Tombini diz a banqueiros que BC vai continuar com intervenções no câmbio em 2014

5 de dezembro de 2013

Economia



Tombini diz a banqueiros que BC vai continuar com intervenções no câmbio em 2014
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/tombini-diz-banqueiros-que-bc-vai-continuar-com-intervencoes-no-cambio-em-2014
Dec 5th 2013, 20:32


Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Passados cinco anos da crise financeira mundial, deflagrada em setembro de 2008, o cenário da economia internacional continua complexo, embora com "uma pequena luz no fim do túnel" em relação à recuperação da atividade norte-americana, embora em um ritmo ainda incerto, disse hoje (5) o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, em almoço com banqueiros, em São Paulo.
Ele falou para dirigentes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF) que, em virtude das incertezas que ainda pairam na cena internacional, o BC continuará vigilante em 2014, com alguns ajustes na oferta de proteção cambial no mercado futuro. Anúncio suficiente para a cotação do dólar inverter a tendência de alta dos últimos dias e fechar o pregão desta quinta-feira com queda de 1,24%, cotado a R$ 2,359 na venda.
Tombini ressaltou que as incertezas quanto ao processo de recuperação econômica são responsáveis pelas fortes oscilações, que os economistas chamam de volatilidade. Ele destacou, no entanto, que "o Brasil está preparado para atravessar esse período", e o BC tem adotado as providências necessárias para o bom funcionamento do sistema financeiro nacional e do mercado doméstico como um todo.
Apesar da redução de 0,5% na atividade econômica do país no terceiro trimestre do ano, comparado ao período abril-junho, ele citou que o crescimento está se materializando de forma gradativa. Baseado, segundo ele, na baixa taxa de desemprego, no crescimento (embora moderado) do crédito e na redução da inadimplência e do comprometimento da renda das famílias. Fatores que, no seu entender, apontam para uma "consolidação do crescimento" nos próximos trimestres.

Edição: Aécio Amado
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Vendas de motocicletas caem 8,3% no período de janeiro a novembro

Economia



Vendas de motocicletas caem 8,3% no período de janeiro a novembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/vendas-de-motocicletas-caem-83-no-periodo-de-janeiro-novembro
Dec 5th 2013, 18:13

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - As vendas de motocicletas caíram 8,3% de janeiro a novembro deste ano, passando de 1.499.397 unidades comercializadas no mesmo período do ano passado para 1.374.988. Com relação a outubro, as vendas diminuíram 1,1%, com 123.517 operações. Quando os meses de novembro são comparados, o de 2013 registra aumento de 0,3%, com 122.189 unidades. Os dados foram divulgados hoje (5), na capital paulista, pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).
No acumulado do ano, a produção alcançou 1.588.230 unidades, contra as 1.623.961 produzidas no mesmo período de 2012, o que representou uma queda de 2,2%. Segundo os dados, na comparação com novembro do ano passado, a produção teve aumento de 12,8%, com 130.468 veículos fabricados, ante 125.929 de novembro do ano passado. Com relação a outubro, a produção caiu 9,6%, com 155.525 unidades produzidas contra 171.991 do mês de novembro.
Já as exportações registraram elevação de 2,6% no acumulado do ano, com 98.002 unidades, enquanto no mesmo período do ano passado esse número alcançou 95.503. Em novembro, as vendas externas somaram 10.685 motocicletas, alta de 6,6% no comparativo com o mesmo mês de 2012 (10.025) e uma queda de 1,6% em relação a outubro, quando foram exportadas 10.864 motocicletas.
De acordo com o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, o setor de motocicletas vem sofrendo redução nas vendas desde o meio do ano passado, quando o crédito começou a sofrer restrição dos bancos privados. "De lá para cá, essa modalidade de vendas não vem reagindo e vem impactando fortemente nosso setor. Se não fosse pelos bancos públicos, certamente os resultados seriam piores".
Com base nesse cenário, Fermanian ressaltou que as indústrias traçaram seus planos para 2014 acreditando na estabilidade e em números semelhantes aos de 2013. "Se nós olharmos nos últimos dois anos, tivemos queda de 20%", destacou.
Fermanian defendeu proposta feita ao governo para mudar os critérios para a concessão da habilitação para motociclistas. A ideia é dividir a categoria em três, separando por cilindradas. "O motorista começaria preparado para determinada cilindrada e, para comprar uma moto mais potente, teria que ser preparado para evoluir para uma de maior potência", explicou.
O presidente da Abraciclo destacou que a proposta ainda está em fase embrionária, mas visa essencialmente a melhorar a qualidade dos novos habilitados que chegam ao mercado. "Queremos que as pessoas que compram a motocicleta e vão pilotar pela primeira vez no trânsito estejam melhor preparadas. Existe só uma categoria atualmente, que vale para todos os modelos, e há necessidade de ter mais experiência do usuário, quando ele for subindo na escala de cilindradas".
Edição: Davi Oliveira
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TCU diz que agências reguladoras não fazem dever de casa

