RioMarket promove encontros para discutir questões jurídicas em coproduções internacionais

2 de outubro de 2013

Economia



RioMarket promove encontros para discutir questões jurídicas em coproduções internacionais
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-02/riomarket-promove-encontros-para-discutir-questoes-juridicas-em-coproducoes-internacionais
Oct 2nd 2013, 20:40

Cristina Indio do Brasil

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O direito autoral é um dos temas em discussão no RioMarket, área de negócios do Festival do Rio. Como ocorre todos os anos, um grupo de advogados explica aos profissionais de audiovisual toda a legislação em torno do assunto. Desta vez, a programação que se desenvolve no Armazém da Utopia, sede do festival, na zona portuária da cidade, tem uma novidade: foi incluída a questão jurídica que envolve as coproduções internacionais. Além de advogados brasileiros, participam dos debates profissionais de direito da Inglaterra, França e dos Estados Unidos.
Na agenda de amanhã (3), estão previstas discussões sobre parcerias entre o Brasil e os Estados Unidos. Na mesa sobre Aspectos Jurídicos em Parcerias entre Produtoras Brasileiras e Americanas, serão analisados os modelos de negócios nos EUA que possam se adequar à realidade do mercado brasileiro.
Segundo a diretora do RioMarket, Walkiria Barbosa, os advogados têm um papel importante nas negociações da indústria audiovisual e a intenção é avaliar como é possível adaptar os contratos e as negociações para que o Brasil participe do mercado das coproduções internacionais. "Os advogados se envolvem definitivamente nas negociações, e estamos trabalhando para que isso cresça a cada ano e se acelerem os processos de coproduções, porque temos interesse que o produtor brasileiro cresça no mercado interno e externo", disse em entrevista à Agência Brasil.
Na avaliação da diretora, o RioMarket tem crescido ao longo dos 15 anos de existência e esta edição tem mostrado que essa evolução continua evoluindo. "O Market este ano cresceu mais ainda. Ele vem em um crescente. Temos convidados muito importantes. Delegações de países importantes, os grandes produtores e distribuidores ingleses estão aqui, entre outros", informou.
Walkiria Barbosa destacou ainda a criação da incubadora RioMarket Jovem que capacita adolescentes de comunidades do Rio para a atividade audiovisual. "Os jovens já estão há cinco dias em uma programação intensa, felizes da vida porque a ideia é que esse programa vire o ano inteiro", ressaltou.
A diretora informou que, logo após o encerramento do RioMarket, vai se reunir com representantes do Museu de Arte do Rio (MAR), parceiro da iniciativa, para continuar o projeto. "Existe total possibilidade, a gente ainda não concluiu porque, na verdade, a ideia do encontro surgiu já em cima do festival. A gente teve essa ideia dois meses antes. Conversamos com o pessoal do MAR e eles toparam entrar. Logo depois do festival a gente vai sentar para formatar e buscar parceiros que possam viabilizar a continuidade do projeto o ano inteiro. Tenho certeza que seremos bem-sucedidos.
Amanhã (3) será assinado um memorando de entendimento entre o Producers Guild of America (PGA), organização que reúne produtores de televisão, filmes e novas mídias dos Estados Unidos, e o Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (Sicav). Um dos objetivos do documento é estimular a cooperação entre instituições dos dois países para produções audiovisuais.

Edição: Aécio Amado
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Índice de commodities do Banco Central caiu 2,82% em setembro

Economia



Índice de commodities do Banco Central caiu 2,82% em setembro
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Oct 2nd 2013, 20:18

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br) registrou queda de 2,82% no mês passado, quando o indicador de preços dos produtos básicos ficou em 138,26 pontos, ante 142,27 pontos em agosto, conforme boletim divulgado hoje (2) pelo BC. Commodities são produtos primários negociados no exterior.
Depois de quatro meses seguidos de alta, de maio a agosto, o IC-Br contabilizou perdas nos três grandes grupos de commodities. Com isso, reduziu a alta acumulada no ano para 0,62% e soma 2,08% nos últimos 12 meses.
De acordo com o Banco Central, houve queda de 2,69% no preço dos produtos agropecuários (carne, soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e outros), de 3,95% nos preços dos produtos de metalurgia (ferro, alumínio e outros) e 2,39% no segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão).
Edição: Nádia Franco
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TCU faz ressalva às regras para licitação dos aeroportos do Galeão e de Confins

Economia



TCU faz ressalva às regras para licitação dos aeroportos do Galeão e de Confins
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Oct 2nd 2013, 19:00

