que foram criadas condições para que "o balanço do setor público se desloque para a zona de neutralidade". Ou seja, deve sair da posição expansionista – com aumento de despesas e redução de impostos para estimular a economia – para a neutralidade. De acordo com o diretor, na zona de neutralidade, "não há impacto relevante sobre a demanda agregada".
Ele destacou que não houve mudança na comunicação sobre a política fiscal. Segundo ele, em documentos anteriores, o BC falava do passado ao dizer que a política fiscal estava em posição expansionista e agora está avaliando o futuro, prevendo a neutralidade. Essa expectativa de política fiscal neutra é até setembro de 2015, de acordo com o diretor.
Perguntado se houve questionados internos no governo sobre essa avaliação do BC de que a política fiscal é expansionista, Araújo disse que não há como mudar cálculos de indicador. "Não há como fazer o indicador ficar mais otimista ou pessimista. É um resultado de processo construído a partir de um conjunto de informações. Um indicador evolui de acordo com os dados que são fornecidos", destacou.
Edição: Talita Cavalcante
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Mantega prevê crescimento de 40% no PIB per capita na próxima década

Economia



Mantega prevê crescimento de 40% no PIB per capita na próxima década
http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2013-09-30/mantega-preve-crescimento-de-40-no-pib-capita-na-proxima-decada
Sep 30th 2013, 12:59





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Exportações brasileiras são mais sensíveis à demanda global do que à taxa de câmbio, diz diretor do BC

Economia



Exportações brasileiras são mais sensíveis à demanda global do que à taxa de câmbio, diz diretor do BC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/exportacoes-brasileiras-sao-mais-sensiveis-demanda-global-do-que-taxa-de-cambio-diz-diretor-do-bc
Sep 30th 2013, 12:58

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - As exportações brasileiras não são muito afetadas pela taxa de câmbio real, entretanto são mais sensíveis à demanda global. A conclusão está em um estudo incluído no Relatório Trimestral de Inflação, divulgado hoje (30) pelo Banco Central (BC).
A taxa de câmbio real (descontada a inflação) efetiva é baseada em índices de preços ao consumidor e valor da cesta de moedas dos principais parceiros comerciais.
"Mudança no câmbio alcança primeiro as importações. As exportações são mais sensibilizadas pela demanda global", disse o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo.
Segundo o estudo, essa avaliação se apoia na estimativa de baixa variação da demanda, mesmo com mudanças em preços por produtos de maior peso na pauta de exportações brasileira, notadamente, commodities (produtos primários, com cotação internacional).
De acordo com o relatório, somente as exportações de manufaturados têm maior sensibilidade ao câmbio.
Edição: Talita Cavalcante
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Inflação baixa e estável contribui para crescimento sustentável do país, destaca diretor do BC

Economia



Inflação baixa e estável contribui para crescimento sustentável do país, destaca diretor do BC
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Sep 30th 2013, 12:35

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A inflação baixa e estável não é uma panaceia, mas contribui para o crescimento sustentável do país. A avaliação é do diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Araújo. Para ele, a inflação baixa não resolve todos os males da economia, mas é uma pré-condição ao crescimento econômico sustentável.
Segundo Araújo, a inflação elevada causa baixa confiança na hora de investidores planejarem e aumentarem o prêmio de risco de investimentos. "A economia gera menos emprego, menos renda e menos consumo", acrescentou. A inflação alta também provoca concentração de renda, menor crescimento e redução do bem-estar.
Por isso, em momentos como o atual, com inflação em alta, o Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a taxa básica de juros, a Selic, deve se manter especialmente vigilante, de acordo com o diretor. A finalidade é reduzir os riscos de que "níveis elevados de inflação como observado nos últimos 12 meses persistam no horizonte relevante para a política monetária".
Com a alta da inflação no país, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumentou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, em abril, e em 0,5 ponto percentual, em maio, julho e agosto. A próxima reunião do Copom este ano será nos dias 8 e 9 de outubro.
Hoje, o BC informou que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 5,8%, este ano. Essa estimativa é do Relatório Trimestral de Inflação. A projeção ficou 0,2 ponto percentual abaixo da previsão divulgada em junho (6%).
Para 2014, a estimativa é que a inflação fique em 5,7%, ante 5,4% previstos anteriormente. As estimativas para a inflação estão acima do centro da meta que é 4,5% e tem margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação.
Edição: Talita Cavalcante
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BC diz que não é preciso superávit primário de "ampla magnitude"

