TCU aprova estudos para licitação de ferrovias com novo modelo idealizado pelo governo

16 de dezembro de 2013

Economia



TCU aprova estudos para licitação de ferrovias com novo modelo idealizado pelo governo
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-16/tcu-aprova-estudos-para-licitacao-de-ferrovias-com-novo-modelo-idealizado-pelo-governo
Dec 16th 2013, 19:22


Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou hoje (16), com ressalvas, os estudos de concessão para a construção de 883 quilômetros de ferrovias entre Lucas do Rio Verde (MT) e Campinorte (GO). Com isso, o governo poderá publicar o edital da licitação para esse trecho da ferrovia, se cumprir as determinações dos ministros da corte.
O TCU determinou que sejam feitos ajustes nos estudos de engenharia, incluindo custos de terraplanagem, transporte de material, redução de investimentos de obras, o que, segundo a área técnica do tribunal poderia diminuir em R$ 1,3 bilhão o custo total do projeto, que atualmente é R$ 6,3 bilhões.
Outra determinação do TCU foi para que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Ministério dos Transportes apresentem, em um ano, estudos sobre o real impacto financeiro dessa concessão para a Valec. Os ministros também decidiram que, nas próximas concessões de ferrovias, será exigida a apresentação de um projeto básico dentro dos estudos que são apresentados ao TCU. O projeto básico traz estudos de engenharia com maior nível de detalhamento, permitindo mais precisão no grau de investimento.
Esta será a primeira licitação de trechos ferroviários do Programa de Investimentos em Logística (PIL), que foi lançado em agosto do ano passado, com a previsão de concessão para a construção de 11 mil quilômetros de ferrovias no país. O modelo de licitação, que será adotado nos próximos leilões, prevê que o concessionário do trecho será dissociado do responsável pelo transporte.
A estatal de ferrovias Valec vai comprar a capacidade integral do transporte das ferrovias e fazer a oferta pública dessa capacidade para os usuários que quiserem transportar carga própria, a operadores ferroviários independentes e a concessionários de transporte ferroviário que podem adquirir parte da capacidade das ferrovias.
O relator do processo, ministro Walton Rodrigues, elogiou o novo modelo proposto pelo governo. Segundo ele, a modelagem atual do sistema ferroviário está superada e não interessa ao país, por ausência de competitividade e pela redução efetiva do custo do transporte. "Todo o modelo proposto é voltado à obtenção das menores tarifas de transporte, comportadas pelo mercado, visando ao barateamento do custo de transporte das mercadorias, reduzindo o custo Brasil e atendendo aos interesses de toda a sociedade", disse.
Em outubro, o governo publicou um decreto que definiu a estrutura e o estatuto social da Valec, prevendo que a empresa adote mecanismos de governança similares aos da BM&FBovespa, o que inclui a divulgação de fluxo de caixa e a adoção do padrão internacional de contabilidade. Para Rodrigues, esse decreto significou uma ruptura da Valec com o passado e uma evolução fundamental na sua estruturação, tornando-a uma empresa efetivamente confiável.
Na semana passada, o ministro dos Transportes, César Borges, disse que se os estudos fossem aprovados pelo TCU ainda este ano, o leilão poderia ser feito no primeiro trimestre do ano que vem.
A previsão inicial indicava que os primeiros leilões do PIL ocorressem em abril deste ano. O governo chegou a lançar o trecho entre Açailândia (MA) e Barcarena (PA) como o primeiro a ser licitado, mas o trecho prioritário foi modificado.



Edição: Aécio Amado
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Aumento de declarações explica maior número de contribuintes na malha fina, diz secretário

Economia



Aumento de declarações explica maior número de contribuintes na malha fina, diz secretário
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Dec 16th 2013, 17:24


Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O aumento do número de contribuintes que entregaram a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física em 2013 foi o principal responsável pelo crescimento no total de pessoas físicas na malha fina este ano, disse hoje (16) o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. De 2012 para 2013, o total de pessoas físicas que tiveram a declaração retida subiu 15,4%, de 616 mil para 711 mil.
"O crescimento do volume de retenções foi reflexo do próprio crescimento do número de contribuintes que declararam Imposto de Renda este ano", disse Barreto. No ano passado, 25,2 milhões de pessoas físicas entregaram o documento ao Fisco no prazo correto. Este ano, o total saltou para 26 milhões.
De acordo com o secretário, o total de contribuintes na malha fina só não foi ainda maior porque o Fisco atrasou a divulgação da consulta ao último lote de restituição de 2013, que começou hoje (16). Barreto explicou que o adiamento ocorreu porque a Receita decidiu processar o maior número possível de declarações retificadoras em dezembro e evitar que mais pessoas encerrassem o ano na malha fina.
"[O atraso na liberação das consultas] foi pela necessidade de processar o maior número possível de declarações e reduzir o número de pendências em malha. Precisamos reprocessar todo o último lote de novo. Esse não é um trabalho trivial, mas vai tirar o máximo de contribuintes da malha", declarou o secretário.
Normalmente, as consultas aos lotes de restituição do Imposto de Renda são liberadas sete dias antes do pagamento. Este mês, no entanto, a divulgação só ocorreu no dia em que o dinheiro começou a ser creditado. Diferentemente dos outros lotes, parte dos contribuintes receberá a restituição hoje (16); e o restante, na sexta-feira (20).
O secretário negou ainda que os contribuintes que tenham ficado por último estivessem ameaçados de ir para a malha fina. Ele explicou ainda que os computadores da Receita escolheram automaticamente quem teve a restituição paga hoje ou no fim da semana.

