Concessões tornarão Infraero mais competitiva

26 de novembro de 2013

Economia



Concessões tornarão Infraero mais competitiva
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-26/concessoes-tornarao-infraero-mais-competitiva
Nov 26th 2013, 17:45

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – As concessões de aeroportos brasileiros à iniciativa privada ajudarão a tornar a Infraero – empresa estatal que detém o monopólio das operações aeroportuárias no país – mais competitiva, tanto em termos econômicos quanto na prestação de serviços. A opinião foi compartilhada hoje (26) pelo ministro Moreira Franco, da Secretaria de Aviação Civil (SAC), e pelos presidentes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys, e da Infraero, Gustavo do Vale, durante o Seminário de Operadores de Aeroportos Brasileiros.
"A Infraero é uma empresa que teve acomodação por causa do monopólio [na operação de aeroportos]", admitiu o presidente da Infraero. "Hoje, a situação é outra porque temos concorrência de outros aeroportos. Tempos novos parceiros [entre os grupos que detêm a concessão], já que somos sócios de outros aeroportos. E, com eles, tem havido transferência de tecnologia. Claro que isso não acontece da noite para o dia, mas estamos aprendendo", acrescentou Vale.
Segundo Moreira Franco, usar as concessões aeroportuárias para tornar a Infraero mais competitiva foi uma das estratégias adotadas pela presidenta Dilma Rousseff para o setor. "Por orientação da presidenta, traremos um grande operador internacional para que a Infraero se organize para ser competitiva em um ambiente de concorrência. Queremos que experiência e quadros qualificados com a experiência específica da Infraero garantam ao passageiro brasileiro a melhoria da qualidade de serviço, a fim de obter a fidelização do cliente, com qualidade e preço. E, assim, competir de igual para igual", disse o ministro.
Referindo-se aos cerca de 270 aeroportos regionais que serão beneficiados pelas políticas do governo federal, Moreira Franco destacou que o setor aeroportuário está entrando agora em uma "segunda etapa", na qual será criada nos terminais a infraestrutura que permitirá a brasileiros de localidades mais remotas usufruir desses serviços.
"É esse espírito selvagem do empreendedor que queremos presente nos aeroportos do Brasil", acrescentou o ministro. Segundo ele, esse ambiente novo criado no Brasil, de concorrência, será extremamente favorável ao passageiro, aos usuários dos aeroportos, tanto para melhorar os terminais concedidos quanto para melhorar a operação deles com base nas experiências "lá de fora".
Para o presidente da Infraero, a concorrência não será tão "de igual para igual", como foi sugerido por Moreira Franco. "Algumas características das empresas privadas nós nunca teremos por causa dos processos licitatórios [aos quais a Infraero é submetida]", disse Vale.
Segundo o presidente da Anac, com os aeroportos concedidos, o país passou a ter "de fato concorrência" entre aeroportos. "A estratégia é adotar concorrência não só no processo de licitação [das concessões], mas também depois dele", disse Guaranys, que tem visitado obras nos aeroportos concedidos. Guaranys, que espera a conclusão das obras no prazo previsto, ressaltou que são de fácil visualização as melhorias que estão sendo feitas nos aeroportos.
De acordo com os operadores aeroportuários, até o final deste mês, o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, terá 80% das obras concluídas. No final de outubro, o aeroporto de Brasília tinha 65% das obras concluídas; o de São Gonçalo do Amarante, em Natal, 71%; e o de Viracopos, em Campinas (SP), 74%.
Edição: Nádia Franco
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Camex prorroga antidumping para escovas chinesas por mais cinco anos

Economia



Camex prorroga antidumping para escovas chinesas por mais cinco anos
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-26/camex-prorroga-antidumping-para-escovas-chinesas-por-mais-cinco-anos
Nov 26th 2013, 17:51

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior estendeu por cinco anos o direito antidumping sobre a importação de escovas de cabelo chinesas. Além disso, aprovou a redução do imposto de importação de cinco substâncias químicas. As medidas foram publicadas hoje (26) no Diário Oficial da União.
No caso das escovas chinesas, o Sindicato da Indústria de Móveis de Junco e Vime e Vassouras e de Escovas e Pincéis do Estado de São Paulo pediu a prorrogação da medida antidumping, que estava para vencer. Após análise, técnicos do ministério proferiram decisão favorável. Os produtos continuarão sendo sobretaxados em valores que variam de US$ 12,55 a US$ 15,67 por quilo.
A redução do imposto de importação destina-se a solucionar o desabastecimento temporário das substâncias contempladas. Dos produtos, quatro são utilizados na fabricação de inseticidas e um para dar opacidade a mercadorias que passam por processo de tinturaria. As alíquotas para importação dos produtos variavam entre 10% e 14% e foram reduzidas para 2% por um período de 12 meses.


