Parcelamentos farão governo fechar 2013 com recorde de receitas extraordinárias

6 de dezembro de 2013

Economia



Parcelamentos farão governo fechar 2013 com recorde de receitas extraordinárias
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/parcelamentos-farao-governo-fechar-2013-com-recorde-de-receitas-extraordinarias
Dec 6th 2013, 19:21

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os R$ 20,376 bilhões que entraram nos cofres públicos em novembro por causa da reabertura do Refis da Crise e da criação de dois parcelamentos especiais farão o governo fechar o ano com recorde de receitas extraordinárias. Até novembro, as receitas atípicas (que não se repetem) somam R$ 24,376 bilhões.
O valor aproxima-se do recorde anual registrado em 2009, quando as receitas extraordinárias haviam totalizado R$ 24,934 bilhões. O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, disse que esse tipo de recurso encerrará 2013 no maior nível da história. "Somente com os pagamentos dos parcelamentos em dezembro, certamente superaremos o valor apurado em 2009", estimou.
Há quatro anos, a arrecadação extraordinária foi inflada por duas situações. Em 2009, entrou em vigor a primeira versão do Refis da Crise. Além disso, o governo determinou a transferência para a conta única do Tesouro Nacional de depósitos judiciais anteriores a novembro de 1998 que estavam na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil.
Neste ano, além dos parcelamentos especiais, as receitas extraordinárias foram infladas pelo pagamento, em maio, de R$ 3 bilhões do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) relativos à abertura de negociação de ações na bolsa pela BB Seguridade, subsidiária do Banco do Brasil.
Houve ainda em junho o depósito judicial de R$ 1 bilhão do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) por uma mineradora que perdeu uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF). A estatística deste ano, no entanto, não engloba os R$ 15 bilhões da assinatura do contrato do leilão do Campo de Libra, na camada pré-sal, porque os recursos de concessões não são administrados pela Receita.
As receitas extraordinárias são importantes para o governo alcançar a meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) sem recorrer a manobras fiscais. Até outubro, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) tinha economizado R$ 33,4 bilhões, cerca de R$ 40 bilhões abaixo da meta ajustada de R$ 73 bilhões no ano.
Somente com o leilão de Libra e os parcelamentos especiais, o governo conseguiu R$ 35,4 bilhões em novembro, reduzindo para R$ 4,6 bilhões o montante que precisará economizar nos últimos dois meses do ano com as receitas correntes (típicas). Na semana passada, o secretário do Tesouro, Arno Augustin, declarou que o leilão da camada pré-sal e as renegociações de dívidas elevariam o superávit primário a níveis históricos em novembro e dezembro.
Edição: Juliana Andrade
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Entrevista coletiva do secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Freitas Barreto

Economia



Entrevista coletiva do secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Freitas Barreto
http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2013-12-06/entrevista-coletiva-do-secretario-da-receita-federal-carlos-alberto-freitas-barreto
Dec 6th 2013, 18:07

Brasília - O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Freitas Barreto, concede entrevista coletivaBrasília - O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Freitas Barreto, concede entrevista coletiva



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Parcelamentos extraordinários renderam R$ 20,4 bilhões aos cofres federais em novembro

Economia



Parcelamentos extraordinários renderam R$ 20,4 bilhões aos cofres federais em novembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/parcelamentos-extraordinarios-renderam-r-204-bilhoes-aos-cofres-federais-em-novembro
Dec 6th 2013, 18:14


Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A reabertura do parcelamento de dívidas de contribuintes com a União, conhecido como Refis da Crise, e a criação de dois parcelamentos extraordinários para instituições financeiras e multinacionais renderam R$ 20,376 bilhões aos cofres federais em novembro. O número foi divulgado hoje (6) pelo secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto.
Adiantado ontem (5) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, o valor supera todas as expectativas do governo. Inicialmente, a Receita Federal previa que a arrecadação extra, com os três parcelamentos, poderia ficar entre R$ 7 bilhões e R$ 12 bilhões. No último dia 20, o Ministério do Planejamento revisara a projeção para R$ 16,3 bilhões.
Segundo Barreto, o valor arrecadado surpreendeu a equipe econômica. Ele reconheceu que as estimativas do Fisco eram conservadoras. "A nossa previsão era efetivamente conservadora. Não podíamos antecipar o comportamento do contribuinte, que viu a oportunidade de se livrar de ações judiciais e foi atraído pela redução das penalidades [multas e juros] nos parcelamentos. Era uma vantagem que não tínhamos como mensurar", explicou.
O parcelamento do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) devida pelas instituições financeiras foi o que mais rendeu recursos ao governo: R$ 12,076 bilhões, dos quais quase a totalidade, R$ 12,061 bilhões foram pagos à vista com desconto de 100% nas multas. Segundo Barreto, a engenharia das instituições financeiras, que podem financiar os próprios recursos, estimulou a quitação imediata dos débitos.
O refinanciamento de PIS/Cofins também engloba a dívida de empresas que questionam a inclusão do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) embutido no preço das mercadorias na base de cálculo desses dois tributos. Nessa modalidade, o governo arrecadou R$ 614,95 milhões, dos quais R$ 612,99 foram pagos à vista.
O parcelamento de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) cobrados sobre lucros no exterior de multinacionais brasileiras rendeu R$ 7,572 bilhões, mas a Receita não soube informar quanto desse valor foi pago à vista ou parcelado em até 180 meses (15 anos) por causa de um erro no código de pagamento.
Somente a mineradora Vale pagou R$ 6 bilhões referentes à primeira parcela, de um total de R$ 22,3 bilhões de dívidas de lucros apurados em outros países. Apesar de a empresa ter divulgado a informação, a Receita não pôde confirmar para preservar o sigilo fiscal dos contribuintes.
O prazo para requerer os parcelamentos de PIS/Cofins e dos impostos sobre os lucros de multinacionais terminou em 29 de novembro. A adesão à reabertura do Refis da Crise, que engloba dívidas de qualquer natureza com a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, vai até 30 de dezembro. Em novembro, o governo arrecadou R$ 112,97 milhões com esse parcelamento, dos quais somente R$ 16,21 milhões foram pagos à vista.
Segundo Barreto, muitos contribuintes estão esperando até o fim do ano para aderir à reabertura do Refis da Crise. "Ainda estamos comunicando os contribuintes e fazendo cobranças. Muitos estão fechando a adesão, mas teremos, além do pagamento à vista, um fluxo de parcelas que vai impulsionar a arrecadação daqui para a frente", explicou.


Edição: Aécio Amado
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Carga de energia do Sistema Interligado Nacional cresce 6% em novembro

Economia



Carga de energia do Sistema Interligado Nacional cresce 6% em novembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/carga-de-energia-do-sistema-interligado-nacional-cresce-6-em-novembro
Dec 6th 2013, 18:40

Paulo Virgilio

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A carga de energia gerada pelas usinas que integram o Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu 6% em novembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a outubro, houve aumento de 0,6% e o acumulado dos últimos 12 meses apresentou variação positiva de 3,8%, em relação ao mesmo período anterior. Os dados constam do Boletim de Carga Mensal, divulgado hoje (6) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
Com participação de cerca de 60% da carga do SIN, o comportamento do Subsistema Sudeste/Centro-Oeste tem sido, de acordo com o boletim do ONS, fortemente afetado pelo comportamento da indústria, "que ainda não apresenta uma dinâmica de recuperação bem definida". No entanto, a taxa de crescimento de 5,4% em relação a novembro de 2012, superior ao que vem sendo observado ao longo do ano, pode ser explicada, entre outros fatores, pelo comportamento atípico da carga naquele mês do ano passado, em função das temperaturas amenas na região e do menor número de dias úteis.
Já o crescimento de 24,1% no Subsistema Norte em novembro, em relação a igual mês de 2012, foi justificado, segundo o boletim do ONS, pela integração de Manaus ao sistema interligado. No Subsistema Nordeste, a alta ficou em 4,1%, em relação a novembro de 2012, e no Subsistema Sul, em 2,9%, na mesma base de comparação.

