Pesquisa mostra que mais da metade das famílias paulistanas estão endividadas

8 de novembro de 2013

Economia



Pesquisa mostra que mais da metade das famílias paulistanas estão endividadas
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-08/pesquisa-mostra-que-mais-da-metade-das-familias-paulistanas-estao-endividadas
Nov 8th 2013, 17:56

Daniel Mello

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Em outubro, 54,4% das famílias paulistanas estavam endividadas, número 1,8 ponto percentual maior do que foi registrado em setembro, segundo pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de São Paulo (FecomercioSP). Isso significa que na cidade há 1,95 milhão de famílias com débitos a pagar, número 5,5 ponto percentual maior do que o registrado em outubro de 2012, quando 48,9% estavam endividadas.
De acordo com a Fecomercio, o aumento indica que os paulistanos enfrentam dificuldades para manter os padrões de consumo. "Apesar da redução da inflação, o consumidor ainda tem dificuldades em equilibrar seu orçamento familiar. Assim, as famílias buscam novas formas de financiamento para manter os padrões de consumo, comprometendo a renda com dívidas", relata a pesquisa.
O endividamento é maior entre as famílias que ganham até dez salários mínimos, atingindo 58,5% delas, um aumento de 0,9 ponto percentual em relação a setembro. Entre as famílias com rendimento superior a essa faixa, 42,3% têm dívidas, uma alta de 4,4% em outubro quando comparado com o mês anterior. Segundo a Fecomercio, os números indicam que as camadas da população com renda mais baixa são afetadas mais rapidamente pela inflação e usam o crédito para manter o consumo.
Ainda de acordo com o levantamento, 18,7% das famílias paulistanas estavam com contas em atraso em outubro, elevação de 4,8 ponto percentual em relação ao mês anterior.
O cartão de crédito continua sendo o principal meio de endividamento, usado por 69,7% das famílias, seguido pelos carnês (16,3%) e o financiamento de carro (16%).
Edição: Marcos Chagas
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Índice que reajusta aluguéis recua na primeira prévia de novembro

Economia



Índice que reajusta aluguéis recua na primeira prévia de novembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-08/indice-que-reajusta-alugueis-recua-na-primeira-previa-de-novembro
Nov 8th 2013, 16:12

Da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como referência para o reajuste dos contratos de aluguel, registrou alta de 0,30% na primeira prévia de novembro. A variação ficou bem abaixo da registrada no mesmo período de outubro, de 0,85%, conforme divulgou hoje (08) a Fundação Getulio Vargas (FGV). No ano, o indicador acumula alta de 4,89% e no período de 12 meses, de 5,36%.
A queda na prévia de novembro foi influenciada pelo recuo nos preços dos produtos vendidos no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), responsável por 60% da formação do IGP-M, registrou variação de 0,29%, contra 1,14% registrado no mesmo período de outubro. De acordo com a FGV, a principal contribuição para este movimento veio do subgrupo de alimentos processados, cuja taxa passou de 2,93% para 0,08%.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do total do IGP-M, apresentou alta de 0,39% na primeira prévia de novembro, contra taxa de 0,25% no mesmo período de outubro. O destaque foi para o grupo alimentação, cuja taxa passou de 0,14% para 0,55%.
Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que contribuiu com 10% na formação do IGP-M, apresentou variação de 0,15% na primeira prévia de novembro, taxa inferior ao resultado do mês anterior, de 0,35%. A influência para o resultado veio da parcela relativa a materiais, equipamentos e serviços, com variação de 0,32%, contra a taxa de 0,73% registrada na primeira prévia de outubro.
Edição: Lana Cristina
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Produção industrial cresce em seis locais pesquisados pelo IBGE

Economia



Produção industrial cresce em seis locais pesquisados pelo IBGE
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-08/producao-industrial-cresce-em-seis-locais-pesquisados-pelo-ibge
Nov 8th 2013, 16:28

