Aumento da Selic prejudica a retomada da atividade econômica, segundo Fiesp

9 de outubro de 2013

Economia



Aumento da Selic prejudica a retomada da atividade econômica, segundo Fiesp
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-09/aumento-da-selic-prejudica-retomada-da-atividade-economica-segundo-fiesp
Oct 9th 2013, 21:00

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) criticou o aumento da taxa básicas de juros (Selic), anunciada hoje (9) pelo Banco Central (BC). Na avaliação da Fiesp, foi um erro elevar a taxa em razão de a inflação estar dentro da meta e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) apontar para um resultado negativo no terceiro trimestre.
"Este novo aumento da taxa de juros vem prejudicar o momento propício à retomada da atividade. O estímulo à produção nacional dado pela desvalorização cambial será anulado pelo aumento da taxa de juros. É hora de baixar juros e aumentar o investimento público direto e em concessões, para voltarmos a crescer", disse, em nota, Paulo Skaf, presidente da entidade.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou a taxa básica de juros (Selic) de 9% para 9,5% ao ano. Foi o quinto aumento seguido desde abril, dos quais quatro com variação de 0,5 ponto percentual.


Edição: Aécio Amado
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Entidades sindicais condenam aumento da Selic

Economia



Entidades sindicais condenam aumento da Selic
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Oct 9th 2013, 21:23

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Força Sindical e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), filiada a Central Única dos Trabalhadores (CUT), condenaram o novo aumento da taxa básica de juros (Selic), anunciada hoje (9) pelo Banco Central (BC).
"Há uma distância entre o modelo econômico defendido e a política monetária praticada. Falta clareza na ação do Copom [Comitê de Política Monetária]. Será zelo demais? A dose não pode matar o paciente? Elevar a taxa Selic em um momento que a atividade econômica patina, anda de lado e a inflação aponta tendência de queda é, no mínimo, estranho", disse em nota, a Força Sindical.
Para a Contraf, a elevação dos juros penaliza os trabalhadores e beneficia especuladores e instituições financeiras. "Fica mais claro do que nunca que o objetivo por trás do discurso da necessidade de controlar a pressão inflacionária é, na verdade, atender a interesses das instituições financeiras, as principais detentoras da dívida pública", disse, em nota, Carlos Cordeiro, presidente da Contraf.
O Copom elevou hoje a taxa básica de juros (Selic) de 9% para 9,5% ao ano. Foi o quinto aumento seguido desde abril, dos quais quatro com variação de 0,5 ponto percentual.

Edição: Aécio Amado
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Política fiscal deve ser mais usada no combate à inflação, segundo a CNI

Economia



Política fiscal deve ser mais usada no combate à inflação, segundo a CNI
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-09/politica-fiscal-deve-ser-mais-usada-no-combate-inflacao-segundo-cni
Oct 9th 2013, 20:52

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A elevação de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), que passa para 9,5% ao ano, foi de acordo com as expectativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), conforme nota divulgada logo depois do anúncio do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).
A CNI ressalta, porém, a necessidade de a política fiscal ter "papel mais ativo no combate à inflação daqui para a frente". A entidade representativa dos empresários da indústria entende que "o maior controle dos gastos públicos diminuirá a necessidade de atuação da política monetária e imporá menores custos ao setor produtivo".
Segundo a CNI, mesmo com a retração da inflação, que está em 5,86% no acumulado dos últimos 12 meses, a evolução dos preços exige acompanhamento atento da política econômica, pois a desaceleração atual tem características basicamente de curto prazo, sem sinais de manutenção duradoura. Por isso, é preciso manter o alerta para o comportamento dos preços em 2014.
Um fato relevante, diz a nota, é a discrepância de tendências entre os preços monitorados (combustíveis, energia, transportes, saneamento e outros) e os preços livres. "Sem a contribuição dos monitorados, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo [IPCA] dificilmente terminaria 2013 dentro do limite superior da meta de 6,5%. É importante ressaltar que esse expediente será bastante limitado em 2014, com a reversão das reduções praticadas em 2013", acrescenta.
A Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad) também reconhece que o BC "cumpre seu papel técnico" de conter a escalada inflacionária. Ressalta, contudo, que o aumento da Selic se soma "às dificuldades que o empresariado enfrenta para tocar seus negócios em meio ao cipoal regulatório e tributário que consome as forças da economia".
Segundo o presidente da Abad, José do Egito Frota Lopes, os empresários não podem deixar de atentar para o fato de que "a combinação de investimento insuficiente, alto endividamento, pressões cambiais e juros crescentes cria um cenário perverso de baixo crescimento e falta de competitividade, insustentável a médio e longo prazo".

Edição: Aécio Amado
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Geração de empregos é importante para manter crescimento da classe, avalia Marcelo Neri

Economia



Geração de empregos é importante para manter crescimento da classe, avalia Marcelo Neri
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Oct 9th 2013, 20:44

Marcelo Brandão

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A classe média brasileira é sustentável e que a chave para manter o seu crescimento é a geração de empregos. A avaliação é do ministro interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) e presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri. "[O crescimento da classe média] é um processo que já vem ocorrendo há dez anos. Muita gente diz que essa classe média não é sustentável, que é baseada em consumo, mas não é. O consumo é consequência. Ela é baseada em emprego formal. Esta é a origem para garantir a sua sustentabilidade", disse.
Neri participou do lançamento da publicação, Sobre a Classe Média, uma parceria da SAE com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O ministrou disse ainda que a classe média brasileira, em comparação com a de outros países, "está crescendo bastante" e é "uma combinação de crescimento com a redução de desigualdade, nos últimos dez anos".
A publicação traz uma série de artigos de especialistas nacionais e estrangeiros sobre o desenvolvimento da classe média. Segundo Jorge Chediek, diretor do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo, o objetivo da parceria com o governo brasileiro é criar um "centro de excelência de nível global em políticas sociais".
"O resultado tem sido muito bom, uma vez que muitas publicações e análises foram feitas, melhorando, como resultado de sua qualidade, as políticas sociais nos países em desenvolvimento", disse. Para Chediek, as análises apresentadas na publicação mostram como a classe média pode lutar contra a pobreza remanescente na sociedade e promover avanços.
A publicação, Sobre a Classe Média, pode ser acessada no link: http://pressroom.ipc-undp.org/nova-publicacao-analisa-a-crescente-influe....

