Governo estuda reduzir imposto de importação para autopeças, diz Mantega

17 de dezembro de 2013

Economia



Governo estuda reduzir imposto de importação para autopeças, diz Mantega
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/governo-estuda-reduzir-imposto-de-importacao-para-autopecas-diz-mantega
Dec 17th 2013, 20:19

Mariana Branco e Wellton Máximo

Repórteres da Agência Brasil

Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (17) que o governo estuda reduzir o Imposto de Importação (II) para autopeças não fabricadas no Brasil. Isso ajudaria a reduzir o impacto sobre os preços dos carros, previsto com a instalação obrigatória de air bag e freio ABS a partir do ano seguinte. No próximo ano, haverá ainda a recomposição gradual da alíquota cheia do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
"[Para compensar] estamos combinando rastreabilidade [identificação de conteúdo nacional obrigatório nos equipamentos] com eventual redução do Imposto de Importação de autopeças sem similar nacional, por tempo determinado", acrescentou Mantega. A possibilidade de redução do imposto foi uma demanda da indústria automotiva.
Nos próximos dias, haverá debate sobre esse e outros pontos envolvendo os empresários e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A decisão final a respeito só será anunciada segunda-feira (23).
Segundo o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, que mais cedo reuniu-se com Mantega, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e representantes dos trabalhadores do setor para debater o assunto, a ideia é tornar a elevar a alíquota "imediatamente" no momento em que passe a haver produção das peças no país.
O setor pede ainda ao governo que estude a entrada de veículos elétricos no mercado brasileiro. De acordo com Moan, a questão poderia ser incluída no programa Inovar Auto. "É importante colocar a hipótese de passarmos a ter veículos híbridos e elétricos. Propusemos ao governo uma fase dentro do Inovar-Auto em que as empresas pudessem importar, desde que, a partir de um certo momento, passassem a produzir componentes e até mesmo fabricar [os veículos elétricos]", declarou.
Outra demanda dos empresários é o lançamento do Exportar-Auto, programa para estímulo às exportações de automóveis.

Edição: Nádia Franco
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Governo mantém obrigatoriedade de air bags e freios ABS para todos os veículos a partir de 2014

Economia



Governo mantém obrigatoriedade de air bags e freios ABS para todos os veículos a partir de 2014
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/governo-mantem-obrigatoriedade-de-air-bags-e-freios-abs-para-todos-os-veiculos-partir-de-2014
Dec 17th 2013, 19:00


Wellton Máximo e Mariana Branco

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – Os air bags e os freios ABS serão obrigatórios nos automóveis produzidos no país a partir do próximo ano, disse há pouco o ministro da Fazenda, Guido Mantega, depois de reunião com representantes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), metalúrgicos e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. O encontro demorou cerca de duas horas e levou em conta o impacto dos novos itens de segurança sobre o desemprego. Na semana passada, o governo tinha indicado que poderia adiar a exigência.
De acordo com o ministro, o governo estudará a criação de uma exceção para os veículos do tipo Kombi, que não tem similar no mercado e será extinta com a introdução dos novos itens. "Não houve resistência das montadoras em criar um waiver [perdão] para as Kombis porque o produto não tem concorrência. [A Kombi] não é caminhonete, não é automóvel. Não é veículo. É um produto diferente, sem similar", explicou.
Segundo Mantega, a Fiat pediu que os veículos do modelo Mille também fossem isentos da exigência, mas não houve concordância das outras empresas porque o modelo tem similares produzidos por outras montadoras no país. Com a introdução dos air bags e do freio ABS, o veículo terá a fabricação extinta no próximo ano.
O ministro ressaltou que a obrigatoriedade dos itens de segurança preocupou o governo não tanto por causa do impacto nos preços dos veículos, que aumentarão de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil, mas por causa do impacto no emprego. De acordo com os sindicalistas presentes na reunião, os itens de segurança poderão provocar de 10 mil a 15 mil demissões por causa da extinção das linhas de produção de determinados modelos e o impacto sobre o setor de autopeças.
De acordo com o ministro da Fazenda, o governo pediu um compromisso das montadoras para mudarem os empregados de setor e evitar o máximo possível as demissões. Um grupo de estudo entre representantes das montadoras e do governo analisará a possibilidade de os postos de trabalho serem preservados.

Edição: Aécio Amado
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Os air bags e os freios ABS serão obrigatórios nos automóveis produzidos no país a partir do próximo ano, anuncia Mantega

Economia



Os air bags e os freios ABS serão obrigatórios nos automóveis produzidos no país a partir do próximo ano, anuncia Mantega
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Dec 17th 2013, 19:22

Brasília – O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, falam à imprensa após reunião sobre a obrigatoriedade de air bags e freios ABS nos automóveis produzidos no país a partir do próximo anoBrasília – O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, falam à imprensa após reunião sobre a obrigatoriedade de air bags e freios ABS nos automóveis produzidos no país a partir do próximo anoBrasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fala à imprensa após reunião com a Anfavea sobre a obrigatoriedade de air bags e freios ABS nos automóveis produzidos no país a partir do próximo anoBrasília – O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, fala à imprensa após reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre a obrigatoriedade de air bags e freios ABS nos automóveis produzidos no país a partir do próximo anoBrasília – O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, falam à imprensa após reunião sobre a obrigatoriedade de air bags e freios ABS nos automóveis produzidos no país a partir do próximo anoBrasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fala à imprensa após reunião com a Anfavea sobre a obrigatoriedade de air bags e freios ABS nos automóveis produzidos no país a partir do próximo anoBrasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fala à imprensa após reunião com a Anfavea sobre a obrigatoriedade de air bags e freios ABS nos automóveis produzidos no país a partir do próximo ano