Edição: Aécio Amado
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Eletrobras terá modelo negocial reestruturado em 2014

Economia



Eletrobras terá modelo negocial reestruturado em 2014
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Dec 16th 2013, 18:24

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Até janeiro próximo, o presidente da Eletrobras, José da Costa, estima ter as primeiras recomendações do estudo que vem sendo desenvolvido por uma consultoria para a reformulação completa do modelo negocial da estatal, incluindo governança, gestão, estrutura organizacional e modelo societário. A expectativa é que as conclusões serão entregues até maio ou junho de 2014.
"Com isso, a gente espera ter uma estrutura mais leve, que permita ter mais agilidade e também redução de custos e aumento da receita", disse Costa hoje (16), no Rio de Janeiro. As conclusões serão apresentadas ao Ministério de Minas e Energia.
Com financiamento de US$ 500 milhões do Banco Mundial, a Eletrobras acelerou em 2013 o projeto de medição das perdas das distribuidoras, que prevê obter os primeiros resultados positivos já em 2014. "Vamos medir com medidores eletrônicos e com comando centralizado em Brasília cerca de 60% do nosso consumo", explicou.
Serão abrangidos todos os consumidores atendidos em alta e média tensão e todos os atendidos em baixa tensão com consumo superior a 60 quilowatts-hora (kWh) por mês. "Terão uma medição à prova de fraude, telecomandada por um centro de medição que será instalado em Brasília".
José da Costa anunciou que, no caso das concessões que foram renovadas, a Eletrobras pretende estabelecer um plano plurianual de revitalização do setor elétrico, visando a apresentar à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) todas as modificações, reformas e melhoramentos necessários para prévia autorização do órgão regulador. O investimento que será feito nessas usinas deve alcançar R$ 1 bilhão por ano, nos próximos 30 anos, disse Costa. "A prévia aprovação da Aneel significa que nós vamos ter a remuneração desse investimento".
A Eletrobras está finalizando discussão com a Aneel sobre as indenizações adicionais a que as empresas do sistema têm a receber por investimentos não amortizados nas concessões renovadas antecipadamente. O valor contábil das indenizações somava cerca de R$ 31 bilhões, dos quais as empresas já receberam R$ 14 bilhões, havendo ainda previsão para mais R$ 12 bilhões.
"São os valores previstos para a rede básica existente até maio de 2000 e as obras relacionadas à reforma, melhoria, revitalização, reforço, modernização das usinas geradoras após o projeto básico", explicou Costa. A diferença de R$ 5 bilhões em relação ao valor contábil total de R$ 31 bilhões já foi lançada como perda no balanço anterior, informou.
"Nós achamos que pode até ser superior a R$ 12 bilhões [o valor ainda a receber]", externou. Segundo ele, "se nós recebermos mais de R$ 12 bilhões, significa lucro; se for menos, naturalmente é um prejuízo, mas, pelas nossas contas, esse número será superior".
Costa lamentou o cancelamento, pelo Ministério da Fazenda, do contrato firmado entre a empresa e a Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 2,6 bilhões, para a substituição da dívida das subsidiárias com o encargo setorial Reserva Global de Reversão. A nova dívida teria juros menores, prazos maiores e carência, segundo explicou. "Para o Sistema Eletrobras, aquele empréstimo era muito bom. Nós esperamos que ele seja alcançado no próximo ano".
Edição: Davi Oliveira
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Investimentos efetuados pela Eletrobras devem atingir R$ 11 bilhões este ano

Economia



Investimentos efetuados pela Eletrobras devem atingir R$ 11 bilhões este ano
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Dec 16th 2013, 17:49


Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Eletrobras deve encerrar 2013 com investimentos executados de R$ 11 bilhões, o que equivale a 82% do orçamento inicial previsto em torno de R$ 13,4 bilhões, disse hoje (16), no Rio, o presidente da holding do setor elétrico, José da Costa. Esse é, segundo ele, "o maior investimento da história" da estatal.
Costa explicou que até outubro, os investimentos feitos, incluindo recursos corporativos (efetuados apenas pelas empresas do grupo Eletrobras) e os implementados em parceria com o setor privado, somaram R$ 7,6 bilhões, ou o equivalente a 57% do orçamento total. Costa estimou que até dezembro serão aplicados mais R$ 3 bilhões. "Pode ser um pouco mais ou um pouco menos".
Dos R$ 11 bilhões em investimentos que serão executados este ano, R$ 6 bilhões envolverão projetos corporativos e R$ 5 bilhões resultarão de parcerias com a iniciativa privada. Dentro do setor corporativo, R$ 600 milhões serão aplicados em infraestrutura, R$ 1,4 bilhão em distribuição de energia, R$ 6,5 bilhões para geração e o restante para transmissão.
Para 2014, a expectativa é que os investimentos repitam o valor projetado para 2013, de R$ 13 bilhões, sendo divididos 60% para projetos corporativos e 40% em parceria. Do valor corporativo, a maior parcela (R$ 6,5 bilhões) deverá ser aplicados no segmento de geração.
Em relação ao prejuízo líquido consolidado de R$ 915 milhões, apurado no terceiro trimestre deste ano, contra um lucro de R$ 1 bilhão observado no mesmo período do ano passado, o presidente da Eletrobras indicou que esse déficit deverá ser revertido no próximo ano. Segundo a empresa, o prejuízo foi influenciado pela renovação antecipada das concessões, que diminuiu as tarifas de geração e transmissão da estatal.
O Plano Diretor de Negócios e Gestão da empresa prevê investimentos, de 2013 até 2017, de R$ 52,4 bilhões, ou cerca de R$ 11 bilhões por ano. José da Costa informou que desse montante, R$ 32,1 bilhões já estão contratados e a parcela restante (R$ 20,3 bilhões) está por contratar nos novos leilões.
A Eletrobras registrou em 2013 um desempenho considerado positivo em termos de redução de custos, a partir da implementação do plano de negócios. A expectativa é que mais de 5 mil empregados adiram ao Programa de Incentivo ao Desligamento, ou o correspondente a quase 20% do total de funcionários do sistema. Até o momento, 4,4 mil pessoas se inscreveram no programa. Costa avaliou que essa redução de custos acaba refletindo também em redução de gastos com serviços.
Acrescentou que o compartilhamento dos serviços e de toda a infraestrutura das empresas ligadas à holding terá um papel importante a cumprir nesse processo. Nesse sentido, a Eletrobras está estudando a possibilidade de reunir todas as empresas do grupo e a parte administrativa do Centro de Pesquisas (Cepel) em um único endereço. Serão unificados todos os escritórios situados no Rio de Janeiro e em Brasília, o que trará redução ainda maior de custos, além de aumento da receita, segurança e desenvolvimento tecnológico.
Costa admitiu que um projeto viável envolve a construção de um novo prédio no local onde já funciona Furnas, em Botafogo, na zona sul do Rio, para viabilizar a transferência de todo o pessoal do grupo. Deixou claro, porém, que a obra não será feita pela Eletrobras, mas por uma das fundações ligadas à estatal (Fundação Real Grandeza ou Fundação Eletrobras de Segurança Social-Eletros). "É um projeto de sinergia, de interação e compartilhamento", disse.
No primeiro ano após a vigência da Lei 12.783, que prorrogou as concessões e reduziu as tarifas de energia, o Brasil está atingindo em torno de 125 mil megawatts (MW) de geração de energia, dos quais a Eletrobras participa com cerca de 43 mil MW em operação, ou 35% do total. "No caso da estatal, [são] mais de 90% dessa participação com fontes limpas", destacou Costa. Mais 23 mil MW se referem a novas usinas, em construção, dos quais 12 mil MW englobam projetos da própria empresa. Os demais são feitos em parceria com o setor privado.
Costa defendeu a manutenção desse modelo, no qual a Eletrobras é sócia minoritária, porque tem menos amarras, aumenta o investimento e dá mais velocidade ao projeto. Com os novos 12 mil MW em usinas pertencentes à estatal, a Eletrobras vai atingir, entre 2016 e 2017, 55 mil MW. "Esse número é maior do que a potência de todos os países da América do Sul, da América Central, do Caribe e da África".
Em transmissão, o Brasil está alcançando 111 mil quilômetros de linhas, dos quais 57 mil quilômetros pertencem à Eletrobras. "Nós estamos envolvidos na construção de mais de 10 mil quilômetros de linhas". Isso resulta em uma participação superior a 55% ao existente no Brasil. Em distribuição de energia, a perspectiva é ligar160 mil novos consumidores nas seis distribuidoras do grupo.