Edição: Aécio Amado
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Copom eleva a taxa básica de juros para 9,5% ao ano

Economia



Copom eleva a taxa básica de juros para 9,5% ao ano
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Oct 9th 2013, 20:06

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou hoje (9) a taxa básica de juros (Selic) de 9% para 9,5% ao ano. Foi o quinto aumento seguido desde abril, dos quais quatro com variação de 0,5 ponto percentual, em linha com as expectativas dos analistas financeiros, como mostra o boletim Focus divulgado na última segunda-feira (7) pelo BC.
A ata da última reunião do Copom (dias 27 e 28 de agosto) já manifestava a tendência de a autoridade monetária manter o processo de alta da Selic. Hoje, o colegiado de diretores do BC reafirmou a disposição de dar continuidade à elevação da taxa de juros para conter a demanda doméstica por compras e impedir o avanço da inflação, que acumula 5,86% nos últimos 12 meses.
Ao final da sétima reunião do ano, o Copom divulgou que "a decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano". A decisão do Copom foi por unanimidade e sem viés (não pode mudar até a próxima reunião do comitê, marcada para 26 e 27 de novembro).
De acordo com números do Tesouro Nacional, referentes a agosto deste ano, 22,6% da dívida mobiliária federal estavam atrelados à Selic. Com base nesse dado, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos calcula que cada subida de 0,5 ponto percentual na Selic equivale a acréscimo aproximado de R$ 3 bilhões/ano na dívida pública, transferidos em grande parte para os bancos, que são os maiores credores do Estado.
A taxa básica de juros cresceu 2,25 pontos percentuais no ano – passou de 7,25%, em abril, para os atuais 9,5% – e, de acordo com expectativas dos analistas financeiros, deve aumentar ainda mais nas próximas reuniões do Copom, no fim de novembro e em meados de janeiro de 2014, apesar do abrandamento da inflação nos últimos três meses. Os analistas acreditam que a taxa básica de juros terminará o ano em 9,75% ou 10%.

Edição: Aécio Amado
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Firjan pede fim da política de aumento da taxa Selic

Economia



Firjan pede fim da política de aumento da taxa Selic
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Oct 9th 2013, 20:45

Douglas Corrêa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reajustar de 9% para 9,5% a taxa básica de juros (Selic) da economia, pela quinta vez consecutiva, desagradou o empresariado fluminense, que por meio da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), pede o fim do ciclo de aumento da taxa de juros.
Em nota, a Firjan diz que, desde a última reunião do Copom, houve mudanças significativas no cenário econômico global. A perspectiva a respeito do fim do programa de expansão monetária do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) não é mais tão iminente, especialmente diante do impasse quanto à aprovação do Orçamento americano, que paralisou grande parte dos serviços públicos daquele país e tende a influenciar negativamente a retomada da atividade econômica. Assim, a cotação da moeda americana recuou significativamente, reduzindo o impacto da desvalorização do real sobre os preços domésticos.
Além disso, o resultado do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA ) de agosto, divulgado hoje (9), indicou o início de um movimento de desaceleração da inflação nos próximos meses. Nesse contexto, o Sistema Firjan "entende que a decisão do Copom de aumentar pela quinta vez consecutiva a taxa Selic foi equivocada e defende o fim do ciclo de aperto monetário na próxima reunião do colegiado."

Fábio Massalli
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TCU aprova estudos para leilão do pré-sal, mas recomenda adequações

Economia



TCU aprova estudos para leilão do pré-sal, mas recomenda adequações
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Oct 9th 2013, 17:50

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Tribunal de Contas da União aprovou hoje (9) com ressalvas os estudos para o leilão do Campo de Libra, o primeiro da área do pré-sal, que está marcado para o dia 21 de outubro. O tribunal recomendou que o Conselho Nacional de Política Energética faça uma alteração em sua resolução para adequá-la ao modelo de contrato da Agência Nacional de Petróleo (ANP), em relação ao percentual das despesas que a empresa poderá ter de reembolso.
Segundo o relator da matéria, ministro José Jorge, a sugestão não deve implicar mudança na data do leilão, mesmo que o conselho não faça a alteração, que é apenas para dar segurança jurídica ao processo. "Fizemos uma recomendação, o governo não é obrigado a cumprir, mas é bom que cumpra", disse.
O relator fez críticas em relação ao modelo adotado para licitar áreas no pré-sal. Segundo ele, os estudos que basearam o edital são frágeis e não há um plano para os próximos campos que serão licitados. José Jorge chamou a atenção para o fato de o Campo de Libra, que é o maior do pré-sal, ser o primeiro a ser leiloado. "Estão usando o melhor campo descoberto até agora para fazer um teste", disse.
O edital do leilão e o modelo do contrato foram divulgados no início de setembro pela ANP. Segundo a agência, 11 empresas se habilitaram para participar da disputa, e nove depositaram garantias para a operação. A empresa vencedora será a que reverter o maior percentual do petróleo à União. A área a ser licitada tem cerca de 1,5 mil quilômetros quadrados. O volume de petróleo recuperável deverá oscilar entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris.
O tribunal ainda vai analisar as outras etapas da licitação do pré-sal: o edital, a licitação e a assinatura do contrato.

