Sindicato diz que refinaria paranaense voltou a operar; Petrobras diz estar "em processo de partida"

19 de dezembro de 2013

Economia



Sindicato diz que refinaria paranaense voltou a operar; Petrobras diz estar "em processo de partida"
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/sindicato-diz-que-refinaria-paranaense-voltou-operar-petrobras-diz-estar-em-processo-de-partida
Dec 19th 2013, 21:17

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom) disse hoje (19) que a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR), voltou a operar e que atingirá a capacidade plena em cinco dias. Os trabalhos na Repar foram paralisados desde a noite do dia 28 de novembro, quando um princípio de incêndio afetou a unidade.
Procurada pela Agência Brasil, a Petrobras informou, em nota, que a "Unidade de Destilação da Refinaria Getúlio Vargas (Repar) encontra-se em processo de partida, respeitando os princípios de segurança, meio ambiente e saúde, que norteiam as ações da Petrobras".
Localizada na região metropolitana de Curitiba, a refinaria é responsável por cerca de 10% da produção nacional, principalmente de óleo diesel e de gasolina, e tem capacidade de processar cerca de 200 mil barris de petróleo por dia destinados, principalmente, para os mercados de Santa Catarina e do Paraná, além de parte de Mato Grosso do Sul e de São Paulo.



Edição: Carolina Pimentel
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Petrobras apresenta à ANP declaração de comercialidade da Área de Carioca

Economia



Petrobras apresenta à ANP declaração de comercialidade da Área de Carioca
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/petrobras-apresenta-anp-declaracao-de-comercialidade-da-area-de-carioca
Dec 19th 2013, 21:07

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Petrobras, operadora do Consórcio Bacia Marítima de Santos 9 (BM-S-9), apresentou hoje (19) à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a declaração de comercialidade da acumulação de petróleo da Área de Carioca, localizada no pré-sal da Bacia de Santos.
Localizado a aproximadamente 270 quilômetros da costa do estado de São Paulo e em profundidade em torno de 2.140 metros, Carioca tem um volume total de óleo recuperável estimado em 459 milhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás natural), representando mais um campo de grande porte descoberto no pré-sal brasileiro.
Junto com a declaração de comercialidade, o consórcio apresentou à ANP o Relatório Final do Plano de Avaliação da Descoberta, executado a partir do primeiro poço perfurado em 2007, e sugeriu que o novo campo – formado por reservatórios com óleo de boa qualidade (em torno de 26 graus API, medida de densidade do petróleo) –, seja denominado Lapa.
A Petrobras e seus parceiros no Consórcio BM-S-9 adquiriram dados sísmicos 3D, perfuraram cinco poços, e fizeram três testes de formação e um de longa duração. O Plano de Negócio e Gestão 2013-2017 da companhia planeja o primeiro óleo desse campo para o terceiro trimestre de 2016.
O Consórcio BM-S-9 é operado pela Petrobras (45%), em parceria com as empresas BG E&P Brasil (30%) e Repsol Sinopec Brasil (25%). Após a declaração de comercialidade, o Plano de Desenvolvimento do campo será submetido à ANP em até 180 dias.
Em 2011, o consórcio já havia declarado a comercialidade do Campo de Sapinhoá (Área de Guará). Sapinhoá atualmente produz, por meio do navio FPSO Cidade de São Paulo, cerca de 30 mil barris de óleo por dia, através de um único poço produtor interligado. Os demais poços serão interligados no início de 2014.
A Petrobras deverá encaminhar até o final do ano a declaração de comercialidade de pelo menos mais dois grandes campos na área do pré-sal. Ontem (18), o secretário de Óleo e Gás, do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida, disse que a estatal deverá declarar a comercialidade dos campos de Franco e Sul de Tupi, que fazem parte da cessão onerosa da área do pré-sal da Bacia de Santos.
A cessão onerosa é um mecanismo criado pelo governo federal para permitir que a estatal petrolífera produza até 5 bilhões de barris de petróleo, em algumas áreas do pré-sal, sem a necessidade de licitação.
Este ano, a estatal já informou ao governo da intenção de declarar a comercialidade de todos os seis campos onde opera na área de cessão onerosa: além de Franco e Sul de Tupi, a empresa manifestou a intenção de declarar a comercialidade dos campos de Florin, Sul de Guará, Entorno de Iara e Nordeste de Tupi.
Edição: Juliana Andrade
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OMC vai traçar mapa para avanço da Rodada Doha em 2014, diz Azevêdo

Economia



OMC vai traçar mapa para avanço da Rodada Doha em 2014, diz Azevêdo
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Dec 19th 2013, 18:34

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Após o acordo de facilitação de comércio negociado em Bali, a Organização Mundial do Comércio (OMC) traçará um mapa que permita prosseguir com a Rodada Doha. Segundo o diretor-geral do órgão, Roberto Azevêdo, a ideia é usar a experiência adquirida em Bali e se debruçar sobre o assunto até o fim de 2014. "Vamos trocar ideias em Genebra sobre por que Bali deu certo e o que nos levou ao fracasso nos momentos anteriores. Estaremos prontos para ser criativos, para ter a mentalidade aberta e ter a flexibilidade necessária e traçar um mapa factível", disse.
O diretor-geral declarou que o núcleo central das discussões de Doha será o tripé – agricultura, bens industriais e serviços. Portanto, estará na mesa o tema dos subsídios agrícolas concedidos pela União Europeia. "Dificilmente você vai conseguir avançar em negociações em um desses três pilares sem que os outros dois estejam sobre a mesa igualmente. Na medida em que se fala em avançar na Rodada Doha, está se falando em avançar em agricultura junto com outras áreas de negociação", disse.
Azevêdo também voltou a destacar o caráter histórico do pacote de Bali. "Há quase 20 anos não concluímos nenhum acordo multilateral. Chegamos perto várias vezes, mas sempre falhamos no minuto final. Alguns analistas tendem a dizer que o acordo foi pequeno, foi fácil. Na verdade, não foi pequeno e nem fácil. A importância econômica, segundo estimativa de economistas, é que eleve os possíveis ganhos a mais de centenas de bilhões de dólares por ano e até a um trilhão", disse. O diretor da OMC explicou que, atualmente, está sendo preparada a implementação do acordo. "Estamos negociando como entrará em vigor a legalização e a implementação".
Roberto Azevêdo comentou ainda o anúncio do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) de retirada gradual dos estímulos à economia norte-americana. Segundo ele, até o momento, está mantida a projeção da OMC de crescimento de 4,5% do comércio mundial para o ano que vem, mas que o número pode vir a ser revisto. "Ainda é um crescimento anêmico comparado a taxas históricas, que costumavam ser 6%. Desde 2008 [o crescimento] tem sido inferior", disse.
Azevêdo deu as declarações em coletiva de imprensa na Confederação Nacional da Indústria (CNI), após reunir-se com o presidente da entidade, Robson Andrade. Foi o primeiro encontro do diretor-geral com o setor privado desde Bali. Ele disse ainda que a indústria brasileira teve papel importante nas negociações e que continuará em contato com a CNI a respeito de Doha.



