Articulação em torno dos arranjos produtivos exige inovação permanente, segundo MDIC

3 de dezembro de 2013

Economia



Articulação em torno dos arranjos produtivos exige inovação permanente, segundo MDIC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-03/articulacao-em-torno-dos-arranjos-produtivos-exige-inovacao-permanente-segundo-mdic
Dec 3rd 2013, 21:19


Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Começou hoje (3) a 6ª Conferência Brasileira de Arranjos Produtivos Locais (APLs), que congrega experiências de programas de sustentabilidade, desenvolvidos em todas as regiões do país, com apoio de bancos públicos e privados. "Estímulo que precisa ser constante e exige inovação permanente", de acordo com a ministra interina do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Heloísa Regina Guimarães de Menezes.
Ao instalar a conferência, na Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC), ela destacou a importância das APLs para as economias regionais, bem como para o desenvolvimento social, uma vez que dá sustentação de crédito e de gestão em todos os ramos da atividade humana. Progresso que, segundo ela, se faz notar com a consolidação dos primeiros programas, selecionados em 2004.
A abertura da conferência teve a participação também do ministro da Integração Nacional, Francisco José Coelho Teixeira, que destacou a atuação coordenada de 37 instituições governamentais e não governamentais, sob orientação do MDIC, na identificação das prioridades regionais. "Os APLs são de fundamental importância, principalmente para as regiões mais carentes", disse o ministro, que manifesta total apoio à integração das ações do programa.
A conferência prossegue amanhã (4) e quinta-feira (5), com mostra de produtos originados de alguns APLs, além de minicursos, workshops, oficinas e mesas redondas para debater políticas públicas para os arranjos identificados. Paralelo a essas atividades, ocorrerão exposições sobre o sucesso de alguns programas e venda de produtos deles decorrentes.


Edição: Aécio Amado
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BNDES libera mais de R$ 800 milhões para produção de vacina contra meningite B

Economia



BNDES libera mais de R$ 800 milhões para produção de vacina contra meningite B
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Dec 3rd 2013, 19:24

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 804 milhões para a construção de uma fábrica de biotecnologia, em Jaboatão dos Guararapes (PE), que irá produzir três tipos de proteínas utilizadas na formulação de uma nova vacina contra meningite B, chamada Bexsero.



A fábrica será da Novartis Biociências e irá usar uma tecnologia pioneira para a produção da vacina, conhecida por vacinologia reversa, e utiliza informação genética como base. A fábrica deve entrar em operação em 2018.
A nova vacina será composta de quatro antígenos, sendo que três serão produzidos na nova fábrica e exportados para uma unidade da empresa na Itália, onde serão incorporados na vacina.
Segundo o BNDES, o projeto vai contribuir para a inserção do Brasil na rota tecnológica de biotecnologia, uma vez que a tecnologia relacionada aos processos produtivos dos antígenos fabricados no país serão transferidos para outra unidade da Novartis, na Áustria.
Do total do financiamento, R$ 800 milhões serão provenientes do BNDES PSI – Projetos Transformadores, programa destinado a apoiar investimentos em capacidade tecnológica e produtiva em setores de alta intensidade de conhecimento e engenharia e de bens não produzidos no país. Os outros R$ 4 milhões virão da linha Investimentos Sociais de Empresas, para aplicação em projetos na região.

Edição: Carolina Pimentel
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Produção de petróleo e gás no pré-sal da Bacia de Santos diminuiu em outubro

Economia



Produção de petróleo e gás no pré-sal da Bacia de Santos diminuiu em outubro
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Dec 3rd 2013, 17:26


Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A produção de petróleo no pré-sal da Bacia de Santos diminuiu em outubro, quando foram produzidos 371 mil barris de óleo equivalente por dia (petróleo e gás natural). O resultado foi 6,5% inferior ao de setembro.
A redução foi causada por causa de "problemas operacionais" na FPSO Cidade de Angra dos Reis (plataforma flutuante de produção, estocagem e transferência de petróleo e gás natural), segundo informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)
Os dados divulgados hoje (3) pela ANP informam ainda que a produção de petróleo no pré-sal, em outubro, atingiu 308,4 mil barris de petróleo por dia e 10,1 milhões de metros cúbicos diários de gás natural.
A produção teve origem em 27 poços localizados nos campos de Baleia Azul, Caratinga, Barracuda, Jubarte, Linguado, Lula, Marlim, Voador, Marlim Leste, Pampo, Pirambu, Sapinhoá, Trilha e na área de cessão onerosa de Franco.

