Custo Unitário do Trabalho cresce 7,2% no Brasil em 2012

4 de novembro de 2013

Economia



Custo Unitário do Trabalho cresce 7,2% no Brasil em 2012
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-04/custo-unitario-do-trabalho-cresce-72-no-brasil-em-2012
Nov 4th 2013, 20:58

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Custo Unitário do Trabalho (CUT), indicador que mede a relação entre o custo da hora trabalhada e a produtividade do trabalhador, cresceu 7,2% no Brasil no ano passado, o que significa diminuição da competitividade dos produtos brasileiros diante de concorrentes estrangeiros. É o que mostra nota técnica divulgada hoje (4) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). De acordo com a pesquisa, no acumulado de 2011 e 2012, o CUT no Brasil subiu 11,3%.
"O grande problema é que houve no Brasil, nos últimos anos, uma combinação perversa de aumento do custo do trabalho, com queda de produtividade. Ou seja, passou-se a pagar mais para menos produção. E, obviamente, o resultado disso é um choque de custos, que retira a competitividade do produto nacional", disse à Agência Brasil o gerente de Economia e Estatística da Firjan, Guilherme Mercês.
Comparando a evolução do CUT no período 2004/2011, o Brasil foi o único país entre as maiores economias globais que apresentou crescimento nesse indicador, da ordem de 6%. Nos Estados Unidos, o CUT recuou 22%, enquanto na Coreia do Sul, e no Japão a queda foi, respectivamente, 20,1% e 18,7%. Em outros países, como França, Alemanha e Reino Unido, o CUT caiu, em média, 14,6%, revela a nota técnica da Firjan.
Segundo Guilherme Mercês, a comparação internacional levanta uma questão importante. "No pós-crise, todos os países desenvolvidos se engajaram em reformas de redução dos custos do trabalho e aumento de produtividade". Entre elas, está a reforma da Previdência Social, redução do número de feriados, aumento de gastos em pesquisa e novos processos. "O Brasil não fez o seu dever de casa. Então, perdeu competitividade diante de seus principais concorrentes. Não à toa, o que nós vimos nos últimos anos foi uma enxurrada de importados na economia brasileira".
Mercês avaliou que, para reduzir o CUT, o Brasil precisaria cumprir duas agendas amplas. A primeira passa por políticas voltadas para o aumento da produtividade. "Nós estamos falando de mais investimento em educação, pesquisa e desenvolvimento e tecnologia em geral, até mesmo em processos dentro das empresas".
Outra agenda envolve a redução de custo do trabalho no país. "Aí, nós estamos falando de modernização da legislação trabalhista, que foi instituída na década de 1930 e não consegue mais atender ao mundo do trabalho atual, e outros penduricalhos com os quais o Brasil vai convivendo e tornam o trabalho caro". A multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), paga pelas empresas ao governo no caso de demissão do trabalhador, e a discussão sobre terceirização são alguns casos que elevam o custo da hora trabalhada, apontou.
O aumento do CUT afeta de forma especial a indústria brasileira, assegurou o economista. "A indústria é uma tomadora de preços no mercado internacional. Portanto, ela só pode praticar, no máximo, o preço do mercado externo. Caso contrário, perde para os importados. A grande questão é a que custo a indústria nacional consegue produzir".
Treze dos 15 segmentos que compõem a indústria da transformação mostraram aumento no custo do trabalho, com destaque para o setor têxtil, que acumulou alta de 25,3% entre os anos de 2011 e 2012. Em seguida, aparecem material de trasporte, com alta de 21,3%, e máquinas e equipamentos (21%). Segundo a Firjan, esse movimento reflete queda significativa de produtividade dos três setores, no período analisado.
Os únicos setores em que o CUT diminuiu foram os de papel e gráfica, com queda de 6,3%, e madeira (-13,6%).
Edição: Fábio Massalli
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Tombini anuncia criação do Fundo Garantidor de Cooperativismo de Crédito

Economia



Tombini anuncia criação do Fundo Garantidor de Cooperativismo de Crédito
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-04/tombini-anuncia-criacao-do-fundo-garantidor-de-cooperativismo-de-credito
Nov 4th 2013, 20:05