Edição: Beto Coura

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EPE: construção de linhas de transmissão e de subestações terá investimentos de R$ 17,9 bilhões até 2018

Economia



EPE: construção de linhas de transmissão e de subestações terá investimentos de R$ 17,9 bilhões até 2018
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Nov 26th 2013, 18:15

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Programa de Expansão da Transmissão (PET) prevê a construção de 13 mil quilômetros (km) de linhas de transmissão e de 39 subestações de energia elétrica no país até 2018. As informações foram divulgadas hoje (26) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que acaba de fechar a programação de investimentos no segmento de transmissão de energia elétrica para os próximos anos.
De acordo com o segundo ciclo do PET, que abrange o período entre 2013 e 2018, o conjunto de novas linhas de transmissão e subestações que será implantado neste período exige investimentos de cerca de R$ 17,9 bilhões em novos recursos.
O programa já foi encaminhado ao Ministério de Minas e Energia para ser licitado em 2014. Segundo a EPE, a programação de investimentos contempla "instalações de transmissão visando à expansão da rede básica de modo a garantir as condições para atendimento às necessidades de intercâmbio entre as regiões do país".
A EPE ressalta, ainda, que os investimentos de R$ 17,9 bilhões, previsto no segundo ciclo 2013 do PET, refere-se a projetos cujos estudos já estão concluídos, mas que ainda não foram licitados. A previsão é que os novos empreendimentos entrem em operação até o final de 2018. A EPE, empresa responsável pelo planejamento energético do país, admite que no período também serão posteriormente acrescidos recursos para projetos que ainda se encontram em fase de estudos.
Nesse sentido, a partir de 2013, a EPE passará a publicar duas atualizações por ano do PET, tendo como objetivo principal "dar celeridade ao processo de licitação das obras e mitigar atrasos na implementação das expansões do Sistema Interligado Nacional (SIN). Além disso, a EPE expandiu o horizonte das obras que compõem os ciclos semestrais do PET para seis anos, em vez de cinco.
Regionalmente, o subsistema Sudeste/Centro Oeste ficará com a maior extensão de linhas de transmissão (4.286 km) e a Região Sul com o maior número de subestações (14).
O maior volume de recursos para a construção de novas linhas de transmissão será demandado pela Região Norte, cujos 3.764 km de linhas de transmissão a serem construídos demandarão investimentos no período de R$ 3,5 bilhões, do total de R$ 9,7 bilhões previstos para a expansão das linhas.
Já o Subsistema Sudeste/Centro-Oeste demandará o maior volume de recursos para a construção de nove novas subestações: R$ 3,1 bilhões do total previsto de R$ 8,2 bilhões. Para a construção das 14 subestações da Região Sul estão previstos recursos de cerca de R$ 2,1 bilhões.

Edição: Fábio Massalli
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Aneel aprova novas tarifas de energia para Rondônia, Acre e Amapá

Economia



Aneel aprova novas tarifas de energia para Rondônia, Acre e Amapá
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Nov 26th 2013, 17:33

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Os consumidores residenciais atendidos pela distribuidora Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) terão um reajuste de 16,44% na conta de luz a partir do próximo sábado (30). Para as indústrias, o aumento será 6,77%. Os valores, decorrentes da revisão tarifária periódica da distribuidora, foram aprovados hoje (26) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A Ceron atende a 564 mil unidades consumidoras localizadas em 52 municípios do estado.
Para a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), a revisão tarifária resultou em um aumento de 15,58% para os consumidores residenciais. Já as indústrias terão uma redução de 4,68% nas tarifas. A distribuidora atende a 226 mil unidades consumidoras localizadas em 22 municípios do estado.
O processo de Revisão Tarifária Periódica tem como principal objetivo analisar, após um período previamente definido no contrato de concessão (geralmente de quatro anos), o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. A revisão tarifária da concessionária de Rondônia foi debatida em audiência pública.