Edição: Carolina Pimentel
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Investimentos puxam recuperação da economia brasileira, aponta Ipea

Economia



Investimentos puxam recuperação da economia brasileira, aponta Ipea
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Dec 19th 2013, 19:14

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre de 2013 mostra recuperação com relação ao ano passado, mas ainda com taxa inferior ao que seria desejado. A expansão é puxada pelos investimentos, que cresceram 6,5% entre janeiro e setembro. O número significa mais que o dobro do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços fabricados no país, que no período atingiu 2,4%.
A análise consta da 21ª Carta de Conjuntura divulgada hoje (19), no Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O coordenador de Estudos de Conjuntura (Gecon) do Ipea, Fernando Ribeiro, disse à Agência Brasil que o crescimento dos investimentos tem ajudado a compensar a desaceleração do consumo das famílias. "Esse, certamente, é o principal elemento [da recuperação da atividade econômica]".
Embora o instituto não tenha uma previsão, Ribeiro disse que as análises indicam que a economia está crescendo a uma taxa próxima de 2,5%. "A não ser que aconteça algo muito ruim no final do ano, a gente deve crescer talvez um pouco menos, mas não muito longe dessa taxa", comentou.
O economista explicou que o aumento da taxa de juros decidido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central é um dos fatores que estão gerando alguma desaceleração no consumo. Advertiu, porém, que o impacto disso sobre a atividade econômica não é tão significativo.
Por isso, Ribeiro disse que, para 2014, a tendência é que o PIB cresça à mesma taxa deste ano: "Tendo em vista que o consumo deve continuar crescendo no ritmo atual, você pode ter alguma surpresa negativa, algum choque ou algo que faça com que o crescimento seja menor, mas também pode ter surpresas positivas, do lado do investimento, principalmente".
Ele acredita que as concessões na área de logística poderão gerar investimentos gradativos a partir de 2014, cujo efeito mais forte se tornará visível ao longo dos próximos anos. "Essa é uma das incertezas que a gente tem. Pode ser que a gente tenha uma surpresa positiva".
De qualquer maneira, assinala que o crescimento do PIB brasileiro ficará abaixo do resultado previsto para os países da América Latina, estimado em torno de 2,7% este ano e 3,1% no ano que vem. "Não tem sido novidade nos últimos anos, até pelo fato de ser uma economia maior".
Segundo o coordenador do Gecon, o PIB do Brasil deverá sofrer também impacto do cenário econômico mundial. Admitiu que, em princípio, a influência tende a ser positiva, porque as notícias mais recentes indicam que a situação internacional está melhorando, com recuperação da economia norte-americana. Além disso, a Europa deve sair da recessão e a China tende a estabilizar o crescimento econômico entre 7% e 8%.
Em relação ao emprego, a avaliação do Ipea é que o mercado de trabalho vai continuar favorável, ainda que ocorra aumento pequeno da taxa de desemprego, "até porque a população economicamente ativa está crescendo mais devagar, e isso ajuda a manter o desemprego baixo, mesmo que a geração de emprego esteja em um ritmo mais baixo". A perspectiva é de geração de aumento de salário real.
Em termos de inflação, Fernando Ribeiro disse que existe preocupação no que diz respeito aos preços administrados, como aumento de gasolina e de tarifas que podem exercer alguma pressão. Ele considerou, contudo, que é improvável ter um cenário de inflação mais elevada em 2014 do que em 2013. O número, estimou, deve ficar em torno de 5,8%, que é a prévia da inflação oficial divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Edição: Davi Oliveira
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Taxa de desemprego fica em 9,4% na região metropolitana de São Paulo

Economia



Taxa de desemprego fica em 9,4% na região metropolitana de São Paulo
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Dec 19th 2013, 16:24

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo ficou praticamente estável em novembro, caindo de 9,6% em outubro para 9,4%, a menor taxa registrada desde 1991 para meses de novembro, segundo informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED). Segundo os dados, o contingente de desempregados alcançou 1,024 milhão de pessoas, 21 mil a menos do que no mês anterior, quando esse número chegou a 1,045 milhão.
Esse número é decorrente da geração de 29 mil postos de trabalho e da relativa estabilidade do contingente de trabalhadores na região, com o acréscimo de 8 mil pessoas. A pesquisa é feita mensalmente pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese),
"Pouco tem oscilado o nível de ocupação e a força de trabalho, por isso a taxa de desemprego não aumenta em uma economia que apresenta crescimento inexpressivo", analisou o coordenador da pesquisa pelo Seade, Alexandre Loloian.
Os dados mostram também que em novembro o nível de ocupação variou, 0,3% e o número de ocupados foi estimado em 9,874 milhões de pessoas. O resultado é explicado pelo crescimento na indústria de transformação (2,1% ou a criação de 35 mil postos de trabalho) e nos serviços (0,5% ou 26 mil novas vagas) e pela redução no comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (-1,3% ou eliminação de 24 mil postos de trabalho) e na construção civil (-1,1% ou - 8 mil).
Segundo Loloian, há indicativos de que o mercado de trabalho comece a melhorar daqui para frente. "Neste final de ano, as coisas estão entrando mais ou menos no eixo, com a economia mostrado sinais importantes de alguma estabilidade ou crescimento. Taxas não muito elevadas, mas positivas. Há uma série de sinais que vão mudar os rumores dos empresários".
De acordo com a PED, entre setembro e outubro o rendimento médio real dos trabalhadores ocupados teve elevação de 2,3%. Para os assalariados, o aumento alcançou 1,0%. "Não só por conta do aumento salarial nominal, mas por contenção da inflação, que estava ameaçando corroer esse salário", explicou Loloian.
O número de assalariados cresceu 0,9% em novembro. No setor privado, o assalariamento com carteira assinada aumentou 1,2% e o sem carteira diminuiu 2,9%. A quantidade de autônomos caiu 1,6% e os empregados domésticos também tiveram retração, alcançando -2,8%.
Edição: Davi Oliveira
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Distribuidoras pedem aumento gradual da adição de biodiesel ao diesel

Economia



Distribuidoras pedem aumento gradual da adição de biodiesel ao diesel
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Dec 19th 2013, 16:39

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Os comerciantes de biodiesel cobram do governo mais tempo para se preparar para o aumento do combustível renovável misturado ao diesel. O setor acredita que a adição será elevada dos atuais 5% para 7% em 2014, mas pede que a mudança seja gradual: primeiro, para 6% no ano que vem, chegando a 7% em 2015. O tema está em discussão no novo marco regulatório do biodiesel.
"As empresas precisam de um prazo para adaptação de seus dosadores, mudanças para medidores, adaptação de logística para armazenagem de produtos, entrega de produtos, disponibilidade de caminhões", disse o diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Jorge Luiz Oliveira.
Um dos principais produtos de biodiesel no país, o etanol hidratado liderou as vendas de combustível em 2013, com crescimento de 7,5%. A redução de impostos e a expansão da oferta, favorecida pelas condições climáticas, aumentaram a competitividade do produto em relação à gasolina. Levantamento do Sindicom mostra que lideram a produção os estados de São Paulo e Mato Grosso.
A mistura de biodiesel ao diesel está sendo tratada pelo Ministério de Minas e Energia. O aumento do percentual de biodiesel adicionado ao diesel não exige adaptações nos veículos, que devem vir com garantia de fábrica para operar com a mistura.

