Europa está aberta ao crescimento conjunto com o Brasil, diz Antonio Tajani

10 de outubro de 2013

Economia



Europa está aberta ao crescimento conjunto com o Brasil, diz Antonio Tajani
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-10/europa-esta-aberta-ao-crescimento-conjunto-com-brasil-diz-antonio-tajani
Oct 10th 2013, 22:22

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Europa está disposta a expandir os negócios com o Brasil, e para isso "precisamos competir em igualdade de condições", disse hoje (10) o vice-presidente da Comissão Europeia, Antonio Tajani, em solenidade na Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Segundo ele, existem muitas oportunidades nos diversos ramos da atividade econômica, tais como os setores de energia, infraestrutura, tecnologia e informação, comércio e outros. "Temos potencial de complementariedade em todos eles", disse.
Antonio Tajani lembrou que o Brasil vai sediar a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016, competições esportivas que se constituem em oportunidades para grandes investimentos. Segundo ele, nunca um país promoveu tantos eventos importantes em tão pouco tempo, e "temos que trabalhar isso em conjunto".
O encontro na CNI reuniu empresários e representantes governamentais em torno do diálogo Parceria Estratégica Brasil – União Europeia: Competitividade e Promoção de Negócios, que discutiu a negociação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, incluindo temas como propriedade intelectual, integração das cadeias produtivas e investimentos bilaterais.


Edição: Aécio Amado
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ANP diz que 22 empresas demonstraram interesse em participar da 12ª rodada de licitação

Economia



ANP diz que 22 empresas demonstraram interesse em participar da 12ª rodada de licitação
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Oct 10th 2013, 21:27

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) recebeu até a noite de ontem (9) a manifestação de 22 empresas em participar da 12ª rodada de licitações da agência, que ocorrerá em novembro. A rodada ofertará áreas de exploração e produção de gás natural em terra. De acordo com a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, o número é satisfatório.
"[Esse número] atende sim [às expectativas da ANP], pois são áreas em terra. Já temos 22 e estamos na ordem de grandeza esperada", disse hoje (10) Chambriard após encontro com governador Geraldo Alckmin, na capital paulista. O prazo para manifestar interesse se encerra amanhã (11).
A 12ª rodada, marcada para os dias 28 e 29 de novembro, ofertará 240 blocos exploratórios terrestres com potencial para gás natural em sete bacias sedimentares no Amazonas, no Acre, no Tocantins, em Alagoas, em Sergipe, no Piauí, em Mato Grosso, em Goiás, na Bahia, no Maranhão, no Paraná e em São Paulo, totalizando 168.348 Km².
No estado de São Paulo serão licitados cinco blocos, que abrangem cerca de 40 municípios, principalmente na região do Pontal do Paranapanema, no oeste do estado.
Edição: Fábio Massalli
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Parcelamentos especiais beneficiam apenas grandes devedores, diz subsecretário da Receita

Economia



Parcelamentos especiais beneficiam apenas grandes devedores, diz subsecretário da Receita
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Oct 10th 2013, 20:52

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os parcelamentos especiais aos contribuintes que têm dívidas com a União são ineficazes para lidar com os débitos, disse hoje (10) o subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal, Carlos Roberto Occaso. Segundo ele, as sucessivas renegociações beneficiam apenas os grandes devedores e provoca concorrência desleal com o contribuinte que paga as obrigações em dia.
O subsecretário ressaltou ainda que a reabertura do Refis da Crise não foi defendida pelo Fisco, e a criação de dois programas de parcelamento para grandes empresas foram incluídas pelo Congresso Nacional em uma medida provisória e transformada em lei. "Esses parcelamentos decorreram de iniciativas do Parlamento, que depois contaram com aval do Poder Executivo", declarou.
De acordo com Occaso, esse tipo de medida apenas reforça a dependência de grandes devedores em relação a programas de renegociação. "A gente reitera que os estudos técnicos feitos pela Receita demonstram que parcelamentos especiais não são eficazes para o equacionamento de passivos tributários. Muito pelo contrário. As empresas aderem, ficam um período no programa e são excluídas por inadimplência", disse.
O subsecretário destacou que a criação de parcelamentos especiais prejudica o contribuinte em dia com as obrigações fiscais. "Existe uma situação de concorrência desleal porque as empresas que aderem aos parcelamentos ficam em melhor situação que o contribuinte comum", criticou. "Não somos incoerentes no discurso. Os estudos da Receita apontam esse quadro, mas a decisão [sobre a adoção desses programas] leva em conta outras variáveis."
Originária da Medida Provisória 615 e sancionada ontem (9) pela presidenta Dilma Rousseff, a Lei 12.865 permite a reabertura do parcelamento especial de dívidas de qualquer contribuinte com a União, conhecido como Refis da Crise. A legislação também introduz dois parcelamentos para grandes empresas.
Um dos parcelamentos refere-se a instituições financeiras e seguradoras que deixaram de pagar o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre receitas financeiras e para todas as empresas que deixaram de pagar o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente na base de cálculo do PIS/Cofins. A outra negociação diz respeito a empresas que deixaram de pagar Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre lucros de empresas coligadas ou controladas no exterior.
De acordo com a Receita Federal, o potencial das dívidas que pode ser renegociado chega a R$ 679,9 bilhões. Desse total, R$ 580 bilhões referem-se ao Refis da Crise; R$ 24,9 bilhões, ao parcelamento de PIS e de Cofins; e R$ 75 bilhões, à renegociação do IR e da CSLL.


Edição: Carolina Pimentel
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Governo muda apuração de crédito tributário para cadeia da soja

Economia



Governo muda apuração de crédito tributário para cadeia da soja
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Oct 10th 2013, 19:23

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O governo alterou a concessão de crédito tributário para os produtos da cadeia da soja. Até agora, era concedido crédito de 50% sobre alíquota de 9,25% do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins), no momento da compra da soja bruta. Com as mudanças, o crédito será apurado no momento da venda de produtos da soja. Os percentuais serão diferentes conforme o produto. Para o óleo, por exemplo, será 27%. Posteriormente, o crédito pode ser usado para abater outros débitos. A mudança está na Lei n° 12.865, publicada hoje (10) no Diário Oficial da União.
A Lei n° 12.865, originária da Medida Provisória (MP) 615, sancionada ontem (9) pela presidenta Dilma Rousseff, também formalizou o auxílio já anunciado para produtores de cana-de-açúcar e usinas de etanol de regiões afetadas pela seca. O texto prevê subvenção de R$ 12 por tonelada de cana e de R$ 0,20 por litro de etanol. A ajuda já havia sido concedida aos produtores de cana em duas safras anteriores, a um valor de R$ 10 por tonelada. No caso do etanol, é a primeira vez que a subvenção é concedida.
O auxílio para os produtores de cana-de-açúcar é limitado a 10 mil toneladas por pessoa. De acordo com o secretário adjunto de Política Agrícola e Meio Ambiente da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, João Rabelo, a medida beneficia 12 mil produtores, abrangendo 12,3 milhões toneladas de cana, o equivalente a 22,7% da produção do Nordeste. No total, serão destinados R$ 148 milhões na concessão dos subsídios à cultura.
Para a subvenção ao etanol, a despesa será R$ 380 milhões, que atingirão a produção total de 1,8 bilhão de litros no Nordeste. Segundo João Rabelo, a estiagem que atingiu as lavouras de cana prejudicou a produtividade do etanol. O açúcar foi menos atingido. De acordo com ele, em alguns casos, a seca foi tão severa que será necessário o replantio de toda a lavoura.

