Dólar cede 0,17% e mercado de ações tem valorização de 0,29%

11 de outubro de 2013

Economia



Dólar cede 0,17% e mercado de ações tem valorização de 0,29%
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Oct 11th 2013, 20:19

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O pregão de hoje (11) mostrou o dólar em queda na terceira sessão seguida. A moeda norte-americana perdeu 0,17% e foi cotada a R$ 2,177 para venda. Com isso, o dólar perde 1,5% na semana e acumula desvalorização de 1,73% no mês, mas ainda tem ganho de 6,51% no ano.
O mercado de câmbio teve ritmo lento nesta sexta-feira, com os investidores atentos às negociações para acabar com o impasse fiscal nos Estados Unidos. Além disso, o Banco Central fez mais um leilão no qual ofereceu US$ 1 bilhão no mercado à vista, com recompra nos dias 2 de janeiro e 2 de julho do ano que vem.
Enquanto isso, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Estado de São Paulo (Bovespa), teve leve alta de 0,29% no dia e chegou aos 53.149 pontos. A recuperação na semana é 0,57%, e soma 1,55% no mês, mas o mercado de ações ainda apresenta perda de 12,8% no ano.

Edição: Aécio Amado
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Salário de profissionais de educação apresenta queda em 2012, aponta Ministério do Trabalho

Economia



Salário de profissionais de educação apresenta queda em 2012, aponta Ministério do Trabalho
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Oct 11th 2013, 18:59

Carolina Sarres*

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os salários dos profissionais que prestam serviços em ensino - como professores, pedagogos, coordenadores, assistentes, vigilantes, secretárias, merendeiras, porteiros, entre outros - tiveram redução quantitativa e percentual de 2011 a 2012. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2012, divulgada hoje (11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, os salários no setor de ensino caíram de R$ 2.884 para R$ 2.852 – redução de 1,1%, o que representa R$ 32 a menos na folha de pagamento.
Entre os setores elencados pela Rais, o de serviços está entre os três que tiveram os menores aumentos no período avaliado – 2,1%, taxa inferior à média nacional (2,97%). Entre os subsetores elencados pela relação do Ministério do Trabalho, em que estão incluídos os serviços em ensino, o de produção de materiais de transporte também teve redução, de 0,34%.
A informação de que os salários dos profissionais em educação apresentaram redução em 2012 vai de encontro com outro dado também da Rais: o setor de serviços foi o que mais gerou empregos no mesmo ano, cerca de 794 mil. Um dos destaques nesse setor foi justamente o de prestação de serviços em educação, responsável por 5,67% do total, aproximadamente 45 mil postos de trabalho.
De acordo com o Ministério do Trabalho, a geração de emprego demonstra o aumento do consumo das famílias em saúde e educação – o que, economicamente, deveria provocar alta dos salários, motivado pelo crescimento da demanda por esses serviços. No entanto, o que ocorre é a escassez de profissionais.
"Esse dado [redução salarial] mostra uma realidade que, infelizmente, denunciamos há muito tempo. O decréscimo mostra que a educação não está sendo valorizada, em uma dinâmica em que não há a valorização do trabalhador", disse à Agência Brasil o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão.
Segundo Leão, o fato de a demanda por profissionais ser grande e os salários baixos intensifica ainda mais escassez de mão de obra. "Há cursos de licenciatura nas universidades que estão fechando porque não há alunos. Ninguém quer seguir carreira que não tem perspectiva de futuro, em que se ganha pouco", explicou o presidente da CNTE, em relação à formação de professores.
Atualmente, o piso salarial dos professores do magistério público é R$ 1.567. Para Roberto Leão, o fato de o piso não estar sendo respeitado em todo o país contribui para a diminuição da média salarial.
"No serviço público, um professor chega a receber 60% menos do que um profissional de mesma formação [superior], como engenheiros ou advogados", informou.
Segundo a diretora executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, os salários dos profissionais, em termos absolutos, têm aumentado em todo o país. Para ela, com a contratação de mais professores recém-contratados, cresce o número de profissionais em início de carreira que ganham o piso salarial. Isso faz com que, na média, haja uma redução dos salários. No entanto, a diretora concorda que os ganhos atuais não são atrativos para a carreira. "Não podemos afirmar que está havendo uma desvalorização dos salários, mas o patamar atual é insuficiente para atrair os melhores alunos do ensino médio para a carreira e com isso melhorar o ensino".
A Rais é um registro das declarações anuais e obrigatórias de todos os estabelecimentos existentes no país. Gerenciados pelo Ministério de Trabalho e Emprego, os dados são as principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal, sendo usados pelo governo na elaboração de políticas públicas.