Edição: Juliana Andrade
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Obras de Belo Monte já começaram a ser paralisadas

Economia



Obras de Belo Monte já começaram a ser paralisadas
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Dec 19th 2013, 15:33

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A empresa Norte Energia, responsável pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), informou que foi notificada formalmente na manhã de hoje (19) sobre a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinando a paralisação das obras do empreendimento.
Segundo a empresa, as providências cabíveis serão adotadas para cumprir a decisão de forma planejada e com segurança. Segundo o Consórcio Construtor Belo Monte, que coordena as obras, os canteiros já começaram a ser paralisados.
Atualmente, as obras da usina contam um efetivo de mais de 20 mil trabalhadores. Segundo a Norte Energia, qualquer paralisação das obras demanda plano de contingência com segurança, o que inclui logística de desmobilização e a manutenção de serviços essenciais tais como alimentação, transporte, segurança e atendimento médico.
Ao determinar a paralisação das obras, o TRF1 aceitou a apelação do Ministério Público Federal no Pará. Os procuradores questionaram a emissão de licença parcial para os canteiros de obras da usina. Alegaram que a licença contraria pareceres técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Com o licenciamento anulado, as obras devem ser paralisadas enquanto as condicionantes não forem cumpridas. Em caso de descumprimento da decisão, haverá multa de R$ 500 mil por dia.
Ontem (18), o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o governo está preocupado com mais uma paralisação do canteiro de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e irá recorrer da decisão.
A Norte Energia também informou que, por causa da determinação de paralisação, pediu ao TRF1 um plano para suspender recursos para obras previstas nas condicionantes do projeto, como construção de hospitais, casas, escolas, saneamento básico, aterros sanitários, estações de tratamento de água e de esgoto, pavimentação, e obras nas aldeias indígenas.

Edição: José Romildo

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Receita lança aplicativo para importador acompanhar liberação de carga

Economia



Receita lança aplicativo para importador acompanhar liberação de carga
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Dec 19th 2013, 15:51

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os importadores poderão acompanhar, pelos celulares e tablets, o andamento dos processos de liberação de cargas. A Receita Federal lançará aplicativo que permite o monitoramento das importações em tempo real, sem a necessidade de habilitação em sistemas ou a utilização de certificado digital (ferramenta de assinatura eletrônica).
O aplicativo estará disponível a partir de amanhã (20) nos dispositivos móveis do sistema Android. Nos próximos cinco a dez dias, a versão para o sistema iOS será liberada. Isso porque a Receita ainda espera a validação do aplicativo pela Apple.
Na maior parte das vezes, a ferramenta beneficiará empresas importadoras, mas eventualmente pessoas físicas que façam importações diretas também poderão acompanhar os processos. A Receita Federal, no entanto, esclarece que o aplicativo não vale para os consumidores que fazem compras no exterior pela internet.
De acordo com o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, o aplicativo trará mais agilidade, segurança e transparência nos processos de importação. "Haverá mais transparência do processo em todas as etapas da importação. Da chegada da carga aos portos ou aeroportos, ao armazenamento e ao desembaraço da mercadoria, o importador poderá acompanhar tudo", disse.
Por meio do aplicativo, o importador poderá monitorar a situação da mercadoria tanto por meio do número da carga como pela declaração de importação. Além da consulta pontual, a ferramenta oferece um serviço de acompanhamento em tempo real, enviando notificações instantâneas para os dispositivos móveis a cada mudança de situação da carga.
O aplicativo permite ainda a consulta à Nomenclatura Comercial do Mercosul (NCM) por código ou descrição da mercadoria. O usuário pode conhecer as alíquotas cobradas e o tratamento administrativo aplicado para cada tipo de produto. É possível também simular importações, obtendo os valores de tributos e o tratamento administrativo para cada caso. O aplicativo traz ainda um joguinho no qual o usuário avalia os conhecimentos aduaneiros.
O subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita, Ernani Checcucci, disse que o aplicativo reduzirá os prazos das importações, ao permitir que o importador tenha acesso direto à situação da carga sem depender de despachantes. "Foi uma própria reivindicação do setor privado o aumento da transparência nos processos de importação", declarou.
Apesar de o aplicativo diminuir a necessidade de despachantes, Checcucci ressaltou que a ferramenta não significa necessariamente a extinção de intermediários para acompanhar os processos de importação. "Na verdade, o aplicativo vai valorizar o bom despachante, pois permite ao importador verificar se as informações [sobre a situação da carga] estão sendo repassadas corretamente", argumentou.


Edição: Carolina Pimentel
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Endividamento das famílias com o sistema financeiro tem leve alta

Economia



Endividamento das famílias com o sistema financeiro tem leve alta
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Dec 19th 2013, 15:32

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O endividamento das famílias com o sistema financeiro teve leve alta entre setembro e outubro, de acordo com dados divulgados hoje (19) pelo Banco Central (BC). Em outubro, a dívida total das famílias equivalia a 45,38% da renda acumulada nos últimos 12 meses. Em setembro, esse percentual era 45,35%, segundo os dados revisados. Ainda assim, o resultado de outubro é o mais alto da série histórica do BC, iniciada em 2005.
Entretanto, ao se retirar desse indicador o endividamento com financiamento imobiliário, o percentual ficou em 30,08%, em outubro, com leve redução em relação ao registrado em setembro (30,25%). Os representantes do BC costumam dizer que as famílias estão trocando uma dívida de consumo, o pagamento de aluguel, pelo financiamento de um patrimônio, a casa própria.
Ainda de acordo com o BC, a parcela da renda mensal familiar com o serviço da dívida (pagamento de juros e amortização do valor emprestado) chegou a 21,03%, em outubro, com redução em relação a setembro (21,37%), segundo os dados ajustados para o período. A parcela da renda usada, em outubro, para pagamento de juros ficou em 8,59%, ante 8,76% em setembro.
Edição: Davi Oliveira
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Mantega diz que redução gradual de estímulos nos Estados Unidos é positiva para o Brasil

Economia



Mantega diz que redução gradual de estímulos nos Estados Unidos é positiva para o Brasil
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Dec 19th 2013, 14:11

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Ao comentar a decisão do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) de reduzir os estímulos à economia norte-americana, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje que, por ser gradual, "o programa do Fed é muito positivo" para o Brasil.
Mantega referiu-se ao início do corte de estímulos à maior economia do planeta: de acordo com decisão do Fed, adotada ontem (18), os incentivos concedidos pelo Tesouro norte-americano cairão de US$ 85 bilhões mensais para US$ 75 bilhões e, até o fim de 2014, haverá diminuição gradual dos estímulos.
O ministro da Fazenda acrescentou: "[Isso] para o Brasil é bom, mas notamos que já estava no preço daquilo que os mercados estavam achando". E disse: "[A medida] vai diminuir a possibilidade de volatilidade cambial no futuro".

