Missão russa visita estabelecimentos produtores de carne no Brasil

25 de novembro de 2013

Economia



Missão russa visita estabelecimentos produtores de carne no Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-25/missao-russa-visita-estabelecimentos-produtores-de-carne-no-brasil
Nov 25th 2013, 19:55

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Missão russa está no Brasil para visitas a estabelecimentos ligados à produção de carne bovina, suína e de aves. O roteiro inclui frigoríficos, propriedades rurais e laboratórios. A partir de amanhã (26), a missão divide-se em três grupos que irão a Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Santa Catarina e ao Rio Grande do Sul. Os técnicos russos também entregaram ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento um questionário sobre o assunto.
De acordo com o Ministério da Agricultura, a visita é para uma inspeção de rotina, que costuma ser feita duas vezes ao ano. A Rússia é o mais rigoroso entre os importadores da carne brasileira e já impôs restrições a vários frigoríficos do país. O Brasil tem buscado se adequar às exigências do país europeu.
As autoridades sanitárias russas concluem a visita na sexta-feira (29) e podem fazer alterações no roteiro de vistorias.
Edição: Nádia Franco
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Segurados da Previdência começam a receber hoje a segunda parcela do décimo terceiro

Economia



Segurados da Previdência começam a receber hoje a segunda parcela do décimo terceiro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-25/segurados-da-previdencia-comecam-receber-hoje-segunda-parcela-do-decimo-terceiro
Nov 25th 2013, 18:00

Aline Valcarenghi

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Os segurados da Previdência Social começaram a receber hoje (25) a segunda parcela do décimo terceiro salário. O pagamento está sendo feito na folha de novembro, creditada entre hoje e o dia 6 de dezembro. No total, 26.634.645 de beneficiários terão direito à gratificação natalina.
Em todo o Brasil o pagamento do restante do décimo terceiro salário ultrapassará os R$ 13 bilhões. Os depósitos começaram hoje para os segurados que recebem até um salário mínimo e têm cartão com final 1, desconsiderando o dígito. Os aposentados e pensionistas que recebem acima desse valor receberão o benefício a partir do dia 2 de dezembro.
De acordo com o Ministério da Previdência Social, a maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do valor do benefício mensal, mas haverá desconto de Imposto de Renda nesta parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro de 2013, que terá o valor calculado proporcionalmente. Os segurados que estão recebendo auxílio-doença também recebem uma parcela menor que os 50%. Como o benefício é temporário, a Previdência calcula a antecipação proporcional ao período da licença.

Edição: Fábio Massalli
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Intervenções do BC para segurar dólar fazem dívida cambial atingir maior nível em nove anos

Economia



Intervenções do BC para segurar dólar fazem dívida cambial atingir maior nível em nove anos
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Nov 25th 2013, 16:39