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, com ressalvas, as regras para concessão dos aeroportos internacionais do no Rio de Janeiro (Galeão/Antonio Carlos Jobim) e de Belo Horizonte (Confins - Tancredo Neves) à iniciativa privada, com leilões previstos para o dia 22 de novembro.
Em sessão plenária na tarde de hoje (2), o TCU aprovou o relatório apresentado pelo ministro substituto Augusto Sherman, que contesta os critérios usados pelo governo para determinar que os operadores aeroportuários tenham experiência mínima de movimentação de 35 milhões de passageiros/ano no Galeão e de 20 milhões de passageiros/ano em Confins.
Segundo Sherman, a aplicação do multiplicador 2.2 pela movimentação atual, usado para determinar a movimentação mínima, não tem consistência técnica ou jurídica. A movimentação sugerida para o Galeão só deve ser alcançada em 2024 e, no caso de Confins, apenas em 2033, conforme estimativas técnicas do TCU. O relator propôs, então, que se adotem outros critérios, como movimentação de carga e qualidade dos serviços aeroportuários.



O acórdão aprovado pelo tribunal recomenda mudanças no critério de classificação para a disputa do leilão e não faz restrições a que o governo publique o edital de licitação dos dois aeroportos, que têm movimentação prevista de 22 milhões de passageiros (Galeão) e de 12 milhões (Confins) no ano que vem.
O relatório sugere veto à participação dos operadores dos aeroportos de Guarulhos e Campinas, em São Paulo, e de Brasília nos leilões do Galeão e de Confins, de modo a "afastar o risco de condutas coordenadas entre as concessionárias". Propõe também que, no caso de o poder concedente aceitar tais participações, que sejam abaixo de 15% e sem responsabilidade administrativa, para reduzir riscos de condutas unilaterais que prejudiquem a concorrência e os usuários.
Edição: Nádia Franco
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Receita desiste de cobrar imposto de grandes empresas que distribuíram lucros

Economia



Receita desiste de cobrar imposto de grandes empresas que distribuíram lucros
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Oct 2nd 2013, 18:54

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Receita Federal desistirá de cobrar grandes empresas que distribuíram dividendos nos últimos cinco anos sem pagar parte dos tributos que incidem sobre os lucros. Segundo o secretário do órgão, Carlos Alberto Barreto, o Ministério da Fazenda informou que as novas regras de tributação só valerão para os balanços publicados a partir do próximo ano, cujo imposto será cobrado de 2015 em diante.
A medida beneficia empresas com capital na bolsa e que faturam pelo menos R$ 300 milhões por ano. Segundo o secretário, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, assumiu o compromisso de acabar com a retroatividade. Barreto, no entanto, esclareceu que o governo terá de editar um projeto de lei ou medida provisória para abrir mão do que deixou de arrecadar de 2008 até hoje.
A extinção da retroatividade, explicou o secretário da Receita, será incluída no texto da proposta que acabará com o Regime Tributário de Transição (RTT), enviada pelo Ministério da Fazenda à Casa Civil. Segundo Barreto, ainda não há previsão para quando o texto será enviado ao Congresso Nacional.
De acordo com o secretário, o governo optou por desistir da retroatividade porque a cobrança do imposto que as empresas deixaram de pagar nos últimos cinco anos provocaria insegurança jurídica. "Diversas empresas que operam na bolsa teriam de reabrir balanços de anos anteriores e refazer a contabilidade", explicou. Ele também citou dificuldades operacionais para cobrar impostos sobre recursos repassados aos acionistas há vários anos.
Barreto, no entanto, negou que o Fisco tenha sofrido pressão das grandes empresas para desistir da cobrança. "Foi mais uma questão contábil do que fiscal", justificou. A Receita Federal voltou a prestar esclarecimentos sobre a Instrução Normativa 1.397, publicada no último dia 18. A norma estabelece um novo sistema de cobrança de Imposto de Renda para as companhias que distribuíram a acionistas parte dos lucros que deixaram de ser tributados por causa de mudanças nas regras de contabilidade.
Até 2007, as empresas pagavam Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) com base no lucro fiscal. A Lei 11.638, que entrou em vigor em 2008, adaptou a contabilidade das empresas aos critérios internacionais. A nova legislação criou o lucro societário, em geral maior que o lucro fiscal. No entanto, o governo criou o RTT e instituiu uma isenção parcial temporária para não aumentar a carga tributária sobre as empresas.
Segundo Barreto, o RTT permitiu que empresas distribuíssem dividendos, parcela dos lucros repassadas aos acionistas, com origem em lucros não tributados. Dessa forma, o imposto não incidia nem sobre a declaração do lucro pela empresa, nem no recebimento dos dividendos pelos acionistas. A instrução normativa estabeleceu que, nessas situações, o acionista, seja pessoa física ou jurídica, pagará Imposto de Renda. Com a desistência da retroatividade, a cobrança só valerá a partir de 2015 (ano-base 2014).
De acordo com a Receita, existem cerca de 650 empresas com lucro societário superior ao lucro fiscal. Barreto, porém, estima que 30% delas tenham distribuído dividendos com base em lucros não tributados. Ele também esclareceu que a instrução normativa não obriga as empresas a introduzir dois sistemas de contabilidade, um para o lucro societário, outro para o lucro fiscal, porque a diferença entre os dois tipos de lucro, a partir do próximo ano, será declarada de forma eletrônica.
Edição: Fábio Massalli
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Acordo de fusão prevê aumento de capital de R$ 13 bilhões na Oi

