Prêmio destaca trabalho de microempreendedores de comunidades pacificadas do Rio

4 de dezembro de 2013

Economia



Prêmio destaca trabalho de microempreendedores de comunidades pacificadas do Rio
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-04/premio-destaca-trabalho-de-microempreendedores-de-comunidades-pacificadas-do-rio
Dec 4th 2013, 20:15

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- Uma casa que se transformou em um hotel e uma pequena sala que virou uma gráfica. Negócios que já foram chamados de "fundo de quintal" ganham espaço na economia fluminense e estimulam o mercado nas comunidades pacificadas.
Para ressaltar o trabalho desses empreendedores, a Agência Estadual de Fomento (AgeRio) criou o Prêmio Empreendedor da Comunidade, que este ano identificou 12 negócios, de um total de 711, que se destacaram em potencial e gestão. Todos receberam empréstimos a baixo custo, por meio do Programa de Microcrédito da agência. A AgeRio liberou R$ 10 milhões para 2 mil negócios. Em 2012, foram 100 projetos.
Dona de um hotel no Vidigal, comunidade da zona sul da capital fluminense, com vista privilegiada para o mar, a microempresária Fernanda Almeida Botelho foi premiada em duas categorias: Negócio de Sucesso e Negócio Inovador. Ela montou o Vidigal Hostel, no ano passado, quando viu a possibilidade de aumentar a renda da família e poder passar mais tempo com a filha.
A microempresária começou com dois quartos para 12 hóspedes na laje da própria casa. Com o financiamento de R$ 12 mil, construiu mais cinco quartos, ampliando a capacidade do hotel para 21 pessoas. "Estamos vendendo os quartos para o carnaval e a Copa do Mundo. Para a Copa, a ocupação é 80%. E para o Natal e ano-novo as vagas são poucas", declarou.
Jefferson da Silva Santos, de 22 anos, venceu na categoria Jovem Empreendedor. Ele começou o seu negócio, montado na garagem da casa, também no Vidigal, com uma clientela de três pessoas e uma máquina copiadora. Com o financiamento, expandiu o seu comércio. Comprou computadores, móveis, máquinas e contratou funcionários. Atualmente atende a 52 clientes, aumentando o faturamento.
"Tivemos um crescimento enorme. Com mais capital, expandimos tanto a empresa, como os negócios, prova do salto do nosso número de clientes", disse Jefferson, que presta cerca de 25 serviços, como criação de logomarca e produção de banners e panfletos.
De acordo com o presidente da AgeRio, Domingo Vargas, os investimentos nos negócios só foi possível graças à política estadual de segurança pública. Com as unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), segundo ele, o estado conseguiu oferecer mais serviços para essas comunidades, declarou. "As UPPs asseguraram que nossos clientes pudessem receber clientes de fora de suas comunidades", ressaltou.
Segundo a agência, com a pacificação, os empréstimos com juros de 3% ao ano para esse perfil de empreendedor subiram de 100 para 1,6 mil, de 2012 para 2013. O dinheiro, com juros mais baixos que o mercado é disponibilizados para negócios como bares, salão de beleza e lojas de roupas. Entre eles, está o da primeira cerveja artesanal do Morro do Alemão, na zona norte.
Para conseguir crédito, os interessados podem acessar o site da AgeRio e marcar uma consulta. Com apoio do Sebrae, a agência oferece uma capacitação e apoio para o projeto.

Edição: Aécio Amado
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Pesquisa do Dieese mostra que bancos fecharam 2.611 postos de trabalho este ano

Economia



Pesquisa do Dieese mostra que bancos fecharam 2.611 postos de trabalho este ano
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Dec 4th 2013, 20:38


Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O sistema financeiro nacional fechou 2.611 postos de trabalho de janeiro a outubro deste ano, de acordo com pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre números do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgada hoje (4).
A pesquisa, encomendada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), mostra que os grandes bancos múltiplos com carteira comercial – principalmente o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco, Santander e HSBC – fecharam 7.545 vagas.
O saldo só não foi mais negativo para a categoria porque a Caixa Econômica Federal contratou 4.676 pessoas no período, disse o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro. Segundo ele, além dos cortes, o sistema financeiro manteve a "prática perversa da rotatividade de mão de obra" para diminuir a massa salarial.
De acordo com o Caged, os bancos brasileiros contrataram 33.683 bancários no ano, até outubro, e demitiram 36.294. A maioria deles nos estados de São Paulo (3.188), do Rio de Janeiro (950), de Santa Catarina (145) e Pernambuco (98), que concentram mais bancos privados.



A pesquisa Contraf/Dieese mostra ainda que o salário médio dos admitidos pelos bancos, entre janeiro e outubro, foi R$ 2.943,95, contra salário médio de R$ 4.655,70 dos demitidos. Ou seja, os trabalhadores que entram no sistema financeiro recebem remuneração 36,8% inferior à dos que saem. Com isso, os bancos reduzem despesas.
Isso explica porque, mesmo tendo conquistado 18,3% de aumento real no salário e 38,7% de ganho real no piso salarial, de 2004 para até hoje, a média salarial da categoria diminuiu, segundo Carlos Cordeiro.