Edição: Juliana Andrade
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Inflação da construção civil diminui em novembro

Economia



Inflação da construção civil diminui em novembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/inflacao-da-construcao-civil-diminui-em-novembro
Dec 6th 2013, 14:17

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) caiu 0,02 ponto percentual em novembro na comparação com outubro, informou hoje (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Sinapi encerrou o mês em 0,42%, acumulando queda de 0,35% em 2013, resultado inferior aos 5,23% somados no mesmo período do ano passado. Em 12 meses, o índice que mede a inflação da construção civil acumula 0,08%.
A queda da inflação foi puxada pela redução nos custos de mão de obra, de 0,33% em outubro para 0,08% em novembro. Já o índice dos custos com material subiu de 0,54% para 0,69% na passagem do mês.
O gasto médio com a construção de um metro quadrado em todo o país encareceu de R$ 849,07 em outubro para R$ 852,62. Compõem esse valor R$ 471,51 de materiais e R$ 381,11 de mão de obra.
Edição: Juliana Andrade
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Custo de vida aumenta 0,45% em novembro em São Paulo

Economia



Custo de vida aumenta 0,45% em novembro em São Paulo
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/custo-de-vida-aumenta-045-em-novembro-em-sao-paulo
Dec 6th 2013, 14:27

Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O Índice do Custo de Vida (ICV) no município de São Paulo cresceu 0,45% no mês de novembro. O resultado é 0,19 ponto percentual inferior ao de outubro (0,64%). Os dados, divulgados hoje (6), são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Em novembro, os grupos que mais contribuíram para a alta foram alimentação (0,74%), saúde (0,71%) e habitação (0,24%). Os destaques do grupo alimentação foram o abacate, com alta de 32,12%; cebola (10,38%), mandioquinha (7,11%), laranja (7,06%), cenoura (6,84%) e margarina (4,89%).



Na saúde, os destaque foram as elevações das consultas médicas (1,93%) e os seguros e convênios (0,64%). Na habitação, as principais altas foram do botijão de gás (2,77%) e dos itens de limpeza doméstica (1,53%).
Nos últimos 12 meses (de dezembro de 2012 a novembro de 2013) o ICV acumula taxa de 6,03%. Em 2013, a elevação do custo de vida, acumulado, é 5,58%.

Edição: José Romildo

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Inflação dos serviços acumula em 12 meses taxa 2,78 pontos percentuais maior que o IPCA

Economia



Inflação dos serviços acumula em 12 meses taxa 2,78 pontos percentuais maior que o IPCA
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/inflacao-dos-servicos-acumula-em-12-meses-taxa-278-pontos-percentuais-maior-que-ipca
Dec 6th 2013, 13:45

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- O índice dos serviços voltou a ficar acima da inflação geral: alcançou 0,65% contra 0,54% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O resultado fez com que o acumulado dos últimos doze meses superasse em 2,78 pontos percentuais a taxa global, já que foi de 8,55% contra 5,77%.
O IPCA/IBGE verifica as variações dos custos com os gastos das pessoas que ganham de um a quarenta salários mínimos nas regiões metropolitanas de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e município de Goiânia.
Destacaram-se, nos serviços, os aumentos das passagens aéreas, que saltaram de uma deflação de -1,96% em outubro para uma inflação de 6,52% em novembro, em decorrência do salto de -2,11% para 2,35% na procura por excursões e por viagens nos períodos de feriados.
Outros aumentos de mais de um ponto percentual foram registrados nas despesas com mudança (de -1,61% para 0,40%), lubrificação e lavagem de veículos (de -0,70% para 0,61%), aluguel de veículo (de -1,05% para 0,51%), cinema (de -0,66% para 0,97%), boate e danceteria (de -1,12% para 0,23%) e telefone celular (de 0,17% para 1,41%).
Nos últimos doze meses, oito grupos acumulam inflação superior a 10%. Entre eles estão os alugueis residenciais, 11,77%; médico, 11,73%; hotel, 12,02%; e estacionamento, 12,32%.
Já os itens que têm reajustes monitorados e não compõem o índice de serviços, como gasolina, transporte público e energia elétrica, ficaram abaixo do índice geral, com 0,48% em novembro. Esse grupo acumula uma taxa de 0,96% nos últimos doze meses, devido à queda nas tarifas de energia elétrica, que gerou uma deflação de 14,87% no item energia elétrica residencial. A inflação de apenas 0,02% em doze meses das passagens de ônibus e o índice zerado para os trens no período também puxam a taxa para baixo nos últimos doze meses.
Em novembro, a gasolina já registrou aumento da inflação de 0,01% para 0,63%, apesar de ainda não ter incidido o reajuste dos combustíveis. O aumento de 4% no preço da gasolina e de 8% no do diesel começou a valer em 30 de novembro, mas, de acordo com a coordenadora de Índice de Preços do IBGE, Eulina Nunes, alguns postos se anteciparam cortando descontos e promoções antes da divulgação feita pela Petrobras no dia 29.