Economia



Acordo de fusão prevê aumento de capital de R$ 13 bilhões na Oi
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Oct 2nd 2013, 16:35






Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil



São Paulo – O acordo de intenção para fusão entre a Oi e a Portugal Telecom, anunciado hoje (2), renderá um aumento de capital de, ao menos, R$ 13,1 bilhões na operadora brasileira, segundo fato relevante informado à Comissão de Valores Imobiliários (CVI). Do montante, R$ 7 bilhões serão aportados em dinheiro, com objetivo de "melhorar a flexibilidade do balanço" da nova empresa, denominada CorpCo.



Segundo o acordo, a união das duas teles formará uma única companhia multinacional de grande porte, com sede no Brasil. No entanto, não haverá alteração das marcas comerciais das operações da Oi e da Portugal Telecom, que atua em Portugal e na África.



O termo ajustado informa que cada ação ordinária de emissão da Oi será substituída por uma ação ordinária de emissão da CorpCo e cada 1,0857 ação preferencial de emissão da Oi será substituída por uma ação ordinária da CorpCo.



Com base nas informações financeiras relativas a 2012 divulgadas pela Oi e pela Portugal Telecom, a empresa resultante da fusão apresentaria uma receita de R$ 37,5 bilhões, e fluxo de caixa operacional de R$ 4,2 bilhões. Assim, a dívida líquida da CorpCo alcançaria R$ 41,2 bilhões, em 30 de junho de 2013.

Edição: Davi Oliveira
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Mesmo com queda de vendas, Fenabrave diz que setor automobilístico não pode se queixar

Economia



Mesmo com queda de vendas, Fenabrave diz que setor automobilístico não pode se queixar
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Oct 2nd 2013, 15:49

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Apesar de o setor automobilístico ter registrado queda nas vendas totais de veículos em setembro, na comparação com agosto, o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, disse que o setor não tem motivo para reclamar, mesmo que a recuperação no ano não esteja em uma velocidade maior.
Segundo os dados divulgados hoje (2), o número de veículos vendidos no país em setembro caiu 6,57% em relação a agosto, com a comercialização de 449.627 veículos, contra os 481.241 de agosto. O dirigente justificou que setembro teve menos dias úteis do que agosto e a média mensal dos nove meses, com relação ao mesmo período do ano passado, está semelhante.
"Eu quero lembrar que, no ano passado, nós tivemos um trimestre atípico, com junho, julho e agosto impactados pela redução do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados]. Então estamos comparando dois ambientes econômicos muito diferentes. Sem contar que tivemos em julho deste ano as mobilizações sociais que impactaram no consumo de automóveis particulares nas grandes capitais", explicou Meneghetti.
Entretanto, a quantidade de veículos vendidos em setembro de 2013 é 7,03% maior do que o total do mesmo mês do ano passado. Em setembro de 2012, 420.096 veículos foram comercializados. E no acumulado do ano, foram comercializados 4.096.486 veículos no país, número 2,11% menor do que total do mesmo período de 2012 (4.184.699). A previsão da Fenabrave é que o número de unidades vendidas este ano totalize 5.356.629 unidades. Para setembro a previsão da entidade era 451.229 veículos comercializados.
Para Meneghetti o crescimento neste ano deve ser em torno de 1% para o segmento de automóveis e comerciais leves. "Obviamente que o setor não vem na velocidade dos anos anteriores, mas considerando que estamos em um crescimento previsto para 2% [na economia do país] inicialmente, e recalibrado para 5% em função de uma melhoria do cenário".
Para fazer a estimativa, a Fenabrave considera a volta definitiva do IPI no valor fechado dos veículos em janeiro. "Isso aquecerá o mês de dezembro e uma parte do mês de novembro". Segundo os dados, em setembro as vendas de automóveis e comerciais leves caíram com relação a agosto, mas, na comparação com setembro do ano passado, houve crescimento de 5,9%. No acumulado do ano houve queda de 1,07% ante o mesmo período do ano passado.
Edição: Davi Oliveira
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Entrada de máquinas e equipamentos usados pode ser barrada no país