Edição: Aécio Amado
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PIB da agropecuária deve crescer 6,5% no ano apesar de queda no terceiro trimestre, estima CNA

Economia



PIB da agropecuária deve crescer 6,5% no ano apesar de queda no terceiro trimestre, estima CNA
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Dec 3rd 2013, 16:40


Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Apesar de ter sido o principal responsável pelo encolhimento de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre, a agropecuária deve fechar o ano com crescimento, estima a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). De acordo com a entidade, a safra recorde de grãos e o desempenho da cana-de-açúcar devem fazer o setor encerrar o ano com crescimento de 6,5%.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB da agropecuária caiu 3,5% no terceiro trimestre depois de subir 3,9% nos três meses anteriores. A queda foi motivada pelo fim da safra de soja e por perdas em culturas que sustentam a safra de julho a setembro, como laranja (-14,2%), café (-6,5%) e mandioca (-11,5%).
Até setembro, a agropecuária acumula crescimento de 8,1%. Segundo a CNA, o setor continuará a ter desempenho negativo no quarto trimestre por causa da entressafra na maioria das culturas, fazendo a expansão do setor desacelerar para 6,5% até o fim do ano.
O crescimento do setor em 2013, destacou a confederação, será unicamente sustentado pelo primeiro trimestre, por causa da safra recorde de cereais, fibras e oleaginosas – 186,8 milhões de toneladas – e pelo crescimento de 6,2% na produção de cana-de-açúcar – de 670,7 milhões de toneladas em 2012 para 712,3 milhões de toneladas este ano.
Segundo o IBGE, a agropecuária foi a responsável pela diminuição do PIB no terceiro trimestre. A indústria e os serviços cresceram 0,1% de junho a setembro. Outro fator que fez a economia encolher no período foi o recuo de 2,2% nos investimentos, motivados principalmente pelo desempenho negativo de 0,3% na construção civil.


Edição: Aécio Amado
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Mantega: 2013 deverá ser o último ano da crise internacional

Economia



Mantega: 2013 deverá ser o último ano da crise internacional
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Dec 3rd 2013, 16:53

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, acredita que 2013 é o ano da despedida dos resultados ruins deixados pela crise mundial, iniciada em 2008. "O mundo não vive um ano fácil, embora para o Brasil, 2013 está sendo melhor do que 2012. É um ano ainda de crise, provavelmente, o último da crise internacional", disse, ao comentar os resultados do Produto Interno Bruto (PIB), divulgados hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Sobre as previsões de analistas de que a nota do Brasil deve ser rebaixada pelas agências que avaliam os riscos de investimentos, Mantega argumentou que as projeções do mercado indicavam uma queda média de 0,2% no PIB do terceiro trimestre, e recuo de 0,5%, divulgado hoje, ficou próximo do patamar previsto. O mesmo ocorreu, segundo o ministro, com a taxa de crescimento no acumulado de quatro trimestres, que atingiu 2,3%, ante os 2,5% esperados pelo mercado.
Em vários momentos, o ministro salientou que o país "está em uma trajetória de crescimento gradual", situação vivenciada em outros países. O resultado do terceiro trimestre, na avaliação do ministro, foi prejudicado pela base de comparação com o trimestre anterior em que havia uma concentração da produção no país, principalmente, no segmento da agropecuária.
Segundo o ministro, nenhum país está conseguindo alcançar a velocidade de crescimento ideal, mas o cenário pode ser de superação e melhoria em 2014. "Se você olhar os Estados Unidos, em processo de recuperação, o crescimento do PIB deles está em torno de 1,6% ou 1,7%, um pouco menor do que o nosso. O México está crescendo menos de 2%, a Índia desacelerou e a União Europeia está com um PIB negativo no ano, de 0,4%, mas poderá ir para um PIB positivo no próximo ano. Os países emergentes que desaceleraram neste ano deverão passar para a estabilidade", disse.
Mantega, no entanto, acredita ser cedo para fazer projeções sobre o último trimestre do ano, porém a expectativa é de melhor desempenho da econonia brasileira, impulsionado pelos investimentos em bens de capital, com alta de 6% em comparação a 2012; e a produção agrícola. "A dúvida fica em serviços do comércio varejista".
Quanto à meta de equilíbrio fiscal, o ministro informou que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) tem sido seguida e a arrecadação apresenta bons sinais, principalmente em relação ao recolhimento do Imposto de Renda sobre o Lucro Líquido. No entanto, não citou valores.