Edição: José Romildo

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Indústria brasileira amplia percentual da receita investido em pesquisa e desenvolvimento

Economia



Indústria brasileira amplia percentual da receita investido em pesquisa e desenvolvimento
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/industria-brasileira-amplia-percentual-da-receita-investido-em-pesquisa-e-desenvolvimento
Dec 6th 2013, 13:23

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A indústria brasileira dedicou, entre 2008 e 2011, uma fatia maior da receita líquida obtida com vendas para os investimentos na área de pesquisa e desenvolvimento. Apesar disso, no mesmo período, o percentual desse tipo de investimento em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) ficou praticamente estável, segundo nota técnica divulgada hoje (6) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O estudo tem por base dados da Pesquisa de Inovação (Pintec) feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "O que vemos é que esses investimentos têm sido feitos principalmente nos setores da indústria nacional, onde esses tipos de investimentos se fazem necessários, o que representa um bom sinal", disse a diretora de Estudos Setoriais do Ipea, Fernanda De Negri.
É o caso dos setores de alta intensidade tecnológica (indústria aeroespacial, farmacêutica, eletrônica, de informática, telecomunicações e de instrumentos), que em 2008 investiam 1,89% da receita líquida e em 2011 passaram a investir 2,28%. Houve aumento também nas indústrias de média-alta intensidade tecnológica (material elétrico, veículos automotores, química, ferroviária e de equipamentos de transporte, máquinas e equipamentos), que, no mesmo período cresceram o percentual de investimentos de 1,13% da receita líquida com vendas para 1,27%.
De acordo com a nota técnica do Ipea, em 2008 a indústria da transformação, como um todo, investia 0,75% da receita líquida de vendas em pesquisa e desenvolvimento. Esse percentual aumentou para 0,83% em 2011. No mesmo período, os gastos em atividades internas em pesquisa e desenvolvimento, que representavam 0,58% do PIB em 2008, ficou praticamente estável em 2011, quando ficou em 0,59%.
Segundo o Ipea, a parte da indústria corresponde a 70% dos investimentos feitos em pesquisa e desenvolvimento. "O país está investindo mais, mas devido à conjuntura econômica de crise, [a indústria] perdeu espaço no PIB. Esse setor foi bastante afetado pela crise de 2008", disse a pesquisadora. "Crescimento mais significativo ocorreu no intervalo entre 2005 e 2008, quando passou de 0,54% para 0,58%. Essa variação não é pouca coisa, porque representa uma variação de quase 10%", acrescentou Luiz Ricardo Cavalcante, coautor do estudo.
Edição: Davi Oliveira
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IBGE incluirá em janeiro Vitória e Campo Grande no cálculo do IPCA

Economia



IBGE incluirá em janeiro Vitória e Campo Grande no cálculo do IPCA
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Dec 6th 2013, 12:20

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- A região metropolitana de Vitória (ES) e o município de Campo Grande (MS) serão incluídos em janeiro no cálculo do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pelo Instituto Brasileiro de