Economia



Entrada de máquinas e equipamentos usados pode ser barrada no país
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Oct 2nd 2013, 15:07

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, sinalizou hoje (2) com a possibilidade de criação de barreiras contra a importação de máquinas e equipamentos usados. Essa foi uma das queixas que empresários do setor apresentaram nesta quarta-feira ao ministro, durante encontro na sede da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas de Equipamentos (Abimaq).
"Há brechas na legislação que temos de fechar, e a importação de máquinas usadas tem de ser mais restrita", defendeu Pimentel. Ele descartou, porém, que haja interesse em sobretaxar as importações de bens de capital de forma generalizada, porque isso poderia prejudicar os setores que dependem de maquinário e equipamentos que só são produzidos no exterior.
O ministro lembrou que técnicos de sua pasta e representantes desse setor têm-se reunido frequentemente, para colocar em prática um programa de estímulo à produção de bens de capital, à semelhança do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto). Por meio do Inovar-Auto, empresas com planos de investimento na inovação do parque fabril têm desconto no valor a ser recolhido do Imposto Sobre o Produto Industrializado (IPI).
Embora considere o setor de máquinas e equipamentos "fundamental para o crescimento da economia", Pimentel explicou que um programa neste sentido ainda demandará muito tempo.
"Sabemos que o governo não vai abrir mão de nada agora", disse o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto. "O Brasil está virando uma curva de rio, com o crescimento de mais de 350% da importação de máquinas e equipamentos usados , nos últimos três anos, e isso nos deixa em situação crítica", reclamou Aubert.
Segundo ele, mesmo com o dólar mais valorizado, o setor tem perdido clientes, que preferem encomendar bens de capital produzidos fora do país, principalmente, na China. Ele defende que o financiamento por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de outras linhas do setor público seja restrito à compra de máquinas e equipamentos nacionais.
Aubert estima que o setor de máquinas e equipamentos encerre o ano com queda entre 5% e 7%, invertendo a previsão feita no início do ano de crescer nos mesmos patamares.
Edição: Nádia Franco
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Intenção dos paulistanos em contrair crédito fica estável em setembro

Economia



Intenção dos paulistanos em contrair crédito fica estável em setembro
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Oct 2nd 2013, 14:54

Fernanda Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A intenção dos paulistanos em começar um financiamento em setembro ficou praticamente estável, com retração de 0,8 pontos porcentuais, na comparação com agosto. Os dados foram apresentados hoje (2) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo. A intenção em adquirir financiamento nos próximos três meses foi 12,6% no mês, inferior aos 13,4% registrados em agosto.
A média de pessoas com algum tipo de aplicação financeira caiu, passando de 41,1% em agosto para 40,9% em setembro. O número de não endividados com aplicações também diminuiu, saindo de 51,2% para 49,8%. Porém, o número de endividados com aplicação aumentou de 32,2% em agosto para 33,1% em setembro.
A poupança continua a principal aplicação financeira, sendo a mais importante para 75,4% entre os que responderam a pesquisa. Ela é seguida por renda fixa (12%), previdência privada (4,9%) e outras (4,6%). A pesquisa ouviu 2.200 pessoas na cidade de São Paulo.




