Ministros anunciam ações para melhorar escoamento de safras agrícolas

11 de dezembro de 2013

Economia



Ministros anunciam ações para melhorar escoamento de safras agrícolas
http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2013-12-11/ministros-anunciam-acoes-para-melhorar-escoamento-de-safras-agricolas
Dec 11th 2013, 17:42

Brasília - Os ministros da Agricultura, Antônio Andrade, dos Transportes, César Borges, e da Secretaria de Portos, Antônio Henrique da Silveira, informam sobre ações do governo federal para a melhoria do escoamento de safras agrícolasBrasília - O ministro da Secretaria de Portos, Antônio Henrique da Silveira, informa sobre ações do governo federal para a melhoria do escoamento de safras agrícolasBrasília - O ministro da Secretaria de Portos, Antônio Henrique da Silveira, informa sobre ações do governo federal para a melhoria do escoamento de safras agrícolasBrasília - Os ministros da Agricultura, Antônio Andrade; dos Transportes, César Borges; e da Secretaria de Portos, Antônio Henrique da Silveira, informam sobre ações do governo federal para a melhoria do escoamento de safras agrícolasBrasília - O ministro dos Transportes,César Borges, informa sobre ações do governo federal para a melhoria do escoamento de safras agrícolasBrasília - Os ministros da Agricultura, Antônio Andrade, e dos Transportes, César Borges, informam sobre ações do governo federal para a melhoria do escoamento de safras agrícolasBrasília - O ministro da Agricultura, Antônio Andrade, anuncia ações do governo federal para a melhoria do escoamento de safras agrícolasBrasília - Os ministros da Agricultura, Antônio Andrade, dos Transportes, César Borges; e da Secretaria de Portos, Antônio Henrique da Silveira, anunciam ações do governo federal para a melhoria do escoamento de safras agrícolasBrasília - Os ministros da Agricultura, Antônio Andrade, e dos Transportes, César Borges, anunciam ações do governo federal para a melhoria do escoamento de safras agrícolas



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CNA projeta crescimento de 3,56% para o agronegócio em 2013

Economia



CNA projeta crescimento de 3,56% para o agronegócio em 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-11/cna-projeta-crescimento-de-356-para-agronegocio-em-2013
Dec 11th 2013, 20:05

Da Agência Brasil
Brasília - A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) projeta que o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio fechará o ano com alta de 3,56%. O valor representa R$ 1 trilhão em investimentos e recuperação em relação a 2012, quando o setor teve retração de 2,57%. A CNA prevê ainda aumento da participação da agricultura no PIB brasileiro, de 22,51% no ano passado para 22,8% em 2013. Os números foram divulgados hoje (11), em balanço da entidade sobre o desempenho do agronegócio na economia brasileira.
Além do PIB, a CNA divulgou projeção sobre o Valor Bruto da Produção (VBP), uma estimativa de geração de renda pela atividade rural que abrange lavouras e pecuária. Segundo a entidade, o VBP deve fechar o ano em R$ 424,5 bilhões, cifra 8% mais alta do que a registrada em 2012. Para 2014, a previsão é que o VBP totalize R$ 438,2 bilhões, com alta de 3,2% em relação ao valor deste ano.



A entidade projeta ainda exportações acima US$ 100 bilhões para o agronegócio em 2013, expansão de 5,1% em relação a 2012. A soja deve liderar as vendas externas, atingindo US$ 31,5 bilhões e consolidando o Brasil na posição de maior exportador mundial da oleaginosa. O superávit comercial deve totalizar US$ 83 bilhões, 5,3% a mais do que no ano passado.
Edição: Juliana Andrade
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Brasil é destaque em catálogo da Agência Internacional de Energia

Economia



Brasil é destaque em catálogo da Agência Internacional de Energia
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Dec 11th 2013, 18:30

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Brasil foi um dos destaques da edição deste ano do catálogo World Energy Outlook 2013, publicação anual da Agência Internacional de Energia (AIE), que apresenta perspectivas analíticas sobre tendências nos mercados de energia. De acordo com a diretora executiva da AIE, Maria van der Hoeven, o foco no Brasil se deve ao fato de o país ser candidato a se tornar, nas próximas décadas, um dos grandes exportadores de petróleo e líder mundial na produção de energia.
"Em 2035, o Brasil terá deixado de importar gás e óleo, passando a ser exportador dos dois produtos. O país é uma força emergente na produção de gás e vai estar entre os líderes da exploração de petróleo em água profunda e no desenvolvimento [de fontes energéticas] de baixa emissão de carbono", destacou Maria durante o lançamento do catálogo.
De acordo com o catálogo, em 2035, a produção de petróleo no Brasil vai triplicar, chegando a 6 milhões de barris por dia, o que corresponde a um terço do crescimento líquido previsto para a produção mundial de petróleo. Com isso, o país alcançará a sexta posição entre os principais produtores. Já a produção de gás natural terá aumentado nesse período em mais de cinco vezes. Em 2030, o país não precisará mais importar o produto.
Ainda segundo o documento, as fontes de energia são "abundantes e diversificadas" no Brasil. Isso sustentará um aumento de 80% do uso de energia. Para dar conta do aumento de consumo previsto pelas necessidades da classe média em expansão e ter sucesso na implementação do projeto de acesso universal à eletricidade – objetivo do Programa Luz para Todos – será necessário investir, em média, US$ 90 bilhões por ano em todo o sistema de energia.
Líder mundial no domínio das energias renováveis, o Brasil "praticamente duplicará" essa produção a partir de fontes renováveis em 2035, mantendo sua quota de 43% na matriz energética nacional. Na projeção da AIE, a espinha dorsal do setor continuará sendo a geração de energia a partir das usinas hidrelétricas, apesar de a dependência dessa fonte tender a declinar "em parte devido ao afastamento e à sensibilidade ambiental de muitos recursos remanescentes, situados principalmente na Amazônia".
Entre as fontes de geração que mais aumentarão as quotas na matriz energética estão a de energia eólica, que segundo a agência, tem demonstrado competitividade, a de gás natural e a eletricidade gerada pela bioenergia.
Edição: Nádia Franco
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Prefeitura vai recorrer de suspensão do aumento do IPTU em São Paulo

Economia



Prefeitura vai recorrer de suspensão do aumento do IPTU em São Paulo
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Dec 11th 2013, 19:09

Daniel Mello

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A prefeitura de São Paulo informou no início da noite de hoje (11) que vai recorrer da decisão judicial que suspendeu o aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) na capital paulista. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) concedeu liminar favorável a duas ações diretas de inconstitucionalidade (Adins) apresentadas pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo PSDB.
A Lei Municipal 15.889/13, que reajuste a tabela do imposto, foi sancionada no dia 6 de novembro pelo prefeito Fernando Haddad. Segundo a prefeitura, o projeto aprovado representa um aumento médio de 14,1% em 2014. Para os imóveis residenciais, a elevação ficará em torno de 10,7%, em média. Dos cerca de 3 milhões de contribuintes, o número de isentos ficará estável em cerca de 1 milhão. O governo destaca que o novo cálculo proporciona uma redução do imposto em 25 dos 96 distritos da capital.
A Fiesp diz que, pela proposta, o aumento pode chegar a 35% em alguns casos. Na opinião da entidade, a elevação não é razoável e excede a capacidade de pagamento de parte dos contribuintes.
Edição: Juliana Andrade
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A Agência Internacional de Energia lança a World Energy Outlook 2013