Geografia e Estatística (IBGE). A mudança aumentará de 11 para 13 o número de capitais cobertas pela pesquisa.
"A meta é que se cubra todas as unidades da Federação, para não deixar populações de fora", disse a coordenadora de Preços do instituto, Eulina Nunes. Não há prazo estabelecido para que essa ampliação ocorra.
As duas novas capitais terão peso pequeno no cálculo total e não farão parte do IPCA-15, divulgado na metade do mês com dados que abarcam também 15 dias do mês anterior. A grande Vitória deve responder por

1,78% do índice, e Campo Grande, por 1,51%.
A mudança reduz as contribuições de cada região metropolitana, mas não altera a ordem das mais pesadas no índice. São Paulo contribuirá com 30,67% do IPCA; Rio de Janeiro, com 12,06%; e, Brasília, com 2,80%.

Edição: José Romildo

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INPC cai 0,07 ponto percentual e fecha novembro com 0,54%

Economia



INPC cai 0,07 ponto percentual e fecha novembro com 0,54%
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/inpc-cai-007-ponto-percentual-e-fecha-novembro-com-054
Dec 6th 2013, 12:37

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de novembro ficou 0,07 ponto percentual menor que o de outubro, encerrando o penúltimo mês do ano com 0,54%. O indicador mede a inflação para famílias com até cinco salários mínimos.
O indice, calculado pelo IBGE, tem como objetivo oferecer a variação dos preços no mercado varejista, mostrando, assim, o aumento do custo de vida da população.
No ano, o INPC acumula 4,81%, resultado menor que a inflação de 5,42% do mesmo período de 2012. Já quando são comparadas as taxas acumuladas nos últimos doze meses com as do período anterior, a soma é idêntica: 5,58%.
O grupo dos produtos alimentícios teve uma queda 0,4 ponto percentual, de 0,94% para 0,54%. Já os não alimentícios subiram para o mesmo valor, partindo de 0,47% em outubro.
Fortaleza teve a alta mais forte da inflação para essas famílias, de 0,48% para 1,10%. Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília foram as outras regiões metropolitanas em que a taxa acelerou em novembro, enquanto Recife, Goiânia, Belém, Curitiba, Salvador e São Paulo puxaram o indicador para baixo.

Edição: José Romildo

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FGV: IGP-DI fecha novembro com retração de 0,35 ponto percentual

Economia



FGV: IGP-DI fecha novembro com retração de 0,35 ponto percentual
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/fgv-igp-di-fecha-novembro-com-retracao-de-035-ponto-percentual
Dec 6th 2013, 10:07

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) fechou novembro em 0,28%, uma desaceleração de 0,35 ponto percentual em relação aos 0,63% de outubro. Os dadosforam divulgados hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e são ligeiramente superiores aos 0,25% de novembro de 2012.
Com o resultado, o IGP-DI acumula variação de 4,8% de janeiro a novembro deste ano e de 5,49% no acumulado dos últimos 12 meses – a taxa anualizada. O IGP-DI de novembro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 30 do mês de referência.
Dos três indicadores que compõem o IGP-DI apenas o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou queda entre um mês e outro, sendo, portanto, decisivo para a desaceleração do IGP-DI. Entre um mês e o outro o IPA chegou a apresentar desaceleração de 0,59 ponto percentual, ao registrar variação de 0,12%, em novembro, contra 0,71% da alta de outubro.
Destacaram-se neste indicador, o índice relativo a bens finais que apresentou variação de 0,10%, contra os 0,50% do mês anterior; o subgrupo alimentos processados atuou como o principal responsável por esta desaceleração – a taxa recuou de 1,30% para 0,53%. Já o índice de ens finais, que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis, registrou variação de 0,33%, ante 0,84%, no mês anterior.
Ainda no indicador, o índice do grupo Bens Intermediários chegou a apresentar deflação (inflação negativa), ao fechar novembro com variação de -0,27%, ante 0,11%, no mês anterior. O principal responsável por este recuo foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de 0,22% para -0,34%.
Ao fechar novembro com alta de 0,68%, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação positiva de 0,13 ponto percentual em relação aos 0,55%, do mês anterior. Seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.
A contribuição de maior magnitude para o avanço da taxa do índice partiu do grupo habitação (0,58% para 0,82%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 0,09% para 2,80%.
Houve alta também em cinco outras classes de despesa: comunicação (0,47% para 0,91%); despesas diversas (0,25% para 1,22%); ransportes (-0,01% para 0,11%); vestuário (0,72% para 0,87%); e educação, leitura e recreação (0,50% para 0,55%).
Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em novembro, taxa de variação de 0,35%, resultado 0,9 ponto percentual superior aos 0,26% de outubro. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,24%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,55%. O índice que representa o custo da mão de obra registrou variação de 0,45%, em novembro. No mês anterior, este índice não registrou variação.