A diretoria da Aneel também homologou hoje o índice provisório do reajuste tarifário da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), que valerá a partir do próximo sábado (30) para 180 mil unidades consumidoras localizadas em todo o estado. O aumento previsto é 28,67%, tanto para residências como para as indústrias.
A distribuidora do Amapá estava inadimplente há dez anos com o pagamento de encargos do setor elétrico. Como regularizou sua situação, a empresa poderá reajustar a tarifa. O índice provisório estará em audiência pública do dia 29 de novembro a 31 de janeiro, que servirá para aprovar o índice definitivo do reajuste da empresa.
Edição: Fábio Massalli
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Crescimento brasileiro no ano passado foi revisado para 1,5%, diz Dilma a jornal espanhol

Economia



Crescimento brasileiro no ano passado foi revisado para 1,5%, diz Dilma a jornal espanhol
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Nov 26th 2013, 16:59

Da Agência Brasil


Brasília – A economia brasileira teve o crescimento do ano passado revisado para cima, disse a presidenta Dilma Rousseff. Em entrevista publicada hoje (26) pela versão em português do jornal espanhol El País na internet, ela declarou que o Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) de 2012 foi reavaliado de 0,9% para 1,5%.
"Esta semana resolveram reavaliar o PIB. E o PIB do ano passado, que era 0,9%, passou para 1,5%. Nós sabíamos que não era 0,9%, que estava subestimado o PIB. Isso acontece com outros países também. Os Estados Unidos sempre revisam seu PIB", destacou a presidenta. Segundo ela, o Brasil crescerá mais neste ano, mas ainda não dá para saber o quanto a expansão será superior à de 2012.
Responsável pela apuração do PIB, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou apenas que divulgará, no próximo dia 3, os indicadores do terceiro trimestre e eventuais revisões do PIB de trimestres anteriores. O número poderá ainda ser revisado novamente até novembro de 2014, quando o IBGE apresentará os números definitivos das contas nacionais de 2012.
No ano passado, o Brasil registrou o pior crescimento desde 2009. Influenciada pela crise econômica desencadeada pela crise dos empréstimos imobiliários nos Estados Unidos, a economia brasileira encolheu 0,3%. Inicialmente, o IBGE informou que a queda tinha totalizado 0,6%, mas revisou o resultado dois anos mais tarde.
Edição: Nádia Franco
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Cai participação de atividades informais e ilegais na economia do país

Economia



Cai participação de atividades informais e ilegais na economia do país
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Nov 26th 2013, 16:40

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – As atividades econômicas subterrâneas – praticadas pelos setores informais e ilegais – somaram, ao menos, R$ 760 bilhões em 2013. O resultado representa redução de 0,8 ponto porcentual em relação ao ano anterior. O desempenho da economia subterrânea, divulgado hoje (26), foi medido por estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), em parceria com o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco). Estão incluídos nesse total desde o trabalho dos vendedores ambulantes até práticas criminosas, como o tráfico de drogas.
O pesquisador da Ibre-FGV, Fernando de Holanda Barbosa Filho, destaca a influência do nível de escolaridade do brasileiro e a queda demográfica na diminuição da informalidade. "Entre 2001 e 2011 houve acréscimo de 22 milhões de pessoas com educação formal. Fatores como o cada vez menor crescimento demográfico, com a consequente redução de gente no mercado de trabalho, influenciam a queda do desemprego e uma taxa de desemprego baixa favorece a redução da informalidade", disse.
O pesquisador ressalva, porém, que aceleração da queda da informalidade pode ter raízes em outros fatores pontuais, como é o caso da desoneração da folha de pagamento em alguns setores da economia. Em 2012, a renúncia fiscal no país foi da ordem de R$ 4 bilhões. Para 2013, estima-se que chegue a R$ 18 bilhões. Para 2014, a perspectiva é R$ 34 bilhões.
"A desoneração da folha, teoricamente, deve ter impacto na informalidade, mas não há como afirmar ou fazer uma análise do impacto direto da medida na informalidade, ainda", disse.
Segundo os autores do estudo, a informalidade traz prejuízos diretos para a sociedade, cria ambiente de transgressão, estimula o comportamento econômico oportunista, com queda na qualidade do investimento e redução do potencial de crescimento da economia brasileira. Além disso, provoca a redução de recursos governamentais destinados a programas sociais e a investimentos em infraestrutura.

