Conab eleva previsão de colheita de café para 49,15 milhões de sacas

20 de dezembro de 2013

Economia



Conab eleva previsão de colheita de café para 49,15 milhões de sacas
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-20/conab-eleva-previsao-de-colheita-de-cafe-para-4915-milhoes-de-sacas
Dec 20th 2013, 19:12

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou de 47,54 milhões para 49,15 milhões de sacas a estimativa de colheita de café para este ano. As informações foram divulgadas hoje (20). O número é 3,3% inferior ao registrado na safra passada, quando foram colhidas 50,83 milhões de sacas. No entanto, o período anterior (2012) era de alta bienalidade (alternância anual entre grandes e pequenas produções). A projeção da Conab, quarta divulgada no ano, é considerada recorde para uma época de baixa bienalidade.
De acordo com nota divulgada pela companhia, o regime irregular de chuvas e as altas temperaturas na maioria dos estados produtores tiveram impacto na produção deste ano. A Conab cita ainda as geadas no Paraná. A nota destaca ainda que tem havido redução na diferença de colheitas entre a alta e a baixa bienalidades, em função da mecanização e consequente aumento da produtividade.
Quanto à área plantada no país, a cultura do café totaliza 2,31 milhões de hectares, 0,76% menos do que na safra passada. A maior parte, 1,23 milhão de hectares, ou 53%, concentra-se em Minas Gerais. A espécie predominante é a arábica, com 98,7% no estado.

Edição: Nádia Franco
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CMN limita comissões de correspondentes que vendem empréstimos em nome de bancos

Economia



CMN limita comissões de correspondentes que vendem empréstimos em nome de bancos
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-20/cmn-limita-comissoes-de-correspondentes-que-vendem-emprestimos-em-nome-de-bancos
Dec 20th 2013, 18:05


Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Conselho Monetário Nacional (CMN) limitará as comissões dos correspondentes bancários que fecham empréstimos em nome das instituições financeiras. A partir de janeiro de 2015, os correspondentes receberão à vista 60% do valor de cada operação contratada como comissão. Até agora, não há limite para o pagamento à vista.
A medida tem como objetivo limitar a atuação dos pastinhas, pessoas contratadas pelos correspondentes bancários para fazerem propaganda das instituições financeiras e fecharem operações de crédito. De acordo com o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), Sérgio Odilon dos Anjos, esse trabalho tem sido importante para ampliar o crédito no país, mas traz riscos para a qualidade das operações.
"Os correspondentes permitiram ao país ampliar a inclusão financeira por meio das pessoas físicas que falam em nome do banco. Mas parte dos correspondentes está levando pessoas a fazer crédito muito mais pela mecânica de concessão do que pela necessidade de contratar um empréstimo", explicou Odilon. "O crédito mal concedido pode levar a um processo de inadimplência."
Além de limitar o pagamento de comissões à vista, o CMN introduziu regras que punem os correspondentes e bancos que oferecem empréstimos com juros altos. Caso o cliente liquide o empréstimo com antecedência, o correspondente deixa de receber a remuneração restante, paga em parcelas no prazo de vigência dos empréstimos. Além disso, caso o mutuário faça portabilidade (migre para outro banco com juros menores), o pagamento da comissão à vista cai para 3% do valor total do financiamento.
Para dar tempo para os bancos se adaptarem, o Conselho Monetário determinou que a obrigação só valerá a partir de 2 de janeiro de 2015. De acordo com Odilon, a atuação dos correspondentes para vender empréstimos é mais comum no crédito consignado, no qual as parcelas são descontadas diretamente do salário do mutuário.
Na reunião de hoje (20), o CMN também permitiu que duas subsidiárias do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aplique recursos fora dos fundos de investimento extramercado. A medida beneficia o BNDES Participações (BNDESPar) e a Agência Especial de Financiamento Industrial (Finame), que poderão investir até R$ 3,5 bilhões em qualquer tipo de aplicação financeira.
Criados em 1973, os fundos extramercado são constituídos por recursos de fundações, sociedades de economia mista e empresas públicas. Administrados pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, esses fundos têm uma série de restrições, tendo que aplicar pelo menos 75% dos recursos em títulos públicos federais e, no máximo, 25% em CDB e RDB desses dois bancos oficiais.
Segundo Emanuel Freire, assessor da Diretoria de Política Monetária do BC, a liberação para as subsidiárias do BNDES ampliarem a aplicação de recursos foi necessária para acompanhar a evolução do banco de fomento. "O BNDES está prestes a se interligar ao sistema de reservas do Banco Central. O banco está se sofisticando e busca capacidade melhor de operação", declarou. Ele negou que a flexibilização esteja relacionada à necessidade de o BNDES precisar de recursos para financiar os projetos de concessão de rodovias, ferrovias e aeroportos.

