Dilma inaugura linha de transmissão que levará mais energia de Itaipu para o Paraguai

29 de outubro de 2013

Economia



Dilma inaugura linha de transmissão que levará mais energia de Itaipu para o Paraguai
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-29/dilma-inaugura-linha-de-transmissao-que-levara-mais-energia-de-itaipu-para-paraguai
Oct 29th 2013, 20:50


Mariana Tokarnia

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Uma linha de transmissão que levará energia da Usina Hidrelétrica de Itaipu Binacional para o Paraguai foi inaugurada hoje (29) pela presidenta Dilma Rousseff, em Hernandárias, cidade fronteiriça paraguaia. Segunda a presidenta, a linha vai cobrir 25% da demanda do Paraguai e contribuirá para o desenvolvimento do país, possibilitando novos investimentos.
"As empresas brasileiras e paraguaias que se instalarão ao longo da linha de transmissão gerarão empregos, pagarão impostos, aumentarão a renda disponível, concorrendo para o desenvolvimento diversificado do país e de toda a região", disse. "Será assim potencializada a taxa de crescimento econômico do Paraguai expressiva em 2013, sem dúvida, tudo indica, a maior da América do Sul", completou.
A obra foi financiada pelo Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), com contrapartida de 15% do Paraguai. O custo total foi US$ 320 milhões, incluindo US$ 15,8 milhões na ampliação da Subestação da Margem Direita, US$ 165 milhões nas linhas de transmissão e US$ 105 milhões para a construção da Subestação de Villa Hayes.
No discurso, Dilma ressaltou o papel do Mercosul para superar as assimetrias entre os países que compõe o bloco. "Isso é prova de que o Mercosul está forte, não se limita ao comércio, mas promove desenvolvimento buscando a superação das assimetrias entre os países da região", disse.
O Paraguai foi suspenso do bloco no ano passado, após o impeachment de Fernando Lugo do cargo de presidente. Em julho, durante a Cúpula de Chefes de Estado e de Governo do Mercosul, ficou decidido o fim da suspensão. A presidenta Dilma deixou claro o apoio ao país. "Queria reafirmar o compromisso do governo brasileiro de apoiar seu governo na luta contra a pobreza", disse diretamente ao presidente paraguaio, Horacio Cartes.


Edição: Aécio Amado
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Governo vai usar R$ 81,56 bilhões do FGTS em 2014

Economia



Governo vai usar R$ 81,56 bilhões do FGTS em 2014
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Oct 29th 2013, 19:27

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiu hoje (29) reservar R$ 81,56 bilhões do fundo para financiar funções típicas de governo, no ano que vem. O Orçamento é 14,71% superior aos R$ 71,1 bilhões previstos para execução neste ano.
Serão R$ 57,86 bilhões para financiamentos habitacionais (26,60% a mais que os R$ 45,7 bilhões de 2013), R$ 5,2 bilhões para saneamento, R$ 8 bilhões para infraestrutura urbana, R$ 1,6 bilhão para obras urbanas associadas e R$ 8,9 bilhões de desconto em financiamentos habitacionais para populações de baixa renda, principalmente no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida. Mesmo valor foi consumido neste ano a fundo perdido.
O planejamento para aplicações do FGTS pode ser alterado, porém, a exemplo do que ocorreu em 2013. Em dezembro do ano passado, o Conselho Curador aprovou financiamentos de R$ 59,66 bilhões nas mesmas rubricas para este ano. Dia 25 de setembro o mesmo conselho aprovou suplementação de R$ 12,43 bilhões, sendo R$ 10 bilhões para financiamento habitacional e R$ 2,43 bilhões para desconto dos financiamentos no Programa Minha Casa, Minha Vida.