Edição: José Romildo

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Banco do Brasil alcança R$ 62 bilhões em crédito consignado

Economia



Banco do Brasil alcança R$ 62 bilhões em crédito consignado
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Dec 19th 2013, 14:52

Da Agência Brasil
Brasília – A carteira de crédito consignado do Banco do Brasil atingiu R$ 62 bilhões, no mês em que a modalidade de empréstimo completa 10 anos. O banco diz que tem mais de 28% de participação no mercado.
Segundo dados do Banco Central, o saldo de todo o sistema financeiro fechou novembro em R$ 220,8 bilhões, com crescimento de 0,9% no mês e 14,9% em 12 meses.
De acordo com o BB, o crédito consignado representa 38% da carteira de pessoa física do banco, no último trimestre. Atualmente, há mais de 4 milhões de clientes com operações ativas e cerca de 10 mil convênios ativos. O banco diz ainda que a base de clientes está concentrada em beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
"Para os próximos anos, nosso objetivo será manter a liderança de mercado e continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico do país", disse o diretor de Empréstimos e Financiamentos do BB, Edmar Casalatina, em nota.

Edição: José Romildo

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Vendas dos supermercados crescem em novembro, segundo Abras

Economia



Vendas dos supermercados crescem em novembro, segundo Abras
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Dec 19th 2013, 13:48

Fernanda Cruz

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – As vendas do setor supermercadista tiveram alta real de 3,26% em novembro, com relação ao mês anterior, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Na comparação com novembro de 2012, houve alta de 9,78%. No acumulado do ano até novembro, houve crescimento de 5,65% em relação ao mesmo período do ano passado.
A cesta com 35 produtos mais consumidos nos supermercados apresentou alta, em novembro, de 0,34%, em relação ao mês anterior. Em valores nominais, a cesta passou de R$ 358,60 em outubro, para R$ 359,86 em novembro.
No ano, esse indicador teve crescimento acumulado de 5,28%, valor acima do registrado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que variou 4,95% no mesmo período. No período de 12 meses, até novembro, a variação acumulada foi 6,82%, enquanto o IPCA acumulou 5,77%.
Em novembro, as maiores altas foram: tomate (13,39%), batata (5,98%), pernil (4,83%) e desinfetante (3,85%). Os produtos que tiveram as maiores quedas foram: feijão (-5,90%), leite longa vida (- 4,25%), creme dental (-1,60%) e extrato de tomate (-1,04%).
No acumulado do ano de 2013, as altas mais elevadas foram: farinha de trigo (31,3%), farinha de mandioca (22,8%), massa sêmola espaguete (22,3%) e leite longa vida (21,8%). As maiores quedas foram: cebola (-23,3%), óleo de soja (-18,1%), açúcar (-12,1%) e arroz (-7,4%).
Edição: Davi Oliveira
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Vendas de combustível no país cresceram 5,2% em 2013

Economia



Vendas de combustível no país cresceram 5,2% em 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/vendas-de-combustivel-no-pais-cresceram-52-em-2013
Dec 19th 2013, 12:18

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - As vendas de combustível no país cresceram 5,2% em 2013, o que significa acréscimo de um volume bruto de 125 bilhões de litros no mercado, informou hoje (19) o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom). As vendas de lubrificantes nas empresas afiliadas subiram 6,6%, em relação a 2012.
De acordo com o Sindicom, entre as entidades associadas, o etanol hidratado teve maior aumento nas vendas, de 7,5%, entre um ano e outro. A oferta do produto cresceu no mercado influenciado pelo preço competitivo: cerca de 70% menor que o da gasolina. Também contribuiu para a expansão do consumo de etanol a desoneração de impostos como o PIS e a Cofins.
A previsão, até o fim do ano, é que a comercialização de biocombustível suba 7,5%, enquanto as vendas de gasolina devem crescer entre 4,3% e 5,3%. Já o gás natural veicular (GNV) sofreu queda de 4%, principalmente em razão da expansão da frota de passeio (4,3%). O diesel, usado para o transporte de cargas e de passageiros, deve crescer 5,1%.
Embora reconheça que a desaceleração da economia impactou nas vendas do diesel, que esse ano cresceu menos que em 2012, o Sindicom destaca que o crescimento das vendas de combustível, em geral, está acima do aumento do Produto Interno Bruto (PIB) no país em 2013. O crescimento do PIB está estimado pelos economistas entre 2% e 2,5%.
"O mercado de combustíveis superou com folga, a evolução do PIB", disse. Na avaliação da entidade, a demanda de combustível por consumidores da frota de passeio não foi afetada em seu ritmo desde 2010. "O aumento foi expressivo, em função da melhoria da renda dos consumidores", disse o diretor de Mercado e Comunicação do sindicato, César Guimarães, no comunicado entregue à imprensa. Os dados foram calculados pelo sindicato com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e dos sindicatos e empresas filiados.

Edição: José Romildo

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Tesouro terá de fazer aporte para evitar reajuste ainda maior na conta de luz, diz associação de distribuidoras

Economia



Tesouro terá de fazer aporte para evitar reajuste ainda maior na conta de luz, diz associação de distribuidoras
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/tesouro-tera-de-fazer-aporte-para-evitar-reajuste-ainda-maior-na-conta-de-luz-diz-associacao-de-distr
Dec 19th 2013, 12:15