Edição: Juliana Andrade
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Dívidas que podem ser renegociadas com a União somam R$ 679,9 bilhões

Economia



Dívidas que podem ser renegociadas com a União somam R$ 679,9 bilhões
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Oct 10th 2013, 19:49

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os novos parcelamentos especiais que constam da Lei 12.865, publicada hoje (10) no Diário Oficial da União, gerarão uma receita adicional de R$ 7 bilhões a R$ 12 bilhões até o fim do ano para os cofres federais. A estimativa foi feita pela Receita Federal, que considera o valor que os contribuintes terão de pagar para aderir à renegociação. O estoque das dívidas que pode ser negociado, no entanto, é bem maior e, segundo o próprio Fisco, está em R$ 679,9 bilhões.
De acordo com o subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal, Carlos Roberto Occaso, ainda não é possível estimar a arrecadação com os programas de renegociação em 2014 porque o valor dependerá da consolidação final dos débitos, que só ocorrerá em meados do próximo ano. Segundo ele, o Fisco editará, na próxima semana, as regulamentações dos três parcelamentos autorizados pela lei.
Originária da Medida Provisória 615 e sancionada ontem (9) pela presidenta Dilma Rousseff, a lei permite a reabertura do parcelamento especial de dívidas de qualquer contribuinte com a União, conhecido como Refis da Crise. A legislação também introduz dois parcelamentos para grandes empresas.
Um dos parcelamentos refere-se a instituições financeiras e seguradoras que deixaram de pagar o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre receitas financeiras e para todas as empresas que deixaram de pagar o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente na base de cálculo do PIS/Cofins. A outra negociação diz respeito a empresas que deixaram de pagar o Imposto de Renda (IR) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre lucros de empresas coligadas ou controladas no exterior.
Para o Refis da Crise, as pessoas físicas e jurídicas poderão aderir até 31 de dezembro e englobará todas as dívidas vencidas até 28 de novembro de 2008. A data de abertura do prazo, no entanto, ainda será definida pela regulamentação. Os contribuintes que aderiram ao Refis da Crise em 2009 só poderão renegociar débitos que não entraram no primeiro parcelamento. Segundo Occaso, pelo menos R$ 580 bilhões podem ser renegociados nessa modalidade.
No Refis da Crise, os contribuintes podem parcelar, em até 180 meses (15 anos), dívidas com a União vencidas até 28 de novembro de 2008 com desconto nas multas e nos juros. Quem pagar a dívida à vista terá abatimento de 100% nas multas e de 45% nos juros. Esse desconto também vale para quem fez o parcelamento ordinário, que permite o pagamento de dívidas com a União em até 60 meses, e aderir ao Refis da Crise. A redução diminui conforme o número de parcelas, chegando a 60% nas multas e 35% nos juros para quem optar pelo parcelamento em 180 vezes.
Os outros dois tipos de parcelamentos abrangem dívidas vencidas até 31 de dezembro de 2012. A adesão ocorrerá até 29 de novembro, mas a data de abertura da renegociação também será anunciada na próxima semana, quando sairá a regulamentação. Nessas duas modalidades, as empresas terão de desistir de contestar os débitos na Justiça para entrarem no parcelamento.
No parcelamento de PIS/Cofins, as empresas que pagarem a dívida à vista terão redução de 100% da multa de ofício, 80% da multa isolada e 45% dos juros. Quem pagar em 60 meses (cinco anos) precisará quitar 20% da dívida à vista e terá abatimento de 80% nas multas e 40% nos juros. Na renegociação de IR e CSLL, as multas e juros serão zerados para as empresas que pagarem à vista. Para os pagamentos em 120 meses (dez anos), a empresa terá de pagar 20% da dívida à vista para ter desconto de 80% nas multas e 40% nos juros.
Segundo Occaso, a maioria das empresas não tem de pagar PIS/Cofins sobre as receitas financeiras. O Fisco, no entanto, considera que as instituições financeiras têm de pagar 4,65% porque a receita, nesse caso, tem origem na própria atividade dessas empresas. No caso da inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS/Cofins, o subsecretário da Receita diz que existem divergências na Justiça sobre a questão. O passivo acumulado está em R$ 24,9 bilhões, mas cai para R$ 19,9 bilhões com as reduções de multa e juros.
Em março, o Supremo Tribunal Federal havia determinado a exclusão do ICMS do PIS e do Cofins das mercadorias importadas. A lei publicada hoje traz um artigo que retira o ICMS da base de cálculo para transações futuras, mas o benefício vale apenas para as mercadorias importadas.
Em relação ao IR e à CSLL sobre os lucros de empresas coligadas e controladas no exterior, o subsecretário informou que existe uma divergência porque as companhias consideram que os lucros auferidos no exterior não devem ser tributados pelas leis brasileiras. O passivo corresponde a R$ 75 bilhões. No entanto, caso todos os contribuintes paguem à vista e tenham desconto nas multas e nos juros, o montante cai para R$ 57 bilhões.


Edição: Carolina Pimentel
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Lobão apresenta estudo de zoneamento de óleo e gás

Economia



Lobão apresenta estudo de zoneamento de óleo e gás
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Oct 10th 2013, 18:51

Brasília- O ministro-chefe de Segurança Institucional, José Elito, e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, apresentam estudo sobre zoneamento nacional de óleo e gás natural. Trata-se de uma base de dados que mapeia zonas importantes para o desenvolvimento econômico do setor de petróleo e gás no paísBrasília - O ministro-chefe de Segurança Institucional, José Elito, e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, apresentam estudo sobre zoneamento nacional de óleo e gás natural. Trata-se de uma base de dados que mapeia zonas importantes para o desenvolvimento econômico do setor de petróleo e gás no paísBrasília - O ministro-chefe de Segurança Institucional, José Elito, e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, apresentam estudo sobre zoneamento nacional de óleo e gás natural. Trata-se de uma base de dados que mapeia zonas importantes para o desenvolvimento econômico do setor de petróleo e gás no paísBrasília - O secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis, Marco Antônio Martins, o ministro-chefe de Segurança Institucional, José Elito, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e o secretário-executivo do ministério, Márcio Zimermann, participam da apresentação de estudo sobre zoneamento nacional de óleo e gás natural. Trata-se de uma base de dados que mapeia zonas importantes para o desenvolvimento econômico do setor de petróleo e gás no paísBrasília- O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, apresenta estudo sobre zoneamento nacional de óleo e gás natural. Trata-se de uma base de dados que mapeia zonas importantes para o desenvolvimento econômico do setor de petróleo e gás no paísBrasília - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, apresentam estudo sobre zoneamento nacional de óleo e gás natural. Trata-se de uma base de dados que mapeia zonas importantes para o desenvolvimento econômico do setor de petróleo e gás no paísBrasília- O ministro-chefe de Segurança Institucional, José Elito, e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, apresentam estudo sobre zoneamento nacional de óleo e gás natural. Trata-se de uma base de dados que mapeia zonas importantes para o desenvolvimento econômico do setor de petróleo e gás no país



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Dólar cai 1,13% e fecha dia cotado a R$ 2,18 para venda

Economia



Dólar cai 1,13% e fecha dia cotado a R$ 2,18 para venda
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Oct 10th 2013, 19:11