Edição Beto Coura

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Programa de Ajuste Fiscal tem ajudado estados a melhorar situação fiscal, diz Augustin

Economia



Programa de Ajuste Fiscal tem ajudado estados a melhorar situação fiscal, diz Augustin
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Oct 9th 2013, 16:54

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Criado com o objetivo de ajudar os estados a refinanciarem suas dívidas, o Programa de Ajuste Fiscal (PAF) tem apresentado resultados positivos e ajudado os governadores a melhorar a situação fiscal dos estados. A avaliação é do secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin.
"A experiência dos planos estaduais foi muito positiva. Nossa experiência com os governos estaduais foi muito boa porque melhorou a situação fiscal dos estados. Vários governadores comentam comigo que a existência dos planos ajuda o estado a se planejar e ter consciência fiscal", disse hoje (9) o secretário após participar da abertura do 3º Congresso de Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público, na Escola de Administração Fazendária (Esaf).
O Programa de Ajuste Fiscal foi assinado por governadores dos 25 estados que refinanciaram suas dívidas. Ele apresenta metas anuais para um triênio, considerando a evolução das finanças estaduais, os indicadores macroeconômicos para o novo período e a política fiscal adotada pelos governos estaduais. A avaliação do cumprimento das metas e compromissos do exercício anterior é feita anualmente, bem como a atualização de metas para o novo triênio.
As propostas de metas fiscais apresentadas são avaliadas pelo Ministério da Fazenda. As análises técnicas são feitas pela Secretaria do Tesouro Nacional. Segundo Augustin, o programa tem ajudado a secretaria a ter "um conjunto de informações mais detalhadas" sobre a condição fiscal do ente. "Portanto temos mais segurança para, eventualmente, permitir limites de endividamento para o financiamento do investimento compatíveis com as necessidades", disse o secretário.
Augustin não quis comentar a possibilidade de o Congresso Nacional alterar a sistemática do PAF, de forma a alterar os limites de endividamento ou de incluir, no programa, as capitais dos estados, mas, segundo ele, pelo o programa ter sido uma experiência muito exitosa, é natural essa discussão de eventualmente ampliá-lo.
"A presidenta Dilma Rousseff mandou projeto de lei complementar que estabelece um novo indexador. Há uma discussão sobre como isso será aplicado. Vamos esperar o Congresso definir qual será o seu posicionamento e qual será o posicionamento do Executivo. A definição de quanto vai ser [a variação do indexador] é do Congresso. Temos certeza que essa definição será responsável e tranquila e que permitirá uma melhor situação de médio a longo prazo para estados e municípios", acrescentou o secretário.
Fábio Massalli
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Bancários voltam a negociar o fim da greve

Economia



Bancários voltam a negociar o fim da greve
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Oct 9th 2013, 16:12

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltarão a se reunir amanhã (9), às 10 horas, em São Paulo, para negociar o fim da greve dos bancários. Os trabalhadores estão paralisados há 21 dias. A nova rodada foi marcada após a rejeição, pelas assembleias dos sindicatos, da proposta de reajuste salarial de 7,1% e aumento do piso em 7,5%, apresentada pelos bancos na última sexta-feira (4). A proposta foi considerada insuficiente pela categoria.
"Com os lucros de R$ 59,7 bilhões entre os meses de junho de 2012 e 2013, sobram recursos para compensar o trabalho e a dignidade dos bancários", destacou, em nota, o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro. A reivindicação dos bancários é elevação salarial de 11,93% (aumento real de 5%), piso de R$ 2.860,21 e particiapação nos lucros de três salários-base, mais parcela adicional fixa de R$ 5.553,15. Eles pedem também aumento dos vales-refeição e de alimentação (no valor de um salário mínimo, R$ 678), e melhores condições de trabalho, com o fim das metas individuais e abusivas.
"A Fenaban ressalta que o piso salarial da categoria subiu mais de 75% nos últimos sete anos e que os salários foram reajustados em 58%, ante uma inflação medida pelo INPC [Índice Nacional de Preços ao Consumidor] de 42%. Ou seja, somente o piso salarial registrou aumento real de 23,21%. A proposta deve ser avaliada considerando não só os ganhos deste ano, mas também os dos últimos anos, que são bastante significativos", disse, em nota, na última sexta-feira, o diretor de Relações do Trabalho da Fenaban, Magnus Ribas Apostólico.


Edição Beto Coura

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Pesquisadora do Ipea defende mudança na estratégia de propriedade intelectual do país

Economia



Pesquisadora do Ipea defende mudança na estratégia de propriedade intelectual do país
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Oct 9th 2013, 16:04

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Brasil precisa elaborar estratégias de propriedade intelectual condizentes com sua condição de país em desenvolvimento, em vez de copiar modelos de países desenvolvidos. A opinião é da pesquisadora Graziela Ferrero Zucoloto, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ela apresentou um estudo sobre o tema publicado no Boletim Radar nº 29, divulgado hoje (9) no Rio de Janeiro.
"Acredito que, de forma geral, pensamos que se algo funciona nos Estados Unidos, no Japão, na China, vai funcionar para nós. Mas não alcançamos o grau de desenvolvimento tecnológico desses países", disse ela.
Graziela ponderou que a patente do tipo modelo de utilidades – cuja concessão pode durar 15 anos - para as empresas brasileiras seja melhor opção que a modalidade patente de invenção – com prazo de proteção que alcança até 20 anos. "A patente de invenção exige aplicação industrial, atividade inventiva, entre outros critérios. Modelo de utilidade é mais um aprimoramento técnico, e a partir daí a empresa já consegue a proteção ", explicou ela.
"É isso que nossas empresas muitas vezes conseguem fazer, não estão na fronteira tecnológica, mas conseguem aprimorar algo que já existe", comentou ela, ao lembrar que a Coreia do Sul adotou esse modelo de patente na época em que se encontrava em um estágio de desenvolvimento mais próximo ao do Brasil.
O estudo mostra que patentes são geralmente registradas por empresas de grande porte e que esse não é o principal método de proteção de inovações utilizado por empresas brasileiras e estrangeiras, mas sim a diferenciação dos produtos com as marcas, além de métodos estratégicos e informais (como liderança temporal e segredo industrial).
Para Graziela, mais importante do que fortalecer direitos de proteção intelectual é investir em tecnologia e inovação. "É o que vai melhorar a posição do Brasil no cenário atual. O fortalecimento de direitos de proteção intelectual pode ser benéfico somente quando o país desenvolveu capacitações suficientes para se tornar competitivo no mercado mundial".
A pesquisa verificou que muitas tecnologias patenteadas não são mais utilizadas comercialmente e servem apenas para bloquear a entrada de competidores, aumentar o poder de negociação dos detentores dessa tecnologia, entre outras estratégias defensivas.
Embora, na teoria, a existência de direitos de propriedade intelectual (DPIs) fortes atraia investimento estrangeiro e transferência de tecnologia para as empresas do país, o estudo mostra que o crescimento do depósito de patentes nas últimas décadas, no Brasil, deveu-se principalmente a empresas não residentes. Em 2009, cerca de 80% dos depósitos eram feitos por empresas estrangeiras.
"A tecnologia desenvolvida e protegida por empresas brasileiras em patente de invenção é muito baixa, é só cerca de 20%. Na China, a maior parte das patentes é de empresas ou de indivíduos chineses", contou ela. "Estamos concedendo a maior parte desses monopólios para estrangeiros. Se não houver contrapartida, estaremos pagando royalties sem retorno significativo" completou.
Edição: Davi Oliveira
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Cade veta união das duas maiores fábricas de guard rail do país

