Ministro avalia que é razoável definir prazo de validade para créditos de celulares pré-pagos

1 de novembro de 2013

Economia



Ministro avalia que é razoável definir prazo de validade para créditos de celulares pré-pagos
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-01/ministro-avalia-que-e-razoavel-definir-prazo-de-validade-para-creditos-de-celulares-pre-pagos
Nov 1st 2013, 19:07

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (1º) que é razoável a fixação de prazos para o uso de créditos inseridos em planos pré-pagos de telefonia celular. Segundo ele, as empresas pagam taxas para manter as linhas ativas e esse ônus poderia ser repassado para os consumidores se os créditos não tivessem prazos definidos para utilização.
"A empresa paga uma taxa para habilitar e paga uma taxa anual para manter habilitado. Isso tem um ônus que a empresa vai passar para os consumidores. É razoável para todo mundo, se o serviço ficar mais caro é pior para nós. Você acha que a empresa vai ficar com a conta?", disse Bernardo.
Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) permitiu que as operadoras de telefonia celular estabeleçam prazos para o uso de créditos nos planos pré-pagos. A decisão suspende a liminar concedida anteriormente pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que proibia o estabelecimento de prazos para o uso dos créditos. O pedido de suspensão da liminar foi feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que alega que os créditos devem ter prazos de validade para evitar aumento de preços ao consumidor.
A Anatel também argumenta que a manutenção eterna das linhas pré-pagas, se não houvesse o prazo para o uso dos créditos, reduziria a quantidade de números disponíveis para o serviço. Segundo Paulo Bernardo, a cada ano, são cerca de 70 milhões de novos números ativados no país. "Daqui a pouco vamos precisar ter 18 números no celular para resolver isso", disse.
Para a advogada Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), a decisão do STJ é prejudicial aos consumidores. "Toda prestação de serviço tem o pressuposto de que [o consumidor] deve utilizar enquanto ele estiver disponível. Ou seja, enquanto não consumir todos os créditos, não deve ter um prazo de validade", disse.
Ela também critica o modelo de negócio da telefonia móvel no país. "Do ponto de vista do consumidor, é o modelo de negócio que está trazendo prejuízo, principalmente para a população de baixa renda, que não tem como ter um telefone fixo nem um celular pós-pago. Com essa decisão, entendemos que os consumidores saem prejudicados."
Edição: Juliana Andrade
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Governo acredita que balança comercial fechará o ano com superávit

Economia



Governo acredita que balança comercial fechará o ano com superávit
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-01/governo-acredita-que-balanca-comercial-fechara-ano-com-superavit
Nov 1st 2013, 18:21

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Apesar do déficit acumulado no ano pela balança comercial, que soma US$ 1,8 bilhão no período de janeiro a outubro, o governo ainda acredita em resultado positivo para 2013. De acordo com o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Daniel Godinho, o saldo positivo depende do desempenho do petróleo e a expectativa do governo ainda é recuperação da produção. "Trabalhamos com expectativa de produção ascendente, conforme informado pela própria Petrobras", declarou Godinho, em coletiva de imprensa para comentar os resultados de outubro da balança, que ficou deficitária em US$ 224 milhões após dois meses superavitária.
De acordo com o secretário de Comércio Exterior, o resultado negativo foi causado pela parada de uma refinaria para manutenção em outubro. No primeiro semestre do ano, a parada programada para manutenção de plataformas da Petrobras também impactou a comercialização do combustível e obrigou o Brasil a importar mais. Para 2014, a previsão é normalização do impacto causado pelo petróleo nas contas externas. "Será um ano bem melhor do que 2013. Haverá melhora substancial na conta petróleo", disse Godinho, que destacou ainda o efeito benéfico do dólar em alta sobre a balança comercial, com redução das importações de bens de consumo.
De janeiro a outubro de 2013, a exportação de petróleo e derivados registrou queda de 31,2%, segundo o critério da média diária. Por outro lado, as vendas externas dos demais produtos da pauta brasileira cresceram 2,9% no período. Sem o petróleo, portanto, a balança estaria superavitária. Entre os produtos cujas vendas no mercado exterior se destacaram em 2013 estão automóveis, que registraram crescimento de 46,3% no acumulado do ano ante o mesmo período de 2012. Em volume financeiro, as exportações de carros somaram US$ 4,6 bilhões, batendo o recorde de US$ 4,3 bilhões registrado em 2008. Também bateu recorde no período a comercialização de carne bovina (17,1%), celulose (13,5%) e soja (30%).
Edição: Juliana Andrade
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Ipea propõe nova Lei de Licitações