Edição: Aécio Amado
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Operadoras de celular buscam alternativas para instalação de antenas e equipamentos

Economia



Operadoras de celular buscam alternativas para instalação de antenas e equipamentos
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Dec 4th 2013, 17:18

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - As empresas de telefonia móvel querem reduzir os impactos visuais das antenas de celulares, principalmente para diminuir as dificuldades burocráticas de instalação que as operadoras vêm enfrentando em diversos municípios do país. Uma das alternativas, apresentada hoje (4) pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular (SindiTelebrasil), é a adoção de estações rádio base (ERBs) subterrâneas.
As estações rádio base são grandes equipamentos instalados próximos às antenas de celulares, que servem para fazer a ligação com a central da operadora. Pelo projeto, os equipamentos deverão ficar embaixo da terra, hermeticamente protegidos contra alagamentos e com uma tampa de proteção que aguenta até 1,5 tonelada. O acesso no caso de manutenção é feito por meio de um elevador que leva a estação até a superfície. Além de reduzir o impacto visual, a solução poderá diminuir o vandalismo aos equipamentos.
O objetivo não é substituir as estações existentes, mas implantar o novo modelo em locais onde não pode haver nenhum tipo de impacto visual. Em estradas, por exemplo, as estações poderão continuar sendo instaladas de forma aparente. "Estamos efetivamente engajados para fazer mudanças em determinadas localidades, como locais históricos e com dificuldade de trânsito. Vão ser utilizadas soluções de diversas formas", explicou o diretor executivo do sindicato, Eduardo Levy.
O SindiTelebrasil também apresentou alternativas para as antenas de celulares, que poderão ser colocadas dentro de pequenos exaustores, luminárias internas, luminárias de jardins ou pequenos dispositivos instalados discretamente. No caso das antenas internas, o alcance é cerca de 300 metros e as externas chegam a 1,3 quilômetros de alcance.
Também foi lançado hoje um documento chamado Melhores Práticas para a Implantação de Estações Rádio Base, com diretrizes para a instalação de infraestrutura de telecomunicações. O manual traz orientações para fazer a expansão da infraestrutura usando novas técnicas de instalação de antenas, com menor impacto visual e mais integradas à arquitetura das cidades.
As torres, postes, fachadas e topos de edifícios passarão a ter tratamento visual específico para cada situação que permita uma espécie de disfarce para as antenas e a ocultação dos equipamentos acessórios. Outros locais, como caixas dágua, bancas de jornal, quiosques e placas de trânsito também poderão ser usados, minimizando o impacto visual.
Segundo o Sinditelebrasil, as empresas de telecomunicações investiram, de janeiro a setembro deste ano, R$ 17,6 bilhões, aplicados especialmente em expansão de redes, ampliação de cobertura e melhoria da qualidade de serviços. Os investimentos representam um crescimento de 7% em relação ao mesmo período de 2012.

Edição: Fábio Massalli
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Governo fica otimista com concessões de rodovias

Economia



Governo fica otimista com concessões de rodovias
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Dec 4th 2013, 16:13

Repórter da Agência Brasil

Flávia Albuquerque
São Paulo – O ministro dos Transportes, César Borges, disse ter ótimas expectativas quanto à empresa vencedora do leilão para a concessão à iniciativa privada do lote de trechos das rodovias BR-060, BR-153 e BR-262 no Distrito Federal, em Goiás e Minas Gerais. Segundo ele, a Triunfo Participações e Investimentos, que fez a proposta de pedágio de R$ 2,85 para cada 100 quilômetros (km) rodados, tem se mostrado competente em todos os empreendimentos que venceu. No leilão de hoje (4) a empresa ofereceu deságio de 52% com relação ao teto de R$ 5,94 fixado pelo governo.
O leilão, feito pela Agência Nacional de Transportes Terrestres, foi o terceiro de rodovias, previsto no Programa de Investimentos em Logística. Desta vez foram concedidos à iniciativa privada 1.176 km de rodovias. A empresa vencedora terá 30 anos de concessão, e compromisso de fazer investimentos de R$ 7,15 bilhões. "O lance da Triunfo atinge o objetivo do governo de manter a modicidade tarifária [preço baixo]. O programa tem ido muito bem, temos tido deságios de bom nível para a modicidade tarifária. Eu só posso dizer que o governo está muito feliz pelo andamento", avaliou.
Borges destacou que o governo continua otimista com os resultados dos leilões. Segundo ele, as concessões irão permitir que as rodovias construídas de forma simples, e que agora precisam de duplicação, sejam modernizadas. O contrato prevê que o vencedor do leilão fará investimento em exploração da infraestrutura e em prestação do serviço público de recuperação, conservação, manutenção, operação, implantação de melhorias e ampliação de capacidade das rodovias.
Os serviços serão executados em 630 km das BRs-060 e 153, desde o entroncamento com a BR-251, no Distrito Federal, até a divisa dos estados de Minas Gerais e São Paulo. Serão feitas melhorias também em 546 km da BR-262, entre o entroncamento com a BR-153 e o entroncamento com a BR-381, em Minas Gerais.
O presidente da Triunfo, Marco Bottarelli, disse que a empresa fez estudos para chegar ao lance dado e ao deságio oferecido, após avaliação da economia do país e à evolução das regiões cortadas pelas rodovias. "Macroeconomicamente o país tem todos os instrumentos para um crescimento saudável e a região é muito importante, com muito tráfego de veículos, porque não sofrerá concorrência muito grande de ferrovias".
Na semana passada foi leiloado trecho da BR-163, em Mato Grosso. O vencedor foi o grupo Odebrecht, que fixou a tarifa de pedágio em R$ 2,63 a cada 100 km rodados, valor 52,03% abaixo do teto estabelecido pelo governo federal (R$ 5,50). Serão explorados 850 km, da divisa de Mato Grosso com o estado de Mato Grosso do Sul até a cidade matogrossense de Sinop.