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Mantega confirma IPI maior para automóveis no próximo ano

Economia



Mantega confirma IPI maior para automóveis no próximo ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/mantega-confirma-ipi-maior-para-automoveis-no-proximo-ano
Dec 17th 2013, 19:33


Wellton Máximo e Mariana Branco

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os veículos voltará a subir em 2014, confirmou hoje (17) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele rejeitou a possibilidade de o imposto reduzido ser mantido no próximo ano, apesar dos pedidos das montadoras e do impacto sobre os preços.
"Posso antecipar que o IPI [para os automóveis] vai subir mesmo em 2014. Não haverá volta atrás na redução do IPI", declarou o ministro após reunião com representantes da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), metalúrgicos e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.
Apesar de ter reiterado que o imposto voltará a subir no próximo ano, Mantega não detalhou como ocorrerá o reajuste. No entanto, na semana retrasada, em São Paulo, o ministro informou que as alíquotas serão recompostas de forma gradual ao longo de 2014. Originalmente, o IPI para os veículos estava previsto para subir a partir de abril, mas o governo estendeu o benefício fiscal até o fim de 2013.
Na reunião, foi discutida a manutenção da obrigatoriedade do air bag e do freio ABS para o próximo ano. Alguns representantes das montadoras pediram que o governo estendesse o IPI reduzido para compensar os aumentos de custos com a introdução dos itens de segurança. O ministro, no entanto, descartou a medida. "O imposto vai subir mesmo. Esta não é uma solução para o setor", declarou Mantega.
De acordo com o ministro, um grupo de trabalho discutirá outras soluções para o setor, como a redução temporária do Imposto de Importação para peças e componentes de veículos sem similar nacional. Em relação ao fabricante de autopeças, que será o principal prejudicado pela exigência dos itens de segurança, Mantega informou que o governo estuda a implementação da rastreabilidade, medida presente no Inovar-Auto, regime tributário especial que estimula o investimento em pesquisa e tecnologia pelas montadoras.
Por meio da rastreabilidade, cada peça pode ter a origem rastreada. Dessa forma, será possível identificar quanto de conteúdo nacional existe em cada componente e sistema dos veículos e cobrar IPI menor apenas sobre essas partes. O presidente da Anfavea, Luiz Moan, concordou com a necessidade de acelerar a implementação da rastreabilidade nas autopeças.
"A Anfavea tem defendido fortemente indústria de autopeças no Brasil. Com isso, estamos apoiando desde sempre a adoção da rastreabilidade. Precisamos identificar quanto conteúdo nacional tem em cada equipamento, cada sistema para abatermos o IPI somente essa parte", explicou Moan.

Edição: Aécio Amado
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Exportações brasileiras devem ter queda em 2014, prevê a AEB

Economia



Exportações brasileiras devem ter queda em 2014, prevê a AEB
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Dec 17th 2013, 17:01

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - De acordo com previsão divulgada hoje (17), no Rio de Janeiro, pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), as exportações brasileiras deverão ter queda em 2014, bem como as importações. A entidade estima que as vendas do Brasil para o exterior no próximo ano deverão atingir US$ 239,053 bilhões, mostrando recuo de 0,4% ante as exportações esperadas para o ano fechado de 2013, de US$ 239,904 bilhões.
Para as importações, a queda projetada é 3,1% entre a previsão de US$ 231,830 bilhões para 2014 e o resultado esperado este ano, de US$ 239,200 bilhões. O superávit em 2014, embora pequeno (US$ 7,223 bilhões), ficará 926% acima dos US$ 704 milhões aguardados para este ano.
"Todas as commodities estão com os preços em baixa. Essa queda [das exportações] só não vai ser maior porque há uma expectativa de que, em 2014, a quantidade de petróleo exportada pela Petrobras aumente 50%. Isso é que vai compensar a queda", explicou o presidente da AEB, José Augusto de Castro, em entrevista à Agência Brasil. Sem esse fator, ele alerta que o comércio exterior brasileiro experimentaria déficit comercial no ano que vem.
Em comparação à revisão feita em julho passado, os números fornecidos agora pela AEB revelam incremento para as exportações brasileiras este ano (US$ 230,511 bilhões, projetados em julho, para US$ 239,904 bilhões hoje). O mesmo ocorreu em relação às importações. A revisão feita em julho apontava embarques para o Brasil no valor de US$ 232,519 bilhões, contra US$ 239,200 bilhões previstos nesta terça-feira (17).
José Augusto de Castro observou que, em julho deste ano, a AEB projetava um déficit comercial em torno de US$ 2 bilhões na balança brasileira, que só "não vai ocorrer porque o valor das plataformas de petróleo que foram exportadas este ano é recorde em todos os tempos, da ordem de US$ 6,5 bilhões". Se não fosse por essa razão, o país experimentaria déficit comercial, garantiu Castro.
Avaliou que o Brasil continuará sendo um exportador de commodities em 2014. Não há, segundo ele, chance de reverter esse cenário no curto prazo. Para isso, precisa reduzir o custo de logística. "Isso vai demorar, pelo menos, três anos para começar a ter resultados".
Reforma tributária, redução do custo trabalhista, diminuição da burocracia, são outras medidas que demandam prazo de dois a três para apresentar resultado, "desde que comecem a ser implantadas agora. Porque, infelizmente, vamos continuar dependentes das commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado internacional)", comentou.
Edição: Davi Oliveira
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Atividade da construção fica abaixo do usual em novembro, aponta CNI

