Falta mão de obra qualificada para o agronegócio, dizem Embrapa e SNA

7 de novembro de 2013

Economia



Falta mão de obra qualificada para o agronegócio, dizem Embrapa e SNA
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-07/falta-mao-de-obra-qualificada-para-agronegocio-dizem-embrapa-e-sna
Nov 7th 2013, 15:49

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O agronegócio brasileiro se tornou um dos mais produtivos do mundo, mas a formação de profissionais não acompanhou a evolução, afirmaram especialistas que participaram hoje (7) do 14º Congresso Agribusiness, promovido pela Sociedade Nacional da Agricultura (SNA). Para o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Lopes, a solução passa pela adequação dos cursos universitários.
"A complexidade vai marcar a agricultura no futuro. Teremos uma agricultura cada vez mais integrada, com sistemas como lavoura-pecuária e lavoura-pecuária-floresta, exigindo mais cuidado com questões como o meio ambiente. Vamos precisar de pessoas cada vez mais capacitadas e com uma visão ampla do processo. É preciso trabalhar com as universidades para que ajustem seus currículos e sejam adequados à realidade que vivemos e aos novos desafios que estão vindo".
Para Lopes, no entanto, o país tem uma posição privilegiada: "Temos mais de 70 universidades agrárias e institutos que formam técnicos. Só temos que cada vez mais modelar a formação para que tenhamos oferta de profissionais que atendam a um agronegócio tão complexo e tão diverso como é o brasileiro".
O presidente da SNA, Antonio Alvarenga, concordou que a adequação de currículos é um ponto de partida, mas argumentou que é preciso também convencer os jovens de que o campo pode ser promissor. "Nossas instituições de ensino formam profissionais para os centros urbanos. É preciso desenvolver nos alunos, nos universitários, uma consciência de que o setor rural tem mercado, bons salários e grandes oportunidades, e que ele não precisa ficar apenas nos centros urbanos para ser um profissional de sucesso".
Alvarenga destacou a necessidade de profissionais de gestão, como economistas agrícolas. "Hoje o produtor precisa acompanhar o mercado de commodities, a cotação do dólar, os mercados internacionais e conhecer logística. Tem que gerir bem a produção, ganhar produtividade, conhecer técnicas modernas. É um profissional que está sendo muito demandado e que não existe", diz o presidente. Ele recomenda especialização a quem esteja interessado nesse mercado, com bons cursos universitários e cursos de qualificação em órgãos como o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Sebrae.
O principal tema do congresso foi a segurança alimentar global e nacional, e o representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Alan Bojanic, afirmou que em um cenário em que a produção de alimentos precisará crescer 20% até 2020, o Brasil poderia contribuir com até 40% dessa expansão.
"Países árabes, do Sul da Ásia e da África não têm possibilidade de aumentar a produção, e a principal fonte, a mais fácil, é a que vai vir do Brasil. Para isso são necessários acordos comerciais para fazer disso uma realidade. Os Estados Unidos e a Ucrânia também são grandes produtores, mas a cota para o Brasil pode chegar a 40%. Estamos falando de daqui a seis anos".
De acordo com a FAO, será preciso aumentar a produção mundial de grãos em 1 bilhão de toneladas até 2050, em um quadro em que as mudanças climáticas e catástrofes naturais podem causar perdas de até 30% da produção. Atualmente, quase 900 milhões de pessoas sofrem com insegurança alimentar no mundo, e, por outro lado, 2 bilhões têm obesidade ou sobrepeso, o que também exige do setor alimentos mais saudáveis para prevenir doenças e gastos com saúde.