Edição: Beto Coura

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Fórum econômico discute formas de expandir intercâmbio comercial entre Brasil e países árabes

Economia



Fórum econômico discute formas de expandir intercâmbio comercial entre Brasil e países árabes
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Dec 4th 2013, 16:05

Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O intercâmbio comercial, os investimentos e o turismo entre o Brasil e os países árabes foram discutidos hoje (4) em um fórum econômico entre as partes. O objetivo é fomentar o contato entre os países, superar obstáculos do relacionamento bilateral, diversificar parcerias, explorar novas áreas de atuação e manter contatos para investimentos. No ano passado, o comércio entre o Brasil e os países árabes movimentou aproximadamente R$ 26 bilhões.
Somados, os 23 países do grupo representam a quarta maior parceria comercial do Brasil. Na Ásia, fazem parte do grupo Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes, Iêmen, Iraque, Jordânia, Kwait, Líbano, Omã, Palestina e Síria e, na África, Argélia, Djibuti, Egito, Ilhas Comores, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Somália, Sudão e Tunísia. O superávit da conta é brasileiro, com R$ 14,7 bilhões em exportações, sobretudo de carnes, minérios e açúcar. O Brasil compra desses países derivados de petróleo, em especial, combustíveis, além de adubos e fertilizantes.
O fluxo de produtos e de investimentos entre o Brasil e os países árabes cresceu em ritmo mais acelerado do que o comércio brasileiro com o exterior em geral. Em 2001, o fluxo comercial entre o Brasil e os países árabes ficou em torno de R$ 13,9 bilhões – quase 36% menos do que o montante atual.
Essa dinâmica, segundo o especialista em negociações internacionais da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Fabrizio Panzini, é uma evidência da diversificação das parcerias de ambas as partes e do potencial dos mercados envolvidos. Para ele, uma das áreas em que há muito potencial é a de produtos alimentícios, na qual pode ser agregado valor em alimentos processados. Outra fronteira de expansão são os investimentos, disse Panzini.
O especialista ressalta que a pauta comercial é reflexo da estrutura econômica dos países e diz que é mais difícil haver diversificação no curto prazo. "Os fundos soberanos desses países têm enorme volume de recursos e é interesse deles investir no Brasil. Hoje, a maioria dos investimentos é nos setores financeiro e imobiliário", acrescentou. Segundo Panzini, os árabes podem ficar entre os cinco maiores investidores no país.
O gerente de Exportação para o Oriente Médio do Grupo JBS Friboi, Rada Saleh, considera o Norte da África área chave para as exportações de carne brasileira – um dos principais produtos da pauta comercial entre o Brasil e esta região. Saleh informou que, de janeiro a setembro, as exportações da empresa já tinham superarado em 23% todo o montante exportado no ano passado. Desse total, 9% foram para os países do Norte da África; como a Argélia, o Egito e a Tunísia.
No sentido contrário, o Brasil investe nesses países no ramo bancário, com a abertura de filiais dos maiores bancos brasileiros (Itaú e Banco do Brasil) e na construção civil. "Temos muito espaço ainda para explorar. Espero que possamos avançar com esse diálogo", disse o subsecretário-geral Político doMinistério das Relações Exteriores, Paulo Cordeiro.
De acordo com o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, Michel Alaby, um dos principais entraves aos exportadores no Brasil é a concessão de visto aos empresários. Para ele, a facilitação dos trâmites desburocratizaria o comércio. Outra dificuldade, apontada pelo representantes do setor privado, Rada Saleh, são as barreiras sanitárias impostas pelos países importadores, que demoram a ser resolvidas.
"Precisamos facilitar a certificação dos produtos. Temos de encontrar formas de solucionar complicações em exportação, que oneram o produtor", explicou o presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), o ex-ministro da Agricultura Francisco Turra.
Edição: Nádia Franco
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Associação pedirá ao governo prorrogação do IPI reduzido para linha branca

Economia



Associação pedirá ao governo prorrogação do IPI reduzido para linha branca
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Dec 4th 2013, 16:03

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) pedirá formalmente ao governo, na próxima semana, a prorrogação da vigência do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) reduzido para itens da linha branca. De acordo com o presidente da entidade, Lourival Kiçula, a continuidade da medida é fundamental para garantir bom resultado para o setor em 2014. Em 2011, as vendas da linha branca cresceram 10% e, em 2012, 20%. Este ano, devem registrar queda de 3%.
"Vai ser pedido, é indispensável para o setor", declarou Kiçula, que, apesar do resultado negativo das vendas esperado para 2013, acredita que a linha branca teve bom desempenho este ano se for levada em conta a base de comparação elevada verificada em 2012. A desoneração do IPI para esses produtos expira em 31 de dezembro. Kiçula falou à imprensa após reunião de empresários da Coalizão para a Competitividade com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Formada por 18 associações empresariais, a coalizão dialoga com o governo sobre estratégias para elevar a competitividade da indústria. Além da Eletros, entre os presentes estavam entidades como a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Associação Brasileira da Construção Metálica (Abcem) e Associação Brasileira da de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). De acordo com Fernando Figueiredo, presidente da Abiquim, os empresários discutiram a criação de uma frente para garantir o aumento dos investimentos no país. Nova reunião para tratar do assunto deve ser convocada em dez dias.
Segundo Figueiredo, os investimentos da indústria química estão aquém do potencial do setor. "Em um estudo feito em 2009 e 2010, identificamos potencial de investimento de US$ 167 bilhões em dez anos. Isso significa, em média, US$ 15 bilhões por ano. Mas a indústria química está investindo de US$ 4 bilhões a US$ 5 bilhões anuais, um terço do que deveria investir. É muito pouco", avaliou.
Edição: Juliana Andrade
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Energias eólica e solar são destaque em leilão do governo este mês

Economia



Energias eólica e solar são destaque em leilão do governo este mês
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Dec 4th 2013, 16:26

