Petrobras reajusta preços da gasolina e do diesel nas refinarias

29 de novembro de 2013

Economia



Petrobras reajusta preços da gasolina e do diesel nas refinarias
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/petrobras-reajusta-precos-da-gasolina-e-do-diesel-nas-refinarias
Nov 29th 2013, 19:08


Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Petrobras reajustou hoje (29) os preços da gasolina e do óleo diesel para as refinarias. Segundo fato relevante divulgado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no início da noite de hoje, a gasolina será reajustada em 4% e o óleo diesel em 8%. De acordo com o comunicado, os novos valores entrarão em vigor a partir da meia-noite desta sexta-feira.
O último reajuste da gasolina ocorreu no dia 30 de janeiro, um aumento de 6,6%. Já o diesel subiu 5,4% e mais 5% no dia 6 de março.
Segundo a Petrobras, o reajuste busca alcançar "a convergência dos preços no Brasil" com os preços exercidos no mercado internacional.
O valor do reajuste, segundo a empresa, não inclui os tributos federais (PIS/Cofins e a Cide) e estaduais (ICMS).
Hoje o ministro da Fazenda Guido Mantega, que preside o Conselho de Administração da Petrobras, esteve na sede da empresa, em São Paulo, reunido com o conselho, que definiu o valor do reajuste.


Edição: Aécio Amado
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Assessores do Ministério da Fazenda suspeitos de receberem propina pedem exoneração

Economia



Assessores do Ministério da Fazenda suspeitos de receberem propina pedem exoneração
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/assessores-do-ministerio-da-fazenda-suspeitos-de-receberem-propina-pedem-exoneracao
Nov 29th 2013, 18:37

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Dois assessores do ministro da Fazenda, Guido Mantega, suspeitos de receberem propina pediram exoneração, informou a pasta. Marcelo Fiche, que era chefe de gabinete de Mantega, e Humberto Alencar, adjunto de Fiche, são suspeitos de terem recebido R$ 60 mil em dinheiro vivo da empresa Partnersnet, contratada para prestar assessoria de imprensa ao ministério.
Oficialmente de férias desde o último dia 18, os dois deverão ter a exoneração publicada na edição de segunda-feira (2) do Diário Oficial da União. Em nota oficial emitida há pouco, Fiche informou que pediu ao ministro para sair do cargo assim que voltasse das férias para dedicar-se à sua defesa.
Segundo Fiche, o afastamento contribuirá para a tranquilidade e a rapidez das investigações. Ele ressaltou que a licitação para a escolha da empresa ocorreu dentro da legalidade e gerou economia aos cofres públicos por causa do método do pregão eletrônico, que oferece menor preço, em vez dos critérios que misturam técnica e preço.
Há duas semanas, a revista Época publicou que Fiche e Alencar teriam recebido R$ 60 mil em dinheiro vivo da Partnersnet. Na véspera da publicação da reportagem, Mantega enviou ofício ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pedindo a investigação pela Polícia Federal do contrato entre a empresa e o Ministério da Fazenda.
De acordo com a revista, uma ex-funcionária da Partnersnet denunciou o superfaturamento do contrato entre a empresa de assessoria de imprensa e o ministério. Responsável pela fiscalização do contrato, Alencar, segundo a publicação, assinava prestações de contas com funcionários fantasmas e excesso de horas trabalhadas para justificar o valor a mais pago pelo ministério. Segundo a ex-funcionária, Alencar e Fiche recebiam parte da diferença.

Edição: Juliana Andrade
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Brasil bate recorde nas exportações de carne bovina

Economia



Brasil bate recorde nas exportações de carne bovina
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/brasil-bate-recorde-nas-exportacoes-de-carne-bovina
Nov 29th 2013, 17:37


Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As exportações brasileiras de carne bovina somaram, até ontem (28), 1,36 milhão de toneladas, que renderam US$ 6,013 bilhões de divisas para o país. Os dados foram divulgados hoje (29) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O resultado supera as vendas em todo o ano passado, quando foram exportadas 1,24 milhão de toneladas, que renderam US$ 5,74 bilhões. Valor recorde até então. Em relação ao mesmo período de 2012, as exportações até ontem cresceram 14,5% em valor e 20,1% em volume.
Os principais compradores de carne brasileira este ano foram Hong Kong, com participação de 21,8% do total vendido, seguido da Rússia (18,66%), Venezuela (11,95%), do Egito (7,52%) e Chile (6,1%). "Mesmo sendo o maior exportador mundial de carne bovina, o Brasil continua a buscar e conquistar novos mercados", de acordo com o ministro Fernando Pimentel.
O número de países para os quais o Brasil vende carne bovina aumentou de 106 para 142, entre os anos 2000 e 2013. Um exemplo desse crescimento é a Rússia. No ano 2000, não havia exportações brasileiras de carne bovina para aquele mercado. Este ano, a Rússia passou a ser o segundo principal destino da carne brasileira.
"É um mercado importante, permanentemente acompanhado ao longo dos anos pelo MDIC e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em reuniões bilaterais, pois é o maior importador mundial de carne bovina", diz o secretário de Comércio Exterior, Daniel Godinho.
O secretário lembra que o governo brasileiro discute periodicamente problemas de acesso a mercados, enfrentados pelos exportadores em reuniões bilaterais de comércio, com representantes de governos estrangeiros e com o setor privado. A discussão das barreiras, nos âmbitos multilateral e bilateral, tem resultado em melhorias de acesso aos mercados canadense, sul-africano, coreano, chinês, americano, israelense e chileno, entre outros, segundo Godinho.
Dados do MDIC indicam que as vendas brasileiras de carne cresceram 637% de 2000 para cá - quase o dobro do crescimento global das exportações brasileiras no período comparativo, que foi 336%. Hoje, a carne bovina (in natura, salgada e industrializada, mais miúdos, língua e tripas) representa 2,5% de tudo o que o Brasil exporta.
São Paulo lidera o ranking dos estados exportadores, com US$ 1,9 bilhão de vendas em 2013, com 32,1% do total. Em seguida, vêm Mato Grosso (US$ 1 bilhão; 17,4%), Goiás (US$ 825 milhões; 13,7%), Mato Grosso do Sul (US$ 590 milhões; 9,8%) e Rondônia (US$ 523 milhões, 8,7%). "Houve aumento expressivo das exportações de estados das regiões Centro-Oeste e Norte, o que mostra a inserção de novas áreas produtoras, trazendo riqueza e emprego para a região", disse o secretário.
Nos últimos dois anos, o governo federal e o setor privado lançaram 18 ações de promoção comercial específicas para o setor de carne bovina, por meio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), entidade vinculada ao MDIC, com participação da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).


Edição: Aécio Amado
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Brasil bate recorde nas exportações de carne bovina

Economia



Brasil bate recorde nas exportações de carne bovina
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Nov 29th 2013, 17:43

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) divulgou hoje (29) que as exportações brasileiras de carne bovina até ontem (28) somaram 1,36 milhão de toneladas, que renderam US$ 6,013 bilhões de divisas para o país.
O resultado supera as vendas em todo o ano passado, quando foram exportadas 1,24 milhão de toneladas de carne, que renderam US$ 5,74 bilhão. Valor recorde até então. Em relação ao mesmo período de 2012, as exportações até ontem cresceram 14,5% em valor e 20,1% em volume.
Os principais compradores de carne brasileira neste ano foram Hong Kong, com participação de 21,8% do total vendido, seguido de Rússia (18,66%), da Venezuela (11,95%), do Egito (7,52%) e do Chile (6,1%). "Mesmo sendo o maior exportador mundial de carne bovina, o Brasil continua a buscar e conquistar novos mercados", disse o ministro Fernando Pimentel.
O número de países para os quais o Brasil vende carne bovina aumentou de 106 para 142 entre os anos 2000 e 2013. Um exemplo de crescimento é a Rússia. No ano 2000, não havia exportações brasileiras de carne bovina para aquele mercado. Este ano, a Rússia passou a ser o segundo principal destino da carne brasileira.
"É um mercado importante, permanentemente acompanhado ao longo dos anos pelo Mdic e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em reuniões bilaterais, pois é o maior importador mundial de carne bovina", diz o secretário de Comércio Exterior, Daniel Godinho.
O secretário lembra que o governo brasileiro discute periodicamente problemas de acesso a mercados, enfrentados pelos exportadores em reuniões bilaterais de comércio, com representantes de governos estrangeiros e com o setor privado. A discussão das barreiras, nos âmbitos multilateral e bilateral, tem resultado em melhorias de acesso aos mercados canadense, sul-africanos, coreano, chinês, americano, israelense e chileno, entre outros, segundo Godinho.
Dados do Mdic indicam que as vendas brasileiras de carne cresceram 637% desde 2000 - quase o dobro do crescimento global das exportações brasileiras no período comparativo, que foi 336%. Hoje, a carne bovina (in natura, salgada e industrializada, mais miúdos, língua e tripas) representa 2,5% de tudo o que o Brasil exporta.
São Paulo lidera o ranking de estados exportadores, com US$ 1,9 bilhão de vendas em 2013, com 32,1% do total. Em seguida vêm Mato Grosso (US$ 1 bilhão; 17,4%), Goiás (US$ 825 milhões; 13,7%), Mato Grosso do Sul (US$ 590 milhões; 9,8%) e Rondônia (US$ 523 milhões, 8,7%). "Houve aumento expressivo das exportações de estados das regiões Centro-Oeste e Norte, o que mostra a inserção de novas áreas produtoras, trazendo riqueza e emprego para a região", diz o secretário.
Nos últimos dois anos, o Governo Federal e setor privado fizeram 18 ações de promoções comerciais específicas para o setor de carne bovina, por meio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), entidade vinculada ao Mdic, com participação da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