Edição: Carolina Pimentel
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Revisão do PIB do segundo trimestre coloca Brasil entre os países que mais cresceram, diz ministro

Economia



Revisão do PIB do segundo trimestre coloca Brasil entre os países que mais cresceram, diz ministro
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Dec 3rd 2013, 15:13

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Com a queda de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre em relação ao período anterior, o Brasil teve um desempenho econômico pior que a maioria dos demais países do G20 e do Brics, segundo admitiu hoje (3) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele destacou, entretanto, que os números revisados do PIB do segundo trimestre indicam resultado inverso, com a economia brasileira tendo crescimento maior que a dos integrantes dos dois blocos.
Segundo Mantega, os números revisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, no segundo trimestre, a economia brasileira passou de um crescimento de 1,5% para 1,8%, o que coloca o país à frente da maioria dos parceiros do G20 (cúpula que engloba as maiores economias mundiais) e acima dos países do Brics (além do Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul).
"Na comparação internacional, comparando com os países do G20, com a revisão do segundo trimestre, o Brasil seria um dos países que mais cresceram no G20. No segundo trimestre com 1,8% [de crescimento do PIB], o Brasil teria crescido mais do que a China. Mas com o terceiro trimestre, então, o Brasil teria crescido menos que a maioria dos países", disse o ministro.
Ainda segundo o ministro, a mesma coisa ocorreu entre os países do Brics. "Com o segundo trimestre, seríamos o país que mais cresceu entre os Brics, mas com terceiro trimestre somos o país que menos cresceu entre os Brics. Ainda bem que depois se faz uma média, nem um extremo nem outro extremo. Estaríamos crescendo mais ou menos no mesmo ritmo da economia mundial, que está sendo revisto", argumentou.
Mantega observou que a economia internacional deve crescer a taxas menores que a estimada pelos principais analistas econômicos, que previam 2,7% para um resultado que deve ficar entre 2,3% e 2,4%.
O ministro disse que o comércio varejista vem mostrando uma certa recuperação, o que ajuda na melhoria de desempenho, mas observou que o crescimento está abaixo do esperado. "Estamos em trajetória de crescimento, mas não na velocidade que gostaríamos", disse o ministro. Questionado sobre as repercussões negativas em torno da Petrobras, cujas ações tiveram uma desvalorização de 10%, Mantega preferiu não fazer comentários.
Edição: Davi Oliveira
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Produção de petróleo e gás natural cai em outubro

Economia



Produção de petróleo e gás natural cai em outubro
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Dec 3rd 2013, 15:53

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A produção de petróleo e gás natural no Brasil caiu de setembro para outubro, informou hoje (3) a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No mês passado, a produção média de petróleo ficou em cerca de 2,079 milhões de barris por dia, com queda de 0,7% em relação à de setembro. Na comparação com outubro do ano passado, houve crescimento de 3,4%.
Já a produção de gás natural caiu nas duas bases de comparação. Os 72,9 milhões de metros cúbicos por dia produzidos em outubro significaram queda de 0,1% na comparação com outubro do ano passado e de 6,8% em relação à de setembro deste ano.
Segundo a ANP, no total, a média de petróleo e gás produzidos no país ficou em 2,537 milhões de barris de óleo equivalente por dia.
Mais uma vez, o Campo de Roncador, na Bacia de Campos, foi o que mais produziu petróleo, com média de 289,4 mil barris por dia. O Campo de Rio Urucu, na Bacia do Solimões, ficou com a maior produção de gás natural, com média de 6,2 milhões de metros cúbicos diários. A plataforma P-56 foi a que mais produziu, com média de 140,5 mil barris de óleo equivalente por dia, nos oito poços a ela interligados.
De acordo com a ANP, a produção de petróleo e gás natural no Brasil foi proveniente de 8.962 poços, sendo 764 marítimos e 8.198 terrestres. O campo com o maior número de poços produtores foi Canto do Amaro, na bacia terrestre potiguar, com 1.110 poços. O campo marítimo com maior número de poços produtores foi Marlim, com um total de 58.
Edição: Nádia Franco
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Mantega atribui resultado negativo do PIB à sazonalidade da agropecuária