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BC diz que não é preciso superávit primário de "ampla magnitude"
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Sep 30th 2013, 10:05

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Banco Central (BC) considera que não se faz mais necessária geração de superávit primário, economia para pagamento de juros da dívida, de "ampla magnitude". A avaliação consta do Relatório Trimestral de Inflação, divulgado hoje (30). Segundo o BC, a situação atual é diferente de quando a solvência do setor público era motivo de preocupação. E por isso, era necessário superávit primário maior.
"Para o Comitê [de Política Monetária do BC], entretanto, superávits primários em patamares próximos aos que têm sido gerados recentemente são necessários para manter a dívida pública em trajetória sustentável", acrescenta, no relatório. Em 12 meses encerrados em julho, o superávit primário alcançou R$ 88,2 bilhões, o que representa 1,91% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB). Houve redução de 0,09 ponto percentual em relação a junho. Hoje, à tarde, o BC divulga o resultado primário de agosto.
O BC reforçou que foram criadas condições para que "o balanço do setor público se desloque para a zona de neutralidade". Ou seja, deve sair da posição expansionista – com aumento de despesas e redução de impostos para estimular a economia – para a neutralidade.
Edição: Talita Cavalcante
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Mantega diz que PIB poderá ser maior que a projeção do Banco Central

Economia



Mantega diz que PIB poderá ser maior que a projeção do Banco Central
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Sep 30th 2013, 11:35

Fernanda Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comentou o resultado do Relatório Trimestral de Inflação, do Banco Central (BC), divulgado hoje (30). O documento reduziu a projeção de crescimento da economia, este ano, de 2,7% para 2,5%. Segundo o ministro, a situação da economia tem mostrado melhora.
"Como houve um bom resultado do segundo trimestre, pode ser até que a gente consiga um pouco mais. Mas, por enquanto, é melhor ficarmos com os 2,5% e ver o que acontece. Estou tendo indicações de que a situação econômica está melhorando gradualmente", disse ele.
O ministro disse que, em viagem aos Estados Unidos, constatou que a confiança dos investidores no país está voltando e que os leilões de energia e rodovias têm animado o investidor estrangeiro. "Podemos começar a acelerar nosso crescimento, mesmo porque as condições adversas da economia internacional estão melhorando. Elas vinham atrapalhando muito."
Sobre a projeção de 5,8% para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ele disse que o governo trabalha para pela queda da taxa. "O Banco Central faz sua parte e o Ministério da Fazenda faz a outra parte, reduzindo custos da economia, como nós temos feito", disse.
Edição: Talita Cavalcante
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Mantega prevê crescimento de 40% no PIB per capita na próxima década

Economia



Mantega prevê crescimento de 40% no PIB per capita na próxima década
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/mantega-preve-crescimento-de-40-no-pib-capita-na-proxima-decada
Sep 30th 2013, 11:08