Edição: Fábio Massalli
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Geração elétrica por fontes renováveis atingirá 85,8% em 2022, diz Empresa de Pesquisa Energética

Economia



Geração elétrica por fontes renováveis atingirá 85,8% em 2022, diz Empresa de Pesquisa Energética
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Oct 29th 2013, 17:56

Paulo Virgilio

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A participação de fontes renováveis de energia na capacidade instalada de geração elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) terá um crescimento de 2% ao longo dos próximos dez anos, passando de 83,8% em 2012 para 85,8% em 2022. A projeção consta do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE), divulgado hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
O estudo, com o horizonte de 2022, ficará em consulta pública no Ministério de Minas e Energia até 10 de novembro. De acordo com a EPE, o aumento da participação de fontes renováveis se dará principalmente devido a um crescimento expressivo do parque eólico, que saltará de 1,5% no final de 2012 para 9,5% em 2022. A capacidade instalada das usinas eólicas, atualmente em torno de 1,8 mil megawatts (MW) subirá para 17,4 mil MW no decênio.
O PDE 2022 projeta ainda uma expansão significativa das hidrelétricas, com a geração hídrica de mais 34 mil MW, o que representa o maior crescimento absoluto em termos de capacidade instalada. No entanto, devido à maior contribuição de outras fontes geradoras de energia, a participação relativa das hidrelétricas cairá de 71% em 2012 para 65% em 2022. Ainda segundo a EPE, a maior expansão hidrelétrica ocorrerá na Região Norte, com a entrada em operação de grandes empreendimentos, com destaque para a Usina de Belo Monte, no Pará.
A versão para consulta pública do PDE 2022 pode ser acessada na página da EPE na internet – www.epe.gov.br .

Edição: Fábio Massalli
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CNI defende investimento em infra-estrutura para melhorar escoamento da produção no Centro-Oeste

Economia



CNI defende investimento em infra-estrutura para melhorar escoamento da produção no Centro-Oeste
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Oct 29th 2013, 17:19

Jorge Wamburg

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, destacou hoje (29), ao detalhar o Projeto Centro-Oeste Competitivo, que prevê obras infraestruturais até 2020, a necessidade de uma rede de transportes integrada e eficiente para facilitar a distribuição dos produtos e aumentar a competitividade brasileira. Segundo Andrade, existem carências e oportunidades de investimento nos diversos modos de transporte, especialmente no setor ferroviário.
O estudo divulgado pela CNI e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) indica obras para o Centro-Oeste cuja execução poderá gerar economia de R$ 7,2 bilhões anuais no escoamento da produção para os mercados interno e externo. De acordo com o projeto, que analisou a situação das regiões produtoras do Distrito Federal, de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a execução das obras indicadas poderá gerar economia equivalente a R$ 7,2 bilhões no escoamento da produção para os mercados interno e externo.
Conforme dados da CNI, a malha ferroviária brasileira tem apenas 3,5 quilômetros de infraestrutura instalada por mil quilômetros quadrados de área. No México e na China, ela chega a 9 quilômetos e, nos Estados Unidos, a 22,9. Segundo a CNI, a carência do Brasil nesse segmento dificulta a adequação do setor produtivo aos padrões de competição no mercado internacional.
Além dos problemas da infraestrutura física, o estudo diz que a falta de vias adequadas nos cruzamentos em cidades, rodovias e pontes é um dos fatores que impedem maior velocidade média dos trens. O projeto destaca ainda a necessidade de conclusão da Ferrovia Norte-Sul e da BR-163 e de modernização das hidrovias dos rios Paraguai e Madeira e atenção a rodovias da região que estão sendo utilizadas acima de sua capacidade. Segundo o estudo, a modernização das hidrovias poderá gerar economia anual de R$ 2,3 bilhões.
Robson Andrade enfatizou que a implantação de um sistema de infraestrutura logística integrando todos os modos de transporte exige planejamento cuidadoso e disse que "a indústria pode e quer participar" desse esforço. "Investimentos em transportes exigem longos períodos de tramitação nos órgãos do governo e de construção. Por isso, os projetos precisam ser bem estruturados com antecedência de 20 a 30 anos."
O estudo diz que o setor produtivo da região (indústria, agricultura e atividades extrativas) gasta R$ 31,6 bilhões por ano com o transporte de cargas, o equivalente a 8,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do Centro-Oeste. A execução dos projetos prioritários para a construção de uma malha logística eficiente trará uma economia anual de R$ 7,2 bilhões no escoamento da produção, considerando-se o volume de cargas projetado para 2020.
Com previsão de investimentos de R$ 36,4 bilhões em 106 projetos prioritários até 2020, o projeto tem como objetivo desenvolver a infraestrutura de transportes do Centro-Oeste (estradas, ferrovias e hidrovias) para escoamento dos produtos da região. O projeto envolve o mapeamento da atual infraestrutura e a implantação de uma nova rede. O estudo identificou 15 cadeias produtivas e a necessidade de 308 obras de modernização e ampliação, a um custo aproximado de R$ 159 bilhões até 2020, entre elas as 106 consideradas prioritárias.
Entre os projetos prioritários, 48% dos recursos previstos são destinados a ferrovias; 23% a portos; 18% a hidrovias e 10% a rodovias. De acordo com a CNI, a execução das obras prioritárias poderá reduzir em 11,8% nas perdas totais causadas pela precariedade da infraestrutura de transportes, com economia equivalente a R$ 7,2 bilhões no escoamento para os mercados interno e externo, considerando-se o volume de cargas projetado para 2020. Atualmente, segundo dados da pesquisa, o setor produtivo do Centro-Oeste gasta R$ 60,9 bilhões por ano com o transporte de cargas, o equivalente a 8,7% do Produto Interno Bruto (PIB) da região.
Edição: Nádia Franco
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Petrobras dará prioridade à produção de petróleo