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Mais de 70% dos 21.130 megawatts (MW) da energia que será ofertada no 2º Leilão de Energia A-5 - 2013, marcado para o próximo dia 13, será de matriz eólica (13.287 MW) e solar (2.234 MW). A fonte solar terá 88 projetos fotovoltaicos, com 2.024 MW e sete empreendimentos heliotérmicos, com 210 MW. As informações foram divulgadas hoje (4) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) do Ministério de Minas e Energia.
O estado com a maior oferta nas duas modalidades é a Bahia, com 4.656 MW de eólica e 1.319 MW de solar, sendo 1.109 MW fotovoltaicos e 210 MW heliotérmicos. A energia contratada deverá estar disponível em 2018. O Rio Grande do Sul apresenta a segunda maior oferta de eólica, com 2.873 MW. O Rio Grande do Norte terá oferta de 2.491 MW eólicos e 203 MW fotovoltaicos. O Ceará aparece na quarta posição na oferta de energia eólica, com 1.547 MW, além de 73 MW de fotovoltaica.
O leilão também terá 2.140 MW de energia produzida por quatro termelétricas a carvão, sendo dois projetos no Rio Grande do Sul, totalizando 1.250 MW, um em Santa Catarina, com 300 MW, e mais um em São Paulo, também com 300 MW.
Um único projeto de termelétrica a gás natural, no Rio Grande do Sul, oferecerá 1.238 MW. Duas hidrelétricas representarão oferta de 1.118 MW: São Manoel, no Pará, com 700 MW, e a ampliação de Santo Antônio, em Rondônia, com 418 MW.
Haverá ainda a oferta de energia produzida por 32 pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), com 520 MW, e 14 termelétricas a biomassa, com 593 MW. Informações mais detalhadas podem ser obtidas na página da EPE na internet.

Edição: Fábio Massalli
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Comissão do Senado aprova novos nomes para a direção da Anatel

Economia



Comissão do Senado aprova novos nomes para a direção da Anatel
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Dec 4th 2013, 14:53

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Aprovado pela Comissão de Infraestrutura do Senado, por unanimidade, o nome de Igor Vilas Boas de Freitas para a o cargo de diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Na mesma sessão foi aprovado, também por unanimidade, a recondução do ex-diretor da Anatel, João Batista de Rezende, para o conselho diretor da agência. Para que possam assumir os cargos é necessário, no entanto, a aprovação do plenário da Casa. A votação será em regime de urgência.
Formado em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica, em 1994, Freitas especializou-se em telecomunicações e atuou nas áreas de marketing e de engenharia da Siemens, Nortel Networks, 3Com e Brasil Telecom.
Entre as prioridades que prevê para a Anatel, caso sua indicação seja confirmada, Freitas destaca a de dar continuidade na regulação das relações de atacado. "São elas que vão permitir que o setor continue se reestruturando, permitindo o compartilhamento de infraestrutura, e que as regiões não atendidas pelas grandes empresas [sejam atendidas] com pequenos provedores e pequenos empreendedores", disse.
"Historicamente a Anatel concentrou seu esforço regulatório diretamente no varejo, regulando a qualidade e tentando organizar a flutuação de preços. Isso é necessário, mas acho que o central na tarefa da Anatel - e ela começou a fazer recentemente e tem no Plano Geral de Metas e Competição mais um instrumento - é centrar na questão regulação de atacado", acrescentou.
Durante sua sabatina, Rezende fez um balanço de seus feitos durante o período em que ocupou a direção da Anatel, dando destaque às ações de fiscalização da qualidade do serviço oferecido pelas operadoras de telefonia móvel.
Questionado pelo senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP) por, durante sua gestão, a agência não ter conseguido dar qualidade aos serviços de telefonia na Região Norte, o ex-diretor da Anatel disse que parte dos problemas naquela região se deve à alta carga tributária que incide sobre o serviço. Isto, segundo ele, torna o serviço caro e, consequentemente, contribui para a redução das receitas e dos investimentos das empresas.
"Concordo que temos deficiência na Região Amazônica. Mas precisamos lembrar que há estados que cobram até 32% de ICMS [sobre o serviço]. Isso aumenta em quase 50% a carga tributária sobre a telefonia", argumentou Rezende. "O que vejo é pressão do mercado sobre o Estado, quando deveria ser o contrário: o Estado pressionando o mercado", retrucou Rodrigues.
Edição: José Romildo
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Produtividade da indústria cresceu, mas mão de obra e infraestrutura são entraves, mostra estudo

Economia



Produtividade da indústria cresceu, mas mão de obra e infraestrutura são entraves, mostra estudo
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Dec 4th 2013, 13:41

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A produtividade da indústria brasileira cresceu nos últimos cinco anos, mas ainda enfrenta entraves com mão de obra e infraestrutura. Além disso, o desempenho desse indicador é avaliado como aquém do demonstrado por empresas internacionais. Os dados fazem parte do estudo Sondagem Especial – Indústria de Transformação e Extrativa, divulgado hoje (4) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa ouviu 2.002 empresas, entre pequenas, médias e grandes.
A maioria dos empresários, 64%, declarou que a produtividade cresceu em um período de cinco anos. Um total de 67% informou que tem o costume de avaliar a evolução de sua produtividade Quando perguntada em que ritmo o indicador evoluiu, a minoria, 10%, disse que ele cresceu muito. Um total de 54% respondeu apenas que cresceu, 14% que ficou inalterada, 14% que caiu e 2% que caiu muito.
Questionadas se são mais ou menos produtivas do que as concorrentes estrangeiras, 28% das empresas disseram ter o desempenho inferior a elas, e somente 7% consideraram sua produtividade superior. Um total de 19% acredita que pode competir em condições de igualdade e 53% não responderam. No comparativo com as concorrentes nacionais, os empresários se mostraram mais otimistas. Uma parcela de 46% crê ter desempenho similar, 19% superior e 2% das empresas se consideram mais produtivas.
Os empresários avaliaram que itens como qualidade da mão de obra, serviços de telecomunicações e energia, além da infraestrutura de transportes afetaram sua produtividade nos últimos cinco anos. Os três quesitos receberam notas abaixo de 50 em uma escala de 0 a 100. Entre os itens que contribuíram para o crescimento da produtividade, os entrevistados citaram método de gestão, com 71 pontos, e atualização tecnológica dos equipamentos, com 70 pontos.
Para o gerente de Pesquisa da CNI, Renato Fonseca, os resultados não surpreendem. "Confirma o que já vimos em outras pesquisas e explica a perda de mercado doméstico e a dificuldade de competir no mercado internacional. O positivo é ver que há uma preocupação [dos empresários] com a produtividade", acredita.
Edição: Davi Oliveira
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Dilma: sucesso de leilão de rodovias incentiva competitividade e inovação