Economia



TCU diz que agências reguladoras não fazem dever de casa
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Dec 5th 2013, 17:57

Danilo Macedo e Sabrina Craide

Repórteres da Agência Brasil
Brasília - O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, disse hoje (5) que o trabalho das principais agências reguladoras está aquém do desejável, e o tribunal fará, no próximo ano, auditorias em todas. A decisão foi tomada depois de uma auditoria, feita para verificar a execução de obras da segunda etapa de concessões de rodovias federais. O trabalho concluiu que 80% delas não foram feitas como era previsto. As obras deveriam ser fiscalizadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), chamando a atenção do TCU para que auditorias semelhantes sejam feitas nas demais agências reguladoras.
"Nós estamos encontrando muitas inconsistências nos trabalhos das nossas agências reguladoras. Nós vamos fazer seis auditorias no próximo ano. A qualidade dos trabalhos está muito aquém", disse Nardes. Segundo ele, é preciso desenvolver a boa governança nas agências reguladoras, para que prestem o melhor serviço à sociedade.
"Muitas vezes o tribunal entra no debate que cabe muito mais às agências fazer, mas como elas não fazem, nós estamos regulando as agências para que elas façam o seu dever de casa. Infelizmente, muitas vezes, não fazem o dever de casa", disse. No relatório da auditoria feita no contrato de concessão das rodovias BR-101 e BR-116/376, o TCU informou que há "significativa deficiência dos procedimentos de fiscalização da execução contratual, por parte na ANTT".
Além da ANTT, o país tem agências reguladoras nas áreas de energia elétrica (Aneel), aviação civil (Anac), transportes aquaviários (Antaq) e telecomunicações (Anatel).

Edição: Beto Coura
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Produção de veículos avança 11,8% em novembro e bate recorde

Economia



Produção de veículos avança 11,8% em novembro e bate recorde
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Dec 5th 2013, 16:29

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Apesar de a indústria automobilística ter apresentado retração nas vendas e na produção de veículos em novembro, na comparação anual e mensal, no acumulado de janeiro a novembro de 2014, a produção registrou recorde de 11,8%. "Superamos o melhor ano de produção que tinha sido 2011", comemorou Luiz Moan, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), ao comentar os resultados de novembro.
Segundo a associação, de janeiro a novembro deste ano foram produzidas 3,5 milhões de unidades. Em todo o ano de 2011, no entanto, a produção atingiu 3,4 milhões de veículos. Moan avalia que a manutenção do Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI), do governo federal, foi fundamental para assegurar o crescimento. "Em caminhões, tivemos nesse período um crescimento de quase 47%, em ônibus, 13% e veículos leves, 10%", informou.
O PSI é uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que oferece condições especiais para financiamento de peças e equipamentos usados na produção, e investimentos em tecnologia e inovação. "Os dados atestam a importância do programa para o setor. Segundo o governo, está garantida a manutenção dele para 2014", declarou o presidente da Anfavea.
Sobre a queda de 8,3% no licenciamento de veículos novos em novembro, na comparação com outubro, Moan considera que, na verdade, as vendas ficaram estáveis, considerando a diferença de dias úteis entre os períodos comparados. "Se não tivéssemos tido dois dias úteis a mais em novembro com certeza nós teríamos um empate", avaliou. A média de carros licenciados em outubro foi 15 unidades por dia. Em novembro, houve leve acréscimo, ficando em 15,1, uma alta de 0,9% na média diária.
Outro fator que teve impacto no resultado, na avaliação da entidade, foi o impasse sobre a manutenção do PSI. "Tanto caminhões, como ônibus, tiveram uma interrupção no processo de vendas pelas indefinições do programa", apontou Moan. Ele destacou que os licenciamentos de caminhões, por exemplo, caíram 13,4% entre outubro e novembro; e os de ônibus recuaram 6,3% no mesmo período. "Em novembro, fomos convocados para uma reunião no BNDES, onde se retornou o mecanismo de PSI e, de certa maneira, conseguimos destravar um pouco o volume de vendas do mês", apontou.
As exportações também registraram recorde. Foram negociados R$ 15,4 bilhões de dólares de janeiro a novembro deste ano. "É o maior número que a indústria automobilística exportou mesmo considerando anos fechados", destacou o presidente da Anfavea. Em relação às unidades exportadas, houve crescimento de 29,4% no acumulado dos primeiros 11 meses do ano. Na comparação de novembro com o mês anterior, no entanto, foi registrada retração de 12,7%.
Em relação às máquinas agrícolas, de janeiro a novembro, as vendas internas avançaram 19,9%. "Tenho impressão de que o volume poderia ter sido um pouco melhor, em razão também da indefinição do PSI", avaliou Moan. De outubro para novembro, houve decréscimo de 17,6% nas vendas.
Para o fechamento do ano, cujos resultados devem ser apresentados em janeiro, Luiz Moan projeta que o setor deve ter pequeno crescimento em relação a 2012 ou permanecer estável. "Tínhamos uma previsão inicial de vendas com crescimento de 3,5%. Neste momento, estamos falando de um empate técnico em relação a 2012. Portanto, não é ano excelente, mas um ano muito bom", avaliou.