Fernanda Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimou hoje (30) um crescimento de 40% no Produto Interno Bruto (PIB) per capita entre 2013 e 2022, chegando ao valor de R$ 30 mil ao fim do período. Segundo o ministro, para isso seria necessária uma elevação de 4% no PIB, em média, e o investimento teria de crescer 7% ao ano, em média.
Ele destacou que o crescimento registrado de 2003 a 2012 foi 28%, sendo que o PIB per capita no país era R$ 16,6 mil em 2003 e passou para R$ 21,3 mil em 2012. Nessa época, o PIB cresceu 3,6%, e o investimento teve alta de 5,7%.
Mantega falou na capital paulista, na abertura do 10° Fórum de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), promovido em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O tema do encontro foi Estratégias para Dobrar a Renda Per Capita do Brasil em 15 Anos. "Para dobrar em 15 anos, precisa de muita estratégia. É uma meta ambiciosa, que poucos países conseguiram atingir nesse período de tempo", disse o ministro.
Ele traçou um panorama sobre o crescimento do PIB per capita nos últimos dez anos. De acordo com Mantega, na década, houve investimento em capital humano, não apenas em produção e infraestrutura.
O novo ciclo de crescimento, destacou o ministro da Fazenda, será impulsionado, sobretudo, pelo investimento em infraestrutura. O governo foca no Programa de Concessões, que investe R$ 500 bilhões em setores como portos, aeroportos, rodovias, ferrovias e energia. Ele lembrou que os leilões de energia e rodovias que estão em andamento têm como objetivo entregar a questão ao setor privado , que tem mais agilidade. "O investimento é um elevado multiplicador do PIB, é o que tem mais efeito multiplicador na economia", declarou.
Mantega lembrou ainda que para viabilizar investimentos, o país adotou medidas de redução de custo - o câmbio foi desvalorizado para favorecer o custo dos insumos, o país reduziu o custo da energia, minimizou o custo da elevação da mão de obra, por meio da desoneração da folha de pagamentos, e reduziu os custos financeiros (taxa de juros) e tributários (de impostos).
Edição: Graça Adjuto
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Mercado eleva previsão para inflação, aponta relatório do BC

Economia



Mercado eleva previsão para inflação, aponta relatório do BC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/mercado-eleva-previsao-para-inflacao-aponta-relatorio-do-bc
Sep 30th 2013, 09:59

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Investidores e analistas do mercado financeiro voltam a elevar a previsão para déficit em conta-corrente do Brasil (crescimento de US$ 1 bilhão) e a estimativa de inflação para este ano, que passou de 5,81% para 5,82% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado pelo governo para estabelecer as metas inflacionárias. Por outro lado, reduziram a expectativa para o valor do dólar, que passou de R$ 2,33 para R$ 2,30 em dezembro. Os números estão no relatório Focus desta semana, divulgado pelo Banco Central.
Na avaliação do mercado, a taxa básica de juros (atualmente em 9%) deverá fechar 2013 em 9,75% ao ano, mantendo a previsão anterior. Com relação à dívida líquida do setor público, a estimativa é que fique em 34,7% em comparação ao Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país em um ano. O PIB, segundo o setor financeiro, será 2,4%, mesmo com a produção industrial caindo para 2,07%, ante os 2,1% da pesquisa anterior. A elevação dos preços administrados alcançará 1,8%, conforme o relatório.
Do lado das contas externas - um dos grandes problemas enfrentados pelo governo ante a crise internacional - o déficit em conta-corrente do Brasil deverá aumentar em US$ 1 bilhão e fechar em US$ 79 bilhões, com a balança comercial apresentando saldo de US$ 2 bilhões e os investimentos estrangeiros diretos de US$ 60 bilhões.
Edição: Davi Oliveira
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Projeção do BC para inflação este ano cai para 5,8%

Economia



Projeção do BC para inflação este ano cai para 5,8%
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/projecao-do-bc-para-inflacao-este-ano-cai-para-58
Sep 30th 2013, 09:10