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O dólar caiu 1,13% no pregão de hoje (10) e terminou o dia cotado a R$ 2,181 para venda, menor valor desde 18 de junho deste ano, quando a moeda norte-americana fechou o pregão em R$ 2,178.
Contribuíram para a queda do dólar a elevação da taxa básica de juros (Selic) para 9,5% ao ano, determinada ontem (9), e a consequente sinalização do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de que o processo de ajuste monetário deve continuar.
A decisão do Copom reforçou o mercado de câmbio, que adquiriu estabilidade desde que o BC iniciou os leilões diários de dólares, em 23 de agosto. Hoje, por exemplo, o BC vendeu todo o lote de 10 mil contratos de swap cambial (equivalente à venda futura de dólares), com vencimento em 5 de março de 2014, no valor de US$ 497,5 milhões.
Avanços nas negociações entre democratas e republicanos para acabar com o impasse fiscal nos Estados Unidos também animaram os investidores, que aplicaram tanto no dólar quanto no mercado de ações.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o pregão com valorização de 0,85%, aos 52.996 pontos, depois de fechar 822.140 negócios no valor de R$ 6,275 bilhões.
Edição: Nádia Franco
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Primeiro leilão do pré-sal poderá ter até quatro consórcios na disputa, prevê Lobão

Economia



Primeiro leilão do pré-sal poderá ter até quatro consórcios na disputa, prevê Lobão
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Oct 10th 2013, 17:12

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O leilão do Campo de Libra, o primeiro para a área do pré-sal, deverá ter entre dois e quatro consórcios. A previsão é do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. A licitação está prevista para o dia 21 de outubro. "A possibilidade de um processo efetivamente competitivo, com a presença de sete das 11 maiores empresas do mundo nos leva a esperar que esse primeiro leilão será um grande sucesso", disse Lobão.
A estimativa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgada recentemente, era de que até três consórcios entrassem na disputa. No total, 11 empresas se habilitaram para participar do leilão e nove depositaram garantias para a operação. A empresa vencedora será a que oferecer o maior percentual do petróleo excedente à União.
Lobão disse que a expectativa do governo também é grande com a 12ª Rodada de Licitação, marcada para novembro, que terá foco nas áreas com gás não convencional. "Para essa rodada, mantemos elevada expectativa".
A análise do ministro foi feita na tarde de hoje (10), durante a apresentação do estudo de Zoneamento Nacional de Recursos de Óleo e Gás, desenvolvido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), sob coordenação do Ministério de Minas e Energia e com o apoio da ANP. O documento mapeia as zonas de importância para o desenvolvimento do setor de petróleo e gás no país.
"O estudo vê em cada bacia sedimentar do país quais têm a maior probabilidade de petróleo e gás e orienta a política energética, mostrando a importância de cada uma das áreas", explicou o presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim. Segundo ele, o documento servirá como base para todo o planejamento na área de política e gás, como orientar licitações, implantações de refinarias, dutos e gasodutos.

Edição: Aécio Amado
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Ex-diretor da Petrobras diz que licitação do Campo de Libra é contra o interesse nacional

Economia



Ex-diretor da Petrobras diz que licitação do Campo de Libra é contra o interesse nacional
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Oct 10th 2013, 16:54

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O diretor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE/USP), Ildo Sauer, ex-diretor da Petrobras, espera que o Poder Judiciário ainda possa se manifestar para inviabilizar a licitação do Campo de Libra, primeira na área do pré-sal, programada para o próximo dia 21, no Rio de Janeiro. Para Sauer, esse é um ato "contra o interesse nacional".
"Sou totalmente contrário", disse o diretor do IEE/USP à Agência Brasil. "Quem disse que vai ser bom para o país é porque ou deve estar equivocado ou não sabe fazer contas". Sauer sublinhou que nenhum país do mundo que conseguiu identificar uma nova província petrolífera, ainda mais da importância de Libra, coloca em produção e efetua leilões sem primeiro pesquisar a fundo qual é o tamanho da reserva.
"Se é para mudar o país, você tem que saber quanto petróleo tem. Nenhum fazendeiro vende uma fazenda sem saber quantos bois têm", argumentou para sinalizar a necessidade que haja um controle estratégico sobre o ritmo de produção.
Sauer afiançou que o edital de Libra é um equívoco estratégico e contraria o interesse público. Ele salientou que todos os países exportadores controlam o ritmo de produção a partir de interesses de Estado "e não de contratos microeconomicamente outorgados". Para ele, o melhor regime para países que têm grandes recursos de petróleo é contratar uma empresa 100% estatal, como ocorre, por exemplo, com a Petróleos da Venezuela (PDVSA).
O diretor da IEE/USP não tem dúvidas que existem outras formas, que não o leilão, que permitem o controle do Estado nacional sobre o ritmo de produção. Ele sugeriu a contratação direta da Petrobras e avaliou que isso geraria mais benefícios para o Tesouro Nacional do que a partilha convencional no leilão. No caso da contratação da estatal, o contrato de partilha se assemelharia mais a um contrato de prestação de serviços, negociado diretamente com a Petrobras que, por sua vez, é controlada pelo governo.
Sauer considerou "assustadora" a opção do governo federal pelo Leilão de Libra e atribuiu a pressa em licitar a primeira área do pré-sal ao acordo firmado pelo governo brasileiro com os Estados Unidos, em março de 2011, durante a visita do presidente Barack Obama ao Brasil. O acordo visava a acelerar a produção dos recursos do pré-sal, "que é o que está sendo feito com Libra", para benefício mútuo dos dois países.
"Aos Estados Unidos interessa produzir mais petróleo o quanto antes e reduzir o preço. Para um país que pretende ser exportador, como é o caso do Brasil, interessa controlar o ritmo de produção e manter o preço elevado", insistiu. Por isso, Sauer reiterou que é "assustadora a euforia ingênua" que vê em diversas áreas em relação à licitação de Libra, "principalmente na Presidência da República e na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis [ANP], como se fossem agentes subalternos do interesse americano". A espionagem praticada por órgãos dos Estados Unidos em documentos estratégicos do Brasil está vinculada a isso, acredita.
Ildo Sauer sustentou que, atualmente, no mundo, todas as grandes reservas de petróleo estão nas mãos de empresas 100% estatais ou de Estados nacionais. "Somente uma fração está na mão das grandes multinacionais do passado, como a Exxon, a Shell, a EPP, a British Petroleum".
O petróleo está no centro de um embate estratégico e geopolítico, disse. De um lado, se encontram os Estados Unidos e a China, buscando acelerar a produção de petróleo de todos os tipos, inclusive o não convencional. Os Estados Unidos já ocupam a terceira posição no ranking dos maiores produtores globais, prestes a ultrapassar a Rússia e aproximando-se da Arábia Saudita.
De outro lado, está a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) que, em 2004/2005, conseguiu elevar os preços do petróleo, sustentando-os a partir daí em torno de US$ 100 o barril. Sauer informou que o custo de produzir direto, ou seja, a relação capital e trabalho, está em US$ 1 na Arábia Saudita e em cerca de US$ 15, no Brasil. Com o acréscimo de transferências obrigatórias, entre as quais impostos e royalties, o preço do produto chega a US$ 40 o barril.
"E tudo que o governo americano, em conjunto com a China e outros, está fazendo é buscar quebrar a coordenação da Opep que, junto com a Rússia, vem mantendo o preço elevado. Eles querem que o preço do petróleo volte a cair para algo como US$ 40 a US$ 50, próximo dos custos de produção". Essa estratégia, disse Sauer, objetiva fazer com que os benefícios do uso e produção do petróleo vão para quem o consome e não para quem o produz.
O diretor do IEE/USP disse que é preciso primeiro saber para que o Brasil quer o dinheiro do pré-sal. Se é para saúde pública, educação, entre outras áreas, para impedir a repetição de ciclos que se esgotaram, como o do ouro, do café e da borracha, e não deixaram mudanças concretas de qualidade de vida para a população.
Sauer assegurou que nenhum país do mundo, que está vinculado ao debate geopolítico e estratégico, renuncia ao controle sobre o ritmo de produção. Isso, apontou, é o que ocorrerá no contrato de partilha, que vai vigorar nos leilões do pré-sal. Segundo Sauer, esse regime "outorga um contrato que vai sendo resolvido de acordo com o ritmo de produção. Os investimentos serão feitos e o objetivo é o quanto antes converter petróleo em moeda". Na opinião do ex-diretor da Petrobras, o leilão de Libra é "a maior privatização da história brasileira".
A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, disse que o leilão do Campo de Libra, "será um sucesso", não só pelo tamanho das reservas, estimadas entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo, mas também pela absorção de investimentos pela indústria local.
Magda garantiu que a mudança do regime de concessão para o sistema de partilha não trará prejuízo para o país. A dirigente salientou que o regime de partilha já faz parte do portfólio de todas as grandes petroleiras globais.
Fábio Massalli
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Diretora-geral da ANP diz que regime de partilha é o melhor para exploração do pré-sal