Economia



A Agência Internacional de Energia lança a World Energy Outlook 2013
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Dec 11th 2013, 18:00

Brasília - A Agência Internacional de Energia lança a World Energy Outlook 2013, publicação anual que apresenta perspectivas analíticas sobre tendências nos mercados de energia. Participam do evento o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, e da diretora executiva da Agência Internacional de Energia, Maria van der HoevenBrasília - A Agência Internacional de Energia lança a World Energy Outlook 2013, publicação anual que apresenta perspectivas analíticas sobre tendências nos mercados de energia. Na foto, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio ZimmermannBrasília - A Agência Internacional de Energia lança a World Energy Outlook 2013, publicação anual que apresenta perspectivas analíticas sobre tendências nos mercados de energia. Na foto, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio ZimmermannBrasília - A Agência Internacional de Energia lança a World Energy Outlook 2013, publicação anual que apresenta perspectivas analíticas sobre tendências nos mercados de energia. Na foto, a diretora executiva da Agência Internacional de Energia, Maria van der HoevenBrasília - A Agência Internacional de Energia lança a World Energy Outlook 2013, publicação anual que apresenta perspectivas analíticas sobre tendências nos mercados de energia. Na foto, a diretora executiva da Agência Internacional de Energia, Maria van der Hoeven



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Caminhões com cargas para o Porto de Santos terão que fazer agendamento prévio

Economia



Caminhões com cargas para o Porto de Santos terão que fazer agendamento prévio
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Dec 11th 2013, 17:58


Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A partir do ano que vem, os caminhões com cargas para o Porto de Santos terão que fazer o agendamento prévio a fim de sincronizar a chegada ao porto com a atracação da embarcação no terminal. O objetivo é evitar a formação de grandes filas, como ocorreu em março deste ano, por causa da supersafra de grãos. Além disso, serão disponibilizados pátios para que os caminhões fiquem estacionados aguardando a vez de entrar no porto.
As medidas foram anunciadas hoje (12) pelos ministros dos Transportes, César Borges; da Agricultura, Antônio Andrade; e da Secretaria Especial de Portos, Antônio Henrique da Silveira. Os veículos que não estiverem agendados não terão acesso ao porto, ficarão aguardando em um pátio de triagem próximo à região metropolitana de São Paulo. Ele só poderá ir para a Baixada Santista quando comprovar o agendamento. No caso de contêineres e de alguns terminais de tradings já existe o agendamento, mas agora será adotado de forma generalizada.
Segundo o ministro dos Portos, o objetivo do agendamento é fazer uma sincronização entre a chegada dos navios e das cargas. "Para ter acesso à área portuária urbana de Santos, os embarcadores terão que, em contato com os terminais, estabelecer as datas de embarque e procurar sincronizar essa chegada para evitar que as filas se formem dentro da cidade e nas estradas e que a retenção seja feita em pátios de triagem, onde terá infraestrutura com facilidades para os motoristas de caminhão", explicou.
As novas regras de agendamento começam a valer em janeiro, para que, quando começar o período de maior movimentação de cargas, a partir de março, o sistema esteja operando plenamente. O governo está estudando a utilização de duas áreas públicas para fazer os pátios de triagem, e já fez uma chamada para proprietários de áreas privadas que quiserem disponibilizar terrenos para esse fim. Nesses casos, os caminhoneiros terão que pagar para ter acesso aos pátios.
Para Antônio Henrique da Silveira, o agendamento e a adoção dos pátios solucionará os gargalos no Porto de Santos. "O que houve de gargalo foi uma atuação não planejada na chegada da carga. Estamos entrando com uma ação agendada para mitigar qualquer confusão na entrada da cidade e nas estradas que dão acessos", disse.
Em março deste ano, o escoamento da supersafra de grãos do país causou problemas de congestionamento no Porto de Santos, onde filas de caminhões ocuparam grande parte das vias no entorno do terminal e nas rodovias que levam ao porto por vários dias.
Para o ministro da Agricultura, Antonio Andrade, o congestionamento no porto é um "bom problema" que o Brasil tem que enfrentar. "Espero poder assistir o Brasil enfrentando esse problema ao longo dos próximos dez anos", disse. A produção agrícola na safra 2013/2014 deve alcançar 195,91 milhões de toneladas, de acordo com a Conab. A estimativa do governo, segundo o ministro, é ultrapassar 200 milhões de toneladas. A exportação de grãos deste ano deve fechar em torno de 90 milhões de toneladas e, para o próximo ano, poderá ultrapassar 100 milhões de toneladas.
O ministro dos Transportes, Cesar Borges, também anunciou melhorias em rodovias e ferrovias, para descentralizar a exportação de grãos no país, que hoje ocorre prioritariamente nos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). Entre as medidas está a duplicação da BR-163, em Mato Grosso, que já foi licitada e deve estar duplicada em cinco anos. Em relação às ferrovias, ele citou o trecho de 901 quilômetros entre Lucas do Rio Verde (MT) até Campinorte (GO), que deverá ser o primeiro a ser licitado pelo governo. "Queremos fazer a licitação no início do ano", disse Borges. Os estudos devem ser analisados pelo Tribunal de Contas da União em sessão extraordinária na próxima segunda-feira (16).


Edição: Aécio Amado
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Questão da terra indígena é uma das preocupações do agronegócio para 2014

Economia



Questão da terra indígena é uma das preocupações do agronegócio para 2014
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Dec 11th 2013, 17:25


Jorge Wamburg

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A questão indígena é uma das maiores preocupações da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) para 2014, entre os problemas do setor, e a entidade passou a utilizar imagens de satélite para usar como prova de irregularidades nas demarcações de reservas em áreas já ocupadas e trabalhadas por agricultores nas terras reivindicadas pelos índios.
A informação é da presidenta da CNA, senadora Kátia Abreu, ao fazer hoje (11) um balanço do agronegócio em 2013 e tratar das perspectivas para o próximo ano. Ela disse que dificilmente 2014 será melhor para o setor do que este ano, em que números positivos "traduzem a competitividade da nossa agropecuária", em que houve um crescimento de 3,56% no Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio, que pode encerrar o ano com um valor de R$ 1,02 trilhão.
De acordo o balanço da CNA, o valor bruto da produção (VBP) do setor agropecuário pode crescer 3,2% em 2014, em comparação com 2013, e chegar a R$ 438,2 bilhões, e o crescimento só não será maior em função de alguns indicadores do cenário externo.
Segundo a presidenta da CNA, o bom desempenho da agricultura brasileira mudou até mesmo a visão dos políticos em relação ao setor, tanto que "antigamente nós tínhamos que correr atrás dos candidatos a presidente da República e agora são eles que correm atrás de nós". De acordo com Kátia Abreu, a CNA vai atualizar o manual contendo as posições da agricultura que entregou aos candidatos à Presidência e fazer a entrega do documento aos futuros concorrentes no momento oportuno.
"Este ano, o agronegócio colheu os frutos do diálogo republicano com o governo federal na aprovação do Plano Agrícola e Pecuário que marcou um novo tempo no crédito rural, no seguro agrícola, na inovação e no financiamento à produção. Houve reconhecimento ao mais dinâmico setor da economia, que sustenta a balança comercial brasileira e é responsável por 22,80% do PIB nacional", disse a senadora.
Ela ressaltou também o crescimento das exportações Agrícolas, principalmente para a China, e declarou esperar que a visita do presidente chinês ao Brasil, no próximo ano, sirva para acabar com o embargo daquele país à carne brasileira "que é muito melhor do que a australiana (que os chineses importam". E para ajudar a mudar essa situação, em 2014, a presidenta da CNA vai levar à China empresários de churrascarias brasileiras para demonstração da qualidade do produto nacional.
Nessa linha de ação, a CNA investiu no mercado chinês, este ano, levando uma missão empresarial a Pequim e Xangai e inaugurando um escritório de representação em Bruxelas. Kátia Abreu ressaltou que os números positivos traduzem a competitividade da agropecuária brasileira, "mas ainda é preciso superar fortemente os gargalos da logística e do armazenamento que sufocam a produção agrícola. Só assim facilitaremos a atração dos investimentos internacionais para novos projetos produtivos e concessões já estabelecidas".