Edição: Beto Coura

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Produção e venda de motocicletas no atacado crescem em outubro com relação a setembro

Economia



Produção e venda de motocicletas no atacado crescem em outubro com relação a setembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-07/producao-e-venda-de-motocicletas-no-atacado-crescem-em-outubro-com-relacao-setembro
Nov 7th 2013, 15:40

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A produção e as vendas de motocicletas tiveram crescimento em outubro, mas o setor de veículos de duas rodas ainda busca recuperação no acumulado do ano. Segundo dados que foram divulgados hoje (7) pela Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), as vendas de motocicletas no atacado somaram 155.875 unidades em outubro, crescimento de 9,1% em comparação ao mês anterior.
Com relação ao acumulado do ano, no entanto, houve recuo de 3,5% nas vendas, em comparação ao ano passado, com 1.346.965 unidades comercializadas entre janeiro e outubro deste ano.
Já a produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus cresceu 14,9% em outubro, em comparação ao mês anterior, e 29,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, com a produção de 172.492 unidades. No acumulado do ano, a produção contabilizou 1.431.792 unidades, recuo de 3,7% em relação ao mesmo período de 2012.
Um total de 123.517 motocicletas foram emplacadas em outubro, o que representou queda de 4,2% em relação a setembro e 12,3% em comparação a outubro do ano passado. Entre janeiro e outubro deste ano, a queda alcança 9,1% em comparação ao mesmo período do ano passado. O número de motocicletas emplacadas reflete as vendas ao consumidor final.
"O aumento na produção e nas vendas para o atacado registrados em outubro são justificados por conta das férias coletivas de final de ano e por ajustes nos estoques, porém os dados de emplacamento mostram que a recuperação aguardada pelo setor no mês outubro não ocorreu", disse Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.
O segmento de bicicletas apresentou retração no mês de setembro, com a produção de 75.660 unidades, recuo de 16,7% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, a produção apresentou queda de 9,5%, com 611.363 unidades produzidas.
Também houve queda de 16,6% nas vendas de bicicletas no atacado, com 74.087 unidades comercializadas em setembro. Entre janeiro e setembro, houve recuo de 15% em comparação ao acumulado do ano passado, totalizando 557.111 unidades comercializadas em 2013.
Edição: Davi Oliveira
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Agricultura autoriza importação de agrotóxicos para conter praga que atinge lavouras na Bahia

Economia



Agricultura autoriza importação de agrotóxicos para conter praga que atinge lavouras na Bahia
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Nov 7th 2013, 15:00

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento autorizou hoje (7) a importação de agrotóxicos e outras medidas para contenção da praga Helicoverpa armigera, lagarta que está atingindo lavouras no oeste da Bahia. Na segunda-feira (4), a pasta já havia decretado estado de emergência fitossanitária na região. Agora, detalhou as ações em portaria publicada no Diário Oficial da União.
Pela portaria, é permitida a compra de agrotóxicos que tenham como ingrediente ativo o benzoato de emamectina. Os produtos importados devem ter emprego autorizado em pelo menos três países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os países também devem adotar o Código Internacional de Conduta para Distribuição e Uso de Pesticidas, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
Outras medidas autorizadas são a adoção do vazio sanitário (período sem plantio, para evitar a propagação de pragas); uso de armadilhas, iscas ou outros métodos de controle físico; liberação de agentes de controle biológico e adoção de rotação de culturas. As ações ficam a cargo das autoridades sanitárias estaduais.
A emergência fitossanitária tem validade de um ano. A declaração de emergência fitossanitária ou zoosanitária foi regulamentada este ano, por meio de decreto do Poder Executivo. A legislação prevê autorização para uso de agrotóxicos. No entanto, não podem ser usados produtos que causem graves danos ao meio ambiente ou para os quais o Brasil não disponha de métodos de desativação de componentes.
Edição: Nádia Franco
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Esgotamento do potencial hidrelétrico mudará prioridades do governo para geração de energia

Economia



Esgotamento do potencial hidrelétrico mudará prioridades do governo para geração de energia
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Nov 7th 2013, 14:04