Economia



Diretora-geral da ANP diz que regime de partilha é o melhor para exploração do pré-sal
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Oct 10th 2013, 16:21

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O leilão do Campo de Libra, primeiro do pré-sal, programado para o dia 21 deste mês, "será um sucesso", não só pelo tamanho das reservas, estimadas entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo, mas também pela absorção de investimentos pela indústria local, avaliou em entrevista à Agência Brasil a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard.
A mudança do regime de concessão para o sistema de partilha não trará prejuízo para o país, garantiu. A dirigente salientou que o regime de partilha já faz parte do portfólio de todas as grandes petroleiras globais. Isso inclui a Petrobras, "quando atua na Nigéria, em Angola". Por isso, afiançou que o contrato de partilha não é um desconhecido da indústria do petróleo. "Ao contrário, ele é alguma coisa comum na indústria do petróleo e, tanto quanto o contrato de concessão, as grandes petroleiras sabem lidar bem com ele".
Segundo a diretora-geral da ANP, o regime de concessão funcionou e ainda funciona bem no Brasil. "Mas, quando nós vamos para áreas de menor risco, como é o caso do pré-sal, e de alto potencial, ou seja, nós estamos em busca de jazidas gigantes, o regime de concessão acabaria dando para o Estado brasileiro uma participação aquém do desejado".
Tomando como exemplo o Campo de Marlim, na Bacia de Campos, que foi o que mais produziu até hoje no Brasil, em águas profundas, Magda assegurou que a exploração da área não tem sequer 60% de participação governamental. "Algumas vezes, fica quase lá, outras retrocede um pouquinho, dependendo do preço do petróleo".
De acordo com o edital, cada consórcio pode ter, no máximo, cinco empresas, mas a diretora-geral estimou que as 11 companhias que manifestaram interesse no leilão podem se associar de diversas maneiras. Magda lembrou que as empresas participantes são de grande porte mundial. "Se nós olharmos o ranking das empresas que terminaram 2012 com maior valor de mercado, na primeira dúzia, sete estão participando da nossa licitação. Nós só podemos ficar felizes".
A diretora-geral da ANP acredita que a indústria e, em especial, a engenharia nacional, estão preparadas para enfrentar os desafios do pré-sal. Ela explicou que, se houver demanda, a indústria vai se habilitar a fornecer. "Não podemos ficar esperando que a indústria forneça o bem, porque o serviço virá sempre a reboque da encomenda, e não vice-versa, já que não é um produto de prateleira", argumentou.
Magda acrescentou que, em 1998, quando a ANP assinou os primeiros contratos de concessão, o investimento em pesquisa e desenvolvimento era bastante reduzido. Ao longo dos últimos dez anos, foram investidos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) US$ 13,5 bilhões. Ela prevê que, para os próximos dez anos, mais US$ 15 bilhões devem ser investidos no setor, dando uma nova dimensão ao país em P&D.
O mesmo ocorre em relação ao desenvolvimento da indústria local. Magda citou o exemplo da indústria naval, que vem experimentando uma retomada na última década, após um grande período de estagnação. "É o ressurgimento da indústria naval. Hoje, nós temos estaleiros trabalhando para a indústria do petróleo, desde o Nordeste até o Sul do país. É um resultado palpável de inserção tecnológica, de aumento de capacitação, de fornecimento de bens brasileiros".
Falando também à TV Brasil, Magda Chambriard admitiu que, após a licitação de Libra, a primeira coisa que vai mudar é que as empresas vão ter confiança de que o pré-sal "é uma coisa de grande porte, uma coisa alavancadora de desenvolvimento, capaz de uma inserção de tecnologia e de agregação de bens e serviços gigantesca".
Ela informou que, tanto nos contratos de concessão como de partilha, está previsto que 1% do faturamento bruto dos grandes campos de petróleo e gás deve ser investido em pesquisa e desenvolvimento nas universidades e centros de pesquisa brasileiros, em prol da sociedade do Brasil.
"Se eu imaginar que Libra será uma área que poderá ter um pico de produção superior a 1 milhão de barris por dia, eu consigo imaginar o montante de investimento que poderá advir em pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, fruto desse desenvolvimento", destacou.
Edição: Davi Oliveira
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Região Centro-Sul moeu 440,44 milhões de toneladas de cana-de-açúcar

Economia



Região Centro-Sul moeu 440,44 milhões de toneladas de cana-de-açúcar
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Oct 10th 2013, 16:17

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A quantidade de cana-de-açúcar moída pelas unidades produtoras da região Centro-Sul do país no acumulado do ano (desde o início da safra, em abril, até 1º de outubro) atingiu 440,44 milhões de toneladas, uma alta de 15,4% em comparação à safra anterior. No entanto, o montante é menor que as 444,88 milhões de toneladas moídas em igual período da safra 2010/2011.
O resultado foi alcançado mesmo com condições meteorológicas adversas registradas em setembro. O índice de precipitação pluviométrica em tradicionais regiões canavieiras atingiu níveis mais elevados na última quinzena do mês. Em Piracicaba (SP), por exemplo, o índice totalizou 27,20 milímetros na segunda metade do mês, ante 3,80 milímetros nos primeiros 15 dias.
"As máquinas que fazem a colheita não conseguem adentrar nos canaviais com o solo muito úmido, o que comprometeu o ritmo de moagem", disse, em nota, o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Antonio de Padua Rodrigues.
No acumulado de 2013, a produção de açúcar cresceu 5,03% comparativamente a igual período da safra anterior, totalizando 25,21 milhões de toneladas contra 24,01 milhões de toneladas em 2012. A produção de etanol somou 18,83 bilhões de litros – 8,07 bilhões de litros de etanol anidro e 10,76 bilhões de litros de etanol hidratado –, um aumento de 24,48% relativamente ao mesmo período da safra anterior.
As vendas de etanol somaram 13,23 bilhões de litros (7,28 bilhões de litros de etanol hidratado e 5,95 bilhões de litros de etanol anidro), contra 10,72 bilhões comparativamente ao mesmo período da safra passada. Deste volume total em 2013, 11,27 bilhões de litros destinaram-se ao mercado doméstico e 1,96 bilhão de litros à exportação.
Fábio Massalli
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Agronegócio tem superávit comercial de US$ 7,59 bilhões em setembro

Economia



Agronegócio tem superávit comercial de US$ 7,59 bilhões em setembro
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Oct 10th 2013, 15:54