Edição: Aécio Amado
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Bancos poderão fazer leilão de juros para segurar clientes que pedem portabilidade de crédito

Economia



Bancos poderão fazer leilão de juros para segurar clientes que pedem portabilidade de crédito
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Dec 20th 2013, 17:16

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A partir de 5 de maio de 2014, os bancos que receberem propostas de portabilidade de crédito terão cinco dias para fazer uma contraoferta com taxas menores para segurar o cliente. A regra foi aprovada hoje (20) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que, além de permitir os leilões de juros, padronizou os procedimentos e os prazos para as operações de migração de crédito.
O CMN determinou ainda o uso obrigatório de sistema eletrônico para comunicar as operações de portabilidade. Segundo o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), Sérgio Odilon dos Anjos, a exigência evita que clientes liquidem as operações antecipadamente e migrem para outros bancos sem fazer a portabilidade, pagando Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) duas vezes.
"Apesar de a portabilidade existir há vários anos [desde 2006], muitas pessoas não sabem dessa condição e simplesmente quitam o empréstimo antecipadamente num banco e abrem um novo financiamento em outra instituição pagando imposto novamente", explica Odilon. "Nesses casos, não ocorria a portabilidade, e o banco de origem nem fazia uma contraproposta porque não sabia por que a operação estava sendo liquidada com antecedência."
De acordo com o técnico do BC, as novas regras ajudarão a tornar mais transparentes as operações de portabilidade e estimularão a competição entre as instituições financeiras, barateando o crédito. "Essas regras melhoram a vida do cidadão porque, a partir de agora, o cliente tem melhores condições de escolher as melhores taxas. Isso melhora a formação de preços e reduz o spread", explicou.
Desde 2006, os clientes podem fazer operações de portabilidade, em que quitam o financiamento no banco de origem e migram para uma instituição que cobra juros menores. A transferência ocorre sem pagamento de impostos nem cobrança de qualquer custo para o mutuário. O prazo e o valor do financiamento original são mantidos.
"Antes só existia uma regra. Os bancos tinham de transferir as operações de crédito sem custo para o consumidor, mas, até agora, a forma de migração não era padronizada. Muitas vezes, a comunicação entre os bancos não era registrada porque o próprio cliente se encarregava de renegociar a dívida e não fazia a portabilidade", disse Odilon.

Edição: Juliana Andrade
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Criação de empregos em novembro teve crescimento de 0,12%

Economia



Criação de empregos em novembro teve crescimento de 0,12%
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Dec 20th 2013, 16:57





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Impostos consumiram 35,85% da renda do brasileiro em 2012

Economia



Impostos consumiram 35,85% da renda do brasileiro em 2012
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Dec 20th 2013, 17:25

Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O peso dos impostos no bolso dos brasileiros atingiu 35,85% em 2012, percentual recorde. O patamar é 0,54 ponto percentual superior aos 35,31% registrados em 2011, segundo dados divulgados hoje (20) pela Receita Federal.
Segundo a Receita, no período houve incremento de 2,44% na arrecadação da União, estados e municípios, o que contribuiu para o aumento da carga tributária. Além disso, os tributos que mais pesaram foram as contribuições para a Previdência Social e para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
De acordo com Othoniel Lucas, coordenador-geral de Estudos Econômico-Tributários e de Previsão e Análise de Arrecadação da Receita, a contribuição previdenciária e o FGTS, vinculados à folha de pagamento, refletem o aumento da massa salarial. Já a alta do peso do ICMS na carga tributária estaria vinculado à um crescimento da venda de bens e serviços no país. O levantamento divulgado pela Receita mostrou ainda que a participação de tributos federais na arrecadação recuou de 70% para 69%, de 2011 a 2012. De acordo com o coordenador, o motivo foram as desonerações concedidas pelo governo. "O grande incremento foi nos estados e municípios", destacou.
A Receita Federal divulgou a carga tributária líquida, descontadas transferências assistenciais, previdenciárias e subsídios, que ficou em 19,82% em 2012, contra 20,17% em 2011. O coordenador-geral de Política Fiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Jeferson Bittencourt, explicou que esses repasses envolvem programas como o Bolsa Família. "O governo transferiu mais para a sociedade do que coletou de impostos. É comum países que têm uma rede de proteção tão ampla quanto a do Brasil acabarem tendo carga tributária mais alta", disse.

Edição: Carolina Pimentel
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Rio de Janeiro lidera criação de postos de trabalho formal em novembro, segundo Caged

Economia



Rio de Janeiro lidera criação de postos de trabalho formal em novembro, segundo Caged
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Dec 20th 2013, 15:55

Ivan Richard

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Dos 26 estados do país mais o Distrito Federal, 17 elevaram o nível de criação de empregos formais no mês de novembro. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (20). O Rio de Janeiro foi o estado com melhor desempenho, com 16.985 novos postos de trabalho, Minas Gerais teve o pior resultado, com menos 11.942 empregos com carteira assinada.
De acordo com os dados do Caged, Sergipe, com 3.059 novos postos formais de trabalho, registrou desempenho recorde para o período. Em relação a outubro, o estado registrou elevação de 1,03%.
Depois do Rio de Janeiro, que registrou alta na criação de empregos formais em novembro impulsionado pelo bom desempenho do setor do Comércio, aparecem o Rio Grande do Sul, com crescimento de 0,39%, e Santa Catarina, com acréscimo de 0,48%, no percentual de postos formais.
Dentre os estados que mais reduziram o nível de emprego formal no mês de novembro, depois de Minas Gerais, aparece o estado de Goiás, que perdeu 8.397 postos de trabalho; seguido por Mato Grosso, com menos 5.204; e São Paulo, com redução de 3.751.
No acumulado do ano, o nível de emprego no país registrou crescimento de 3,91%, com o acréscimo de 1.546.999 postos de trabalho. No período de janeiro de 2011 a novembro de 2013, a elevação, de acordo com o Caged, atingiu 11,20%, o que corresponde a aumento de 4.937.357 postos formais de trabalho.

Edição: Denise Griesinger

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Produção de cana-de-açúcar cresce 11,3%

Economia



Produção de cana-de-açúcar cresce 11,3%
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Dec 20th 2013, 16:41


Bruno Bocchini

Repórter da Agência Brasil







São Paulo – O volume de cana-de-açúcar moída pelas unidades produtoras da região Centro-Sul, no acumulado do ano – desde o início da safra, em abril, até 15 de dezembro – atingiu 587,90 milhões de toneladas, com crescimento de 11,3% em relação à safra anterior. Os dados foram divulgados hoje (20) pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).



No acumulado do ano, a produção de açúcar cresceu 5,03% comparativamente a igual período da safra anterior, totalizando 33.97 milhões de toneladas contra 33,95 milhões de toneladas em 2012. A produção de etanol somou 25,05 bilhões de litros – 10,8 bilhões de litros do tipo anidro e 14,16 bilhões de litros do hidratado –, um aumento de 18,63% na comparação com o mesmo período da safra anterior.



