AGU diz que leilão do Galeão está mantido para sexta-feira

18 de novembro de 2013

Economia



AGU diz que leilão do Galeão está mantido para sexta-feira
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-18/agu-diz-que-leilao-do-galeao-esta-mantido-para-sexta-feira
Nov 18th 2013, 19:15

Cristina Indio do Brasil

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O leilão de concessão do Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim/Galeão continua marcado para a próxima sexta-feira (22), às 10h. A informação é da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De acordo com a agência, a data está mantida salvo alguma manifestação da Justiça.
Na quinta-feira (14), o Ministério Público Federal (MPF), no Rio de Janeiro, ajuizou uma ação civil pública com pedido de liminar para suspender leilão até que a Anac defina, no edital de concessão, as intervenções, as obras e os serviços necessários à garantia da segurança da aviação civil e da infraestrutura aeroportuária que serão feitas pelo novo responsável pela administração do aeroporto, após o resultado da concessão.
Para o Ministério Público Federal, faltou especificações sobre a segurança do Galeão. Na ação, os procuradores da República Marta Cristina Pires Anciães e Sérgio Luiz Pinel Dias relatam que a única medida de segurança especificada no edital de concessão é a instalação de câmeras de segurança para a prevenção e a repressão de atos ilícitos no estacionamento de veículos, detalhar a quantidade e a qualidade do sistema de vigilância por monitores.
A Advocacia-Geral da União (AGU), que recebeu, segundo a Anac, todos os subsídios necessários à adoção das medidas cabíveis, informou que tomou conhecimento do processo na quinta-feira (14) quando a ação foi ajuizada pelo MPF.
Na avaliação da AGU há uma incompreensão do ministério referente às regras da concessão relacionadas à segurança. A Advocacia-Geral disse que não tem dúvidas que conseguirá demonstrar em juízo a não procedência das preocupações do MPF. A assessoria da AGU acrescentou que mesmo que a ação fosse procedente, não haveria necessidade de suspender o leilão marcado para sexta-feira.
Edição: Marcos Chagas
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Pesquisa do IBGE mostra crescimento de emprego nas indústrias

Economia



Pesquisa do IBGE mostra crescimento de emprego nas indústrias
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Nov 18th 2013, 11:03