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As vendas de dólares no mercado futuro para segurar a cotação da moeda fizeram a dívida interna vinculada ao câmbio atingir o maior nível em nove anos. A dívida mobiliária (em títulos) interna corrigida por moedas estrangeiras encerrou outubro em R$ 151,87 bilhões, no valor mais alto desde janeiro de 2004, quando havia atingido R$ 155 bilhões.
Em termos percentuais, a fatia do câmbio na dívida interna subiu de 6,77% em setembro para 7,85% em outubro. A participação é a maior desde janeiro de 2005, quando alcançou 8,03%.
Apesar de não envolverem a emissão de títulos, as operações de swap cambial tradicional, que equivalem às vendas de dólares no mercado futuro, interferem na composição da Dívida Pública Federal (DPF) conforme os critérios usados pelo Banco Central. Pelos critérios do Tesouro Nacional, que desconsidera as operações de swap, a participação do câmbio na dívida mobiliária interna ficou estável em 0,67% em outubro.
A proporção do câmbio na dívida mobiliária interna tende a aumentar nos próximos meses por causa da decisão do Banco Central de injetar US$ 500 milhões diariamente no mercado futuro até o fim do ano. A despesa total deverá chegar a US$ 60 bilhões, além dos US$ 40 bilhões injetados entre maio e o fim de agosto.
Apesar do aumento da participação do câmbio, a DPF atingiu em outubro uma das melhores composições da história. A participação de papéis prefixados – com taxa de juros definida no momento da emissão – subiu de 41,59% em setembro para 41,91% em outubro, no maior nível registrado desde o início da série, em 1999.
A fatia dos títulos vinculados a taxas flutuantes, como a Selic (taxa de juros básicos da economia), caiu de 14,84% para 13,59%. A participação dos títulos corrigidos pela inflação, no entanto, ficou praticamente estável, passando de 36,79% para 36,65%. Todos esses números também levam em conta as operações de swap pelo Banco Central.
Com taxas definidas no momento da emissão, os títulos prefixados são preferíveis para o Tesouro Nacional porque dão maior previsibilidade à administração da dívida pública. Isso porque o governo sabe exatamente quanto vai pagar no futuro, quando ocorrer o vencimento dos papéis. Em contrapartida, os papéis vinculados à Selic representam mais risco porque pressionam a dívida para cima, caso o Banco Central tenha de reajustar os juros básicos por causa da inflação.
Depois de bater recorde em setembro, quando atingiu 4,38 anos, o prazo médio da DPF caiu para 4,32 anos em outubro. O Tesouro Nacional não divulga o resultado em meses, apenas em anos. A participação dos vencimentos nos próximos 12 meses subiu de 24,17% para 24,64%. Prazos mais longos são favoráveis ao Tesouro porque dão ao governo mais tempo para planejar e executar as operações de rolagem (renegociação) da dívida pública.
Por meio da dívida pública, o governo pega emprestado dos investidores recursos para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa Selic, da inflação ou do câmbio.
Edição: Davi Oliveira
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Dívida Pública Federal volta a ultrapassar barreira de R$ 2 trilhões

Economia



Dívida Pública Federal volta a ultrapassar barreira de R$ 2 trilhões
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Nov 25th 2013, 15:04

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Influenciada pelo elevado volume de emissão de títulos públicos prefixados, a Dívida Pública Federal (DPF) cresceu em outubro e voltou a ultrapassar a barreira de R$ 2 trilhões. De acordo com dados divulgados, há pouco, pela Secretaria do Tesouro Nacional, a DPF fechou o mês passado em R$ 2,022 trilhões, com alta de R$ 33,6 bilhões em relação ao estoque registrado em setembro.
A dívida pública mobiliária – em títulos públicos – interna subiu 1,91%, passando de R$ 1,897 trilhão em setembro para R$ 1,933 trilhão em outubro. Isso ocorreu porque, no mês passado, o Tesouro emitiu R$ 18,62 bilhões em títulos a mais do que resgatou. Além disso, reconheceu R$ 17,53 bilhões em juros. O reconhecimento ocorre porque a correção que o Tesouro se compromete a pagar aos investidores é incorporada gradualmente ao valor devido.
A Dívida Pública Federal só não subiu mais por causa da dívida pública externa, que caiu 2,73%, de R$ 88,85 bilhões em setembro para R$ 79,68 bilhões em outubro. O principal fator para essa variação foi a queda de 1,23% do dólar no mês passado.
Essa foi a primeira vez que a DPF ultrapassou o nível de R$ 2 trilhões desde dezembro do ano passado. Nos meses seguintes, o estoque da dívida apresentou queda, mas voltou a oscilar desde maio. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em março, a tendência é que o estoque da Dívida Pública Federal encerre o ano entre R$ 2,1 trilhões e R$ 2,24 trilhões.
As emissões de títulos públicos para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e para a Caixa Econômica Federal foram o principal fator para a alta da DPF no acumulado do ano. Os papéis reforçam o capital das instituições financeiras e permitem que os bancos emprestem mais. Desde julho, o Tesouro também passou a emitir títulos públicos para financiar o desconto médio de 20% nas tarifas de energia. O dinheiro vai para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
Edição: Juliana Andrade
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Balança comercial tem déficit semanal de US$ 1,35 bilhão

