Acordo da OMC traz vantagens, mas impactos só serão sentidos em dois ou três anos

10 de dezembro de 2013

Economia



Acordo da OMC traz vantagens, mas impactos só serão sentidos em dois ou três anos
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Dec 10th 2013, 19:48

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O acordo de facilitação multilateral de comércio, firmado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) no último fim de semana, em Bali, na Indonésia, é importante pelo próprio conteúdo em si. Ele proporciona a retomada das negociações da Rodada Doha, que favorece os países emergentes, mas não dá para dimensionar os ganhos em números, até porque se trata de um processo em evolução permanente, disse hoje (10) o diretor do Departamento Econômico do Ministério das Relações Exteriores, Paulo Estivallet de Mesquita.
Segundo o embaixador, dispositivos do acordo terão prazo de carência para implantação por alguns países, como na formação de estoques reguladores de alimentos por programas de governo. "Ajustes terão que ser feitos continuamente", acrescentou. Desse modo, o acordo da OMC, também conhecido como Pacote de Bali, só deve promover maiores impactos em dois ou três anos, mas "vitalizar significa retomar o processo, e isso é bom para todos", ressaltou Mesquita.
Ele disse que "o acordo tem papel preponderante para o Brasil" e que o país colocará os termos do acordo em vigor, imediatamente, embora não possa adiantar a prioridade de implantação, porque a questão depende de análise da Receita Federal do Brasil. O diplomata assegurou, porém, de antemão, que "não há nada que implique custos indesejados", e destacou como vantagem adicional a exigência de "transparência com mais regularidade" no comércio internacional.
De acordo com o diplomata, os maiores ganhos virão com a simplificação e agilização nas alfândegas, com economia para exportadores e importadores, em virtude do desembaraço rápido das cargas. No caso do Brasil, especificamente, Mesquita lembrou que o desembaraço atual nos portos envolve despachos de 17 órgãos oficiais e que existe processo de informática em evolução para

que um portal na internet se encarregue de tudo, em atuação conjunta dos diferentes setores.
Para ele, é importante observar que o acordo dá mais fôlego à OMC e cria expectativa positiva no empresariado, que terá acesso a mais informações sobre procedimentos de comércio (localização de carga, taxas e encargos, classificação de mercadorias e restrições de importação antes da chegada do produto ao destino).
Edição: Nádia Franco
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Proposta para nova receita da cerveja será publicada ainda este ano

Economia



Proposta para nova receita da cerveja será publicada ainda este ano
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Dec 10th 2013, 19:21

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A proposta de instrução normativa com a nova fórmula da cerveja será publicada no Diário Oficial da União antes do fim do ano, informou hoje (10) o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Com a publicação, fica aberta consulta pública sobre o texto, que ainda deve ser submetido ao Mercosul. A cerveja é um dos produtos cuja receita é harmonizada no grupo. A previsão é que somente em 2015 passe a valer a versão final da instrução normativa, prevendo oficialmente o uso de ingredientes como leite e mel na preparação da bebida. A fórmula foi construída em conjunto com o setor cervejeiro, que se reuniu com o governo em agosto deste ano.
Além da adição de componentes de origem animal, a proposta de instrução normativa trará a possibilidade de substituir o lúpulo, hoje obrigatório, por ervas aromáticas. Na época das discussões, não houve consenso quanto ao pedido do setor privado de redução do percentual de cevada maltada de 55% para 50%. Isso permitiria uma adição maior de cereais baratos, como milho e arroz. A questão não estará na instrução normativa, mas pode ser levantada na consulta pública.
Segundo dados do Ministério da Agricultura, 232 cervejarias e 1.110 tipos de cervejas estão registrados no Brasil. A maior parte é formada por pequenas cervejarias, que pleiteiam uma tributação menor. Por produzir bebida alcoólica, essas empresas não são contempladas pelo Simples Nacional, regime diferenciado para micro e pequenas empresas. Portanto, arcam com o mesmo volume de impostos aplicados aos grandes fabricantes do setor. O Projeto de Lei n° 467/2008 trata do assunto, mas sua tramitação não está avançando no Congresso.
Edição: Juliana Andrade
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TCU determina que governo cumpra condições para licitar portos públicos

Economia



TCU determina que governo cumpra condições para licitar portos públicos
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Dec 10th 2013, 19:11

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Tribunal de Contas da União (TCU) estabeleceu hoje (10) 19 condições para que o governo publique o edital para licitação dos portos de Santos, em São Paulo, Belém, Santarém e Vila do Conde, no Pará, além dos terminais de Outeiro e Miramar, também no Pará. Os ministros consideraram insuficientes os estudos apresentados pelo governo e pediram mais informações técnicas sobre os projetos.
Entre as condições estabelecidas pelo TCU está a conclusão de estudos já encomendados pelo governo a universidades, por determinação do tribunal, sobre a competição dentro e fora dos portos. O TCU também quer que o governo estabeleça teto de tarifas para todos os portos, mesmo para aqueles que serão licitados pela modalidade de maior movimentação de carga.
Também foi determinada a realização de inventário dos bens existentes nos portos e uma melhor definição dos projetos de engenharia de cada terminal.
Estes são primeiros estudos de arrendamento de portos sob o novo marco regulatório que foi aprovado no primeiro semestre pelo Congresso Nacional. O governo pretende licitar 29 áreas, nove em Santos e 20 no Pará.
O critério para escolha dos vencedores do leilão será o de menor tarifa, no caso de terminais de contêineres. Para terminais de cadeias integradas, como as de agronegócios e de movimentação de graneis, será usado o critério de metas de capacidade de movimentação.
A relatora do processo, ministra Ana Arraes, acatou todas as sugestões da área técnica e acrescentou quatro condições. Ela criticou o governo, dizendo que os estudos não foram encaminhados ao TCU com a completude necessária, nem acompanhados de relatórios e das notas técnicas necessárias. Segundo ela, a maior parte das informações foi obtida por meio de questionamentos dos técnicos do TCU, que encaminharam mais de 150 perguntas à Secretaria Especial de Portos e à Antaq.
O governo entregou os estudos ao TCU em outubro, com a expectativa de publicar o edital ainda neste ano. Agora, a publicação do edital vai depender do cumprimento das condicionantes pelo governo. "As determinações do tribunal são aperfeiçoamentos nos estudos e inconsistências que foram encontradas e precisam ser corrigidas para que eles possam prosseguir e dar mais segurança à licitação, que será a primeira na área de portos, e o porto mais importante do país. Então, o tribunal tem todo cuidado para que os estudos sejam adequados e consistentes", disse o secretário de Fiscalização de Desestatização e Regulação de Transportes do TCU, Davi Ferreira Barreto.
A estimativa é que a receita total dos empreendimentos licitados nesses portos somem cerca de R$ 39 bilhões, com investimentos próximos a R$ 5,5 bilhões e pagamentos mensais às autoridades portuárias próximos a R$ 17 milhões.
Edição: Nádia Franco
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Indústria de transformação deve crescer com menos intensidade em 2014