* Colaborou Mariana Tokarnia


Edição: Carolina Pimentel
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Governo aumenta para 25 anos prazo de arrendamento de portos

Economia



Governo aumenta para 25 anos prazo de arrendamento de portos
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Oct 11th 2013, 18:41

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O governo decidiu aumentar o prazo de concessão dos portos de Santos e do Pará para 25 anos, prorrogável por igual período. Inicialmente, o prazo para o arrendamento variava entre dez e 25 anos, de acordo com a área. Segundo o ministro da Secretaria Especial de Portos, Antônio Henrique Pinheiro Silveira, a mudança foi feita após consulta pública sobre o tema.
"A questão foi muito debatida e o governo achou interessante fazer essa adequação para fins de um trabalho mais continuado dos terminais, por um prazo um pouco maior", explicou. No total, serão licitadas 29 áreas, nove em Santos e 20 no Pará. O investimento previsto nos dois terminais é R$ 5,4 bilhões.
Os estudos para a concessão dos portos de Santos e do Pará foram entregues hoje (11) ao Tribunal de Contas da União (TCU) pela ministra-chefe da Casas Civil, Gleisi Hoffmann. Esses são os primeiros estudos de arrendamento de portos sob o novo marco regulatório que foi aprovado no primeiro semestre pelo Congresso Nacional.
A licitação deve ocorrer ainda neste ano, de acordo com a previsão do governo. O presidente do TCU, ministro Augusto Nardes, disse que a matéria deve ser analisada até o final de novembro. "Esperamos poder finalizar o processo dos arrendamentos até o final do ano, para que o novo modelo seja implantado e possamos ter a competitividade que queremos para o sistema portuário brasileiro".
A Taxa Interna de Retorno (TIR) passou de 7% para 8%. Segundo Silveira, a mudança foi feita para compatibilizar a competição entre terminais de uso público e de uso privado. O ministro dos Portos disse que as alterações no primeiro edital devem servir de modelo para os demais arrendamentos de portos públicos, mas cada lote será analisado profundamente.
O critério para a escolha dos vencedores do leilão será o de menor tarifa, no caso de terminais de contêineres. Para terminais de cadeias integradas, como de agronegócios e de movimentação de graneis, o critério será o de metas de capacidade de movimentação. "Isso significa que não poderá haver a fixação de preço-teto", disse Silveira.
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse que o governo está tranquilo em relação à segurança jurídica do processo. "Não vemos riscos jurídicos, não existe nenhuma situação de inconstitucionalidade identificada", disse.



Edição: Fábio Massalli
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Comando de greve pede que bancários aprovem volta ao trabalho

Economia



Comando de greve pede que bancários aprovem volta ao trabalho
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Oct 11th 2013, 17:13