A previsão da Unica é que as usinas da região Centro-Sul encerrem as atividades da safra 2013/2014, em março de 2014, com moagem próxima de 589,6 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, o que representa aumento de 10,18% sobre a safra anterior. O etanol deverá atingir recorde de produção, com 25,04 bilhões de litros ante 21,36 bilhões de litros na safra passada.

Segundo o diretor técnico da Unica, Antonio de Pádua Rodrigues, a próxima safra deverá ter produção semelhante à da atual. "Para a safra de 2014/2015, não teremos aumento da produção, pelo desestímulo vindo de um ano difícil, de fraco resultado econômico", estimou Pádua.

Edição: Nádia Franco
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Shopping Center D inaugura dez operações em 2013

Entre as novidades estão marcas importantes do segmento de alimentação, como Burger King, Subway e Pizza Hut



Uma das principais referências de centro de compras da zona norte de São Paulo, o Shopping Center D vai encerrar 2013 com um balanço bastante positivo em termos de fortalecimento de mix de lojas. De janeiro a novembro deste ano, o empreendimento recebeu sete novas operações de varejo. Em dezembro, mais três devem chegar.

Entre as novidades, as marcas de maior destaque concentram-se no segmento de alimentação: Burger King, segunda maior rede de hambúrgueres do mundo, Subway, do mercado de sanduíches e presente em 100 países e Pizza Hut, presente em 88 países, a rede conta mais de 12.000 restaurantes ao redor do mundo.

No setor de moda, o mix passou a contar com a loja Que Vantagem Maria Leva?, multimarca que trabalha com as grifes Coca-Cola Clothing, Forum, Triton, Sommer e Colcci.

Na área de calçados, o shopping recebeu a Denny Tênis, com mais de 50 franquias no mercado brasileiro. Já no setor feminino, a novidade é a Bellíssima, que nasceu na Rua Augusta e hoje já reúne 30 lojas.

Na área de serviços, um importante reforço é a agência da Caixa Econômica Federal, onde é possível realizar todas as operações tradicionais da rotina bancária.

Até o final do ano devem ser inauguradas a Clube Turismo, agência de viagens com mais de 80 franquias no país, a Octagon, especialista em artigos fitness e suplementos, e a Deny Sports, com mais de 40 lojas distribuídas pelas principais ruas e shopping centers do país.

Para atender a crescente demanda, a Realize Móveis, rede com 11 lojas, foi ampliada e reinaugurada agora com 140 m2.



Sobre o Shopping Center D

Fundado em outubro de 1994, o Shopping Center D localiza-se na zona norte de São Paulo, tendo no entorno uma população de aproximadamente 2 milhões de habitantes. Com 85 mil metros quadrados de área, oferece 230 lojas e um dos estacionamentos mais confortáveis da região, com 1,8 mil vagas, sinalizadores automáticos de disponibilidade de vaga e a tarifa mais econômica entre todos os seus concorrentes. Mensalmente, o Shopping D recebe mais de 1 milhão de visitantes. Considerado um dos maiores complexos de lazer da região, oferece como entretenimento opções como o Magic Games, espaço com jogos eletrônicos e brinquedos infantis, e o Cinemark, com 10 salas stadium, sendo quatro equipadas com a tecnologia 3D.