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, anunciou hoje (4), em Fortaleza, na instalação do 5º Fórum sobre Inclusão Financeira, a criação do Fundo Garantidor de Cooperativismo de Crédito (FGCoop), que, segundo ele, garantirá mais proteção aos depósitos dos cooperados e contribuirá para fortalecer o cooperativismo de crédito brasileiro.
Ele informou também que foi publicada a regulamentação de serviços de pagamentos móveis no Brasil (mobile payments). "Não tenho dúvida de que, a partir dessa regulamentação, observaremos nos próximos meses importante evolução nas transações financeiras cotidianas", e o BC acompanhará esse processo para assegurar que ocorra com segurança e integridade, disse ele.
Ao falar sobre o FGCoop, Tombini destacou que os pilares fundamentais para garantir a plena inclusão são educação financeira, proteção e inovação. Por isso, além da proteção do fundo, a educação é necessária para consolidar a inclusão e, especialmente, os ganhos econômicos e sociais observados nos últimos anos.
Para ele, a inclusão será ainda mais reforçada com o lançamento do programa Cidadania Financeira e do Guia de Excelência de Educação na Oferta de Serviços Financeiros. Tombini disse que o Brasil avançou muito em inclusão financeira, pois os bancos estão cada vez mais presentes no país, e todos os municípios contam com pelo menos um ponto de acesso ao sistema financeiro.
Ele destacou, porém, que o acesso à conta bancária e a proximidade física de pontos de atendimento são apenas uma dimensão da inclusão financeira e que as instituições do setor têm de levar em conta que a qualidade e a integridade dos serviços "são pré-requisitos fundamentais para que o processo seja sustentável e benéfico a todos".
Edição: Nádia Franco
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Ministério da Agricultura decreta emergência na Bahia por causa de praga em lavouras

Economia



Ministério da Agricultura decreta emergência na Bahia por causa de praga em lavouras
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Nov 4th 2013, 19:34

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento declarou estado de emergência fitossanitária no oeste da Bahia, por causa da praga Helicoverpa armigera, lagarta que causa prejuízo principalmente às lavouras de milho, soja e algodão. O anúncio foi publicado na edição de hoje (4) do Diário Oficial da União. A declaração de emergência tem validade de um ano.
O estado de emergência permite rapidez na adoção de medidas em casos que necessitem de controle imediato de pragas. O governo da Bahia terá autoridade para adotar ações de controle à lagarta nos próximos dias, que serão detalhadas no Diário Oficial ainda nesta semana.
A declaração de emergência fitossanitária ou zoosanitária foi regulamentada este ano, por meio de decreto do Poder Executivo. A legislação prevê, inclusive, autorização para uso de agrotóxicos. No entanto, não podem ser usados produtos que causem graves danos ao meio ambiente ou para os quais o Brasil não disponha de métodos de desativação de componentes.
Também hoje, o Ministério da Agricultura declarou oficialmente 24 municípios de Minas Gerais áreas livres da praga Sigatoka negra, que atinge as folhas da bananeira. Com a concessão do status, sobe para 86 o total de municípios mineiros autorizados a comercializar plantas e frutos da bananeira para qualquer local do país.
Edição: Nádia Franco
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Camex aplica medidas antidumping a importações da China, dos EUA e da Alemanha

Economia



Camex aplica medidas antidumping a importações da China, dos EUA e da Alemanha
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Nov 4th 2013, 18:32

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Começaram a vigorar hoje (4) duas medidas da Câmara de Comércio Exterior (Camex), que estabelecem direito antidumping definitivo, até cinco anos, para importações de tubos de aço-carbono, da China, e de etnolaminas, dos Estados Unidos e da Alemanha. Investigações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) constataram a existência de dumping [preço de venda no destino menor que na origem] nas importações analisadas, em prejuízo da indústria brasileira.
De acordo com especificações da Camex, o tubo de aço-carbono é do tipo sem costura, de condução (linepipe), utilizado em oleodutos e gasodutos, com diâmetro externo entre 141,3 mm e 355,6 mm. O direito antidumping, no caso, será aplicado na forma de alíquota fixa de US$ 778,99 por tonelada vendida pela empresa Yangzhou Lontrin Steel Tube. O valor aumenta para US$ 835,47 nas exportações de outros produtores chineses.
Quanto às etnolaminas (produtos químicos derivados do óxido de eteno, aplicados nas indústrias agroquímicas, de cosméticos, de produtos de limpeza e outros), importadas dos Estados Unidos e da Alemanha, o direito antidumping será recolhido sob a forma de alíquota ad valorem, com variações que vão de 7,4% a 59,3%, dependendo do fabricante.