Edição: Fábio Massalli
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Consumo das famílias e do comércio continua sustentando demanda por energia

Economia



Consumo das famílias e do comércio continua sustentando demanda por energia
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Nov 29th 2013, 16:56

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Com o fraco desempenho do consumo industrial, que apresenta resultado negativo de 0,1% no acumulado dos últimos 12 meses, as famílias e o comércio vêm respondendo pelos dados positivos da demanda energética do país, que fechou o mês de outubro com expansão de 4,3% em relação a igual mês de 2012 – a maior alta do ano nesta base de comparação.
Dados da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgados hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), comprovam que, mais uma vez, foram os setores da baixa tensão – em que são atendidos os consumidores residenciais e grande parte dos ramos de comércio e serviços – que deram a maior contribuição para o aumento do consumo de energia no país, em outubro.
O consumo das famílias cresceu 7,6% no mês em relação a outubro de 2012 e o do comércio, 7,3%. Juntos, os dois segmentos responderam por 75% da expansão do consumo de energia no mês de outubro e quase 80% do aumento acumulado no ano.
As informações indicam, ainda, que em outubro, o consumo de energia nas residências brasileiras alcançou 10.533 gigawatts-hora. O crescimento do consumo foi significativo em praticamente todas as regiões, com taxas variando entre 7,1% e 13,8%. A exceção foi o Sudeste, que apresentou expansão relativamente menor, de 4,5%.

Edição: Juliana Andrade
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Governo espera receber pelo menos R$ 7 bilhões em impostos atrasados

Economia



Governo espera receber pelo menos R$ 7 bilhões em impostos atrasados
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Nov 29th 2013, 16:13

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O caixa do governo deve recuperar entre R$ 7 bilhões e R$ 12 bilhões com programas de parcelamento de tributos federais, como o Programa de Recuperação Fiscal (Refis). A estimativa foi feita hoje (29) pelo secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. O valor está abaixo da estimativa de R$ 16 bilhões do Ministério da Fazenda.
De acordo com o Relatório de Receitas e Despesas referente a economia no quinto bimestre deste ano, divulgado pelo Ministério da Fazenda na semana passada, o governo estimava recuperar em impostos atrasados R$ 16,4 milhões. Nesta conta estavam incluídos ainda programas que envolvem o PIS e a Cofins e tributação de base especial.
"A nossa estimativa é de R$ 7 bilhões a R$ 12 bilhões [de arrecadação], se der mais, seria ótimo", declarou Barreto, depois de participar de evento no Rio. Segundo ele, o valor que deve ser pago pelas empresas ao governo só será consolidado em janeiro de 2014.
Carlos Barreto confirmou que o balanço com o número de empresas que aderiram a programas de refinanciamento de tributos federais, cujo o prazo de adesão foi encerrado nesta sexta-feira, será divulgado na próxima quarta-feira (4).