Edição: Aécio Amado
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Varejo paulista deve encerrar o ano com aumento de 4% nas vendas

Economia



Varejo paulista deve encerrar o ano com aumento de 4% nas vendas
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Dec 11th 2013, 16:22

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O varejo no estado de São Paulo deve encerrar o ano com aumento de 4% nas vendas na comparação com 2012. O valor total da receita deve chegar a R$ 502,1 bilhões, sendo que R$ 50,9 bilhões são referente a dezembro. Os dados foram divulgados hoje (11) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), na capital paulista. De acordo com a entidade, a estimativa de 4% reflete a baixa base de comparação, já que o varejo paulista cresceu 0,4% em 2012. O setor de eletrodomésticos e eletrônicos deve ter alta de 45,1% na receita. Já as lojas de departamentos devem registrar queda de 15,5% no ano.
Na cidade de São Paulo, as vendas no comércio devem fechar 2013 com crescimento de 2,4%, e o faturamento deve subir 3%, chegando a R$ 115 bilhões. O montante estimado para dezembro é R$ 15,8 bilhões. O destaque vai para as lojas de eletrodomésticos e eletrônicos, com expansão de 27,2% no faturamento comparado a 2012. Em seguida, aparecem as concessionárias de veículos, com 9,6%.
A confiança do consumidor ficou 8,2% abaixo do registrado no ano passado, influência da alta dos preços, principalmente dos alimentos, que tem impacto sobre as vendas. Além disso, contribuiu para diminuir a confiança do consumidor o baixo índice de crescimento da economia. O endividamento das famílias cresceu 8%, acima do percentual verificado no ano passado (2,8%). O crédito cresceu, 2,3% em 2013, bem abaixo do registrado em 2012 (6,9%).
O diretor executivo da FecomercioSP, Antonio Carlos Borges, avaliou que o crescimento estimado de 4% é um bom índice, mas há preocupação com a continuidade dessa expansão. "No próximo ano, existem fatores que ajudam no desempenho. Já tivemos inflação mais baixa que nos permitiu aumento da renda real, um nível de emprego no qual não havia nada que ameaçasse isso. Teremos também o fim das obras da Copa do Mundo e temos que levar isso em consideração."
Segundo Borges, a situação será diferente em 2015. "Em 2015 a situação será mais complicada, porque em 2014, que é um ano eleitoral, não serão feitas as reformas que são necessárias nem vai se tentar controlar os ajustes. Mas em 2015 isso deverá ser feito de forma mais contundente do que em 2014."


Edição: Juliana Andrade
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Sonegação no Brasil é 20 vezes maior que gasto com Bolsa Família, diz Sinprofaz

Economia



Sonegação no Brasil é 20 vezes maior que gasto com Bolsa Família, diz Sinprofaz
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Dec 11th 2013, 15:24

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A sonegação no Brasil é 20 vezes maior do que o valor gasto com o Programa Bolsa Família. O cálculo é do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), que volta a exibir hoje (11), em Brasília, o Sonegômetro, para mostrar os prejuízos que o país tem com a sonegação.
O placar, online, indica que a sonegação fiscal no Brasil está prestes a ultrapassar a casa dos R$ 400 bilhões. Desenvolvido pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), o Sonegômetro apresenta, em tempo real, o quanto o país deixa de arrecadar todos os dias.
Para o presidente do Sinprofaz, Heráclio Camargo, a sonegação caminha em conjunto com a corrupção. "A sonegação e a corrupção caminham juntas porque a corrupção precisa do dinheiro da sonegação para financiar as campanhas de políticos inescrupulosos e fomentar o círculo vicioso da lavagem de dinheiro", disse ele.
"Infelizmente, o Brasil é leniente", ressaltou Camargo, porque permite a inscrição, com o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), de empresas localizadas em paraísos fiscais. Segundo o presidente do Sinprofaz, basta procurar em todos os jornais, em notícias recentes e em todas as operações da Polícia Federal.
"É só observar que, em todos os mensalões de todos os partidos, usam-se mecanismos sofisticados de lavagem de dinheiro, e o governo federal não muda essa sistemática de permitir que empresas instaladas em paraísos fiscais sejam donas de hotéis, de restaurantes. São negócios que têm uma fachada lícita, mas muitos deles servem para lavar dinheiro", reclamou.
Nos cálculos feitos por Camargo, R$ 400 bilhões representam aproximadamente 10% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riqueza produzidas no país), 25% do que é arrecadado. É 20 vezes mais do que se gasta com o Bolsa Família. De acordo com Camargo, mesmo com os questionamentos sobre esse programa, ele é benéfico para a economia, pois os recursos dele criam um circulo "virtuoso" da economia local. "Imagine se pegássemos 20 vezes esse valor e investíssemos em saneamento básico, na melhoria dos salário dos professores e na estruturação das carreiras de Estado. Seria um outro país, com R$ 400 bilhões a mais do que temos agora."
Isso sem contar os valores da dívida ativa, que está em R$ 1,4 trilhão, acrescentou Heráclio. Ele destacou que os procuradores sequer têm um servidor de apoio por procurador, enquanto os juízes têm de 15 a 20 servidores. "Os culpados pelo sucateamento da Procuradoria da Fazenda Nacional são o Ministério da Fazenda e a Advocacia-Geral da União." Para ele, é importante que a sociedade cobre, pois existem 300 vagas em aberto para a carreira de procurador e não há, também, carreira de apoio para combater o que ele considera "sonegação brutal" [R$ 400 bilhões] e tentar arrecadar melhor essa dívida de R$ 1,4 trilhão.
"São quase R$ 2 trilhões que estão aí para ser cobrados, e o governo pune os mais pobres e a classe média com uma tributação indireta alta e, notadamente, com a contrapartida baixa que é dada pelo Estado brasileiro, afirmou.
Edição: Nádia Franco
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Economia da América Latina e do Caribe deve crescer mais no ano que vem, estima Cepal

Economia



Economia da América Latina e do Caribe deve crescer mais no ano que vem, estima Cepal
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Dec 11th 2013, 14:23