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A terceira edição da pesquisa Estatísticas do Empreendedorismo, divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que havia um total de 34.528 empresas de alto crescimento (EAC) no país, em 2011, que empregavam 5 milhões de assalariados e pagavam, entre salários e remunerações, R$ 95,4 bilhões.
Os dados disponibilizados mostram que houve aumento de 3,6% no número de EAC em relação a 2010, além de incremento de 0,8% no pessoal assalariado ocupado e de 8,1% nos salários e remunerações pagos por essas empresas.
São consideradas EAC as empresas que têm mais de dez empregados e que mantiveram uma média de crescimento do pessoal assalariado ocupado de, pelo menos, 20% nos três anos anteriores. Do total de EAC, 34.106 eram empresas de alto crescimento orgânico (EAC orgânico), em que o aumento do pessoal assalariado resulta de novas contratações. Essas companhias cresceram de um ano para outro 3,8%.
Na avaliação do economista Cristiano Santos, coordenador da pesquisa do IBGE, o dado mais importante é a geração de novos postos de trabalho. "Se eu for fazer a comparação com as empresas que têm mais de dez empregados no Brasil, percebe-se que 7,7% das EAC são responsáveis por quase a metade da geração de novos postos", disse.
Considerando todas as empresas existentes no país, observa-se que as 34.528 EAC foram responsáveis pela geração de 3,2 milhões de postos de trabalho entre 2008 e 2011, enquanto o restante – 98,5% - respondeu por 2,5 milhões de empregos. "Esse é um dado bastante grande, porque é muito concentrado. São empresas que estão crescendo rapidamente e acabam empregando muito mais que as outras. Esse é o dado mais importante, eu diria".
O estudo revela que os 3,2 milhões de postos de trabalho assalariado criados pelas EAC, entre 2008 e 2011, corresponderam a 56% do total de empregos gerados por empresas com um ou mais trabalhador assalariado e a 67% dos postos gerados por empresas com mais de dez empregados.
O setor da construção civil continua sendo uma grande base para esse crescimento, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, disse o pesquisador. Cristiano Santos lembrou que no período de 2008 a 2011, o crescimento no Brasil foi variado devido à crise financeira internacional iniciada nos Estados Unidos, e acabou sendo impulsionado pelo incremento de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB), registrado em 2010, que puxou as médias para cima.
De acordo com o estudo do IBGE, o pessoal assalariado nas EAC subiu, em média, 175,5%, entre 2008 e 2011. Isso comprova que essas empresas mantiveram um crescimento forte no período, apesar da crise externa, indicou o economista do IBGE.
Nas empresas de alto crescimento orgânico, a expansão do emprego foi 171,8%. Santos acrescentou que o fato de o pessoal ocupado ter crescido um pouco menos na EAC orgânico que na EAC total "significa que teve uma geração de postos de trabalho efetiva, baseada nessas empresas".
Do ponto de vista dos setores que mais contrataram, Santos salientou que nas EAC orgânico, os destaques foram a construção civil e a atividade de serviços complementares, entre os quais serviços de consultoria e serviços prestados a outras companhias, como os de limpeza, por exemplo. No cômputo geral as empresas que lideraram o ranking de crescimento, no período, foram as ativas, o comércio, a indústria da transformação e a de construção.
A pesquisa mostra, ainda, que quase 60% das unidades locais de EAC orgânico estavam em regiões metropolitanas. Os números revelam a existência, em 2011, de 34.106 EAC orgânico com 70.605 unidades locais. O estado de São Paulo concentrava 30% das unidades locais e 31,2% do pessoal ocupado assalariado nas EAC orgânico.
Edição: Marcos Chagas
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Aumenta a inadimplência dos consumidores em outubro

Economia



Aumenta a inadimplência dos consumidores em outubro
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Nov 18th 2013, 11:45

Da Agência Brasil
São Paulo – A inadimplência do consumidor registrou crescimento de 3,7% em outubro, na comparação ao mês anterior, de acordo com pesquisa divulgada hoje (18) pela empresa de consultoria Serasa Experian. É a primeira alta após quatro quedas consecutivas - 2,8% em setembro; 5,5% em agosto; 3,5% em julho; e 4% em junho. Porém, quando comparado a outubro de 2012, foi registrada retração de 11,9%. O acumulado do ano também apresentou queda: 0,6% na comparação ao dez primeiros meses do ano passado.
Segundo os economistas da Serasa, devido a fatores sazonais, como o Dia das Crianças e o maior número de dias úteis em relação a setembro - 22 e 21, respectivamente -, os consumidores foram mais inadimplentes em outubro. Isso, no entanto, não pode ser interpretado como reversão do cenário de recuos consecutivos.
As dívidas não bancárias, que incluem cartões de crédito, financeiras e prestadoras de serviços de água, luz, telefone e outros, tiveram maior responsabilidade pela alta na inadimplência, contribuindo com 2,2 pontos percentuais e variação positiva de 5,1%.
A inadimplência com bancos de 0,4 pontos percentuais, títulos protestados de 0,2 pontos percentuais, e cheques sem fundo e de 0,8 pontos percentuais também tiveram variação positiva, respectivamente de 0,9%; de 16,8%; e de 10,6%.
O valor médio dos cheques sem fundos aumentou 8,5% de janeiro até outubro, na comparação com 2012, passando de R$ 1.515,84 para R$ 1.645,11. As dívidas bancárias subiram 2% no mesmo período (de R$ 1.298,88 para R$ 1.324,47). Já as dívidas não bancárias (R$ 315,22) e os títulos protestados (R$ 1.399,15) apresentaram, no acumulado do ano, queda de 6,5% e 4,2%, respectivamente.
Edição: Marcos Chagas
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Pesquisa mostra que empresa de alto crescimento paga salário menor