Fonte: FBCom

Receita publica instrução que altera normas para fabricantes e importadores de cigarros

Economia



Receita publica instrução que altera normas para fabricantes e importadores de cigarros
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Dec 20th 2013, 14:35

Da Agência Brasil
Brasília – O Diário Oficial da União traz hoje (19) alterações na Instrução Normativa que dispõe sobre o registro especial a que estão obrigados os fabricantes e importadores de cigarros e sobre o selo de controle que tais produtos têm de usar, entre outras providências.
Uma das mudanças é a que altera o capital social integralizado da empresa, que foi elevado de R$ 500 mil para R$ 2,5 milhões no caso dos fabricantes de cigarros. No caso de fabricantes de cigarrilhas, o valor permaneceu em R$ 500 mil.
A instrução normativa também permite ao Fisco exigir, a partir de agora, entre outras coisas, a regularidade fiscal de pessoa física que tenha participado, na qualidade de sócio, diretor, gerente ou administrador, de empresa que teve registro especial cancelado nos últimos cinco anos-calendário, contados da data do protocolo do pedido de registro especial e do cônjuge, companheiro ou parente em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade, até o terceiro grau.

Edição: Nádia Franco
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Criação de empregos em novembro teve crescimento de 0,12%

Economia



Criação de empregos em novembro teve crescimento de 0,12%
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Dec 20th 2013, 15:05

Ivan Richard

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A criação de empregos formais no país em novembro alcançou saldo de 47.486, um crescimento de 0,12% em relação ao mês anterior, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Esse é o melhor resultado para o mês de novembro dos últimos três anos. As admissões no mês passado atingiram 1.618.426 e as demissões, 1.570.940.
De acordo com o Ministério do Trabalho, a expansão de três dos oito setores pesquisados pelo Caged sustentou o crescimento dos postos formais de trabalho. Destaque para o comércio, com mais 103.258 pontos de trabalho, e o setor de serviço (44.825). Somados, os dois setores superam a queda de posto de trabalho em outros setores, especialmente na indústria da transformação (menos 34.266).
No acumulado do ano, o emprego teve crescimento de 3,91%, com o acréscimo de 1.546.999 postos de trabalho formais. No período de janeiro de 2011 a novembro de 2013, a criação de empregos, de acordo com o Caged, alcançou 11,20%, o que corresponde a um aumento de 4.937.357 de postos formais de trabalho.
Edição: Davi Oliveira
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Esforço fiscal maior é melhor para controle da inflação, diz diretor do BC

Economia



Esforço fiscal maior é melhor para controle da inflação, diz diretor do BC
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-20/esforco-fiscal-maior-e-melhor-para-controle-da-inflacao-diz-diretor-do-bc
Dec 20th 2013, 14:40

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Quanto mais esforço fiscal melhor para controlar a inflação. Essa é a avaliação do diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos Hamilton Araújo.
"Superávit primário [economia para o pagamento de juros da dívida pública] ideal não existe. De qualquer maneira, do ponto de vista da nossa atividade, quanto mais a política monetária [controle da inflação] for apoiada pela política fiscal, melhor para a inflação", disse o diretor, que apresentou hoje (20) o Relatório de Inflação.
O diretor reforçou que a política fiscal caminha da posição expansionista (estímulos à economia, com aumento de gastos públicos) para a de neutralidade. A redução de gastos do governo ajuda no combate à inflação.
No relatório, o BC avalia o efeito do esforço fiscal sobre a dívida pública. O BC reforça que "diferentemente do ocorrido quando a solvência do setor público era motivo de preocupação, hoje não se faz necessária a geração de superávit primário de ampla magnitude".
Entretanto, Araújo destaca que "superávits primários em patamares próximos à média dos gerados em anos mais recentes são necessários para manter a dívida pública em trajetória sustentável". O BC acrescentou que com a redução do custo de financiamento da dívida pública haveria repercussões favoráveis sobre o custo de capital de modo geral. E isso estimula o investimento privado no médio e no longo prazo.