Edição: Beto Coura

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Venda de imóveis novos em São Paulo registra alta de 45,8% de janeiro a agosto

Economia



Venda de imóveis novos em São Paulo registra alta de 45,8% de janeiro a agosto
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Oct 2nd 2013, 14:37

Da Agência Brasil
São Paulo – As vendas de imóveis novos registraram alta de 45,8% em São Paulo de janeiro a agosto, ante o mesmo período de 2012. Segundo levantamento divulgado hoje (2) pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP), foram comercializadas no período 22.638 unidades contra 15.530 em igual período do ano passado. O destaque, de acordo com a entidade, são os imóveis de dois dormitórios, responsáveis por 44,4% das unidades vendidas (10.048).
Agosto deste ano registrou o terceiro maior volume de vendas (3.464) na comparação com o mesmo mês na série histórica da pesquisa, que teve sua metodologia modificada em janeiro de 2004. Em agosto de 2008 e de 2009, foram comercializadas 4.146 e 3.578 unidades, respectivamente.
No oitavo mês deste ano, foram vendidos 3.464 imóveis, o que representa um aumento de 86,2% ante agosto de 2012, e de 106,9% em relação a julho de 2013. Segundo o vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi, Emilio Kallas, em "julho, por ser mês de férias, as empresas acabam lançando menos, e os compradores compram menos, por qualquer razão ou porque tem férias escolares, ou porque o pessoal entende que começa o segundo semestre mesmo a partir de agosto". "Então, essa comparação não é tão definitiva", avalia Kallas.
De acordo com o vice-presidente, entretanto, as vendas em 2013 surpreendem. "Isso é extraordinário, e mostra uma série de coisas. Uma delas é que a demanda por habitação em São Paulo é enorme. Temos que prover o mercado de em torno de 33 mil unidades por ano, e neste já vendemos mais de 22.600 unidades. Então, realmente, está surpreendendo" disse.
Sobre a medida que amplia o teto do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para R$ 750 mil em novos financiamentos em São Paulo, Kallas se mostra satisfeito, e acredita que será favorável aos compradores. "[O reajuste no teto do FGTS] já se fazia necessário há muito tempo, porque R$ 500 mil estão defasados em relação aos preços atuais dos imóveis. Isso vai influenciar na parte de compras, porque o comprador vai ter um mecanismo um pouco melhor, mas o preço dos imóveis, aqui em São Paulo, vai ser muito pouco influenciado por isso", avalia.
Emilio Kallas ainda se mostrou otimista em relação à perspectiva de vendas até dezembro. Se em 2012 cerca de 27 mil imóveis foram negociados, para este ano a expectativa do setor gira em torno de 31 mil unidades.
Edição: Juliana Andrade
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Setembro registra fluxo cambial negativo até o dia 27

Economia



Setembro registra fluxo cambial negativo até o dia 27
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Oct 2nd 2013, 13:50

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – As saídas de dólares do país superam as entradas, gerando saldo negativo do fluxo cambial em 2013 de US$ 335 milhões, até a última sexta-feira (27) de setembro. O resultado parcial para o mês passado (até o dia 27) estava negativo em US$ 2,573 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (2) pelo Banco Central.
Do início do ano até a semana passada, o segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) registrou saldo negativo de US$ 9,645 bilhões, enquanto o comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou positivo em US$ 9,309 bilhões.
No mês passado, até o dia 27, o segmento financeiro ficou positivo em US$ 3,007 bilhões. O fluxo comercial, porém, foi negativo, registrando US$ 5,58 bilhões. As operações de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio chegaram a US$ 2,596 bilhões. Os pagamentos antecipados ficaram em US$ 2,955 bilhões. Esses valores estão incluídos nas exportações, que totalizaram US$ 13,386 bilhões, naquele mês, até o dia 27. As importações ficaram em US$ 18,966 bilhões.
Edição: Nádia Franco
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Nova empresa de telecomunicações terá capital com maioria brasileira, diz Paulo Bernardo

Economia



Nova empresa de telecomunicações terá capital com maioria brasileira, diz Paulo Bernardo
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Oct 2nd 2013, 12:07

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (2) que, mesmo com a fusão entre a Portugal Telecom e Oi/Brasil Telecom, a maior parte do capital da empresa será brasileiro, e que, até o momento, não vê "nenhum tipo de problema" na fusão entre elas.
Há alguns anos, o governo brasileiro incentivou mudança as regras do setor, com o objetivo de criar uma empresa nacional de grande porte, com o objetivo de fortalecer a concorrência na área de telecomunicações.
"A maior parte do capital será brasileira, se somarmos [as participações do] BNDES mais fundos de pensão e investidores privados", disse o ministro, após participar de audiência no Senado pela manhã. Paulo Bernardo disse que ainda não teve tempo para analisar o fato relevante divulgado nesta madrugada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "Vamos examinar e avaliar o que eles estão anunciando", acrescentou.
De acordo com Paulo Bernardo, "o BNDES foi consultado, bem como os fundos, sobre se queriam aumentar a participação, mas não houve interesse". No entanto, a participação acionária brasileira aderiu à parte do acordo anterior, que previa aporte de R$ 2 bilhões para pagamento de dívidas e investimentos.
Para o ministro, a fusão será positiva. "Não vejo grandes problemas. Eles fizeram o comunicado via CVM e parece que houve coletiva de imprensa em Londres. Ontem me ligaram. Parece que [a empresa] têm planos de fazer uma grande capitalização e grandes investimentos. Mas precisamos ainda ver o que disseram na conferência [de imprensa, em Londres] e examinar. Vamos chamar a direção [da empresa] para saber melhor os planos. Acho que será positivo".
Edição: Davi Oliveira
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Atualizada - Ministro diz no Senado que fusão de telefônicas vai beneficiar consumidor