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A economia da América Latina e do Caribe deve crescer mais em 2014 do que neste ano. A previsão é da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), que espera crescimento de 3,2%, em 2014, e 2,6%, neste ano.
Segundo o Balanço Preliminar das Economias da América Latina e Caribe 2013, no próximo ano, o crescimento regional será liderado pelo Panamá, com 7%, seguido pela Bolívia (5,5%), pelo Peru (5,5%), pela Nicarágua (5%), República Dominicana (5%), Colômbia, pelo Haiti, Equador e Paraguai (os quatro com 4,5%). A projeção para a Argentina e o Brasil é 2,6%. O Chile e a Costa Rica devem crescer 4%; a Guatemala, o México e o, Uruguai, 3,5%; e a Venezuela, 1%.
Para a Cepal, o menor dinamismo da demanda externa, a maior volatilidade financeira internacional e a queda no consumo foram os fatores que levaram ao desempenho econômico mais modesto em 2013.
Para o próximo ano, a Cepal espera que um cenário externo moderadamente mais favorável contribua para aumentar a demanda externa e, portanto, as exportações da região. "De igual modo, o consumo privado continuará expandindo-se, ainda que a taxas mais baixas do que em períodos anteriores, enquanto se mantiver o desafio de aumentar o investimento na região", destaca a comissão.
De acordo com o relatório, o desafio principal para os governos da América Latina e do Caribe é impulsionar o investimento como forma de estimular a produtividade e o crescimento com igualdade. Para isso, a comissão defende pactos sociais, com um marco institucional que ofereça certeza e regras claras, com políticas de curto prazo que proporcionem estabilidade nominal e real, e políticas de longo prazo que incentivem um investimento mais diversificado nos setores comercializáveis.
Edição: Juliana Andrade
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Taxas de juros para operações de crédito ficam estáveis em novembro

Economia



Taxas de juros para operações de crédito ficam estáveis em novembro
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Dec 11th 2013, 14:58

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Após seis meses de alta, as taxas de juros das operações de crédito mantiveram-se estáveis em novembro, informou hoje (11) a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). A taxa média de juros para pessoa física cresceu 0,01 ponto percentual, passando de 5,56% em outubro para 5,57% em novembro, a maior taxa de juros registrada desde novembro do ano passado.
Das seis linhas de crédito pesquisadas para pessoas físicas, três se mantiveram estáveis: cartão de crédito rotativo, cheque especial e CDC-bancos-financiamento de veículos. As demais (juros do comércio, empréstimo pessoal por bancos e por financeiras) tiveram alta.
Para pessoa jurídica, a taxa média de juros em novembro manteve-se igual à de outubro, com 3,18% ao mês. É a maior taxa de juros para pessoa jurídica ao mês desde novembro do ano passado.
Das três linhas de crédito para pessoa jurídica, uma ficou estável em novembro (capital de giro), uma foi reduzida (conta garantida) e uma foi elevada (desconto de duplicatas).
Para o diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, o fato de as taxas de juros das operações de crédito terem se mantido estáveis em novembro pode significar que elas ainda não refletiram os efeitos da elevação da taxa básica de juros (Selic) em novembro, o que deve ocorrer agora em dezembro.
A expectativa da Anefac é que a Selic volte a subir na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Por causa disso, diz a entidade, as taxas de juros das operações de crédito também devem se elevar nos próximos meses.
Edição: Nádia Franco
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Governo pode adiar obrigação de airbag e ABS nos automóveis fabricados no Brasil

Economia



Governo pode adiar obrigação de airbag e ABS nos automóveis fabricados no Brasil
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Dec 11th 2013, 14:49

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A melhoria na segurança dos carros brasileiros deve ficar para depois. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou hoje (11) que, na semana que vem, deverá se reunir com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) para discutir a postergação da medida, prevista para entrar em vigor em 2014.
O ministro esteve reunido com o setor, segunda-feira, em São Paulo. "Estamos discutindo as questões de segurança que seriam acrescentadas a partir de 2014, e estamos preocupados com o impacto sobre o preço do carro, pois elevaria o preço de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil", disse.
Mantega também disse que o assunto ainda está em estudo, mas é possível que o governo adie a entrada em vigor das exigências. "Hoje, 60% dos veículos já têm os equipamentos e passaria para 100%. Então, nós vamos diferir em um a dois anos. Fecharemos [a decisão] na semana que vem", disse.
A mudança, impostas pelas resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) 311/2009 e 380/2011 prevê, respectivamente, a instalação de airbag duplo (motorista e passageiro da frente) e freios ABS em 100% dos automóveis fabricados no país. O Contran, presidido pelo ministro da Justiça, é o órgão máximo normativo, consultivo e coordenador da política nacional de trânsito. A Resolução 380 revogou a 312, que tratava anteriormente da obrigação para freios ABS.
Edição: Davi Oliveira
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Abate de animais no país é recorde

Economia



Abate de animais no país é recorde
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Dec 11th 2013, 11:11


Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O abate de bovinos, frangos e suínos bateu recorde no terceiro trimestre de 2013. A informação consta da Pesquisa Trimestral de Abate de Animais e Aquisição de Leite, Couro e Produção de Ovos e foi divulgada hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mato Grosso é a região que lidera o ranking.
Em todo o país, o abate de bovinos chegou a 8,91 milhões de cabeças, o segundo maior na comparação trimestral. O aumento é 4,4% em relação aos três meses anteriores e 10,7% em relação ao mesmo período de 2012. A produção de carcaças também bateu recorde e chegou a 2,137 milhões de toneladas, aumento de 6,4% em relação ao três meses anteriores e 11,4% em relação ao mesmo período 2012.
Entre os estados, Mato Grosso liderou o abate de bovinos, segundo o ranking calculado pelo IBGE, com aumento de 21,9%, em relação ao mesmo trimestre em 2012. Dentre as regiões do país, o número de cabeças abatidas subiu 14,4% no Norte, 13,3% no Centro-Oeste, 11,1% no Sudeste e 9,9% no Nordeste. Na Região Sul, o IBGE registrou redução de 3,8% na atividade.
A pesquisa de abate de animais mostra também aumento de 5,3% de suínos abatidos, que chegou a 9,35 milhões e representa aumento de 0,6% na comparação com o terceiro trimestre de 2012. Já o abate de frangos chegou a 1,44 bilhão de aves, representando aumento de 1,1% na comparação com os três meses anteriores ao levantamento e 8,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
O peso das carcaças de suínos e frangos atingiu a marca de 900 mil toneladas e 3,1 milhões de toneladas, respectivamente. O aumento em um ano foi 0,4%, em relação aos suínos, e 8,4%, na comparação dos frangos. A Região Sul é líder no abate desses animais, com destaque para o Paraná, seguida da Sudeste, no caso dos frangos.
A aquisição de leite cru chegou a 5,9 bilhões de litros e a de peças de couro chegou a 10,01 milhões. Já a produção de ovos de galinha foi 692,01 milhões de dúzias.