Economia



Ipea propõe nova Lei de Licitações
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-01/ipea-propoe-nova-lei-de-licitacoes
Nov 1st 2013, 18:33

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Em nota técnica divulgada hoje (1º), no Rio de Janeiro, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) propôs uma nova lei, em substituição à Lei 8.666/93, conhecida como Lei de Licitações. A nota é fruto de estudos feitos pelo instituto para subsidiar a comissão especial do Senado, presidida pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), com relatoria da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), que estuda a reforma da lei atualmente em vigor. O prazo da comissão venceria nesta sexta-feira, mas foi prorrogado até o final do ano legislativo.
De autoria dos técnicos de Planejamento e Pesquisa do Ipea, o economista Eduardo Fiuza e o advogado Bernardo Medeiros, a proposta inclui a criação de duas agências, sendo uma normativa e a outra de compras centralizadas. "Para ter vários ganhos, a gente prevê que uma maneira de centralizar e dar mais eficiência a essas compras seria a criação dessa agência de compras. Esse é um dos pontos fundamentais que a gente está propondo", disse Bernardo Medeiros à Agência Brasil.
Na avaliação do pesquisador, há uma insatisfação generalizada na administração pública com a demora e os resultados da Lei 8.666. "Muitas vezes são procedimentos licitatórios longos, que não chegam a nenhum resultado atraente", diz Medeiros. A opinião é compartilhada pelo ministro-chefe interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e presidente do Ipea, Marcelo Neri.
"A percepção é que a Lei 8.666 é um entrave, dá mais problema do que solução", disse Neri à Agência Brasil. Ele destacou que a proposta apresentada pelos técnicos do Ipea sugere que a reforma da Lei de Licitações se baseie na Lei 12.462/2011, que instituiu o Regime Diferenciado de Contratações (RDC) para bens, serviços e obras ligadas à Copa do Mundo de 2014, às Olimpíadas de 2016 e ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A ideia, frisou Marcelo Neri, é usar o princípio do regime especial criado para a Copa, em função da celeridade necessária, e transformar em um princípio mais geral, além de criar uma agência de compras com mais flexibilidade e incorporar indicadores de desempenho ao processo, dependendo da sua natureza, como sustentabilidade ambiental e questões de ordem social, por exemplo. "A gente acha que uma mudança ali [na Lei 8.666] é bastante necessária e bem vinda".
Bernardo Medeiros questionou até que ponto vale a pena levar em conta nas licitações só o menor preço. Na sua opinião, a atual Lei de Licitações está mais focada em cumprir os procedimentos, as etapas previstas em lei, do que os resultados. "A gente quer dar foco em resultado. E para isso, alguns arranjos têm que ser alterados". O estabelecimento da agência de compras centralizadas, além de dar mais agilidade ao processo licitatório, traria ganhos de escala, ressaltou.
Medeiros explicou que em vez de cada órgão público fazer uma licitação isolada, as compras passariam a ser centralizadas, isto é, feitas em conjunto, o que traria ganhos de escala e consequente barateamento de preços. "Ao invés de pulverizar em pequenos processos licitatórios, a gente centralizaria isso. Quem quer computador? São esses órgãos? Então, a gente centralizaria, ganharia tempo. Tem ganho de escala, o valor de cada computador vai ser menor".
O ministro Marcelo Neri concordou que, com a agência, o processo de compras públicas será agilizado e haverá menos burocracia. "Como são processos de compras coletivas feitas na internet, eles têm um ganho. A grande vantagem do setor público, do Estado, é ser um grande comprador. Então, é dar escala para poder negociar melhor os preços e a qualidade do que é adquirido".
Enquanto a Agência Brasileira de Compras Públicas, como os técnicos do Ipea denominaram o novo órgão proposto, cuidaria da operação das licitações, a agência normativa daria maior segurança jurídica às licitações. Os pesquisadores propõem que sejam criadas carreiras de níveis médio e superior especializadas em compras públicas.
De acordo com informação da assessoria de imprensa do Ipea, a Lei 8.666/93, que trata de licitações, contratos e compras, foi alterada por 61 medidas provisórias e 19 leis, totalizando 80 normas, o que é considerado como um fator de "engessamento" dos processos.