Cristiane Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A produção industrial cresceu, em setembro, em seis dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os melhores resultados foram registrados na Bahia (6,8%), Rio de Janeiro (4,4%) e Goiás (4,1%). Os dados divulgados hoje (08) são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional.
Já as piores taxas foram verificadas em Pernambuco, com queda de 8,2% e acumulando o terceiro resultado negativo; no Paraná (-2,4%), no Ceará (-2,2%), em São Paulo (-2,1%), no Amazonas (-1,9%), na Região Nordeste (-1,4%), em Santa Catarina (-0,9%) e no Pará (-0,2%). Em setembro, a produção industrial brasileira registrou alta de 0,7% em relação a agosto e de 2% na comparação com o mesmo período de 2012.
Ainda na comparação com setembro do ano passado, oito dos 14 locais pesquisados pelo IBGE registraram aumento da produção industrial acima da média nacional, de 2%: Goiás (12,8%), o Paraná (11,3%), o Rio Grande do Sul (8,8%), Santa Catarina (5,8%), o Ceará (4,5%), a Bahia (4,3%) e o Rio de Janeiro (3,5%). O Espírito Santo teve alta de 1,6%. Taxas negativas foram registradas em Pernambuco (-7,5%), no Pará (-3,5%), no Amazonas (-3,4%), na Região Nordeste (-1,7%), em São Paulo (-1,0%) e em Minas Gerais (-0,8%).
De janeiro a setembro deste ano, a indústria brasileira registrou alta de 1,6% e dez dos 14 locais pesquisados apresentaram crescimento na produção: a Bahia (5,8%), o Rio Grande do Sul (5,6%), Goiás (4,6%), o Paraná (4,0%), o Ceará (2,8%), São Paulo (2,0%), o Amazonas (1,6%), a Região Nordeste (1,6%), Santa Catarina (1,5%) e o Rio de Janeiro (1,2%). De acordo com o IBGE esses resultados positivos foram influenciados por fatores relacionados ao aumento na fabricação de bens de capital (máquinas e equipamentos) e de bens de consumo duráveis (veículos e eletrodomésticos), "além da maior produção vinda dos setores de refino de petróleo e da produção de álcool, de produtos têxteis, de calçados e de artigos de couro e de alimentos".
Edição: Marcos Chagas
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Safra de grãos pode chegar a 196,6 milhões de toneladas, avalia Conab

Economia



Safra de grãos pode chegar a 196,6 milhões de toneladas, avalia Conab
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Nov 8th 2013, 13:17

Da Agência Brasil
Brasília - A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta sexta-feira (8) a estimativa para a safra de 2013/2014. A safra brasileira de grãos para o próximo período deve variar entre 192,4 milhões de toneladas e 196,6 milhões de toneladas, o que simboliza uma variedade percentual de 3% a 5,3% acima da última safra quando foram colhidas 186,8 milhões de toneladas. Os dados são do segundo levantamento feito pela Conab.
O estudo feito mostra a soja como o produto de maior destaque tanto em crescimento de produção quanto de área devido aos bons preços do grão no mercado. A produção está estimada entre 87,9 milhões de toneladas e 90,2 milhões de toneladas em uma área plantada que varia entre 28,8 milhões de hectares e 29,5 milhões de hectares.
Também houve um crescimento na área do feijão, primeira safra. O cultivo, segundo o estudo, deve passar de 1,13 milhão de hectares para até 1,21 milhão de hectares, com um crescimento que pode variar de 3,9% a 8%. Outro fator importante, destacado pela Conab, é a área plantada de algodão que deve apresentar um crescimento percentual entre 16,5% e 22%. O trigo, pelo estudo da empresa, deve ter um aumento de 15,1%.
O total da área destinada ao plantio da safra deve passar de 53,3% milhões de hectares, podendo chegar a 55,5 milhões de hectares, o que mostra uma alteração entre 2% e 4,2% em relação à área plantada em 2012/2013, quando chegou a 53,27 milhões de hectares. A pesquisa foi feita pelos técnicos da companhia no período de 28 de outubro à 1º de novembro, nas principais regiões produtoras de grãos no país.
Edição: Marcos Chagas
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Atividade do comércio cresce 1,7% em outubro, aponta Serasa

Economia



Atividade do comércio cresce 1,7% em outubro, aponta Serasa
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Nov 8th 2013, 12:18