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Até segunda-feira (14) os sindicatos dos bancários anunciarão se aceitam ou não a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para terminarem a greve. A paralisação, que completou hoje 23 dias, deverá ser encerrada, caso os sindicatos acatem a orientação do comando nacional de greve. Apesar de satisfeita com a proposta apresentada pelos bancos, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) lamenta a dificuldade nas negociações com bancos privados.
"Com a Fenaban, fizemos uma negociação coletiva que vale para todos bancários do Brasil, abrangendo cláusulas de aspecto mais econômico, e outra específica com cada banco público, onde foram discutidas questões sociais", explicou à Agência Brasil o diretor da Contraf, Ademir Wiederkehr.
O diretor diz que a maior dificuldade de negociação com os bancos privados é histórica. "As conquistas são sempre menores do que com bancos públicos que, ao contrário dos privados, oferecem benefícios, plano de carreira, abono assiduidade de cinco folgas por ano", disse. "Mas agora, na proposta da Fenaban, conseguimos incluir folga abonada de um dia para todos os bancários", acrescentou.
A Fenaban ofereceu reajuste de 8% nos salários e benefícios pagos por todos os bancos, e de 8,5% para os pisos salariais. O valor fixo da regra básica da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) será reajustado em 10%. Segundo cálculo da Fenaban, a parcela paga da PLR ao profissional que ocupe a função de caixa pode chegar a 3,5 salários.
Estão previstos também reajustes do auxilio refeição, que sobe para R$ 463,60 mensais; da cesta alimentação, que passa para R$ 397,36 e do auxílio-creche para R$ 330,71 por filho de até 6 anos.
"A orientação do comando nacional é de aceitação da proposta, que traz avanços econômicos e sociais, aumento real da renda dos bancários, valorização do piso e melhores condições de trabalho. Contabilizaremos, com ela, dez anos consecutivos de reajustes com ganhos reais de salários", disse o diretor da Contraf.
Ele lembra que, no início das negociações, a proposta dos bancos era pagar a inflação do período (6,1%). "Isso mostra que a negociação foi favorável aos trabalhadores. O resultado foi graças à mobilização da categoria, que conseguiu paralisar ontem 12.140 agências em todo país. Foi a maior dos últimos 20 anos".
Wiederkehr destaca, entre outras conquistas dos bancários, a proibição de os bancos enviarem mensagens cobrando o cumprimento de metas. "Isso deixava os bancários adoecidos por causa da pressão e pelas cobranças constantes. É uma das principais reclamações que ouvimos, porque eram três, quatro mensagens por dia cobrando a venda de serviços e de produtos, como os seguros. Sem dúvida é uma das medidas mais importantes e aguardadas pelos trabalhadores", disse o dirigente sindical.
Sobre as negociações com bancos públicos – Banco do Brasil, Caixa e Banco do Nordeste – Wiederkehr destaca, no caso do BB, o compromisso de contratar 3 mil funcionários até agosto de 2014, e a melhoria de condições para os caixas de banco. "Os cerca de 1,2 mil bancários que vêm exercendo há mais de 90 dias a função de caixa serão efetivados", disse ele, referindo-se à prática em alguns bancos de desviar escriturários da função para trabalharem nos caixas. "Era uma forma de aproveitar mão de obra mais barata", disse Wiederkehr.
"Nas negociações com a Caixa, conseguimos uma PLR de 4% do lucro líquido do banco, a serem distribuídos igualmente entre os funcionários. Além disso, haverá uma PLR social, um tipo de programa social interno do banco, a exemplo dos demais programas sociais tocados externamente. É uma forma de valorizar o bancário da Caixa pela função social que exerce", disse Wiederkehr.
No Banco do Nordeste ficou acertada a contratação de 850 empregados até dezembro de 2014. Além disso, foi constituída uma comissão para revisar o plano de carreira e de remuneração, com prazo de 90 dias para a conclusão dos trabalhos.
"Será uma forma de valorização dos trabalhadores porque, no caso dos bancos públicos, há interesse em estimular os funcionários a adquirirem experiência, buscando novas funções e cargos. É também positivo para a empresa. Por isso, estamos otimistas com a possibilidade de a comissão obter bons resultados", explicou Ademir Wiederkehr.
"No caso dos privados isso não acontece porque eles adotam a estratégia de reduzir custos por meio de demissões seguidas de contratações de funcionários com salários mais baixos. A diferença de salários chega a 40%", disse o diretor da Contraf.
O diretor de Relações do Trabalho da Fenaban, Magnus Apostólico, nega a adoção de uma política de desvalorização do empregado. "Os bancários, tanto de bancos públicos quanto de bancos privados, recebem grandes investimentos em qualificação profissional e desenvolvimento de carreiras (mais de R$ 800 milhões por ano no setor)".
Além disso, segundo ele, "em todos os bancos médios, grandes e muito grandes os bancários têm oportunidades de carreiras técnicas e gerenciais que nenhum outro setor pode oferecer. O setor bancário contrata grande número de jovens entre 18 e 30 anos, nos quais investe fortemente para a formação de profissionais de alto nível."
Magnus Apostólico negou que os bancos privados recorram a escriturários na função de caixa para baratear a mão de obra. O diretor da Fenaban explica que "a função com maior número de profissionais nos bancos é a de caixa. Escriturário é uma função que dá origem aos caixas, e esses recebem, quando no exercício da função, gratificação de caixa. Os bancos não barateiam mão de obra".
Eles diz que os bancos "desenvolvem pessoas e oferecem a melhor convenção coletiva do país, o maior salário médio, a melhor remuneração nos cargos iniciais, para a menor jornada de trabalho do mercado, e as maiores oportunidades de carreira. Os bancos apresentam, também, baixa rotatividade em todos os tipos de instituições, o que demonstra a capacidade do setor em atrair e reter talentos."