Edição: Beto Coura

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Captação líquida da poupança é a mais alta de todos os tempos

Economia



Captação líquida da poupança é a mais alta de todos os tempos
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Dec 5th 2013, 16:34

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os depósitos em cadernetas de poupança somaram R$ 120,826 bilhões no mês de novembro, enquanto os saques contabilizaram R$ 114,440 bilhões, deixando saldo de R$ 6,385 bilhões. Com isso, a captação líquida no ano sobe para R$ 59,845 bilhões, ou R$ 10,126 bilhões a mais que em todo o ano passado, e é a maior captação anual já registrada na história das cadernetas de poupança.
Os números foram divulgados hoje (5) pelo Banco Central, em relatório que mostra estoque total de R$ 583,728 bilhões, dos quais R$ 456,193 bilhões em depósitos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que opera parte dos financiamentos imobiliários, e R$ 127,535 bilhões se referem à poupança rural.
A captação da poupança está positiva há 21 meses, desde março do ano passado, e poderia até ter sido maior no mês, não fosse o fato de novembro ter tido só 21 dias úteis, enquanto outubro teve 23. A diferença explica em parte por que depósitos e retiradas das cadernetas foram maiores no mês anterior. Os rendimentos do estoque da poupança somaram R$ 3,092 bilhões em novembro.
Edição: Nádia Franco
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Consumidor avalia bem distribuidoras de serviço elétrico

Economia



Consumidor avalia bem distribuidoras de serviço elétrico
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Dec 5th 2013, 16:29

Da Agência Brasil
Brasília - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou hoje (5) o resultado da pesquisa que avalia o Índice Aneel de Satisfação do Consumidor. Neste ano a pesquisa mostra que o nível de satisfação geral do consumidor no país está com uma pontuação de 60,41, média considerada boa. Porém, ela está mais baixa do que a de 2012 que obteve 61,51 pontos. Na ocasião, as distribuidoras de energia mais bem avaliadas pelos consumidores receberam a premiação Iasc 2013.
A Companhia Sul Sergipana de Eletricidade (Sulgipe) foi a melhor avaliada pela Aneel. Ela foi premiada regional e também ficou em primeiro lugar na avaliação nacional. Segundo o diretor gerente da Sulgipe, Ivan Leite, é o oitavo prêmio Iasc regional que a companhia recebe. "Dos 14 prêmios Iasc ganhos pela Sulgip,esse é o oitavo prêmio do Nordeste – avaliação regional - o que demonstra que não é um acaso, é fruto de um trabalho continuado".
De acordo com o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, a avaliação é uma oportunidade de ouvir o consumidor. "O principal benefício dessa pesquisa é a concessionária usá-la para identificar os pontos que precisa melhorar. Não só na qualidade do serviço mas, principalmente, no atendimento". Segundo ele, a Aneel está desenvolvendo mecanismo para monitorar de maneira preventiva e corrigir os rumos para que o serviço seja de melhor qualidade.
Na premiação, 24 distribuidoras concorreram em nove categorias. Na categoria regional são entregues sete prêmios para a melhor a empresa por região e por número de consumidores atendidos. Também são premiadas em âmbito nacional a distribuidora mais bem avaliada na percepção dos consumidores e com maior crescimento do índice em relação ao ano anterior.
O secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grudtner, disse que o prêmio incentiva as distribuidoras a melhorarem a prestação dos serviços de distribuição de energia. "Não é só penalizá-los pelo não alcance dos índices desejados de satisfação pela prestação do serviço, mas premiar o maior índice de satisfação do consumidor já que ele é a razão principal da realização do serviço", disse o secretário.
Edição: Marcos Chagas
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Ritmo de redução da pobreza na América Latina ficou mais moderado, diz Cepal

Economia



Ritmo de redução da pobreza na América Latina ficou mais moderado, diz Cepal
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Dec 5th 2013, 15:30


Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A população latino-americana em situação de pobreza atinge 164 milhões de pessoas neste ano, equivalentes a 27,9% do total. Destes, 68 milhões, ou 11,5% dos habitantes da região, estão na extrema pobreza, de acordo com projeções divulgadas hoje (5) no Segundo Panorama Social 2013 da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).
Apresentado pela secretária executiva da Cepal, Alicia Bárcena, em Santiago, no Chile, e transmitido ao vivo pela internet, o relatório mostra que de 2002 a 2012 a pobreza na região diminuiu 15,7 pontos percentuais (de 43,9% para 28,2%) e a indigência baixou 8 pontos percentuais (de 19,3% para 11,3%). Processo verificado principalmente na segunda metade da década passada.
Segundo Alicia Bárcena, ainda que tenha sido registrada queda nas taxas de pobreza (1,4%) e de indigência (0,3%) em 2012, comparado a 2011, "moderou-se o ritmo com que essas taxas vinham se reduzindo há uma década". Em termos absolutos, a pobreza de 2012 se mantém estável em 2013. Em contrapartida, os 66 milhões de indigentes no ano passado, aumentaram para 68 milhões, disse ela.
Em relação ao Brasil, especificamente, as ações de distribuição de renda, geração de trabalho e apoio assistencial, reduziram pela metade os índices de pobreza e indigência em sete anos, de acordo com o secretário adjunto da Cepal, o brasileiro Antonio Prado. Os 36,4% de pobreza em 2005 foram reduzidos a 20,9% em 2011 e a 18,6% em 2012, enquanto a pobreza extrema caiu de 10,7% para 6,1% e 5,4%, respectivamente. Significa dizer que 48 milhões de brasileiros, ou 24% da população, permanecem nestas duas faixas sociais.
Os números da Cepal mostram queda vertiginosa da pobreza e da indigência na Argentina, de 2005 para 2012: a pobreza diminuiu de 30,6% para 4,3% e a indigência de 11,9% para 1,7%. Com isso, só 6% dos argentinos passam necessidades. Houve reduções acentuadas também no Uruguai, onde a pobreza cedeu de 18,8% para 5,9% e a indigência passou de 4,1% para 1,1%. Restam, portanto, 7% de uruguaios carentes das ações governamentais.
A situação melhorou muito também no Peru, que conseguiu reduzir de 73,9% para 31,8% a população carente, na Venezuela (de 53% para 33,6%) e no Equador (de 69,5% para 45,1%). A Cepal registra aumento da população carente no México, que passou de 40,4% para 51,3%, e alguns países não dispõem de números atualizados, principalmente nos países da América Central, onde Costa Rica se sobressai com 25,1% de pobres e indigentes. El Salvador, Honduras, Guatemala, Nicarágua e Panamá têm níveis de pobreza bem mais altos.
Edição:Valéria Aguiar
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Pedágio na BR-050 começará a ser cobrado após um ano

Economia



Pedágio na BR-050 começará a ser cobrado após um ano
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Dec 5th 2013, 14:31

Jorge Wamburg

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O governo assinou hoje (5) contrato de concessão da Rodovia BR-050, com 436,6 quilômetros, que liga Goiás a Minas Gerais, que é o primeiro do Programa de Investimentos em Logística. A previsão de investimentos chega a R$ 3 bilhões em 30 anos de exploração. A cobrança de pedágio só começará dentro de um ano, depois que o vencedor do leilão, o Consórcio Planalto, duplicar 21,8 quilômetros de Cristalina (GO) à divisa entre os dois estados, equivalente a 10% das obras de 218,5 quilômetros, com aplicação de R$ 650 milhões.
Os 218,1 quilômetros restantes estão praticamente duplicados, segundo o Ministério dos Transportes. O valor do pedágio apresentado pelo consórcio, de R$ 0,004534 por quilômetro de rodovia, representou 42,38% de deságio, que é a diferença entre o teto estabelecido no edital e o oferecido pela concessionária.
Após a assinatura do contrato, o ministro dos Transportes, César Borges, ressaltou que a assinatura do contrato representa a política do governo para as estradas. "O primeiro é a duplicação das rodovias para ligar as regiões produtoras, permitindo melhor escoamento da safra e reduzindo os custos de logística; o segundo é a modicidade tarifária, para não impor altos custos à população, como demonstra o deságio de 42,38% desta concessão".
Conforme o contrato, o Consórcio Planalto, que venceu o leilão no dia 18 de setembro, deverá investir na recuperação, manutenção e conservação da BR-050. No primeiro ano de trabalho, a partir de janeiro de 2014, a empresa prevê gastos de R$ 300 milhões, segundo o presidente do consórcio, Helvécio Ferreira Soares. Nos próximos cinco anos, o total a ser investido deve chegar a R$ 1,4 bilhão, conforme Soares. As obras previstas vão de reparos no asfalto à melhoria da segurança, recuperação de pontes, viadutos e drenagem, além da implantação de serviços de apoio aos motoristas.