Edição: Fábio Massalli
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Balança comercial tem déficit de US$ 224 milhões em outubro

Economia



Balança comercial tem déficit de US$ 224 milhões em outubro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-01/balanca-comercial-tem-deficit-de-us-224-milhoes-em-outubro
Nov 1st 2013, 16:27

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A balança comercial registrou déficit (exportações menores que importações) em outubro, após superávit em agosto e setembro. O saldo ficou negativo em US$ 224 milhões, com US$ 22,8 bilhões em vendas externas e US$ 23 bilhões em compras. É o pior resultado para o mês desde 2000, segundo dados divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
No ano, a balança está negativa em US$ 1,8 bilhão, o maior déficit para o período desde 1998, quando o saldo acumulado de janeiro a outubro ficou no vermelho em US$ 5 bilhões.



A média diária das exportações em outubro ficou em US$ 992,3 milhões, com pequeno aumento de 0,3% ante outubro de 2012 e retração de 0,8% na comparação com setembro deste ano. As vendas externas de produtos industrializados cresceram 9,1% em comparação a outubro de 2012. Um dos motivos foi a exportação de uma plataforma para extração de petróleo, no valor de US$ 1,9 bilhão. Na prática, o produto foi vendido a uma subsidiária da Petrobras no exterior, em uma operação que visa a reduzir os gastos com impostos. A plataforma não deixou o Brasil. Vendas de tubos flexíveis de ferro e aço, carros de passageiros, veículos de carga e aviões também puxaram o bom desempenho dos manufaturados.
As exportações de semimanufaturados e básicos, no entanto, recuaram respectivamente 21,7% e 0,3%. As retrações no grupo dos semimanufaturados deveram-se à queda nas vendas de alumínio bruto (59,1%), açúcar (48,4%), ouro (45,4%) e ferro fundido (15,6%). Quanto aos produtos básicos, caíram as vendas de algodão bruto (53,1%), café em grão (28,8%), farelo de soja (24,5%), milho (21,8%), carne suína (18,2%), carne de frango (11,5%), minério de cobre (9,9%) e folhas de fumo (5,2%).
Do lado das importações, houve destaque no crescimento das compras de combustíveis e lubrificantes (68,5%). Também aumentaram as aquisições de bens de consumo (5,3%) e de matérias-primas e produtos intermediários (1,8%).


Edição: Carolina Pimentel
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Vale está otimista com cenário econômico da China

Economia



Vale está otimista com cenário econômico da China
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Nov 1st 2013, 16:24

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O presidente da Vale, Murilo Ferreira, disse hoje (1º) que está otimista com o cenário econômico da China, o maior mercado consumidor da empresa. O país asiático foi o principal tema do encontro que o executivo teve nesta sexta-feira, em Brasília, com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.
"Disse ao ministro que o ambiente econômico chinês é favorável no próximo trimestre, e que serão anunciadas algumas reformas que ajudarão ainda mais na estabilidade [daquele país]. Está sendo animador a gente ter essas relações de negócios. A perspectiva é que os negócios continuarão intensos", acrescentou.
O empresário disse também que a Vale vai esperar a publicação da medida provisória (MP) que tratará da tributação de lucros no exterior para decidir o que fará com a dívida fiscal que tem com a União. "Ainda não tomamos nenhuma decisão quanto a isso. Vamos esperar a MP que vai tratar da tributação de lucros no exterior", disse Ferreira
Recentemente, o governo brasileiro anunciou que as empresas brasileiras com filiais ou coligadas em outros países terão até oito anos para pagar tributos sobre os lucros referentes às atividades internacionais.
Para isso, está em elaboração uma MP com o novo regime de tributação para os lucros do exterior. A proposta também ampliará, de dez para 15 anos, o prazo do parcelamento de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) devido pelas companhias.
Atualmente, o governo cobra a diferença entre os impostos pagos lá fora e os tributos devidos no Brasil. A diferença é quitada no ano seguinte à apuração no balanço da companhia. Com a MP, as empresas poderão parcelar os tributos sobre o lucro em oito anos, pagando parcelas de 2,5% mais juros nos sete primeiros anos e uma parcela final de 82,5% no oitavo ano.
Edição: Davi Oliveira
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Custo unitário da construção civil paulista cresceu 0,17% em outubro

Economia



Custo unitário da construção civil paulista cresceu 0,17% em outubro
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Nov 1st 2013, 14:34