Edição: Aécio Amado
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Metalúrgicos do ABC querem air bags e freio ABS em todos os veículos a partir de 2016

Economia



Metalúrgicos do ABC querem air bags e freio ABS em todos os veículos a partir de 2016
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Dec 16th 2013, 16:40



Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Representantes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC entregam hoje (16) ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, uma proposta para que a obrigatoriedade de que 100% dos veículos saiam de fábrica com air bags e freios ABS seja postergada para 2016. Resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) preveem que essas medidas de segurança devem vigorar a partir de 1° de janeiro de 2014.
"A legislação estabelece que, em 2010, 10% dos veículos teriam de sair das fábricas já com ABS e air bags. Em 2011, esse percentual passou para 30%, em 2013 para 60%, e que em 2014 100% estariam de estar adaptados", disse à Agência Brasil o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques. A ideia, segundo o sindicalista, é criar "mais uma etapa de gradualismo", uma vez que o mercado ainda não se ajustou totalmente à legislação. Dessa forma, ajudar as montadoras a terem mais tempo para negociar novos investimentos e evitar demissões.
"O que vamos propor ao ministro Mantega é que, em 2014 e 2015, 90% dos veículos saiam das fábricas equipados com esses aparatos de segurança, e que só a partir de 2016 a medida seja estendida a todos", destacou Marques.
De acordo com o sindicato, um dos reflexos da medida ser a adotada em sua totalidade já em 2014 seria a saída de linha de alguns veículos, como a Kombi e o Uno Mille. "Se a Kombi sair de linha, coloca em risco o emprego de cerca de 4 mil trabalhadores: 950 na Volkswagen e 3.050 nas empresas fornecedoras de autopeças. No mínimo metade será demitida", declarou o sindicalista.
Ainda segundo Marques, o número de empregos não seria compensado pelas novas frentes de trabalho, voltadas à fabricação, comercialização e instalação de air bags e freios ABS. "Por ser muito mecanizada e robotizada, uma fábrica de air bags gera apenas 20 empregos. É um número muito inferior ao de empregados usados na fabricação desses veículos que sairão de linha", explicou.
"Não queremos tirar de cena a segurança dos veículos. Mas não podemos assistir essas demissões calados, até poque os carros hoje têm um grau de segurança muito maior do que os de cinco anos atrás", acrescentou. Ele disse já ter exposto esse ponto de vista à presidenta Dilma Rousseff no último dia 4, quando ela participou do evento de entrega do título de doutor honoris causa ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva em São Bernardo do Campo.
"Já havíamos conversado com o ministro [Fernando] Pimentel [do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior]. Foi por meio dele que a questão chegou à Presidência. Soubemos que, a princípio, a reação da presidenta não foi boa, e que ela teria dito que não aprovava a ideia. Mas ao explicarmos os impactos que isso causaria nos empregos, ela ficou sensível à ideia e pediu ao ministro Mantega para construir uma alternativa", informou Marques.
No último dia 11, Mantega disse estar estudando a possibilidade de postergar a medida, e que se reuniria esta semana com representantes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) para discutir o assunto. Na oportunidade, o ministro manifestou sua preocupação "com o impacto sobre o preço do carro, pois elevaria o valor de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil".
Órgão máximo normativo, consultivo e coordenador da política nacional de trânsito, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) é vinculado ao Ministério das Cidades. Contatado pela Agência Brasil, o ministério informou que a Fazenda não tem competência para postergar a aplicação das resoluções, mas que pode apresentar a sugestão ao conselho, que pode acatá-la. Outra forma de diar a entrada em vigor das resoluções seria por meio da Justiça.

Edição: Aécio Amado
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Sem parcelamentos, arrecadação fecharia ano com crescimento de 2,5% acima da inflação

Economia



Sem parcelamentos, arrecadação fecharia ano com crescimento de 2,5% acima da inflação
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Dec 16th 2013, 16:50


Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os parcelamentos especiais que renderam R$ 20,4 bilhões aos cofres públicos não foram os únicos responsáveis pela arrecadação federal recorde em novembro. Segundo a Receita Federal, a recuperação da economia no segundo semestre impulsionaria o caixa do governo mesmo sem as renegociações de dívidas com grandes empresas.
Sem os refinanciamentos extraordinários, a arrecadação federal encerraria o ano com crescimento de 2,5% acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), disse hoje (18) o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. De acordo com ele, o aumento da produção industrial e a maior lucratividade das empresas seriam suficientes para sustentar a alta das receitas da União em 2013.
Em outubro, a Receita tinha admitido a possibilidade de o crescimento real da arrecadação em 2013 (sem considerar os parcelamentos) ficar próximo de 2%. Com os dados de novembro, o órgão retomou o otimismo e voltou a apostar na expansão de 2,5%. Além da recuperação da atividade econômica, o secretário cita a recomposição parcial do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da linha branca como fator que elevará a arrecadação no fim do ano.