Economia



Atividade da construção fica abaixo do usual em novembro, aponta CNI
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/atividade-da-construcao-fica-abaixo-do-usual-em-novembro-aponta-cni
Dec 17th 2013, 16:17

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A atividade da indústria da construção ficou estável em novembro e abaixo do tradicional para o mês. O nível de atividade ficou em 49,5 pontos contra 49 em outubro, em uma escala de 0 a 100. Outro indicador, que mede a atividade em relação ao que é considerado usual para o período, ficou em 45,4 pontos no mês passado. Os dados estão na pesquisa Sondagem Indústria da Construção, divulgada hoje (17) pela Confederação Nacional da Indústria. A entidade considera que acima de 50 pontos, há alta na atividade industrial, e abaixo, há queda.
Caiu também a utilização da capacidade de operação das empresas da construção, variável que mede o volume de recursos, mão de obra e maquinário utilizados no mês. Em novembro, o indicador atingiu 70% contra 71% em outubro, quando foi registrado o maior nível do ano.
Também houve queda do emprego. De acordo com o levantamento da CNI, o número de empregados ficou em 46,3 pontos, contra 48 pontos em outubro. Por outro lado, há expectativas de contratação para os próximos seis meses. As respostas dos empresários nesse quesito atingiram 54 pontos, acima da linha divisória dos 50 pontos.
O estudo apontou ainda que a atividade na indústria da construção teve comportamento diferente dependendo do porte das empresas. Enquanto as empresas de grande porte registraram 51,4 pontos, as pequenas e médias mostraram-se desaquecidas, respectivamente com 45,9 e 48,6 pontos.
Edição: Juliana Andrade
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CNI aponta queda da produção industrial em novembro

Economia



CNI aponta queda da produção industrial em novembro
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Dec 17th 2013, 15:26

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A produção industrial caiu em novembro, diz a pesquisa Sondagem Industrial, divulgada hoje (17) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Conforme o levantamento, o indicador ficou em 48,4 pontos em uma escala de 0 a 100. A CNI considera que, acima de 50 pontos, há alta na produção, e abaixo, queda. Em outubro, a atividade industrial havia ficado em 54,5 pontos.
O estudo apontou ainda recuo na utilização da capacidade instalada em relação ao usual entre outubro e novembro, de 46,7 pontos para 45,4 pontos, com afastamento da linha divisória dos 50 pontos.
Os estoques permaneceram em equilíbrio e não cresceram acima do desejável. A pesquisa da CNI mostra que o índice de estoques efetivo ficou em 50,7 pontos em novembro. No caso específico das grandes empresas, no entanto, os estoques ficaram altos pelo segundo mês consecutivo, atingindo 53,1 pontos no mês passado. Quanto maior o indicador, maiores os estoques, o que não é considerado positivo para a indústria.
Questionados com relação ao otimismo quanto às compras de matérias-primas para os próximos seis meses, os empresários entrevistados apontaram recuo de 54,4 para 53 pontos entre novembro e dezembro. Quanto à demanda para o mesmo período, estimam queda de 52,2 para 53,1 pontos. De acordo com a CNI, o motivo é a sazonalidade, já que a atividade industrial tradicionalmente é fraca no início do ano.
Edição: Nádia Franco//Matéria alterada às 15h36 para correção de informação: o índice de estoques efetivo ficou em 50,7 pontos em novembro, e não em 50,6
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Furnas vende 800 megawatts médios em leilão de energia existente

Economia



Furnas vende 800 megawatts médios em leilão de energia existente
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Dec 17th 2013, 15:06

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A subsidiária da Eletrobras Furnas Centrais Elétricas vendeu hoje (17) 800 megawatts (MW) médios de energia elétrica no 12º leilão de energia existente feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O montante comercializado, com prazo de 12 meses para entrega, corresponde à metade das vendas na primeira fase do leilão, quando foram arrematados 1.654 MW médios. O preço médio de venda do leilão para 2014 foi de R$ 191,41 MWh.
A energia comercializada por Furnas é proveniente das usinas de Itumbiara (Minas Gerais/Goias), Serra da Mesa (Goiás) e Mascarenhas de Moraes (São Paulo/Minas Gerais). No leilão de energia existente, são comercializados montantes de energia elétrica a partir de empreendimentos já existentes para as distribuidoras no mercado regulado.
A energia negociada será objeto de Contrato de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado na modalidade por quantidade para todas as fontes energéticas. Os agentes declararam o lastro de venda na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e assim puderam entrar na competição todas as fontes de que o vendedor habilitado dispõe, tais como usinas hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas e eólicas.
Os contratos de comercialização terão períodos de suprimento distintos, com início de entrega em 1º de janeiro de 2014 e término de suprimento em 31 de dezembro do mesmo ano, O segundo período de entrega vai de 30 de junho de 2015 a 31 de dezembro de 2016.
Edição: Nádia Franco
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Aldo Rebelo lamenta violência no futebol

