Quebra do recorde de turistas estrangeiros indica importância dos grandes eventos, avalia Embratur

7 de dezembro de 2013

Economia



Quebra do recorde de turistas estrangeiros indica importância dos grandes eventos, avalia Embratur
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-07/quebra-do-recorde-de-turistas-estrangeiros-indica-importancia-dos-grandes-eventos-avalia-embratur
Dec 7th 2013, 15:27

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O recorde de 6 milhões de turistas estrangeiros em um único ano, atingido pelo Brasil na última quinta-feira (5), é a confirmação de que os investimentos em eventos globais produzem efeitos positivos no turismo. A avaliação é do presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Flávio Dino.
Segundo ele, o resultado está diretamente relacionado com a Copa das Confederações e com a Jornada Mundial da Juventude, que ocorreram este ano e atraíram cerca de 200 mil estrangeiros ao Brasil, no total.
"Esse número ajuda nessa fase de preparação da Copa do Mundo, para mostrar que é possível obter retorno econômico direto advindo desses eventos globais, e ajuda para que outros eventos sejam feitos no Brasil", disse Dino à Agência Brasil. Para 2014, a expectativa da Embratur é chegar perto da marca de 7 milhões de turistas estrangeiros, com a meta de 600 mil visitantes de outros países na Copa do Mundo.
De janeiro a outubro, os brasileiros gastaram US$ 21,251 bilhões em viagens internacionais, enquanto os estrangeiros deixaram no país US$ 5,575 bilhões, apesar de haver um equilíbrio entre o número de turistas que entram e saem do país. Para Dino, o número se explica pelo perfil de gasto dos turistas. Enquanto os estrangeiros têm gastos tipicamente com turismo - restaurantes, shows, bares, hotéis, lembrancinhas, souvenirs - os brasileiros vão ao exterior fazer compras.
"O brasileiro gasta muito lá fora porque faz muita compra de roupa, enxoval de bebê, de casamento, objetos de casa. O que está desequilibrando a conta são esses gastos com produtos. Se fosse possível isolar o gasto tipicamente com turismo, iríamos ter um equilíbrio", explica Dino. O que motiva as compras no exterior, na avaliação do presidente da Embratur, são questões macroeconômicas ligadas à competitividade brasileira.
Até o fim do ano, os turistas estrangeiros devem deixar no país cerca de US$ 6,8 bilhões, o que equivale ao volume de faturamento de indústrias importantes como a de papel e celulose. A expectativa para o ano que vem, com a Copa do Mundo é passar de US$ 7 bilhões de arrecadação com a visita de estrangeiros.
Para que não haja queda no número de turistas depois da Copa, Dino avalia que é preciso continuar investindo em políticas de desoneração tributária e trabalhando com o setor privado para evitar práticas de preços abusivos. Ele lembra que o turismo deve ser visto não apenas como uma atividade de lazer, mas como um tipo de exportação. "Quando um turista vem ao Brasil e toma um guaraná ou come uma comida, isso equivale àquele produto ser exportado, com a vantagem de que ele não precisa sair daqui", compara.
Edição: Davi Oliveira
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Menos de 150 empresas concentram arrecadação extraordinária em 2013

Economia



Menos de 150 empresas concentram arrecadação extraordinária em 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-07/menos-de-150-empresas-concentram-arrecadacao-extraordinaria-em-2013
Dec 7th 2013, 10:48

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O cumprimento das metas fiscais do governo em 2013 está nas mãos de menos de 150 grandes empresas. Responsáveis por grande parte dos recursos arrecadados nos parcelamentos especiais criados pelo governo, elas sustentaram a arrecadação extraordinária de R$ 24,4 bilhões até novembro.
De acordo com a Receita Federal, a reabertura do Refis da Crise e os parcelamentos especiais para instituições financeiras e multinacionais brasileiras atraíram 36 mil contribuintes até o fim de novembro. No entanto, segundo o próprio Fisco, 96,4% dos R$ 20,4 bilhões arrecadados até agora por meio dessas renegociações foram pagos por 75 instituições financeiras e 55 multinacionais brasileiras.
Somente no parcelamento do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), as instituições financeiras pagaram R$ 12 bilhões à vista com desconto de 100% nas multas em troca de desistirem de questionar a cobrança dos tributos na Justiça. Somente essa modalidade representa 59,2% das receitas arrecadadas nas operações de renegociação.
A discussão em relação ao assunto existe porque a maioria das empresas está dispensada de pagar esses tributos sobre as receitas financeiras. O Fisco, no entanto, considera que as instituições financeiras têm de pagar 4,65% de PIS/Cofins porque a receita, nesse caso, tem origem na própria atividade dessas empresas.
As multinacionais foram responsáveis pela arrecadação de R$ 7,6 bilhões no mês passado com o refinanciamento do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre lucros apurados em outros países. A maior parte desse valor, R$ 6 bilhões, refere-se apenas à primeira parcela da dívida de R$ 22,3 bilhões paga pela mineradora Vale, que terá 180 meses (15 anos) para quitar o restante do débito com abatimento nas multas e nos juros.
Em relação ao IR e à CSLL sobre os lucros de empresas coligadas e controladas no exterior, as multinacionais consideravam que os lucros auferidos no exterior não deviam ser tributados pelas leis brasileiras. Isso porque as empresas alegam que já pagam impostos sobre esses lucros nos países de origem. As discussões arrastam-se na Justiça, e as empresas tiveram de desistir das ações no Supremo Tribunal Federal para aderir ao parcelamento.
Na renegociação de IR e CSLL, as multas e os juros foram zerados para as empresas que pagaram à vista. Quem parcelou o débito teve de quitar 20% da dívida à vista para ter desconto de 80% nas multas e 40% nos juros. A companhia pôde ainda abater até 30% de prejuízos de outros anos da dívida total.
Os demais 36 mil de contribuintes que aderiram aos parcelamentos especiais estão concentrados no Refis da Crise, que permite o refinanciamento de dívidas de qualquer natureza com a União, tanto pessoas físicas quanto jurídicas. Apesar do número de contribuintes ser bastante superior aos outros dois tipos de parcelamentos, o total arrecadado até agora foi bem menor. Em nove dias, de 21 a 30 de novembro, o governo arrecadou R$ 112,97 milhões nessa modalidade de renegociação.
As receitas extraordinárias são importantes para o governo alcançar a meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) sem recorrer a manobras fiscais. Até outubro, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) tinha economizado R$ 33,4 bilhões, cerca de R$ 40 bilhões abaixo da meta ajustada de R$ 73 bilhões no ano. Somente com os parcelamentos especiais e o bônus de assinatura de R$ 15 bilhões do Campo de Libra, o governo conseguiu R$ 35,4 bilhões em novembro, reduzindo para R$ 4,6 bilhões o montante que precisará economizar nos últimos dois meses do ano com as receitas e despesas correntes (típicas).
Edição: Talita Cavalcante
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