Edição: Denise Griesinger

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CNI elogia medidas do governo para estimular indústria nacional

Economia



CNI elogia medidas do governo para estimular indústria nacional
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Dec 11th 2013, 12:03

Pedro Peduzzi e Yara Aquino

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, disse hoje (11) que, diante das medidas que o governo federal tem adotado no sentido de estabelecer regras estáveis e atraentes de estímulo à redução de custos produtivos e de modernização da infraestrutura, o empresariado brasileiros terá interesse em investir no país. Segundo Andrade, tendo igualdade de condições com a concorrência, a indústria brasileira tem "força e qualidade suficiente para conquistar espaço e vencer nos mais acirrados mercados".
"Com regras estáveis e atraentes e taxas de retorno compatíveis com os riscos dos negócios, sempre teremos empresas interessadas em investir. Essa é a fórmula para o sucesso. Com prazer, registro que já se começa a perceber os efeitos positivos da redução de tempo de entrada de mercadorias em aeroportos sob gestão da iniciativa privada", disse o presidente da CNI durante abertura do 8º Encontro Nacional da Indústria (Enai) – evento organizado pela entidade, com objetivo de definir a posição da indústria nacional diante das incertezas no panorama internacional.
"Com a adoção de diversas medidas nos últimos anos, o governo federal tem feito um esforço consistente para reduzir os custos produtivos, modernizar a infraestrutura e estimular os investimentos", disse Andrade ao enfatizar que a CNI apoia "entusiasticamente essas corajosas iniciativas".
Ele aproveitou a oportunidade para ressaltar a importância do papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, no processo de reação à crise financeira internacional. "Ele [o BNDES] é fundamental para o desenvolvimento da infraestrutura brasileira e para a adaptação da indústria às transformações da economia global e às pressões por inovação", acrescentou.
Segundo ele, a ampliação da taxa de investimentos público e privado é precondição para viabilizar o aumento da produtividade, característica básica dos ciclos de expansão prolongado. O presidente da CNI destacou ainda as recentes "ações acertadas" na área de infraestrutura: "Com satisfação, acompanhamos as ações acertadas na área de infraestrutura, como a nova Lei dos Portos, as recentes concessões de aeroportos e rodovias, e o leilão do Campo de Libra, o primeiro para exploração de petróleo, sob o regime de partilha", completou.

Edição: Denise Griesinger

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Mantega defende adiamento do projeto sobre dívidas dos estados

Economia



Mantega defende adiamento do projeto sobre dívidas dos estados
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Dec 11th 2013, 14:22

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu hoje (11) que seja postergada a aprovação do projeto que prevê a redução da dívida de estados e municípios com a União trocando o indexador usado para corrigir o pagamento das parcelas devidas.
"O projeto da dívida, [que está] no Senado, neste momento, não é oportuno porque não dá uma sinalização boa. Nós gostaríamos que isso fosse prorrogado para um outro momento, porque agora não poderemos deixar dúvidas que nós estamos perseguindo um resultado primário maior com os estados e municípios", disse.
No entanto, o projeto teve o aval nesta quarta-feira de duas comissões do Senado – de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Assuntos Econômicos (CAE). O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados e, agora, seguirá para o plenário do Senado. A previsão é que seja apreciado em fevereiro.
Atualmente, as dívidas dos estados e dos municípios são corrigidas com base no IGP-DI, índice de inflação da Fundação Getulio Vargas (FGV), mais 6%, 7,5% ou 9% ao ano conforme o contrato. Pela proposta, o indexador passará a ser a Selic – taxa básica de juros da economia – ou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 4% ao ano, prevalecendo o menor valor.
De acordo com Mantega, o governo federal não quer tomar nenhuma medida que ponha em risco o cumprimento da meta por parte dos estados. "Não estaremos apoiando a aprovação do projeto".
Ele destacou que a responsabilidade fiscal não é só do governo federal, que segundo ele, fará a sua parte. Mas cobrou que os estados e municípios também assumam compromisso. "Os estados e municípios têm que se empenhar para fazer as suas partes. Esse projeto pode atrapalhar um pouco, não é bom aprová-lo e vamos trabalhar nesta direção".


Edição: Carolina Pimentel//Texto atualizado às 14h44 para acréscimo de informações
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Programa de investimento será mantido em 2014 com ajuste de taxas, diz Mantega

Economia



Programa de investimento será mantido em 2014 com ajuste de taxas, diz Mantega
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Dec 11th 2013, 14:17

Pedro Peduzzi e Yara Aquino

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – Tendo em vista o ambiente positivo empresarial, o governo manterá em 2014 o crédito destinado a estimular a produção, aquisição e exportação de bens de capital e a inovação tecnológica, denominado Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI), disse hoje (11) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. "Mas com alguns ajustes de taxas", acrescentou.
Segundo o ministro Mantega, há melhoria do ambiente de negócios do país: a situação patrimonial e de balanço das empresas está melhorando. "Dessa maneira, arrecadação está crescendo. A de novembro foi recorde, de R$ 110 bilhões. Assim como foi em outubro, quando foi R$ 100 [bilhões]", disse.
Mantega disse que, com as condições favoráveis às empresas, o Brasil pode "estar no limiar de um novo ciclo de expansão da economia, [que crescerá] com os ventos favoráveis".
Segundo o ministro da Fazenda, com os incentivos em vigor, haverá novos investimentos, o que trará como consequência "um crescimento [mesmo que] moderado do mercado consumidor".
Ele observou que, nos últimos quatro anos, a capacidade de financiamento industrial soma R$ 312 bilhões. Esse limite já havia sido ampliado para R$ 322 bilhões. "Temos feito grandes desonerações e reduções de custos principalmente para o setor produtivo, como [redução] da folha, diminuição do IPI e, também, e fundamentalmente, um grande programa de financiamento do investimento, o PSI", disse Mantega.
Ele fez uma exposição sobre a economia brasileira no 8º Encontro Nacional da Indústria (Enai), evento organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Em 2013, segundo o ministro, o PSI deverá despender cerca de R$ 80 bilhões com financiamentos de caminhões, máquinas, máquinas agrícolas e demais bens de capital. "Quero anunciar que o PSI terá continuidade no próximo ano com alguns ajustes de taxas, que cresceram um pouco acompanhando a Selic e a conjuntura, mas que continuam bastante atraentes", informou Mantega.
"Por exemplo, no caso de ônibus e caminhões a taxa é 4% ao ano até o final desse ano. Passará para 6% ao ano. Portanto, bem abaixo da Selic e bastante razoável. Muito próximo ao índice de inflação, de 5,5%. Isso permite que se façam investimentos a custo baixo. [No caso dos] programas de inovação [a taxa passará] de 3,5% para 4%, um pequeno aumento. E no de exportações, de 5,5% para 8%", detalhou o ministro.
A medida foi bem recebida pelo presidente da CNI, Robson Andrade. "Achei ótimo, importantíssimo", resumiu Andrade. "[Houve] aumento. Claro que gostaríamos que ficasse no patamar que estava antes, mas quando vemos taxas em torno de 4 e 6%, vemos que são taxas ainda muito atrativas para os investimentos, principalmente considerando uma taxa Selic de 10%. O BNDES certamente terá que ter muitos recursos para atender à demanda que certamente será grande", disse ele.