Edição: Fábio Massalli
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Mantega diz que resultado fiscal deste ano ficará dentro dos limites estabelecidos

Economia



Mantega diz que resultado fiscal deste ano ficará dentro dos limites estabelecidos
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Nov 26th 2013, 14:53

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O resultado fiscal deste ano será bastante razoável, dentro dos limites estabelecidos, estimou hoje (26) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele lembrou que 2013 foi um ano difícil, por causa da seca que, ao final, levou o governo a fazer gastos extras, como os da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
"Só isso vai nos consumir cerca de R$ 15 bilhões [R$ 10 bilhões para a CDE e R$ 5 bilhões com medidas para o enfrentamento da seca na Região Nordeste]. São gastos extraordinários, que não esperávamos", disse Mantega.
O ministro destacou que o governo está revisando gastos, como, por exemplo, os do seguro-desemprego, de modo a controlar a conta, que "subiu bastante neste ano".
"Certamente não vamos fazer um [superávit] primário cheio, mas o governo federal se compromete a fazer R$ 73 bilhões com o Governo Central (Previdência Social, Banco Central e Tesouro Nacional). Estamos perseguindo esta meta. Se os estados e municípios fizerem mais [até R$ 26,5 bilhões], poderemos ter este resultado satisfatório", disse Mantega. Para ele, o resultado deverá permitir mais uma vez a redução do dívida líquida no país.
Para o próximo ano, o ministro da Fazenda espera situação mais favorável, pois, segundo ele, a arrecadação tem melhorado. "Será mais viável fazermos um [superávit] primário maior do que neste ano."
Edição: Nádia Franco
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Programa de Sustentação de Investimentos será mantido em 2014, diz ministro

Economia



Programa de Sustentação de Investimentos será mantido em 2014, diz ministro
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Nov 26th 2013, 14:32

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, garantiu hoje (26) que o Programa de Sustentação de Investimentos (PSI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), será mantido no próximo ano, embora com menor intensidade. O programa foi criado para estimular a produção, aquisição e exportação de bens de capital e a inovação tecnológica.
Guido Mantega, que participou nesta terça-feira da reunião da Diretoria Executiva da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, ouviu um apelo do presidente da entidade, Robson Braga, para que os recursos do Tesouro Nacional para o BNDES continuem expressivos para assegurar a manutenção dos investimentos.
O ministro disse, porém, que é importante ter bases sólidas e uma política fiscal também sólida. Para ele, é fundamental reduzir subsídios e deixar as desonerações para depois. "Temos que permitir uma recomposição da arrecadação, que já está ocorrendo. Isso mostra que as empresas já estão em situação melhor, mas agora temos que moderar os subsídios.
Mantega informou que, neste ano, o BNDES liberará R$ 190 bilhões, mas que, em 2014, a alternativa do governo é liberar R$ 40 bilhões a menos em recursos. "Isso não significa que a indústria ficará sem o suporte financeiro do banco. Os programas prioritários ficarão todos. O PSI, que é fundamental, vai continuar em 2014. Portanto, os empresários podem ficar tranquilos. Apenas, o BNDES vai reduzir algumas linhas que não são as prioritárias."
Ele destacou ainda que não haverá financiamentos a estados e municípios no próximo ano, pois estes não são o objetivo central do BNDES. "Portanto, não haverá prejuízo para a indústria, porque a indústria é prioritária para o governo. Que [a indústria] se recupere, pois tem um papel fundamental para nós", reforçou.
O ministro anunciou ainda novo aporte de R$ 24 bilhões, destinado a empréstimos, para o BNDES. Segundo ele, a medida sairá nos próximos dias.
Edição: Nádia Franco
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Mantega diz que inflação está bem-comportada

Economia



Mantega diz que inflação está bem-comportada
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Nov 26th 2013, 15:26

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A inflação está controlada e "bem-comportada", segundo avaliação do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele citou o IPCA-15 de novembro que ficou em 0,57%, abaixo da expectativa do mercado financeiro.
Para ele, a inflação fechará o ano semelhante à do ano passado e abaixo do limite da meta pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é 6,5%. O ministro acredita que no ano que vem o resultado será melhor, se não houver aumento de preços dos alimentos provocado por problemas climáticos.
Mantega participou hoje (26) de reunião com a diretoria executiva da Confederação Nacional da Indústria, quando comentou vários aspectos da conjuntura econômica. Mais uma vez, o ministro mostrou otimismo com os fundamentos da economia brasileira e fez estimativas favoráveis para o país.
O ministro da Fazenda disse também que acredita em uma solução satisfatória para a correção do rendimento da poupança, em função de perdas com os planos econômicos instituídos nos anos 1980 e 1990.
"Esta é uma questão antiga que está preocupando a área financeira, a área dos bancos. Mas acredito em uma solução satisfatória que não vá prejudicar o setor e vá acomodar todos os interesses", disse.
A ação está no Supremo Tribunal Federal e diz respeito aos planos Cruzado, Bresser, Verão e Collor II. O Banco Central calcula que a dívida é de R$ 150 bilhões, mas o Instituto de Defesa do Consumidor contesta e diz ter estudos que chegam a valor bem menor, R$ 8,4 bilhões.