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O secretário de Planejamento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura, disse hoje (7) que a geração de energia hidrelétrica, eólica e a partir do bagaço de cana continuará como prioridade nos próximos anos. Ele ressaltou, porém, que a preocupação das autoridades com o setor têm um horizonte mais amplo e abrangerão também as prioridades que surgirão com o esgotamento do potencial hidrelétrico, previsto para ocorrer entre 2025 e 2030.
Ventura destacou o papel das "últimas fronteiras de grandes usinas" – no caso, Belo Monte e o Complexo de Tapajós – para o país garantir a energia nos próximos dez anos e para se aproximar do potencial máximo previsto para a geração de energia hídrica – que é 260 mil megawatts (MW).
"O governo continuará seguindo no caminho da diversidade de matrizes energéticas, mas com priorizadade na geração de energia hidrelétrica, da que vem do bagaço de cana e da eólica. Essas matrizes vão atender 80% da expansão prevista para os próximos dez anos", disse o secretário, durante encontro promovido pela Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine).
Segundo Ventura, uma das prioridades para a geração de energia a partir de matrizes hidrelétricas, é a construção de empreendimentos na Região Norte e de alguns sistemas isolados. "Porém, com o esgotamento do potencial hidrelétrico, previsto para entre 2025 e 2030, vamos definir uma nova transformação, uma nova prioridade, diferente da matriz hidrelétrica. O gás vai dar nova alternativa importante e, talvez, venha a substituir a matriz hidrelétrica", destacou.
O secretário informou que a projeção do governo é que o gás venha a agregar mais 15 mil MW à potência instalada do país, mas disse que esse número pode aumentar.
De acordo com Ventura, a geração fotovoltaica ainda não é plenamente competitiva, mas há sinais de que os preços estão caindo internacionalmente. "E sabemos do potencial brasileiro para esta matriz, fazendo com que o Brasil [futuramente] avance também nela."
Presente ao evento, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Hermes Chipp, apontou, como fator relevante para diminuir os gastos com o acionamento de usinas térmicas, o investimento em tecnologias que ajudem a prever o comportamento climático no Brasil.
"Vai demorar para estarmos razoavelmente [avançados] em termos de previsão climática. Estamos bem para o prazo de sete ou dez dias, mas isso tem de ser ampliado, para termos melhor previsão sobre a necessidade de ligar ou não usinas térmicas", disse Chipp. Para ele, o país precisa priorizar também investimentos em geração de energia térmica na Região Sul e em linhas de transmissão no Nordeste.
Edição: Nádia Franco
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Movimentos sociais fazem ato por moradia no centro de São Paulo

Economia



Movimentos sociais fazem ato por moradia no centro de São Paulo
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Nov 7th 2013, 14:29


Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Cerca de 100 integrantes de movimentos que lutam por moradia protestam hoje (7) em frente ao prédio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), na Rua Boa Vista, região central da capital paulista. Os manifestantes exigem que a entidade dialogue com a Caixa Econômica Federal sobre qual valor deve ser repassado para que tenha início uma obra de conjunto habitacional no Jardim Guaracá, zona leste da cidade, que beneficiará mais de 120 famílias.
Segundo a coordenadora da Frente de Luta por Moradia no Estado de São Paulo, Maria do Planalto, as famílias estão cadastradas e esperam há quatro anos pela habitação. De acordo com Maria do Planalto, existe terreno para a construção das moradias. "A CDHU diz que a Caixa deve repassar R$ 4 milhões para o início das obras. Mas nós não aceitamos esse valor. Achamos que deve ser mais baixo. Há três anos, esse terreno foi desapropriado por R$ 940 mil", disse.
Maria do Planalto informou que o grupo tem audiência marcada às 12h30 com Antonio Carlos Amaral, presidente do CDHU; com Silvio França Torres, Secretário de Habitação e com um representante da Caixa. "Se eles não atenderem às nossas reivindicações hoje, nós vamos montar acampamento em frente a CDHU".