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A balança comercial do agronegócio teve superávit (exportações maiores que importações) de US$ 7,59 bilhões em setembro. O saldo positivo é 3,1% superior ao do mesmo mês de 2012. Foram registrados US$ 8,96 bilhões em exportações e US$ 1,38 bilhão em importações no mês. O complexo soja (óleo, farelo e grão) voltou a liderar as vendas externas. No período de janeiro a setembro, a balança do setor agrícola acumula saldo positivo de US$ 65,33 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Os produtos da soja faturaram US$ 2,74 bilhões, o equivalente a 30,6% do total exportado pelo setor agrícola no mês. A soja em grão, forma bruta da commodity, foi a que mais teve destaque, com US$ 1,85 bilhão em vendas. Com relação a setembro de 2012, houve crescimento de 55,3% no volume financeiro exportado de produtos do complexo soja. A alta fica atrás somente da verificada no setor de bebidas, que, apesar de deficitário, registrou exportações 88,1% superiores às do ano passado.
As carnes e o complexo sucroalcooleiro ocuparam o segundo e o terceiro lugares no ranking dos produtos que lideraram as vendas externas, repetindo cenário verificado em meses anteriores. O primeiro exportou US$ 1,38 bilhão em setembro, o equivalente a 18,1% do total arrecadado, e teve leve crescimento de 0,7% ante as vendas do mesmo mês de 2012. O segundo vendeu US$ 1,24 bilhão, ou 16,3% do total comercializado, mas registrou recuo de 26,4% nas vendas em relação a setembro do ano passado.
Tanto em setembro como no acumulado do ano, os destinos principais das vendas do setor agrícola brasileiro foram a China, os Países Baixos e os Estados Unidos.
Edição: Juliana Andrade
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Exportação de carne suína deve fechar ano abaixo da meta estipulada pelo setor

Economia



Exportação de carne suína deve fechar ano abaixo da meta estipulada pelo setor
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Oct 10th 2013, 15:53

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A exportação de carne suína no Brasil deverá ficar abaixo da meta deste ano, informou hoje (10) a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). Segundo a Abipecs, de janeiro a setembro, as vendas externas somaram 389.289 toneladas e, nos próximos três meses, deverão ser exportadas mais 150 mil toneladas, total que, somado ao volume obtido até setembro, ainda fica distante da meta de 600 mil toneladas estimada pelo setor para este ano.
"A meta de 600 mil toneladas neste ano fica mais difícil de ser atingida, considerando-se que a estimativa de exportação mensal, nos próximos três meses, é, em média, 50 mil toneladas [por mês]", disse o presidente da Abipecs, Rui Eduardo Saldanha Vargas.
Nos primeiros setes meses do ano, houve queda de 9,09% nas exportações de carne suína em comparação com o mesmo período do ano anterior. A receita somou US$ 1,013 bilhão, o que representou queda de 6,88% na mesma base de comparação ao ano passado.
Em setembro, as exportações somaram 45.996 toneladas, com US$ 123,65 milhões de receita. Isso significou queda de 23,90% em volume e de 21,56% de receita em relação ao mesmo mês de 2012. "Os números refletiram o cenário do momento em relação à redução dos abates, que já ocorre há dois meses, a reação dos preços, o consumo interno e as dificuldades de logística nos portos durante uma semana, em setembro. Esse conjunto de fatores determinou a queda das exportações no mês", disse o presidente da Abipecs.
Vargas ressaltou, porém, que não se deve desconsiderar que setembro é o mês da negociação de preços e volumes para os principais mercados do Brasil, especialmente para as vendas do final do ano.
A Rússia, com participação de 26,87% no ano, mantém-se como principal mercado para a carne suína brasileira. Já as vendas para a Ucrânia tiveram a maior queda no ano para o setor (-45,13% em volume), devida, principalmente, a um embargo temporário (de março a junho) ao produto brasileiro.
Na época, o governo ucraniano alegou que foi detectada a presença da bactéria listéria (Listeria monocytogenes) em diversos contêineres enviados pelo Brasil, mas o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento comprovou que não houve contaminação.
Edição: Nádia Franco
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Anfavea apresenta proposta para reindustrializar setor de máquinas autopropulsoras

Economia



Anfavea apresenta proposta para reindustrializar setor de máquinas autopropulsoras
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Oct 10th 2013, 15:09

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apresentou hoje (10) ao governo uma proposta para estimular o setor de máquinas autopropulsoras (tratores agrícolas e de esteira, rolos compactadores e máquinas de terraplenagem).
A proposta entregue ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, prevê a criação do Programa Inovar-Máquinas Autopropulsadas, para reindustrializar o setor, que, segundo o presidente da Anfavea, Luiz Moan, "tem tido forte concorrência dos produtos importados". Moan explicou que a iniciativa visa ainda a aumentar a capacidade produtiva do setor, com incentivos para aquisição de autopeças e bens de capital (máquinas usadas na produção) no Brasil.
Moan informou que a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) deve participar do programa, com máquinas como semeadeiras. "A ideia é quanto mais autopeças e bens de capital forem adquiridos no Brasil, para ampliação da capacidade produtiva e modernização das fábricas, mais se obtenha crédito para compensar o pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Na próxima semana, um grupo de técnicos da Anfavea deverá ser reunir com representantes do governo para discutir detalhes da iniciativa, incluindo o montante de renúncia fiscal que a proposta poderá acarretar.
"O que nós entregamos ao ministro Fernando Pimentel foram os conceitos. Na próxima semana, haverá reuniões técnicas para detalhar a proposta. A contrapartida oferecida pela Anfavea é o aumento dos investimentos, da produção nacional e da aquisição de bens de capital", disse Moan. "Seria obrigação nossa adquirir mais peças e máquinas aqui no Brasil", acrescentou o presidente da Anfavea, que não soube antecipar valores. Ele disse que a proposta pode ser concluída em duas a três semanas.
Segundo Moan, a proposta é parecida com a do Inovar-Auto (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores). A diferença é que são parques fabris independentes, explicou. "Dificilmente, tem-se uma indústria de autopeças que é fornecedora dos fabricantes de automóveis e de máquinas agrícolas e rodoviárias", destacou.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Inovar-Auto foi lançado no ano passado com o objetivo de criar condições de competitividade e incentivar as empresas a fabricar carros mais econômicos e mais seguros, investir na cadeia de fornecedores e em engenharia, tecnologia industrial básica, pesquisa e desenvolvimento e capacitação de fornecedores.
O setor de máquinas autopropulsadas, informou Luiz Moan, fatura cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) brasileiro. Nos últimos dois anos, os investimentos totalizaram US$ 630 milhões. Ele disse que a expectativa da Anfavea é que o programa seja lançado ainda neste ano.
Moan ressaltou que os empregos estão estáveis no setor automotivo e que os postos de trabalho cresceram significativamente em relação a 2012, 2011 e 2010 – a tendência é produzir 12% neste ano mais do que em 2012.
A Anfavea informou ainda que pretende apresentar ao governo, em duas semanas, uma proposta de novas tecnologias para caminhões e ônibus, para torná-los mais econômicos eficientes.
Edição: Nádia Franco
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Faturamento de cartões de crédito cresceu 16,3% no ano passado

Economia



Faturamento de cartões de crédito cresceu 16,3% no ano passado
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Oct 10th 2013, 15:25