Economia



Indústria de transformação deve crescer com menos intensidade em 2014
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Dec 10th 2013, 18:13

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Depois de fechar 2013 com resultados que apontam para a plena recuperação do recuo de 2,4% registado no ano passado, a indústria de transformação deverá ser a única do segmento industrial a ter, em 2014, crescimento em nível inferior ao deste ano. Conforme projeção do Departamento de Estudos Econômicos Econômicos da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (FiespCiesp), o crescimento no próximo ano pode alcançar 2%.
Ao fazer hoje (10) o anúncio, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, atribuiu a redução no ritmo de atividade a uma demanda menos aquecida no mercado interno, combinada com maior dificuldade no acesso ao crédito. Pelos cálculos da Fiesp, o consumo das famílias deve registrar, neste ano, aumento de 2,3% e de 2,2%, no próximo exercício, ante percentuais que vinham oscilando acima de 5% entre 2006 e 2010.
Em direção contrária, ressaltou Skaf, as exportações tendem a ganhar mais expressividade tanto em função da valorização do dólar quanto da própria recuperação das economias dos Estados Unidos e da Europa. Para este ano, ele estimou que as vendas externas tenham expansão de 1,2% e, para 2014, algo em torno de 3,4%.
Embora, em 2013, o setor manufatureiro tenha evoluído favoravelmente, Skaf observou que o Brasil encerra o ano com desempenho mais fraco do que a média alcançada pelos países latino-americanos."Vamos ficar atrás da América Latina, que deve crescer 2,7% e isso deve ocorrer, novamente, em 2014."
Skaf salientou que, comparado ao PIB [Produto Interno Bruto] mundial, previsto em 2,2% pelo Banco Mundial, o país ficará à frente. Mas, se for levada em conta a projeção de aumento de 2,9%, feita pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil crescerá menos.
Na média, o aumento do PIB da indústria foi estimado em 2,2% neste ano e 2%, no próximo, com destaque para a atividade extrativa mineral, com resultado negativo de 2,7% neste ano e previsão de alta de 4,3% para 2014. Para Skaf, embora a indústria de transformação tenha se tornado mais competitiva, ainda enfrenta situação desfavorável em relação à concorrência externa por causa dos custos de produção mais elevados.
Ele criticou a decisão do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, de reajustar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) com taxa bem acima da inflação e manifestou expectativa de que a Justiça paulista conceda liminar contra o aumento. O parecer sobre a ação direita de inconstitucionalidade (Adin), impetrada pela Fiesp, deve sair amanhã (11). Na opinião de Skaf, o dinheiro que a prefeitura espera arrecadar com o aumento poderia ser obtido com a recuperação dos recursos desviados no esquema de fraudes do Imposto Sobre Serviços (ISS).
Edição: Nádia Franco
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Investimentos em infraestrutura já beneficiam produtores de grãos

Economia



Investimentos em infraestrutura já beneficiam produtores de grãos
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Dec 10th 2013, 16:31


Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A atual safra de grãos tem sido beneficiada pelo clima e também pelos avanços das obras de infraestrutura. Com isso, há boas chances de as estimativas apresentadas hoje (10) no terceiro levantamento da safra de grãos 2013/2014 serem superadas. A opinião foi compartilhada pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, e pelo diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Sílvio Porto.
"Nossa equipe tem percebido que a situação está bastante favorável. O clima indica que teremos mais uma grande safra este ano, podendo passar de 196 milhões de toneladas de grãos. A situação mais confortável é a do milho, que está com as exportações altamente crescidas, ultrapassando a marca dos 20 milhões de toneladas, podendo chegar a 23 milhões", disse Porto durante o anúncio do terceiro levantamento da safra.
Outro fator que começou a favorecer a produção é o avanço das obras de infraestrutura, em especial de portos das regiões Norte e Nordeste, das ferrovias, e da BR-163, que ligará o Porto de Santarém (PA) ao Sul do Brasil, passando pelos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Apesar de ainda oferecer condições de escoar a produção pelo Norte, a rodovia tem facilitado cada vez mais o transporte de grãos para o Sul.
"Sobretudo a BR-163 que já está apresentando resultado. Ela teve avanço expressivo este ano e passou a ser operacional. Ajudou principalmente na saída do milho. Acreditamos que a rodovia, no mínimo, dobre ou triplique a capacidade de escoamento para 2014", disse Sílvio Porto à Agência Brasil.
Em 2013, a BR-163 foi responsável por escoar cerca de 1,5 milhão de toneladas de milho. Segundo o diretor da Conab, esse número poderá chegar a 5 milhões no ano que vem. "A BR-163 já está dando bastante fluxo à produção do médio norte e do norte de Mato Grosso e do sul e do Pará, apesar de alguns pontos mais críticos", informou Geller.
A rodovia está sendo duplicada em vários trechos concedidos à iniciativa privada. No trecho entre Santarém e Guarantã do Norte (MT), onde a rodovia não existia, as obras foram iniciadas e devem ser concluídas até dezembro de 2015, segundo o Ministério dos Transportes.
Sílvio Porto e Geller avaliam que a estruturação portuária e os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para ferrovias e portos também auxiliarão os produtores, principalmente das novas fronteiras agrícolas do país.
"As ferrovias terão uma contribuição muito grande nesse cenário de 2014, 2015 e 2016, começando já com a Ferrovia Norte-Sul, quando entrar em operação o ramal que ligará Anápolis (GO) ao Porto do Itaqui (MA) ou outro na região [portos de Vila do Conde e de Belém, no Pará]. Isso vai efetivamente mudar o cenário que sempre tivemos, de grande dependência do fluxo Centro-Sul [da produção agrícola com origem no Centro-Oeste], principalmente com destino ao Porto de Santos (SP) e eventualmente até Paranaguá (PR)", disse o diretor da Conab.
"Tirar entre 4 e 5 milhões de toneladas do Porto de Santos e jogar para outros portos ao Norte do país otimizará significativamente o tempo e dará outra perspectiva do ponto de vista de equilíbrio para a logística, o que é fundamental e necessário", acrescentou.
De acordo com o Ministério dos Transportes, o trecho de ferrovia entre Anápolis e Palmas (TO) está 91% concluído e a previsão é que entre em operação em abril de 2014. Com a ferrovia pronta, o escoamento da produção terá muitas facilidades para chegar aos portos, onde um outro problema tem prejudicado as exportações brasileiras: o excesso de burocracia.
Mas esse problema também vem sendo amenizado pelo governo federal, garante Sílvio Porto. "O setor portuário já apresenta mais fluidez devido à forma como os portos têm sido operacionalizados. Foi extremamente positiva a iniciativa do governo, de ampliar a participação das equipes que fazem toda a parte da burocracia e de liberação de guias, bem como o aumento da força de trabalho tanto da Receita Federal como do Ministério da Agricultura e demais órgãos que prestam serviços na parte aduaneira", disse o diretor.
Segundo o terceiro levantamento da safra brasileira de grãos 2013/2014, divulgado hoje, a previsão de crescimento da produção em relação à última estimativa é 4,8%. Pelos cálculos, o país deve produzir 195,9 milhões de toneladas de grãos, com crescimento de 3,6% na área plantada, que deve passar de 53,2 para 55,2 milhões de hectares.

Edição: Aécio Amado
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Serviços e royalties aumentaram a receita dos municípios fluminenses em 2012

Economia



Serviços e royalties aumentaram a receita dos municípios fluminenses em 2012
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Dec 10th 2013, 16:45


Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O retrato das finanças dos municípios fluminenses em 2012, registrado no anuário Finanças dos Municípios Fluminenses, indica que os serviços e royalties elevaram as receitas dos municípios do estado do Rio de Janeiro em 6,6% em relação a 2011, totalizando R$ 40,97 bilhões.
O anuário, lançado hoje (10) pela secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, mostra a aceleração do aumento da receita; descentralização da economia para regiões do interior, decorrente da forte influência dos royalties; queda da participação do Imposto Predial, Territorial Urbano (IPTU); e crescimento das despesas com pessoal e custeio.
O crescimento da receita nas cidades do interior fluminense chegou a 8%, enquanto na capital houve um acréscimo de 4,8%. Para o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, os números do anuário mostram que a estratégia adotada pelo governo estadual em incentivar a atração de empresas para o interior fluminense está absolutamente correta. "Podemos ver claramente a descentralização da economia em diferentes regiões do estado", disse.
O anuário Finanças dos Municípios Fluminenses mostra ainda que alguns municípios do interior registraram aumento na receita total muito acima da média em 2012, comparativamente ao ano anterior. As maiores expansões foram registradas em Queimados (30,3%), Itaboraí (24,8%), Bom Jardim (24,6%), Maricá (24,4%), Casimiro de Abreu (24,2%), Mangaratiba (24%), Itaguaí (23,6%) e Arraial do Cabo (22,8%).

Edição: Aécio Amado
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Aneel cancela cessão de energia entre usinas do Rio Madeira

Economia



Aneel cancela cessão de energia entre usinas do Rio Madeira
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/aneel-cancela-cessao-de-energia-entre-usinas-do-rio-madeira
Dec 10th 2013, 16:44

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aceitou hoje (10) um pedido de reconsideração apresentado pela Santo Antônio Energia, responsável pela construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira (RO), e decidiu que a empresa não terá mais que ceder energia para a hidrelétrica vizinha, a Jirau, que está sendo construída no mesmo rio.
Em julho deste ano, a Aneel aprovou o aumento da cota de reservatório da Usina Santo Antônio, possibilitando agregar mais 207 megawatts (MW) médios à potência instalada da usina (3.150 MW). Os diretores decidiram, no entanto, que a Santo Antônio Energia terá que ceder 24,3 megawatts médios de garantia física para a Energia Sustentável do Brasil, responsável pela Usina Hidrelétrica Jirau. A medida foi adotada porque os empreendedores alegavam que o aumento da capacidade de Santo Antônio iria prejudicar o desempenho de Jirau.
Segundo o relator do pedido de suspensão da cessão de energia, diretor Edvaldo Santana, a decisão anterior da Aneel interfere no âmbito de atuação do poder concedente, o Ministério de Minas e Energia, o que torna sua legalidade "bastante questionável". A Santo Antônio Energia argumenta que a imposição da medida inviabilizaria os investimentos da empresa e a geração adicional de energia da usina.