Economia



Aldo Rebelo lamenta violência no futebol
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Dec 17th 2013, 15:28

Thais Araujo

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, lamentou hoje (17) a ocorrência do que classificou como "fenômenos indesejáveis" ligados ao futebol brasileiro. Citou, como exemplo, a briga de torcidas na partida entre Atlético Paraná e Vasco da Gama, em Santa Catarina e os acidentes nas obras de estádios da Copa do Mundo
Na semana passada, um operário sofreu uma queda e morreu no canteiro de obras da Arena Amazônia. Em novembro, o desabamento de um guindaste usado na construção do estádio do Corinthians, o Itaquerão, na zona leste da capital paulista, também deixou vítimas.
Em relação à violência nos estádios, Rebelo disse que os envolvidos deviam ser "presos em flagrante". E acrescentou: "Quem comete o tipo de violência que vimos em Santa Catarina tem de ser preso em flagrante. Aquilo é tentativa de homicídio. Há o indiciamento dos envolvidos e a possível condenação, que é uma decisão da Justiça".
Durante entrevista coletiva, antes da apresentação aos jornalistas da exposição "Brasil, um país, um mundo", no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, o ministro defendeu a implantação de delegacias e de juizados especializados. Medidas apoiadas pelo Conselho Nacional do Ministério Público, pelo Conselho Nacional de Justiça e pelo Ministério da Justiça.
Aldo Rebelo também comentou a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) de modificar a tabela de classificação, oito dias após o fim do Campeonato Brasileiro. A Portuguesa, que havia terminado em 16º lugar no campeonato, sofreu uma punição de quatro pontos por ter escalado o meio-campo Héverton na partida contra o Grêmio, pela última rodada da competição, no dia 8 de dezembro, e caiu uma posição. Em consequência, o Fluminense, que acabou em 16º lugar, não está mais rebaixado no Campeonato Brasileiro. Ainda cabe recurso dos advogados do time paulista.
"O normal é que os campeonatos sejam decididos dentro de campo. Isso é o esperado, isso é o natural. Infelizmente, por motivos que não vou discutir aqui, se houve erro e fato, ao se aplicar a legislação resultou na punição da Portuguesa, com seu rebaixamento, e na ascensão do Fluminense, que estava na série B, embora não seja uma decisão definitiva. Acho que as pessoas geralmente não ficam satisfeitas, nem os torcedores do clube possivelmente beneficiado com esse tipo de fenômeno", disse.
Após a coletiva, da qual também participaram o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e o capitão da Seleção Brasileira de 2002, quando o Brasil conquistou o pentacampeonato na Copa do Mundo, Marcos Evangelista, o Cafu, as autoridades percorreram algumas obras da exposição, acompanhados do embaixador honorário da Copa do Mundo de 2014, o Pelé.
De acordo com o atleta, para garantir o sucesso do evento esportivo, todo o povo brasileiro deve se unir e colaborar com as autoridades. "Espero que todo o povo brasileiro colabore com a gente porque essa é uma oportunidade única [para o país]. Vamos nos unir e fazer uma excelente Copa", disse, ressaltando estar confiante na vitória do Brasil no campeonato.
A exposição, que faz parte da programação oficial do governo federal ligada à Copa do Mundo, ficará aberta ao público a partir de amanhã (18) até 19 de janeiro, das 10h às 19h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. No local, os visitantes poderão observar peças históricas do futebol brasileiro, como camisas usadas em Copas, campeonatos oficias e amistosos, além de medalhas, chuteiras e troféus. Até julho do ano que vem, a exposição será levada às demais cidades-sede da Copa.
Edição: José Romildo

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Inflação é o principal inibidor do consumo em dezembro de 2013

Economia



Inflação é o principal inibidor do consumo em dezembro de 2013
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Dec 17th 2013, 14:34

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- A inflação alta é a principal causa da queda de 6,1% no consumo de bens, serviços e turismo, prevista para dezembro deste ano, em comparação ao mesmo mês do ano passado, disse o economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Bruno Fernandes.
O economista é o responsável pela área de bens, serviços e turismo da CNC, que calcula o índice que mede a Intenção de Consumo das Famílias (ICF).
Segundo ele, além da inflação, o aumento dos juros e o fim de medidas de estímulo ao consumo desestimulam as compras neste Natal.
De acordo com o economista, a inflação "não está tão forte como no primeiro semestre", mas o patamar de preços é maior que o de 2012, inibindo os gastos com os presentes de Natal.
Os juros e o dólar mais altos também encareceram bens duráveis que costumam ser adquiridos em compras parceladas, como máquina de lavar, fogões e geladeiras. Esses produtos contavam com isenção de imposto em 2012, o que estimulava as vendas. Este ano, a intenção de compras desses produtos caiu 11,9%, segundo a pesquisa da CNC.
Somente por causa do Natal, o consumo das famílias deve subir 0,9% em dezembro, na comparação com novembro. "Se não fosse esse impacto sazonal, no cenário atual, não teríamos essa alta", disse o economista. Outro fator que desestimula as compras neste fim de ano, destacou, é a queda da confiança das famílias no emprego, de 6,1%.
Bruno Fernandes explica ainda que, em geral, as vendas do comércio nos últimos anos bateram recordes. Por isso, será mais difícil atingir os patamares de "crescimento chinês" dos anos anteriores, quando o comércio crescia entre 8% a 10% ao ano.
"Com a economia crescendo em torno de 1 a 2% e o comércio crescendo a 4%, vemos que estamos em cenário não tão favorável, mas favorável: as pessoas ainda estão consumindo, vão continuar consumindo, mas não tanto como no ano passado", esclareceu.