Economia



Balança comercial tem déficit semanal de US$ 1,35 bilhão
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Nov 25th 2013, 15:33

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A balança comercial brasileira voltou a registrar déficit (exportações inferiores às importações) de US$ 1,35 bilhão na quarta semana de novembro. O valor resultado de US$ 4,15 bilhões em vendas externas e US$ 5,5 bilhões em compras do Brasil no exterior. Com isso, o saldo comercial acumulado no ano, que estava negativo em US$ 105 milhões, passou a deficitário em US$ 1,455 bilhão. As informações foram divulgadas hoje (25) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O resultado negativo ocorre após superávit de US$ 808 milhões na terceira semana do mês, puxado pela exportação de uma plataforma de petróleo. Na prática, a plataforma não chega a deixar o país, sendo vendida a uma subsidiária da Petrobras no exterior, em uma operação que visa à redução dos gastos com impostos. Segundo o ministério, a operação é considerada legalmente exportação e está de acordo com critérios da Organização das Nações Unidas (ONU).



A média diária das exportações na quarta semana de novembro ficou em US$ 830,2 milhões, 24,8% abaixo do apurado até a terceira semana, US$ 1,104 bilhão. Produtos industrializados e não industrializados foram responsáveis pela retração. As vendas de itens básicos recuaram 32,3%, principalmente em função das carnes de frango e bovina, do milho, café, petróleo bruto e da soja em grão. O comércio de semimanufaturados e manufaturados também caiu, respectivamente 23,6% e 16,5%. No primeiro grupo, açúcar, ligas de ferro, ouro e couros e peles puxaram o recuo. No segundo caso, entre os responsáveis, estão automóveis de passageiros, autopeças, motores e geradores e veículos de carga.
Do lado das importações, houve crescimento de 18,1% na média diária da quarta semana, que ficou em US$ 1,1 bilhão. A alta é explicada pelo aumento das compras do Brasil no exterior de combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, automóveis e plásticos.
Edição: Nádia Franco
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Bancos podem pagar R$ 8,4 bilhões com defasagem de planos econômicos, diz Idec

Economia



Bancos podem pagar R$ 8,4 bilhões com defasagem de planos econômicos, diz Idec
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Nov 25th 2013, 14:19