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Para a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), em 2014, o Tesouro Nacional terá de fazer aporte similar ao feito em 2013, de R$ 9,6 bilhões, para evitar que o consumidor arque com um reajuste até 13 pontos percentuais acima do que será autorizado para 2014. O reajuste anual da tarifa tem como base o índice de inflação (cerca de 6%, em 2013), os custos operacionais do serviço e a compra de energia vinculada a contratos já existentes.
"Em 2013, as tarifas ficaram em patamar razoável porque houve o aporte do Tesouro. Se não tivesse o Decreto 7.945, que possibilitou um aporte de R$ 9,6 bilhões, os reajustes teriam sido no mínimo 10 pontos percentuais a mais. Para 2014, a situação é similar e, portanto, pode-se seguir o mesmo raciocínio: se não houver solução para a questão, o efeito do reajuste pode ter incremento de até 13 pontos percentuais, sem contar com os cerca de 6% de inflação", disse hoje (19) o presidente da Abradee, Nelson Fonseca Leite.
Segundo a entidade, o cenário de impacto financeiro para 2014, influenciado pelos resultados do Leilão A-1 feito no último dia 17, e pela não implementação do sistema de bandeiras tarifárias – que permitiria repasses imediatos para o consumidor, dos aumentos do custo de energia para as empresas –, pode causar efeitos no plano de investimentos das distribuidoras de energia, podendo comprometer o cumprimento, no prazo, das obrigações contratuais do setor.
No leilão de geração A-1 foram contratados 2.571 megawatts (MW) médios, a partir de empreendimentos de energia hidrelétrica e termelétrica já existentes. "O A-1 cobriu apenas 40% das necessidades das distribuidoras. E não havendo compensação do governo, haverá reajuste para compensar o problema financeiro de giro de caixa. Não conseguimos gerar caixa suficiente", acrescentou o diretor da Abradee, Marcos Delgado.
Edição: Talita Cavalcante
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Mais da metade das operações bancárias no país são por internet, celular ou tablet, diz Febraban

Economia



Mais da metade das operações bancárias no país são por internet, celular ou tablet, diz Febraban
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Dec 19th 2013, 12:22

Da Agência Brasil
Brasília – As operações bancárias por dispositivos móveis - mobile banking (celular e tablets) e pela internet já respondem por mais da metade das operações no Brasil, conforme levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) realizada com cinco instituições bancárias – Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú Unibanco e Santander. No primeiro semestre de 2013, a participação média mensal dos canais internet e mobile foi 51%, ante 46% no primeiro semestre de 2012.
Segundo a Febraban, a maior responsável pelo aumento da relevância dos meios digitais nos últimos anos é a plataforma para dispositivos móveis (mobile), composta pelos aplicativos de bancos instalados em smartphones e tablets. Entre junho de 2012 e junho de 2013, a participação do canal mobile subiu de 3% para 6,2% do total de transações na amostra dos cinco bancos selecionados. A quantidade de transações no canal mobile nesse mesmo grupo passou de 244 milhões, no primeiro semestre de 2012, para 822 milhões, no mesmo período do ano seguinte – um aumento de 237%. Em um dos bancos pesquisados, a participação do mobile já chega a 10% das transações totais.



A Febraban faz algumas orientações quanto a segurança no uso dos smartphones e internet para acesso a transações bancárias. Uma sugestão é, ao comprar um aparelho usado, restaurar as configurações originais do produto para que ele volte a funcionar com o padrão de segurança estabelecido pelo próprio fabricante. Também é importante evitar a compra de celulares que tenham sofrido jailbreak, ou seja, desbloqueados ilegalmente, pois essa prática pode impedir a atualização do sistema operacional e, assim, prejudicar segurança do usuário, diz a Febraban
A federação dos bancos alerta também para a importância dos programas de proteção contra software malicioso (malware). Dependendo do sistema operacional do aparelho, como Android ou iOS, há diversas opções de ferramentas de segurança, como Avast e Norton.
Há ainda vários aplicativos que armazenam dados de forma criptografada. Como os dispositivos móveis são mais suscetíveis a perda ou roubo, a Febraban também orienta que se façam cópias (backups) dos dados guardados no aparelho, como fotos e contatos. Para smartphones e tablets, a Febraban orienta os usuários a ativarem a opção de exclusão dos dados do aparelho, em caso de tentativas de acesso com senha incorreta; e, se possível, habilitarem a função de geolocalização para que o dispositivo seja encontrado e bloqueado à distância.
Além desses cuidados, os clientes devem ficar atentos aos sites falsos, que costumam solicitar muitas informações confidenciais, justamente porque precisam delas para acessar as contas de clientes. A federação lembra que fraudadores costumam utilizar a "técnica da ansiedade", que supõe a necessidade de o cliente atualizar os dados com rapidez, sempre impondo uma condição: se você não atualizar seus dados agora, sua conta será cancelada.
Para não cair em armadilhas, a Febraban orienta que os usuários conheçam bem o site de seu banco, tentando memorizar a aparência da página do cliente e a sequência da inserção de senhas solicitadas. A entidade também recomenda que os clientes acompanhem os lançamentos nas contas bancárias e, caso seja constatada alguma anormalidade, entrem em contato imediatamente com o banco para informar o ocorrido.

Edição: Denise Griesinger

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Expansão do crédito diminuirá em 2014, diz BC

Economia



Expansão do crédito diminuirá em 2014, diz BC
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Dec 19th 2013, 12:43

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O crédito deve crescer menos em 2014 do que neste ano. A projeção de expansão do Banco Central (BC) é 14%, este ano, e 13% em 2014. A estimativa anterior para 2013 era 15%.
O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, destaca que o crédito segue em expansão, mas com moderação. Segundo ele, o crescimento vai alcançar um patamar em que converge "para uma taxa [de expansão] mais favorável à sustentabilidade" do crédito.
De acordo com Maciel, as projeções são feitas levando em consideração o crescimento da economia, da renda das famílias, a inadimplência, a análise do BC e também o aumento das taxas de juros.
Maciel destacou ainda que o crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, vai crescer mais em 2014 (58%) do que neste ano (56%). A previsão anterior, divulgada em setembro, para 2013 era 57%.
A previsão de expansão do crédito com recursos livres segue em 8%, este ano. Para 2014, a estimativa é 10%. O crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) deve crescer 23% este ano, contra 24% previstos em setembro. E em 2014, a previsão é 17%. De acordo com Maciel, a redução nas estimativas ocorre devido a moderação em linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e no crédito imobiliário.
O BC também reduziu a previsão para o crescimento do crédito de bancos públicos, que passou de 24% para 21%, este ano. Em 2014, a projeção é 17%, com redução do ritmo em relação a 2013.
Os bancos privados nacionais devem apresentar expansão do crédito de 6%, este ano, a mesma estimativa anterior, e 10%, em 2014. No caso dos bancos privados estrangeiros, a projeção passou de 7% para 8%, em 2013. No próximo ano, a previsão para o segmento é 8%.