Economia



Dilma: sucesso de leilão de rodovias incentiva competitividade e inovação
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Dec 4th 2013, 13:47

Danilo Macedo

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (4), durante entrega do Prêmio Finep de Inovação, no Palácio do Planalto, que considerou um "sucesso" o leilão para a concessão do lote de trechos das rodovias BR-060, BR-153 e BR-262 no Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais.
A presidenta disse que o país precisa aumentar cada vez mais sua competitividade. Juntamente com os investimentos em inovação, os recursos aplicados em infraestrutura possibilitarão o Brasil alcançar outro patamar de desenvolvimento.
"Hoje, mais uma das licitações de rodovias foi um sucesso, com um deságio 52%. Isso significa que esses dois componentes, que são a inovação e a infraestrutura, estão sintonizados neste dia", disse Dilma. O consórcio Triunfo Participações e Investimentos foi vencedor do leilão, com uma proposta de pedágio de R$2,85 para cada 100 quilômetros rodados, deságio de 52% com relação ao teto de R$5,94 fixado pelo governo
Durante a premiação, a presidenta ressaltou a importância da inovação para o crescimento do país e da parceria entre investimentos públicos e privados nesse sentido. "A competitividade do nosso país vai estar sempre associada à nossa capacidade de gerar inovação, de incorporar essa inovação, de traduzir a ciência e a tecnologia em inovação e de fazer com que as nossas empresas incorporem esses processos e isso resulte em aumento da produtividade e em alto valor agregado".
Dilma também falou que o Plano Inova Empresa, lançado em março pelo governo, é um dos elementos fundamentais para estimular a inovação no país. O plano mobiliza investimentos de R$ 33 bilhões, entre empréstimos e subsídios que incentivam grandes investimentos por empresas nacionais e internacionais, como diversos fabricantes de carros de luxo e estão construindo ou ampliando unidades no país. Segundo a presidenta, além da quantidade inédita de recursos, o plano traz como novidade a integração entre vários ministérios, evitando ações duplicadas e aumentando a eficácia no uso no montante investido, além de aumentar a capilaridade nas operações de crédito.
Os vencedores da fase nacional da premiação receberão, além de troféu, R$ 100 mil nas categorias Inventor Inovador, Tecnologia Assistiva, Inovação Sustentável e Inovar Fundos; R$ 200 mil para Micro e Pequena Empresa, Instituição de Ciência e Tecnologia e Tecnologia Social; R$ 300 mil para Média Empresa; e R$ 500 mil para Grande Empresa. Somados aos valores da etapa regional, o total este ano será de R$ 9 milhões em prêmios. As inscrições do Prêmio em 2013 aconteceram entre abril e agosto; houve 570 candidatos nas nove categorias. Com 166 formulários recebidos, a categoria Pequena Empresa teve o maior número de inscrições.
Edição: José Romildo
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Reajuste de preços de combustíveis não será automático, diz Petrobras

Economia



Reajuste de preços de combustíveis não será automático, diz Petrobras
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-04/reajuste-de-precos-de-combustiveis-nao-sera-automatico-diz-petrobras
Dec 4th 2013, 13:58

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A Petrobras informou hoje (4), em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários, que o reajuste de preços de seus combustíveis nas refinarias não será automático. Apesar de a empresa ter adotado nova metodologia para calcular o aumento de preços do diesel e da gasolina em 29 de novembro deste ano, a aplicação desses reajustes caberá à diretoria executiva.
A nova metodologia atrela o reajuste dos combustíveis ao preço de referência dos derivados no mercado internacional, à taxa de câmbio e à origem desse produto (isto é, se é brasileiro ou se é importado).
O comunicado também desmente especulações referentes à saída da presidenta da empresa, Graça Foster.
Edição: Graça Adjuto


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Avaliação do projeto da dívida dos estados não é recomendável para este ano, disse Augustin

Economia



Avaliação do projeto da dívida dos estados não é recomendável para este ano, disse Augustin
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-04/avaliacao-do-projeto-da-divida-dos-estados-nao-e-recomendavel-para-este-ano-disse-augustin
Dec 4th 2013, 13:10

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O momento atual não recomenda a avaliação do projeto de lei complementar que altera o indexador da dívida dos estados e dos municípios com a União, segundo o secretário do Tesouro Arno Augustin.
O secretário lembrou que o projeto já foi votado na Câmara, mas disse que "no momento a expectativa de mercado não recomenda que seja avaliado ainda este ano". "O mercado tem criticado muito", acrescentou.
O secretário acrescentou que essa decisão não está relacionada a problema de avaliação de impacto fiscal, nem é resultado de preocupação com a possibilidade de rebaixamento de nota de risco do Brasil por agências.
Atualmente, as dívidas dos estados e dos municípios são corrigidas com base no IGP-DI, índice de inflação da Fundação Getulio Vargas (FGV), mais 6%, 7,5% ou 9% ao ano conforme o contrato. Pela proposta, o indexador passará a ser a Selic – taxa básica de juros da economia – ou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 4% ao ano, prevalecendo o menor valor
Augustin também disse que a operação de empréstimo da Caixa à Eletrobras foi cancelada porque estava "causando tumulto" na imprensa. "Havia desinformação muito grande. Não tem nenhum impacto fiscal. É uma reestruturação de passivos da Eletrobras", disse. Ele acrescentou que a operação estava prevista para 2014. O secretário não afirmou, no entanto, se essa operação foi cancelada definitivamente.