Edição: Beto Coura

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Mantega discute com centrais sindicais gastos do seguro-desemprego

Economia



Mantega discute com centrais sindicais gastos do seguro-desemprego
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Nov 4th 2013, 16:08

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, recebeu hoje (4), no escritório da Presidência da República na capital paulista, representantes de centrais sindicais para discutir a elevação dos gastos com o seguro-desemprego e o abono do PIS/Pasep. "Trata-se de identificar se o aumento está sendo em benefício dos trabalhadores ou, se por trás disso, há problemas como aumento da rotatividade ou de fraudes que possam ser cometidas por empresários", esclareceu o ministro.
Uma nova reunião foi marcada para quinta-feira (7) a fim de abrir debate sobre mudanças. "Começamos a fazer discussão para identificar melhor o problema", disse Mantega. Segundo o ministro, a mudança é necessária para assegurar o cumprimento das metas fiscais e a redução das despesas públicas. "A questão preocupa o governo, porque os gastos com as duas modalidades chegarão a R$ 47 bilhões neste ano, que é 1% do PIB [Produto Interno Bruto]", declarou.
No último mês, o governo alterou uma das regras do seguro-desemprego ao exigir que o trabalhador faça um curso de qualificação de, no mínimo, 160 horas, ao solicitar o benefício pela segunda vez, dentro de um período de dez anos. Antes, o curso deveria ser feito a partir do terceiro pedido. No dia 31, o ministro falou sobre a possibilidade de o curso ser obrigatório na primeira solicitação.
A iniciativa de convidar as centrais para discutir o assunto foi bem recebida pelos sindicalistas. "Nós colocamos para o ministro que queremos discutir todo o arcabouço sobre o emprego no Brasil. Não há nenhuma decisão tomada hoje, mas na próxima reunião técnica vamos trazer propostas", declarou Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Entre as propostas destacadas por Freitas, ele apontou a necessidade do controle da rotatividade dos trabalhadores. "Embora o país tenha um nível de emprego alto, há grande rotatividade, e é um dos motivos que causam desnivelamento no seguro-desemprego", avaliou. Ele citou ainda o fim do trabalho informal, o fim da terceirização e a saúde financeira do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Segundo a CUT, o Conselho Deliberativo do FAT informa que nos últimos quatro anos houve perda de R$ 64,9 bilhões dos recursos que deveriam ser repassados ao fundo, em razão de desonerações fiscais e retenções da Desvinculação da Receita da União (DRU). De acordo com o secretário de Administração e Finanças da CUT, Quintino Severo, que é o atual presidente do conselho, 10,9% dos recursos foram repostos pelo Tesouro Nacional.
Mantega defendeu a política de desoneração do governo como mecanismo de enfrentamento da crise financeira para garantir a manutenção dos empregos. "Em 2008, fizemos os primeiros acordos de desoneração para setores que estavam se preparando para demitir. O emprego se manteve mesmo durante a crise", declarou.
Além da CUT, participaram representantes da Força Sindical, Nova Central Sindical de Trabalhadores, Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Central Geral dos Trabalhadores e União Geral dos Trabalhadores. "Batemos forte na questão da rotatividade. Esse é um dos principais problemas, e isso se deve porque o governo ainda não regulamentou o artigo 239 da Constituição, que é uma maneira de punir as empresas que mandam mais embora", propôs Miguel Torres, presidente da Força Sindical.
O seguro-desemprego é uma assistência financeira temporária concedida a trabalhadores demitidos sem justa causa para auxiliá-los na manutenção e na busca de emprego e inclui ações integradas de orientação, recolocação e qualificação profissional. O abono do PIS/Pasep é pago uma vez por ano a trabalhadores que recebem até dois salários mínimos.