Edição: Beto Coura

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Setor extrativista mineral pagou melhores salários em 2012

Economia



Setor extrativista mineral pagou melhores salários em 2012
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Oct 11th 2013, 17:09

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O setor de extração mineral foi o pagou, em média, os salários mais altos em 2012. Os trabalhadores em áreas de mineração, metalúrgica, siderúrgica, petroquímica e fertilizantes, por exemplo, receberam o valor médio de cerca de R$ 4,9 mil por mês de trabalho no ano passado. As informações estão na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2012, divulgada hoje (11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
No setor extrativista, houve um aumento de 5,77% nos salários de 2011 para 2012. O percentual supera em 2,8 pontos percentuais a média de aumento salarial do país (2,97%) no mesmo período. O percentual de aumento do setor extrativista só perdeu para a agricultura, em que os salários subiram 7,66% em 2012. Em termos absolutos, no entanto, os salários do setor agrícola ficaram em 1,2 mil, bem aquém dos pagos aos extrativistas
Depois do extrativista, o setor de serviços de utilidade pública foi o que pagou os salários mais altos (R$ 3,6 mil, em média); seguido pela administração pública (R$ 2,9 mil) e pela indústria de transformação (R$ 2 mil). As médias salariais mais baixas foram do comércio (R$ 1,4 mil) e da construção civil (R$ 1,7 mil).
Segundo a Rais, a geração de empregos formais caiu pela metade de 2011 para 2012. No ano passado, foram criados cerca de 1,1 milhão de postos de trabalho – tanto em regime de carteira assinada quanto no serviço público. No período anterior, foram aproximadamente 2,2 milhões
A Rais é um registro das declarações anuais e obrigatórias de todos os estabelecimentos existentes no país. Gerenciados pelo Ministério de Trabalho e Emprego, os dados são as principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro, sendo usados pelo governo na elaboração de políticas públicas.
Edição: Juliana Andrade
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Escolha de Graça Foster como executiva mais poderosa do mundo fortalece Petrobras, dizem economistas

Economia



Escolha de Graça Foster como executiva mais poderosa do mundo fortalece Petrobras, dizem economistas
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Oct 11th 2013, 16:47

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Para a economista Maria Beatriz David, professora do Departamento de Economia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a escolha da presidenta da Petrobras, Graça Foster, pela revista norte-americana Fortune como a executiva mais poderosa do mundo, poderá fortalecer a situação da estatal com os mercados financeiros, "porque hoje a situação é complicada. Ela [a Petrobras] está muito endividada e para tomar recursos novos, isso dificulta".
Segundo a economista, ao eleger Graça Foster como a mulher de negócios mais poderosa em termos globais, a revista Fortune reconhece que ela é uma administradora eficiente. "Então, para os investidores, é um sinal positivo".
Maria Beatriz atribuiu parte da escolha de Graça Foster ao tamanho da Petrobras, que é uma das empresas de petróleo mais importantes do mundo, "mesmo que a estatal esteja com problemas, com falta de recursos para investimentos novos".
A economista destacou que o novo marco regulatório do pré-sal penaliza a Petrobras, na medida em que obriga a estatal a participar de todos os empreendimentos. "Isso requer uma massa de recursos que não foi pensada". Isso era fácil antes, disse, quando a Petrobras era totalmente controlada pelo governo, porque o Tesouro Nacional, quando tinha recursos suficientes, repassava para a empresa. "Agora ela é uma empresa na qual o Estado tem participação no capital. Para as contas públicas e para a justificativa disso tudo, é complicado".
O professor do Centro de Economia e Petróleo do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), Maurício Canedo, disse à Agência Brasil que o fato de Graça ter sido eleita confirma que a Petrobras é uma empresa importante no cenário global.
Canedo salientou que o efeito maior da escolha da presidenta da Petrobras é em relação à igualdade entre os gêneros. "Infelizmente, ela ainda é exceção. Embora existam mais mulheres do que homens e que a escolaridade das mulheres seja maior que a média dos homens, é bem raro você ter uma mulher em uma posição de destaque como essa, no Brasil e no mundo. E, no Brasil, em particular". Para o economista, a eleição de Graça Foster é, "de alguma forma, um alento".
Edição: Fábio Massalli
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Vigilância sanitária russa libera exportação de carne de seis frigoríficos brasileiros