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Em outubro, o custo unitário básico (CUB) da construção civil paulista cresceu 0,17% em comparação a setembro. Com isso, o preço médio do metro quadrado ficou em R$ 1.097,90. Os números foram divulgados hoje (1º) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo e pela Fundação Getulio Vargas. O CUB, índice oficial da variação de custos do setor, é utilizado nos reajustes dos contratos de obras.
Os gastos com mão de obra cresceram 0,07% em outubro ante setembro. Os materiais de construção subiram 0,33%, enquanto o salário dos engenheiros manteve estabilidade. Entre janeiro e outubro deste ano, a alta de preços na construção civil aumentou 7,14% na comparação ao mesmo período de 2012.

Edição: Beto Coura

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Bancos terão que padronizar informações a partir de 2014

Economia



Bancos terão que padronizar informações a partir de 2014
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Nov 1st 2013, 12:46

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Os bancos terão que publicar mais informações sobre os riscos, composição de capital e o cumprimento de regras, a partir de 30 de junho de 2014. Essa publicação será padronizada e assim será possível fazer comparação com todas as instituições financeiras no mundo.
Essa medida, publicada nessa quinta-feira (31) pelo Conselho Monetário Nacional, complementou a regulamentação de Basileia 3, um conjunto de recomendações para a estrutura de capital das instituições financeiras. As regras de Basileia 3 refletem as lições tiradas da crise econômica internacional. A ideia é garantir que as instituições financeiras tenham recursos reservados para absorver choques em momento de crise. As economias integrantes do G20 (as 20 maiores economias mundias) assumiram o compromisso de implementar as recomendações de Basileia 3.
Entre as informações que os bancos terão que divulgar estão as reservas de lucro, os instrumentos de dívidas subordinadas (usadas para reforçar o capital dos bancos) e deduções, como de ágios e créditos tributários, por exemplo.
Segundo o chefe do Departamento de Regulamentação Prudencial e Cambial do Banco Central (BC), Caio Ferreira, o objetivo é dar transparência para que os investidores possam analisar os dados. Segundo Ferreira, o BC já tem acesso a essas informações, de forma até mais detalhada, para fazer a supervisão do setor no país.
Outra medida para complementar a regulamentação das regras de Basileia 3 no país foi a elevação do capital próprio dos bancos nos casos de empréstimos com valor a partir de R$ 100 milhões a grandes empresas.
Nesses casos, o fator de ponderação passou de 75% para 85% usado no cálculo do capital próprio das instituições financeiras. De acordo com Ferreira, a medida foi tomada para equiparar a regra brasileira com o padrão internacional.
Também foram criados critérios para o BC determinar se uma instituição financeira poderá converter instrumentos de dívidas em ações para ampliar capital.
Outra resolução estabelece procedimentos qualitativos para determinar o preço de ativos financeiros pouco negociados no mercado. A ideia é que o banco tenha uma política clara para ditar o valor desses ativos. Além disso, será necessária uma análise de instituição independente sobre os preços dos ativos. Segundo Ferreira, são poucos os ativos dos bancos que têm baixa negociação no mercado. "A maior parte são instrumentos líquidos, amplamente negociados no mercado", disse.
De acordo com Ferreira, outras resoluções estabelecem ajustes que" garantem que os bancos vão continuar seguros em termos de exigência de capital", além de darem esclarecimentos sobre as regras de Basileia 3 às instituições financeiras.
Edição: Talita Cavalcante
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Cresce otimismo dos empresários da construção civil

Economia



Cresce otimismo dos empresários da construção civil
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Nov 1st 2013, 12:13

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) mostra que os empresários do setor estão mais otimista e esperam aumento de vendas neste mês de novembro. Ao serem consultados para classificar se o período será bom, 76% responderam acreditar nisso. Em outubro, 68% que tinham essa expectativa.
"Os estímulos do governo federal por meio dos programas de melhoria de renda das famílias, associados à baixa taxa de desemprego e à disponibilidade de credito em condições favoráveis para reformas e ampliações têm mantido uma demanda favorável para materiais de construção. Esperamos que os projetos de infraestrutura deslanchem neste final de ano para podermos ter o último trimestre do ano mais aquecido", informa em nota o presidente da Abramat, Walter Cover.
Após se reunir na quarta-feira (30) com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, em Brasília, o executivo admitiu que há possibilidade de o setor fechar o ano com crescimento de 2,5% nas vendas. Para 2014, ele acredita em um avanço mais significativo entre 4% e 5%.
A sondagem da Abramat mostra ainda que 71% das empresas pretendem investir nos próximos 12 meses – 4 pontos percentuais a mais do que o apresentado em setembro (67%) e igual ao mesmo período de 2012.
Quanto ao nível atual de Utilização da Capacidade Instalada foi detectada a mesma taxa do mês anterior: 83%.
Edição: Talita Cavalcante
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Produção industrial cresce 0,7% em setembro

