Postos de Brasília já repassam aumento da gasolina e do diesel para consumidores

1 de dezembro de 2013

Economia



Postos de Brasília já repassam aumento da gasolina e do diesel para consumidores
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-01/postos-de-brasilia-ja-repassam-aumento-da-gasolina-e-do-diesel-para-consumidores
Dec 1st 2013, 15:25

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Um dia depois de a Petrobras reajustar o preço da gasolina e do óleo diesel para as refinarias, alguns postos de Brasília já aumentaram o valor dos combustíveis para os consumidores. A reportagem da Agência Brasil percorreu estabelecimentos da cidade hoje (1º) e encontrou postos que repassaram o aumento para os clientes, alguns com reajuste superior a 4%. Outros postos da capital ainda mantêm o preço antigo para a gasolina: entre R$ 2,96 e R$ 2,99.
Um posto da W3 Norte reajustou os valores da gasolina de R$ 2,98 para R$ 3,12 nos últimos dias, um aumento de 4,7%. Os funcionários não quiseram dar mais informações sobre os motivos do aumento e de quando ele ocorreu. A produtora Isabela Martins Pinheiro nem tinha percebido o aumento da gasolina. Ela sempre abastece no posto por causa do programa de fidelidade. "Eu tinha escutado a notícia na rádio, mas não tinha percebido que já tinha aumentado. Agora vou pesquisar mais", disse.
Em um posto da bandeira Petrobras, na Asa Norte, o preço da gasolina comum e aditivada passou de R$ 2,99 para R$ 3,05 na manhã de ontem (30), um aumento de 2%. O chefe de cozinha José Geraldo Brito, conhecido em Brasília como Chez Gerroud, foi ao posto hoje para encher o tanque do carro, mas na hora de pagar foi informado do aumento do preço. "Eu nem procurei, vim no primeiro posto do caminho. Me surpreendi com o preço. Mas não tem por onde correr", diz.
No mesmo posto, o autônomo José Aparecido Bispo Nunes já tinha lido em reportagens sobre o aumento da gasolina e mesmo assim resolveu abastecer sem pesquisar, pois estava com pressa. Colocou só R$ 20, e disse que na próxima semana irá procurar um posto com preço mais baixo.
Na Asa Sul, um posto também da bandeira Petrobras reajustou o preço da gasolina comum de R$ 2,99 para R$ 3,07 ontem à tarde, um aumento de 2,6%. A gasolina aditivada passou de R$ 3,63 para R$ 3,69 e o diesel comum passou de R$ 2,41 para R$ 2,48. O movimento estava fraco no posto, mas, segundo os funcionários, durante o fim de semana a procura pelo serviço de abastecimento geralmente diminui.
Na última sexta-feira (29), a Petrobras anunciou um reajustou de 4% no preço da gasolina e de 8% no do óleo diesel para as refinarias. Os novos valores entraram em vigor à 0h de ontem. Segundo a Petrobras, o reajuste busca alcançar "a convergência dos preços no Brasil" com os preços vigentes no mercado internacional.
O último reajuste da gasolina tinha sido no dia 30 de janeiro, um aumento de 6,6%. Na ocasião, o diesel subiu 5,4% e mais 5% no dia 6 de março.
Edição: Andréa Quintiere
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at https://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
https://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92

Apesar de impacto sobre dívida, operações do BC para segurar dólar protegem reservas internacionais

Economia



Apesar de impacto sobre dívida, operações do BC para segurar dólar protegem reservas internacionais
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-01/apesar-de-impacto-sobre-divida-operacoes-do-bc-para-segurar-dolar-protegem-reservas-internacionais
Dec 1st 2013, 13:18

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A relativa estabilidade do dólar entre R$ 2,30 e R$ 2,35 tem um custo para o governo. Embora não tenham impacto direto sobre os gastos públicos, as operações de swap cambial do Banco Central (BC), que funcionam como venda de dólares no mercado futuro, têm um efeito sobre o endividamento público, ao aumentarem a fatia da dívida interna indexada ao câmbio.
Em outubro, a participação do dólar na dívida pública interna atingiu 7,85%, o maior percentual desde janeiro de 2005 (8,03%). Em termos absolutos, a dívida interna cambial atingiu R$ 151,87 bilhões, no valor mais alto desde os R$ 155 bilhões registrados em janeiro de 2004.
Os números baseiam-se nos critérios do Banco Central, que levam em conta as operações de swap no cálculo da composição da dívida pública. A proporção do dólar na dívida interna tende a aumentar por causa da decisão do BC em vender US$ 500 milhões diariamente até o fim do ano, totalizando US$ 100 bilhões.
Apesar do impacto na dívida pública, especialistas consideram a estratégia do Banco Central acertada. Segundo eles, ao atuar no mercado futuro, a autoridade monetária neutraliza boa parte da demanda especulativa por quem aposta na depreciação do real. Além disso, as operações de swap impedem o país de consumir as reservas internacionais, atualmente em torno de US$ 375 bilhões.
Ex-diretor do BC, Carlos Eduardo Freitas explica que o impacto das operações de swap sobre a dívida pública é natural porque a autoridade monetária fica devedora em dólares. "Para evitar movimento de saída do real para o dólar, o Banco Central promete entregar dólares no futuro. Na prática, as operações de swap são um subsídio ao mercado e às importações porque não deixa que o câmbio suba muito", comenta.
O economista chefe da Sul América Investimentos, Newton Rosa, diz que os benefícios das operações de swap compensam os custos. "Assim como nos demais países emergentes, o Banco Central brasileiro está segurando o dólar sem comprometer as reservas, que são um seguro que o país pode usar em uma crise internacional mais grave", avalia.
Freitas ressalta que o swap cambial, criadas no início dos anos 2000, aumentaria a margem para o país lidar com as crises cambiais da década de 1990 sem queimar diretamente as reservas externas. Ele, no entanto, adverte que esse tipo de mecanismo só dá resultado se vier acompanhado de um ciclo de aumento de juros. "O mercado precisa acreditar que os juros vão subir mais que o dólar para comprar esse tipo de contrato", diz.
Apesar de realizadas em reais, as operações de swap cambial tradicional funcionam como venda de dólares no mercado futuro. O Banco Central aposta que o dólar subirá mais que os juros internos. O mercado faz a aposta contrária. No fim dos contratos, as duas partes trocam os rendimentos. O Banco Central tem prejuízo caso a moeda norte-americana suba mais que a taxa Selic (juros básicos da economia).
Edição: Andréa Quintiere
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil



You are receiving this email because you subscribed to this feed at https://blogtrottr.com

If you no longer wish to receive these emails, you can unsubscribe here:
https://blogtrottr.com/unsubscribe/pnn/jxDP92



Explore os canais Ouni

Notícias
Nacional

Internacional
Finanças
Política
Justiça
Segundo Caderno
Esportes


Educação
Inovação

Serviços
Barra de Ferramentas

Buscador
Previsão do Tempo
Tradutor
Viagens

Entretenimento
Carros

Cultura
Famosos
MAXX FM
Música
Stations (Busca Rádios)

Estilo de vida
Homem

Mulher

Chat
Amizade

Encontros
Livre
Paquera
Sexo (+ 18 anos)
Webmasters
Outras salas

Fale conosco
Atendimento Virtual
Avalie-nos
E-mail

Fone Fácil
Fórum
Reclame Aqui
Redes Sociais

Copyright 2008 - 2017 © Ouni - Todos os direitos reservados.
"O uso desse website significa que você aceita os Termos de Uso e a Política de Privacidade"

Informações Importantes | Política de Privacidade | Termos de Uso

Vá para o Ouni