Edição: José Romildo

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Eletropaulo terá que devolver mais de R$ 600 milhões aos consumidores de energia

Economia



Eletropaulo terá que devolver mais de R$ 600 milhões aos consumidores de energia
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Dec 17th 2013, 14:17

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu hoje (17) que a Eletropaulo terá que devolver R$ 626 milhões aos consumidores de energia atendidos pela distribuidora. Segundo a agência, entre 2002 e 2011, a empresa considerou em seus processos tarifários a existência de 246 mil metros de cabos em sua base de ativos, mas a Aneel verificou que só existiam 10 mil metros desse insumo.
A devolução ocorrerá nos próximos quatro anos, para não prejudicar as finanças da distribuidora. O ressarcimento dos valores poderá fazer também com que os próximos reajustes de tarifa de energia da empresa sejam menores.
A Eletropaulo, que ainda tem direito a recurso, ainda não se manifestou sobre a decisão da Aneel. A distribuidora atende a cerca de 6,5 milhões de unidades consumidoras em 24 municípios da região metropolitana de São Paulo.
Edição: Davi Oliveira
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Unica espera crescimento de 10,18% na moagem de cana-de-açúcar este ano

Economia



Unica espera crescimento de 10,18% na moagem de cana-de-açúcar este ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/unica-espera-crescimento-de-1018-na-moagem-de-cana-de-acucar-este-ano
Dec 17th 2013, 13:44

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil

São Paulo – As usinas da região Centro-Sul do país devem encerrar as atividades da safra 2013/2014 com moagem próxima de 589,6 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, conforme previsão feita no início da colheita, o que representa aumento de 10,18% sobre a safra anterior. Mais uma vez, o processamento foi voltado para o etanol, que deve atingir recorde de produção, com 25,04 bilhões de litros ante 21,36 bilhões de litros na safra passada.
Até 1º de dezembro, a produção de etanol tinha superado em 18,9% a do ano passado, enquanto a de açúcar ficou praticamente estável, com 0,66% de aumento, o equivalente 35,5 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados hoje (17) pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
Segundo o diretor técnico da Unica, Antonio de Pádua Rodrigues, o fato de o preço internacional do açúcar ter caído na ordem de 16,9% influenciou na cadeia do setor. Pádua destacou que, apesar do incremento de 60 milhões de toneladas na moagem, o faturamento global não deve crescer mais do que 1%.
Pelos cálculos da Unica, comparada à da safra passada, a receita média da região Centro-Sul, até novembro, teve retração de 15,5%, com o valor da tonelada em R$ 116,46. Na opinião do diretor técnico da Unica, a variação cambial ainda pode trazer algum ganho de rentabilidade.
Para a próxima safra, Pádua disse que espera produção semelhante a da atual. Para ele, o desempenho do setor foi positivo em termos de produção, já que atingiu o recorde, com recuperação de produtividade. "Do ponto de vista econômico, porém, foi negativo", ressaltou.
"Para a safra de 2014/2015, não teremos aumento da produção, pelo desestímulo vindo de um ano difícil, de fraco resultado econômico", estimou Pádua.
Edição: Nádia Franco
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Receita dá prazo até sexta-feira para que devedores regularizem Refis

Economia



Receita dá prazo até sexta-feira para que devedores regularizem Refis
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/receita-da-prazo-ate-sexta-feira-para-que-devedores-regularizem-refis
Dec 17th 2013, 13:30

Da Agência Brasil
Brasília - A Receita Federal dá chance aos inadimplentes que aderiram ao programa de refinanciamento de impostos, conhecido como Refis da Crise. O inadimplentes que quiserem permanecer no programa podem regularizar a situação até sexta-feira (20).
Refis da Crise é o nome dado ao parcelamento de débitos tributários, instituído pela Lei 11.941, de 2009, após o início da crise econômica global. Existem 124 mil parcelamentos de pessoas físicas e jurídicas passíveis de exclusão, o que representa R$ 11,9 bilhões em parcelas atrasadas. Essa dívida representa 40% dos processos desse parcelamento especial.
Os contribuintes podem fazer os pagamentos das parcelas vencidas e continuar usufruindo dos benefícios concedidos pela Lei 11.941 (Refis da Crise), de 2009. A partir de três prestações atrasadas, informou a Receita, o contribuinte pode ser excluído do parcelamento e perde todos os benefícios da redução das multa e dos juros.
Nos dias 21 e 22 de dezembro serão processadas as exclusões dos contribuintes que estão inadimplentes com três ou mais parcelas do Refis da Crise. A Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) encaminharam mensagens para a caixa postal dos contribuintes que tinham pelo menos uma fração inadimplente dos parcelamentos, alertando sobre a possibilidade de exclusão, nos dias 21 e 22.
Para ler as mensagens da caixa postal, o contribuinte deverá acessar o e-CAC na página da Receita na internet e clicar no link "Acesse a sua caixa postal", localizado no canto superior direito do aplicativo.
A Receita informa que os débitos provenientes da exclusão dessas frações não poderão ser divididas na reabertura do parcelamento do Refis da Crise, cujo prazo de adesão vai até 31 de dezembro de 2013, conforme estabelecido pela Lei nº 12.865, de 2013.
Com relação à reabertura do Refis da Crise, que vai até 31 de dezembro de 2013, a Receita Federal divulgará ainda nesta semana um balanço parcial sobre os números de adesão.