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília – É de R$ 8,465 bilhões o montante a ser pago pelos bancos aos poupadores caso o Supremo Tribunal Federal (STF) decida que cabe ao sistema bancário arcar com as perdas de rendimento sofridas pelos aplicadores na caderneta de poupança durante os planos econômicos Bresser (1998), Verão (1989) e Collor 2 (1991).
O cálculo foi feito pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O valor é muito menor do que o apresentado pelo procurador do Banco Central, Isaac Sidney Menezes Ferreira, na semana passada durante visita ao STF. Ferreira estimou o valor em aproximadamente de R$ 149 bilhões.
De acordo com o Idec, o cálculo do governo está superestimado porque não levou em consideração uma série de fatores. O primeiro deles foi incluir na conta o Plano Collor I, que corresponde a 54% do valor apresentado pela autoridade monetária. O plano, no entanto, não poderia ser levado em conta, segundo o instituto, pois há jurisprudência do próprio Supremo desfavorável aos poupadores. Com isso, a conta seria reduzida em quase R$ 68 bilhões, informa Flávio Siqueira Júnior, advogado do Idec.
Outro fator que não foi levado em conta pelo Banco Central, ao apresentar o cálculo, diz respeito aos poupadores que já tiveram demanda na Justiça e obtiveram ganho de causa. Esse valor, no caso, reduz em mais R$ 5 bilhões a conta do governo. O governo, no entanto, argumenta o Idec, acrescentou na conta valores de poupança com baixos valores baixos. Esses valores desestimularam as ações na Justiça, já que ficaria mais caro pagar as custas do processo do que o valor reivindicado.
"Entrar com a ação ficaria mais caro do que o valor na conta poupança. Esse valor corresponde a R$ 39 bilhões do número que a gente está trazendo. Agora, faça as contas, já são R$ 23,9 bilhões", disse Issac Sidney à Agência Brasil.
O cálculo do governo desconsidera, ainda, a própria mortalidade dos interessados, idosos na época. "Faz 25 anos: a expectativa de mortalidade do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não foi excluída da conta", ponderou.
Flávio lembra ainda que a ação é limitada ao estado de São Paulo, embora o Idec tenha entrado na justiça em nome de todos os poupadores do Brasil. Segundo ele, os efeitos, de acordo com definição da Judiciário, são limitados ao estado, o que retira do valor mais R$ 11,8 bilhões. "É como se todos os bancos fossem devolver de forma espontânea, [envolvendo] todos os planos econômicos. [Seria] Como se todos os poupadores entrassem na justiça e ganhassem todas as ações. Então, esse valor [do governo] é muito irreal".
O advogado do Idec também critica a possibilidade do STF deixar para julgar a ação no ano que vem, como indicou hoje o ministro Marco Aurélio. "A gente vê com extrema gravidade [tal possibilidade]. Os poupadores sofreram suas perdas há mais de vinte e cinco anos. Muitos deles são idosos. À medida que o STF visa carregar julgamento mais à frente isso pode ser um problema para a expectativa que as pessoas têm do judiciário", destaca.
De acordo com o Idec, só no primeiro semestre de 2013, o saldo com provisões cíveis dos principais bancos Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, HSBC, Itaú e Santander totalizou R$ 18,2 bilhões, segundo estudo elaborado pelo instituto, atualizado de 2009.
O Idec lembra que a composição da provisão cível "inclui não somente saldos como ações judiciais para reivindicação dos juros expurgados da poupança durante a implantação dos planos econômicos, mas traz também qualquer ação cível movidas contra bancos, como cobranças indevidas, indenização por descumprimento de contrato, danos morais, etc.".
A divergência está na reposição de perdas no rendimento de cadernetas de poupança causadas pelos planos econômicos Bresser (1998), Verão (1989) e Collor 2 (1991). Segundo o Flávio Siqueira, a solução para o debate sobre os planos é simples : eles feriram a lei. São planos que foram instituídos em uma data e tiveram efeitos retroativos. O STF já julgou favorável ao poupador em ações anteriores nos planos Verão e Bresser.
Edição: José Romildo
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Serasa registra recorde em tentativas de fraude contra os consumidores em outubro

Economia



Serasa registra recorde em tentativas de fraude contra os consumidores em outubro
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Nov 25th 2013, 13:29