Economia



Atualizada - Ministro diz no Senado que fusão de telefônicas vai beneficiar consumidor
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Oct 2nd 2013, 11:39

Pedro Peduzzi*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (2) que a fusão entre a Portugal Telecom e a Oi/Brasil Telecom, representa a consolidação de um processo que já estava sendo desenhado desde a compra de participações na Oi pela empresa portuguesa. O acordo de intenções para fusão das operadoras foi assinado hoje. A proposta inclui no processo as holdings da operadora brasileira, constituindo uma entidade única liderada pela companhia portuguesa.
"O caso da Brasil Telecom com a Portugal Telecom já vinha sendo anunciado. [A Portugal Telecom] já tinha entrado como sócia, e ontem anunciaram movimento de fusão entre as duas empresas. Para nós, competição é bom. Ajuda o mercado. A briga entre elas faz com que o consumidor acabe ganhando", disse Paulo Bernardo durante audiência pública no Senado..
Paulo Bernardo citou também a possibilidade de fusão entre outras duas grandes do setor: a Vivo, do grupo espanhol Telefônica, e a TIM, ligada à Telecom Itália. "Em 2007, [a Telefônica] passou a fazer parte de um bloco que tem controle das ações estratégicas da Telecom Itália. Dez dias atrás, anunciaram que a Telefônica pode aumentar sua participação nesse bloco. Colocaram dinheiro para pagar a dívida, o que pode ser exercício para aumento de capital. Isso pode ser anunciado em janeiro", disse o ministro.
Bernardo lembrou que só a TIM tem 78 milhões de números de celulares no mercado. E a Vivo, cerca de 85 milhões. "O que temos de concreto é que eles têm até o final dessa semana para apresentar documentação ao Cade e à Anatel, e que há um acordo prevendo que a Vivo não pode participar das decisões estratégicas da TIM.
"Se uma empresa passar a fazer parte do bloco e começar a interferir, [a questão] pode ir ao Cade, que pode obrigar a se desfazer de uma delas", acrescentou.
A nova empresa criada com a fusão da Portugal Telecom e Oi, a CorpCo, só avançará depois de a fusão ser aprovada por todos os acionistas das operadoras portuguesa e brasileiras, além de haver um aumento de capital na ordem de 2,3 bilhões a 2,7 bilhões de euros, e ainda aprovação das entidades de regulação. A transação está prevista para o primeiro semestre do próximo ano.
As empresas explicaram que a fusão surge na sequência da aliança estabelecida em 2010, ano em que a Portugal Telecom entrou na Oi, após a venda da participação que o grupo português detinha na brasileira Vivo à operadora espanhola Telefônica, por 7,5 bilhões de euros. A fusão irá resultar na criação de uma operadora de telecomunicações que cobrirá uma área geográfica com cerca de 260 milhões de habitantes e 100 milhões de clientes.
O presidente executivo da nova empresa será Zeinal Bava, atual presidente da Portugal Telecom. O conselho de administração para o primeiro mandato de três anos será composto por Alexandre Jereissati Legey, Amilcar Morais Pires, Fernando Magalhães Portella, Fernando Marques dos Santos, Henrique Manuel Fusco Granadeiro, José Maria Ricciardi, José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha, Nuno Rocha dos Santos de Almeida e Vasconcellos, Rafael Luís Mora Funes, Renato Torres de Faria e Sergio Franklin Quintella.
Com a fusão concluída, os acionistas da Portugal Telecom deverão ficar com 38,1% do capital da CorpCo, uma participação minoritária, e terão direito de voto. As ações da CorpCo, depois de concluída a operação, serão negociadas nas bolsas de Lisboa, São Paulo e Nova York.
*Com informações da Lusa, agência de notícias de Portugal
Edição: Davi Oliveira
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Número de veículos vendidos em setembro caiu 6,57% de acordo com Fenabrave