Edição: Beto Coura

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Consumo de energia elétrica cresce 4,3% em outubro e atinge a maior demanda do ano

Economia



Consumo de energia elétrica cresce 4,3% em outubro e atinge a maior demanda do ano
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Nov 29th 2013, 16:28

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O consumo de energia na rede elétrica do país cresceu 4,3% em outubro deste ano, comparativamente ao mesmo mês do ano passado, atingindo 39.442 gigawatts-hora (GWh), a maior demanda registrada no ano. Com a expansão de outubro, a demanda por energia elétrica acumulada no ano é 3,3%.
As informações fazem parte da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética – EPE.
Mais uma vez, a maior contribuição para o aumento do consumo veio da baixa tensão, em que são atendidos os consumidores residenciais e grande parte do setor de comércio e serviços. O consumo das famílias cresceu 7,6% no mês e o do setor terciário 7,3%. Tomados em conjunto, esses segmentos explicam 75% da expansão do consumo de energia no mês de outubro e quase 80% do aumento no ano.
O consumo na indústria voltou a crescer depois de nove meses, chegando a 1,4% a mais na comparação com outubro de 2012 e atingindo uma demanda de 15.766 GWh. Em relação à setembro, houve avanço de 1,2 % na série dessazonalizada.

Edição: Fábio Massalli
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Consumo de energia pela indústria tem reação em outubro

Economia



Consumo de energia pela indústria tem reação em outubro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/consumo-de-energia-pela-industria-tem-reacao-em-outubro
Nov 29th 2013, 16:10

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Embora tenha começado a esboçar reação, com a expansão de 1,4% em outubro, em relação a igual mês do ano passado, atingindo demanda de 15.766 megawatts/hora no mês, o consumo industrial ainda apresenta resultado tímido na demanda acumulada do ano – com alta de apenas 0,2%, a mesma evolução do ano passado.
O fraco desempenho verificado nos últimos meses pelo setor faz com que o indicador industrial aponte queda de 0,1% no acumulado dos últimos doze meses.
Dados divulgados hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) na Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica indicam que alguns setores industriais eletrointensivos ainda permanecem com consumo de energia abaixo do usual.
A EPE destaca, por exemplo, o setor de extração de minerais metálicos e, na metalurgia, a produção de alumínio e de algumas ferroligas. "O desempenho desses segmentos afetou o consumo de outubro no Maranhão (-25,8%) e em Minas Gerais (-2,3%), e também na Bahia e em São Paulo, embora nesses estados o consumo industrial tenha crescido 0,5%", indica o relatório.
Por outro lado, a siderurgia contribuiu para o aumento do consumo de energia no Paraná (+10,7%), em Mato Grosso (+7,3%) e no Rio de Janeiro (+2,8%).
Edição: Davi Oliveira
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Criação de empresas tem melhor desempenho para mês de outubro desde 2010, diz Serasa

Economia



Criação de empresas tem melhor desempenho para mês de outubro desde 2010, diz Serasa
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Nov 29th 2013, 14:42

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Depois de queda de 3,5% em setembro, a abertura de empresas no país voltou a crescer em outubro e atingiu o melhor desempenho registrado no período desde 2010, segundo mostra pesquisa da Serasa Experian. No mês passado, foram criadas 172.547 companhias, 2,5% acima do registrado em setembro.
Em outubro do ano passado, foram abertas 146.170 empresas; em igual mês de 2011, 151.005; e em 2010, 164.160. O Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas mostra ainda que, de janeiro a outubro deste ano, surgiram 1.599.989 de empresas, crescimento de 8,1% sobre igual período de 2012.
O economista Luiz Rabi, responsável pela pesquisa, avalia que "cada vez mais as pessoas físicas têm se transformado em pessoas jurídicas em busca das vantagens oferecidas pela formalização de seus empreendimentos, principalmente, no acesso ao crédito com taxas de financiamento mais baixas".
Os microempreendedores individuais responderam por 69,3% das novas empresas (119.587) em outubro, aumento de 2,8% do que em setembro. Já as empresas individuais registraram alta de 4,9%, passando de 17.878, em setembro, para 18.761 em outubro. Enquanto a quantidade de sociedades limitadas caiu 1,1%, com 23.447 em outubro, ante 23.714 em setembro.
Do total de empresas criadas de janeiro a outubro, 68,1% foram microempreendedores individuais, 11,9% de empresas individuais e 14,1% de sociedades limitadas. A maioria fica na Região Sudeste (50,4%). Em seguida, aparecem o Nordeste (18,2%), o Sul (16,4%) e Centro-Oeste (9,4%).
A formalização de negócios tem ocorrido, principalmente, no setor de serviços. De janeiro a outubro de 2013, foram abertas 917.460 empresas no setor, 57,3% do total. No ramo comercial, surgiram 524.196 companhias (32,7%) e, no setor industrial, 130.682 empresas (8,1%).