Edição: Beto Coura

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Camex reduz Imposto de Importação de 124 produtos sem similar nacional

Economia



Camex reduz Imposto de Importação de 124 produtos sem similar nacional
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Nov 4th 2013, 15:52

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu o Imposto de Importação de 124 produtos não fabricados no país. As resoluções que reduzem as alíquotas do imposto foram publicadas hoje (4) no Diário Oficial da União. As medidas têm validade até 31 de dezembro do ano que vem.
A Resolução 91 reduz de 16% para 2% o imposto na aquisição de circuito fechado de som, áudio e vídeo para metrô, e a 92 baixa de 14% para 2% a alíquota de 119 bens de capital, e renova a validade de redução para quatro produtos.
A concessão de redução do Imposto de Importação, na qual os produtos são relacionados como ex-tarifários, atinge especificamente bens de capital (BK) e bens de informática e de telecomunicações (BIT), com o objetivo de baratear a compra externa de máquinas e equipamentos.
De acordo com informações das empresas que solicitaram o benefício, os 124 ex-tarifários contemplam principalmente a indústria naval (61,24%), a produção de bebidas (17,61%) e de bens de capital (4,41%) e o setor de autopeças (4,21%). Os empresários estimam importações totais equivalentes a US$ 136,6 milhões, com potencial para gerar empreendimentos internos de cerca de US$ 1,3 bilhão.
Os ex-tarifários vão incentivar investimentos, principalmente, para construção de um estaleiro em Aracruz, no Espírito Santo, instalação de uma fábrica de refrigerantes em Itabirito, em Minas Gerais, e uma fábrica de peças para motores de automóveis em Poços de Caldas, também em Minas Gerais, com importações da Alemanha (32,33%), Itália (30,70%), dos Estados Unidos (18,12%), da China (4,25%) e da Espanha (3,03%).
Edição: Nádia Franco
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Inflação medida pelo IPC-S sobe em cinco das sete capitais pesquisadas

Economia



Inflação medida pelo IPC-S sobe em cinco das sete capitais pesquisadas
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Nov 4th 2013, 15:01

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu em cinco das sete capitais pesquisadas na última semana de outubro em comparação com a imediatamente anterior, informou hoje (4) a Fundação Getulio Vargas (FGV).
As principais altas foram verificadas no Recife (de 0,12% para 0,35%), em Salvador (de 0,29% para 0,51%) e em Porto Alegre (de 0,71% para 0,85%). Também houve aumento em Brasília (de 0,32% para 0,43%) e São Paulo de (0,54% para 0,58%). O indicador registrou queda no Rio de Janeiro (de 0,47% para 0,36%) e em Belo Horizonte (de 0,68% para 0,60%).
Na média das sete capitais pesquisadas, o IPC-S passou de 0,49% para 0,55%, entre a terceira e a quarta semanas do mês passado.
Edição: Juliana Andrade
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Guido Mantega se reúne com representantes das centrais sindicais em São Paulo

Economia



Guido Mantega se reúne com representantes das centrais sindicais em São Paulo
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Nov 4th 2013, 15:24

São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reúne com representantes das centrais sindicais para discutir mudanças nas concessões do seguro-desempregoSão Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reúne com representantes das centrais sindicais para discutir mudanças nas concessões do seguro-desempregoSão Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reúne com representantes das centrais sindicais para discutir mudanças nas concessões do seguro-desempregoSão Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reúne com representantes das centrais sindicais para discutir mudanças nas concessões do seguro-desemprego



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Inflação este ano deve ultrapassar a de 2012

Economia



Inflação este ano deve ultrapassar a de 2012
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-04/inflacao-este-ano-deve-ultrapassar-de-2012
Nov 4th 2013, 09:18