Economia



Cade veta união das duas maiores fábricas de guard rail do país
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Oct 9th 2013, 15:40

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vetou hoje (9) a união das duas maiores fabricantes de defensas metálicas do país. Em sessão de julgamento, o Tribunal do Cade rejeitou a compra da divisão de defensas metálicas e de galvanização da Mangels Industrial pela Armco Staco.
Também conhecidas como guard rails, as defensas metálicas são barreiras de contenção instaladas nas margens ou no canteiro central de ruas, avenidas e rodovias para impedir que veículos saiam da via. A galvanização é o processamento a fogo de peças e estruturas de aço para a fabricação de defensas metálicas.
De acordo com o Cade, a Armco é a líder; e a Mangels, a segunda maior empresa do ramo em atuação no país. Juntas, as duas empresas controlariam cerca de 70% do mercado de defensas metálicas no Brasil. Essa concentração, segundo o órgão, prejudicaria os concorrentes, impediria a entrada de novas empresas e praticamente criaria uma situação de monopólio no setor.
Feita sob as regras da antiga Lei de Defesa da Concorrência, a compra da Mangels pela Armco havia sido notificada ao Cade em 2012. Em maio deste ano, a Superintendência-Geral do órgão, que analisa os casos antes de encaminhá-los a julgamento, recomendou em parecer a rejeição do negócio.
Segundo o parecer, os concorrentes remanescentes no mercado, bem como potenciais empresas ingressantes e importadores, não seriam suficientes para preservar a concorrência no mercado de defensas metálicas. Em razão disso, a operação poderia gerar efeitos negativos na comercialização do produto.
No voto, o relator do caso, conselheiro Ricardo Machado Ruiz, disse que a concentração de mercado resultaria em elevação de preços e traria prejuízos às concessionárias de rodovias e aos governos federal, estaduais e municipais, responsáveis pela manutenção de vias e estradas. De acordo com ele, o impacto seria ainda maior por causa do programa de concessão à iniciativa privada de 7,5 mil quilômetros de rodovias.

Edição: Carolina Pimentel
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Queda do dólar ajudou a baixar a inflação

Economia



Queda do dólar ajudou a baixar a inflação
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Oct 9th 2013, 15:34

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse hoje (9) que o reposicionamento do câmbio contribuiu para a queda da inflação em setembro. Em 21 de agosto, o dólar chegou a R$ 2,45. Após seguidas intervenções do Banco Central, a moeda americana passou a cair, e hoje está na faixa de R$ 2,20. Com o reposicionamento do câmbio, o dólar chegou a um valor considerado adequado no sentido de deixar de pressionar a inflação.
"Estamos em um processo em que há um conjunto de fatores que explicam eventuais pontos de inflação um pouco mais altos ou mais baixos. Principalmente porque houve reposicionamento do câmbio, e isso tem reflexo", disse Augustin, após participar do 3º Congresso de Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público, na Escola de Administração Fazendária.
No período de outubro de 2012 a setembro de 2013, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 5,86%, ante 6,09% registrado entre setembro de 2012 e agosto de 2013. É a primeira vez em 2013 que a inflação fica baixo de 6%, índice da meta do governo.


Edição Beto Coura

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Safra de grãos 2013/2014 pode chegar a mais de 195 milhões de toneladas

Economia



Safra de grãos 2013/2014 pode chegar a mais de 195 milhões de toneladas
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Oct 9th 2013, 15:19

Jorge Wamburg

Repórter da Agência Brasil


Brasília – Com estimativa de 191,9 milhões a 195,5 milhões de toneladas, a produção brasileira de grãos na safra 2013/2014 deverá atingir novo recorde, conforme o primeiro levantamento de intenção de plantio dos produtores, divulgado hoje (9) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A companhia estimou o crescimento da colheita entre 2,6% e 4,5% em relação em relação à safra 2012/2013, quando foram colhidas 187,09 milhões de toneladas de grãos.
De acordo com o diretor de Política Agrícola da Conab, Sílvio Porto, a estimativa de novo recorde da safra de grãos é baseada na previsão de até 3,5% de crescimento da área plantada. "A soja, mais uma vez, puxará a produção, podendo ultrapassar 29 milhões de hectares plantados, 1 milhão a mais do que na safra anterior", disse Porto. A área plantada total da safra pode passar de 54,1 milhões de toneladas e chegar a 55,1 milhões de toneladas, superando a da atual safra, 53,4 milhões de hectares.
O plantio da safra 2013/14 começa neste mês, e a produção de soja está prevista entre 87,6 e 89,7 milhões de toneladas, com área plantada entre 28,6 milhões e 29,3 milhões de hectares. Atualmente, a saca de 60 quilos desse grão é vendida a R$ 45 em Mato Grosso e a R$ 60 no Sul do país, destacou o diretor da Conab.
Segundo Porto, o forte desempenho da soja é consequência de três fatores que impulsionam a produção: "os bons preços obtidos pelos produtores no mercado internacional, a boa liquidez do produto, que proporciona um retorno muito rápido do investimento, com a comercialização de toda a produção em seis meses, e o clima favorável, sem excesso ou escassez de chuvas nas áreas produtoras."
A pesquisa da Conab estima crescimento também nas safras de trigo, de 8,9% (390 mil toneladas) e feijão primeira safra, de 25,6% a 29,0% (247,2 a 279,8 milhões de toneladas). A produção de algodão também pode aumentar de 22,2% a 28,2% (6,15 milhões a 8,26 milhões de toneladas).
O levantamento foi feito no período de 16 a 20 de setembro passado, nas principais regiões produtoras de grãos do país.
A Conab informou ainda que a comercialização de milho a preços subsidiados pelo Programa de Vendas em Balcão na área atendida pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) vai continuar até 28 de fevereiro do ano que vem, conforme portaria interministerial publicada hoje no Diário Oficial da União.
A operação especial do programa beneficia pequenos criadores que usam o milho na ração animal, em municípios localizados na Região Sudene, que foi atingida por estiagem prolongada.
Edição: Nádia Franco
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Carga de energia do Sistema Nacional cresce 5,4% em setembro, diz ONS

