Isenção de IR para ações de pequenas empresas não tem data para sair

16 de outubro de 2013

Economia



Isenção de IR para ações de pequenas empresas não tem data para sair
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-16/isencao-de-ir-para-acoes-de-pequenas-empresas-nao-tem-data-para-sair
Oct 16th 2013, 20:03


Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Apesar de avanços nas negociações, a isenção de Imposto de Renda (IR) para quem comprar ações de pequenas e médias empresas na Bolsa de Valores ainda não tem data para sair. Segundo o presidente da Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa), Edemir Pinto, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, manifestou apoio à proposta, mas não definiu um prazo para concluir a análise de pontos que precisam ser discutidos pelo governo.
"O ministro está sensível ao desenvolvimento do mercado de capitais, em particular das pequenas e médias empresas. Ele entende que o pleito faz sentido e se justifica. Houve avanço extraordinário nas negociações, mas nada está deliberado", declarou o presidente da BMF&Bovespa.
Por cerca de duas horas, Edemir Pinto se reuniu com Mantega para avaliar a criação de incentivos fiscais para as ações de pequenas e médias empresas. A proposta original tinha sido encaminhada ao Ministério da Fazenda em junho. "O ministro não tem cara de Papai Noel, mas essa medida bem que poderia ser um presente de Natal", declarou.
Segundo o presidente da BMF&Bovespa, as principais dificuldades consistem na regulamentação dos fundos de investimentos que comprar ações das pequenas e médias empresas e da definição de como a Receita Federal conseguirá diferenciar a fiscalização das ações isentas de IR e dos papéis das demais empresas. Ele também disse que o ministério ainda está analisando o prazo de vigência do benefício.
Pela proposta da BMF&Bovespa, a isenção de Imposto de Renda sobre ganhos de capital, cuja alíquota corresponde a 15%, beneficiaria os compradores de ações das empresas com faturamento anual até R$ 500 milhões e R$ 700 milhões em valor de mercado no dia em que os papéis começarem a ser comercializados. Nos cinco primeiros anos após o início das operações na Bolsa, as ações serão vendidas sem IR para pessoas físicas e fundos de investimento.
De acordo com a proposta, quem comprar os papéis nesse período de cinco anos terá direito ao benefício por até 20 anos. O presidente da Bolsa de São Paulo, no entanto, admitiu que o governo ainda não fechou questão em relação ao período em que o comprador ficará sem pagar o imposto. "O governo parece concordar com o prazo de cinco anos. O benefício está praticamente materializado, mas o prazo de 20 anos ainda está em discussão", disse.

Edição: Aécio Amado
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CMN amplia lista de produtos que podem ser financiados pelo Programa Minha Casa Melhor

Economia



CMN amplia lista de produtos que podem ser financiados pelo Programa Minha Casa Melhor
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Oct 16th 2013, 19:44

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os mutuários do Programa Minha Casa Melhor, que financia a compra de móveis e utensílios domésticos pelos beneficiários do Programa Minha Casa, Minha Vida, poderão comprar mais tipos de produtos. Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) incluiu fornos de micro-ondas, móveis para cozinha, estantes ou racks e tablets na lista de produtos que podem ser financiados pela linha de crédito.
Os preços máximos dos itens que podem ser financiados foram os seguintes: R$ 800 para tablets, R$ 350 para micro-ondas, R$ 600 para móveis de cozinha e R$ 350 para estantes e racks. De acordo com o Ministério da Fazenda, a inclusão desses itens atende a uma demanda dos beneficiários do programa por novos produtos.
O CMN também reajustou os valores limites para aquisição dos produtos que já estavam na lista do Minha Casa Melhor. Segundo a Fazenda, o aumento do limite estimula a competição entre os fabricantes e permite que o comprador tenha mais opções disponíveis e possa comprar produtos de melhor qualidade.
O preço limite para aquisição de máquina de lavar passou de R$ 850 para R$ 1,1 mil. Para cama de solteiro, berço ou cama box de solteiro, o valor subiu de R$ 320 para R$ 400. Também foram reajustados os preços de mesas com cadeiras (de R$ 300 para R$ 400), de sofás (de R$ 375 para R$ 600) e de guarda-roupas (de R$ 380 para R$ 700).
As medidas entram em vigor amanhã (17). Apesar das mudanças, o CMN não alterou o limite individual de financiamento. Cada mutuário só poderá se endividar em R$ 5 mil. As condições dos financiamentos também foram mantidas: juros de 5% ao ano e prazo de 48 meses para pagar as parcelas. Operado pela Caixa Econômica Federal, o Minha Casa Melhor tem orçamento de R$ 18,7 bilhões.