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A inflação este ano deve ficar levemente acima do resultado de 2012, quando chegou a 5,84%. Pela projeção de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve chegar a 5,85%, em 2013. A previsão divulgada na segunda-feira passada foi a de 5,83%. Para 2014, a inflação deve ser ainda maior: 5,92%, a mesma projeção anterior.
As projeções estão distantes do centro da meta de inflação, de 4,5%, e abaixo do limite superior de 6,5%. É função do BC fazer com que a inflação convirja para o centro da meta.
Um dos instrumentos usados pelo BC para influenciar a atividade econômica e, por consequência, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic. Para as instituições financeiras, ao final deste ano, essa taxa estará em 10% ao ano. Ou seja, na última reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom), nos dias 26 e 27 deste mês, deve ser mantido o ritmo de elevação de 0,5 ponto percentual. Atualmente, a Selic está em 9,5% ao ano.
Este ano, a Selic foi mantida em janeiro e março e elevada em 0,25 ponto percentual em abril e em 0,5 ponto percentual em maio, julho, agosto e outubro. O Copom reúne-se oito vezes por ano.
A pesquisa do BC também traz a mediana das expectativas para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que segue em 5,04%, este ano, e em 5,2%, em 2014.
A projeção para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi alterada de 5,81% para 5,79%, este ano, e mantida em 6% em 2014. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a estimativa foi ajustada de 5,78% para 5,79%, em 2013, e segue em 5,98% no próximo ano.
A estimativa para os preços administrados foi alterada de 1,7% para 1,6%, este ano, e reduzida de 3,85% para 3,75%, em 2014. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água e transporte urbano coletivo.
Edição: Talita Cavalcante
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Instituições financeiras mantêm projeção de crescimento da economia em 2,5%

Economia



Instituições financeiras mantêm projeção de crescimento da economia em 2,5%
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-04/instituicoes-financeiras-mantem-projecao-de-crescimento-da-economia-em-25
Nov 4th 2013, 09:21

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central reforçaram, pela segunda semana seguida, a projeção para este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 2,5%. No ano passado, o PIB cresceu 0,9%, depois da expansão de 2,73% em 2011. Para 2014, a instituições financeiras esperam por crescimento menor do que neste ano: 2,13%.
A estimativa das instituições financeiras para a expansão da produção industrial foi alterada de 1,80% para 1,77%, este ano, e de 2,39% para 2,50%, em 2014.
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantida em 34,5%, tanto para 2013 quanto para o próximo ano.
A previsão das instituições financeiras para o saldo negativo em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi mantida em US$ 79 bilhões este ano e passou de US$ 73,35 bilhões para US$ 72,7 bilhões em 2014.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto para o próximo ano.
A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 2,25, ao final deste ano, e em R$ 2,40, no fim de 2014.
Edição: Graça Adjuto
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IPC da Fipe atinge quase o dobro da variação de setembro

Economia



IPC da Fipe atinge quase o dobro da variação de setembro
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Nov 4th 2013, 07:41

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), atingiu 0,48% no fechamento de outubro – quase o dobro da variação verificada no encerramento de setembro, quando o índice alcançou 0,25%. O maior avanço inflacionário ocorreu no grupo alimentação com alta de 1,2%. No término de setembro, a taxa referente aos itens alimentícios havia sido negativa em 0,01% e, na última apuração relativa à terceira prévia de outubro, houve elevação de 0,90%.
A segunda maior taxa foi constatada em despesas pessoais com 0,86% ante 0,24% em setembro e 0,67% no último levantamento. No grupo saúde, o índice apresentou 0,46%, o que representa um decréscimo em comparação a setembro (0,72%) e ligeiro acréscimo sobre a terceira prévia (0,41%).
Em habitação houve alta de 0,17%, taxa inferior à medida em setembro (0,28%) e um pouco acima da apuração passada (0,15%). No grupo transportes, o índice ficou praticamente estável com 0,14% ante 0,12% em setembro e 0,13%, na terceira prévia.
Em vestuário, o índice passou de uma alta de 1,11% em setembro para variação negativa de 0,19%. Na mediação passada, os preços também haviam recuado na média em 0,03%. E, em educação, o mês de outubro fechou em alta de 0,12% ante 0,13% na terceira prévia e 0,09%, no encerramento de setembro.
Edição: Talita Cavalcante
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