Economia



Carga de energia do Sistema Nacional cresce 5,4% em setembro, diz ONS
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-09/carga-de-energia-do-sistema-nacional-cresce-54-em-setembro-diz-ons
Oct 9th 2013, 15:19

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A carga de energia gerada pelas usinas que integram o Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu 5,4% em setembro passado, em comparação ao mesmo mês do ano passado. Em relação a agosto, aumentou 1,4%, acumulando nos últimos 12 meses alta de 3,9% ante igual período anterior. Os dados constam do Boletim de Carga Mensal, divulgado hoje (9) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
Por subsistemas, o maior aumento da carga de energia foi observado no Norte do país na ordem de 25,3%, comparativamente a setembro de 2012. Segundo os técnicos do ONS, a expansão pode ser explicada pela integração de Manaus ao Sistema Interligado Nacional, desde julho deste ano, o que refletiu também na taxa de crescimento do sistema. A região concentra os grandes consumidores eletrointensivos (como grandes complexos industriais, por exemplo) conectados à rede básica de energia. O subsistema teve crescimento em relação a agosto de 0,3%, e nos últimos 12 meses de 6,1%.
Os subsistemas Nordeste e Sul também apresentaram crescimento em setembro, em comparação ao mesmo mês do ano passado, de 6,6% e 6,4% respectivamente. Na análise do ONS, a taxa reflete a continuidade do bom desempenho da agroindústria, na região Sul; e do crescimento da renda e da expansão do crédito, que impulsiona o consumo das famílias, no Nordeste. Na comparação com agosto deste ano, porém, verificou-se redução da carga de 0,7% no subsistema Sul. O subsistema Nordeste permaneceu com alta de 4,1% no mesmo período. No acumulado dos últimos 12 meses, houve crescimento da carga de energia em ambos os subsistemas, atingindo 4,6%, no Sul; e 7,4%, no Nordeste.
A menor alta foi registrada no subsistema Sudeste/Centro-Oeste (2,6%). Embora participe com 60% na carga total do SIN, o subsistema foi afetado pelo comportamento da indústria, que ainda se mantém em trajetória de recuperação lenta, destacou o boletim. Na comparação com agosto de 2013, a taxa evoluiu 1,4% e alcançou crescimento de 2,7% nos últimos 12 meses, em relação ao mesmo período anterior.


Edição: Carolina Pimentel
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Secretário do Tesouro diz que aportes ao BNDES estão sendo reduzidos

Economia



Secretário do Tesouro diz que aportes ao BNDES estão sendo reduzidos
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Oct 9th 2013, 15:02

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Tesouro Nacional está reduzindo os aportes de recursos ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com a expectativa de que o financiamento de longo prazo para o setor produtivo seja feito de forma mais intensa pelos bancos privados. No ano passado, esses aportes chegaram a R$ 45 bilhões, mas este ano, de acordo com o órgão, ainda não ocorreram.
Segundo o secretário do Tesouro, Arno Augustin, os aportes para o banco já vêm sendo reduzidos há mais tempo. "A redução de aportes nossos ao BNDES é uma definição do governo há vários anos, e vem ocorrendo ano a ano. Esse ano, evidentemente, vai continuar a ocorrer", disse Augustin, ao deixar a Escola de Administração Fazendária (Esaf), onde participou da abertura do 3º Congresso de Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público.
Augustin lembrou que o Tesouro não fez, até o momento, nenhum aporte para demandas de 2013. "Fizemos apenas os aportes da legislação e das definições do ano passado para o BNDES, mas não fizemos nenhum a partir de uma iniciativa deste ano. Poderemos vir a fazer, mas, pelo fato de estarmos em outubro, evidentemente, se fizermos, será em valor menor do que no ano passado, que foi R$ 45 bilhões", explicou o secretário.
A estratégia do governo, de acordo com Augustin, é estimular a participação privada. "Queremos aos poucos que a iniciativa privada assuma parte do financiamento de longo prazo. Achamos que isso é importante no Brasil. Esse é um processo que vem ocorrendo. Debêntures e uma série de outras iniciativas têm permitido que haja um aumento gradativo da participação do setor privado. Essa é a nossa política. Com isso, as concessões vão ter financiamentos não só do BNDES, mas também de outros bancos", acrescentou.
O secretário disse não saber se há, no BNDES, plano de venda de ativos. "O BNDES é focado em investimento e financiamento de longo prazo. Essa é a vocação, é o que ele faz claramente. Eventualmente, em algumas conjunturas, você pode ter ações como a de oferecer linhas de capital de giro, mas porque são necessárias naquele momento. Hoje, o momento é um pouco diferente. Mas são adequações que os bancos vão fazendo a partir da necessidade de mercado".