Edição: Juliana Andrade
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CMO aprova crédito para cobrir gastos da União com indústrias de álcool do Nordeste

Economia



CMO aprova crédito para cobrir gastos da União com indústrias de álcool do Nordeste
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Oct 16th 2013, 17:49


Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou hoje (16) a Medida Provisória (MP) 622, que abre crédito extraordinário de R$ 380 milhões para ressarcir a União de gastos com encargos financeiros da indústria produtora de álcool etanol do Nordeste, no ano passado.
De acordo com texto da MP 622, os recursos vão sair da reserva de contingência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para cobrir despesas de subvenção da safra agrícola 2011/2012, afetada pela estiagem que causou grandes prejuízos às lavouras de cana-de-açúcar na região.
A matéria agora vai para apreciação plenária de deputados e senadores, já como pauta trancada, e tem prazo de 20 dias (até 6 de novembro) para aprovação, ou então perde a validade. O relator da MP na CMO, deputado José Priante (PMDB-PA) está otimista quanto à aprovação, uma vez que o crédito atende a "despesas relevantes e urgentes, causadas por adversidades climáticas".
O deputado disse que foram apresentadas dez emendas à MP 622, mas ele não aceitou nenhuma delas, uma vez que cinco não tinham relação com matéria orçamentária, quatro queriam apenas remanejar recursos entre áreas e uma propunha elevar o valor do crédito.


Edição: Aécio Amado
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Horário de verão evitará gasto de R$ 4,6 bilhões em investimentos em energia

Economia



Horário de verão evitará gasto de R$ 4,6 bilhões em investimentos em energia
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Oct 16th 2013, 17:14

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A adoção do horário de verão no período 2013-2014 representará uma economia de R$ 4,6 bilhões em investimentos que deixarão de ser feitos em geração e transmissão de energia, e de R$ 400 milhões sem o acionamento de usinas térmicas. A estimativa do governo federal foi anunciada hoje (16) pelo secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner.
No horário de pico, entre as 18h e as 21h, a redução na demanda será 2.065 megawatts (MW) no sistema das regiões Sudeste/Centro-Oeste. Na Região Sul, a redução será 630 MW. Nos dois sistemas, que abrangem as três regiões, a redução da demanda nos horários de pico ficará entre 4,5% e 5%, enquanto a redução de consumo geral do sistema será em média 0,5%.
O horário de verão – que terá início à zero hora do próximo domingo (20) e terminará à zero hora do dia 16 de fevereiro – será adotado no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, em Minas Gerais, em Goiás, em Mato Grosso, em Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
Segundo Grüdtner, a medida possibilita melhor aproveitamento da luz solar. "Com isso, evita-se investimento em geração e transmissão, [custo] que iria para a tarifa, e o acionamento de usinas térmicas para suprir o consumo de energia", disse o secretário. "Não é o governo que economiza [com o horário de verão]. É a sociedade. Em termos de geração evitada, serão cerca de R$ 400 milhões [a serem economizados]; e em termos de investimentos, R$ 4,6 bilhões."
No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932 pelo então presidente Getúlio Vargas. A medida é adotada sempre nesta época do ano, quando os dias são mais longos por causa da posição da Terra em relação ao Sol. No fim do ano, há também um aumento na demanda por energia, resultante do calor e do crescimento da produção industrial devido ao Natal.
Na última temporada (2012/2013), o horário de verão gerou economia de 4,5% no período de pico nos estados em que foi adotado.
Edição: Nádia Franco
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Mantega recebe ruralistas para tratar de problemas na cadeia produtiva do leite

Economia



Mantega recebe ruralistas para tratar de problemas na cadeia produtiva do leite
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Oct 16th 2013, 15:38

