Fiesp prevê mais um mês de retração do emprego na indústria nacional

20 de outubro de 2013

Economia



Fiesp prevê mais um mês de retração do emprego na indústria nacional
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-20/fiesp-preve-mais-um-mes-de-retracao-do-emprego-na-industria-nacional
Oct 20th 2013, 12:04

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) acredita que os novos números do desemprego na indústria de transformação do estado apontam para mais um mês de retração do emprego na indústria nacional, considerando-se que São Paulo tem o maior parque industrial do país. A avaliação é do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos da entidade, Paulo Francini.
Segundo resultado divulgado pela Fiesp na última semana, o emprego no setor recuou 0,08% em setembro. A pesquisa reforça os últimos números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O instituto registra quatro reduções seguidas no nível de empregos da indústria nacional (-0,4% em maio, -0,1% em junho, -0,2% em julho e -0,6% em agosto), com perda acumulada de 0,8% dos postos de trabalho industriais nos oito primeiros meses de 2013, em relação a igual período do ano passado.
A redução só não é maior por causa do bom desempenho da micro e pequena indústria, que superou com folga a rescisão de contratos de trabalho nas médias e grandes empresas, em agosto, na construção civil, na indústria de transformação e na indústria extrativa mineral, de acordo com o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), Luiz Barreto.
Com base em números do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Sebrae concluiu que esses três segmentos da indústria contabilizaram 23.419 postos líquidos de trabalho em agosto. Enquanto as empresas de grande e médio porte da indústria demitiram 13.313 funcionários, a micro e pequena indústria ofereceu 36.732 novos postos de trabalho. Condição que se estende aos demais setores da economia, com os pequenos negócios respondendo por quase 100% dos empregos líquidos.
O desemprego é mais notado na indústria porque o setor começou 2013 dando boa sinalização de recuperação, com evolução de 3,1% de janeiro a abril, mas a partir de então a produção começou a cair, acumulando queda de 2,3% de maio a agosto; e como diz o economista André Macedo, do IBGE, "se a produção não cresce, não tem como melhorar o emprego".
Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), agosto foi um dos piores meses para o emprego na indústria nacional, com queda generalizada em 13 das 14 localidades pesquisadas pelo IBGE. A única contribuição positiva foi Santa Catarina, com avanço de 0,9% , enquanto os principais impactos negativos foram São Paulo (-0,9%), Minas Gerais (-1,1%), Bahia (-7%), Rio Grande do Sul (-1,8%) e Pernambuco (-6,8%).
A avaliação geral do IBGE sobre o mês de setembro só será conhecida no início de novembro, mas os empresários da indústria, que responderam a pesquisa da CNI, na semana passada, estão pouco otimistas quanto à recuperação da atividade industrial. Tanto que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu de 54,2 para 53,8 pontos na comparação setembro-outubro, em nível aquém da média histórica de 58,5 pontos.
Edição: Davi Oliveira
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Setor privado já acredita em superávit comercial de US$ 2 bilhões para este ano

Economia



Setor privado já acredita em superávit comercial de US$ 2 bilhões para este ano
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Oct 20th 2013, 10:43