Edição: Davi Oliveira
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Atividade industrial tem expansão em agosto, aponta CNI

Economia



Atividade industrial tem expansão em agosto, aponta CNI
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Oct 9th 2013, 13:34

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou hoje (9) que houve expansão dos resultados de indicadores do setor no mês de agosto, com destaque para o emprego, na comparação com o mesmo período de 2012, que cresceu 2%, um ritmo que não era registrado desde 2011, informou a entidade.
Em comparação ao mês de julho, os indicadores faturamento real, horas trabalhadas na produção, emprego, massa salarial real e rendimento médio real também apresentaram melhora. A exceção foi a utilização da capacidade instalada (UCI), que teve queda no período comparado.
De acordos com os dados dessazonalizados, as horas trabalhadas na produção registraram crescimento de 1,3%, em agosto e o faturamento do setor chegou a 3,4%, ambos em comparação a julho. O emprego cresceu 0,8%, a massa salarial 0,3%, o maior nível do ano, e rendimento médio real, em 0,1%, todos na mesma comparação, informou a CNI.
"Estes dados mostram que a indústria está de certa forma em ritmo moderado, mas crescendo um pouco. Aumenta a produção, termina gerando mais emprego. Com isso, gera mais renda e termina tendo mais impacto no rendimento real e no consumo das famílias", disse Flávio Castelo Branco, gerente executivo da CNI.
No caso da UCI, com dados dessazonalizados, o índice caiu de 82,3% para 82%, de julho para agosto. É o menor patamar de utilização da capacidade instalada no ano. Em comparação ao ano passado, o indicador permaneceu instável.
"Pelos dados mensais, esses números mostram sempre alguma oscilação. O uso da capacidade instalada pode ser até uma sinalização positiva, que houve uma maturação dos investimentos, que novos investimentos entraram em operação à espera de uma demanda futura, que venha ocupar essa capacidade adicional colocada nas empresas", avalia Flávio Castelo Branco.
De qualquer forma, ele disse ainda que não crê que a performance dos indicadores industriais prossiga de forma diferente da apresentada em agosto. Segundo o economista, é provável que será observada essa melhora gradual, mas "talvez com pouco menos oscilações mês a mês, em uma situação mais estável".
"As previsões se tornaram pouco mais favoráveis na virada do semestre. Creio que vamos virar o ano com um ritmo de crescimento um pouco mais positivo, sinalizado que, potencialmente, para 2014 segue pouco mais favorável", disse.
Edição: Davi Oliveira
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Fluxo cambial fica negativo em US$ 2,2 bilhões na primeira semana do mês

Economia



Fluxo cambial fica negativo em US$ 2,2 bilhões na primeira semana do mês
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-09/fluxo-cambial-fica-negativo-em-us-22-bilhoes-na-primeira-semana-do-mes
Oct 9th 2013, 14:11

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - As saídas de dólares do país superaram as entradas em US$ 2,211 bilhões nos quatro primeiros dias de outubro, informou hoje (9) o Banco Central. O fluxo cambial negativo supera o registrado no mês de setembro, US$ 2,058 bilhões.
No acumulado do ano, até o dia 4 de outubro, o fluxo cambial está negativo em US$ 2,032 bilhões. No ano passodo, esse saldo era positivo em US$ 22,002 bilhões.
Do início do ano até a semana passada, o segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) registrou saldo negativo de US$ 10,551 bilhões, enquanto o comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou positivo em US$ 8,519 bilhões.
No mês passado, o segmento financeiro ficou positivo em US$ 2,988 bilhões. O fluxo comercial, porém, foi negativo, registrando US$ 5,046 bilhões. As operações de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio chegaram a US$ 2,834 bilhões.
Os pagamentos antecipados ficaram em US$ 3,541 bilhões. Esses valores estão incluídos nas exportações, que totalizaram US$ 14,862 bilhões em setembro. As importações ficaram em US$ 19,908 bilhões.
Edição: Juliana Andrade
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Inflação acumulada fica em menos de 6% pela primeira vez em 2013

Economia



Inflação acumulada fica em menos de 6% pela primeira vez em 2013
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Oct 9th 2013, 12:25

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A queda de itens monitorados, como a energia elétrica, e a variação menos acelerada de produtos alimentícios no segundo trimestre de 2013 contribuíram para que a inflação acumulada em 12 meses chegasse, em setembro, a um patamar inferior a 6% pela primeira vez neste ano, avaliou a coordenadora de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eulina Nunes.
"Isso ocorreu porque as taxas do IPCA estão menos fortes de julho para cá do que em igual período do ano passado, considerando os preços dos produtos alimentícios, que não estão exercendo uma função tão forte quanto a que exerceram naqueles meses. Estamos trocando taxas mais altas por taxas mais baixas no acumulado de 12 meses".
O índice acumulado no período de outubro de 2012 a setembro de 2013 foi 5,86%, contra 6,09% entre setembro de 2012 e agosto de 2013. A taxa do mês de setembro deste ano foi 0,35%, enquanto a do mesmo mês em 2012 ficou em 0,57%.
Entre os índices monitorados, cujas variações não se dão livremente de acordo com o mercado, Eulina destaca a energia elétrica e a passagem de ônibus como os que mais ajudam no controle da taxa.
"Para que a inflação atingisse um nível bem mais baixo nesses últimos três meses, certamente contribuíram muito os produtos monitorados, em particular a energia elétrica, que foi um alivio para o bolso do consumidor. Os ônibus urbanos também, porque se considerarmos de janeiro a setembro estavam com uma variação muito mais alta no ano passado do que estavam neste ano, em que a média está perto de zero".
Enquanto no ano passado os monitorados acumulavam 2,51% de inflação até setembro, neste ano a variação está próxima de zero. Segundo Eulina, mesmo os reajustes que costumavam ser feitos pelas companhias de abastecimento de água e esgoto no segundo trimestre ficaram abaixo do esperado desde as manifestações iniciadas em junho.
Na taxa de setembro, apesar disso, o IPCA cresceu em relação a agosto, puxado pelas passagens aéreas, que tiveram impacto de 0,08 ponto percentual no resultado final, de 0,35%. Para o aumento desse item, o dólar exerceu pressão nos custos das companhias, que também elevaram os preços com a maior demanda criada por eventos como o Rock in Rio e o Círio de Nazaré.
O impacto do dólar também foi sentido em outros itens do IPCA, como higiene pessoal, e puxou a alta do pão francês, que acumula 14,79% de inflação em 12 meses e subiu mais 3,37% em setembro. Como importador de trigo, o país teve impacto no preço pela alta da moeda americana no mês passado, assim como por problemas de safra na Argentina.
"O impacto do dólar também é bastante evidenciado nos preços dos eletrodomésticos, que subiram aliados a uma demanda forte dado o crédito do governo para a compra desses itens", acrescentou Eulina, referindo-se ao programa Minha Casa Melhor, do governo federal.
Edição: Graça Adjuto
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Mantega prevê que o Fed vai manter estímulos à economia norte-americana até o próximo ano