Ivan Richard

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) desistiu hoje (16) de tentar aprovar novo requerimento convocando o ministro da Fazenda, Guido Mantega, depois de o presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, deputado Fernando Giacobo (PR-PR), acertar, para a próxima terça-feira (22), um encontro do ministro com representantes do colegiado.
A reunião vai tratar de problemas relacionados à política tributária da cadeia do leite, que motivou a aprovação, na semana passada, de requerimento de convocação de Mantega. A convocação, no entanto, foi anulada ontem (15) pelo presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), sob o argumento de que houve desrespeito ao regimento durante a votação da proposta.
Onyx Lorenzoni acusa o governo de represar créditos tributários e de se apropriar indevidamente de créditos das empresas da cadeia produtiva do leite.
Segundo Lorenzoni, apesar de a legislação prever a possibilidade de compensação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) na produção de outros derivados do leite, muito produtores que trabalham somente com o leite UHT (conhecido como longa vida), não estão podendo fazer essa compensação.
Edição: Davi Oliveira
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Grandes empresas terão a partir de 2015 sistema que facilitará declaração do Imposto de Renda

Economia



Grandes empresas terão a partir de 2015 sistema que facilitará declaração do Imposto de Renda
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Oct 16th 2013, 14:44

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – As grandes empresas ficarão dispensadas de apresentar a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (DIPJ) a partir de 2015, com a Escrituração Contábil Fiscal (ECF), informou hoje (16) o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto.
Segundo o secretário, tais empresas poderão fazer a autorregularização fiscal e corrigir eventuais erros na declaração, deixando a malha fina da mesma forma que os contribuintes pessoas físicas e os inscritos no Simples, sistema simplificado e integrado de recolhimento de impostos para micro e pequenas empresas.
De acordo com Barreto, a ECF diminuirá os custos para as empresas e para a Receita Federal, pois permitirá a consolidação de várias informações em um sistema informatizado. Atualmente, encontra-se na Casa Civil uma minuta da medida provisória que institui a ECF para os devidos ajustes técnicos antes de o texto ser enviado ao Congresso Nacional.
O ECF é uma espécie de livro digital que substituirá a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica, o Fcont (Contabilidade Fiscal) e também o Livro de Apuração do Lucro Real.
O objetivo da ECF é imprimir certa "neutralidade" à legislação de cobrança de impostos para as grandes empresas, que foi adotada após ajustes na contabilidade e mudanças na padronização internacional, feitos desde 2007, , informou o secretário.
"Tivemos que fazer uma convergência entre legislação tributária, o que representará um ganho enorme em termos de simplificação e redução de custos de conformidade para o contribuinte. Aqueles que declaram pelo lucro real – em torno de 200 mil pessoas jurídicas – terão ganho significativo de segurança jurídica e redução de custo", disse Barreto.
Edição: Nádia Franco
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País registra mais saída que entrada de dólares, com saldo negativo de US$ 4,3 bilhões

#Câmbio


Brasília – As saídas de dólares do país superaram as entradas, neste mês, até o dia 11. Nesse período, o saldo negativo do fluxo cambial ficou em US$ 4,340 bilhões, de acordo com dados divulgados hoje (16) pelo Banco Central (BC).

Nas duas primeiras semanas deste mês, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou negativo em US$ 1,848 bilhão. O segmento comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) também ficou negativo, em US$ 2,492 bilhões.

As operações de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) chegaram a US$ 950 milhões. Os pagamentos antecipados ficaram em US$ 1,232 bilhão. Esses valores estão incluídos nas exportações, que totalizaram US$ 5,529 bilhões. As importações ficaram em US$ 8,021 bilhões.

De janeiro a 11 de outubro, o fluxo cambial ficou negativo em US$ 4,161 bilhões. Nesse período, o segmento financeiro foi o responsável pelas saídas de dólares acima das entradas no país. O saldo negativo ficou em US$ 11,512 bilhões. O fluxo comercial ficou positivo em US$ 7,351 bilhões.

O BC divulgou ainda valores de leilões de venda de dólares das reservas internacionais com compromisso de recompra. No mês, a liquidação de venda ficou em US$ 2 bilhões.