Edição: José Romildo

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Receita e PF deflagram operação para combater crimes contra o Fisco

Economia



Receita e PF deflagram operação para combater crimes contra o Fisco
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/receita-e-pf-deflagram-operacao-para-combater-crimes-contra-fisco
Dec 17th 2013, 12:11

Da Agência Brasil
Brasília - A Receita Federal e a Polícia Federal deflagraram hoje (terça-feira, 17) a Operação Salt, com o objetivo de combater organização criminosa suspeita de fraudar o Fisco. Salt, palavra da língua inglesa que significa sal, faz referência ao principal ramo de atividades do grupo investigado.
Os dois órgãos buscam apurar, por meio da Operação Salt, os indícios de crimes de sonegação fiscal, falsidade ideológica, apropriação indébita de receita previdenciária, formação de quadrilha, fraude e lavagem de dinheiro.
A Receita informou também que participam da operação 38 servidores da Receita Federal e 86 policiais federais nos estados do Rio Grande do Norte, Ceará e da Paraíba, onde são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão em residências e em empresas ligadas à organização criminosa.
A fraude, informou a Receita, consistiria na mobilização de "laranjas", pessoas utilizadas dar aparência de legalidade a atividades que contrariam a lei. Segundo as investigações, os "laranjas" ocupavam cargos na direção e na composição acionária das empresas. Eram também utilizados em operações de compra e criação de empresas que só existem no papel, conhecidas como paper companies.
As paper companies serviriam para garantir o livre ingresso de receitas nos caixas do grupo, uma vez que as empresas reais já possuem mais de R$ 400 milhões inscritos em dívida ativa e estavam com seu faturamento judicialmente bloqueado.

Edição: José Romildo
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Contribuintes do Simples vão receber notificações

Economia



Contribuintes do Simples vão receber notificações
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/contribuintes-do-simples-vao-receber-notificacoes
Dec 17th 2013, 12:41

Da Agência Basil
Brasília - Os contribuintes que passarem a ser optantes do Simples Nacional 2014 passarão ter o direito de receber notificações SMS, sigla utilizada para designar as mensagens trocadas entre telefones celulares e smartphones, visando a facilitar a comunicação entre as pessoas. No Brasil, o serviço é mais conhecido como "torpedo".
Para ativar o mecanismo, o interessado deve procurar no Portal do Simples Nacional o menu Simples/Serviços, no item Notificações SMS do Simples Nacional. Inicialmente, informou a Receita, as mensagens serão apenas de confirmação do cadastro. Futuramente, serão enviadas mensagens sobre outros procedimentos.
O usuário também deve cadastrar o número do telefone celular com o DDD. Caso resolva cancelar o serviço, o próprio usuário pode fazê-lo. O serviço é gratuito e o Comitê Gestor do Simples Nacional informa que os clientes das operadoras de telefonia móvel celular não serão cobrados pelo recebimento destas mensagens de texto (SMS).

Edição: José Romildo

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Receita indisponibiliza serviços previdenciários provisoriamente

Economia



Receita indisponibiliza serviços previdenciários provisoriamente
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/receita-indisponibiliza-servicos-previdenciarios-provisoriamente
Dec 17th 2013, 11:47

Agência Brasil
Brasília – A Receita Federal informou hoje (17) que alguns serviços previdenciários oferecidos em seus canais de atendimento estarão indisponíveis a partir de sexta-feira (20). De acordo com o órgão, a paralisação é em razão de procedimentos técnicos para a mudança de programas de computadores que dão suporte a esses serviços e o retorno está previsto para o dia 26.
A medida atingirá os serviços previdenciários disponíveis no site da Receita Federal na internet e também nas unidades de atendimento e se referem apenas aos serviços previdenciários.
"Como medida preventiva de eventuais transtornos, orienta-se ao contribuinte antecipar ou postergar a busca pelos serviços previdenciários disponíveis no site ou nas unidades de atendimento presencial", informou.
Edição: Denise Griesinger
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CNC prevê queda de 6,1% no consumo de bens e serviços em 2013

Economia



CNC prevê queda de 6,1% no consumo de bens e serviços em 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/cnc-preve-queda-de-61-no-consumo-de-bens-e-servicos-em-2013
Dec 17th 2013, 11:00