Edição: Carolina Pimentel
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Banco Central: meta de superávit primário tem perspectiva favorável

Economia



Banco Central: meta de superávit primário tem perspectiva favorável
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Nov 29th 2013, 12:38

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel, avalia que há uma "perspectiva favorável" para o alcance da meta ajustada de R$ 73 bilhões de superávit primário, economia para pagamento de juros da dívida pública. Essa meta é para o Governo Central (Banco Central, Tesouro Nacional e Previdência Social).
Segundo Maciel, a arrecadação de recursos por meio da reabertura de parcelamentos especiais de dívidas com a União e pelo pagamento do bônus do leilão do Campo de Libra fazem com que a essa perspectiva exista.
Para Maciel, o foco está no alcance dessa meta de R$ 73 bilhões pelo Governo Central. Sobre os governos estaduais e municipais, Maciel avalia que os resultados primários têm oscilado ao longo dos meses deste ano, mas há melhora gradual na arrecadação. Ele acrescentou que nos últimos dez anos, os governos regionais pagaram suas dívidas e com isso ganharam espaço para fazer novos financiamentos. "E esses empréstimos, em algum momento, se revertem em despesa", disse

.

Em outubro, o superávit primário do setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e as empresas estatais – chegou a R$ 6,188 bilhões. Esse foi o menor superávit primário para meses de outubro, registrado pelo BC, na série histórica iniciada em dezembro de 2001.
De janeiro a outubro, o superávit primário ficou em R$ 51,153 bilhões. Em 12 meses encerrados em outubro, o superávit primário alcançou R$ 67,890 bilhões, o que representa 1,44% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB).
No mês, o Governo Central registrou superávit de R$ 5,257 bilhões, contra R$ 10,061 bilhões de igual mês de 2012. As empresas estatais, excluídos os grupos Petrobras e Eletrobras, contribuíram com R$ 238 milhões, ante o déficit de R$ 75 milhões de outubro do ano passado. Os governos estaduais e municipais apresentaram superávit primário de R$ 694 milhões, em outubro, resultado bem menor do que em igual mês de 2012: R$ 2,412 bilhões.
Edição: José Romildo

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Caixa reformula linha de refinanciamento de imóveis

Economia



Caixa reformula linha de refinanciamento de imóveis
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Nov 29th 2013, 12:02

Da Agência Brasil
Brasília - A Caixa Econômica Federal reformulou a linha de refinanciamento de imóveis. O Crédito Aporte Caixa passa a se chamar Crédito Imóvel Próprio Caixa. De acordo com a Caixa, seis meses após a contratação, o cliente terá direito a novas liberações de crédito caso não use o valor total aprovado. As novas liberações podem ser concedidas sem necessidade de novo registro em cartório.
O Crédito Imóvel Próprio Caixa é uma linha de crédito para pessoa física, sem destinação específica, com garantia real de bem imóvel do próprio cliente. Essa linha de crédito é conhecida no mercado como home equity ou refinanciamento de imóveis.
Segundo a Caixa, na primeira quinzena de novembro, a carteira do produto alcançou o valor recorde de R$ 6 bilhões de saldo de operações contratadas. No mesmo período, o crescimento na quantidade de contratos foi 120,4%, passando de 38,234 mil para 53,599 mil contratos.
Por essa linha, o financiamento pode chegar a até 60% do valor de avaliação do imóvel. Não há limite para o empréstimo ou do valor de imóvel. O prazo máximo é de até 300 meses e as taxas variam de 1,10% a 1,49% ao mês, mais Taxa Referencial. São aceitos como garantia da operação imóvel residencial, imóvel comercial ou terreno, além de imóvel rural que possa ser apresentado como garantia (alienação fiduciária).
Para liberar o crédito, a Caixa faz uma avaliação do imóvel oferecido em garantia e a capacidade de pagamento do tomador.
Edição: Talita Cavalcante
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Superávit primário alcançou R$ 6,1 bilhões, o menor dos meses de outubro

Economia



Superávit primário alcançou R$ 6,1 bilhões, o menor dos meses de outubro
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Nov 29th 2013, 11:10