Economia



Mantega atribui resultado negativo do PIB à sazonalidade da agropecuária
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Dec 3rd 2013, 12:54

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, atribuiu o resultado do crescimento negativo de 0,5% no Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre, ante o segundo, a uma base de comparação com um período de atividade econômica mais concentrada em segmentos que tiveram maior produção como, por exemplo, a agropecuária, isso em razão da sazonalidade.
Na comparação trimestral, esse segmento teve variação negativa de 3,5%, mas quando se observa o acumulado dos últimos quatro trimestres há um crescimento de 5,1%. Para Mantega, esse desempenho está relacionado à concentração, no segundo trimestre, de atividades ligadas à commodities como a soja, que no trimestre posterior – que teve o PIB divulgado hoje - já tinha entrado no período de entressafra.
Em sua avaliação, o crescimento de 2,3% no acumulado dos quatro trimestres mostra que a economia brasileira cresce em sintonia com a economia mundial. "Estamos acompanhando a economia mundial com resultados melhores que no ano passado, e com trajetória de crescimento gradual, que deve continuar nos próximos semestres", disse o ministro.
Mantega reconheceu, porém, que a escassez de crédito tem dificultado o consumo das famílias, que teve taxa de 1% no terceiro trimestre, mas ele vê um cenário de recuperação tomando por base os indicadores de queda na inadimplência, o que, em sua avaliação, favorece a retomada do poder de compra.
Edição: Davi Oliveira
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Queda de investimentos e da produção agropecuária provocam recuo no PIB

Economia



Queda de investimentos e da produção agropecuária provocam recuo no PIB
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-03/queda-de-investimentos-e-da-producao-agropecuaria-provocam-recuo-no-pib
Dec 3rd 2013, 11:39

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A queda de 3,5% da agropecuária foi a principal causa do recuo de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) pelo lado da produção, no terceiro trimestre deste ano na comparação com o trimestre anterior.
Segundo a pesquisadora do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Rebeca Palis, a queda da agropecuária é reflexo tanto da produção menor de produtos típicos do terceiro trimestre (como o café e a laranja) quanto do fim da safra de soja, que se concentra no primeiro semestre.
"Apesar de a agropecuária ser a atividade que mais cresce no ano [com alta acumulada de 8,1%], [não há mais] mais a safra da soja, que é o produto que mais cresceu neste ano e influenciou muito nas altas taxas de crescimento da agropecuária no primeiro semestre", disse Rebeca.
Outras atividades econômicas também tiveram queda no terceiro trimestre, como outros serviços (-0,4%), indústria da transformação (-0,4%) e construção civil (-0,3%). A queda da construção civil, inclusive, teve impacto no recuo da formação bruta de capital fixo (investimentos) de 2,2% no trimestre, pelo lado da demanda.
"A gente teve uma taxa expressiva de crescimento da formação bruta de capital fixo, de 7,3%, no trimestre, mas foi um crescimento menor do que o do trimestre anterior, que havia sido de 9,1%. Por isso, [houve] essa queda na ponta da série, influenciada pela construção civil, que também teve uma taxa menor nesse trimestre", afirmou a pesquisadora.
Por outro lado, o consumo das famílias, que cresceu 1% entre o segundo e o terceiro trimestres, evitou uma queda maior do PIB. Segundo a pesquisadora, a alta pode ser explicada pela continuidade do crescimento da massa salarial real e do crédito.

Edição: José Romildo
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IBGE revê crescimento: PIB do Brasil cresceu 1% em 2012

Economia



IBGE revê crescimento: PIB do Brasil cresceu 1% em 2012
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Dec 3rd 2013, 10:04

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fez uma revisão do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2012. De acordo com o instituto, a economia brasileira cresceu, em 2012, 1% e não 0,9%, como divulgado anteriormente.
Revisões sobre crescimento da economia são rotineiras e realizadas sempre quando há informações mais atualizadas disponíveis. Para a revisão do PIB de 2012 foram levados em consideração dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2012, da Pesquisa Agrícola Municipal de 2012 e da nova Pesquisa Mensal de Serviços, que não estavam disponíveis quando foi calculado o aumento de 0,9%.
Edição: José Romildo
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Economia brasileira tem resultado pior do que Estados Unidos e principais países europeus

Economia



Economia brasileira tem resultado pior do que Estados Unidos e principais países europeus
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Dec 3rd 2013, 10:19