Edição: José Romildo
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Brasil recupera saldo positivo em moeda estrangeira

Economia



Brasil recupera saldo positivo em moeda estrangeira
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-04/brasil-recupera-saldo-positivo-em-moeda-estrangeira
Dec 4th 2013, 13:29

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Depois de cinco meses seguidos com saída líquida (descontada a entrada) de dólares, o país fechou novembro com mais entrada que retirada. O saldo positivo ficou em US$ 2,540 bilhões. Em outubro, foi registrado déficit de US$ 6,2 bilhões, de acordo com dados do Banco Central (BC).
Em novembro, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou negativo em US$ 1,697 bilhão, enquanto o comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) fechou positivo em US$ 4,237 bilhões.
No mês passado, as operações de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) chegaram a US$ 2,403 bilhões. Os pagamentos antecipados somaram US$ 4,551 bilhões. Esses valores estão incluídos nas exportações, que totalizaram US$ 21,638 bilhões. As importações ficaram em US$ 17,402 bilhões.
De janeiro a novembro, o fluxo cambial ficou negativo em US$ 3,481 bilhões, contra o saldo positivo de US$ 23,508 bilhões de igual período do ano passado. De janeiro a novembro de 2013, o segmento financeiro registrou saldo negativo de US$ 16,498 bilhões, enquanto o comercial ficou positivo em US$ 13,017 bilhões.

Edição: José Romildo
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Indústria de veículos faz paralisações e diminui produção para reduzir estoques

Economia



Indústria de veículos faz paralisações e diminui produção para reduzir estoques
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-04/industria-de-veiculos-faz-paralisacoes-e-diminui-producao-para-reduzir-estoques
Dec 4th 2013, 13:10

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil



Rio de Janeiro - A indústria de veículos automotores, que acumula alta de 10,3% em 2013, teve queda de 3,1% em outubro, em relação a setembro, divulgou hoje (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Industrial Mensal. De acordo com o gerente da coordenação de indústria do IBGE, André Luiz Macedo, o resultado se deve a paralisações e férias coletivas concedidas pelas fábricas para reduzir os estoques.
"Temos dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores de que os carros estavam esperando em média 40 dias nos estoques. Em outubro, as plantas [fábricas] fizeram paralisações e concederam alguns dias de férias coletivas aos funcionários para reduzir esse tempo para cerca de 30 dias", explicou Macedo, que apesar disso destacou que há "um crescimento disseminado" entre os ramos da indústria, já que 21 dos 27 apresentaram expansão da produção em outubro.
Apenas entre agosto e setembro, os veículos automotores já haviam acumulado ganho de produção de 9,2%, alta que foi reduzida pelo resultado de outubro. Em contrapartida, em relação ao mesmo mês do ano passado, o ramo teve alta de 2,4%.
O aumento dos estoques deve-se a fatores, que, segundo o coordenador, vem persistindo ao longo do ano, como o maior endividamento das famílias e maior comprometimento da renda com a inflação. Outros ramos da indústria, como o farmacêutico, o têxtil e o de máquinas, aparelhos e materiais elétricos também estão com estoques elevados.
A queda da produção de veículos automotores puxou para baixo a categoria de bens de consumo duráveis, que foi a única a apresentar retração na produção em comparação com setembro, com queda de 0,6%.
Paralisações para manutenção também afetaram a produção de outros produtos químicos, que caiu 2,2% em relação a setembro e subiu 1,4% em outubro de 2012. Nesse caso, segundo Macedo, as paralisações estavam agendadas e não têm relação com estoques.
Com maior queda percentual na comparação com setembro, de 5,9%, as bebidas acumulam em 2013 perdas de produção que chegam a 10,4%, concentradas justamente em seus componentes mais importantes: cerveja, chope e refrigerantes.
"Ao longo do ano de 2013, bebidas é uma atividade que vem apresentando um comportamento bastante negativo, tendo relação direta com o aumento de preços e com a diminuição de renda disponível, devido à inflação mais alta no setor de alimentos", explica Macedo.
O ramo que influenciou com mais força a alta da produção industrial foi o de edição, impressão e reprodução de gravações, com 13,1% de aumento. A explicação para o fôlego do ramo é a baixa base de comparação e os preparativos para o ano letivo de 2014, com a produção de livros didáticos.
A indústria extrativa também se destacou positivamente, com alta de 2%, obtida com a redução de paradas na extração de petróleo e gás, que também beneficiou o setor de refino de petróleo e produção de álcool (+2,2%).
Edição: Valéria Aguiar

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Índice de produtos primários aumenta 2,73% em novembro

Economia



Índice de produtos primários aumenta 2,73% em novembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-04/indice-de-produtos-primarios-aumenta-273-em-novembro
Dec 4th 2013, 13:00


Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), teve alta de 2,73%, em novembro, na comparação com o mês anterior. No acumulado do ano até novembro, a expansão ficou em 0,61%. Em 12 meses, foi registrada alta de 2,09%, de acordo com os dados foram divulgados hoje (4).
O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil.
No mês, todos os segmentos apresentaram alta. No setor agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco), o índice teve aumento de 2,34%. O índice de energia (petróleo, gás natural e carvão) subiu 3,88%. No caso de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel), a alta ficou em 3,32%.
O índice internacional de preços de commodities (CRB), calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou alta de 3,90%, no mês e 4,33%, de janeiro a novembro. Em 12 meses encerrados em novembro, houve alta de 6,42%.