Economia



Produção industrial cresce 0,7% em setembro
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Nov 1st 2013, 10:07

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A produção industrial brasileira cresceu 0,7% em setembro na comparação com agosto, que registrou variação nula, informou hoje (1º) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com setembro de 2012, a produção do setor teve um incremento de 2%, depois de uma queda de 1,2% em agosto, quando interrompeu quatro meses de altas consecutivas. Em setembro, três das quatro categorias de uso e 19 das 27 atividades mostraram aumento na produção.
Nos nove meses de 2013, a atividade industrial cresceu 1,6% na comparação com os nove primeiros meses de 2012, com taxas positivas em três das quatro categorias de uso e 16 dos 27 ramos pesquisados. No acumulado nos últimos 12 meses, a produção aumentou 1,1% – o melhor resultado desde outubro de 2011 (1,4%) – e manteve a tendência de alta iniciada em dezembro passado (-2,6%).
Na comparação de setembro e agosto deste ano 13 dos 27 ramos investigados e duas das quatro categorias de uso registram crescimento. A contribuição mais positiva para o resultado veio do setor de veículos automotores (6,2%), equipamentos de transporte (8,6%), outros produtos químicos (2,7%), perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (8,4%), farmacêutica (2,5%), produtos de metal (1,4%) e indústrias extrativas (0,8%).
As principais atividades que reduziram a produção foram: edição, impressão e reprodução de gravações (-12,2%), refino de petróleo e produção de álcool (-4,5%), setores de vestuário e acessórios (-10,5%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-2,5%), alimentos (-0,4%), material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-2,0%) e máquinas e equipamentos (-0,5%).
Entre as categorias de uso, os bens de capital foi a que apresentou maior expansão (4%), seguida da de bens de consumo duráveis (2,3%). A produção de bens de consumo semi e não duráveis foi a única que registrou queda na produção em setembro (1,4%), com recuo pelo terceiro mês consecutivo.
Edição: Talita Cavalcante
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Alimento e aluguel puxam inflação

Economia



Alimento e aluguel puxam inflação
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Nov 1st 2013, 09:24

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,55%, no fechamento de outubro, com alta de 0,06 ponto percentual em relação à última apuração (0,49%) e 0,17 ponto percentual acima do índice registrado na primeira semana do mês (0,38%). No ano, a taxa acumula alta de 4,20% e, em 12 meses, 5,36%.
A pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que seis dos oito grupos apurados tiveram aumento maior do que o registrado na terceira prévia do mês. O índice mais alto foi constatado no item alimentação que subiu de 0,79% para 0,93% com destaque para as hortaliças e legumes com elevação de 0,91% ante uma queda de 4,34%.
Ocorreram acréscimos também em saúde e cuidados pessoais (de 0,43% para 0,57%), despesas diversas (de 0,14% para 0,25%), comunicação (de 0,38% para 0,47%), habitação (de 0,57% para 0,58%) e educação, leitura e recreação (de 0,49% para 0,50%).
Os cinco itens que mais influenciaram o aumento do IPC-S foram: tomate (de 15,82% para 24,76%), o aluguel residencial (de 0,77% para 0,80%), refeições em bares e restaurantes (de 0,62% para 0,44%), plano seguro-saúde (de 0,67% para 0,67%) e tangerina (de 22,19% para 34,80%).
O impacto desses aumentos, no entanto, foram minimizados pelo recuo de 0,01% em transporte ante uma alta de 0,02%. Nesse grupo, os serviços de oficina subiram de 1,04% para 0,51%, e a gasolina teve queda de 0,63% ante um recuo de 0,70%. Além disso, na classe vestuário houve um decréscimo com a taxa passando de 0,75% para 0,72% sob o efeito, principalmente, dos calçados (de 0,43% para 0,23%).
Edição: Talita Cavalcante
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