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - As tentativas de fraudes contra os consumidores se intensificaram em outubro, com o registro de 224.025 ações do gênero. Esse número foi o maior já registrado por meio do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes - Consumidor. A cada 12 segundos, em média, um consumidor foi vítima desse tipo de crime.
O levantamento feito pela Serasa Experian informa que, no mês anterior, isso ocorria a cada 14,8 segundos. No acumulado de janeiro a outubro, ocorreram 1,81 milhão de tentativas de fraude, número acima de igual período do ano passado (1,76 milhão) e da mesma base de comparação de 2011 (1,63 milhão).
O setor de telefonia continua o preferido dos criminosos, que roubam dados pessoais para criar falsos documentos e obter crédito ou fazer negócios cujos pagamentos não serão honrados. Quase a metade das ações, 49,3% ou 110.470 tentativas, foram constatadas nesse setor. Em outubro de 2012, a taxa era 40,2%.
O setor de serviços aparece em segundo lugar, com 59.743 tentativas ou 26,7%. Esse número foi o maior do setor já registrado neste ano em um único mês. Mas a taxa em relação ao total de ações ficou abaixo de outubro do ano passado (28,6%).
Entre os alvos de interesse dos criminosos foram identificados construtoras, imobiliárias, seguradoras, salões de beleza e pacotes de turismo. Na terceira posição está o setor bancário com 36.411 tentativas ou 16,3% do total.
As maiores vítimas, segundo a Serasa, são as pessoas que tiveram os documentos roubados. Com a carteira de identidade e o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), os ladrões mesclam os dados para criar uma falsa identidade. Há casos em que eles usam o nome e números de documentos de pessoas falecidas para comprar um bem ou conseguir crédito, causando prejuízos a empresários e transtornos a parentes das vítimas.
A Serasa recomenda cuidado na hora de digitar a senha do cartão de débito/crédito e alerta o consumidor para não informar o número de documentos ao preencher cupons de sorteios ou promoções de lojas. Também orienta a não fazer cadastros em sites que não sejam de confiança e pede precaução com sites que anunciam oferta de emprego ou promoções e com a publicação de dados pessoais nas redes sociais. Outra dica é evitar transação financeira por meio de computadores portáteis conectados à redes públicas de internet e sempre manter atualizado o antivírus do computador.
Edição: Davi Oliveira
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Déficit habitacional teve redução entre 2007 e 2012, segundo estudo do Ipea

Economia



Déficit habitacional teve redução entre 2007 e 2012, segundo estudo do Ipea
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Nov 25th 2013, 13:40

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O déficit habitacional no Brasil caiu, em termos absolutos, 6,2% entre 2007 e 2012. Em termos relativos, cálculo que considera a proporção do déficit em relação ao total de domicílios existentes, a queda foi maior, chegando a 14,7%. É o que informa estudo divulgado hoje (25) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
De acordo com o órgão, o país registrava déficit de 5,59 milhões de habitações em 2007. O número correspondia a 10% do total de habitações no país à época. Em 2012, o déficit total caiu para 5,24 milhões de habitações (8,53% do total). "Isso significa que, em termos absolutos, houve uma queda de 6,2% do déficit total habitacional. Em termos relativos [proporção do déficit em relação ao total de domicílios no país], a queda foi 14,7%", disse o pesquisador Vicente Correia Lima, um dos responsáveis pelo estudo.
Déficit habitacional é um indicador que ajuda sociedade e gestores públicos a identificar a necessidade de reposição do estoque de moradias existentes. A partir disso, é possível o desenvolvimento de políticas públicas mais adequadas à situação habitacional brasileira.
A pesquisa divulgada hoje aponta redução – também em termos absolutos e relativos – do déficit de habitações precárias (termo usado pela pesquisa para referir-se a domicílios improvisados); de coabitações familiares (imóveis que abrigam mais de uma família); e do adensamento excessivo de domicílios (imóveis alugados, com uma ocupação superior a três habitantes por cômodo).
Entre os componentes do déficit, o único que apresentou elevação no mesmo período foi o relativo ao peso que o pagamento de aluguel tem em relação à renda domiciliar. O estudo considera nessa situação domicílios cujo aluguel corresponde a pelo menos 30% da renda domiciliar. O número de domicílios cujo valor do aluguel se enquadrava nesta situação subiu de 1,75 milhão em 2007 para 2,29 milhões em 2012.
"Este foi um dos aspectos que mais chamaram nossa atenção", disse Lima. Neste quesito, a fatia da população mais afetada se enquadra na renda de até três salários mínimos – que passou de 70,7% do déficit total em 2007, para 73,6% em 2012. "O alto valor dos aluguéis tornam maiores as dificuldades para uma baixa ainda maior do déficit habitacional no país", acrescentou Cleandro Krause, outro pesquisador responsável pelo estudo.
De acordo com o Ipea, ainda não é possível isolar o efeito que o Programa Minha Casa Minha Vida teve para a situação atual. "Acreditamos que ele deverá melhorar os indicadores no futuro, mas ainda é difícil mensurar o efeito causado por ele", disse Lima
O estado que apresentou situação mais preocupante, segundo os pesquisadores, foi o Maranhão, onde o déficit habitacional é de praticamente 400 mil domicílios, o que corresponde, em termos relativos, a 21,1% do total de domicílios do estado.
Em termos absolutos, a unidade federativa que tem maior déficit é São Paulo, que em 2012 registrou um déficit de 1,11 milhão de moradias. Em 2007, o déficit era de 1,10 milhão de residências. Neste estado, apesar do aumento de 0,6% do déficit total, houve uma redução do déficit relativo, que passou de 8,8% em 2007, para 7,9% em 2012.
Edição: José Romildo
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Crescimento da economia deve chegar a 2,5%, dizem especialistas