Edição: José Romildo

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Mantega diz que Brasil está preparado caso os Estados Unidos reduzam estímulos à economia

Economia



Mantega diz que Brasil está preparado caso os Estados Unidos reduzam estímulos à economia
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Dec 11th 2013, 13:51

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, garantiu hoje (11) que o Brasil está bem preparado, caso o Federal Reserve (Fed) , o Banco Central dos Estados Unidos, venha a adotar medidas para reduzir os estímulos à economia do país, se entender que há melhora no cenário. Os estímulos foram adotados para promover o enfrentamento da crise. "Vamos saber disso na próxima que vem, quando sairá o próximo relatório. Existe a possibilidade, mas estamos bem preparados para isso", afirmou.
Ele disse não acreditar em uma grande turbulência no mercado, pois, para ele, parte dela já foi antecipada pelo mercado, que se apropriou do aumento das taxas de juros com a especulação da mudança na economia norte-americana.
"Mas vamos aguardar porque não é certo também, pois o Fed vem mudando um pouco de posições em relação a isso. Também é possível que passe para o próximo ano. Vamos aguardar o relatório do Fed na próxima semana", reforçou.
Aguarda-se que o Fed comece a reduzir, a qualquer momento, a compra de US$ 85 bilhões em ativos. Com o fim das intervenções, os títulos norte-americanos passariam a ficar mais atraentes para os investidores e, provavelmente, o fluxo de dólares para aquele país aumentaria, reduzindo a liquidez e a oferta de dólar nos países emergentes, incluindo o Brasil. Neste cenário, com mais escassez de dólares, haverá tendência de alta da moeda norte-americana.
Edição: Nádia Franco
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Dilma: concessões abrangerão ferrovias em 2014

Economia



Dilma: concessões abrangerão ferrovias em 2014
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Dec 11th 2013, 12:49

Yara Aquino e Pedro Peduzzi

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – Após um ano de avanços nas concessões de portos, rodovias, aeroportos e petróleo, a presidenta Dilma Rousseff disse, hoje (11), que as concessões continuarão em 2014 com enfoque no setor ferroviário.
"No caso de ferrovias, acredito ser essencial investir em parceria com o setor privado. É inadmissível que um país de dimensões continentais não tenha esse investimento. É imperdoável não termos feito esses investimentos no final do século 19 e no século 20, mas o século 21 exigirá um sistema ferroviário de porte internacional", disse a presidenta ao participar da abertura do 8º Encontro Nacional da Indústria, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A presidenta explicou que a parceria com o setor privado é essencial não apenas na área financeira, mas também na gestão. Segundo ela, as parcerias com o setor privado vão permitir a aceleração do crescimento econômico do país e a oferta de bens e serviços mais adequados.
Aos empresários, Dilma lembrou que medidas adotadas pelo governo este ano permitiram reduzir o custo da energia elétrica, atendendo a uma demanda do setor industrial, e também foram ampliadas as desonerações tributárias e da folha de pagamento.
"Fizemos muito para reduzir e racionalizar a carga tributária, mas quero reconhecer que dificuldades e barreiras existentes diante do desafio de promover uma efetiva reforma tributária no Brasil vai exigir de nós ainda mais emprenho e determinação", disse.
O 8º Encontro Nacional da Indústria reúne, hoje e amanhã (12), mais de 1,5 mil líderes empresariais brasileiros e também acadêmicos e representantes do governo para discutir os desafios que o Brasil precisa vencer para aumentar a participação na economia global.

Edição: José Romildo

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Fluxo cambial volta a ficar negativo na primeira semana deste mês

Economia



Fluxo cambial volta a ficar negativo na primeira semana deste mês
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Dec 11th 2013, 13:02

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O saldo da entrada e saída de dólares do pais, fluxo cambial, voltou a ficar negativo na primeira semana deste mês. O déficit ficou em US$ 2,651 bilhões, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (11).
No mês passado, o fluxo fechou positivo em US$ 2,54 bilhões, depois de cinco meses seguidos de saldo negativo. O resultado de novembro foi influenciado pelo ingresso de recursos do exterior para o pagamento de bônus do leilão da exploração do pré-sal no Campo de Libra, na Bacia de Santos.
Na primeira semana de dezembro, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou negativo em US$ 2,107 bilhões, enquanto o fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) registrou déficit de US$ 544 milhões.
De janeiro a 6 de dezembro, o saldo negativo ficou em US$ 6,132 bilhões. No acumulado do ano, o resultado negativo vem do fluxo financeiro, com déficit de US$ 18,604 bilhões. Já o fluxo comercial está positivo em US$ 12,473 bilhões.


Edição: José Romildo

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Falhas em segurança vão obrigar bancos a pagar RS 9 milhões em multas

Economia



Falhas em segurança vão obrigar bancos a pagar RS 9 milhões em multas
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Dec 11th 2013, 12:41

Da Agência Brasil
Brasília – Bancos terão de pagar R$ 9,079 milhões em multas por falhas de segurança em agências e postos de atendimento, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). As multas foram definidas na reunião Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (Ccasp) da Polícia Federal, ocorrida nesta terça-feira (10).
O Banco do Brasil foi multado em R$ 2,755 milhões; Bradesco, R$ 1,733 milhão; Itaú, R$ 1,669 milhão; Santander, R$ 1,358 milhão; e Caixa Econômica Federal, R$ 767 mil. Ao todo, 20 bancos foram multados.
De acordo com a Contraf, na pauta estavam 867 processos contra bancos, abertos pelas delegacias estaduais de segurança privada (Delesp), por causa do descumprimento da lei federal nº 7.102/83 e de portarias da Polícia Federal. As principais irregularidades punidas foram número insuficiente e falta de rendição de vigilantes no horário de almoço, alarmes e portas giratórias inoperantes, transporte de valores por bancários, inauguração de agências sem plano de segurança aprovado e cerceamento da fiscalização de policiais federais, dentre outras.
A CCASP é integrada por representantes do governo e entidades dos trabalhadores e dos empresários. A Contraf é a porta-voz dos bancários. A Febraban representa os bancos. Foi a quarta e última reunião da Ccasp, em 2013. A primeira reunião da Ccasp, em 2014, foi marcada para o dia 19 de fevereiro.
Em nota, a Febraban disse que "os problemas apontados são pontuais, em boa parte referente a processos antigos, do ano de 2010, sem refletir redução dos padrões e procedimentos de segurança seguidos pelas instituições financeiras". A Febraban destacou ainda que a rede bancária conta com 22,7 mil agências em todo país, todas com plano de segurança aprovado pela Polícia Federal. Segundo a federação, os investimentos em segurança avançaram de forma significativa nos últimos anos: passaram de R$ 3 bilhões, em 2002, para R$ 8,3 bilhões, em 2011.
"Esses investimentos crescentes, aliados a uma série de medidas preventivas, levaram o número de assaltos a banco em todo o país a cair consistentemente ao longo dos anos", acrescentou a Febraban. De acordo com a federação, em 17 instituições financeiras, que incluem os principais bancos de varejo, em 2012, foram registrados 440 assaltos, incluindo as tentativas, o que corresponde a uma queda de 56% em relação ao total de 1.009 assaltos e tentativas de assaltos verificados em 2012.
O banco Itaú Unibanco também se posicionou por nota. "O Itaú Unibanco continuará investindo para reduzir falhas e aprimorar os serviços de atendimento ao cliente. Sabemos que o processo de melhoria é contínuo e faz parte de uma agenda maior desenvolvida com o objetivo de atender seus clientes cada vez melhor", disse. O Bradesco disse apenas que "atende o plano de segurança da Polícia Federal".
Edição: José Romildo

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Inadimplência registra queda de 3.22% em novembro em relação a 2012, segundo SPC Brasil

Economia



Inadimplência registra queda de 3.22% em novembro em relação a 2012, segundo SPC Brasil
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Dec 11th 2013, 12:04