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A queda de 0,5% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior, foi um resultado pior do que o obtido pelas economias dos Estados Unidos e dos principais países europeus.
A economia americana avançou 0,7%, enquanto a União Europeia teve um aumento de 0,2% no PIB. Também tiveram crescimento o Reino Unido (0,8%), Alemanha (0,3%), Portugal (0,2%), Holanda (0,1%) e Espanha (0,1%).
Mesmo países que tiveram queda na economia na Europa tiveram um resultado melhor que o do Brasil, como a França (-0,1%) e a Itália (-0,1%). Coreia do Sul (1,1%), Japão (0,5%) e México (0,8%) também tiveram resultado melhor do que o brasileiro.
Na comparação do terceiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, a economia brasileira cresceu 2,2%. O resultado foi inferior ao obtido pela China (7,8%) e Índia (4,8%), mas melhor do que o registrado na África do Sul (1,8%) e Rússia (1,2%).

Edição: José Romildo
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Índice de preços semanal cai em quatro capitais e avança em três, divulga FGV

Economia



Índice de preços semanal cai em quatro capitais e avança em três, divulga FGV
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Dec 3rd 2013, 09:26

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou em Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, divulgou hoje (3) o Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas. Em relação à semana anterior, Salvador, São Paulo, Recife e Porto Alegre registraram redução da inflação.
A capital fluminense foi a cidade em que o índice subiu com mais força, avançando de 0,65% para 0,84%. Os itens alimentação e despesas diversas se destacaram no crescimento da variação percentual, apesar de o primeiro continuar abaixo da média geral na cidade, com 0,73%.
Em Belo Horizonte, a variação semanal elevou o IPC-S de 0,35% para 0,48%, puxada também pela alta dos alimentos, de 0,31% para 0,94%, além do item comunicação. Na capital federal, os alimentos se mantiveram estáveis: 1,17%. Coube aos itens vestuário e educação, leitura e recreação as maiores altas. Em Brasília, o IPC-S subiu de 0,65% na semana anterior para 0,75% na última pesquisa.
Em três das quatro capitais que tiveram queda no IPC-S, o item alimentação esteve entre os que mais contribuíram para esse resultado. Em Salvador, houve queda de 1,52% para 0,82% no item, e de 0,55% para 0,48% no índice geral. Recife também teve recuo de 0,07 ponto percentual no IPC-S, de 0,80% para 0,73%, mas, na capital pernambucana, comunicação e habitação ocorreram os maiores decréscimos.
Porto Alegre foi a capital em que o índice mais diminuiu, de 0,97% para 0,85%, mas continua registrando o maior IPC-S do país. Habitação e alimentação caíram de mais de 1% para cerca de 0,8%. Já São Paulo teve a menor queda: 0,04 ponto percentual (de 0,60% para 0,56%). Vestuário, habitação, despesas diversas e habitação foram os itens que forçaram a redução.
Edição: José Romildo
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Atualizada - Economia brasileira caiu 0,5% no terceiro trimestre

Economia



Atualizada - Economia brasileira caiu 0,5% no terceiro trimestre
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Dec 3rd 2013, 09:01


Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu 0,5% no terceiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior. O PIB totalizou 1,21 R$ trilhão no período de julho a setembro, segundo dados divulgados hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A queda de 0,5% é a pior desde o primeiro trimestre de 2009, quando houve recuo de 1,6%. O PIB havia se mantido estável no primeiro trimestre deste ano e crescido 1,8% no segundo trimestre.
Pelo lado da produção, a agropecuária puxou a queda do PIB no terceiro trimestre, com recuo de 3,5%. A indústria e o setor de serviços cresceram apenas 0,1% no período. Pelo lado da demanda, houve queda de 2,2% na formação bruta de capital fixo, que representa os investimentos. O consumo das famílias cresceu 1% e o consumo do governo, 1,2%.
No setor externo, as importações tiveram crescimento mais acentuado (13,7%). As exportações de bens e serviços também subiram, mas em ritmo mais moderado (3,1%). A taxa de investimento ficou em 19,1%, enquanto a taxa de poupança foi 15%.
Na comparação com o terceiro trimestre de 2012, a economia brasileira teve crescimento de 2,2%. O PIB cresceu 2,4 % no acumulado do ano e 2,3% no acumulado de 12 meses.

Edição: Denise Griesinger // Matéria atualizada às 9h25 para acréscimo de informação

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