Economia



Petrobras dará prioridade à produção de petróleo
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Oct 29th 2013, 17:07

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A presidenta da Petrobras, Graça Foster, disse hoje (29) que nos próximos anos a empresa fará mais investimentos em produção de petróleo do que em exploração, a fase de pesquisas e testes. A informação foi dada em palestra para empresários do setor de petróleo e gás, durante a feira Offshore Technology Conference, no Rio de Janeiro.
"Nos próximos cinco, seis anos, será mais importante para nós o "P" de produção do que o "E" de exploração", disse a presidenta. A companhia tenta elevar suas reservas para diminuir o impacto da importação de combustível. Para não aumentar a inflação, a Petrobras vende mais barato no mercado interno o combustível comprado a preço superior no mercado externo.
Graça Foster anunciou que a companhia deve dobrar de tamanho nos próximos anos, com a entrada em operação de novos poços no pós-sal e no pré-sal. Ela aposta no aumento da produção e comercialização de gás para o mercado interno e externo. "São 171 milhões de metros cúbicos de gás por dia, e trabalhamos também para dobrar nossa capacidade de refino", acrescentou.
Além das incertezas do mercado externo, para a executiva, os desafios da companhia na próxima década são a construção de grandes unidades de produção, sondas e navios com conteúdo local e a redução do déficit de mão de obra de nível técnico. "Este é um grande gargalo", afirmou. Também preocupa a demanda por combustíveis fósseis, em um cenário projetado para os próximos 20 anos, em que combustíveis renováveis ganham força.


Edição: Beto Coura

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Ministros do Brics firmam declaração para minimizar impacto de mudanças climáticas na agricultura

Economia



Ministros do Brics firmam declaração para minimizar impacto de mudanças climáticas na agricultura
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Oct 29th 2013, 15:56

Da Agência Brasil
Brasília – Os ministros da Agricultura dos cinco países integrantes do Brics (grupo que reúne as economias emergentes do Brasil, da Rússia, da Índia, da China e da África do Sul) assinaram hoje (29) declaração conjunta com o objetivo de minimizar os impactos das alterações climáticas na segurança alimentar. O ministro da Agricultura brasileiro, Antônio Andrade, firmou o acordo ao participar da 3ª Reunião dos Ministros da Agricultura do Brics em Pretória, África do Sul.
De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o documento prevê iniciativas para estimular a produção de alimentos com menor dependência de práticas que causem impacto no clima.
Antônio Andrade afirmou que a redução dos efeitos climáticos pode ser obtida por meio de medidas como a alteração da data da semeadura, variação das espécies de semente e uso de técnicas de irrigação e sombreamento.
O Brasil sediará a próxima conferência dos países do Brics, que será em março do ano que vem em Fortaleza.
Edição: Nádia Franco
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Supermercados esperam aumentar vendas entre 4% e 4,5%

Economia



Supermercados esperam aumentar vendas entre 4% e 4,5%
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Oct 29th 2013, 16:36