Matéria: Agência Brasil

Custo do crédito influencia queda de 6,3% na intenção de consumo das famílias

Economia



Custo do crédito influencia queda de 6,3% na intenção de consumo das famílias
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-16/custo-do-credito-influencia-queda-de-63-na-intencao-de-consumo-das-familias
Oct 16th 2013, 11:20

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou 6,3% em outubro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Os sete componentes do indicador apresentaram queda.
A avaliação dos consumidores sobre se o momento atual é bom para a compra de bens duráveis, por exemplo, piorou 13%. A disposição para fazer compras a prazo caiu 8,5%, enquanto a avaliação sobre o nível de consumo atual recuou 7,3%. Os demais componentes apresentaram as seguintes quedas: perspectiva para o consumo (-5,5%), emprego atual (-4%), perspectiva profissional (-3,3%) e renda atual (-2,6%).
De acordo com a CNC, "o aumento do custo do crédito e o menor otimismo em relação ao emprego e a renda impactaram negativamente a confiança das famílias no período". Mesmo com a queda, o indicador está em 126,3 pontos, ou seja, acima do que a CNC chama de zona de indiferença (100 pontos), o que indica um nível favorável ao consumo.
Edição: Denise Griesinger

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Índice de Confiança do Empresário Industrial cai 0,4 ponto em outubro

Economia



Índice de Confiança do Empresário Industrial cai 0,4 ponto em outubro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-16/indice-de-confianca-do-empresario-industrial-cai-04-ponto-em-outubro
Oct 16th 2013, 12:14


Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu 0,4 ponto em outubro na comparação com setembro. O indicador ficou em 53,8 pontos, abaixo da média histórica de 58,5 pontos, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A queda veio depois de dois aumentos consecutivos, nesse tipo de comparação.
Na comparação com outubro de 2012, houve queda de 2,4 pontos. O Icei varia de zero a 100, sendo que valores acima de 50 indicam empresários confiantes.
Para a CNI, "as frequentes oscilações no Icei confirmam o baixo ritmo de crescimento da atividade industrial". A confiança só melhorou na indústria da construção. Nesse segmento, o Icei subiu pelo terceiro mês consecutivo, ao alcançar 54,8 pontos.
Na indústria extrativa, o Icei caiu de 57,7 pontos em setembro para 54,2 pontos em outubro. Na indústria de transformação, o índice recuou de 53,6 pontos para 52,9 pontos.
O índice de expectativas para os próximos seis meses ficou praticamente estável, em 58 pontos, com queda de 0,2 pontos.
De acordo com a CNI, o índice de outubro foi calculado com base em entrevistas feitas entre 1º e 11 de outubro com 2.495 empresas, das quais 942 são pequenas, 933 são médias e 620 são de grande porte.

Edição: Denise Griesinger

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Demanda de empresas por crédito cai 5,4% em setembro, aponta Serasa

Economia



Demanda de empresas por crédito cai 5,4% em setembro, aponta Serasa
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-16/demanda-de-empresas-por-credito-cai-54-em-setembro-aponta-serasa
Oct 16th 2013, 10:47