Economia



Número de veículos vendidos em setembro caiu 6,57% de acordo com Fenabrave
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-02/numero-de-veiculos-vendidos-em-setembro-caiu-657-de-acordo-com-fenabrave
Oct 2nd 2013, 11:58

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O número de veículos vendidos no país em setembro caiu 6,57% em relação ao resultado de agosto, segundo dados divulgados hoje (2) na capital paulista, pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No mês passado, foram comercializados 449.627 veículos. Em agosto, havia sido 481.241.
A quantidade de veículos vendidos em setembro de 2013 é 7,03% maior do que o total do mesmo mês do ano passado. Em setembro de 2012, 420.096 veículos foram comercializados.
No acumulado do ano, foram comercializados 4.096.486 veículos no país, número 2,11% menor do que total do mesmo período de 2012 (4.184.699).
A previsão da Fenabrave é que o número de unidades vendidas este ano totalize 5.356.629 unidades. Para setembro a previsão da entidade era 451.229 veículos comercializados.
Edição: Valéria Aguiar
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Ministro diz no Senado que fusão de telefônicas vai beneficiar consumidor

Economia



Ministro diz no Senado que fusão de telefônicas vai beneficiar consumidor
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-02/ministro-diz-no-senado-que-fusao-de-telefonicas-vai-beneficiar-consumidor
Oct 2nd 2013, 10:50

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (2) que a fusão entre a Portugal Telecom e a Oi/Brasil Telecom, noticiada ontem pela imprensa internacional, representa a consolidação de um processo que já estava sendo desenhado desde a compra de participações na Oi pela empresa portuguesa.
"O caso da Brasil Telecom com a Portugal Telecom já vinha sendo anunciado. [A Portugal Telecom] já tinha entrado como sócia, e ontem anunciaram movimento de fusão entre as duas empresas. Para nós, competição é bom. Ajuda o mercado. A briga entre elas faz com que o consumidor acabe ganhando", disse Paulo Bernardo durante audiência pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado.
Paulo Bernardo citou também a possibilidade de fusão entre outras duas grandes do setor: a Vivo, do grupo espanhol Telefônica, e a TIM, ligada à Telecom Itália. "Em 2007, [a Telefônica] passou a fazer parte de um bloco que tem controle das ações estratégicas da Telecom Itália. Dez dias atrás, anunciaram que a Telefônica pode aumentar sua participação nesse bloco. Colocaram dinheiro para pagar a dívida, o que pode ser exercício para aumento de capital. Isso pode ser anunciado em janeiro", disse o ministro.
Bernardo lembrou que só a TIM tem 78 milhões de números de celulares no mercado brasileiro, e a Vivo, cerca de 85 milhões. "O que temos de concreto é que eles têm até o final dessa semana para apresentar documentação ao Cade e à Anatel, e que há um acordo prevendo que a Vivo não pode participar das decisões estratégicas da TIM" explicou.
Segundo o ministro, "se uma empresa passar a fazer parte do bloco e começar a interferir, [a questão] pode ir ao Cade, que pode obrigar a se desfazer de uma delas".
Edição: Davi Oliveira
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Índice de Medo do Desemprego aumenta 1,7% em setembro

Economia



Índice de Medo do Desemprego aumenta 1,7% em setembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-02/indice-de-medo-do-desemprego-aumenta-17-em-setembro
Oct 2nd 2013, 11:36

Da Agência Brasil
Brasília - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou hoje (2) que o Índice de Medo do Desemprego aumentou 1,7% em setembro na comparação com junho. É a segunda alta consecutiva do indicador, de acordo com a pesquisa trimestral Termômetros da Sociedade Brasileira.
Para a CNI, o resultado repercute o desempenho da economia, "que não dá sinais de crescimento mais robusto". O índice, no entanto, continua em um patamar muito baixo e está 3,7% menor do que o de setembro do ano passado.
O levantamento indica que o medo do desemprego é maior entre as pessoas com renda até um salário mínimo. Nessa faixa da população, de acordo com a pesquisa, o índice aumentou 4,7% em setembro na comparação com junho.
O Índice de Satisfação com a Vida ficou estável em setembro, com uma pequena elevação de 0,3% na mesma comparação, interrompendo a sequência de três quedas.
A CNI informou também que, para as pessoas com renda entre cinco e dez salários mínimos, a satisfação com a vida aumentou 4,1%. Para quem ganha menos de um salário mínimo, o índice caiu 2,1%.
A pesquisa Termômetros da Sociedade Brasileira ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios no período de 14 a 17 de setembro.