De janeiro a novembro, a arrecadação federal acumula crescimento de 3,63% acima do IPCA. Sem os parcelamentos extraordinários, no entanto, a expansão cairia para 1,83%. Barreto, no entanto, assegurou que as receitas da União vão se acelerar em dezembro.
"Continuamos otimistas por alguns fatores. Em primeiro lugar, os indicadores econômicos vão bem e mostram uma clara recuperação da atividade. Além disso, a lucratividade das empresas, [que] está aumentando, e a recomposição parcial do IPI para alguns produtos vão ajudar a manter a projeção de 2,5% [de crescimento acima da inflação]", destacou Barreto.
O secretário evitou passar uma projeção de crescimento real da arrecadação considerando os parcelamentos especiais abertos em novembro. Segundo Barreto, não é possível fazer uma previsão porque o Refis da Crise, que envolve a renegociação de dívidas de qualquer natureza com a União, envolve um número grande de contribuintes com volumes não expressivos de débitos. "A adesão ao Refis vai até o fim do ano, e muitos contribuintes deixam para pedir a renegociação em cima da hora", declarou.

Edição: Aécio Amado
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Arrecadação federal bate recorde em novembro

Economia



Arrecadação federal bate recorde em novembro
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Dec 16th 2013, 16:27

Brasília - O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, anuncia o resultado da arrecadação de tributos federais e contribuições previdenciárias do mês de novembroBrasília - O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, anuncia o resultado da arrecadação de tributos federais e contribuições previdenciárias do mês de novembroBrasília - O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, acompanhado do coordenador de Previsão e Análise, Raimundo Elóia de Carvalho, anuncia o resultado da arrecadação de tributos federais e contribuições previdenciárias do mês de novembro



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Rio de Janeiro vai receber mais da metade dos investimentos da Petrobras até 2018

Economia



Rio de Janeiro vai receber mais da metade dos investimentos da Petrobras até 2018
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Dec 16th 2013, 17:12


Akemi Nitahara

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A presidenta da Petrobras, Graça Foster, disse hoje (16) que dos US$ 230 bilhões de dólares de investimentos previstos pela empresa para o período de 2013-2018, US$ 120 bilhões serão destinados ao estado do Rio de Janeiro.
Graça falou para empresários, durante a entrega do prêmio Rio+Empreendedor, do Lide Rio e Agência Rio Negócios, em que foi homenageada pela atuação à frente da empresa.
De acordo com ela, nove unidades de produção foram concluídas pela empresa este ano, com capacidade instalada de 1 milhão de barris por dia. Mais da metade produção saíram dos campos fluminenses.
"Pela primeira vez na história da Petrobras são nove unidades de produção de petróleo concluídas este ano. No ano de 2012 foi uma unidade, e no ano de 2011, uma unidade. Então, nove este ano. É mais 1 milhão de barris de capacidade instalada. E nós temos no Rio de Janeiro pouco mais de 600 mil barris", disse.
Ela lembrou também da responsabilidade da Petrobras em manter ativa a indústria offshore do país e o desafio de construir o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). "Nós temos um grande desafio que é o Comperj, obra essa que nós temos nos dedicado intensamente para que a gente possa progredir do ponto de vista físico e financeiro. Nós terminaremos a obra aos custos planejados. Isso é extremamente importante, e assim tem sido", ressaltou.
Graça Foster destacou que o crescimento da Petrobras está relacionada ao desenvolvimento da cidade. "A nossa Reduc [Refinaria de Duque de Caxias], o Centro de Pesquisas da Petrobras, todos esses são compromissos e deveres com esta cidade maravilhosa. Por isso que o crescimento da Petrobras está intimamente ligada ao desenvolvimento do Rio de Janeiro", disse.

Edição: Aécio Amado
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Balança comercial registra superávit na segunda semana do mês

Economia



Balança comercial registra superávit na segunda semana do mês
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Dec 16th 2013, 15:29

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A balança comercial registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 383 milhões na segunda semana de dezembro. O valor foi resultado de US$ 4,89 bilhões em vendas externas e US$ 4,5 bilhões em compras do Brasil no exterior. Com isso, o saldo comercial acumulado, que estava negativo, tornou-se superavitário em US$ 15 milhões. As informações foram divulgadas hoje (16) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.