Edição: José Romildo
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Consórcio Triunfo vence leilão de rodovias com deságio de 52%

Economia



Consórcio Triunfo vence leilão de rodovias com deságio de 52%
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-04/consorcio-triunfo-vence-leilao-de-rodovias-com-desagio-de-52
Dec 4th 2013, 11:32

Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O consórcio Triunfo Participações e Investimentos foi vencedor do leilão para a concessão do lote de trechos das rodovias BR-060, BR-153 e BR-262 no Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais. O grupo fez a proposta de pedágio de R$2,85 para cada 100 quilômetros rodados, com deságio de 52% com relação ao teto de R$5,94 fixado pelo governo.
O leilão, ocorrido na manhã de hoje (4) na BMF&Bovespa, foi realizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Este foi o terceiro leilão de rodovias previsto no Programa de Investimentos em Logística (PIL). Desta vez foram concedidos à iniciativa privada 1.176,50 quilômetros de rodovias. O grupo empresarial vencedor terá 30 anos de concessão, com investimentos de R$ 7, 15 bilhões.
O contrato prevê ao vencedor o investimento em exploração da infraestrutura e em prestação do serviço público de recuperação, conservação, manutenção, operação, implantação de melhorias e ampliação de capacidade das rodovias, além do contorno de Goiânia (GO). Os serviços serão executados em 630,20 quilômetros das BRs-060 e 153, – desde o entroncamento com a BR-251, no Distrito Federal, até a divisa dos estados de Minas Gerais e São Paulo – e em 546,30 quilômetros da BR-262 – entre o entroncamento com a BR-153 e o entroncamento com a BR-381, no estado de Minas Gerais.
Na última quarta-feira (27) foi leiloado um trecho da BR-163, em Mato Grosso. Dos sete consórcios ou empresas individuais que concorreram, o vencedor foi o grupo Odebrecht S/A, que fixou a tarifa de pedágio em R$ 2,63 a cada 100 quilômetros rodados, valor 52,03% abaixo do teto estabelecido pelo governo federal (R$ 5,50). Com o compromisso de investir em melhorias na BR-163, a ganhadora do leilão poderá explorar por 30 anos o trecho de 850,9 quilômetros, da divisa com o estado de Mato Grosso do Sul até a cidade de Sinop, em Mato Grosso. É a terceira etapa do Programa de Concessão de Rodovias Federais. Os investimentos devem chegar a R$ 4,6 bilhões até o fim do contrato. Nos primeiros cinco anos, as pistas serão duplicadas, e a cobrança do pedágio poderá começar quando 10% do trecho estiverem concluídos.

Edição: José Romildo
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Vendas por meio de consórcios continuam aquecidas em outubro

Economia



Vendas por meio de consórcios continuam aquecidas em outubro
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Dec 4th 2013, 11:58

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil



São Paulo- O Brasil atingiu, em outubro último, a marca de 5,63 milhões de consumidores no sistema de consórcios, número que é o dobro do registrado em 2000 e o maior dos últimos 15 anos, segundo balanço mensal divulgado hoje (4) pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. Em relaçãoo a outubro do ano passado houve um aumento de 10,4%.
O volume financeiro dos negócios cresceu 3,2% no acumulado desde janeiro com um total de R$ 67,9 bilhões, embora as vendas de novas cotas tenham-se mantido, praticamente, estáveis nesse período em 2,09 milhões antes 2,08 milhões, nos dez primeiros meses de 2012. Já as contemplações ou os consorciados que conseguiram ter o bem adquirido somaram 1,04 milhão com alta de 3%.
A motocicleta continua líder nesse mercado com 49% de participação, seguida pelos veículos leves com 46,6%; imóveis (12,3%); veículos pesados (4,4%); bens duráveis (0,6%) e serviços (03,%).
A cada duas motocicletas vendidas no país, uma foi adquirida por meio de consórcios e de janeiro a outubro, o total de participantes alcançou 4,89 milhões, 12,2% mais do que em igual período de 2012. O número de contemplados aumentou 3,3% com 960,3 mil e a compra de novas cotas avançou 2,1% com 1,91 milhão.
Em relação aos automóveis e demais veículos leves outubro foi o mês que reuniu o maior número de participantes do ano com 2,28 milhões, 18,1% acima do registrado em janeiro deste ano e 25,3% superior a outubro do ano passado. Desde janeiro, as vendas de novas cotas tiveram uma elevação de 10% com 791,5 mil. O tíquete médio manteve-se estável em R$ 41,1 mil e o total negociado atingiu R$ 33 bilhões ou 8,9% maior do que no acumulado de janeiro a outubro de 2012.
Quanto aos veículos pesados o índice caiu em 4,8% referente a venda de novas cotas, mas o número de consorciados que estão pagando as mensalidades teve expansão de 8,6% com 214 mil. Um total de 27,3 mil participantes foram contemplados, o que indica estabilidade. Também ficou, praticamente estável, o valor do tíquete médio de R$ 147 mil antes R$ 146 mil, em outubro do ano passado.
Edição: Valéria Aguiar

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Bens de capital avançam 18,8% em relação a outubro do ano passado e lideram crescimento da indústria

Economia



Bens de capital avançam 18,8% em relação a outubro do ano passado e lideram crescimento da indústria
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-04/bens-de-capital-avancam-188-em-relacao-outubro-do-ano-passado-e-lideram-crescimento-da-industria
Dec 4th 2013, 09:59