Da Agência Brasil
Brasília – A inadimplência no comércio caiu em novembro, de acordo com indicador mensal calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e divulgado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
A retração no volume de consumidores inadimplentes no país ficou em 3,22% no mês passado, em comparação com igual período de 2012. O índice leva em consideração mais de 150 milhões de consumidores cadastrados em 1,2 milhão de pontos de vendas no país.
Essa é a maior queda já registrada na série histórica do SPC Brasil, que contabiliza inclusões de CPFs de consumidores inadimplentes desde janeiro de 2012.
Segundo o SPC, a inadimplência em 2013 veio em forte ascensão até março deste ano, mas a tendência se inverteu a partir de abril. Nesse mês, o Banco Central passou a aumentar sucessivamente a taxa básica de juros, a Selic, o que encareceu a tomada de crédito no país. Para a CNDL, com os juros mais altos, os bancos se tornaram mais criteriosos para conceder empréstimos. Com isso, houve desaceleração acentuada da inadimplência no segundo semestre do ano.
Além disso, para o SPC Brasil, a queda da inadimplência em novembro pode ser explicada pela base de comparação elevada em novembro do ano passado, quando o volume de consumidores inadimplentes crescia à taxa de 12,81% em relação a 2011.
Já na comparação com outubro deste ano, o número de registros de inadimplentes no banco de dados do SPC aumentou 0,75%. Para a entidade, a alta em relação a outubro foi inesperada, principalmente porque novembro é historicamente um mês em que os consumidores assalariados aproveitam o recebimento do 13º salário para quitar dívidas em atraso e, dessa forma, poderem voltar a consumir a prazo no Natal.
No acumulado do ano até novembro, contra igual período de 2012, a inadimplência registra crescimento de 2,94%. Mas a projeção dos especialistas do SPC Brasil é que os calotes no comércio desacelerem por causa da proximidade das festas de fim de ano e encerre 2013 em torno de 2%.
De acordo com o SPC Brasil, mesmo com o crédito mais caro, as consultas ao banco de dados do SPC, que refletem o nível de atividade no varejo para as compras parceladas, apresentaram crescimento e fecharam o mês de novembro com alta de 2,60%, em relação ao mesmo mês do ano passado.
Na comparação com outubro deste ano, as vendas a prazo apresentaram queda de 3,62%. Os economistas do SPC Brasil lembram que as vendas no mês de novembro são tradicionalmente mais fracas do que as de outubro em razão do Dia das Crianças. Além disso, novembro teve um dia útil a menos do que outubro.
De janeiro a novembro de 2013, frente ao mesmo período em 2012 — as vendas registram crescimento de 4,23%, resultado bem próximo da projeção do SPC Brasil e da CNDL, que esperam que o varejo cresça 4,5% em 2013. A expectativa é menor do que o registrado no ano passado: 6,75%.
Os dados também mostram que regularização de pendências, que refletem as exclusões dos registros de inadimplência no banco de dados do SPC Brasil, caiu 2,68% em relação a novembro de 2012. Para o SPC Brasil, como a inadimplência em novembro caiu significativamente em relação ao ano passado (-3,22%), cai também o número de consumidores que buscam a regularização.
De janeiro a novembro de 2013, frente ao mesmo período do ano passado, a recuperação de crédito avança em 1,94%.
Edição: José Romildo
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Diário Oficial publica exoneração de assessor do Ministério da Fazenda

Economia



Diário Oficial publica exoneração de assessor do Ministério da Fazenda
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Dec 11th 2013, 10:14

Daniel Lima*

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Diário Oficial da União publicou hoje (11) a exoneração de Marcelo Estrela Fiche do cargo de chefe de gabinete do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na mesma portaria, o ministro nomeou o jornalista Guilherme Barros para o cargo de assessor especial de Mantega, lotado no Ministério da Fazenda. Até então, Barros era terceirizado.
A saída de Fiche já tinha sido anunciada, mas era aguardado o retorno dele das férias, entre 27 de novembro e 9 de dezembro, para a conclusão dos procedimentos. Ontem, a Agência Brasil informou que, depois de denúncias de favorecimento envolvendo Fiche e a Partnersnet, a empresa deveria deixar de prestar assessoria de imprensa ao Ministério da Fazenda porque o contrato não deve ser renovado.
Caso seja confirmada a saída da empresa, o ministério deverá nomear alguns dos contratados pela Partnersnet para cargos DAS (Direção de Assessoramento Superior). Como a assessoria estava sendo prestada pela empresa, os funcionários de carreira foram deslocados para outros órgãos.
O caso fez dois assessores do ministro da Fazenda, suspeitos de receber benefícios, pedirem exoneração - o próprio Marcelo Fiche, que era chefe de gabinete de Mantega, e Humberto Alencar, adjunto de Fiche. Os dois são suspeitos de ter recebido R$ 60 mil em dinheiro vivo da empresa Partnersnet, contratada para prestar assessoria de imprensa ao ministério.
Segundo Fiche, em nota divulgada pelo ministério, o afastamento contribuirá para a tranquilidade e a rapidez das investigações. Ele ressaltou que a licitação para a escolha da empresa ocorreu dentro da legalidade e gerou economia aos cofres públicos por causa do método do pregão eletrônico, que oferece menor preço, em vez dos critérios que misturam técnica e preço.
O caso veio à tona depois de a revista Época ter publicado que Fiche e Alencar teriam recebido R$ 60 mil em envelopes encaminhados pela Partnersnet. Na véspera da publicação da reportagem, Mantega enviou ofício ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pedindo a investigação, pela Polícia Federal, do contrato.
De acordo com a revista, uma ex-funcionária da Partnersnet denunciou o superfaturamento do contrato entre a empresa de assessoria de imprensa e o ministério. Responsável pela fiscalização do contrato, Alencar, segundo a publicação, assinava prestações de contas com funcionários fantasmas e excesso de horas trabalhadas para justificar o valor a mais pago pelo ministério. Segundo a ex-funcionária, Alencar e Fiche recebiam parte da diferença.
O advogado da empresa Partnersnet, Antonio Carlos de Almeida Castro, Kakay, diz que não existe nenhuma irregularidade na gestão dos trabalhos de assessoria de imprensa no Ministério da Fazenda. Como prova de correção, ele sugeriu que a Polícia Federal solicite à Justiça a quebra do sigilo bancário da secretária da empresa, que teria recebido em sua conta-corrente o valor de R$ 60 mil para repassar aos assessores do ministério.
*Colaborou Wellton Máximo
Edição: Graça Adjuto
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Emprego industrial sobe 0,1% em outubro, mas não repõe perdas

Economia



Emprego industrial sobe 0,1% em outubro, mas não repõe perdas
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-11/emprego-industrial-sobe-01-em-outubro-mas-nao-repoe-perdas
Dec 11th 2013, 10:10