Edição: Denise Griesinger

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Mantega avalia que IPCA de 0,57% em outubro é um bom resultado

Economia



Mantega avalia que IPCA de 0,57% em outubro é um bom resultado
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Nov 7th 2013, 13:49

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, considerou "um bom resultado" o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 0,57% registrado em outubro. Segundo ele, a taxa ficou abaixo da expectativa do mercado.
"É um IPCA normal para está época do ano, quando você começa a ter alguns aumentos de alimentos ou produtos que estão na entressafra como carnes. Mas está menor então do que se esperava", disse. "Significa que é um bom resultado e esperamos continuar assim nos próximos meses", avaliou.
O IPCA é utilizado pelo governo para definir as metas de inflação. O centro da meta foi estabelecido em 4,5% neste ano. O limite superior chega a 6,5%.
Para analistas do mercado financeiro e investidores, a inflação este ano deve ficar levemente acima do resultado de 2012, quando chegou a 5,84%. Pela projeção de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC), na última semana, o IPCA deve chegar a 5,85% em 2013. Para 2014, a inflação deve atingir 5,92%, a mesma projeção anterior.
Edição: Juliana Andrade
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Cesta básica aumenta em 15 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese

Economia



Cesta básica aumenta em 15 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese
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Nov 7th 2013, 13:29

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O preço da cesta básica aumentou em 15 das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), segundo levantamento divulgado hoje (7). As maiores altas foram registradas no Rio de Janeiro (5,86%), em Curitiba (4,80%), em Porto Alegre (4,35%) e em Vitória (4,06%). Houve decréscimo apenas em João Pessoa (2,06%), Manaus (1,23%) e no Recife (0,08%).
A capital gaúcha apresentou a cesta mais cara, com R$ 324,87. Em seguida, aparece São Paulo (R$ 321,14), Vitória (R$ 313,78) e Rio de Janeiro (R$ 312,90). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 222,55), João Pessoa (R$ 254,45) e Salvador (R$ 256,78).
Com base no levantamento, o Dieese estima que o salário mínimo pago em outubro deveria ser R$ 2.729,24, ou seja, 4,03 vezes o mínimo em vigor (R$ 678). O valor é calculado considerando a determinação constitucional de que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e Previdência.
No acumulado do ano, de janeiro a outubro, somente duas cidades apresentaram queda na variação: Florianópolis (-0,58%) e Goiânia (-0,27%). Salvador, por outro lado, registrou o maior acréscimo nos últimos dez meses, com alta de 13,06%. As menores elevações foram apuradas em Brasília e Fortaleza, ambas com variações de 2,96%.
Os produtos com elevação na maioria das capitais foram carne, tomate, pão francês, leite e manteiga. O preço da carne, item que tem maior peso na cesta, registrou aumento em 16 cidades, variando de 0,51%, em Brasília, a 6,55%, em Recife. De acordo com o departamento, essa elevação, que ocorre desde setembro, é resultado do impacto da entressafra, pois as más condições das pastagens no inverno reduzem a quantidade de animais para abate.
A alta do tomate ocorreu em 15 das 18 capitais. No Rio de Janeiro, a elevação alcançou 52,2%. As menores elevações foram observadas em Belém (0,33%) e Natal (0,64%). Os recuos foram registrados em João Pessoa (6,11%), Campo Grande (3,47%) e Manaus (2,53%). No caso do pão francês, as variações oscilaram entre 0,35%, em Vitória, e 4,44%, em Salvador. A alta é justificada pela elevação do trigo, que tem apresentado alta devido ao excesso de chuva nas lavouras do Rio Grande do Sul.
O feijão, por outro lado, foi o único produto que mostrou redução em 15 localidades. As quedas mais expressivas foram registradas em Aracaju (13,28%), São Paulo (11,48%) e Natal (0,95%). A redução, segundo o Dieese, é resultado da terceira safra do grão que vem abastecendo o mercado e garantindo a redução dos preços.
Edição: Talita Cavalcante
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Conab pagou R$ 234,9 milhões em subvenção ao setor da cana-de-açúcar do Nordeste

Economia



Conab pagou R$ 234,9 milhões em subvenção ao setor da cana-de-açúcar do Nordeste
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Nov 7th 2013, 13:49