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A busca das empresas por crédito recuou 5,4% no mês de setembro, de acordo com levantamento divulgado hoje (16) pela empresa de consultoria Serasa Experian. Essa foi a segunda queda mensal consecutiva do indicador, que em agosto teve redução de 4,2%. Na comparação com setembro do ano passado, a demanda das empresas por crédito foi 6,9% maior. Com o resultado, a variação acumulada no ano passou de -4,0% (janeiro a agosto) para -3,0% (janeiro a setembro) ante o mesmo período de 2012.
A queda da busca das empresas por crédito em setembro foi concentrada nas micro e pequenas empresas (recuo de 5,8% ante agosto). Já nas médias empresas, houve avanço de 0,1%, e nas grandes a elevação alcançou 1,3% na busca por crédito. No acumulado do ano, as grandes empresas registram alta de 18,3%, frente ao mesmo período do ano passado. As médias empresas exibem crescimento de 4,4% no acumulado do ano. No entanto, as micro e pequenas empresas apresentaram queda de janeiro a setembro.
Quando analisado o tipo de empresa, a maior queda na demanda por crédito em setembro ficou para as empresas de serviços, com baixa de 6,9% na comparação com agosto. As empresas industriais caíram 6,2%, e as empresas comerciais 3,9%, no mesmo sentido. No acumulado do ano, dois dos três setores econômicos pesquisados exibem recuo nas demandas por crédito: -5,5% nas empresas comerciais e -3,7% nas empresas industriais. O crescimento da procura por crédito no acumulado do ano é observado apenas nas empresas de serviços (0,6%).
Por região, as maiores quedas foram registradas nas regiões Sudeste (-7,6%) e Norte (-6,8%). No Centro-Oeste a queda foi 6,1%. Na Região Nordeste o recuo chegou a 4,6%. A Região Sul foi a única que registrou expansão de 0,4% na demanda por crédito. No acumulado do ano todas as regiões geográficas do país tiveram queda, sendo que o maior recuo foi na Região Sul (-5,0%). Nas regiões Nordeste e Sudeste, as quedas acumuladas nos primeiros nove meses do ano alcançaram, respectivamente, 2,7% e 2,5%. As regiões Centro-Oeste e Norte tiveram queda de -1,8% e -1,4%, no acumulado do ano.
De acordo com os economistas da Serasa, a segunda queda mensal consecutiva da demanda empresarial por crédito ocorrida em setembro é um indicativo de enfraquecimento da atividade produtiva ao longo do terceiro trimestre deste ano, marcado por fortes oscilações da taxa de câmbio, elevações das taxas de juros e níveis de confiança empresariais menos expressivos.
Edição: Davi Oliveira
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Alimentos puxam inflação na segunda semana de outubro

Economia



Alimentos puxam inflação na segunda semana de outubro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-16/alimentos-puxam-inflacao-na-segunda-semana-de-outubro
Oct 16th 2013, 09:47

Fernanda Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou variação de 0,45% na segunda semana deste mês, alta de 0,07 ponto percentual sobre o resultado anterior. A alta foi influenciada principalmente pelo grupo alimentação, que passou de 0,41% para 0,63%.
Segundo o levantamento, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, cinco das oito classes de despesa que fazem parte do índice subiram. O grupo educação, leitura e recreação subiu de 0,11% para 0,32%, com destaque para a alta da passagem aérea (0,10% para 6,11%). O conjunto comunicação passou de 0,19% para 0,38%, com destaque para a elevação da tarifa de telefone móvel (-0,25% para 0,52%).
O grupo saúde e cuidados pessoais também registrou alta, passando de 0,44% para 0,47%, com destaque para os artigos de higiene e cuidado pessoal (0,47% para 0,75%). A classe de despesas diversas passou de 0,04% para 0,07%, com destaque para rações de animais domésticos (-0,09% para 0,52%)
Dois grupos apresentaram decréscimo: vestuário (de 1,05% para 0,91%) e transporte (de 0,07% para 0,06%). O grupo habitação ficou estável em 0,54%.
Edição: Denise Griesinger

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Atividade econômica cresce 0,08% em agosto, informa Banco Central

Economia



Atividade econômica cresce 0,08% em agosto, informa Banco Central
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Oct 16th 2013, 09:25

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou crescimento de 0,08% em agosto, comparado com o mês anterior, após queda de 0,34% registrada em julho. Os dados foram divulgados hoje (16) pelo Banco Central (BC), com revisão de resultados anteriores.
A expansão em agosto deste ano em relação ao mesmo mês de 2012 ficou em 1,32%, segundo os dados sem ajustes, uma vez que a comparação é entre períodos iguais. No acumulado do ano até agosto, o IBC-Br cresceu 2,76% e em 12 meses, 2,13%.
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.
Edição: Graça Adjuto
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IGP-10 avança em outubro e registra inflação de 1,11%

Economia



IGP-10 avança em outubro e registra inflação de 1,11%
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Oct 16th 2013, 08:27

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou inflação de 1,11% em outubro, taxa superior ao 1,05% observado em setembro e ao 0,42% de outubro de 2012. A alta foi puxada pelos três subíndices que compõem o IGP-10, com destaque para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que subiu de 0,22% para 0,33%.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 0,34% em setembro para 0,44% em outubro, enquanto o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação no atacado, subiu de 1,46% para 1,48%.
O IGP-10 acumula altas de 4,47% no ano e de 4,84% em 12 meses. O IGP-10 é calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
Edição: Talita Cavalcante
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