Edição: Carolina Pimentel
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Errata

Economia



Errata
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/errata
Dec 10th 2013, 15:43

Brasília – A matéria "Atualizada: aplicativo provocou vazamento de dados de clientes do Banco do Brasil", publicada hoje (10) às 11h57, foi alterada às 15h37 para retirar informação anteriormente divulgada em nota pela assessoria do Banco do Brasil. Em novo comunicado divulgado à imprensa, a instituição retirou a informação de que, por causa de uma falha no aplicativo para smartphones, "usuários online puderam eventualmente ter acesso a informações da conta de outros clientes que também estivessem operando o aplicativo".
Por esse motivo, o título também foi alterado.
Leia aqui a matéria com as modificações.



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Centro de Inteligência de Orgânicos é criado para aumentar a competitividade do Brasil no setor

Economia



Centro de Inteligência de Orgânicos é criado para aumentar a competitividade do Brasil no setor
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/centro-de-inteligencia-de-organicos-e-criado-para-aumentar-competitividade-do-brasil-no-setor
Dec 10th 2013, 15:21

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A cadeia produtiva de alimentos orgânicos do país – incluindo agricultores, distribuidores e varejistas – conta agora com uma instituição especialmente dedicada à geração e difusão de conhecimentos do setor. A tarefa será do Centro de Inteligência em Orgânicos (CI Orgânicos), lançado hoje (10) pela Sociedade Nacional de Agricultura, em conjunto com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
O objetivo é fazer do CI Orgânico uma plataforma para a coleta e divulgação de informações estratégicas sobre a cadeia produtiva de alimentos e produtos orgânicos para o mercado, ajudando a incrementar a qualidade, a produtividade e a competitividade do setor. "No CI Orgânicos, produtores e consumidores terão um repositório onde estarão todas as informações sobre o setor", disse à Agência Brasil a coordenadora do centro, Sylvia Wachsner.
Segundo informou, com o centro, os produtores terão um espaço onde poderão obter informações centralizadas, "porque a agricultura orgânica tem muito ainda a aprender e a crescer". A instituição também está preocupada em oferecer informações para os consumidores. "Eles terão um lugar para saber o que é agricultura orgânica, o que é agroecologia. Dessa maneira, a gente aproxima produtores e consumidores com informações. E as pessoas podem aprender".
No site www.ciorganicos.com.br, já podem ser consultados mais de 500 formulários e publicações técnicas, apostilas sobre agricultura orgânica, além de mais de 3 mil fotos. Na parte de inteligência da página eletrônica, podem ser consultados estudos de casos em Santa Catarina e São Paulo.
Todos os dados estão disponibilizados online, para facilitar a consulta por parte das pessoas interessadas. Adicionalmente, serão promovidas palestras e capacitações pelo CI Orgânicos.
A coordenadora do CI Orgânicos disse que o Brasil conta, hoje, com cerca de 12 mil unidades de produção orgânica. Dados recentes do Ministério da Agricultura mostram que o total do país com certificação orgânica alcança 1,5 milhão de hectares. Os estados que lideram o ranking nacional em termos de área orgânica certificada são Mato Grosso, com 622.800 hectares; Pará, com 602.600 hectares; e Amapá, com 132.500 hectares.
A expectativa de Sylvia Wachsner é que o mercado de orgânicos crescerá no Brasil, da mesma maneira como vem crescendo no exterior. "A agricultura orgânica e a agroecologia têm a ver com sustentabilidade. Não podemos continuar acabando com a nossa água e provocando mais erosão e perda de solo. O agricultor, pouco a pouco, vai entendendo que práticas agroecológicas, que vêm da agricultura orgânica, são boas até para uma agricultura convencional. Por isso, o setor vai seguir ampliando".
Edição: Davi Oliveira
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Tombini diz que intervenções do BC no mercado não afetam câmbio flutuante

Economia



Tombini diz que intervenções do BC no mercado não afetam câmbio flutuante
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Dec 10th 2013, 15:00

Brasília – O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse que o programa diário de intervenções do BC no mercado não agride o sistema de câmbio flutuante. Ele participa de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do SenadoBrasília – O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse que o programa diário de intervenções do BC no mercado não agride o sistema de câmbio flutuante. Ele participa de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do SenadoBrasília – O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse que o programa diário de intervenções do BC no mercado não agride o sistema de câmbio flutuante. Ele participa de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do SenadoBrasília – O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse que o programa diário de intervenções do BC no mercado não agride o sistema de câmbio flutuante. Ele participa de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado



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Rússia libera dois frigoríficos brasileiros para exportar carne de aves

Economia



Rússia libera dois frigoríficos brasileiros para exportar carne de aves
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Dec 10th 2013, 15:04

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Rússia decidiu liberar dois frigoríficos brasileiros para exportar carne de aves para aquele país. As empresas autorizadas são a BRF S.A, em Minas Gerais, e a Seara Alimentos Ltda., em Santa Catarina. A informação foi divulgada hoje (10) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
De acordo com o ministério, as duas unidades tiveram de eliminar inconformidades para obter a aprovação do Serviço Federal de Supervisão Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor).

A permissão para exportação vale somente para produtos embarcados desde 20 de novembro deste ano. A Rússia é o mais rigoroso entre os países importadores da carne brasileira e frequentemente impõe restrições a frigoríficos do país. O Brasil tem tentado se adequar às exigências russas.