Economia



Vigilância sanitária russa libera exportação de carne de seis frigoríficos brasileiros
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Oct 11th 2013, 17:41

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) liberou hoje (11) seis frigoríficos brasileiros para a exportação de carne bovina. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a informação foi publicada no site oficial do órgão russo nesta sexta-feira (11). Agora, o ministério aguarda o comunicado oficial das autoridades russas para permitir os embarques de mercadoria às empresas liberadas.
O Ministério da Agricultura destacou em nota que o titular da pasta, Antônio Andrade, atribuiu as liberações às ações do ministério e do setor privado nacional no atendimento aos requisitos russos. A Rússia é o segundo maior importador da carne bovina brasileira, atrás apenas de Hong Kong. Para mantê-la como mercado, o Brasil tem optado por adequar-se às exigências sanitárias do país, que são mais rigorosas do que as locais.
Os seis estabelecimentos autorizados pertencem às empresas JBS e Marfrig e ficam em São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Segundo o ministério, nenhuma das plantas faz parte da relação das dez que foram suspensas pela Rússia em meados de setembro. De acordo com a assessoria de comunicação do órgão, são unidades que estão sendo autorizadas pela primeira vez ou voltando a exportar. Duas delas ficam em Mato Grosso do Sul, estado que, ao lado do Paraná e do Rio Grande do Sul, sofreu restrições do governo russo por um longo período para exportação de carne bovina, suína e de aves.
Após uma visita ao Brasil em julho, as autoridades russas enviaram relatório ao governo brasileiro em setembro avisando sobre a suspensão de nove unidades processadoras de carne bovina e uma de carne suína em diversos estados. Na ocasião, o Ministério da Agricultura disse que se uniria ao setor privado para fornecer dados aos russos e que o Brasil buscaria sanar as inconformidades com as normas sanitárias do país.



Edição: Fábio Massalli
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Receita Federal nega ter se manifestado contra parcelamentos especiais

Economia



Receita Federal nega ter se manifestado contra parcelamentos especiais
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Oct 11th 2013, 15:51

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Um dia depois de o subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal, Carlos Roberto Occaso, ter dito que os parcelamentos especiais dos débitos de contribuintes com a União beneficiavam apenas os grandes devedores e prejudicavam a concorrência, o órgão negou ter se manifestado contrário aos refinanciamentos. Em nota, o Fisco alegou que as declarações não tiveram o objetivo de criticar as renegociações.
"A entrevista teve por objetivo único explicar tecnicamente o teor das medidas de caráter tributário publicadas no Diário Oficial da União. Em momento algum, houve qualquer crítica (nem intenção de insinuar uma crítica) do órgão aos novos parcelamentos aprovados pelo Congresso Nacional e sancionados pelo Poder Executivo, do qual a Receita é parte integrante", ressaltou o comunicado.
Segundo o texto, a Receita foi consultada sobre a reabertura do Refis da Crise e a criação de parcelamentos especiais: um de dívidas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e outro referente a débitos do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de empresas com filiais ou coligadas no exterior.
"Os parcelamentos, como mencionamos mais de uma vez na entrevista, levam em conta muitas variáveis, como estudos técnicos, momento econômico, situação das empresas e oportunidade para encerramento de litígios tributários. É importante destacar, inclusive, que a própria Receita Federal participou das discussões dos novos parcelamentos e foi ouvida e contemplada em diversos aspectos de suas manifestações", acrescentou o texto.