A média diária das exportações no período ficou em US$ 979,2 milhões, 16,9% acima de US$ 837,6 milhões na primeira semana. Produtos manufaturados e não industrializados foram responsáveis pela retração. As exportações de semimanufaturados foram as únicas a registrar queda.
As vendas de itens de maior valor agregado cresceram 21,5%, principalmente em função de aviões, automóveis de passageiros, veículos de carga, autopeças, tratores e máquinas para terraplanagem. No caso dos produtos básicos, cujas exportações subiram 20,2%, os responsáveis foram minério de ferro, petróleo bruto, farelo de soja, carne de frango e grão de café. As vendas de semimanufaturados recuaram 9,8%, puxadas principalmente por celulose, açúcar bruto, semimanufaturados de ferro e aço, couros e peles e alumínio bruto.
Do lado das importações, a média diária de vendas ficou em US$ 902,6 milhões, 1,1% superior à da primeira semana de dezembro. Contribuíram para o resultado combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, plásticos e instrumentos de ótica e precisão.
A parada para manutenção de plataformas de petróleo este ano contribuiu para derrubar as exportações e aumentar as importações do produto. Apesar disso, o governo trabalha com a possibilidade de que a balança comercial encerre o ano com pequeno superávit.
Edição: Nádia Franco
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Impulsionada por renegociação de dívidas, arrecadação federal bate recorde em novembro

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Impulsionada por renegociação de dívidas, arrecadação federal bate recorde em novembro
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Dec 16th 2013, 14:38

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Impulsionada pelos parcelamentos especiais, que renderam R$ 20,4 bilhões aos cofres públicos, a arrecadação federal bateu recorde em novembro. Segundo dados divulgados há pouco pela Receita Federal, a arrecadação somou R$ 112,517 bilhões no mês passado, alta de 27,08% em relação a novembro de 2012, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Os parcelamentos extraordinários também fizeram o ritmo de crescimento da arrecadação, acumulada de janeiro a novembro, ultrapassar a barreira de R$ 1 trilhão. Nos 11 meses de 2013, o governo arrecadou R$ 1,020 trilhão, com aumento real de 3,63% em relação ao mesmo período do ano passado. Até outubro, o crescimento acumulado correspondia a 1,36% acima da inflação.
O valor obtido com as renegociações especiais superou todas as expectativas do governo. Inicialmente, a Receita Federal previa que a arrecadação extra, com os três parcelamentos, poderia ficar entre R$ 7 bilhões e R$ 12 bilhões. No fim de novembro, o Ministério do Planejamento tinha revisado a projeção para R$ 16,3 bilhões. Em todas as operações de refinanciamento, os contribuintes ganharam estímulos para quitar os débitos à vista com desconto maior na multa e nos juros, o que impulsionou a arrecadação.
O parcelamento do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) devida pelas instituições financeiras foi o que mais rendeu recursos ao governo: R$ 12,076 bilhões. Em segundo lugar, ficou o parcelamento de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) cobrados sobre lucros no exterior de multinacionais brasileiras, cuja arrecadação somou R$ 7,572 bilhões, dos quais R$ 6 bilhões foram pagos apenas pela mineradora Vale.
O refinanciamento de PIS/Cofins também engloba a dívida de empresas que questionam a inclusão do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) embutido no preço das mercadorias na base de cálculo desses dois tributos. Nessa modalidade, o governo arrecadou R$ 614,95 milhões, dos quais R$ 612,99 milhões foram pagos à vista.
Além desses dois parcelamentos, cujo prazo de adesão acabou em 29 de novembro, a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional reabriram o prazo de adesão do Refis da Crise, que permite o refinanciamento de dívidas de qualquer natureza com a União. Como o prazo para entrar no Refis da Crise vai até o fim do ano, o efeito desse último parcelamento só será sentido na arrecadação de dezembro, que será divulgada apenas no fim de janeiro.
Mesmo com as operações de renegociação, a arrecadação de novembro mostrou sinais de que a recuperação da economia também está melhorando o caixa do governo. As receitas com Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cobrada sobre produtos nacionais, exceto o fumo, registrou aumento real (acima da inflação) de 10,35% em novembro na comparação com o mesmo mês do ano passado. O IPI dos cigarros aumentou 14,27% acima da inflação por causa do cronograma de reajuste dos impostos sobre o fumo, definido em 2011.
A maior lucratividade das empresas também se refletiu no aumento da arrecadação de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), cuja receita subiu 13,6% acima da inflação, e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), com alta real de 5,47% em novembro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Esses dois tributos haviam puxado para baixo a arrecadação em 2012.

Edição: Carolina Pimentel
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Manuais de turismo na internet incentivam brasileiros a viajar pelo Brasil

Economia



Manuais de turismo na internet incentivam brasileiros a viajar pelo Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-16/manuais-de-turismo-na-internet-incentivam-brasileiros-viajar-pelo-brasil
Dec 16th 2013, 11:31