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O superávit primário do setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e as empresas estatais – chegou a R$ 6,188 bilhões, em outubro, informou hoje (29) o Banco Central (BC). Esse foi o menor superávit primário para meses de outubro, registrado pelo BC, na série histórica iniciada em dezembro de 2001.
De janeiro a outubro, o superávit primário ficou em R$ 51,153 bilhões. Em 12 meses encerrados em outubro, o superávit primário alcançou R$ 67,890 bilhões, o que representa 1,44% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB).
O superávit primário é a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública. O esforço fiscal permite a redução, no médio e no longo prazos, do endividamento do governo.
No mês, o Governo Central (Banco Central, Tesouro Nacional e Previdência Social) registrou superávit de R$ 5,257 bilhões. As empresas estatais, excluídos os grupos Petrobras e Eletrobras, contribuíram com R$ 238 milhões. Os governos estaduais e municipais apresentaram superávit primário de R$ 694 milhões.
O esforço fiscal do setor público não foi suficiente para cobrir os gastos com os juros que incidem sobre a dívida. Esses juros chegaram a R$ 17,717 bilhões, em outubro, e a R$ 194,923 bilhões, nos dez meses do ano. Em 12 meses encerrados em outubro, os gastos com juros chegaram a R$ 230,356 bilhões, o que correspondeu a 4,89% do PIB
Com esses resultados, foi registrado déficit nominal, formado pelo resultado primário e as despesas com juros, de R$ 11,528 bilhões, no mês passado, R$ 143,769 bilhões, de janeiro a outubro, e R$ 162,466 bilhões em 12 meses (3,45% do PIB).
O BC informou ainda que a dívida líquida do setor público chegou a R$ 1,655 trilhão, o que corresponde a 35,1% do PIB. Em setembro, essa relação estava em 35% do PIB.
Outro indicador divulgado pelo BC é a dívida bruta do governo geral (governos federal, estaduais e municipais). No caso da dívida bruta, em que não são considerados os ativos em moeda estrangeira, mas apenas os passivos, a relação com o PIB é maior. Em outubro, ficou em R$ 2,779 trilhões, o que corresponde a 59% do PIB, com elevação de 0,2 ponto percentual em relação a setembro.

Edição: José Romildo

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Indústria de material de construção espera vendas mais fracas em dezembro

Economia



Indústria de material de construção espera vendas mais fracas em dezembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/industria-de-material-de-construcao-espera-vendas-mais-fracas-em-dezembro
Nov 29th 2013, 10:44


Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Os fabricantes de material de construção preveem nível de vendas regular em dezembro segundo aponta a pesquisa termômetro mensal da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Apenas 5% dos empresários consultados acreditam que os negócios serão muito bons. Para 46%, o resultado será bom; para 37% regular e para 12% ruim.
Na sondagem sobre a percepção do setor, o mês de novembro foi considerado muito bom por 15% dos entrevistados. Quase a metade 44% classificaram o período como bom para as vendas; 37% avaliaram que o desempenho foi regular e o 4% restantes ficaram divididos entre a qualificação de ruim e muito ruim.
Segundo a pesquisa o setor ficou mais cauteloso em comparação a outubro, já que houve queda de nove pontos percentuais no universo dos que planejam investimentos nos próximos 12 meses. Esta meta foi apontada por 62% dos consultados, o que significa uma redução de 14 pontos percentuais em relação a igual mês de 2012.
Quanto às expectativas sobre eventuais medidas que poderiam ser tomadas para o crescimento do setor no médio prazo, mais da metade 65% se manifestaram indiferentes.
Por meio de nota o presidente da Abramat, Walter Cover justificou que este ceticismo se deve às previsões de um baixo crescimento do Produto Interno Bruto que á soma das riquezas geradas no país para 2014 e de manutenção de alta na taxa básica de juros, a Selic. O executivo, no entanto, alertou que "o quadro pode se alterar se o governo for bem sucedido nos próximos leilões relacionados à infraestrutura e a inflação permitir algum alívio na alta dos juros".
Edição: Valéria Aguiar
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Confiança do comércio cai 5,2%, mas pode melhorar no final do ano

Economia



Confiança do comércio cai 5,2%, mas pode melhorar no final do ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/confianca-do-comercio-cai-52-mas-pode-melhorar-no-final-do-ano
Nov 29th 2013, 11:01