Edição: Beto Coura

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Mulheres ocuparam 65,6% dos empregos formais criados em 2012

Economia



Mulheres ocuparam 65,6% dos empregos formais criados em 2012
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Oct 11th 2013, 16:33

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Dos cerca de 1,1 milhão de empregos criados no ano passado, 754,2 mil foram ocupados por mão de obra feminina – o que representa 65,6% do total, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2012, divulgada hoje (11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
"A mulher vem aumentando consistentemente a sua participação no mercado de trabalho formal e o vem fazendo, sobretudo, nos ensinos médio completo e incompleto e superior completo", informou o Ministério do Trabalho, em nota.
Os dados da Rais mostram que, do total de mulheres com novos empregos em 2012, 59,7% têm ensino médio completo e 45,9%, ensino superior completo. Em relação ao ensino médio, foram 450 mil mulheres a mais com essa formação inseridas no mercado de trabalho no período. Com ensino superior completo, foram 346,7 mil.
O aumento da participação feminina e a constatação da qualificação das mulheres não significou, no entanto, que o salário delas alcançou o dos homens. A remuneração média da mão de obra feminina em 2012 foi R$ 1.850; a dos homens, R$ 2.250.
Em 2011, o salário médio das mulheres era R$ 1.802, teve aumento de R$ 48 em 2012 em relação à remuneração do ano anterior, 2,62% a mais. Ainda assim, tanto o aumento quanto o salário total delas ficou abaixo da média nacional no ano passado (R$ 60 e R$ 2.080, respectivamente).
Segundo a Rais, 2012 gerou metade dos empregos formais verificados em 2011. Em 2012, foram cerca de 1,1 milhão de postos de trabalho formal a mais. No ano anterior, foram aproximadamente 2,2 milhões.
A Rais é um registro das declarações anuais e obrigatórias de todos os estabelecimentos existentes no país. Gerenciadas pelo Ministério do Trabalho, os dados são as principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro, sendo usados pelo governo na elaboração de políticas públicas.

Edição: Carolina Pimentel
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Sudeste criou maior número de empregos formais em 2012; Norte teve menor geração

Economia



Sudeste criou maior número de empregos formais em 2012; Norte teve menor geração
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Oct 11th 2013, 14:30

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Região Sudeste foi a que teve o melhor desempenho na criação de postos de trabalho formal em 2012, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2012, divulgada hoje (11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Em números absolutos, foram mais de 584,9 mil empregos gerados, o que representou aumento de 2,49% em relação a 2011. A Região Centro-Oeste, em contrapartida, foi a que registrou o melhor desempenho percentual, com o aumento de 3,74% das vagas – 144 mil postos a mais.
De acordo com a Rais, em 2012, foram criados metade dos empregos com carteira assinada verificados em 2011. No ano passado, foram cerca de 1,1 milhão de postos a mais. Em 2011, foram aproximadamente 2,2 milhões.
Quantitativamente, o menor desempenho, no ano passado, foi registrado no Norte, com a geração de 59,4 mil empregos. O segundo menor resultado foi no Nordeste, com 132,5 mil vagas a mais. Em percentuais, o Nordeste registrou a taxa mais baixa de criação de postos de 2011 a 2012, 1,56%. O Norte ficou com o segundo pior resultado, com aumento de 2,32% no período.
A Bahia foi o único estado em que houve fechamento de vagas, 9 mil postos de trabalho em 2012. De acordo com o Ministério do Trabalho, isso se deve ao desempenho negativo da indústria de calçados, que, sozinha, fechou 7,1 mil empregos no ano passado.
O estado com o melhor resultado foi São Paulo, com a criação de mais de 370 mil vagas; seguido pelo Paraná (113,3 mil) e pelo Rio de Janeiro (112,6 mil) – o que contribuiu para o desempenho positivo das regiões Sul e Sudeste. Os estados que menos geraram empregos foram Roraima (1,7 mil), Sergipe (2,6 mil) e Tocantins (3,5 mil) – o que, somados ao resultado negativo da Bahia, também contribuíram para o desempenho inferior do Norte e do Nordeste.
Edição: Carolina Pimentel
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Serviços e comércio foram os que mais criaram postos de trabalho formal em 2012

Economia



Serviços e comércio foram os que mais criaram postos de trabalho formal em 2012
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-11/servicos-e-comercio-foram-os-que-mais-criaram-postos-de-trabalho-formal-em-2012
Oct 11th 2013, 12:39