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 5,8%, este ano. A estimativa consta no Relatório Trimestral de Inflação, divulgado hoje (30) pelo Banco Central (BC). A projeção ficou 0,2 ponto percentual abaixo da previsão divulgada em junho (6%).
Para 2014, a probabilidade é que a inflação fique em 5,7%, ante 5,4% previstos anteriormente. No caso da inflação acumulada em 12 meses no final do terceiro trimestre de 2015, a estimativa é que caia para 5,5%.
Essas projeções são do cenário de referência, com base na taxa básica de juros, a Selic, no atual patamar (9% ao ano) e o dólar a R$ 2,35.
O BC também divulga estimativas do cenário de mercado, em que são usadas projeções de analistas de instituições financeiras para a taxa Selic e câmbio. Nesse caso, a inflação, este ano, deve alcançar 5,8%, a mesma do relatório de junho.
Para o próximo ano, a inflação deve ficar em 5,7%, ante 5,2% previstos anteriormente. A projeção para a inflação acumulada em 12 meses no final do terceiro trimestre de 2015 é 5,4%.
Todas as estimativas para a inflação estão acima do centro da meta que é 4,5% e têm margem de dois pontos percentuais. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação. O principal instrumento que influencia a atividade econômica e, por consequência, a inflação, é a taxa Selic. Com a alta da inflação no país, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumentou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, em abril, e em 0,5 ponto percentual, em maio, julho e agosto. A próxima reunião do Copom este ano será nos dias 8 e 9 de outubro.
No cenário de referência, a probabilidade de a inflação ultrapassar o limite superior da meta (6,5%) ficou em aproximadamente 17%, este ano, e em 29% para 2014. No cenário de mercado, essas projeções são, respectivamente, 14% e 31%.
As previsões do relatório usam informações disponíveis até a data de corte – 6 de setembro de 2013.

Edição: Talita Cavalcante
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BC reduz projeção para crescimento da economia para 2,5% este ano

Economia



BC reduz projeção para crescimento da economia para 2,5% este ano
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Sep 30th 2013, 09:14

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Central (BC) reduziu a projeção de crescimento da economia, este ano, de 2,7% para 2,5%. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi divulgada hoje (30) pelo Banco Central, no Relatório Trimestral de Inflação.
O BC também divulgou a projeção para o crescimento do PIB em quatro trimestres encerrados em junho de 2014 (2,5%).
De acordo com os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que calcula o PIB, a economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior.
O PIB – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – totalizou R$ 1,2 trilhão no período de abril a junho. No acumulado do ano, a expansão foi 2,6% e, em 12 meses encerrados em junho, 1,9%.
Edição: Talita Cavalcante
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BC vê ritmo mais moderado de consumo e boas perspectivas para investimentos

Economia



BC vê ritmo mais moderado de consumo e boas perspectivas para investimentos
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Sep 30th 2013, 09:26

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O consumo continuará em crescimento, mas em ritmo mais moderado. Em contrapartida, os investimentos e as exportações líquidas (descontadas as importações) ganharão impulso. Esse é um cenário traçado pelo Banco Central (BC), no Relatório Trimestral de Inflação, divulgado hoje (30).
O BC destaca que a economia brasileira segue em expansão, com ritmo de atividade do segundo trimestre maior em relação ao três primeiros meses de 2013. O BC cita no documento a recuperação das exportações e a continuidade da expansão dos investimentos.
"Cabe notar, ainda que o cenário central contempla ritmo de atividade doméstica mais intenso neste e no próximo ano, ou seja, uma trajetória de crescimento", acrescenta o BC. O relatório informa ainda que a expansão econômica estará "mais alinhada com o crescimento potencial".
Para o BC, a demanda doméstica "tende a se apresentar relativamente robusta, especialmente o consumo das famílias". Segundo o BC, isso é consequência dos fatores de estímulo, como o crescimento da renda e a expansão moderada do crédito. Mas, na avaliação do BC, a demanda doméstica ainda será impactada, neste e nos próximos semestres, por efeitos remanescentes das elevações da taxa básica de juros, a Selic.
O BC eleva a Selic quando considera que a inflação está em alta, com a economia muito aquecida. Quando há alta da Selic, a tendência é a redução do consumo.
Este ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumentou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, em abril, e em 0,5 ponto percentual em maio, julho e agosto. A próxima reunião do Copom este ano será nos dias 8 e 9 de outubro.
O BC avalia ainda que os programas de concessão de serviços públicos e as permissões para exploração de petróleo "criam boas perspectivas para os investimentos e para a produção industrial."
No relatório, o BC informou que reduziu a projeção de crescimento da economia, este ano, de 2,7% para 2,5%.
Edição: Talita Cavalcante
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Índice de Confiança do Comércio cai 3,6% no trimestre