Em novembro, a Rússia havia liberado seis unidades brasileiras que tiveram restrições temporárias – foi revogada a suspensão de duas empresas de produtos de origem suína e de quatro de origem bovina.
Edição: Nádia Franco
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Após denúncias, empresa pode deixar de assessorar Ministério da Fazenda

Economia



Após denúncias, empresa pode deixar de assessorar Ministério da Fazenda
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Dec 10th 2013, 15:01

Daniel Lima e Wellton Máximo

Repórteres da Agência Brasil

Brasília - Depois de denúncias de favorecimento, a empresa Partnersnet poderá deixar de prestar assessoria de imprensa ao Ministério da Fazenda. O caso fez dois assessores do ministro da Fazenda, Guido Mantega, suspeitos de receberem benefícios pedirem exoneração, informou a pasta.
Marcelo Fiche, que era chefe de gabinete de Mantega, e Humberto Alencar, adjunto de Fiche, são suspeitos de terem recebido R$ 60 mil em dinheiro vivo da empresa Partnersnet, contratada para prestar assessoria de imprensa ao ministério.
Até o momento o Diário Oficial da União só publicou a exoneração de Humberto Barreto Alencar. Em nota oficial, Fiche informou que pediu ao ministro para sair do cargo assim que voltasse das férias para dedicar-se à sua defesa, mas ainda não retornou.
Segundo Fiche, o afastamento contribuirá para a tranquilidade e a rapidez das investigações. Ele ressaltou que a licitação para a escolha da empresa ocorreu dentro da legalidade e gerou economia aos cofres públicos por causa do método do pregão eletrônico, que oferece menor preço, em vez dos critérios que misturam técnica e preço.
A revista Época publicou que Fiche e Alencar teriam recebido R$ 60 mil em envelopes encaminhados pela Partnersnet. Na véspera da publicação da reportagem, Mantega enviou ofício ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pedindo a investigação pela Polícia Federal do contrato entre a empresa e o Ministério da Fazenda.
De acordo com a revista, uma ex-funcionária da Partnersnet denunciou o superfaturamento do contrato entre a empresa de assessoria de imprensa e o ministério. Responsável pela fiscalização do contrato, Alencar, segundo a publicação, assinava prestações de contas com funcionários fantasmas e excesso de horas trabalhadas para justificar o valor a mais pago pelo ministério. Segundo a ex-funcionária, Alencar e Fiche recebiam parte da diferença.
O advogado da empresa Partnersnet, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse hoje que a empresa acusada não cometeu nenhuma irregularidade na gestão dos trabalhos de assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda. Como prova de correção, ele sugeriu que a Polícia Federal solicite à Justiça a quebra do sigilo bancário da secretária da empresa, acusada de ter recebido em sua conta corrente o valor de R$ 60 mil para repassar aos assessores do Ministério da Fazenda.
O Ministério da Fazenda, por meio da assessoria de imprensa, informou que não comentará o assunto.


Edição: José Romildo
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Tombini diz que há alguma incerteza sobre a intensidade de reação da inflação à elevação da Selic

Economia



Tombini diz que há alguma incerteza sobre a intensidade de reação da inflação à elevação da Selic
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/tombini-diz-que-ha-alguma-incerteza-sobre-intensidade-de-reacao-da-inflacao-elevacao-da-selic
Dec 10th 2013, 12:20

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Há alguma incerteza sobre a intensidade com que a inflação irá reagir às elevações da taxa básica de juros, a Selic, feitas este ano, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). A avaliação é do presidente do BC, Alexandre Tombini, em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.
Tombini reforçou o que está na ata da última reunião do Copom: as elevações da Selic são defasadas, ou seja, levam tempo para aparecer. O presidente do BC disse que, entre junho e novembro, a inflação entrou em trajetória de queda.
Ele destacou ainda a importância da atuação do BC para evitar a alta da inflação. "Entendo que taxas de inflação elevadas geram distorções que levam a aumentos dos riscos, deprimem os investimentos e comprometem a sustentabilidade do crescimento", disse.
Na condução da política monetária, o objetivo do BC é atingir a meta de inflação, que tem como centro 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida: isto gera reflexos nos preços já que os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Neste ano, a Selic foi elevada seis vezes seguidas e está atualmente em 10% ao ano.
Na audiência, Tombini voltou a dizer que manterá no próximo ano o programa de intervenções no mercado de câmbio, com ajustes. "Em 2014, o Banco Central não sairá de cena", disse.

Edição: José Romildo

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Tombini assegura que regime de câmbio flutuante não sofre agressão

Economia



Tombini assegura que regime de câmbio flutuante não sofre agressão
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/tombini-assegura-que-regime-de-cambio-flutuante-nao-sofre-agressao
Dec 10th 2013, 12:49

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O programa diário de intervenções do Banco Central (BC) no mercado não agride o sistema de câmbio flutuante, disse o presidente da autarquia, Alexandre Tombini, em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.
"Temos um sistema [em] que a primeira linha de defesa é a flutuação cambial [taxas de câmbio definidas no mercado]", ressaltou. De acordo com Tombini, a acumulação de reservas internacionais pelo BC gera a capacidade de o país atuar no sentido de prover proteção cambial para a economia em momentos de variações abruptas no câmbio.
Hoje, Tombini voltou a dizer que manterá, em 2014, o programa de atuação diária no mercado de câmbio, com ajustes. O BC anunciou este programa em agosto deste ano. Na época, o BC informou que o objetivo do programa era assegurar proteção ao risco cambial, criando-se uma proteção às empresas com dívidas em dólar e liquidez (dólares disponíveis) ao mercado de câmbio.

Edição: José Romildo
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Custos da indústria sobem 3,6% no terceiro trimestre

Economia



Custos da indústria sobem 3,6% no terceiro trimestre
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/custos-da-industria-sobem-36-no-terceiro-trimestre
Dec 10th 2013, 11:46