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A recente recuperação da balança comercial deve garantir um superávit pequeno de cerca de US$ 2 bilhões no final de 2013, acredita o setor privado. Os empresários revisaram a previsão anterior de déficit, mas chamam a atenção para o fato de que o resultado será puxado pela pauta de produtos básicos, inclusive o petróleo bruto, e por transações da Petrobras envolvendo a venda de plataformas de petróleo e gás para subsidiárias no exterior, sem que elas deixem o país. Apesar de dentro da lei, essas operações não são exportações efetivas.
O setor privado defende investimento na competitividade principalmente dos produtos industrializados, que encerrarão o ano com déficit.
A balança comercial teve resultados fracos este ano, principalmente em função da redução nas exportações e aumento das importações de petróleo. Houve parada programada para manutenção de algumas plataformas. Com o início da normalização da produção, aliado às transações envolvendo plataformas de extração de petróleo, à venda da safra recorde de soja, ao aumento do preço do minério de ferro e ao dólar valorizado, os resultados começaram a melhorar. Em setembro, houve superávit de US$ 2,147 bilhões, o segundo maior de 2013. A partir da segunda semana de outubro, o saldo negativo acumulado de US$ 1,6 bilhão foi revertido e agora há superávit de US$ 964 milhões.
"Será um superávit graças exclusivamente aos produtos básicos. Mas o que realmente virou a balança foi a questão das plataformas. Sem as plataformas, teríamos um déficit comercial. A gente tem que considerar que é registrado como exportação, é uma operação legal. Mas de forma geral, está caindo [a exportação de] manufaturados", destaca José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). As operações com as plataformas são feitas para que a Petrobras possa se beneficiar do Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação de Bens Destinados à Produção e à Exploração de Petróleo e Gás (Repetro) e pagar menos impostos.
O diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Abijaodi, ressalta que, em 2012, o déficit comercial dos produtos manufaturados foi US$ 94 bilhões. Para este ano, está previsto déficit aproximado de US$ 105 bilhões. "A cada ano, estamos reduzindo mais [as exportações de manufaturados]", destaca Abijaodi. Em 2007, o déficit causado por esses produtos foi US$ 9,2 bilhões. Em 2008, saltou para US$ 39 bilhões. Em 2009, foi um pouco menor, chegando a US$ 36 bilhões. Em 2010, atingiu US$ 71 bilhões e, em 2011, US$ 92 bilhões.
O governo não divulga projeção de saldo para a balança comercial. No entanto, em entrevista sobre o resultado da balança de setembro, Daniel Godinho, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, destacou que a pasta espera superávit para 2013 em função de fatores como retomada das exportações de petróleo e valorização do dólar.


Edição: Davi Oliveira
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Exportações do Brasil para a Argentina crescem 10,7% este ano

Economia



Exportações do Brasil para a Argentina crescem 10,7% este ano
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Oct 20th 2013, 10:27

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Após caírem 20,7% em 2012, as exportações do Brasil para a Argentina estão em alta este ano. No período de janeiro a setembro, as vendas externas chegaram a US$ 14,9 bilhões, 10,7% superiores aos US$ 13,4 bilhões computados em igual período do ano passado, segundo a base de dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A elevação é puxada principalmente por alguns combustíveis e pelo grupo veículos automotores, reboques e carrocerias.
As vendas externas do coque (carvão de alto rendimento utilizado na siderurgia), biocombustíveis e derivados do petróleo registraram incremento de 117,1% entre 2012 e 2013, saltando de US$ 208,1 milhões para US$ 451,7 milhões. No caso dos veículos, o incremento foi 27%, saindo de US$ 5,7 bilhões para US$ 7,3 bilhões. Por outro lado, setores como vestuário, farmacêuticos e alimentos registraram queda nas vendas externas, respectivamente de 49,3%, 12,3% e 11,7%.
Para o diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Abijaodi, ainda são significativas as barreiras não tarifárias impostas pela Argentina aos produtos brasileiros. "O principal entrave são os instrumentos que [os argentinos] usam e que são subjetivos, quando a entrada do produto depende de uma aprovação qualquer. São barreiras não tarifárias", diz.
Na avaliação dele, a pauta comercial entre os países é muito dependente do setor automotivo. "Tivemos crescimento na balança, mas está concentrado nesse setor. Ele representa quase 50% da balança comercial. O restante continua caindo", ressalta. Para ele, a situação pode ser prejudicial ao Brasil. "Isso [a grande participação do setor automotivo] acontece porque o veículo brasileiro tem uma parte feita na Argentina e vice-versa. Se pararem, para também a nossa balança", comenta.
De janeiro a setembro, os veículos foram destaque na balança comercial brasileira. O país registrou aumento de 46,2% na exportação de carros, ante o mesmo período do ano passado. O setor foi exceção ao desempenho fraco dos produtos industrializados. Os principais compradores foram Argentina, Chile e Peru. "O setor automotivo tem dependência de componentes importados, pois a produção cresceu muito no Brasil. Mas os carros estão mais inovadores e podem estar competitivos, principalmente na América Latina. Pode também ser reflexo do dólar", opina Abijaodi.


Edição: Davi Oliveira
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