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O faturamento do mercado de cartões de crédito e débito atingiu R$ 468,4 bilhões e R$ 237,4 bilhões, respectivamente, no ano passado, com expansões de 16,3% e de 21,2% em relação a 2011.
De acordo com relatório divulgado hoje (10) pelo Banco Central (BC), no segmento de cartões de crédito, foram feitas 4,5 bilhões de operações, ou 16,6% a mais que em 2011, com predominância da bandeira Visa, responsável por 50,5% das transações, enquanto a MasterCard movimentou 41,7% do mercado. Os demais cartões movimentaram 7,8%.
Quanto aos cartões de débito, foram feitas 4,1 bilhões de operações, com evolução de 17,7%. Do total, a bandeira Visa Electron movimentou 54%, a Maestro, 42,7% e as demais bandeiras, 3,3%.
A estatística do Banco Central mostra queda de 9,5% no uso de cheques, comparado ao ano anterior, enquanto as operações de débito direto e de transferência de crédito, diretamente nos terminais de autoatendimento bancário, aumentaram 5,4% e 6,7%, respectivamente.
O BC acrescenta que, no ano passado, prevaleceu o atendimento pela internet, que respondeu por 37,4% das operações, o que representa crescimento de 8,6% em relação a 2011. A quantidade de transações por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets) ainda é pequena – 2,3% do total – mas houve crescimento de 334,7% no ano passado.
De acordo com o relatório do BC, a movimentação em agências e postos de atendimento bancário manteve-se estável na comparação com o ano anterior. A quantidade de terminais de autoatendimento, casas lotéricas e rede de correspondentes bancários também manteve-se praticamente inalterada.
Edição: Nádia Franco
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Ministro e presidente do Sebrae defendem novos critérios de acesso ao Simples Nacional

Economia



Ministro e presidente do Sebrae defendem novos critérios de acesso ao Simples Nacional
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Oct 10th 2013, 14:54

Ivan Richard

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, e o diretor-presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Luiz Eduardo Barretto, defenderam hoje (10), em audiência pública na Câmara, novos critérios para acesso ao Simples Nacional. Em debate sobre alterações no Estatuto das Micro e Pequenas Empresas, Afif frisou que a adesão de mais empresas ao regime diferenciado de tributação vai aumentar a arrecadação.
"Quando você facilita e põe muito mais gente pagando menos, você arrecada mais. Esse é o convencimento que vamos promover", disse o ministro. Atualmente, apenas algumas categorias podem aderir ao regime diferenciado.
O diretor-presidente do Sebrae sugeriu a aplicação do critério único da receita para adesão ao programa. "O Simples avançou, mas queremos muito mais", disse. Barretto propôs ainda que a Receita Federal crie um mecanismo de transição para que as empresas deixem o Simples Nacional.
"Precisamos convencer a Receita de que ela ganhará mais com algum nível de regime de transição que possa, em vez de penalizar quem cresce, estimular essas empresas a crescer. O empresário tem que gastar sua energia no seu negócio e não nas outras questões", destacou.
Para o presidente da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, deputado Guilherme Campos (PSD-SP), o país precisa reduzir a burocracia e estimular o empreendedorismo. "Todo mundo quer trabalhar, crescer, com o mínimo de perda de tempo com burocracia, para gerar riqueza. O brasileiro é um povo empreendedor e temos a responsabilidade de tornar esse sonho verdadeiro", disse.

Edição: Juliana Andrade
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Lobão diz que aumento da gasolina não está decidido

Economia



Lobão diz que aumento da gasolina não está decidido
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Oct 10th 2013, 15:32

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje (10) novamente que o governo não definiu se haverá reajuste no preço da gasolina neste ano. "Não sei nem se terá", respondeu o ministro a jornalistas, ao ser perguntado se o aumento poderia ser de 6%, para completar o percentual solicitado pela Petrobras.
No início do ano, o governo autorizou aumento de 6,6% da gasolina nas refinarias, para alinhar o preço do combustível ao mercado internacional. O reajuste solicitado pela Petrobras foi 13% para todo o ano.
Há duas semanas, Lobão disse que o assunto está sendo discutido pelo Conselho de Administração da Petrobras, presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele sinalizou que o combustível poderá ter novo aumento até o fim do ano.


Edição: Beto Coura

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Representantes de 140 países assinam convenção para reduzir emissões de mercúrio

Economia



Representantes de 140 países assinam convenção para reduzir emissões de mercúrio
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Oct 10th 2013, 13:27

Pedro Peduzzi*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Representantes de cerca de 140 países assinaram hoje (10) no Japão uma convenção sobre o uso e as emissões de mercúrio. A Convenção Minamata adotou esse nome em homenagem à cidade japonesa vítima do pior envenenamento já registrado pelo metal tóxico. O tratado foi assinado em reunião organizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em Kumamoto, cidade localizada nas proximidades de Minamata.
O acordo, que já está aberto para ratificação dos Estados-Membros, pretende reduzir os níveis mundiais de emissões de mercúrio, bem como a produção e a utilização do metal, principalmente em processos industriais. Quanto for ratificado por 50 Estados, o tratado entra em vigor. A previsão, segundo os organizadores da conferência em que o documento foi assinado, é que isso deverá ocorrer em três ou quatro anos.
"É preciso que muitos países em desenvolvimento ratifiquem esse tratado para que entre em vigor o mais cedo possível", disse o ministro japonês do Ambiente, Nobuteru Ishihara.
O mercúrio é um metal pesado muito tóxico para os seres vivos. Uma exposição muito forte a ele enfraquece o sistema imunológico e pode causar problemas como perturbações psicológicas ou digestivas, perda de dentes, e problemas cardiovasculares ou respiratórios.
A convenção prevê que, em 2020, produtos com mercúrio, como os termômetros, tenham desaparecido, e dá prazo de 15 anos para que os Estados Unidos deixem de usar mercúrio nas atividades mineiras.
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (Pnuma), a quantidade de mercúrio presente nos primeiros 100 metros de profundidade dos oceanos, provenientes das emissões ligadas à atividade, duplicou nos últimos 100 anos. A concentração nas águas mais profundas aumentou 25%.
*Com informações da Agência Lusa // Edição: Juliana Andade



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Juros para pessoas físicas registram mais uma alta, segundo Anefac

Economia



Juros para pessoas físicas registram mais uma alta, segundo Anefac
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Oct 10th 2013, 11:15

Fernanda Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – As taxas das operações de crédito subiram no mês de setembro, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Para pessoa física, houve crescimento de 0,02 ponto percentual na taxa de juros, em relação a agosto deste ano. No mês de setembro, a taxa ficou em 5,53%, enquanto em agosto foi 5,51%.
Essa é a quinta alta registrada no ano pela pesquisa da Anefac. Na pesquisa anterior, a taxa de juros média para pessoa física no mês de agosto representou elevação de 0,03 ponto percentual em relação a julho, que havia tido média de 5,48%. A taxa de juros média geral para pessoa jurídica também apresentou elevação de 0,02 ponto percentual no mês de setembro, na comparação com agosto. A taxa ficou em 3,18% no mês passado, enquanto agosto registrou 3,16%.
Das seis linhas de crédito para pessoa física pesquisadas, apenas uma se manteve estável, a do rotativo do cartão de crédito, e o restante apresentou alta. No caso dos juros do comércio, houve elevação de 0,73%, passando de 4,11% ao mês (62,15% ao ano) em agosto, para 4,14% ao mês (62,71% ao ano) em setembro. O cheque especial teve elevação de 0,26%, passando de 7,81% ao mês (146,55% ao ano) em agosto, para 7,83% ao mês (147,1% ao ano) em setembro.
O crédito direto ao consumidor (CDC) obtido nos bancos e em financiamentos sobre a compra de automóveis registrou alta de 1,86%, passando de 1,61% ao mês (21,13% ao ano) em agosto, para 1,64% ao mês (21,56% ao ano) em setembro. Empréstimo pessoal em bancos teve alta de 0,65%, passando de 3,1% ao mês (44,25% ao ano) em agosto, para 3,12% ao mês (44,58% ao ano) no mês passado. O empréstimo pessoal em financeiras registrou alta de 0,57%, passando a taxa de juros de 7,03% ao mês (125,98% ao ano) em agosto, para 7,07% ao mês (126,99% ao ano) em setembro.
Todas as linhas de crédito para pessoa jurídica tiveram a mesma elevação, de 0,02 ponto percentual. O capital de giro apresentou alta de 1,3%, passando da taxa de 1,54% ao mês (20,13% ao ano) em agosto, para 1,56% ao mês (20,41% ao ano) em setembro. O desconto de duplicatas teve alta de 0,89%, passando de 2,24% ao mês (30,45% ao ano) em agosto, para 2,26% ao mês (30,76% ao ano) em setembro. A conta garantida apresentou alta de 0,35%, passando de 5,69% ao mês (94,27% ao ano) em agosto, para 5,71% ao mês (94,71% ao ano) no mês passado.
Edição: Davi Oliveira
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Preço de ração e seca reduziram rebanho nacional em 2012