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil


Brasília - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) anunciou hoje que os custos da indústria no terceiro trimestre em comparação ao período anterior subiram 3,6%, pressionados pelo câmbio e pelo aumento dos juros. A alta foi superior a dos preços domésticos dos manufaturados, com 2,4%, o que reduz a margem de lucro das empresas industriais, informou a Confederação.
Os custos da indústria brasileira chegaram, recentemente, a cair dos trimestres seguidos, antes desta alta. Todos os componentes do indicador (custos de produção, de capital de giro e tributário) subiram no terceiro trimestre na comparação com o segundo.
O custo de produção - formado pelos custos com pessoal, bens intermediários e energia - subiu 3,7% no período. Foi o maior aumento dos últimos cinco trimestres. Grande parte desse aumento é resultado da alta de 4,7% nos custos de bens intermediários (insumos e matérias-primas). A maior elevação, de 6,4%, ocorreu nos bens intermediários importados, impulsionada pela desvalorização do real diante do dólar. Os custos dos insumos nacionais aumentaram 4,4%.
Outro dado relevante mostra que o custo da energia, que inclui energia elétrica e óleo combustível, teve alta de 0,8% entre julho e setembro na comparação com o período entre abril e junho. Os resultados tiveram o impacto de 1% no custo da energia elétrica. Manteve-se estável, com alta de 0,1%, o óleo combustível. O custo com pessoal cresceu 1,1% no terceiro trimestre em comparação ao período anterior.
A CNI também destaca o aumento no custo do capital de giro, que aumentou 13,1%. Para os técnicos, o movimento está diretamente ligado à interrupção da política de redução dos juros e a retomada do ciclo de crescimento da taxa básica de juros (Selic). Outro fator foi o custo tributário, que aumentou 2,3% na comparação com o trimestre imediatamente anterior.
Edição: José Romildo
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Chuva atrasa colheita de cana-de-açúcar e prejudica produção de álcool e de açúcar na região Centro-Sul

Economia



Chuva atrasa colheita de cana-de-açúcar e prejudica produção de álcool e de açúcar na região Centro-Sul
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Dec 10th 2013, 11:36

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- O encerramento da safra de cana-de-açúcar vai atrasar em razão do tempo chuvoso, anunciou hoje (10) a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), ao divulgar o desempenho das usinas do Centro-Sul, na segunda quinzena de novembro. Comparado aos primeiros 15 dias desse mês, houve um recuo de 9,93% na moagem de 25,77 milhões de toneladas.
Sobre o mesmo período do ano passado, o volume diminuiu 24,44%. Até o final de novembro, 75 usinas tinham finalizado as atividades ante um total de 94, em 2012.
Por meio de nota, o diretor técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, atribuiu a redução aos problemas climáticos. "A queda na moagem observada na segunda quinzena de novembro se deve à chuva. [Houve dificuldades] na colheita em algumas regiões e, principalmente, [na] moagem em várias unidades produtoras", disse.
No entanto, o resultado da produção do começo da safra, em abril até o último dia 1º indica aumento na moagem de 11,61% com 569,88 milhões de toneladas sobre o mesmo período do ano passado, quando foram processados 510,59 milhões de toneladas.
Total de 44,11% da cana processada foi reservada à produção de açúcar, proporção menor do que a verificada na primeira quinzena (49,99%) e em igual período do ano passado (50,51%).

Isto ocorreu em decorrência da redução da demanda e da remuneração mais vantajosa do etanol no mercado interno, segundo explicou Padua.
Foram produzidos 1,44 milhão de toneladas de açúcar, 21,61% abaixo em relação à quinzena passada. No mesmo período de 2012, haviam sido produzidos 1,83 milhão de toneladas. Já em relação ao etanol, a produção somou 1,12 bilhão de litros nos últimos 15 dias de novembro, 1,4% acima do mesmo período de 2012. Deste total, foram 622,80 milhões de litros de etanol hidratado e 496,11 milhões de litros de etanol anidro.
Foram produzidos, desde o início da safra, 24,25 bilhões de litros de etanol o que significa um aumento de 18,95% sobre a quantidade em igual período de 2012. Já com referência ao açúcar foram 33,14 milhões de toneladas, semelhante à produção em 2012 (32,91 milhões de toneladas).
A comercialização de etanol alcançou no período acumulado 17,47 bilhões de litros ante 15,00 bilhões de litros no mesmo período de 2012 com alta de 16,51%). Desse total, 2,24 bilhões de litros seguiram para as exportações e os 15,23 bilhões de litros destinados ao mercado interno apresentaram um avanço de 23,94% .


Edição: José Romildo

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Banco do Brasil suspende aplicativo que provocou vazamento de dados

Economia



Banco do Brasil suspende aplicativo que provocou vazamento de dados
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/banco-do-brasil-suspende-aplicativo-que-provocou-vazamento-de-dados
Dec 10th 2013, 11:57

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Falha no aplicativo para smartphones do Banco do Brasil fez com que os usuários tivessem acesso a extratos e a dados de outros clientes, de acordo com relatos em redes sociais. O problema aconteceu na noite de ontem (9). O Banco do Brasil suspendeu o acesso às contas pelo aplicativo.
No Twitter, o banco informou que foi identificado o problema. "Embora não tenham sido identificados riscos em transações financeiras, suspendemos o acesso a este canal para as correções necessárias. Lamentamos pelo fato ocorrido", diz a nota do banco.
Segundo a assessoria de imprensa do banco, ainda serão divulgadas informações sobre o que aconteceu ontem.

Edição: José Romildo
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Regulamentação financeira do Brasil recebe nota máxima de comitê da Basileia

Economia



Regulamentação financeira do Brasil recebe nota máxima de comitê da Basileia
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/regulamentacao-financeira-do-brasil-recebe-nota-maxima-de-comite-da-basileia
Dec 10th 2013, 10:26

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Brasil recebeu a nota máxima do Comitê de Basileia para Supervisão Bancária na regulamentação de capital do sistema financeiro. Segundo informou o Banco Central (BC), o relatório com o resultado do Brasil foi publicado pelo Comitê hoje (10), com nota final atribuída à regulamentação brasileira em "Compliant", ou seja, em plena conformidade, nível mais alto da escala de avaliação.
De acordo com o BC, dos 14 componentes avaliados, 11 foram considerados como em plena conformidade. Os demais componentes da avaliação foram considerados como em conformidade ampla.
O país participou, ao longo de 2013, do Regulatory Consistency Assessment Program (RCAP), programa de avaliação do Comitê de Basileia para Supervisão Bancária. O programa avalia o grau de aderência da regulamentação prudencial de um país aos padrões mínimos acordados no comitê e referendados pelo G20, grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo. O Brasil é membro do Comitê de Basileia desde 2009.