Edição: Carolina Pimentel
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Agricultura prorroga autorização para uso de agrotóxicos em algodão

Economia



Agricultura prorroga autorização para uso de agrotóxicos em algodão
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/agricultura-prorroga-autorizacao-para-uso-de-agrotoxicos-em-algodao
Dec 5th 2013, 13:59

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Agricultura estendeu a autorização para pulverização de agrotóxicos em lavouras de algodão. Antes permitido para a safra 2012/2013, o uso agora pode ser feito até 31 de julho de 2014. A medida foi publicada hoje (5) no Diário Oficial da União. Segundo o ministério, a prorrogação é necessária para evitar perdas nas lavouras.
Os agrotóxicos que contêm as substâncias imidacloprido, tiametoxam, clotianidina e fipronil podem reduzir as populações de abelhas, causando desequilíbrio no ecossistema. Este ano, o Ministério da Agricultura permitiu a pulverização emergencial dos produtos em lavouras de algodão, arroz, cana-de-açúcar e trigo, mas impôs restrições.
Antes da aplicação, os agricultores deverão notificar os apicultores localizados em um raio de 6 quilômetros do local, com antecedência mínima de 48 horas. A fiscalização da utilização restrita fica a cargo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Edição: Graça Adjuto
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Pesquisa aponta que consumidor paulistano está mais cauteloso

Economia



Pesquisa aponta que consumidor paulistano está mais cauteloso
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Dec 5th 2013, 13:05

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Os consumidores da capital paulista demonstraram, em outubro, maior interesse em ir às compras do que em setembro, com alta de 1,2%. Esse avanço, entretanto, foi menor do que o registrado entre agosto e setembro (2,7%), como aponta o índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Com relação a igual mês do ano passado, houve queda de 10,4%.
A FecomercioSP explicou que esse avanço está associado às compras de Natal. Quatro dos sete itens apurados indicam aumento, com destaque para perspectiva profissional (137,4 pontos) e perspectiva de consumo (123,5 pontos), ambos com elevação de 6,2%. Com relação à renda atual (141,5 pontos) houve alta de 2,4%, e acesso ao crédito (140,7 pontos), crescimento de 0,2%.
No quesito momento para duráveis, foi verificada queda de 4% (115,5 pontos); emprego atual caiu 2,8% (124,7 pontos) e o nível de consumo atual ficou praticamente estável, ao recuar 0,2% (94,2 pontos).
Pelo sexto mês consecutivo, as famílias com renda inferior a dez salários mínimos demonstraram maior satisfação com a renda, em comparação às que têm ganhos superiores a esse teto, com 127 pontos ante 120,6 pontos. Sobre outubro do ano passado, todos os itens indicaram queda, entre eles o que se refere ao momento para duráveis (-21,1%); nível de consumo atual (-16,7%) e emprego atual (-10,6%).
Edição: Davi Oliveira
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Escassez leva o Ministério da Agricultura rever uso obrigatório de semente orgânica

Economia



Escassez leva o Ministério da Agricultura rever uso obrigatório de semente orgânica
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Dec 5th 2013, 13:07

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento decidiu rever a proibição do uso de sementes e mudas convencionais na agricultura orgânica, que passaria a valer a partir de 19 de dezembro. Pela regra em vigor até agora, a partir desta data o uso exclusivo de sementes orgânicas se tornaria obrigatório. Serão feitas alterações em uma Instrução Normativa sobre o assunto, que passam a valer após serem publicadas no Diário Oficial da União.
A mudança foi decidida pela Câmara Temática da Agricultura Orgânica, vinculada ao órgão. Segundo informações do Ministério da Agricultura, a decisão tem amparo em uma consulta pública que envolveu setor produtivo, associações, órgãos de pesquisa e certificadoras. Ainda de acordo com o ministério, atualmente há escassez de sementes orgânicas para atender à demanda da cadeia produtiva. A alternativa proposta à obrigatoriedade generalizada é que, a partir de 2016, cada estado produza listas definindo quais espécies e variedades deverão ser obrigatoriamente orgânicas.
Segundo o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, é preciso estimular a pesquisa e o desenvolvimento para que se crie condições ideais à produção orgânica. "Enquanto não houver estas condições, é preciso ter uma legislação simplificada", disse. O ministério informou ainda, por meio de sua assessoria de imprensa, que estimula a adoção de sementes orgânicas e que abriu seleção pública para contratar consultores que irão catalogar espécies de interesse.
Além da decisão sobre as sementes, a Câmara da Agricultura Orgânica propôs alterar regras sobre outros insumos, cuja utilização também seria restrita a partir de 19 de dezembro. As vitaminas e pró-vitaminas de origem sintética para animais, que não seriam mais permitidas, poderão ser usadas quando sua falta comprometer a saúde do rebanho e não houver disponibilidade de fontes naturais. Foi mantida a permissão de uso de esterco vindo de sistemas não orgânicos, desde que haja controle de risco e contaminantes. Por fim, resíduos de biodigestores e lagoas de decantação poderão ser utilizados, desde que seja feita uma análise de risco pelos organismos de avaliação de conformidade e organizações de controle social.
Edição: José Romildo

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Reabertura do Refis pode proporcionar receita de R$ 20 bilhões, diz Mantega

Economia



Reabertura do Refis pode proporcionar receita de R$ 20 bilhões, diz Mantega
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/reabertura-do-refis-pode-proporcionar-receita-de-r-20-bilhoes-diz-mantega
Dec 5th 2013, 12:23