Economia



Mantega prevê que o Fed vai manter estímulos à economia norte-americana até o próximo ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-09/mantega-preve-que-fed-vai-manter-estimulos-economia-norte-americana-ate-proximo-ano
Oct 9th 2013, 11:27

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O baixo crescimento da economia norte-americana deverá adiar a "desativação dos estímulos" dados pelo governo Barack Obama, e não a indicação da nova presidenta do Federal Reserve (Fed) - o Banco Central dos Estados Unidos - a economista Janet Yellen. A avaliação foi feita hoje (9) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que prevê a manutenção dos incentivos econômicos até o próximo ano.
O ministro admitiu que não ouviu pronunciamento da indicada por Obama, mas fez questão de lembrar a situação da economia dos Estados Unidos e as consequências para a política monetária.
"O que vai adiar a desativação dos estímulos é o baixo crescimento da economia americana. A economia americana não tem dado sinais de vigor. Tem crescido abaixo das expectativas. E é isso que vai determinar se haverá continuação dos estímulos. Portanto, acho que está prorrogada a retirada dos estímulos para o próximo ano", disse.
Janet Yellen, cujo nome foi anunciado ontem por Obama, é a atual vice-presidenta do Fed. Ela sucederá Ben Bernanke, cujo mandato acaba em 31 de janeiro de 2014. A economista é a primeira mulher a ocupar a presidência do Banco Central norte-americano.
No último dia 18, o Fed anunciou que manteria o programa de estímulo à economia que irriga o mercado norte-americano com US$ 85 bilhões, em média, por mês, mas não definiu prazo para continuidade da política.
O mercado financeiro aguardava que o Fed iniciasse a redução desses estímulos. Essa expectativa, nos últimos meses, levou à alta do dólar no Brasil e em outros países. Com isso, o governo brasileiro adotou, entre outras medidas, as intervenções no mercado de câmbio, para suavizar a alta da moeda. Após a decisão, o dólar recuou, embora acumule alta este ano.
Edição: Davi Oliveira
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Inflação para famílias com até cinco salários mínimos sobe em setembro

Economia



Inflação para famílias com até cinco salários mínimos sobe em setembro
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Oct 9th 2013, 10:56

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no mês de setembro ficou em 0,27%, divulgou hoje (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado contribui para que o acumulado do ano de 2013 seja menor do que o de 2012. De janeiro a setembro deste ano, o INPC chegou a 3,61%. Em igual período do ano passado o valor somado era 4,11%.
A taxa acumulada em doze meses também foi menor em setembro do que no período anterior, encerrado em agosto. A inflação para as famílias com renda até cinco salários mínimos está em 5,69%, contra 6,07% no outro período.
Apesar disso, o índice de agosto foi 0,11 ponto percentual menor que o de setembro (0,16%). Os produtos alimentícios saíram de um patamar de -0,14% para 0,05%, enquanto os não alimentícios evoluíram de 0,29% para 0,37%.
Ao subirem 1,28% em Porto Alegre, os alimentos em domicílio contribuíram para que a capital tivesse o maior índice entre as regiões metropolitanas pesquisadas (0,63%). O mesmo item, em queda de 1,16% em Salvador, fez com que a cidade tivesse a menor variação (-0,06%).
Edição: Talita Cavalcante
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Mantega diz que resultado do IPCA mostra inflação sob controle

Economia



Mantega diz que resultado do IPCA mostra inflação sob controle
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Oct 9th 2013, 10:54

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que ficou satisfeito com o resultado do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgado hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para ele, o resultado mostra que a inflação está sob controle.
O IPCA fechou o mês de setembro em 0,35%. Em setembro do ano passado, o índice chegou a 0,57%. "Fiquei satisfeito com o ajuste de 0,35%. Ele é menor do que o IPCA de setembro do ano passado e do retrasado. Significa que a inflação está sob controle", acrescentou.
Mantega ressaltou que, mesmo com o resultado, o governo tem que combater a elevação dos índices de preço, pois ainda existem problemas sazonais típicos do período, ligados à safra e ao clima. "É claro que ela tem uma sazonalidade e no fim do ano sobe um pouco, porque tem entressafra, regime de chuvas. Mas vamos ficar dentro da normalidade. Isso não significa que vamos descuidar". Para ele, o governo tem que ficar alerta para impedir que a inflação volte a subir e atrapalhar o consumidor.
Edição: Graça Adjuto
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Índice Nacional da Construção Civil tem variação menor em setembro

Economia



Índice Nacional da Construção Civil tem variação menor em setembro
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Oct 9th 2013, 10:45

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) teve variação de 0,54% em setembro, segundo divulgou hoje (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que calcula o indicador em parceria com a Caixa Econômica Federal. O resultado foi menor que o de agosto, quando houve 0,58% de variação.
De janeiro a setembro, a variação acumulada no Sinapi alcança -1,21%, divergindo do resultado dos mesmos meses de 2012, que somaram 4,38%. Já a taxa acumulada em 12 meses alcança -0,22%, enquanto o período encerrado em agosto totalizava -0,51%.
O custo nacional da construção, medido pela pesquisa, passou de R$ 840,76 por metro quadrado em agosto para R$ 845,31. Enquanto a variação da mão de obra caiu de 0,86% para 0,48%, a dos materiais de construção passou de 0,35% em agosto para 0,59% em setembro.
A maior variação mensal do custo foi na Região Norte, onde a alta alcançou 1,89%. O Nordeste teve avanço de 0,54%; o Sudeste, de 0,31%; o Sul, de 0,50%; e o Centro-Oeste, de 0,28%. O Pará foi o estado com a maior variação mensal, de 4,04%, devido a um acordo coletivo para reajuste salarial.
Edição: Davi Oliveira
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Atualizada - IPCA fecha setembro em 0,35%