Economia



Preço de ração e seca reduziram rebanho nacional em 2012
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Oct 10th 2013, 10:07

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O aumento do preço de insumos, como milho e soja, que afetou a produção de ração animal, e a forte seca que assolou o país, em especial as regiões Norte e Nordeste, prejudicaram o desenvolvimento da pecuária nacional no ano passado. É o que revela a pesquisa Produção da Pecuária Municipal (PPM), divulgada hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Houve queda em praticamente todos os portes de rebanhos brasileiros. Os asininos e os muares apresentaram as maiores reduções (7,4% e 3,8%, respectivamente) entre os de grande porte. A menor queda nesse segmento ocorreu entre os bovinos de corte e de leite (-0,7%), que são "o grande personagem da pecuária nacional", conforme destacou o engenheiro agrônomo Otávio Oliveira, gerente de Pecuária do IBGE e responsável pela pesquisa.
Já nos rebanhos de médio porte, as maiores quedas foram observadas em caprinos (-7,9%) e ovinos (-5%), enquanto a menor redução (-1,3%) foi vista no efetivo de suínos. Entre os rebanhos de menor porte, coelhos tiveram a maior queda (-12,4%). O efetivo de galinhas caiu 1,4% e o de galos, frangas, frangos e pintos experimentou redução de 1,9%. "A conjuntura não favoreceu as atividades, de maneira geral", comentou o pesquisador, em entrevista à Agência Brasil, .
A exceção foi o efetivo de codornas, que mostrou expansão de 5,6%, estando concentrado, principalmente, em São Paulo, que responde por 51,1% do total. A valorização de 27% no preço dos ovos de codorna tornou a atividade mais atrativa. Em consequência, a produção cresceu 9,4%. "O preço médio do ovo de codorna subiu bastante, tornou a atividade mais atraente e houve a resposta dos produtores, aumentando o plantel", disse Oliveira.
O engenheiro disse que a variação de queda foi menor entre os bovinos, porque os fatores que influenciaram a pecuária geral, em 2012, afetam menos os animais de grande porte que estão mais concentrados no Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país, regiões nas quais as pastagens sofreram menos. O efetivo de bovinos somou, em dezembro do ano passado, 211,279 milhões de cabeças, levando o Brasil a ocupar o segundo lugar no ranking mundial, atrás da Índia, cuja criação de mais de 200 milhões de bois e búfalos, diferentemente da brasileira, não tem fins comerciais.
Por regiões, a Norte foi a única a apresentar aumento do plantel bovino (1,3%), puxado pelos desempenhos do Pará, com expansão de 1,9%, Acre (3,3%) e Tocantins (0,7%). As maiores variações relativas foram observadas, porém, no Amapá (12%) e em Roraima (5,4%), mas esses estados têm pouca representatividade nacional, segundo a pesquisa. A maior queda do efetivo de bovinos foi registrada no Nordeste (-4,5%), com destaque para as retrações de 28,6%, 24,2% e 18,1%, apuradas, respectivamente, na Paraíba, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte.
Os maiores efetivos de bovinos foram encontrados, em 2012, nos estados de Mato Grosso (13,6%), Minas Gerais (11,3%), Goiás (10,4%), Mato Grosso do Sul (10,2%) e do Pará (8,8%). Em conjunto, essas participações representaram 54,4% do efetivo nacional, no ano passado. Em termos de municípios, a liderança foi exercida por São Félix do Xingu, no Pará; Corumbá e Ribas do Rio Pardo, ambos no Mato Grosso do Sul.
As principais criações do país, depois de bovinos, tanto em termos de valor econômico como de produção, são as de aves e de suínos. Otávio Oliveira destacou, porém, que a PPM não levanta o valor de produção, mas a quantidade de animais existentes em 31 de dezembro de 2012. A pesquisa revela que o efetivo de galináceos alcançou 1,245 bilhão de cabeças no ano passado, com redução de 1,8% em relação a 2011. A Região Sul concentrava 49,5% do total nacional de aves.
Já o rebanho de suínos somou 38,796 milhões de cabeças em 2012, mostrando queda de 1,3% no número de animais alojados, comparativamente ao ano anterior. O Brasil ocupou a quinta posição entre os maiores produtores mundiais de carne de suínos e apresentou o quarto maior efetivo dessa espécie animal. Novamente, o Sul deteve a maior participação nacional (49,5%), com destaque para Santa Catarina, com 19,3%.
Apenas duas regiões mostraram aumento do efetivo de suínos. No Sudeste, o crescimento foi 1,5% e, no Sul, 0,6%. A maior queda no rebanho foi observada na Região Centro-Oeste (-7,8%).
Edição: Davi Oliveira
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IBGE: seca faz produção nacional de mel cair 19% em 2012

Economia



IBGE: seca faz produção nacional de mel cair 19% em 2012
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-10/ibge-seca-faz-producao-nacional-de-mel-cair-19-em-2012
Oct 10th 2013, 10:08