Edição: José Romildo

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Banco Central: Inadimplência fica mais moderada em 2014

Economia



Banco Central: Inadimplência fica mais moderada em 2014
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Dec 19th 2013, 12:47

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A inadimplência deve continuar a apresentar "quadro benigno" nos próximos meses, de acordo com o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.
Em novembro, a inadimplência das famílias, no crédito com recursos livres, ficou em 6,7%, o menor patamar desde maio de 2011 (6,6%). No caso das empresas, a taxa do crédito com recursos livres ficou em 3,3%.
Segundo Maciel, a inadimplência menor é explicada pelo aumento da renda e também pelo maior destaque que a educação financeira tem alcançado no país. Ele citou também que fase de altas taxas de inadimplência, principalmente no financiamento de veículos, em 2011 foi superada. "Há tanto por parte das famílias quanto dos bancos maior cautela ou conscientização", acrescentou.
Edição: José Romildo
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Postos de trabalho com carteira assinada crescem 3,1% em um ano, diz IBGE

Economia



Postos de trabalho com carteira assinada crescem 3,1% em um ano, diz IBGE
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/postos-de-trabalho-com-carteira-assinada-crescem-31-em-um-ano-diz-ibge
Dec 19th 2013, 11:49


Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O número de postos de trabalho com carteira assinada cresceu 3,1% em novembro deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Ao mesmo tempo, os empregos sem carteira assinada recuaram 12,2%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Outro ponto positivo do mercado de trabalho em novembro deste ano, que apresentou a taxa de desemprego mais baixa da série histórica iniciada em 2002 (4,6%) foi o aumento de 3% do rendimento real do trabalhador, entre novembro de 2012 e novembro deste ano. O valor atingiu R$ 1.965,20, também o maior da série histórica.
Apesar disso, não houve aumento dos postos de trabalho nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pela PME, já que o número se manteve em 23,3 milhões em novembro. Segundo o IBGE, a redução da taxa de desemprego dos 4,9% em novembro do ano passado para 4,6% em novembro deste ano foi devido à entrada de 800 mil pessoas na inatividade. Ou seja, essas pessoas pararam de procurar emprego e, portanto, de pressionar o mercado de trabalho.
Segundo o gerente de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo apesar de não haver crescimento do número de postos de trabalho, houve uma melhora qualitativa. "Houve um aumento do número de empregos com carteira assinada e o rendimento do trabalhador atingiu um nível recorde", disse Azeredo.
Entre os sete grupamentos de atividades pesquisados, os postos de trabalho mantiveram-se estáveis em cinco deles. Houve reduções dos postos apenas na indústria (-3,9%) e nos serviços domésticos (-12,2%).
"Essa queda da indústria, nesta época do ano, é um dado preocupante. Em relação à queda nos serviços domésticos, isso não é novidade. Tem a ver com aumento da escolaridade, com a oportunidade de trabalhar em outros nichos. O segmento já representou 7% a 8% do mercado de trabalho e hoje representa apenas 5%. Não vemos relação disso com a PEC das domésticas, já que essa tendência já vinha sendo observada antes", disse Azeredo.
A média da taxa de desemprego para os 11 primeiros meses do ano é 5,5%. Como em geral, a taxa de dezembro é a mais baixa do ano, 2013 deve ter uma taxa média inferior à observada em 2012, que havia sido 5,5%.

Edição: Valéria Aguiar
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Prévia da FGV aponta aumento de confiança da indústria em dezembro

Economia



Prévia da FGV aponta aumento de confiança da indústria em dezembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/previa-da-fgv-aponta-aumento-de-confianca-da-industria-em-dezembro
Dec 19th 2013, 11:16

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) de dezembro aponta que o indicador vai subir pela segunda vez consecutiva, mas a alta não vai ser suficiente para levá-lo ao patamar da média histórica recente. O índice deve avançar 0,6% em relação a novembro, de acordo com a Fundação Getulio Vargas, que divulgou hoje (19) a previsão.
Se o resultado for confirmado, o ICI de dezembro será 99,6 pontos, o maior desde julho deste ano, quando foi registrado o mesmo valor. O último mês em que o índice ficou acima da média histórica recente, de 104 pontos, foi maio, com 105 pontos.
De maio a outubro, o ICI vinha registrando quedas, chegando a 97,8 pontos. Em novembro e dezembro, a taxa deu sinais de recuperação.
O avanço do indicador em dezembro está concentrado no Índice de Expectativas, que deve subir pelo terceiro mês seguido em dezembro, com 1,4% de crescimento. De acordo com a prévia, o Índice da Situação Atual deve apresentar queda de 0,3%.
O nível de utilização da capacidade instalada deve repetir o resultado de novembro e ficar em 84,3%, acima da média histórica de 83,4%.
O resultado da pesquisa será divulgado em 26 de dezembro. Para a prévia, foram ouvidas 804 empresas entre os dias 2 e 17 deste mês.
Edição: Denise Griesinger

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Juros de financiamentos subiram para pessoas físicas e jurídicas, diz Banco Central

Economia



Juros de financiamentos subiram para pessoas físicas e jurídicas, diz Banco Central
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Dec 19th 2013, 11:08

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasíl
Brasília – As taxas de juros do crédito com recursos livres subiram tanto para as empresas, quanto para as famílias, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (19). No caso das pessoas físicas, o aumento ficou em 0,1 ponto percentual para 38,5% ao ano, de outubro para novembro. Para as empresas, a alta foi 0,6 ponto percentual para 21,4% ao ano.
A taxa do cheque especial subiu 1,9 ponto percentual, de outubro para novembro, e ficou em 146,4% ao ano. A taxa do crédito para a compra de veículos subiu 0,4 ponto percentual para 21,2% ao ano. No caso do crédito pessoal, houve queda de 1,6 ponto percentual, de outubro para novembro, para 86,4% ao ano. A taxa do crédito consignado, com desconto em folha de pagamento, caiu 0,5 ponto percentual para 41,7% ao ano.
A taxa de inadimplência, considerados os atrasos superiores a 90 dias, do crédito com recursos livres, caiu 0,1 ponto percentual tanto para as famílias (6,7%) quanto para as pessoas jurídicas (3,3%).
No caso do crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), as taxas de juros subiram 0,1 ponto percentual para 7,3% ao ano, para as famílias, e 7,6% ao ano, para as empresas. A inadimplência ficou estável para as pessoas físicas (1,7%) e jurídicas (0,5%).
O saldo das operações de crédito do sistema financeiro chegou a R$ 2,647 bilhões, em novembro, com expansão de 1,5% no mês e 14,5% em 12 meses. A relação entre o saldo e o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, ficou em 55,6%, ante 55,1% de outubro e 52,9% em novembro de 2012.