Economia



Crescimento da economia deve chegar a 2,5%, dizem especialistas
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Nov 25th 2013, 09:27

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Analistas do mercado financeiro reforçaram a expectativa de crescimento da economia este ano em 2,5%. Para 2014, a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) também foi mantida em 2,1%. Essas projeções constam de pesquisa semanal feita pelo Banco Central (BC) a instituições financeiras.
A estimativa para a expansão da produção industrial foi mantida em 1,7%, este ano, e em 2,5%, em 2014.
A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantida em 34,55, este ano, e foi ajustada de 34,55% para 34,60%, em 2014.
Ainda de acordo com a pesquisa do BC a instituições financeiras, o dólar deve fechar este ano cotado a R$ 2,30, ante a estimativa anterior de R$ 2,27. Para 2014, a previsão segue em R$ 2,40.
A estimativa para o superávit comercial, saldo positivo de exportações menos importações, passou de US$ 1,2 bilhão para US$ 1,4 bilhão, este ano, e de US$ 8 bilhões para US$ 8,1 bilhões, em 2014.
A previsão das instituições financeiras para o saldo negativo em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi ajustada de US$ 79,55 bilhões para US$ 79,6 bilhões, em 2013, e de US$ 70,5 bilhões para US$ 71,5 bilhões, em 2014.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto para o próximo ano.
Edição: José Romildo

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Instituições financeiras prevêem juros de dois dígitos

Economia



Instituições financeiras prevêem juros de dois dígitos
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Nov 25th 2013, 09:20

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A taxa básica de juros, a Selic, deve voltar a ter dois dígitos. A expectativa de instituições financeiras consultadas semanalmente pelo Banco Central (BC) é que Selic seja elevada em 0,5 ponto percentual para 10% ao ano, na última reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Essa reunião está marcada para amanhã (26) e a próxima quarta-feira.
Em 2013, a Selic foi elevada em 0,25 ponto percentual, em abril, e em 0,5 ponto percentual em maio, julho, agosto e outubro. No próximo ano, a expectativa das instituições financeiras é que a Selic continue a subir. A projeção para o final de 2014 passou de 10,25% para 10,50% ao ano.
A Selic é usada pelo BC como instrumento para influenciar a atividade econômica e, por consequência, a inflação. Quando a inflação está em alta, o Copom eleva a Selic para reduzir a pressão sobre os preços.
Cabe ao BC perseguir a meta de inflação que é 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Para essa meta é considerado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que na avaliação dos analistas do mercado financeiro deve fechar o ano em 5,82%. A estimativa da semana passada era 5,84%. Para 2014, a projeção para o IPCA subiu de 5,91% para 5,92%.
A pesquisa do BC também traz a projeção de inflação para outros índices. A mediana (desconsidera os extremos nas projeções) das expectativas para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que foi ajustada de 3,95% para 3,97%, este ano, e de 5,39% para 5,40%, em 2014.
A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi alterada de 5,55% para 5,45%, este ano, e de 6,01% para 6% em 2014. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a projeção caiu de 5,57% para 5,55%, em 2013, e foi mantida em 6% no próximo ano.
Edição: José Romildo
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Conta de luz mais cara pressiona a inflação