Jorge Wamburg

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Já está disponível no portal do Ministério do Turismo da internet (www.turismo.gov.br), a partir de hoje (16), a segunda edição de manuais de turismo destinada a incentivar viagens de turistas brasileiros para diferentes partes do território nacional.
A coleção reúne os seguintes roteiros turíscos: ecoturismo, turismo náutico, turismo de negócios, pesca esportiva, turismo de praia, turismo cultural e turismo rural. As publicações foram editadas nas versões português-inglês e português-espanhol.
Os sete roteiros fazem parte da coleção O Brasil que Você Procura. "As cidades [brasileiras]têm de estar preparadas para recebê[os turistas]", disse o ministro do Turismo, Gastão Vieira".
Segundo o Ministério do Turismo, no ano passado 60 milhões de brasileiros realizaram 197 milhões de viagens domésticas. A preferência de 81,4% deste contingente englobou viagens de lazer, principalmente o turismo de sol e praia, o ecoturismo e o turismo cultural.
Edição: José Romildo
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Empresários do comércio de SP reduzem a confiança na economia

Economia



Empresários do comércio de SP reduzem a confiança na economia
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-16/empresarios-do-comercio-de-sp-reduzem-confianca-na-economia
Dec 16th 2013, 11:46

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Após três vezes seguidas em alta, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) apresentou queda de 2,3%, em novembro, ao atingir 118,7 pontos ante 121,5 pontos em outubro.
A pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) avalia a percepção do setor sobre a evolução de seus negócios e às expectativas em relação à economia do país com base em uma escala que vai de zero a 200 pontos.
Foi constatada redução nos três componentes do índice: o Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec) (-5,6%). Já o que avalia a expectativa em torno da economia recuou 1,7%; e o que mede a intenção de investimento foi 0,7% menor do que em outubro. Neste último caso, o resultado reflete a redução de 2,3% na intenção de contratar empregados e, ao mesmo tempo, o aumento de 2,7% no interesse em investir na empresa.
Quanto ao nível de estoque ocorreu uma baixa de 2,3%: 34,5% dos entrevistados declaram que consideram inadequado o nível de estoque. Por meio de nota, a FecomercioSP justificou a propensão para novos investimentos como consequência das vendas de final de ano. A entidade, porém, apontou que os empresários estão preocupados com o risco de uma queda nas vendas provocada pelas atividades econômicas mais fracas e pelo aumento da inflação.

Edição: José Romildo

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Inadimplência do consumidor volta a subir, mas o quadro ainda é melhor do que em 2012

Economia



Inadimplência do consumidor volta a subir, mas o quadro ainda é melhor do que em 2012
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Dec 16th 2013, 10:19

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- Os brasileiros estão conseguindo honrar mais os compromissos financeiros neste ano em comparação ao ano passado. Mas, pela segunda vez seguida, em novembro, o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor apresentou elevação com taxa de 1,7% superior a outubro. No acumulado de janeiro a novembro, o resultado ainda é queda (1,5%). Sobre o mesmo mês de 2012, o indicador aponta recuo de 10,3%.
Os economistas da Serasa Experian acreditam que o consumidor teve mais dificuldade em pagar os débitos em dia por causa da sequência de elevações das taxas de juros e o consequente aumento do custo financeiro das dívidas.
As dívidas não bancárias (assumidas por meio dos cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) aumentaram 4,6%. Os atrasos no pagamento aos bancos cresceram 0,9%. Em relação aos títulos protestados foi constatada alta de 2,6%. Já no caso dos cheques sem fundos houve queda de 8,5%.
No acumulado de janeiro a novembro, comparado a igual período do ano passado, o valor médio das dívidas não bancárias recuou 3,9%, passando de R$ 330,84 para R$ 317,92. Também houve queda na quantia referente aos títulos protestados (- 4,2%). O valor devido aos bancos e não quitado no prazo nesse período avançou 0,9%, de R$ 1.299,87 para R$ 1.311,75. A soma em atraso que mais cresceu foi a de cheques sem fundo (8,2%): atingiu R$ 1.646,67 ante R$ 1.521,27.
Edição: José Romildo
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IGP-10 sobe 0,44% em dezembro e acumulado do ano fica em 5,39%

Economia



IGP-10 sobe 0,44% em dezembro e acumulado do ano fica em 5,39%
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Dec 16th 2013, 10:43


Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) aumentou 0,44% em dezembro, repetindo o resultado de novembro. Em dezembro do ano passado, o índice teve variação de 0,63%. Os dados foram divulgados hoje (16) pela Fundação Getúlio Vargas e o IGP-10 calcula a inflação com base nos preços coletados entre o dia 11 do mês anterior e o dia 10 do mês de referência.
Com o resultado de dezembro, a taxa acumulada de 2013 chega a 5,39% - mais de dois pontos percentuais abaixo da verificada em 2012 (7,42%).
Entre os componentes do IGP-10, o Índice de Preços ao Consumidor foi o que teve maior variação (0,68%), com cinco das oito classes de despesas em alta. Transportes foi o item que registrou maior elevação (de -0,06% em novembro para 0,41% em dezembro) puxado pelo item gasolina. Habitação, vestuário, comunicação e despesas diversas também subiram, enquanto alimentação, saúde e cuidados pessoais e educação, leitura e recreação registraram queda.
O Índice Nacional de Preços ao Produtor Amplo, outro componente do IGP-10, teve variação de 0,38% no último mês de 2013, abaixo dos 0,40% de novembro. As matérias-primas brutas lideraram a alta neste indicador, com 0,80%, mas desaceleraram em relação a novembro, quando subiram 1,32%. A perda do ritmo se deve principalmente ao minério de ferro, às aves e aos suínos.
Os bens intermediários avançaram 0,24%, e os bens finais, 0,38%, ambos influenciados pelo subgrupo dos combustíveis.
O terceiro indicador componente do IGP-10, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,26% em dezembro, também abaixo de 0,32% de novembro.