Economia



Índice de Confiança do Comércio cai 3,6% no trimestre
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-30/indice-de-confianca-do-comercio-cai-36-no-trimestre
Sep 30th 2013, 08:37

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice de Confiança do Comércio (Icom) no terceiro trimestre, encerrado em setembro, caiu 3,6% em relação ao mesmo período do ano passado. É a oitava queda consecutiva e, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o pior resultado desde maio de 2012, quando também havia caído 3,6%.
O subíndice da Situação Atual, que mede a satisfação com o presente, caiu 4,6%. O subíndice de Expectativas, que avalia o otimismo do empresário do comércio em relação aos próximos meses, recuou 3%. Os dois indicadores já tinham apresentado quedas em agosto, de 3,5% e 2,5%, respectivamente.
O Índice de Confiança do Comércio piorou nos cinco grandes setores: varejo restrito (-4,8%), varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção (-4%), materiais de construção (-0,1%), veículos, motos e peças (-2,7%) e atacado (-2,9%).
Edição: Graça Adjuto
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Proprietários rurais têm até hoje para pagar o ITR

Economia



Proprietários rurais têm até hoje para pagar o ITR
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Sep 30th 2013, 06:04

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília - O prazo para a entrega da Declaração do Imposto Territorial Rural (ITR) do exercício de 2013 termina hoje (30). Um guia com perguntas e respostas está disponível na página da Receita Federal na internet.
A instrução normativa que aprovou o programa de computador destinado ao preenchimento da declaração foi publicada no Diário Oficial da União no dia 16 de agosto. Para instalar o programa, o proprietário rural terá que ter outro aplicativo conhecido como máquina virtual Java (JVM), na versão 1.6.0 ou superior.
São três as versões com instaladores específicos do programa gerador da declaração. As versões são compatíveis com os sistemas operacionais Windows, Linux e Mac OS X.
O programa de computador para o preenchimento da declaração poderá ser encontrado na página da Receita na internet. Para transmitir a declaração, é necessário instalar também no computador o programa Receitanet, disponível no site. Após 30 de setembro de 2013, a declaração deve ser apresentada pela internet ou em mídia removível, como pendrive ou disco rígido externo, nas unidades da Receita, durante o horário de expediente.
O imposto devido poderá ser pago por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), em qualquer agência bancária integrante da rede arrecadadora de receitas federais, no caso de pagamento feito no Brasil; Título da Dívida Agrária (TDA) do tipo escritural, ou seja, custodiado em uma instituição financeira, correspondente a até 50% do valor devido; transferência eletrônica de fundos mediante sistemas eletrônicos das instituições financeiras autorizadas pela Receita Federal a operar com essa modalidade de arrecadação.
Devem apresentar a declaração do ITR o proprietário, o titular do domínio útil ou possuidor, a qualquer título, de imóvel rural, exceto o imune ou isento. Também deve apresentar o titular do domínio útil ou possuidor, a qualquer título, de imóvel rural, imune ou isento, para o qual houve alteração nas informações cadastrais correspondentes ao imóvel rural.
A multa para quem perder o prazo é 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido - não podendo o seu valor ser inferior a R$ 50,00 no caso de imóvel rural sujeito à apuração do imposto, além de multa e juros. No caso de imóvel rural imune ou isento, a não apresentação da declaração no prazo implica multa de R$ 50,00.
Edição: Graça Adjuto
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