Edição: Beto Coura

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Governo descarta indexação para corrigir preço dos combustíveis

Economia



Governo descarta indexação para corrigir preço dos combustíveis
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Nov 26th 2013, 13:44

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (26) que o governo descarta qualquer tipo de indexação para a correção do preço dos combustíveis. Segundo ele, uma "modalidade" para as correções está sendo amadurecida.
"Nós estamos amadurecendo uma modalidade, não vou dizer nem uma fórmula, para o eventual reajuste de combustível. Evidentemente, não pode ser uma indexação", disse após participar de uma reunião com a diretoria executiva da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O ministro destacou que o país tem trabalhado para desindexar a economia e reduzir a inflação.
Ele não deixou claro quando a "modalidade" estará concluída. Lembrou que o assunto está sendo discutido entre a direção e o Conselho de Administração da Petrobras e que, com isso, não pode antecipar uma data para o eventual reajuste dos combustíveis.
Edição: Graça Adjuto
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Brasil "está saindo bem na foto", diz Mantega

Economia



Brasil "está saindo bem na foto", diz Mantega
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Nov 26th 2013, 14:11

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Brasil "está saindo bem na foto", disse hoje (26) o ministro da Fazenda, Guido Mantega, após reunião com a diretoria executiva da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mantega usou a expressão para destacar que o crescimento brasileiro está "um pouco melhor" do que o de boa parte dos demais países e com trajetória de recuperação.
Acompanhado do presidente da CNI, Robson Braga, o ministro ressaltou que o cenário global não ajudou o Brasil. Foi ruim e prejudicou sobretudo o setor industrial, que depende muito do comércio internacional. "A indústria terá crescimento razoável neste ano, mas ainda deixa a desejar. Queremos mais e estamos neste caminho. O investimento está sendo muito bom, com crescimento de até 6% em comparação ao do ano anterior, e vai ser dinamizado pelas concessões que estão se realizando", acrescentou Mantega.
O ministro destacou a importância da viabilização de concessões como as dos aeroportos de Brasília e de Campinas e Guarulhos, em São Paulo. Mantega citou também o Campo de Libra, no pré-sal, além de um trecho da BR-163 em Mato Grosso, cujo leilão está previsto para amanhã (27). "O Brasil tem projetos atraentes para apresentar aos investidores, e eles estão vindo. Continuarão vindo para viabilizar o programa de concessões. E, até o final do ano, teremos mais duas ou três estradas."
De acordo com o ministro, até o final do ano, deve sair a 12ª rodada de gás de 2013. "O Brasil tem gás de xisto e poderá promover investimentos e, além disso, temos feito várias concessões na área de energia". Segundo Mantega, as concessões que não forem concretizadas neste ano ficarão para o próximo. "Vamos começar o ano realizando novos leilões de concessões de modo que, até o final de 2014, elas já estejam produzindo investimento no pais". Ele enfatizou que as concessões serão o principal polo de atração do investidor e de crescimento da economia brasileira nos próximo anos.
Mantega ressaltou ainda a recuperação do comércio varejista e o bom nível de emprego, com expectativa de recuperação da massa salarial e do consumo. Sobre a agricultura, o ministro disse que o setor continua bem. "Podermos fechar o ano com um desempenho razoável e com o cenário mudando para melhor."
Edição: Nádia Franco
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Manifestantes protestam contra alta dos juros em frente ao Banco Central

Economia



Manifestantes protestam contra alta dos juros em frente ao Banco Central
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Nov 26th 2013, 13:53