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Associação Brasileira de Supermercados manteve hoje (29) a projeção de ampliar as vendas entre 4% e 4,5% no fechamento do ano. A previsão indica melhora na expectativa dos empresários em relação ao começo do ano, quando a estimativa era de aumento em torno de 3,5%, abaixo do índice registrado em 2012 (5,3%).
"A gente sente que há um aumento da massa de rendimentos [influenciando no crescimento das vendas], mas também tem todo o esforço do governo com relação aos produtos da cesta básica", explicou o vice-presidente da associação, Márcio Milan.
Ele se referiu à desoneração fiscal dos produtos da cesta básica que, segundo o executivo, tem ajudado a elevar as vendas desde o início do segundo semestre. Em setembro, o faturamento superou em 4,94% o acumulado nos nove primeiros meses do ano passado. O percentual foi deflacionado com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O economista Flávio Tayra esclareceu que o setor têm obtido bons resultados em razão da estabilidade na taxa de desemprego e do aumento de 2,8% da massa de rendimento em comparação a igual mês do ano passado.
A associação dos supermercados divulgou levantamento feito sobre a variação de preços da uma cesta básica com 35 produtos no qual foi verificada queda de 0,92%, passando de R$ 355,85 para R$ 352,57.
Entre as cinco regiões pesquisadas, houve elevação em duas: Norte (0,37%) e no Sudeste (0,75%). A região que mais influenciou o resultado médio foi o Centro-Oeste com diminuição de 2,73%. Neste caso, a queda foi puxada por Brasília onde ocorreu forte redução de preço da carne.
Em todas as regiões, as maiores altas afetaram os seguintes produtos: leite em pó integral (3,77%), o que é atribuído à queda na produção; farinha de trigo (3,41%), associada à quebra de safra e maior dificuldade na importação; franco congelado (2,28%) e queijo mussarela (2,08%). Em sentido oposto caíram os preços da batata (-21,64%), da cebola (-12,43%); do tomate (-11,94) e feijão (-7,60%).

Edição: Beto Coura

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Presidenta da Petrobras diz que vitória no Campo de Libra “chegou na hora certa”

Economia



Presidenta da Petrobras diz que vitória no Campo de Libra "chegou na hora certa"
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Oct 29th 2013, 15:49

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A presidenta da Petrobras, Graça Foster, disse hoje (29) que a estatal se preparou com antecedência para disputar o Campo de Libra, o primeiro do pré-sal, leiloado na última semana, e que o resultado chegou "na hora certa" para a empresa.
"É um projeto muito estudado. Temos certeza de que chegou na hora certa, esperávamos Libra de forma ansiosa", explicou.
De acordo com a executiva, a companhia se envolveu por meses de negociações que deram origem ao consórcio que arrematou o poço por R$ 15 milhões, e que a configuração de parceiros superou as expectativas da empresa.
"Não poderia ficar melhor para a Petrobras, com todo o respeito a todos os concorrentes e aos futuros parceiros", disse Graça Foster, sobre a posição da estatal brasileira no consórcio com a anglo-holandesa Shell, a francesa Total - com quem esperar trocar tecnologia na exploração de águas profundas - e as chinesas Cnooc e CNPC.
A dirigente também lembrou que, neste momento, de acordo com mínimo estipulado pelo Marco Regulatório do Pré-Sal, a companhia entra com 30% nas explorações no petróleo da região. Em algum momento, segundo ela, pode ser que chegue a 100%, mas hoje "opta por fazer em parceria".
A Petrobras entrou no leilão em um consórcio com mais quatro empresas estrangeiras e terá de pagar R$ 6 milhões de bônus ao governo. A previsão é que a extração do primeiro óleo seja feito em 2020, quando está previsto o início da produção do Campo de Libra.
Edição: Davi Oliveira
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Economistas pedem transparência na discussão sobre incentivos tributários e sustentabilidade

Economia



Economistas pedem transparência na discussão sobre incentivos tributários e sustentabilidade
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Oct 29th 2013, 15:41


Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil



Brasília – O coordenador de Políticas Públicas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), André Lima, criticou hoje (29) a política tributária brasileira, na qual, segundo ele, quem fala mais forte termina recebendo mais incentivos tributários. Lima participou, em Brasília, na Comissão de Assunto Econômicas (CAE) do Senado, do seminário Política Tributária e Sustentabilidade: Uma plataforma para a nova economia.
O representante do Ipam defendeu uma discussão mais aberta dos benefícios e malefícios que os incentivos tributários podem provocar, do ponto de vista social e ambiental. Lima disse que existe uma forte tendência de concessão de incentivos a setores que poluem, com a emissão de dióxido de carbono e que não consideram a sustentabilidade como critério.
Por isso, ele defendeu uma política em que os incentivos convirjam para a sustentabilidade, pois deve pagar mais impostos quem polui mais. "Estabelecer um política de incentivos convergentes com a política de clima e meio ambiente. O Brasil, em breve, deverá assumir metas obrigatórias de redução de emissões, e devemos trabalhar a política tributária no mesmo sentido desses compromissos", destacou.
Para Lima, já é hora de mudar alguns conceitos tributários, como o da essencialidade, cujo foco não deve ser apenas na questão da saúde, mas também no conceito socioambiental. Em 2020, disse ele, o país deverá obedecer a metas com limitação das emissões de gases de efeito estufa, redução gradativa de incentivos para setores que poluem mais e taxação para os que emitem intensivamente dióxido de carbono e taxação para quem não cumprir as metas.
O economista André Lima ressaltou que é impossível tratar do sistema tributário no Brasil sem esbarrar na falta de equidade dos tributos, que tem 50% recaindo sobre o consumo. "Isso significa que não temos um tributo progressivo no país. Ou seja, quem ganha mais paga mais. Na verdade, o regime brasileiro tem um caráter regressivo importante. Um milionário paga [imposto embutido] em um pãozinho da mesma forma que um assalariado ou um pensionista, que compra o mesmo pãozinho."
Ele citou o Observatório de Equidade do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que mostra vários fatores para provar que o sistema tributário nacional é desigual e injusto. Para o coordenador do Ipam, o retorno social é baixo. Na questão ambiental, ele destacou também o fato de os municípios assumirem cada vez mais responsabilidades, embora não tenha os recursos necessários para a gestão.
Lima criticou ainda a transparência dos dados da Receita Federal, que considera "extremamente agregados", não permitindo uma avaliação da importância dos incentivos dados aos setores econômicos para a sociedade. "Pedimos, com base na Lei de Acesso à Informação, os dados para avançar nessas análises, mas tivemos acesso negado. Precisamos, para isso, de apoio da CAE", disse ele.
O economista Odilon Guedes, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ressaltou que o debate é importante porque a sustentabilidade irá depender do Estado brasileiro. "O Estado brasileiro recebeu no planeta um ataque de neoliberalismo como se não servisse para mais nada. Isso é um equívoco danado, porque o Estado brasileiro teve e tem um papel importante na sustentabilidade."
Segundo Guedes, os grandes latifundiários de parte da Amazônia não pagam o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) na mesma proporção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) cobrado no município de São Paulo, por exemplo. Para ele, isso significa que os latifundiários, o agronegócio e os grandes fazendeiros não pagam imposto sobre a grande propriedade. Ele disse aos parlamentares que quem tem defendido a reforma tributária são os grandes empresários, que "só querem diminuir a carga tributária".
Guedes criticou ainda o sistema tributário ao destacar que a dívida ativa da União, só até dezembro do ano passado, chegou a R$ 1,14 trilhão, embora muitas empresas não paguem por acreditarem que não vale a pena, pois, até serem acionadas pela Justiça e até entrarem na dívida ativa, o prazo é muito longo. "Acabou de sair um novo Refis [Programa de Recuperação Fiscal]. Termina que o empresário que paga é punido porque quem não paga depois vai entrar em um programa de refinanciamento da dívida a juros baixíssimos.".
A senadora Ana Amélia (PP-RS) também considerou injusta a cobrança de impostos no Brasil. "A própria palavra significa isso: 'imposto'. Não é livre, não é voluntário. Penso, como foi dito, que não é transparente a forma como [o imposto] é arrecadado, nem a destinação. Essa questão social do tributo é que tem que ser revista", disse a senadora.
Ana Amélia também quer saber porque a Receita Federal não libera os dados com mais detalhes para que a sociedade possa entender melhor a destinação dos incentivos tributários e os "benefícios e malefícios" para a sociedade.
Edição: Nádia Franco
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Greve dos bancários aumentou uso do cheque especial, que tem juros mais altos