Segundo o BC, o relatório sobre Brasil é o sétimo do processo do RCAP sobre os padrões de capital recomendados pelo Comitê de Basileia. Relatórios anteriores sobre União Europeia, Estados Unidos, China, Japão, Suíça e Cingapura estão disponíveis no sítio do Comitê de Basileia na internet. Estão em andamento a avaliação de Austrália e Canadá e a reavaliação das regras de Basileia 3 na União Europeia e nos Estados Unidos.
A regulamentação de Basileia 3 é um conjunto de recomendações para a estrutura de capital das instituições financeiras. As regras refletem as lições tiradas da crise econômica internacional. A ideia é garantir que as instituições financeiras tenham recursos reservados para absorver choques em momento de crise. As economias integrantes do G20 de implementar as recomendações de Basileia 3.
"O resultado da avaliação realizada denota o compromisso do Brasil na adoção dos melhores padrões internacionais. O RCAP, em conjunto com o do Programa de Avaliação do Setor Financeiro (FSAP) realizado em 2012, pelo Banco Mundial e pelo FMI, confirmam que o sistema financeiro brasileiro é sólido e resiliente", diz o BC em nota.


Edição: José Romildo

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Produção agrícola deve se manter estável entre 2013 e 2014, diz IBGE

Economia



Produção agrícola deve se manter estável entre 2013 e 2014, diz IBGE
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/producao-agricola-deve-se-manter-estavel-entre-2013-e-2014-diz-ibge
Dec 10th 2013, 10:10

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2014 deverá ser de 186,9 milhões de toneladas, a mesma prevista para 2013. A previsão é do segundo prognóstico de safra 2014/2013, produzido em novembro deste ano e divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No primeiro prognóstico, feito em outubro, o IBGE havia estimado uma queda de 1,4% para 2014. De acordo com o prognóstico de novembro, entre os dez produtos de maior importância, para a próxima safra de verão, seis deverão ter alta: feijão 1ª safra (31,7%), o algodão (12,4%), a mandioca (9,9%), a soja (9,0%), o arroz (5,8%) e o fumo (2,0%).
São previstas quedas para o amendoim 1ª safra (-8,0%), o milho 1ª safra (-7,1%), a cebola (-6,6%) e a batata-inglesa 1ª safra (-0,5%). Com relação à área colhida, há perspectivas de aumentos para o algodão herbáceo (13,0%), o feijão 1ª safra (11,2%), a mandioca (10,3%), a soja (4,4%), o fumo (0,7%) e o arroz (0,1%).

Edição: José Romildo

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Safra de grãos deve chegar a 195,9 milhões de toneladas, estima Conab

Economia



Safra de grãos deve chegar a 195,9 milhões de toneladas, estima Conab
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/safra-de-graos-deve-chegar-1959-milhoes-de-toneladas-estima-conab
Dec 10th 2013, 09:48

Ivan Richard

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou hoje (10) o resultado do terceiro levantamento da safra brasileira de grãos 2013/2014 com previsão de crescimento da produção em 4,8% em relação à última estimativa. Pelos cálculos, o país deve produzir 195,9 milhões de toneladas de grãos, com crescimento de 3,6% na área plantada, que deve passar de 53,2 para 55,2 milhões de hectares.
De acordo com a Conab, a soja foi o principal destaque do levantamento – crescimento de 10,5%, com produção estimada em 90 milhões de toneladas. Os estudos para o terceiro levantamento de safra ocorreram de 24 a 30 de novembro. Mais de 60 técnicos da Conab estiveram em campo para atualizar as informações de área, produção e comportamento climático nos estados da região Centro-Sul, em Rondônia, no Tocantins, no oeste da Bahia e sul do Piauí e Maranhão.
A área usada para o cultivo de soja também registrou crescimento, com avanço de 6,2%, passando de 27,7 para 29,4 milhões de hectares. Já o milho, com os resultados combinados de redução da safra de verão, aliados à metodologia da Conab, apresentou diminuição da área plantada de 2,5%, passando de 15,8 para 15,4 milhões de hectares. Culturas como o arroz, feijão e algodão apresentaram aumentos em relação à área plantada.
No Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje a estimativa da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas para este ano. A previsão de 186,8 milhões de toneladas é a mesma da estimativa de outubro. Em 2012, foram produzidas 161,9 milhões de toneladas.
Edição: Talita Cavalcante
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IBGE mantém previsão de aumento de 15,4% para safra neste ano

Economia



IBGE mantém previsão de aumento de 15,4% para safra neste ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/ibge-mantem-previsao-de-aumento-de-154-para-safra-neste-ano
Dec 10th 2013, 09:20

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prevê um aumento de 15,4% na safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas neste ano, em relação a 2012, segundo estimativa feita em novembro. A previsão de 186,8 milhões de toneladas é a mesma da estimativa de outubro. Em 2012, foram produzidas 161,9 milhões de toneladas.
Os três principais produtos agrícolas do país, que respondem juntos por 92,8% da previsão de safra deste ano, devem fechar 2013 com altas: soja (23,8%), milho (12,8%) e 2,4% (arroz). No total, 15 dos 26 principais produtos deverão fechar o ano com aumento na produção, entre eles cana-de-açúcar (6,1%), feijão terceira safra (7,3%) e trigo em grão (13,5%). Entre os 11 produtos em queda, estão a laranja (-14,2%), café em grão–arábica (-4,1%), café em grão–canephora (-14,7%) e mandioca (-11,3%).
Em relação à safra passada, houve altas de 10,8% na Região Centro-Oeste, 30,7% na Sul, 1,9% na Sudeste e 1,4% na Nordeste. Na Região Norte houve queda de 3,8%.
A área total a ser colhida neste ano crescerá 7,9% em relação a 2012, somando 52,7 milhões de hectares. Entre os três principais produtos, haverá aumento de área a soja (11,2%) e o milho (7,6%). O arroz terá um recuo de 0,8% na área colhida.
Edição: José Romildo
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Produção industrial cresce em 11 estados em outubro, segundo o IBGE