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O total de pessoas ocupadas na indústria brasileira voltou a crescer na passagem de setembro para outubro, com uma leve alta de 0,1%, depois de cinco meses de quedas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o aumento não foi suficiente para repor a perda de 1,8% acumulada nos cinco meses anteriores.
Na comparação com outubro de 2012, foi observada queda de 1,7%, a quinta consecutiva neste tipo de comparação. Este foi o maior recuo desde setembro de 2012 (-1,9%). O emprego industrial acumula perdas da força de trabalho de 1% no ano e no acumulado dos últimos 12 meses.
Comparando-se outubro deste ano com o mesmo período do ano passado, 13 das 18 atividades industriais pesquisadas tiveram queda no pessoal ocupado, com destaque para produtos de metal (-5,7%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-5,1%), máquinas e equipamentos (-3,5%) e calçados e couro (-5,2%).
O número de horas pagas também cresceu entre setembro e outubro (0,3%) e caiu nas demais comparações: outubro de 2013/outubro de 2012 (-2%), acumulado no ano (-1,1%) e acumulado de 12 meses (-1,1%).
Já a folha de pagamento real teve o comportamento inverso, caindo na comparação com setembro (-0,8%), mas crescendo na comparação com outubro de 2012 (1,2%), no acumulado do ano (2,3%) e no acumulado de 12 meses (3,7%).
Edição: José Romildo

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Custo de vida de famílias com renda até 2,5 salários mínimos sobe 0,65%

Economia



Custo de vida de famílias com renda até 2,5 salários mínimos sobe 0,65%
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-11/custo-de-vida-de-familias-com-renda-ate-25-salarios-minimos-sobe-065
Dec 11th 2013, 09:32

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação de preços da cesta de compras de famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou inflação de 0,65% em novembro deste ano. A taxa é inferior à observada em outubro, que havia sido 0,73%. O IPC-C1 acumula índices de 4,39% no ano e 5,18% nos últimos 12 meses.
O resultado também é menor que o do Índice de Preços ao Consumidor Brasil (IPC-BR), que calcula a inflação para todas as faixas de renda e que tem taxas de 0,68% em novembro e 5,59% em 12 meses.
A queda do IPC-C1 foi puxada por taxas menores em grupos de despesa como alimentação, que passou de 1,13% em outubro para 0,8% em novembro, e transportes, que passou de uma inflação de 0,26% para uma queda de preços de 0,03%. Também tiveram recuo as taxas de saúde e cuidados pessoais (de 0,58% para 0,43%) e educação, leitura e recreação (de 0,6% para 0,51%).
Por outro lado, a inflação avançou nos grupos de despesas diversas (de 0,26% para 1,26%), habitação (de 0,69% para 0,77%), vestuário (de 0,69% para 0,78%) e comunicação (de 0,44% para 0,77%).
Edição: Graça Adjuto
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Juros sobem e consumidor reduz a procura por crédito

Economia



Juros sobem e consumidor reduz a procura por crédito
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-11/juros-sobem-e-consumidor-reduz-procura-por-credito
Dec 11th 2013, 10:00

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- A quantidade de pessoas em busca de crédito caiu 7,9% em novembro comparado ao mês anterior e 5,5% sobre o mesmo período do ano passado. A medição feita por meio da pesquisa Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito mostra que, no acumulado de janeiro a novembro, houve crescimento de 2,7% na procura por financiamento. Em igual período de 2012, foi constatada queda de 3,4%.
Os economistas da Serasa Experian justificaram a queda entre outubro e novembro como sendo um efeito do "repasse das sucessivas elevações da taxa básica de juros (taxa Selic) para o custo dos empréstimos, desencorajando os consumidores a expandir seus níveis de endividamento". Ele também disse que ocorreu ainda influência da menor quantidade de dias úteis: 20 dias (em novembro) ante 23 (em outubro).
Os consumidores de baixa renda, com ganhos até R$ 500/mês, foram os que menos buscaram crédito: houve um recuo de 8,9% neste segmento, seguido pela faixa entre R$ 500 e R$ 1.000 com declínio de 8,7%. Para os que recebem entre R$ 1.000 e R$ 2.000 mensais, a procura caiu 7,2% e na faixa entre R$ 2.000 e R$ 5.000, houve redução de 6,8%. Já quem tem renda entre R$ 5.000 e R$ 10.000 houve redução na busca equivalente a 6,5%. No caso de ganhos acima de R$ 10.000 por mês, a demanda teve queda de 7,7%.
No acumulado de janeiro a novembro, os consumidores com os menores rendimentos aumentaram a procura em 9,4%. Na segunda faixa de renda, a expansão atingiu 4,8%; na terceira faixa, ocorreu alta de 0,8%; na classe de renda seguinte, entre R$ 2.000 e R$ 5.000, foi verificada redução de 1,6%; acima deste valor até R$ 10 mil, declínio de 3,3% e entre os ganham mais de R$ 10 mil, queda de 2,6%.
Na comparação entre novembro e outubro, a demanda recuou em todas as regiões do país: Norte (-12,2%); Nordeste (-7,5%); Sudeste (-9,0%); Centro-Oeste (-6,5%) e Sul (-4,7%). Já no acumulado do ano, o Norte liderou o aumento da demanda com 12,6%, seguido pelo Nordeste (9,1%); Sul (4,3%) e Sudeste (0,1%). Em situação oposta, o Centro-Oeste teve queda de 3,3%.
Edição: José Romildo

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Preços dos alimentos perdem força e ajudam a reduzir pressão inflacionária em SP

Economia



Preços dos alimentos perdem força e ajudam a reduzir pressão inflacionária em SP
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Dec 11th 2013, 07:12

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, teve alta de 0,45% na primeira prévia de dezembro. Esse aumento foi ligeiramente inferior ao apurado no fechamento de novembro (0,46%). Dos sete grupos pesquisados, três apresentaram redução no ritmo de aumento, entre eles o de alimentação, com variação de 0,38% ante 0,8%.
Embora tenha apresentado a maior taxa do período, o grupo despesas pessoais saiu do índice de 0,74% para 0,61%. Em vestuário, passou de 0,34% para 0,26%. Habitação foi o grupo que mais pressionou a inflação, com alta de 0,5% ante 0,44%.
Em transportes, houve uma reversão, sob a influência do reajuste da gasolina, com o índice em 0,43%, ante uma variação negativa de 0,02%. Nos demais grupos, os índices permaneceram estáveis: saúde, com 0,49%, e educação, com 0,12%.
Edição: Graça Adjuto
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CNI promove evento para discutir desafios e oportunidades na economia

Economia



CNI promove evento para discutir desafios e oportunidades na economia
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Dec 11th 2013, 06:14

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) promove hoje (11) e amanhã o 8º Encontro Nacional da Indústria, para debater os desafios que o Brasil precisa vencer para aumentar sua participação na economia global. O evento será no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, e deverá reunir mais de 1,5 mil líderes empresariais de todo o país.
A abertura do evento contará com a presença da presidenta Dilma Rousseff. Os painéis temáticos terão a participação dos ministros da Educação, Aloizio Mercadante; do Trabalho, Manoel Dias, e dos Transportes, Cesar Borges. Também estão convidados o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, e o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, além de empresários e especialistas do setor.
Entre os temas a serem discutidos no evento estão os desafios da competitividade brasileira no mercado global, a inserção da indústria brasileira nas cadeias globais de valor e os acordos comerciais como chaves para a conquista de mercado. Outros temas são o custo das deficiências na infraestrutura, a tributação e o financiamento, os desafios nas áreas de educação e inovação e o impacto das relações do trabalho na competitividade.
Ao fim do encontro, será apresentada a Carta da Indústria, um documento que sintetiza os debates e apresenta propostas para o país superar os obstáculos ao crescimento sustentado.
Edição: Graça Adjuto
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