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A produção brasileira de mel de abelha caiu 19,3%, no ano passado, em decorrência da seca que atingiu principalmente o Nordeste do país, de acordo com a pesquisa Produção da Pecuária Municipal (PPM), divulgada hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa foi a maior queda observada nos produtos de origem animal analisados pelo órgão.
"Com a seca, não teve muita floração. Muitas flores não vingaram, secaram, e houve mortandade de abelhas, especialmente no Nordeste. No Piauí, houve problema até de sumir enxames em alguns municípios. Faltou a floração. A produção de mel no Brasil sofreu bastante, no ano passado", disse à Agência Brasil o gerente de Pecuária do IBGE, Otávio Oliveira, responsável pela pesquisa. A produção de casulo de bicho-da-seda também registrou retração, de 15,2%.
A pesquisa constatou que houve aumento de 9,4% na produção de ovos de codorna, além de expansão na produção de ovos de galinha (2,3%), lã (1,6%) e leite (0,6%). Em relação ao preço desses produtos, os aumentos mais significantes foram observados em ovos de codorna (27,2%), ovos de galinha (17,4%), leite (9,9%), lã (9,3%) e casulo do bicho-da-seda (2,9%). No caso do mel de abelha, a produção foi 3,6% menor.
Além disso, de acordo com o levantamento, foram abatidas no ano passado 31,118 milhões de cabeças de bovinos, enquanto a produção de carne sob inspeção sanitária alcançou 7,351 milhões de toneladas. A taxa de abate de bovinos chegou a 14,7%. O Brasil é o segundo produtor mundial de carne bovina, depois dos Estados Unidos.
Assim, as raças bovinas criadas no Brasil têm maior aptidão para a produção de carne do que de leite. De acordo com o último levantamento, dois terços do rebanho são para corte e apenas um terço é voltado à produção leiteira. Além disso, observou-se que a atividade leiteira é muito pulverizada e envolve desde o pequeno produtor, com pouco capital, até os grandes pecuaristas.
"Quando a gente analisa o Brasil, praticamente vê leite em todos os estados e em quase todos os municípios com área rural. Mas, a produtividade, o nível de tecnologia, são muito variados. E a grande massa não tem ainda emprego intenso de tecnologia", explicou.
Entre os itens de origem animal, o leite foi o que atingiu a maior produtividade em 2012 (32,304 bilhões de litros), o que corresponde a R$ 26,797 bilhões. De acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o Brasil ocupa a sexta colocação entre os maiores produtores mundiais de leite, atrás da União Europeia, Índia, dos Estados Unidos, da China e da Rússia.
O pesquisador do IBGE disse que, embora o ritmo de crescimento da produção leiteira tenha sido menor em 2012, com destaque para o Nordeste – cuja queda atingiu 14,8%, puxada pela Paraíba (-39,9%) e Pernambuco (-36,1%) –, o percentual ainda teve alta. O número passou de 1.382 litros por vaca por ano, em 2011, para 1.417 litros por animal em 2012 – ganho de 2,5%. O ritmo médio de crescimento da produção leiteira era em torno de 5%, ao ano e, em 2012, caiu para 0,6%. "A taxa de crescimento deu uma reversão desde 2010. O crescimento vem diminuindo, mas a produtividade média tem aumentado", explicou Oliveira.
A Região Sudeste concentrou 35,9% da produção nacional de leite no ano passado, com Minas Gerais liderando o ranking de estados (27,6% de participação). Por municípios, Araras, em São Paulo, e Castro, no Paraná, apresentaram as maiores produtividades, com 9 mil litros de leite por vaca por ano e 7.510 litros por animal, respectivamente.
Edição: Talita Cavalcante
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Emprego na indústria recua pela quarta vez consecutiva, com queda de 0,6% em agosto

Economia



Emprego na indústria recua pela quarta vez consecutiva, com queda de 0,6% em agosto
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Oct 10th 2013, 10:00

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O número de empregados na indústria caiu 0,6% entre julho e agosto deste ano. É a quarta queda consecutiva do emprego industrial, segundo dados divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes). Houve também reduções na folha de pagamento real, de 2,5%, e no número de horas pagas, de 0,7%.
Na comparação com agosto de 2012, o emprego caiu 1,3%, com recuos em 13 dos 14 locais pesquisados e destaque para a Região Nordeste (-4,9%). Entre os 18 setores pesquisados, 13 tiveram queda. Os principais impactos foram observados nos setores de de produtos de metal (-4,6%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-4,3%), calçados e couro (-4,7%), máquinas e equipamentos (-2,9%) e produtos têxteis (-4,4%).
Nesse tipo de comparação, também foram observadas quedas na folha de pagamento (-0,2%) e no número de horas pagas (-1,4%). No acumulado do ano, foram observados recuos no empregos (-0,8%) e no número de horas pagas (-0,9%), mas avanço na folha de pagamento (2,4%). Comportamento semelhante teve o período acumulado de 12 meses, com quedas no emprego (-1%) e no número de horas pagas (-1,1%) e alta na folha de pagamento (3,7%).
Edição: Graça Adjuto
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Inadimplência do consumidor registra queda de 2,8% em setembro, aponta Serasa

Economia



Inadimplência do consumidor registra queda de 2,8% em setembro, aponta Serasa
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-10/inadimplencia-do-consumidor-registra-queda-de-28-em-setembro-aponta-serasa
Oct 10th 2013, 09:25

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A inadimplência do consumidor caiu 2,8% em setembro na comparação com o mês anterior, aponta levantamento divulgado hoje (10) pela empresa de consultoria Serasa Experian. Essa é a quarta queda mensal consecutiva. Em relação a setembro do ano passado, a queda é maior, com taxa de 10,8%. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, no entanto, o indicador apresenta leve alta de 0,7%.
Os economistas da Serasa avaliam que o resultado é decorrente das baixas taxas de desemprego, do recuo da inflação e de uma atitude mais cautelosa dos consumidores para contratação de novas operações de crédito.
A maior queda ocorreu nos títulos protestados, com variação negativa de 20%. O item, no entanto, contribuiu apenas 0,3 ponto percentual para o decréscimo do indicador. As maiores contribuições foram das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços) e da inadimplência com os bancos, com taxas de -2,6% e -2,9%, respectivamente. Os cheques sem fundos, por sua vez, não apresentaram variação em setembro.
O valor médio dos títulos protestados tiveram queda de 5,2% de janeiro a setembro, na comparação com o ano anterior, passando de R$ 1.458,58 para R$ 1.382,66. As dívidas não bancárias também caíram 4,6% no mesmo período (de R$ 330,81 para R$ 315,70). Os valores das dívidas com cheques (R$ 1.642,30) e com bancos (R$ 1.330,14), por outro lado, apresentaram alta de 9,2% e 2,4%, respectivamente.
Edição: Davi Oliveira
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IGP-M sinaliza recuo e registra inflação de 0,86% na primeira prévia de outubro

Economia



IGP-M sinaliza recuo e registra inflação de 0,86% na primeira prévia de outubro
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Oct 10th 2013, 08:35

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A primeira prévia de outubro do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 0,85%. Na prévia de setembro, a taxa havia sido 1,02%. O indicador acumula taxas de 4,57% no ano e 5,26% no período de 12 meses, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
A queda da prévia de outubro foi provocada por recuo na inflação dos preços no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo passou de 1,42% em setembro para 1,14% em outubro. Já os índices Nacional do Custo da Construção e de Preços ao Consumidor registraram alta.
O Índice de Preços ao Consumidor subiu de 0,2% para 0,25% no período, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,33% para 0,35%. A primeira prévia de outubro do IGP-M de outubro foi calculada com base em preços coletados entre os dias 21 e 30 de setembro.
Edição: Talita Cavalcante
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Inflação para consumidores com renda até 2,5 salários mínimos registra alta

Economia



Inflação para consumidores com renda até 2,5 salários mínimos registra alta
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Oct 10th 2013, 08:22

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação de preços da cesta de produtos para consumidores com renda até 2,5 salários mínimos, registrou inflação de 0,16% em setembro. A taxa é superior à observada em agosto, que havia sido 0,06%.
Apesar da alta, o IPC-C1 variou abaixo da média do Índice de Preços ao Consumidor (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda e que fechou setembro em 0,3%. O IPC-C1 acumula taxas de 2,69% no ano e 4,82% nos últimos 12 meses.
Em setembro, três das oito classes de despesa apresentaram aumento da inflação: habitação (ao passar de 0,23% em agosto para 0,53% em setembro), vestuário (de 0,42% para 0,90%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,19% para 0,33%). O grupo de despesas alimentação apresentou aumento da taxa, mas continuou registrando deflação (queda de preços), ao passar de -0,22% para -0,16%.
Por outro lado, quatro classes de despesa tiveram queda na taxa entre agosto e setembro: educação, leitura e recreação (de 0,67% para 0,14%), transportes (de -0,17% para -0,27%), despesas diversas (de 0,14% para 0,05%) e comunicação (de 0,11% para 0,07%).
Edição: Graça Adjuto
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