Economia



Greve dos bancários aumentou uso do cheque especial, que tem juros mais altos
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Oct 29th 2013, 14:20

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Com a greve dos bancários, os clientes usaram mais o cheque especial, mesmo com taxa de juros mais alta em relação a outras modalidades para pessoas físicas, disse hoje (29) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel. A greve dos bancários começou no dia 19 de setembro e terminou em meados deste mês.
De acordo com Maciel, com a greve, os clientes deixaram de fazer depósitos para cobrir a conta e não tiveram acesso a modalidades de crédito com taxas mais baixas. "O cheque especial, quer seja pela restrição ao acesso para depósito ou por ser crédito prontamente disponível, pode ter crescido nesse período por causa da paralisação", disse ele.
A taxa de juros do cheque especial subiu 4,4 pontos percentuais de agosto para setembro, chegando a alcançar 143,3% ao ano. O saldo dessa modalidade subiu 4,3%, em setembro, atingindo R$ 22,032 bilhões.
Maciel acrescentou que, no caso de crédito imobiliário, modalidade em que é preciso ter acesso às agências para fechar os contratos, houve redução nas concessões. De agosto para setembro, a queda nas concessões do crédito imobiliário ficou em 9,5%. As concessões desse tipo de crédito totalizaram R$ 10,234 bilhões para pessoas físicas.
No total, as concessões de crédito com recursos livres para pessoas físicas caíram 8,8%, no mês, e ficaram em R$ 18,280 bilhões. O saldo total das operações de crédito (R$ 2,598 bilhões) teve expansão de 0,8%, em setembro. Em agosto o crescimento foi maior: 1,3%.
Segundo Maciel, a valorização da taxa de câmbio também levou a essa moderação no saldo das operações de crédito. Isso porque parte do crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está vinculado à variação da taxa câmbio. "Quando o dólar varia, esse estoque aferido em reais também varia. E esse foi um aspecto que diferenciou este resultado de resultados anteriores", explicou o diretor do BC.
A moderação no saldo das operações de crédito foi acompanhada por taxas de juros mais caras. A taxa de juros cobrada das famílias subiu 0,7 ponto percentual,de agosto para setembro. No mês passado, a taxa ficou em 37,2% ao ano para o crédito com recursos livres. Para as empresas, houve alta de 0,1 ponto percentual, ao registrar 20,7% ao ano, em setembro.
No crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), a taxa para as empresas ficou estável em 7,4% ao ano e subiu 0,1 ponto percentual para as famílias (7% ao ano).
Segundo Maciel, o aumento dos juros é consequência das elevações da taxa básica de juros da economia (Selic). Os juros básicos, definidos pelo Banco Central, servem de referência para as demais taxas do mercado. Atualmente, a Selic está em 9,5% ao ano.
Edição: Nádia Franco
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Vendas reais nos supermercados do país acumulam alta de 4,94% este ano

Economia



Vendas reais nos supermercados do país acumulam alta de 4,94% este ano
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Oct 29th 2013, 11:54

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – As vendas reais do setor de supermercados alcançaram 4,94% de alta no período acumulado de janeiro a setembro. Houve também aumento sobre o mesmo mês do ano passado, com elevação de 4,81%. Já na comparação entre setembro e agosto, as vendas caíram 5,12%. Os dados foram divulgados hoje (29) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
A cesta com os 35 produtos mais consumidos teve queda de 0,92% sobre agosto, passando de R$ 355,85 para R$ 352,57. Na comparação com setembro de 2012, o preço médio subiu 6,88%. Os produtos com as maiores elevações em setembro foram: leite integral em pó (3,77%), farinha de trigo (3,41%), frango congelado (2,28%) e queijo mussarela (2,08%).
De acordo com a entidade, o Índice Nacional de Vendas Abras é uma pesquisa mensal sobre o desempenho do setor supermercadista, com dados de 130 empresas de supermercados de todo o território nacional, envolvendo mais de 2.800 lojas, o que representa aproximadamente 60% das vendas do setor.
Edição: Davi Oliveira