Edição: José Romildo

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Burocracia e custos trabalhistas representam principais entraves para crescimento da economia

Economia



Burocracia e custos trabalhistas representam principais entraves para crescimento da economia
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Dec 19th 2013, 11:47

Daniel Lima e Wellton Máximo

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – A burocracia e os custos trabalhistas representam os principais entraves para o crescimento do Brasil no médio e no longo prazo, disse hoje (19) o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade. Ao comentar as projeções da entidade para a economia no próximo ano, ele destacou a burocracia e os custos trabalhistas como fatores que desestimulam os investimentos e prejudicam a competitividade dos produtos brasileiros.
Segundo o presidente da CNI, a indústria poderia crescer de 4% a 5% ao ano caso os problemas estruturais da economia brasileira sejam resolvidos. Segundo a edição anual do Informe Conjuntural, divulgada hoje pela entidade, a indústria crescerá 1,4% em 2013 e 4% no próximo ano.
"O Brasil é um país com a indústria diversificada, muito mais do que em outros países. Poderíamos estar crescendo entre 4% e 5%, mas o país precisa de reformas estruturais que mudem o ambiente de negócios e melhorem a competitividade do país", declarou Andrade.
Para o presidente da CNI, a burocracia atualmente representa o principal obstáculo para os investimentos dos empresários. "A burocracia mata qualquer atividade econômica. Dificulta qualquer empreendimento e desestimula os investimentos. Até na vida pessoal, nos penaliza enormemente. O país avançaria muito apenas com a diminuição da burocracia", explicou.
Em relação aos custos trabalhistas, Andrade pediu a simplificação da legislação trabalhistas, que, conforme ele, prejudicam tanto patrões como empregados. "A Justiça Trabalhista deixou de ser o fiel da balança entre capital e trabalho e passou formular legislações, desestimulando os acordos entre empregados e patrões. Isso, na prática, enfraquece os sindicatos, tanto patronais como profissionais", criticou.
Para Andrade, a redução dos encargos trabalhistas melhoraria a situação dos empregados, à medida que permitiria aos empresários pagar salários maiores. O aumento da renda, disse, ajudaria a elevar o consumo e aquecer a economia. "No Brasil, o trabalhador custa muito para as empresas e ganha pouco. Gostaria que fosse o contrário", destacou.
O presidente da CNI também reclamou da carga tributária. "Precisamos desonerar os investimentos. O Brasil é um dos poucos países que tributa o investimento", disse. Ele, no entanto, reconheceu ser difícil para o governo retirar impostos em ano eleitoral. "Todos falamos na redução da carga tributária, mas é complicado para o governo, com custo elevado, despesa elevada e necessidade de fazer superávit e investir, reduzir tributos", ressaltou.
Outra dificuldade apontada pelo presidente da CNI são os gargalos na infraestrutura, que comprometem o transporte e a logística. Ele, no entanto, demonstrou otimismo com o programa de concessões de rodovias, ferrovias e portos à iniciativa privada. Segundo Andrade, caso os leilões sejam bem-sucedidos, os investimentos poderão crescer, no próximo ano, mais que os 5% divulgados pela entidade. Até o PIB do próximo ano, avaliou, poderá ser maior que a projeção inicial de 2,1%.
"O país demorou para entrar na rota das concessões, mas as regulamentações estão pacificadas e os projetos foram aprovados pelos órgãos de controle. Já houve negociação em torno das taxas de retorno. Agora, as condições acertadas permitem fazer que os leilões possam ocorrer de forma mais forte e rápida, acelerando os investimentos nessa área", concluiu Andrade.

Edição: José Romildo

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Economia brasileira deverá crescer menos em 2014, projeta CNI

Economia



Economia brasileira deverá crescer menos em 2014, projeta CNI
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Dec 19th 2013, 10:15

Daniel Lima e Wellton Máximo

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – A economia brasileira deverá crescer menos em 2014, divulgou hoje (19) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o Informe Conjuntural Anual, estudo da entidade com previsões sobre a economia, o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 2,1% no próximo ano, contra 2,4% em 2013.
As previsões são mais baixas que as do governo. O Ministério da Fazenda prevê crescimento de 2,5% do PIB em 2013. O Orçamento Geral da União de 2014, aprovado ontem (18) pelo Congresso, projeta expansão de 3,8% para o próximo ano.
A indústria deve acelerar no próximo ano, mas ainda vai registrar baixas taxas de crescimento. De acordo com a entidade, o PIB industrial, que mede a produção da indústria, subirá 2% em 2014, contra 1,4% neste ano. "Ainda não será em 2014 que iremos observar uma retomada da liderança da indústria no processo de crescimento", avaliou o estudo da CNI
Segundo o estudo, a queda do ritmo de crescimento do PIB será provocada pela desaceleração dos investimentos, que devem subir 5% em 2014, contra 7,1% previstos para este ano. De acordo com a CNI, os investimentos crescerão menos no próximo ano por causa do aumento dos juros e do baixo nível de confiança dos empresários.
De acordo com a entidade, as dificuldades estruturais em retomar um crescimento mais vigoroso permanecerão no próximo ano. "Persistem na economia distorções que encarecem os projetos de investimento e desestimulam as decisões empresariais. A elevação nos juros é um complicador adicional nesse cenário", ressaltou o estudo da CNI. Entre os principais riscos para a economia brasileira, o estudo cita a inflação e o próprio calendário eleitoral. Este último, segundo o estudo, desestimula a tomada de decisões.
A entidade também prevê inflação maior em 2014. De acordo com o estudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá fechar o próximo ano em 6%, acima da previsão de 5,7% para este ano. Segundo a CNI, o fim dos efeitos redutores sobre os preços dos serviços públicos, o dólar mais alto e a inércia dos preços dos serviços puxarão a inflação para cima.
Para a CNI, o aumento da inflação ocorrerá mesmo com o aumento dos juros básicos pelo Banco Central. A entidade projeta que a taxa Selic (juros básicos da Economia) encerrará o próximo ano em 10,5% ao ano, contra 10% previstos para o fim de 2013. A CNI projeta que o dólar chegará ao fim de 2013 em R$ 2,36 e subirá para R$ 2,45 no fim de 2014.
Apesar do compromisso do governo em elevar a meta fiscal para o próximo ano, a CNI projeta que o superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida pública) cairá de 1,9% do PIB em 2013 para 1,4% em 2014 por causa principalmente do aumento de gastos em ano eleitoral. Os números referem-se ao Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central). Mesmo com as despesas maiores, a dívida pública deverá encerrar o próximo ano em 33,9% do PIB, no mesmo nível de 2013.
O único indicador a apresentar melhora significativa no próximo ano, segundo a CNI, será o saldo da balança comercial (diferença entre exportações e importações). Para a entidade, o superávit da balança corresponderá a US$ 9 bilhões no próximo ano, contra saldo positivo de US$ 700 milhões projetados para 2013. As exportações subirão de US$ 239,4 bilhões para US$ 249 bilhões. Segundo a CNI, o dólar mais caro estimulará as vendas externas no ano que vem.