Da Agência Brasil
Brasília – Cerca de 500 manifestantes, de acordo com cálculos da Polícia Militar, fizeram hoje (26) um ato público conta a alta dos juros, em frente ao Banco Central (BC). Nesta terça-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) inicia reunião em que definirá a taxa básica de juros, a Selic. A taxa será anunciada amanhã (27).
A expectativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo BC é que haverá nova alta da Selic de 0,5 ponto percentual, para 10% ao ano. Na manifestação, organizada por centrais sindicais, os participantes pediram a redução da Selic, a queda de tarifas e de juros bancários e a regulamentação do sistema financeiro por lei.
Em 2013, o Copom elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, em abril, e em 0,5 ponto percentual em maio, julho, agosto e outubro. No próximo ano, a expectativa das instituições financeiras é que a Selic continue a subir. A projeção para o final de 2014 passou de 10,25% para 10,50% ao ano.
A taxa é usada pelo BC como instrumento para influenciar a atividade econômica e, por consequência, a inflação. Quando a inflação está em alta, o Copom eleva a Selic para reduzir a pressão sobre os preços. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação, que é 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para as centrais sindicais, a taxa de juros elevada só favorece os bancos e outras instituições financeiras que passam a receber mais pelas aplicações em títulos públicos. Além disso, como a Selic serve de referência para as demais taxas, os juros de empréstimos também sobem.



Após passar pelo BC, os manifestantes seguiram para o Supremo Tribunal Federal (STF). A ideia é questionar o julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão, considerado por eles como "político". Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Vagner Freitas, as prisões do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, do ex-tesoureiro do PT Delúbio Sores e do deputado José Genoino (PT-SP) foram "injustas".

Edição: Juliana Andrade
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Cresce volume de cana-de-açúcar processada na região Centro-Sul

Economia



Cresce volume de cana-de-açúcar processada na região Centro-Sul
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-26/cresce-volume-de-cana-de-acucar-processada-na-regiao-centro-sul
Nov 26th 2013, 12:16

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - As usinas da região Centro-Sul, que concentram mais da metade da produção nacional de açúcar e etanol, atingiram até novembro a marca de 542,21 milhões de toneladas de cana-de-açúcar processada, superando em 1,77% o volume registrado na safra 2012/2013 (532,76 milhões de toneladas).
Em nota, o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Antonio de Padua Rodrigues, ratificou a previsão feita no começo da safra, em abril deste ano. "Os números observados até o momento confirmam a nossa expectativa de crescimento da safra em torno de 10%", disse.
O executivo atribuiu o aumento ao clima, que favoreceu o crescimento da planta, e à maior taxa de renovação dos canaviais. Até o fim da primeira quinzena de novembro, 27 unidades produtoras haviam encerrado o processamento de cana-de-açúcar, bem abaixo das 45 unidades que tinham terminado as atividades no mesmo período da safra passada.
O valor de extração da planta medido pelo Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) teve queda de 1,5%, com o aproveitamento de 133,89 quilos por tonelada ante 135,93 quilos na safra anterior. Até 15 de novembro também diminuiu a proporção de processamento destinado à produção de açúcar, com 47,85% ante 50,28%.
No entanto, a quantidade produzida de açúcar alcançou 31,53 milhões de toneladas, 1,44% acima do registrado em igual período da safra passada. A produção de etanol atingiu 23,13 bilhões de litros, sendo 10,09 bilhões de etanol anidro e 13,04 bilhões de etanol hidratado , com crescimento de 15,06%.
De acordo com a Unica, a moagem mais voltada para o etanol se deve à demanda do mercado interno. De abril até o fim da primeira quinzena de novembro, as vendas de etanol somaram 16,44 bilhões de litros (7,18 bilhões de litros de etanol anidro e 9,26 bilhões de litros de etanol hidratado), ante 13,82 bilhões no mesmo período da safra passada. A maior parte, 14,25 bilhões de litros, foi direcionada ao mercado doméstico e 2,19 bilhões à exportação.
Edição: Graça Adjuto
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Mão de obra mais cara influencia variação do custo da construção civil

Economia



Mão de obra mais cara influencia variação do custo da construção civil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-26/mao-de-obra-mais-cara-influencia-variacao-do-custo-da-construcao-civil
Nov 26th 2013, 10:26