Economia



Conta de luz mais cara pressiona a inflação
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-25/conta-de-luz-mais-cara-pressiona-inflacao
Nov 25th 2013, 09:30

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,67% na terceira prévia de novembro, com elevação de 0,03 ponto percentual em comparação à última medição. O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que quatro dos oito grupos pesquisados apresentaram aumentos com taxas superiores às apuradas na segunda prévia do mês.
A maior influência na elevação do IPC-S foi constatada no grupo habitação (de 0,78% para 0,85%), com destaque para a tarifa de eletricidade residencial, que subiu de 1,75% para 2,61%. Os demais grupos com acréscimos são transportes (de 0,01% para 0,05%), comunicação (de 0,81% para 0,99%) e despesas diversas (de 0,74% para 0,98%).
Em movimento oposto, ocorreram decréscimos em alimentação (de 0,99% para 0,95%), saúde e cuidados pessoais (de 0,53% para 0,50%), educação, leitura e recreação (de 0,41% para 0,38%) e vestuário (de 0,78% para 0,76%).
Os principais itens que influenciaram o avanço do IPC-S foram tarifa de energia elétrica residencial (de 1,75% para 2,61%), aluguel residencial (de 0,86% para 0,89%), tomate (de 23,65% para 17,70%), refeições em bares e restaurantes (de 0,46% para 0,44%) e passagem aérea (de 9,63% para 11,92%).
Edição: Graça Adjuto
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BB quer ampliar parceria com os Correios em Banco Postal

Economia



BB quer ampliar parceria com os Correios em Banco Postal
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-25/bb-quer-ampliar-parceria-com-os-correios-em-banco-postal
Nov 25th 2013, 08:48

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco do Brasil (BB) assinou memorando para avaliar a ampliação de parceria com os Correios relativa ao Banco Postal. Segundo comunicado da instituição, a "parceria poderá se concretizar por meio da constituição de sociedade de participações e de instituição financeira". O objetivo principal será "incrementar o modelo hoje estabelecido entre as empresas, ampliando seu portfólio de produtos e serviços, visando a aproximá-lo dos modelos internacionais de bancos postais".
O BB assumiu o Banco Postal em janeiro de 2012, ao ganhar a licitação, assumindo o lugar do Bradesco. O Banco Postal oferece serviços bancários básicos ao público nas agências dos Correios. Entre os serviços estão a abertura de conta-corrente, a concessão de empréstimos, de cartão de crédito, o pagamentos de benefícios e o recebimento de contas. O contrato com o Banco Postal é de cinco anos e seis meses, prorrogáveis por mais cinco.
Edição: Graça Adjuto
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Índice de Confiança do Consumidor sobe 1% em novembro

Economia



Índice de Confiança do Consumidor sobe 1% em novembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-25/indice-de-confianca-do-consumidor-sobe-1-em-novembro
Nov 25th 2013, 09:00

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getulio Vargas (FGV), aumentou 1% de outubro paraa novembro, ao passar de 111,7 pontos para 112,8 pontos. A alta não compensou a queda de 2,2% observada em outubro e, pelo nono mês consecutivo, o indicador se mantém abaixo da média histórica, de 115,5 pontos.
O avanço de 1% de novembro foi influenciado pela melhora das perspectivas em relação aos próximos meses, medidas pelo subíndice de expectativas, que subiu 1,4%. O quesito que mais contribuiu para o subíndice foi o otimismo em relação às finanças pessoais nos meses seguintes. A parcela de consumidores que projetam melhora da situação financeira familiar aumentou de 37,2% em outubro para 38,9% em novembro.
Já o subíndice da situação atual, que avalia o momento presente, variou apenas 0,2%. De outubro para novembro, a proporção de consumidores que avaliam a situação atual da economia como boa aumentou de 16,2% para 16,6%, enquanto aqueles que a julgam ruim caiu de 35,2% para 35,0%.
Edição: Talita Cavalcante
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