Economia



Atualizada - IPCA fecha setembro em 0,35%
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Oct 9th 2013, 09:14

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice de Preços ao Consumidor Amplo fechou o mês de setembro em 0,35%, divulgou hoje (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O valor é maior do que o de agosto em 0,11 ponto percentual. Em setembro do ano passado, o IPCA chegou a 0,57%.
O resultado de setembro de 2013 contribui para o acúmulo de 3,79% nos nove primeiros meses do ano. Em doze meses, a inflação acumulada é 5,86%, dentro da meta do governo. O acumulado nos doze meses encerrados em setembro ficou abaixo do período encerrado em agosto, quando foi somado um IPCA de 6,09%.
O grupo transporte, de agosto para setembro, teve a alta mais expressiva, passando de -0,06% para 0,44%, com destaque para as passagens aéreas que registraram aumento de 16,09%.
O grupo alimentação e bebidas também teve variação positiva de 0,01% para 0,14%. Os alimentos de consumo em domicílio contribuíram para alta com uma desaceleração da queda que apresentaram em agosto, passando de -0,34% para -0,03%. O pão francês se destacou pela alta de 3,37%, e o feijão carioca, pela queda de 13,95%.
Brasília foi a região metropolitana com maior inflação em setembro (0,70%), e Salvador, com 0,03%, teve a menor. Em São Paulo, a inflação de setembro acelerou 0,1 ponto percentual, de 0,26% para 0,36%, e, no Rio de Janeiro, passou de 0,19% para 0,40%.
Edição: Talita Cavalcante
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IBGE reduz em 347 mil toneladas a previsão para a safra deste ano

Economia



IBGE reduz em 347 mil toneladas a previsão para a safra deste ano
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Oct 9th 2013, 09:46

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reduziu em 0,2% a previsão para a safra deste ano, feita em setembro. De acordo com Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LPSA), a previsão, feita em setembro, ficou em 187 milhões de toneladas, ou seja, 347,7 mil toneladas a menos do que a estimativa de agosto.
Mesmo com a queda entre agosto e setembro, a safra deste ano deve ser 15,5% superior à de 2012, que alcançou161,9 milhões de toneladas. Houve redução das expectativas de colheita também no mês passado, quando o IBGE estimou em agosto uma safra 0,3% menor do que aquela divulgada no mês anterior, equivalente a 634,4 mil toneladas de diminuição.
As três principais lavouras deverão ter aumento na produção em relação ao ano passado: soja (23,8%), milho (13,2%) e arroz (2,7%).
Quinze dos 26 produtos analisados pela pesquisa do IBGE deverão ter aumento em relação ao ano anterior, com destaque para cana-de-açúcar (6,9%), feijão 2ª safra (18,8%), feijão 3ª safra (4,2%) e trigo (10,3%).
Onze produtos deverão ter queda na produção, entre eles algodão herbáceo em caroço (-31,4%), café em grão arábica (-4,5%), café em grão canephora (-14,2%), feijão 1ª safra (-8,6%), laranja (-14,6%) e mandioca (-10,6%).
A previsão de setembro para a área colhida total neste ano é praticamente a mesma de agosto: 52,7 milhões de hectares. Caso se confirme a previsão, isso representará um acréscimo de 8% em relação a 2012.
Edição: Davi Oliveira
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IPC-S avança em cinco capitais na primeira semana de outubro

Economia



IPC-S avança em cinco capitais na primeira semana de outubro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-09/ipc-s-avanca-em-cinco-capitais-na-primeira-semana-de-outubro
Oct 9th 2013, 08:51

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) da última semana de setembro para a primeira semana de outubro. A maior alta foi observada em Belo Horizonte, cuja taxa subiu 0,15 ponto percentual, ao passar de 0,52% para 0,67%.
Outras três cidades tiveram alta na inflação: Rio de Janeiro (0,14 ponto percentual, ao passar de 0,38% para 0,52%), São Paulo (0,13 ponto percentual, ao passar de 0,37% para 0,5%) e Porto Alegre (0,09 ponto percentual, ao passar de 0,3% para 0,39%).
Salvador teve alta de 0,02 ponto percentual no IPC-S, mas continuou registrando deflação, com queda de 0,12% na última semana de setembro e de 0,1% na primeira de outubro.
Duas cidades tiveram queda na taxa: Brasília (0,05 ponto percentual, ao passar de 0,21% para 0,16%) e Recife (0,07 ponto percentual, ao passar de 0,19% para 0,12%).
Edição: Talita Cavalcante
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Despesas com alimentos e habitação pressionam inflação em São Paulo

Economia



Despesas com alimentos e habitação pressionam inflação em São Paulo
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-09/despesas-com-alimentos-e-habitacao-pressionam-inflacao-em-sao-paulo
Oct 9th 2013, 07:45

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo atingiu 0,29% na primeira prévia de outubro. A variação é 0,04 ponto percentual superior ao apurado na última semana de setembro (0,25%) e teve influência, principalmente, dos grupos habitação e alimentação.
Os itens alimentícios cujos preços estavam em queda desde o fechamento de agosto apresentaram uma alta de 0,25% em relação ao registrado anteriormente (-0,01%), o que resultou na segunda maior contribuição do aumento médio do IPC. Pelos cálculos da Fipe, o grupo habitação foi o que mais ajudou na elevação inflacionária embora tenha se mantido estável em comparação ao encerramento de setembro, com 0,28%.
No grupo saúde houve aumento de 0,69%, mas com queda no ritmo de alta em relação à última apuração (0,72%). Também diminuiu a velocidade de alta em vestuário, passando de 1,11% para 0,75%. O mesmo ocorreu em despesas pessoais com 0,24% ante 0,20%.
Já o grupo transportes indicou ligeiro avanço, de 0,12% para 0,14%; em educação, o índice ficou em 0,10% ante 0,09%.
Edição: Talita Cavalcante
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