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A contratação de pedreiros e outros profissionais da construção civil ficou mais cara em novembro depois da estabilidade registrada em outubro pela pesquisa que calcula o Índice Nacional de Custo da Construção. A variação no mês foi 0,27%, ante 0,33% em outubro. Os dados revelam que a pressão sobre os custos dos empreendimentos imobiliários foi contida pela redução no ritmo de reajuste dos materiais.
O cálculo feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que desde janeiro a taxa acumula alta de 7,82% e, nos últimos 12 meses, 8,12%. Em novembro, os materiais, equipamentos e serviços subiram em média 0,29%. No mês anterior, a taxa havia sido 0,68%.
Já o índice referente à mão de obra variou 0,25%, o que representa ligeira elevação sobre outubro, quando esse componente não variou. Entre os fatores que influenciaram o resultado está o dissídio coletivo ocorrido em Recife. No acumulado do ano, o custo da mão de obra subiu 9,81%, acima da média do INCC-M.
No caso dos materiais, equipamentos e serviços, o que segurou o avanço mais expressivo de preços foi o item estrutura com alta de 0,34% ante 0,95% e também o segmento de serviços com queda de 0,03% ante variação de 0,17%. O valor do aluguel de máquinas e equipamentos caiu 0,26%.
Das sete capitais pesquisadas, cinco registraram decréscimo no índice médio: Salvador (de 0,28% para 0,09%); Brasília (de 0,26% para 0,12%); Rio de Janeiro (de 0,33% para 0,23%); Porto Alegre (de 0,42% para 0,09%) e São Paulo (de 0,37% para 0,12%). As demais registraram variação positiva do índice: Belo Horizonte (de 0,20% para 0,23%) e Recife (de 0,25% para 2,71%).
Edição: Denise Griesinger

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Famílias endividadas crescem, mas inadimplentes caem entre outubro e novembro

Economia



Famílias endividadas crescem, mas inadimplentes caem entre outubro e novembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-26/familias-endividadas-crescem-mas-inadimplentes-caem-entre-outubro-e-novembro
Nov 26th 2013, 10:16

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O percentual de famílias com dívidas no cartão, cheque especial e outros financiamentos cresceu de 62,1% em outubro para 63,2% em novembro deste ano. É a terceira alta consecutiva do indicador, medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O percentual também é superior ao observado em novembro do ano passado, que havia sido 59%. Segundo a CNC, a maior parte das dívidas em novembro deste ano é relativa ao cartão de crédito (74,8%), seguidas por carnês (18,3%), financiamento de carros (12,6%), crédito pessoal (9,8%), financiamento de casa (7,2%) e cheque especial (5,7%).
A proporção de famílias com dívidas ou contas em atraso caiu de 21,6% em outubro para 21,2% em novembro deste ano, apesar de ter se mantido em patamar superior a novembro do ano passado (21%).
Em média, as contas estão atrasadas em 57,6 dias. Do total dos inadimplentes, 40,6% estão com suas contas em atraso há mais de 90 dias. O percentual de famílias que não terão condições de pagar suas contas também recuou para 6,6%. As proporções eram 7,3% em outubro deste ano e 6,8% em novembro do ano passado.
Segundo nota divulgada pela CNC, "apesar da moderação no consumo, a elevação do custo do crédito e a redução dos ganhos reais dos salários têm mantido o nível de endividamento das famílias em patamares elevados".
Edição: Graça Adjuto
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Copom inicia última reunião do ano

Economia



Copom inicia última reunião do ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-26/copom-inicia-ultima-reuniao-do-ano
Nov 26th 2013, 06:08

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia hoje (26) à tarde a última reunião de 2013 para discutir se mantém o processo de ajuste da política monetária, iniciado em abril último, quando a taxa básica de juros (Selic) estava em 7,25% ao ano. De lá para cá, o índice foi elevado para 9,50%.
Foram cinco reajustes seguidos, e se depender da expectativa dos analistas de instituições financeiras, apresentada no boletim Focus divulgado ontem (25) pelo BC, a tendência é o Copom ajustar a política monetária em mais 0,5 ponto percentual. O índice será anunciado amanhã (27) quando terminar a segunda fase da reunião.
As reuniões do Copom ocorrem em intervalos de 45 dias, sempre em duas etapas, para fixar a taxa média dos financiamentos diários dos títulos federais depositados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). Por extensão, a taxa básica de juros é conhecida também como taxa Selic.
Hoje, os chefes de departamentos do BC analisam a conjuntura doméstica sobre as variáveis macroeconômicas, com foco na avaliação das tendências de inflação. Amanhã, os diretores de Política Monetária e de Política Econômica apresentam alternativas de taxa de juros de curto prazo para deliberação dos demais diretores. Só o colegiado de diretores tem direito a voto.
Edição: Graça Adjuto
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