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Os bens de capital tiveram em outubro de 2013 a maior alta na produção entre as categorias pesquisadas, com crescimento de 18,8% sobre o mesmo mês do ano passado, e avanço de 0,6% comparado a setembro último, informou hoje (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
"O crescimento de dois dígitos registrado desde abril nos bens de capital em relação ao ano anterior se deve à baixa taxa de comparação. Em 2012, houve perdas importantes", explicou Andre Luiz Macedo, gerente da coordenação de indústria do IBGE. Bens de capital incluem fábricas, máquinas, ferramentas, equipamentos e outros instrumentos utilizadas para produzir produtos de consumo.
"Quedas de dois dígitos para os bens de capital foram registradas em sete meses do ano passado e, neste ano, a alta acumulada desde janeiro chega a 14,9%. Em outubro de 2012, houve queda de 5,1% em relação a outubro de 2011, a menor registrada ao longo do ano passado para os bens de capital.
Já os bens intermediários, usados em processos de produção para serem transformados em bens finais, subiram 0,3% ante o mês imediatamente anterior, mas caíram 0,7% em relação a outubro de 2012.
O mesmo desempenho (0,3%) foi registrado para os bens de consumo sobre setembro. Mas houve queda de 1,3% na comparação com o décimo mês do ano passado. Os bens duráveis tiveram quedas de 0,6% e 3,2%, respectivamente, e os semiduráveis e não duráveis subiram 1% na primeira base de comparação, mas caíram 0,7% na segunda.
Dos 27 ramos da indústria pesquisados, 21 tiveram alta em relação a setembro. Destacaram-se no impacto positivo sobre a taxa geral: edição, impressão e reprodução de gravações (13,1%), máquinas e equipamentos (2,7%), refino de petróleo e produção de álcool (2,2%) e indústrias extrativas (2%).
Os ramos que puxaram a taxa para baixo com mais força foram veículos automotores (-3,1), bebidas (-5,9%), outros produtos químicos (-2,2%) e alimentos (-0,6%).
Edição: José Romildo
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Consulta ao último lote de restituições do IR pode ser liberada nesta semana

Economia



Consulta ao último lote de restituições do IR pode ser liberada nesta semana
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-04/consulta-ao-ultimo-lote-de-restituicoes-do-ir-pode-ser-liberada-nesta-semana
Dec 4th 2013, 07:39

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Os contribuintes que não entrarem no último lote de restituições do Imposto de Renda de 2013 estão na malha fina. A liberação da consulta ao sétimo lote está pronta e deverá ser anunciada esta semana ou, no mais tardar, no início da próxima. O dinheiro será depositado no banco no próximo dia 16. Todas as declarações foram processadas, conforme a Receita.
Ao todo, a cada ano, são liberados sete lotes regulares. O calendário de restituição de 2013 está no Ato Declaratório 3 da Receita Federal. Quem não receber no último lote deve procurar o extrato no site da Receita para verificar por que caiu na malha fina.
Se identificou algum erro, deve enviar uma declaração retificadora para ter a chance de entrar no próximo lote residual no início do ano. O extrato da declaração é disponibilizado no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC).
Para utilizar o e-CAC é necessário usar o código de acesso gerado na própria página da Receita ou o certificado digital emitido por autoridade habilitada. Para gerar o código, o contribuinte precisará informar o número do recibo de entrega das declarações de Imposto de Renda dos dois últimos exercícios. Com o código, o contribuinte pode fazer a autorregularização caso encontre algum erro.
O tamanho dos lotes depende da disponibilidade do Tesouro Nacional. Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146. A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smarthphones que usam os sistemas operacionais Android e iOS, que facilitam a consulta.
A Receita lembra que a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá procurar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (atendimento exclusivo para deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Edição: Graça Adjuto
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Indústria avança 0,6% em outubro, divulga IBGE

Economia



Indústria avança 0,6% em outubro, divulga IBGE
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-04/industria-avanca-06-em-outubro-divulga-ibge
Dec 4th 2013, 09:26

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A produção industrial do Brasil avançou 0,6% em outubro de 2013, em relação a setembro, divulgou hoje (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento foi maior, de 0,9%.
O avanço em relação ao mês imediatamente anterior ficou acima do que foi registrado nos meses de setembro (0,5%) e agosto (0,2%). Apesar disso, a alta no confronto com o mesmo mês do ano passado caiu diante da obtida em setembro, quando o crescimento chegou a 1,8% sobre setembro de 2012.
Com o resultado de outubro, a produção industrial acumula alta de 1,6% em 2013, e de 1% em doze meses. A média trimestral calculada pelo IBGE para os meses de agosto, setembro e outubro, ficou em 0,4%
Edição: José Romildo
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Inflação fica estável em São Paulo

Economia



Inflação fica estável em São Paulo
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Dec 4th 2013, 09:00

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, encerrou o mês de novembro em alta de 0,46%, estável em comparação ao índice registrado no fechamento de outubro (0,48%).
No acumulado de janeiro a novembro, o índice atingiu 3,21% ante 4,29% no mesmo período de 2012. Embora tenha apresentado decréscimo, o grupo alimentação foi o que mais pressionou o orçamento doméstico, no período, com variação de 0,8% ante 1,2%. A segunda maior influência no cálculo inflacionário foi verificada no grupo habitação

(de 0,17% para 0,44%).
Outros dois grupos também tiveram acréscimos: saúde (de 0,46% para 0,49%) e vestuário (de -0,19% para 0,34%). Mas essas elevações foram minimizadas pela queda em transportes (de 0,14% para -0,02%) e ainda por aumentos em índices menores do que no encerramento de outubro nos grupos despesas pessoais (de 0,86% para 0,74%) e de alimentação, além de uma estabilidade nos preços em educação com taxa de 0,12%.

Edição: José Romildo
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