Edição: José Romildo

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Diminuem as tentativas de fraude aos consumidores

Economia



Diminuem as tentativas de fraude aos consumidores
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/diminuem-tentativas-de-fraude-aos-consumidores
Dec 19th 2013, 10:26

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes–Consumidor mostra um recuo, em novembro, de 10,74% nas ações de roubo de identidade em que os dados pessoais são usados para golpes financeiros. Já em comparação com o mesmo mês do ano passado, houve alta de 11,8%. Segundo a pesquisa, ocorreram 199.971 tentativas ante 224.025, em outubro.
Isso significa que a cada 13 segundos, um criminoso se fez passar por uma pessoa para fechar negócios ou obter financiamento com a intenção de ganhar dinheiro deixando a dívida para quem teve os dados pessoais roubados. As ações foram mais frequentes no comércio varejista com 7,2% das tentativas. Neste segmento, houve alta de 3,9% sobre outubro, mês que já tinha apresentado um avanço de 10,5%.
Quase a metade dos casos, 45,8%, foi verificada no setor de telefonia com 91.673 registros. No mesmo mês do ano passado, ocorreram 38,8% do total de casos. Na área de serviços, que engloba construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral (salões de beleza, pacotes turísticos etc.) foram registradas 55.535 ações ou 27,8% do total, alcançando o maior volume em um mês desde janeiro.
Essa área era a modalidade mais escolhida pelos criminosos, em novembro do ano passado, quando atingia 34,4% dos casos. Já no setor bancário, terceiro no ranking, ocorreram, em novembro último 35.096 tentativas, correspondente a 17,6% do total. Essa proporção ficou levemente acima da apurada em igual mês do ano passado (17,1%).
No acumulado de janeiro a novembro foram registradas 2,01 milhões de tentativas de fraude ante 1,95 milhão, no mesmo período de 2012. A Serasa Experian alerta ao consumidor para ficar mais atento durante as compras de final de ano.
Na mira dos criminosos estão, principalmente, os dados pessoais fornecidos pelos consumidores em cadastros na Internet. A Serasa recomenda cautela antes de enviar esses dados, verificando sempre a idoneidade e a segurança dos sites.
Entre as ações dos golpistas estão a compra de telefone com o uso de falsa identidade para que o criminoso consiga comprovar endereço e possa abrir contas em bancos, ter acesso à talões de cheque, cartões de crédito e fazer empréstimos bancários.

Edição: José Romildo

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Prévia da inflação oficial fecha ano em 5,85%, diz IBGE

Economia



Prévia da inflação oficial fecha ano em 5,85%, diz IBGE
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/previa-da-inflacao-oficial-fecha-ano-em-585-diz-ibge
Dec 19th 2013, 09:21

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A prévia da inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), fechou o ano de 2013 em 5,85%. O IPCA-15 é uma prévia do resultado consolidado da inflação oficial (o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e é calculado com base em preços coletados até o dia 12 de dezembro.
No mês de dezembro, o IPCA-15 ficou em 0,75%, acima de novembro deste ano (0,57%) e de dezembro do ano passado (0,69%). A alta da taxa entre novembro e dezembro foi influenciada principalmente pelos aumentos de 20,15% dos preços das passagens aéreas e de 2,15% dos preços da gasolina.
No acumulado do ano, os alimentos tiveram um dos principais aumentos de preços, com uma inflação de 8,5%. Outras altas acima da taxa de 5,85% foram observadas nos grupos de despesas pessoais (9,19%), educação (7,9%), saúde e cuidados pessoais (7,08%) e artigos de residência (6,24%).

Edição: José Romildo

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Atualizada - Taxa de desemprego cai e fecha novembro em 4,6%

Economia



Atualizada - Taxa de desemprego cai e fecha novembro em 4,6%
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/atualizada-taxa-de-desemprego-cai-e-fecha-novembro-em-46
Dec 19th 2013, 09:03

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A taxa de desemprego no país fechou o mês de novembro em %. O dado foi divulgado hoje (19) na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a menor taxa desde dezembro de 2012, que havia sido de 4,6%. O índice é também inferior ao registrado em novembro de 2012 (%). Em outubro deste ano, a taxa havia sido de 5,2%.
"Essa redução da desocupação vem em decorrência do aumento da inatividade. Não houve aumento do número de postos de trabalho. Parte dessa população pode ser de gente que já acertou emprego para dezembro, mas ainda não está atividade. Outra porção pode ser em decorrência de desalento [acha que não vai conseguir trabalho]", disse o gerente de Trabalho e Renda do IBGE, Cimar Azeredo.
O contingente de pessoas desempregadas (1,1 milhão) caiu 10,9% em relação a outubro, mas manteve-se estável na comparação com novembro de 2012. Já o contingente de empregados (23,3 milhões de pessoas) manteve-se estável em ambas comparações.
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,8 milhões) ficou estável em relação a outubro deste ano, mas cresceu 3,1% na comparação com novembro do ano passado.
Entre as categorias profissionais, todas mantiveram praticamente o mesmo número de postos de trabalho de outubro. Na comparação com novembro do ano passado, o comportamento foi semelhante para a maioria das categorias, com exceção da indústria, que teve queda de 3,9% (menos 145 mil postos de trabalho), e dos serviços domésticos, com redução de 12,2% (menos 186 mil postos).

Edição: Denise Griesinger // ampliada às 9h48 para inclusão de informação

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Estados e municípios recebem R$ 1,95 bilhão para incentivar as exportações

Economia



Estados e municípios recebem R$ 1,95 bilhão para incentivar as exportações
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-19/estados-e-municipios-recebem-r-195-bilhao-para-incentivar-exportacoes
Dec 19th 2013, 09:52

Brasília - O Diário Oficial da União publicou Medida Provisória (MP) que libera R$ 1,95 bilhão aos estados e municípios. De acordo com a MP, de número 629, os recursos visam a estimular as exportações do pais. Os repasses serão feitos em 30 dias, em parcela única.
A União entregará 75% ao Estado e 25% aos seus municípios do total dos recursos. O maior porcentual dos recursos ficará com Minas Gerais, com 21,6%, seguido de Mato Grosso (16,9%) e Pará (9,1%). O menor repasse será para Roraima (0,02%). O Distrito Federal não receberá este tipo de recurso.
A aprovação do repasse para estados e municípios reforça o discurso das autoridades econômicas de incentivo às exportações. Ontem (18), durante encontro de fim de ano com jornalistas que fazem a cobertura diária dos assuntos econômicos no Ministério da Fazenda, o ministro Guido Mantega destacou que a economia internacional, com sua instabilidade e baixo crescimento, não ajudou o Brasil tanto no ano de 2013, quanto nos anos anteriores.
Segundo ele, o crescimento do PIB mundial, em 2013, será um dos piores, ficando abaixo de 3%. "Se pegarmos a economia mundial, em 2007, a economia mundial cresceu mais de 5%, só para compararmos a descida que a economia mundial deu nesse período", analisou.
Na avaliação do ministro, 2013 é o ponto da "inflexão", embora o resultado do final do ano não seja tão bom. Mas, na visão do ministro, já há sinais de recuperação. Logo, informou, se chegará a um PIB mundial próximo de 4%, em 2015. "Isso será bom para o Brasil porque temos mais mercado consumidor para exportar e os países vizinhos logo poderão ter uma trajetória melhor, com melhoria da nossa balança e na produção das empresas", por exemplo.
Edição: José Romildo

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