Mariana Branco*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou hoje (5) que a adesão dos empresários à reabertura do Programa de Recuperação Fiscal (Refis) da Receita Federal proporcionará receita próxima de R$ 20 bilhões em novembro. "Nós estamos apurando ainda, mas [o valor] deve ficar próximo disso", declarou.
Na semana passada, o secretário Tesouro Nacional, Arno Augustin, havia adiantado que a abertura de parcelamentos especiais e o leilão do Campo de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, que representará entrada de R$ 15 bilhões em caixa, trariam resultados recorde para o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) e ajudariam no cumprimento da meta fiscal, de economia de R$ 73 milhões.
Até outubro, o superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) soma R$ 33,433 bilhões. Para alcançar a meta ajustada sem a necessidade de mudar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) ou recorrer a manobras contábeis, o governo precisa economizar R$ 39,6 bilhões em novembro e dezembro.
*Colaborou Wellton Máximo

Edição: José Romildo

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Dieese: cesta básica fica mais cara em 15 capitais

Economia



Dieese: cesta básica fica mais cara em 15 capitais
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/dieese-cesta-basica-fica-mais-cara-em-15-capitais
Dec 5th 2013, 12:50

Fernanda Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O custo da cesta básica em novembro aumentou em 15 das 18 capitais analisadas pela pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Fortaleza registrou a maior alta, 3,47%.
Além de Fortaleza, as principais altas registradas no país ocorreram em Florianópolis e Belo Horizonte (ambas de 2,67%), Vitória (2,43%), Natal (2,28) e Manaus (2,26). As três capitais que registraram queda no valor da cesta básica foram: Goiânia (-3,06%), Aracaju (-1,73%) e Recife (-0,69%).
Porto Alegre foi, pelo segundo mês consecutivo, a capital com a cesta mais cara: R$ 328,72. Em seguida, aparecem São Paulo (R$ 325,56), Vitória (R$ 321,41) e o Rio de Janeiro (R$ 316,88). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 218,71), Goiânia (R$ 254,44) e João Pessoa (R$ 257,16).
Pelos cálculos do Dieese, o valor do salário mínimo necessário para um trabalhador e sua família suprirem as despesas em novembro deveria ser R$ 2.761,58, ou seja, 4,07 vezes o mínimo em vigor (R$ 678). Em outubro, o valor era R$ 2.729,24.
Com a elevação do custo da cesta, a jornada de trabalho necessária para o trabalhador que ganha salário mínimo adquirir a cesta básica aumentou em cerca de uma hora, totalizando, na média das 18 capitais, 93 horas e 17 minutos. Em outubro, esse tempo foi 92 horas e 15 minutos.
Nos últimos 12 meses, todas as 17 capitais pesquisadas registraram aumento na cesta básica. As maiores altas ocorreram em Salvador (17,89%), no Rio de Janeiro (16,46%) e em Porto Alegre (14,6%).
Edição: Graça Adjuto
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Índice de confiança do comércio tem quarta queda consecutiva

Economia



Índice de confiança do comércio tem quarta queda consecutiva
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/indice-de-confianca-do-comercio-tem-quarta-queda-consecutiva
Dec 5th 2013, 11:32

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de janeiro – A confiança do setor do comércio recuou 3,1% em novembro na comparação com mesmo período do ano passado, a quarta queda seguida na comparação anual, de acordo com o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado hoje (5) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O estudo indica que a queda foi provocada, principalmente, pelo recuo de 10,4% na percepção dos empresários sobre as condições atuais em relação ao estado geral da economia. Com esta queda anual, o índice de condições atuais (Iceac) se manteve abaixo do nível de indiferença (100 pontos) pelo quinto mês seguido. A percepção das condições econômicas ainda neste índice registrou queda de 18,5%, a segunda maior em toda a série histórica da pesquisa. Para 62,4% dos entrevistados houve piora em relação ao mesmo período do ano passado.
O estudo mostra também que o Norte (104,4 pontos) e Nordeste (102,2 pontos) são as únicas áreas pesquisadas que ainda apresentam mais avaliações positivas do que negativas, na comparação anual, apesar das quedas de 4,3% e 9,9%. As regiões com volume de vendas do varejo, medido pela pesquisa mensal de comércio do IBGE (PMC), tem crescido acima da média nacional.
O índice que mede as expectativas (Ieec) recuou -0,6%, influenciado pela deterioração do otimismo em relação às condições econômicas gerais. Já as perspectivas para as empresas do comércio e para o setor como um todo têm se mantido estáveis ao longo do segundo semestre, após registrar quedas na primeira metade do ano, quando o volume de vendas do varejo registrou o menor crescimento em uma década.
As intenções de investimento do setor do comércio também caíram 0,1%. Dois em cada três empresários pretendem aumentar o quadro de funcionários das suas empresas, segundo a pesquisa. A enquete atribuiu a necessidade de novas contratações à retomada gradual do ritmo das vendas do comércio. De acordo com a CNC, a avaliação dos estoques reagiu positivamente pela primeira vez em sete meses, com avanço de 1,5% na propensão à realização de investimento em estoques. A parcela de empresários que percebe o nível atual de estoques acima do adequado recuou de 20,3% em outubro para 19% em novembro.
Em relação a outubro de 2013, houve recuo de 0,6%, a primeira queda em quatro meses. De acordo com o CNC, o resultado contraria as expectativas para novembro, um mês que tipicamente apresenta aumento na confiança do setor.
Edição: José Romildo