Da Agência Brasil
São Paulo – O movimento dos consumidores nas lojas em outubro avançou 1,7% se comparado a setembro. De acordo com levantamento divulgado hoje (8) pela empresa de consultoria Serasa Experian, foi o melhor resultado mensal do ano ao lado de janeiro, quando registrou o mesmo percentual. Na comparação com outubro do ano passado, houve expansão de 2,8% da atividade varejista.
Segundo os economistas da Serasa, a retomada da trajetória de expansão da massa real de rendimentos, a estabilização da cotação do dólar e as promoções feitas pelas concessionárias de veículos impulsionaram o movimento dos consumidores nas lojas durante o mês de outubro.
A alta da atividade varejista no mês passado foi consequência do aumento de 8% no movimento dos consumidores nas lojas especializadas de veículos, motos e peças como também pelo avanço de 2,9% no segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas. O segmento de material de construção exibiu crescimento de 2,7% e os de móveis, eletroeletrônicos e informática tiveram altas de 1,4% no fluxo de consumidores.
No acumulado entre janeiro a outubro, a atividade do comércio fechou com alta de 5,1%, alavancada pelos segmentos de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (6,1%) e de combustíveis e lubrificantes (5,8%). Os segmentos de móveis, eletroeletrônicos e informática acumularam alta de 3,2% neste mesmo período, variação idêntica à registrada pelo segmento de veículos, motos e peças. Já o setor de tecidos, vestuário, calçados e acessórios vem logo atrás com alta de 3,1% no acumulado do ano, mesmo desempenho registrado pelo setor de material de construção.
Edição: Marcos Chagas
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IBGE prevê que safra agrícola de 2014 será menor que a deste ano

Economia



IBGE prevê que safra agrícola de 2014 será menor que a deste ano
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Nov 8th 2013, 11:30

Cristiane Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Brasil deve produzir no próximo ano 184,2 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. O montante é 1,4% menor do que o obtido na safra de 2013 até o mês de outubro.
Já a área a ser colhida em 2014 deverá alcançar 53,6 milhões de hectares, 1,8% maior do que a colhida neste ano. Os dados fazem parte do primeiro prognóstico de área e produção para a safra agrícola de 2014, divulgado hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A décima estimativa da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas – referente aos dez primeiros meses do ano e também divulgada nesta sexta – aponta uma produção de 186,8 milhões de toneladas, 15,4% maior do que a obtida em 2012 no mesmo período, quando foram produzidas 161,9 milhões de toneladas.
A estimativa da área colhida até outubro teve aumento em relação ao ano passado. O IBGE prevê que o acumulado do ano feche em 52,7 milhões de hectares, 8% maior do que os 48,8 milhões de hectares dos dez primeiros meses de 2012.
De acordo com o IBGE, o arroz, o milho e a soja são os três principais produtos da safra. Somados, eles representam 93% da estimativa de produção e 86,2% da área a ser colhida. "Em relação ao ano anterior, houve acréscimo na área de 7,6% para o milho, 11,2% para a soja e decréscimo de 0,6% na área colhida de arroz. No que se refere à produção, os acréscimos foram de 2,7% para o arroz, de 12,9% para o milho e de 23,8% para a soja, quando comparados a 2012", diz o instituto.
Edição: Lana Cristina
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FGV mostra que o IPC Semanal avança na primeira semana de novembro

Economia



FGV mostra que o IPC Semanal avança na primeira semana de novembro
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Nov 8th 2013, 10:52

Da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), calculado entre os dias 8 de outubro e 7 de novembro, apresentou variação de 0,63%, o que representa uma alta 0,08 ponto percentual (p.p.) em relação ao período anterior.
Segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-Ibre), seis das oito classes de despesa que compõem o índice apresentaram alta. A maior foi registrada pelo grupo alimentação (0,93% para 1,14%), com destaque para o comportamento do preço das hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 0,91% para 5,75%.
Também registraram acréscimo os grupos: habitação, 0,58% para 0,61% ; transportes, -0,01% para 0,06%; comunicação, 0,47% para 0,64%; despesas diversas, 0,25% para 0,52%; e saúde e cuidados pessoais, 0,57% para 0,61%.
Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: vestuário, 0,72% para 0,43%; e educação, leitura e recreação, 0,50% para 0,46%.
Edição: Marcos Chagas
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