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Juros do cheque especial chegam a 144,2% ao ano segundo o Banco Central

Economia



Juros do cheque especial chegam a 144,2% ao ano segundo o Banco Central
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-29/juros-do-cheque-especial-chegam-1442-ao-ano-segundo-banco-central
Oct 29th 2013, 11:51

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A taxa de juros do cheque especial subiu 4,4 pontos percentuais, de agosto para setembro, ao alcançar 143,3% ao ano, de acordo com dados divulgados hoje (29) pelo Banco Central (BC). Essa é a taxa mais alta desde julho do ano passado - 144,2% ao ano.
Entre as modalidades do crédito com recursos livres para pessoas físicas divulgadas pelo BC, a taxa do cheque especial é a mais alta. A taxa do crédito pessoal, incluídas operações consignadas em folha de pagamento passou de 39,7% ao ano para 40,4% ao ano, aumento de 0,7 ponto percentual.
A taxa para a compra de carros, subiu 0,3 ponto percentual – de 20,9% para 21,2% ao ano. Para a compra de outros bens, o aumento ficou em 0,8 ponto percentual, passando de 67,6% para 68,4% ao ano.
No caso das operações de arrendamento mercantil (leasing) de carros, houve queda de 1,1 ponto percentual para, variando de 12,1% para 11% ao ano.
Edição: Marcos Chagas
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Taxa de juros sobe e inadimplência fica estável em setembro, mostra BC

Economia



Taxa de juros sobe e inadimplência fica estável em setembro, mostra BC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-29/taxa-de-juros-sobe-e-inadimplencia-fica-estavel-em-setembro-mostra-bc
Oct 29th 2013, 11:09

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A taxa de juros cobrada das famílias subiu 0,7 ponto percentual, de agosto para setembro. A taxa ficou em 37,2% ao ano, no mês passado, para o crédito com recursos livres, de acordo com dados divulgados hoje (29) pelo Banco Central (BC).
Para as empresas, a alta ficou em 0,1 ponto percentual, ao registrar 20,7% ao ano, em setembro. No crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados basicamente aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), a taxa para as empresas ficou estável em 7,4% ao ano, e subiu 0,1 ponto percentual para as famílias (7% ao ano).
A inadimplência do crédito com recursos livres ficou estável tanto para as famílias (7%) quanto para as empresas (3,4%), de agosto para setembro. O BC considera inadimplência atrasos em pagamentos superiores a 90 dias. A taxa de inadimplência do crédito com recursos direcionados ficou estável em 0,5% para as empresas e subiu 0,1 ponto percentual para as pessoas físicas (1,9%).
O saldo das operações de crédito do sistema financeiro chegou a R$ 2,598 trilhões, o que representa 55,5% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB). Esse percentual ficou estável em relação a agosto. No mês, o saldo apresentou expansão de 0,8% e em 12 meses encerrados em setembro, 15,7%.
Edição: Talita Cavalcante
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Confiança da indústria na economia fica estável

Economia



Confiança da indústria na economia fica estável
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-29/confianca-da-industria-na-economia-fica-estavel
Oct 29th 2013, 10:13