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A confiança do setor de comércio brasileiro recuou 5,2% no trimestre encerrado em novembro na comparação com igual período do ano passado. O Índice de Confiança do Comércio divulgado hoje (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV) revela também que o resultado segue o movimento de queda na confiança registrada no trimestre encerrado em setembro (-3,6%) e em outubro (-3,9%), na comparação com o ano passado, e indica diminuição relativa da confiança do setor e enfraquecimento gradual do ritmo de atividade do comércio na passagem do terceiro para o quarto trimestre, porém perspectivas mais favoráveis na virada do ano.
As avaliações mostraram-se menos favoráveis em relação ao momento presente pelo terceiro mês consecutivo. A variação interanual trimestral da situação atual (ISA-COM) passou de -5,6%, em outubro, para -9,8%, em novembro, uma piora expressiva, segundo o estudo.
Entretanto nas expectativas para o futuro próximo houve aumento do otimismo, quando o Índice de Expectativas (IE-COM) variou -2,1%, ante -2,9% de outubro. Na comparação interanual mensal, a taxa do índice de expectativas passou de -1,4% para 0,4%, entre outubro e novembro, o primeiro resultado positivo nesta base de comparação desde outubro do ano passado.
Entre outubro e novembro, as variações interanuais trimestrais evoluíram favoravelmente em 6 dos 17 segmentos pesquisados. O destaque favorável foi o segmento de material para construção, em que a variação interanual trimestral passou de -0,2% em outubro, para 0,4% em novembro, a primeira variação positiva da série de comparações interanuais iniciada em maio de 2011. Em veículos, motos e peças houve recuo de 0,1% para -4,6%, nas mesmas bases de comparação. No varejo restrito as taxas passaram de -3,8% para -5% e no varejo ampliado ficaram em -2,9% e -4,4%.
Entre outubro e novembro, as variações interanuais trimestrais evoluíram favoravelmente em 6 dos 17 segmentos pesquisados. No varejo restrito, que não inclui veículos e materiais de construção, as taxas passaram de -3,8% para -5% e no varejo ampliado, que inclui estes dois segmentos, ficaram em -2,9% e -4,4%. O destaque favorável foi o segmento de material para construção, em que a variação interanual trimestral passou de -0,2% em outubro, para 0,4% em novembro, a primeira variação positiva da série de comparações interanuais iniciada em maio de 2011. Em veículos, motos e peças houve recuo de 0,1% para -4,6%, nas mesmas bases de comparação.
Edição: José Romildo

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Trabalho formal aumenta, mas a falta de carteira assinada ainda é problema

Economia



Trabalho formal aumenta, mas a falta de carteira assinada ainda é problema
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/trabalho-formal-aumenta-mas-falta-de-carteira-assinada-ainda-e-problema
Nov 29th 2013, 10:10