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- As famílias brasileiras devem gastar menos este Natal, prevê a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A CNC divulgou hoje (17) previsão de queda de 6,1% nas vendas em 2013 em relação ao ano passado. Na comparação com novembro, o índice que mede a Intenção de Consumo das Famílias subiu 0,9%.
De acordo com a CNC, as famílias estão menos otimistas este Natal. Devem deixar de comprar preocupadas com aumento do custo do crédito e da inflação. Crescimento menor do salários também contribui para redução da projeção de compras, acrescentou a Divisão Econômica da CNC.
Na comparação anual, caíram todos os indicadores que medem a Intenção de Consumo das Famílias (ICF). Os maiores recuos foram na intenção de comprar a prazo (11,9%), bens duráveis (11,5%) e em relação à perspectiva profissional (6,1%). Também diminuiu índice de consumo atual (6%).
De acordo com a CNC, o recuo no item que mede a compra de bens duráveiks revela, na prática, a dificuldade de conseguir empréstimo para comprar itens como geladeira e fogões, além da ausência de medidas de estímulo, como em 2012.
Ano passado, o governo reduziu o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), para tentar alavancar o consumo. Entre eles, estavam itens da linha branca, como os fogões e as geladeiras.
Edição: José Romildo
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Município capixaba, produtor de petróleo, lidera renda per capita do país

Economia



Município capixaba, produtor de petróleo, lidera renda per capita do país
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/municipio-capixaba-produtor-de-petroleo-lidera-renda-capita-do-pais
Dec 17th 2013, 10:02

Cristina Indio do Brasil

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A alta no preço do barril de petróleo foi responsável por alterações na participação dos municípios no Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2011. O município brasileiro com maior PIB per capita (R$ 387,1 mil), em 2011, foi Presidente Kennedy, no Espírito Santo, cidade produtora de petróleo, seguida pelos municípios de Anchieta e Itapemirim, no mesmo estado.
As rendas gerada pelos municípios de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Brasília, de Curitiba, de Belo Horizonte e de Manaus corresponderam a cerca de 25% de toda a geração de riqueza do Brasil em 2011. Esses municípios somavam 13,7% da população.
Com exceção de Manaus, esses municípios concentram suas atividades principalmente nos setores de intermediação financeira, comércio e administração pública. Em Manaus, a economia se mantém entre as atividades de indústria e de serviços.
Os dados fazem parte do cálculo do PIB dos municípios, elaborado desde 2000 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Também contribuíram com o levantamento órgãos estaduais de estatística, secretarias estaduais de governo e a Superintendência da Zona Franca de Manaus.
Campos de Goytacazes, no norte fluminense, registrou o maior ganho absoluto de participação (0,2 ponto percentual): atingiu 0,9% em 2011. Mas houve também perdas de participação. O município de Betim, em Minas Gerais, caiu de 0,8% para 0,7%, resultado da retração no segmento do refino de petróleo, causada pela elevação do preço do petróleo, em combinação com o elevado estoque e baixo crescimento da indústria automotiva entre 2010 e 2011.
Segundo o IBGE, dois municípios maranhenses registraram os maiores ganhos de posição no PIB nacional. Por causa do aumento da produção da mandioca, Belágua subiu no ranking dos municípios da posição 4.991 para a 3.849. Já o município de Godofredo Viana saiu da colocação 4.217 para a 3.089, impulsionado pela expansão da extração do ouro.
Os segmentos do comércio e serviços de manutenção e reparação e os serviços de intermediação financeira, seguros e previdência complementar e serviços relacionados pesaram no município de São Paulo e provocaram a perda de 0,3 ponto percentual, em 2011. Apesar disso, o município continuou como o principal polo industrial do país. A participação relativa é de 7,9% no valor adicionado bruto da indústria no PIB nacional.
O estudo mostra ainda que os últimos 1.323 municípios do ranking respondiam por quase 1% do PIB e por 3,3% da população, em 2011. Nesse grupo, 73,7% eram municípios do Piauí e 62,3% da Paraíba. Para o IBGE, esses dados apontam a concentração da geração interna da renda.
Na região Sudeste, os cinco municípios com maior PIB do Espírito Santo corresponderam a 61,2% do PIB do estado e os do Rio de Janeiro representaram 65%. Já no Norte e Nordeste os cinco maiores concentraram 50% do PIB, com exceção do Tocantins (46,1%) e da Bahia (42,6%). Nas regiões Sul e Centro-Oeste, a concentração dos cinco municípios com maior PIB estadual não chegava a 50%, a não ser nos estados de Mato Grosso do Sul (56,8%) e de Goiás (50,7%).
A cidade de Vitória, apesar de ter o PIB per capita mais alto entre as capitais ficou em quarto lugar no estado. O PIB per capita foi calculado pelo quociente entre o valor do PIB do município e a população residente em cada um.
O município de São Desidério, na Bahia, atingiu a primeira colocação na participação no valor adicionado bruto da agropecuária no PIB em 2011, com R$ 832,8 milhões. No ano anterior, tinha ficado em terceiro lugar. O município foi o maior produtor de algodão herbáceo do país, respondendo por 14% da produção nacional e 45,1% do estado.
A administração, saúde e educação públicas e seguridade social registraram peso superior a 50% do PIB em todos os municípios de Roraima, com exceção da capital Boa Vista, com 39,8%. Já em 16 capitais o peso foi inferior ao valor nacional. Em Vitória ficou em 4,4%, em São Paulo 5,9% e Curitiba, no Paraná, 7,4%.