Economia



Produção industrial cresce em 11 estados em outubro, segundo o IBGE
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-10/producao-industrial-cresce-em-11-estados-em-outubro-segundo-ibge
Dec 10th 2013, 09:42

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A produção industrial cresceu em 11 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de setembro para outubro. Os destaques foram os estados do Ceará (3,8%), Pernambuco (2,9%), Pará (2,6%) e São Paulo (2,5%), segundo dados divulgados hoje (10).
Outros estados que tiveram alta em outubro na comparação com o mês anterior foram Paraná (2,1%), Espírito Santo (1,9%), Minas Gerais (1,8%), Rio Grande do Sul (1,4%), Amazonas (0,9%), Santa Catarina (0,9%) e Goiás (0,6%). Na média nacional, a indústria brasileira cresceu 0,6%.
Por outro lado, três locais tiveram queda na produção: Bahia (-6,2%), Região Nordeste (-5,4%) e Rio de Janeiro (-1,5%).
Na comparação com outubro do ano passado, houve aumento da produção em sete locais, com destaque para Rio Grande do Sul (14,5%), Paraná (13%) e Ceará (11,8%). Entre as sete quedas, as principais taxas ficaram com Espírito Santo (-8,5%), Bahia (-2,8%) e Rio de Janeiro (-2,6%).
No acumulado do ano, dez locais apresentam altas, com destaque para Rio Grande do Sul (6,4%), Paraná (5%) e Bahia (4,9%). No acumulado de 12 meses, também houve crescimento em dez locais, entre eles Bahia (6,4%), Rio Grande do Sul (3,6%), Goiás (3,3%) e Ceará (3%).

Edição: José Romildo

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IPC-S sobe em quatro capitais na primeira semana de dezembro

Economia



IPC-S sobe em quatro capitais na primeira semana de dezembro
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Dec 10th 2013, 09:01

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu em quatro das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre a última semana de novembro e a primeira semana de dezembro. O maior aumento foi observado em Belo Horizonte (0,18 ponto percentual), onde a taxa passou de 0,48% para 0,66%
Outras capitais com aumento da taxa foram Porto Alegre (0,16 ponto percentual, ao passar de 0,85% para 1,01%), o Rio de Janeiro (0,09 ponto percentual, ao passar de 0,84% para 0,93%) e Salvador (0,07 ponto percentual, ao passar de 0,48% para 0,55%).
Por outro lado, três capitais tiveram queda no IPC-S: Brasília (0,15 ponto percentual, ao passar de 0,75% para 0,6%), Recife (0,06 ponto percentual, ao passar de 0,73% para 0,67%) e São Paulo (0,04 ponto percentual, ao passar de 0,56% para 0,52%).
Edição: Graça Adjuto


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Cai levememente previsão de investimento da indústria brasileira para 2014

Economia



Cai levememente previsão de investimento da indústria brasileira para 2014
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Dec 10th 2013, 08:59

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A proporção de empresas industriais que pretendem investir mais em 2014 alcançou 47%, enquanto aquelas que devem fazer menos investimentos representam 19%, de acordo com a edição de outubro-novembro de 2013, da Sondagem de Investimentos da Fundação Getulio Vargas (FGV).
A avaliação é pior do que a observada na edição de outubro-novembro de 2012, quando 50% das empresas disseram ter intenção de investir mais em 2013. O percentual de indústrias que pretendiam investir menos também piorou, já que em 2012, a proporção era de apenas 15%.
As empresas que preveem aumento do faturamento no seguinte caiu de 71% em 2012 para 64% neste ano, enquanto aquelas que projetam faturamento menor subiu de 6% para 8% no período.
Em relação às contratações, o percentual de empresas que devem aumentar seu pessoal ocupado permaneceu em 32%. Já aquelas que pretendem reduzir seu contingente de mão de obra no ano seguinte caiu, passando de 12% em 2012 para 11% em 2013.
A Sondagem da FGV também constatou que, em 2013, os investimentos em capital fixo cresceram em 40% das empresas e caíram em 25%. Em 2012, 43% haviam ampliado investimentos. Os investimentos reduzidos pelas empresas corresponderam a 28% do total.
Outros resultados obtidos pelas empresas em 2013: contrataram mais mão de obra (36%), reduziram contingente ocupado (20%), aumentaram faturamento (58%) e reduziram faturamento (20%).
Resultados de 2012: contrataram mais mão de obra (37%), reduziram contingente ocupado (23%), aumentaram faturamento (54%) e reduziram faturamento (24%).

Edição: José Romildo

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Primeira prévia de dezembro do IGP-M registra inflação de 0,32%

Economia



Primeira prévia de dezembro do IGP-M registra inflação de 0,32%
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Dec 10th 2013, 08:34

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), utilizado para a correção de contratos de aluguel e como indexador de algumas tarifas como energia elétrica, registrou inflação de 0,32%, na primeira prévia de dezembro, leve alta em relação à taxa de 0,3% da primeira prévia de novembro. Segundo a Fundação Getulio Vargas, com a prévia, o IGP-M acumula taxa de 5,22% em 12 meses.
A alta da prévia de dezembro foi puxada pelos aumentos das taxas dos subíndices de Preços ao Consumidor e de Custo da Construção. O Índice de Preços ao Consumidor subiu de 0,39% em novembro para 0,47% neste mês. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,15% para 0,36%.
O terceiro subíndice que compõe o IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo, por outro lado, registrou queda na taxa, ao passar de 0,29% para 0,26%. A primeira prévia de dezembro foi calculada com base em preços coletados entre 21 e 30 de novembro.
Edição: José Romildo

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