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- O Índice de Confiança da Indústria (ICI) ficou em -0,2% no trimestre de agosto a outubro, ao passar de 98 pontos para 97,8 pontos. Esse foi o nível mais baixo desde 2009 quando foi registrado 95,7 pontos, mas indica estabilidade, segundo classifica o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV). O órgão é responsável pelo ICI apurado na pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação.
Desde maio, as variações têm sido negativas e o pior momento foi em julho quando a taxa apontou um recuo de 4%. Naquele período, o nível de avaliação empresarial passou de 103,8 pontos para 99,6 pontos. Já no trimestre atual, a percepção dos empresários é a de que, nos próximos meses, o ambiente será mais favorável para fazer bons negócios.
Segundo a pesquisa, houve um recuo de 0,8% no Índice da Situação Atual (ISA), com o nível em 98,1 pontos, enquanto nas consultas sobre o Índice de Expectativas (IE) ocorreu elevação de 0,4% com 97,5 pontos. O IBGE detectou, ainda, um recuo de 3,2% na satisfação com a situação atual dos negócios, o menor nível desde julho de 2009.
Entre os consultados, 19,8% consideraram o atual momento como bom, parcela menor que na apuração passada (23,1%). A proporção dos que avaliaram como fraca ficou estável, ao passar de 18,2% para 18,3%.
Mesmo diante dessa avaliação, os empresários consultados estão mais otimistas que no trimestre anterior sobre a melhora da economia. Entre os sinais de melhora está a intenção de ampliar o quadro de empregados nos próximos três meses. Esse plano foi apontado por 14,8% ante 13,9%, no trimestre encerrado em setembro.
Paralelamente caiu de 11,7% para 10,4%, o grupo de empresários que acenam com corte de pessoal. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) também indicou estabilidade com 84,1% ante 84,1%.
Edição: Marcos Chagas
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Centro-Oeste precisa de R$ 36,4 bilhões até 2020 para escoamento da produção

Economia



Centro-Oeste precisa de R$ 36,4 bilhões até 2020 para escoamento da produção
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-29/centro-oeste-precisa-de-r-364-bilhoes-ate-2020-para-escoamento-da-producao
Oct 29th 2013, 00:00



Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Região Centro-Oeste precisa de investimentos de R$ 36,4 bilhões até 2020 para garantir o escoamento ágil e eficiente da produção agropecuária. Valor necessário à execução de 106 projetos prioritários para ampliar e modernizar a infraestrutura de transportes no Distrito Federal (DF), em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, de acordo com levantamento feito por entidades representativas da indústria e da agropecuária na região.
A pesquisa, coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), deu origem ao Projeto Centro-Oeste Competitivo, a ser divulgado hoje (29), como parte do esquadrinhamento das necessidades prioritárias do país, já executado nas regiões Norte, Nordeste e Sul. O mapeamento da Região Sudeste deve ficar pronto em meados de 2014.
O Projeto Centro-Oeste Competitivo assegura que o setor produtivo da região gasta R$ 60,9 bilhões ao ano com o transporte de cargas, equivalentes a 8,7% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no DF e nos três estados. Gastos que podem ser abatidos em R$ 7,2 bilhões por ano com a execução dos projetos prioritários para a construção de uma malha logística adequada.
O Centro-Oeste é responsável por quase metade dos grãos produzidos no Brasil, de acordo com a presidenta da CNA, senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), e embora 56% da produção sejam acima do Paralelo 16, apenas 14% são escoados pelos portos do Norte e do Nordeste. Só com investimentos maciços em infraestrutura, diz a senadora, aproveitando os rios, "será possível inverter essa lógica que sobrecarrega os portos do Sul e do Sudeste, baixar os custos do transporte e preservar o meio ambiente".
De acordo com Robson Andrade, presidente da CNI, ao identificar os investimentos que mais ajudariam a diminuir o custo logístico do país, os empresários contribuem para o planejamento governamental de médio e longo prazo. Segundo ele, "a indústria pode e quer participar do esforço para recuperar e modernizar a infraestrutura do país", pois uma rede de transporte integrada e eficiente "facilita a distribuição dos produtos, reduz os custos e aumenta a competitividade brasileira".
O Centro-Oeste Competitivo ressalta que das 106 obras prioritárias para a região, 19 (16,4%) estão em andamento. As demais estão em fase de projeto ou apenas nos planos governamentais. O levantamento da CNI e da CNA identificou 26 projetos no transporte ferroviário, com custos de R$ 17,5 bilhões; 24 projetos na estrutura portuária, que vão exigir R$ 8,4 bilhões; e 34 obras essenciais para melhorar o transporte fluvial, com investimentos de R$ 6,7 bilhões.
O projeto divulgado hoje é a quarta publicação da série Estudos Regionais de Competitividade, patrocinados pela CNI e federações estaduais da indústria. Nos quatro estudos foram identificadas 205 obras prioritárias, que envolvem investimentos de R$ 55 bilhões nos próximos sete anos.

Edição: Aécio Amado
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