Edição: Talita Cavalcante
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Produção industrial brasileira se mantém estável entre julho e agosto

Economia



Produção industrial brasileira se mantém estável entre julho e agosto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-02/producao-industrial-brasileira-se-mantem-estavel-entre-julho-e-agosto
Oct 2nd 2013, 09:19

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A produção industrial do país se manteve estável entre julho e agosto deste ano. Em julho, a indústria havia tido uma queda de 2,4% em relação ao mês anterior. O dado foi divulgado hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua Pesquisa Industrial Mensal.
Apesar da estabilidade na média geral, três das quatro categorias de uso da indústria tiveram alta: bens de capital (2,6%), bens intermediários (0,6%) e bens de consumo duráveis (0,2%). Apenas os bens de consumo semi e não duráveis tiveram queda na produção (-0,3%).
Além disso, 15 das 27 atividades industriais pesquisadas tiveram alta entre julho e agosto, com destaque para os alimentos (2,5%), veículos automotores (1,7%), máquinas e equipamentos (1,2%) e vestuário e acessórios (7,2%).
Entre as 11 atividades em queda, o destaque ficou com a indústria farmacêutica, com recuo de 5,6% entre julho e agosto. Também tiveram reduções importantes na produção os setores de bebidas (-3,1%) e outros equipamentos de transporte (-3,7%).
Na comparação com agosto do ano passado, houve queda de 1,2%. No entanto, nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses, foram registradas altas de 1,6% e 0,7%, respectivamente.
Edição: Graça Adjuto
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Inflação na capital paulista fecha setembro com alta de 0,25%, segundo a Fipe

Economia



Inflação na capital paulista fecha setembro com alta de 0,25%, segundo a Fipe
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-02/inflacao-na-capital-paulista-fecha-setembro-com-alta-de-025-segundo-fipe
Oct 2nd 2013, 09:47

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A inflação na capital paulista, medida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), fechou setembro com alta de 0,25%. A taxa é superior à registrada no mês de agosto, quando o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ficou em 0,22%. Dos sete itens analisados, apenas o grupo alimentação registrou deflação (-0,01%). A comparação com a apuração anterior (-0,31%), no entanto, mostra que a redução de preços foi menor em setembro.
A maior elevação, em relação à última divulgação, ocorreu no grupo vestuário (de 0,88% para 1,11%). Em seguida, estão os preços do item saúde, com taxa de variação de 0,72%, que representa um acréscimo de 0,13 ponto percentual na comparação com a terceira prévia do mês, quando o grupo teve alta de 0,59%. Também foi registrado acréscimo no grupo transportes (de 0,08% para 0,12%).
Os demais itens apresentaram taxas de variação menores no fechamento do mês: habitação (de 0,38% para 0,28%), despesas pessoais (de 0,35% para 0,24%) e educação (de 0,10% para 0,09%).
Edição: Davi Oliveira
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IPC-S fecha setembro em queda em quatro das sete capitais pesquisadas

Economia



IPC-S fecha setembro em queda em quatro das sete capitais pesquisadas
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-02/ipc-s-fecha-setembro-em-queda-em-quatro-das-sete-capitais-pesquisadas
Oct 2nd 2013, 08:24

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) recuou em quatro das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre a terceira e a última semanas de setembro, apesar de apresentar alta de 0,03 ponto percentual e fechar o mês em 0,3% na média nacional. A maior queda foi observada em Brasília: 0,12 ponto percentual, ao passar de 0,33% para 0,21% no período.
Outras quedas foram percebidas nas cidades de Salvador (0,04 ponto percentual, ao passar de -0,08% para -0,12%), Recife (0,03 ponto percentual, ao passar de 0,22% para 0,19%) e Porto Alegre (0,03 ponto percentual, ao sair de 0,33% e alcançar 0,3%).
Por outro lado, três das sete capitais tiveram alta na taxa entre a terceira e a quarta semanas de setembro: Belo Horizonte (0,15 ponto percentual, ao passar de 0,37% para 0,52%), São Paulo (0,07 ponto percentual, ao passar de 0,3% para 0,37%) e Rio de Janeiro (0,06 ponto percentual, ao passar de 0,32% para 0,38%).
Edição: Talita Cavalcante
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