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Venda de veículos novos tem queda de 8,6% em novembro, aponta Anfavea

Economia



Venda de veículos novos tem queda de 8,6% em novembro, aponta Anfavea
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/venda-de-veiculos-novos-tem-queda-de-86-em-novembro-aponta-anfavea
Dec 5th 2013, 11:42

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A venda de veículos novos caiu 8,6% em novembro, na comparação com o mês anterior, apontam os dados divulgados hoje (5) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Em relação ao mesmo período do ano passado, a queda foi menor, ficando em 2,8%.
Em números absolutos, foram licenciados 302,9 mil veículos no último mês. Em outubro, haviam sido comercializadas 330,2 mil unidades.
Também houve retração no acumulado do ano. De janeiro até novembro foram vendidos 3,41 milhões de veículos, enquanto, no mesmo período do ano passado, foram 3,44 milhões, uma queda de 0,8%.
A produção registrou decréscimo de 10,7%. Foram produzidos 289,6 mil unidades em novembro, ante 324,4 mil em outubro. Em relação a novembro de 2012, quando foram fabricados 314,7 mil veículos, a queda alcançou 8%.
Edição: Davi Oliveira
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Copom reforça que BC deve se manter vigilante, mas destaca recuo na inflação

Economia



Copom reforça que BC deve se manter vigilante, mas destaca recuo na inflação
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/copom-reforca-que-bc-deve-se-manter-vigilante-mas-destaca-recuo-na-inflacao
Dec 5th 2013, 10:00

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A inflação deve ficar acima do centro da meta (4,5%) este ano, apesar de a projeção ter diminuído em relação a outubro. Essa avaliação é do cenário de referência, divulgada hoje (5) na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
Na ata, o BC não divulga o valor da projeção, como faz no Relatório de Inflação, divulgado trimestralmente. Nessa simulação do cenário de referência foram consideradas as hipóteses de manutenção da taxa de câmbio em R$2,30 e a taxa Selic em 9,50% ao ano.
De acordo com a ata, no cenário de mercado, que considera trajetórias para câmbio e juros em pesquisa feita a instituições financeiras, a projeção para a inflação também recuou, apesar de seguir acima do centro da meta.
Para 2014, a projeção se manteve estável no cenário de referência e recuou no de mercado, em relação a outubro. Mas, nos dois cenários, a inflação segue acima do centro da meta.
Na condução da política monetária, o objetivo do BC é atingir o centro da meta de inflação. Mas o BC tem ainda margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, para que o limite não seja ultrapassado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), escolhido para a meta, tem de fechar o ano em, no máximo, 6,5%.
Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Na ata, o comitê reforçou que o BC deve se manter "especialmente vigilante, de modo a minimizar riscos de que níveis elevados de inflação, como o observado nos últimos doze meses, persistam no horizonte relevante para a política monetária [definição da Selic]".
O BC também informou que considerou ser "apropriada a continuidade do ritmo de ajuste das condições monetárias ora em curso". Entretanto, ponderou que os efeitos das elevações da Selic demoram a aparecer. "O comitê pondera que a transmissão dos efeitos das ações de política monetária para a inflação ocorre com defasagens", destacou.
Na última reunião do ano, nos dias 26 e 27 de novembro, o Copom elevou a Selic pela sexta vez seguida. A taxa foi ajustada em 0,5 ponto percentual para 10% ao ano.
Com a alta da inflação, neste ano, o Copom iniciou em abril o ciclo de alta da Selic. Naquele mês, a taxa básica passou de 7,25% ao ano para 7,50% ao ano. A partir da reunião de maio, o ajuste passou a ser maior, de 0,5 ponto percentual.
Edição: José Romildo

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BC mantém projeção de recuo do preço da eletricidade e de aumento da gasolina para consumidor

Economia



BC mantém projeção de recuo do preço da eletricidade e de aumento da gasolina para consumidor
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Dec 5th 2013, 09:09