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Serviços e comércio foram os setores que mais criaram postos de trabalho formal em 2012, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2012, divulgada hoje (11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Na área de serviços, foram criadas mais de 794 mil vagas em 2012. No comércio, mais de 383 mil. Os setores com os piores desempenhos foram a administração pública, com o fechamento de mais de 166 mil postos, e a agropecuária, que acabou com 19,5 mil empregos.
No total, 1,1 milhão de postos foram criados no ano passado – metade do que foi registrado em 2011 (2,2 milhões). No balanço, são considerados tanto os empregos com carteira assinada quanto os postos sob regime estatutário.
Em relação aos serviços, os destaques em criação de postos foram os setores médicos, odontológicos e veterinários (6,92%), administração técnica (6,72%) e ensino (5,67%) – que demonstra o aumento dos consumo das famílias em saúde e educação.
Percentualmente, o setor da extração mineral foi o que teve o melhor desempenho, com o aumento de 12,06% dos postos, o que representou a criação de 27,9 mil empregos no ano passado. O setor de serviços foi o segundo melhor colocado em termos percentuais (5,17%) – o primeiro em termos absolutos. Os piores desempenhos percentuais foram os mesmos dos piores absolutos – administração pública (-1,83% menos postos) e agricultura (-1,32%).
A Rais é um registro das declarações anuais e obrigatórias de todos os estabelecimentos existentes no país. Gerenciados pelo Ministério de Trabalho e Emprego, os dados são as principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro, sendo usados pelo governo na elaboração de políticas públicas.
Edição: Talita Cavalcante
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Geração de empregos formais caem pela metade de 2011 para 2012

Economia



Geração de empregos formais caem pela metade de 2011 para 2012
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-11/geracao-de-empregos-formais-caem-pela-metade-de-2011-para-2012
Oct 11th 2013, 11:52

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A geração de empregos formais caiu pela metade de 2011 para 2012. No ano passado, foram registrados cerca de 1,1 milhão de postos de trabalho – tanto em regime de carteira assinada quanto no serviço público. No período anterior, foram aproximadamente 2,2 milhões. O resultado de 2012 foi ainda pior se comparado ao de 2010, quando foram criados 2,8 milhões de empregos. Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2012, divulgada hoje (11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Em 2012, o emprego formal com carteira assinada teve crescimento de 3,46%, com a criação de 1,3 milhão de postos. No serviço público, sob o regime estatutário, houve declínio de 1,76% dos vínculos empregatícios, com o fechamento de mais de 152 mil postos.
"Tal comportamento mantém a trajetória de crescimento do emprego ininterrupta, apontando uma perda de dinamismo, já detectada no ano de 2011. Tanto o emprego celetista quanto o estatutário evidenciaram comportamento mais desfavorável comparativamente ao ano anterior, dando continuidade ao processo de desaceleração ocorrido naquele ano", informou o ministério em nota.
Para a pasta, o fechamento de postos no serviço público se deve ao declínio de contratações de servidores não efetivos, ao desaquecimento do mercado de trabalho e à dinâmica eleitoral, especialmente na administração pública municipal.
O ministério destacou que, apesar da perda de dinamismo na criação de postos de trabalho formais, indicada pela Rais de 2012, houve a manutenção das baixas taxas de desemprego. No ano passado, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego atingiu 5,5% – o menor índice anual da série histórica, que começou em 2002.
Em 2012, a taxa de crescimento do emprego foi maior do que a do Produto Interno Bruto (PIB), assim como foi verificado em 2011. No ano passado, o PIB registrou crescimento de 0,9%, enquanto os postos de trabalho formais aumentaram 2,48% – o que, de acordo com o Ministério do Trabalho, é "amplamente favorável". Em 2011, o PIB cresceu 2,7% e o emprego, 5,09%.
A Rais é um registro das declarações anuais e obrigatórias de todos os estabelecimentos existentes no país. Gerenciados pelo Ministério de Trabalho e Emprego, os dados são as principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro, sendo usados pelo governo na elaboração de políticas públicas.
Edição: Talita Cavalcante//Título alterado às 12h26 para correção.
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