Edição: Denise Griesinger e José Romildo

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Demanda das empresas por crédito recua 6,1% em novembro, aponta Serasa

Economia



Demanda das empresas por crédito recua 6,1% em novembro, aponta Serasa
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/demanda-das-empresas-por-credito-recua-61-em-novembro-aponta-serasa
Dec 17th 2013, 10:47

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A demanda das empresas por crédito recuou 6,1% em novembro na comparação com outubro, aponta índice divulgado hoje (17) pela empresa de consultoria Serasa Experian. Em relação a novembro de 2012, houve avanço de 3,9%. No acumulado do ano, o indicador registrou queda de 1% ante igual período do ano passado.
Houve recuo na busca por crédito em todos os segmentos empresariais. A maior queda ocorreu nas micro e pequenas empresas, com taxa de -6,3% frente ao mês anterior. As de médio porte tiveram decréscimo de 3,9% e as grandes empresas apresentaram variação negativa de 1,3%.
No acumulado de janeiro a novembro, a maior alta (18,4%) foi registrada entre os negócios com maior faturamento. Em seguida, estão as médias empresas com crescimento de 4,1%. As micro e pequenas empresas, por sua vez, registram queda de 1,5% no mesmo período, em relação ao mesmo período do ano passado.
Na análise por setores, as indústrias (-8,3%) apresentaram o maior recuo frente a outubro. Também houve decréscimo nas empresas comerciais, com taxa de -6,7%. Em relação aos serviços, o declínio na busca por crédito ficou em 4,8%. De janeiro a novembro, apenas o setor de serviços registrou crescimento, com alta de 2,7%. Comércio (-3,6%) e indústrias (-2,2%) acumulam queda.
No último mês, todas as regiões brasileiras registraram variações negativas no indicador. O maior recuo ocorreu no Sudeste, com baixa de 7,8%. Em seguida, estão as empresas da região Sul, com declínio de 7%; Centro-oeste, com 5,7%; e Norte, com 2,3%. A região Nordeste registrou queda de apenas 0,8% na busca empresarial por crédito.

Edição: José Romildo

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Vendas de materiais de construção acumulam alta de 3,8% sobre 2012

Economia



Vendas de materiais de construção acumulam alta de 3,8% sobre 2012
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/vendas-de-materiais-de-construcao-acumulam-alta-de-38-sobre-2012
Dec 17th 2013, 09:38

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - As vendas de materiais de construção aumentaram 3,8% entre janeiro e novembro deste ano, comparado a igual período de 2012. O percentual refere-se ao cálculo do faturamento já com o desconto da inflação para o período, segundo o levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
O resultado mostra um aquecimento mais intenso do que no ano passado, quando as vendas no mesmo período tinham crescido 1,9%. No entanto, em novembro sobre outubro houve queda de 8,1% e, na comparação com o mesmo mês de 2012, pequena elevação de 1%.
Segundo nota da Abramat, para atingir a meta de alcançar alta de 4% no fechamento do ano, o setor terá de contar com pequena demanda neste mês de dezembro.
Os dados relativos a novembro mostram que o consumo foi maior no segmento dos produtos para acabamento, com expansão de 7,2% sobre o mesmo mês do ano passado. Em relação a outubro, houve recuo de 5,6%. No acumulado desde janeiro, as vendas cresceram 6,8%.
Os materiais básicos tiveram saída 2,9% maior do que em novembro de 2012 e 9,9% menor do que em outubro último. No acumulado até novembro, foi registrada elevação de 2%.
A pesquisa da Abramat indica ainda que a contratação de pessoal ficou praticamente, estável, com taxa de 0,3% sobre novembro do ano passado e de 0,2% sobre outubro último.



Edição: Graça Adjuto
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IPC-S avança em cinco capitais brasileiras na segunda semana de dezembro

Economia



IPC-S avança em cinco capitais brasileiras na segunda semana de dezembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-17/ipc-s-avanca-em-cinco-capitais-brasileiras-na-segunda-semana-de-dezembro
Dec 17th 2013, 08:39

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre a primeira e a segunda semanas de dezembro. A maior alta foi observada em Salvador (0,1 ponto percentual, ao passar de 0,55% na primeira semana para 0,65% na segunda).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) mede a variação de preços de um conjunto fixo de bens e serviços componentes de despesas habituais de famílias com nível de renda situado entre um e 33 salários mínimos mensais. Sua pesquisa de preços se desenvolve diariamente, cobrindo sete das principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília.
As versões que fazem parte do sistema de divulgação do IPC seguem um calendário previamente definido. O IPC-S, uma das versões, baseia-se em um sistema de coleta quadrissemanal, com encerramento em quatro datas previamente estabelecidas (7, 15, 22 e 31).
Também tiveram aumento da taxa de inflação, as cidades do Rio de Janeiro (0,07 ponto percentual, ao passar de 0,93% para 1%), Belo Horizonte (0,04 ponto percentual, ao passar de 0,66% para 0,7%), São Paulo (0,04 ponto percentual, ao passar de 0,52% para 0,56%) e Porto Alegre (0,02 ponto percentual, ao passar de 1,01% para 1,03%).
Por outro lado, a inflação caiu em Brasília (0,11 ponto percentual, ao passar de 0,6% para 0,49%) e Recife (0,02 ponto percentual, ao passar de 0,67% para 0,65%). A média nacional do IPC-S ficou em 0,75% na segunda semana de dezembro, 0,03 ponto percentual acima da semana anterior.

Edição: José Romildo

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