Edição: José Romildo

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Inflação dos alimentos cai e puxa queda do resultado geral

Economia



Inflação dos alimentos cai e puxa queda do resultado geral
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/inflacao-dos-alimentos-cai-e-puxa-queda-do-resultado-geral
Dec 6th 2013, 09:54

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- O recuo da inflação oficial de novembro, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se deve principalmente ao grupo alimentos, que registrou variação de 0,56%, quase a metade do 1,03% de outubro.
Hoje (6), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou que o indicador que mede a inflação oficial retrocedeu 0,03 ponto percentual, chegando a uma taxa mensal de 0,54% e a um índice acumulado em 12 meses de 5,77%.
O arroz (-1,04%) e o feijão-carioca (-7,96%) estão entre os destaques do resultado. Alho (-6,52%), cebola (-5,13%), leite longa vida (-2,44%) e óleo de soja (-0,78%) também se inserem no grupo que

influenciou a queda, assim como outras variedades de feijão, o mulatinho (-1,98%) e o preto (-1,04%).
A desaceleração do índice também incluiu ítens importantes da mesa do brasileiro: carnes, de 3,17% para 0,92%; pão francês, de 1,48% para 1,05%; e o tomate, de 18,65% para 11,58%. A cerveja, de 1,17% para 1,09%, e a farinha de trigo, de 3,75% para 1,67%, foram outros que recuaram na variação.
O macarrão subiu de 1,39% para 2,33%; e as hortaliças e verduras, de -2,34% para 2,86%. Os açúcares também tiveram aumento da inflação, com uma alta de 0,13% para 2,42% (refinado), e de 0,04% para 1,58% (cristal).
A inflação dos alimentos se comportou de maneira diferente nas capitais, registrando queda de 0,04% em Curitiba e alta de 1,08% em Fortaleza, por exemplo. No ano, os produtos que acumulam maior alta foram farinha de trigo (32,56%), feijão preto (24,58%) e o leite em pó (21,85%). Os que mais caíram foram óleo de soja (-17,64%), açúcar refinado (-14,50%) e cebola (-14,48%).

Edição: José Romildo

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Inflação medida pelo IPCA alcançou 0,54% em novembro

Economia



Inflação medida pelo IPCA alcançou 0,54% em novembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-06/inflacao-medida-pelo-ipca-alcancou-054-em-novembro
Dec 6th 2013, 09:02

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou para 0,54% em novembro, divulgou hoje (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, a inflação se afasta do teto da meta do governo (6,5%), com uma taxa acumulada em 5,77 % nos últimos doze meses.
O índice de novembro caiu 0,03 ponto percentual em relação ao de outubro, que foi de 0,57%. No ano, a inflação acumula 4,95%. O IPCA é considerado o índice oficial de inflação do país.
O período de coleta do IPCA vai do dia 1º ao dia 30 ou 31, dependendo do mês. A pesquisa é realizada em estabelecimentos comerciais, prestadores de serviços, domicílios (para verificar valores de aluguel) e concessionárias de serviços públicos. Os preços obtidos são os efetivamente cobrados ao consumidor, para pagamento à vista.
Edição: José Romildo
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