Da Agência Brasil
Brasília - A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou hoje que pagou, até outubro deste ano, cerca de R$ 234,9 milhões em subvenção econômica a produtores de cana-de-açúcar e a usinas de etanol do Nordeste, pela safra 2011/2012.
Os recursos fazem parte de um total de R$ 380 milhões aprovados pela Medida Provisória (MP) 615, editada em maio.
Segundo a Conab, do valor liberado, cerca de R$ 140 milhões foram direcionados para unidades industriais e R$ 95 milhões, para produtores rurais de todos os estados nordestinos, sendo que Alagoas, Pernambuco e Paraíba absorveram mais de 70% do total, ou cerca de R$ 181 milhões.
A estatal informou também que ainda estão pendentes, aguardando recursos, R$ 93,3 milhões do total estabelecido pela MP 615. O beneficio é fruto de parceria da Conab com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Edição: Davi Oliveira
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Inflação da construção civil varia 0,44% em outubro

Economia



Inflação da construção civil varia 0,44% em outubro
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Nov 7th 2013, 11:03

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 0,44% em outubro, ficando 0,10 ponto percentual abaixo da taxa de setembro (0,54%), informou hoje (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice de outubro do ano passado ficou em 0,34%. No acumulado do ano, a taxa acumula variação de -0,77%, ante 4,99% em igual período de 2012. O estudo aponta que o resultado foi influenciado pela desoneração da folha de pagamento de empresas do setor, prevista na Lei 12.844, sancionada em 19 de julho.
Os dados do IBGE revelam que o custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 845,31, para R$ 849,07, entre setembro e outubro – R$ 468,27 relativo aos materiais e R$ 380,80 à mão de obra. O custo da mão de obra recuou 0,15 ponto percentual, ao passar de 0,48% em setembro para 0,33%, em outubro. Os materiais também registraram recuou ao passar de 0,59% em setembro para 0,54% em outubro.
A Região Centro-Oeste registrou maior variação mensal regional ao alcançar 1,54% em outubro, seguida pelas regiões Norte (0,92%), Nordeste (0,54%), Sul (0,17%) e Sudeste (0,09%). Os custos regionais por metro quadrado foram: R$ 864,77 (Norte); R$ 791,40 (Nordeste); R$ 880,88 (Sudeste); R$ 872,40 (Sul) e R$ 867,30 (Centro-Oeste).
Edição: Denise Griesinger

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Inflação medida pelo IPCA sobe 0,57% em outubro

Economia



Inflação medida pelo IPCA sobe 0,57% em outubro
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Nov 7th 2013, 09:01

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,57% em outubro deste ano. Essa é a maior taxa desde fevereiro deste ano, quando foi observada alta de preços de 0,6%. As taxas tinham sido 0,35% em setembro deste ano e 0,59% em outubro do ano passado. O dado foi divulgado hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com alta de 1,04%, os alimentos responderam por quase metade da inflação de outubro deste ano. Já os transportes, com variação de 0,17%, contribuíram evitar um índice mais alto de inflação.
As demais classes de despesas tiveram as seguintes taxas em outubro: habitação, 0,56%; artigos de residência, 0,81%; vestuário, 1,13%; saúde e cuidados pessoais, 0,39%; despesas pessoais, 0,43%; educação, 0,09% e comunicação, 0,08%.
A inflação oficial acumula taxa de 4,38% no ano, igual ao registrado no mesmo período do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é 5,84%, ligeiramente abaixo dos 5,86% registrados no período de 12 meses encerrado em setembro.



Edição: Denise Griesinger

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Inflação para famílias com renda até cinco salários mínimos varia 0,61% em outubro

Economia



Inflação para famílias com renda até cinco salários mínimos varia 0,61% em outubro
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Nov 7th 2013, 09:44

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a variação de preços da cesta de produtos para famílias com renda até cinco salários mínimos, variou 0,61% em outubro. A taxa é superior à observada em setembro (0,27%) e à registrada pelo IPCA, a inflação oficial, que ficou em 0,57% em outubro.
O dado foi divulgado hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os alimentos tiveram alta de preços de 0,94%, enquanto os produtos não alimentícios variaram 0,47%.
No ano, o INPC acumula taxa de 4,25%. Já no acumulado de 12 meses, a alta de preços é de 5,58%.
Edição: Talita Cavalcante
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