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a projeção de recuo de cerca de 16% na na tarifa residencial de eletricidade. Essa estimativa leva em conta os impactos diretos das reduções de encargos setoriais anunciadas pelo governo e os reajustes e revisões tarifárias programados para este ano. A informação consta da ata da última reunião do comitê, realizada nos dias 26 e 27 de novembro, divulgada hoje (5).
O Copom também manteve a projeção de aumento de 2,5% no preço do botijão de gás e redução de 1% na tarifa de telefonia fixa para o acumulado de 2013.
Também não houve alteração na estimativa de reajuste do preço da gasolina para o consumidor em 5% no acumulado do ano. A reunião do Copom foi realizada antes do último anúncio de aumento da gasolina.
No último dia 29, o a Petrobras anunciou reajuste nos preços da gasolina e do óleo diesel para as refinarias. Segundo fato relevante divulgado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o reajuste da gasolina ficou em 4% e do óleo diesel, em 8%.
Neste ano, também houve reajuste da gasolina no dia 30 de janeiro, um aumento de 6,6%. Já o diesel subiu 5,4% e mais 5% no dia 6 de março.
Um dia depois do reajuste da gasolina para as refinarias, alguns postos de Brasília, por exemplo, já aumentaram o valor dos combustíveis para os consumidores.
A ata do Copom informa ainda que a projeção para o conjunto de preços administrados por contrato ou monitorados, neste ano, caiu para 1,2%, com recuo de 0,3 ponto percentual em relação ao previsto em outubro. Para 2014, foi mantida a projeção de 4,5%.

Edição: José Romildo

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Emprego e renda garantem aquecimento no comércio varejista, informa Serasa

Economia



Emprego e renda garantem aquecimento no comércio varejista, informa Serasa
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/emprego-e-renda-garantem-aquecimento-no-comercio-varejista-informa-serasa
Dec 5th 2013, 09:46

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Os brasileiros estão comprando mais do que no ano passado, segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. O movimento foi 1,1% maior, em novembro, sobre outubro último, e 6,7% superior a igual mês do ano passado. De janeiro a novembro, houve alta de 5,2% em comparação ao mesmo período de 2012.
Para os economistas da Serasa Experian, "a boa configuração do mercado de trabalho [desemprego baixo e estável com ganhos reais de rendimento], a atual trajetória de redução dos níveis de inadimplência do consumidor, os estímulos provindos do programa Minha Casa Melhor e a entrada da primeira parcela do 13º salário impulsionaram a atividade varejista em novembro".
A maior procura no mês passado foi verificada no segmento de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática, com elevação de 1%. Nos supermercados, hipermercados e demais estabelecimentos de venda de alimentos e bebidas, a evolução foi pequena: 0,2%.E essa mesma taxa foi registrada nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios.
Mas nem todos os setores apresentaram boa demanda. O desempenho foi negativo no movimento de interessados em veículos, motos e peças com recuo de 5,2%. Também caiu 1% a procura por combustíveis e lubrificantes e 0,9% no caso de material de construção.
Quando se avalia o acumulado do ano, o segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas lidera o ranking do comércio varejista com expansão de 6,4% no movimento de clientes. Em seguida, aparecem na lista combustíveis e lubrificantes com alta de 5,1%; lojas de veículos, motos e peças com avanço de 3,8%; móveis, eletroeletrônicos e informática com alta de 3,3% e um aumento igual a este foi observado no setor de material de construção. Nos pontos de venda de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, o movimento de consumidores cresceu 3,2%.
Edição: José Romildo

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Efeitos das elevações da Selic este ano são defasados, diz Copom

Economia



Efeitos das elevações da Selic este ano são defasados, diz Copom
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-05/efeitos-das-elevacoes-da-selic-este-ano-sao-defasados-diz-copom
Dec 5th 2013, 08:40

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A transmissão dos efeitos das elevações da taxa básica de juros, a Selic, para a inflação este ano ocorrem com defasagens. A avaliação está na ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje (5) pelo Banco Central (BC).
O BC fez essa ponderação depois de reforçar, na ata, que o BC deve se manter "especialmente vigilante, de modo a minimizar riscos de que níveis elevados de inflação, como o observado nos últimos 12 meses, persistam no horizonte relevante para a política monetária [definição da Selic]".
Na última reunião do ano, nos dias 26 e 27 de novembro, o Copom elevou a Selic pela sexta vez seguida. A taxa foi ajustada em 0,5 ponto percentual para 10% ao ano. Com a alta da inflação, neste ano, o Copom iniciou em abril o ciclo de alta da Selic. Naquele mês, a taxa básica passou de 7,25% ao ano para 7,50% ao ano. A partir da reunião de maio, o ajuste passou a ser maior, de 0,5 ponto percentual.
A Selic é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.
O BC tem de encontrar equilíbrio ao tomar essas decisões e assim fazer com que a inflação fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. A meta tem como centro 4,5% e esse é o objetivo principal do BC, mas há uma margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, para que o limite não seja ultrapassado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), escolhido para a meta, tem de fechar o ano em, no máximo, 6,5%.
A previsão de analistas do mercado financeiro é que neste ano o IPCA fique em 5,81%, abaixo do resultado de 2012 (5,84%).

Edição: José Romildo

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