Edição: Denise Griesinger

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Gasolina pressiona a inflação, que teve alta de 0,75% na segunda prévia de dezembro

Economia



Gasolina pressiona a inflação, que teve alta de 0,75% na segunda prévia de dezembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-16/gasolina-pressiona-inflacao-que-teve-alta-de-075-na-segunda-previa-de-dezembro
Dec 16th 2013, 09:47

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve alta de 0,75%, na segunda prévia de dezembro, ante 0,72%, na apuração anterior. O cálculo, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que quatro dos oito grupos pesquisados apresentaram acréscimos com destaque para o de transportes (de 0,28% para 0,67%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) calcula a inflação pelo reajuste de preços de um conjunto fixo de bens e serviços componentes de despesas habituais de famílias com nível de renda situado entre 1 e 33 salários mínimos mensais. Sua pesquisa de preços se desenvolve diariamente, cobrindo sete das principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília.
A versão semanal do IPC – denominada IPC-S - segue metodologia de coleta quadrissemanal, com encerramento em datas pré-estabelecidas (07, 15, 22 e 31). Apesar de a coleta ser semanal, a apuração das taxas de variação leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento.
A elevação divulgada hoje, correspondente a 0,75%, foi provocada pelo reajuste da gasolina (de 0,61% para 2,17%). Esta elevação está embutida no grupo de transportes (que subiu de 0,28% para 0,67%). No entanto, a maior taxa do período foi registrada no grupo alimentação (de 0,96% para 1,02%). As demais classes de despesas com aumentos em índices superiores aos da primeira prévia do mês são: educação, leitura e recreação (de 0,70% para 0,98%); alimentação (de 0,96% para 1,02%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,42% para 0,46%).
Nos grupos restantes os preços subiram com menos intensidade. Em habitação (de 0,80% para 0,66%); comunicação (de 0,93% para 0,48%); vestuário (de 0,83% para 0,71%) e despesas diversas (de 1,09% para 0,87%).
Os principais aumentos foram: gasolina (de 0,61% para 2,17%); aluguel residencial (de 1,01% para 1,07%); passagem aérea (de 19,20% para 18,92%); tarifa de eletricidade residencial (de 2,58% para 1,72%) e tomate (de 14,97% para 16,06%).
Edição: José Romildo
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Caem estimativas para crescimento da economia pela segunda semana seguida

Economia



Caem estimativas para crescimento da economia pela segunda semana seguida
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-16/caem-estimativas-para-crescimento-da-economia-pela-segunda-semana-seguida
Dec 16th 2013, 09:10

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – As projeções de instituições financeiras para o crescimento da economia em 2013 e no próximo ano caíram pela segunda semana seguida. Para este ano, a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país, passou de 2,35% para 2,30%. No próximo ano, a economia deve crescer 2,01%, ante 2,10 previstos anteriormente.
Essas projeções são do relatório semanal, elaborado com base em estimativas do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos. A pesquisa é feita pelo Banco Central (BC).
A estimativa para a expansão da produção industrial foi alterada de 1,63% para 1,61%, este ano, e de 2,25% para 2,31%, em 2014.
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantida em 34,6%, tanto para 2013 quanto para o próximo ano.
A previsão das instituições financeiras para o saldo negativo em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi mantida em US$ 80 bilhões este ano e passou de US$ 72,35 bilhões para US$ 71,30 bilhões, em 2014.
A projeção para a cotação do dólar foi ajustada de R$ 2,30 para R$ 2,33, este ano, e de R$ 2,40 para R$ 2,43, no fim de 2014.
A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) segue em 5,70%, este ano, e foi ajustada de 5,92% para 5,95%, em 2014.
As projeções estão distantes do centro da meta de inflação, de 4,5%, e abaixo do limite superior de 6,5%. É função do BC fazer com que a inflação convirja para o centro da meta.
Um dos instrumentos usados pelo BC para influenciar a atividade econômica e, por consequência, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
A Selic encerra 2013 em 10% ao ano, depois de passar por seis elevações seguidas. Para o final de 2014, a projeção das instituições financeira é que a taxa esteja em 10,5% ao ano.
Edição: José Romildo
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