Economia



Pesquisa mostra que empresa de alto crescimento paga salário menor
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Nov 18th 2013, 10:14


Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A terceira edição da pesquisa Estatísticas do Empreendedorismo, referente a 2011, foi divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as empresas de alto crescimento (EAC) pagam, em geral, um salário médio menor que a das demais empresas de economia.
Em 2011, o salário médio das empresas ativas com dez ou mais empregados foi 3,1 salários ao mês. Nas empresas de alto crescimento total (EAC total), foi 2,7 salários, enquanto nas empresas de alto crescimento orgânico (EAC orgânico), a média foi 2,4 salários. "Eu tenho, geralmente, um salário menor", o economista do IBGE, Cristiano Santos, coordenador da pesquisa. A maior diferença entre o salário médio mensal pago pelas empresas ativas - seis salários mínimos mensais - em comparação às EACs orgânico - 2,3 salários/mês -, da ordem de 164,3%, foi observada na atividade de administração pública, defesa e seguridade social, informa a pesquisa.
Segundo o IBGE, considera-se como empresa de alto crescimento (EAC) aquela que possui dez ou mais assalariados e que apresenta crescimento médio do seu pessoal ocupado assalariado de, pelo menos, 20% nos três anos anteriores. Já a empresa de alto crescimento orgânico (EAC orgânico) é aquela em que o aumento do seu pessoal assalariado se deve a novas contratações no período de observação, enquanto uma empresa de alto crescimento externo (EAC externo) deve o alto crescimento de seu pessoal assalariado a mudanças estruturais, como operações de cisão, fusão e incorporação. As empresas de alto crescimento total (EAC total) são a soma das EAC orgânico e EAC externo.
A mesma relação é observada em termos de proporção de empregados do sexo feminino, destacou Santos. Embora tenha sido registrado aumento na participação de mulheres nas empresas de alto crescimento total, essas empresas empregam menos mulheres que a média de todas as empresas do Brasil. "As empresas que estão crescendo muito estão pagando um pouco menos que a maioria e estão contratando menos mulheres". Nas EAC total, o número de mulheres ocupadas foi, em média, 33%, em 2011. Para as empresas ativas no geral, com dez ou mais empregados, a média de mulheres se elevou para 34,9%.
O estudo do IBGE revela, ainda, que as EAC total têm 9,9% de empregados com nível superior completo, enquanto nas EAC orgânico esse número cai para 8,4% e sobe para 11% entre as empresas ativas da economia. Isso tem uma razão, informou Cristiano Santos. "É mais ou menos o mesmo motivo de o salário ser mais baixo e haver contratação menor de mulheres. O que acontece é que as empresas que estão crescendo no Brasil estão promovendo esse crescimento através do pagamento de um salário menor e também contratando gente menos qualificada".
Outro dado importante é que as empresas de alto crescimento que continuaram crescendo entre 2008 e 2011 apresentaram uma expansão contínua do pessoal ocupado assalariado igual ou superior a 20% em todo o período. "É um grupo muito pequeno, mas que está acelerando (o crescimento)".
Nesse caso estão 1.931 EAC que representaram, em 2011, 5,6% das empresas de alto crescimento em 2008. "São bem relevantes mesmo", ponderou. Essas 1.931 EAC ocupavam, em 2011, 976.670 pessoas assalariadas, o que equivalia a 19% do total do pessoal ocupado assalariado e pagavam R$ 2,2 bilhões em salários e outras remunerações (23% do total). O salário médio mensal pago por essa parcela de EAC correspondia a 3,2 mínimos, superando o salário médio das EAC total (2,7 salários/mês).
Edição: Marcos Chagas
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