Akemi Nitahara

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Em dez anos, a formalização do trabalho passou de 44,6% para 56,9%, mostram os dados da Síntese de Indicadores Sociais – Uma análise das condições de vida dos brasileiros, divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são comparativos entre 2002 e 2012 e constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) 2013.
De acordo com o IBGE, a situação do mercado de trabalho melhorou de forma considerável na década: houve redução significativa do desemprego, que foi reduzido de 11,5% em 2002 e pico de 13% em 2003 para 5,4% em 2012. No ano passado, o número de empregos formais no país chegou a 47,46 milhões, segundo os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego.
A pesquisadora do IBGE Cristiane Soares explica que é inserida no trabalho formal a pessoa que, com carteira assinada, contribui para a Previdência Social. Também se enquadra no trabalho formal o trabalhador por conta própria. "[A pesquisa levou em conta também] as categorias consideradas vulneráveis pela baixa taxa de formalização, que são os empregados sem carteira, os trabalhadores domésticos e os trabalhadores por conta própria", disse.
O número de trabalhadores por conta própria caiu de 22,8% em 2002 para 20,9% em 2012 e sem carteira assinada de 18,4% para 14,9%. Também houve no período a retomada do crescimento econômico, com o aumento da renda real em 27,1% (passou de R$ 1.151 para R$ 1.469 por trabalhador, já descontada a inflação), a valorização do salário mínimo (de R$ 200,00 em 2002 para R$ 622,00 em 2012) e incentivo à formalização do emprego, que aumentou principalmente entre as mulheres.
Apesar dos avanços, as desigualdades regionais se mantêm. Enquanto no Sudeste 66,9% dos trabalhadores têm carteira assinada, a proporção fica em 38,7% no Norte e 38,6% no Nordeste. O IBGE destaca que, apesar da queda, a informalidade ainda é muito grande no país, chegando a 74,5% dos trabalhadores do Maranhão. Na outra ponta, Santa Catarina e Distrito Federal têm a menor proporção, com 26,9% dos trabalhadores sem vínculo formal.
Jovens e idosos são os grupos etários que apresentam os maiores percentuais de trabalho informal. A proporção é de 46,9% entre as pessoas de 16 a 24 anos e chega a 70,8% entre os que têm mais de 60 anos. De acordo com o IBGE, a explicação para a baixa formalização entre os idosos é que, em geral, eles já estão aposentados e o trabalho é uma forma de complementação de renda ou socialização.
Entre os jovens, a informalidade é fruto da procura pelo primeiro emprego e a conciliação com os estudos. Apesar de ser considerado pessoa ocupada, o estagiário não entra na conta de trabalhador formal, já que não contribui para a previdência. Esse é o caso do estudante Felipe de Miranda Leão, de 19 anos, que ingressou em um estágio de nível médio na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) por meio de concurso.
"Eu trabalho 6 horas, não vou ter nada de privilégio quando sair, nem garantia de nada, só férias remuneradas, mas não há como prorrogar, é por tempo fixo e eu termino agora o ensino médio. Tenho carteira assinada como estágio, mas não vai contar para a minha aposentadoria. Eu fico na central de atendimento, tipo telemarketing. Recebo R$ 749, que é mais do que o salário mínimo, vale-transporte de R$ 240 e vale-refeição de R$ 360".
De acordo com a Lei de Estágio, Lei 11.788/2008, no caso de estágio não obrigatório é compulsória a concessão de bolsa e auxílio-transporte, mas os benefícios não caracterizam vínculo empregatício. É facultativo ao estagiário se inscrever no Regime Geral da Previdência Social e obrigatório o recesso de 30 dias remunerado quando o estágio for superior a um ano.
Edição: José Romildo

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IBGE: 10% mais ricos têm 42% dos rendimentos do país

Economia



IBGE: 10% mais ricos têm 42% dos rendimentos do país
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-11-29/ibge-10-mais-ricos-tem-42-dos-rendimentos-do-pais
Nov 29th 2013, 10:15

Akemi Nitahara

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Apesar da melhoria no índice de Gini, que mede a desigualdade na distribuição de renda dentro do país, os 40% mais pobres da população brasileira eram responsáveis por 13,3% da renda total do país, enquanto os 10% mais ricos tinham 41,9% em 2012.
Os dados foram divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na pesquisa Síntese de Indicadores Sociais – Uma análise das condições de vida dos brasileiros. O Índice de Gini caiu de 0,556 em 2004 para 0,507 em 2012 – quanto mais próximo de 0, melhor a distribuição da renda.
Se em 2002 os 10% com os maiores rendimentos ganhavam 16,8 vezes mais do que os 40% com as menores rendas, a proporção caiu para 12,6 em 2012. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) 2013, que analisou os dados de 2012, no ano passado 6,4% das famílias recebiam até um quarto de salário mínimo por pessoa e 14,6% estavam na faixa entre um quarto e meio salário mínimo per capita.
Entre 2002 e 2012, a participação de outras fontes de renda, que não o trabalho, para o grupo de até um quarto de salário mínimo passou de 14,3% para 36,3%. Já para as famílias com rendimento per capita entre um quarto e meio salário mínimo, a participação das outras fontes passou de 6,5% para 12,9%. Nessa categoria de rendimentos entram os programas de transferência de renda do governo.
A questão racial também é destacada na desigualdade de rendimentos. Em 2002, nos 10% mais pobres da população, 71,5% eram pretos e pardos e 27,9% eram brancos, enquanto o 1% mais rico era composto de 87,7% de brancos e 10,7% de pardos. Em 2012, a proporção passou para 75,6% de negros e 23,5% de brancos entre os 10% com menores rendimentos e para 81,6% de brancos e 16,2% de pretos e pardo no 1% da população com as maiores rendas.
Edição: José Romildo

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