Edição: Carolina Pimentel
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Receita Federal facilita prestação de contas da pessoa jurídica

Economia



Receita Federal facilita prestação de contas da pessoa jurídica
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Dec 20th 2013, 14:10

Brasília - O Diário Oficial da União publicou hoje instrução normativa que permite que a prestação de contas das empresas com o Fisco seja executada com mais agilidade por meio da Escrituração Contábil Digital (ECD), mecanismo que permite a substituição da escrituração em papel pela inserção digital contábil.
De acordo com a medida, a ECD deverá ser transmitida, pelas pessoas jurídicas envolvidas na operação, ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). A operação será considerada válida com a confirmação de recebimento do arquivo contábil, após a autenticação pelos órgãos de registro.
De acordo com a instrução normativa, a ECD compreenderá a versão digital dos livros diário, razão, balancetes diários, balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos.
Os livros, de acordo com a instrução normativa, deverão ser assinados com certificado digital emitido por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). A ICP-Brasil é iniciativa pública ou privada que tem como objetivo manter credibilidade e confiança em transações que envolvam certificados digitais.
A adoção da ECD valerá a partir de 1º de janeiro de 2014, abrangendo - entre outras pessoas jurídicas - as que estão sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no lucro real.
A Receita Federal publicou no Diário Oficial da União outra instrução normativa que trata de temas contábeis para as pessoas jurídicas. De acordo com o texto, a partir do ano-calendário de 2014, todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, deverão apresentar a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) de forma centralizada pela matriz.

Edição: José Romildo

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Venda de títulos pelo Tesouro Direito cresce 33,1% em novembro

Economia



Venda de títulos pelo Tesouro Direito cresce 33,1% em novembro
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Dec 20th 2013, 14:01

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Balanço divulgado hoje (20) pelo Ministério da Fazenda mostra que o Tesouro Direto vendeu R$ 313,88 milhões em novembro, valor 33,1 % superior ao mês anterior (R$ 235,81 milhões) e 44,6 % maior que o valor de novembro de 2012 (R$ 217,57 milhões). O Tesouro Direto permite que pequenos poupadores comprem títulos diretamente do governo federal para ganhos financeiros futuros.
Pelo balanço, os resgates totalizaram R$ 159,57 milhões, sendo R$ 121,62 milhões relativos a recompras e R$ 37,95 milhões referentes a vencimentos. Os títulos mais demandados pelos investidores foram os indexados à inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como as Notas do Tesouro Nacional, Série B (NTN-B) e NTN-B Principal, cuja participação nas vendas atingiu 46,4%.
Os títulos prefixados, como a Letras do Tesouro Nacional e as Notas da Tesouro Nacional, série F (LTN e NTN-F), corresponderam a 37,7% do total. Esse tipo de títulos permite ao poupador conhecer o rendimento antecipadamente. Já os títulos indexados à taxa básica de juros (Selic), como as Letras Financeiras do Tesouro, cujo rendimento só é conhecido no resgate, corresponderam a 15,9%.
Sobre o prazo de emissão, o Ministério da Fazenda informou que 26,9% das vendas no Tesouro Direto no mês corresponderam a títulos com vencimentos acima de 10 anos. As vendas de títulos com prazo entre cinco e dez anos representaram 25,2% e com prazo entre um e cinco anos, 47,9% do total.
O número de operações de venda de títulos, no mês passado, chegou a 26.951. O balanço indica ainda que a maior parte dos interessados foi poupadores que compraram até R$ 5 mil em papéis, o que correspondeu a 66,8% das vendas ocorridas no mês.
Em novembro, informou o Ministério da Fazenda, o estoque do Tesouro Direto alcançou R$ 10,97 bilhões, o que significa aumento de 2,33% em relação ao mês anterior (R$ 10,72 bilhões) e aumento de 17,07 % sobre novembro de 2012 (R$ 9,37 bilhões).
Edição: Davi Oliveira
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Inflação pode ser menor porque o BC está atento aos preços, diz diretor

Economia



Inflação pode ser menor porque o BC está atento aos preços, diz diretor
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-20/inflacao-pode-ser-menor-porque-bc-esta-atento-aos-precos-diz-diretor
Dec 20th 2013, 12:49

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O quadro de inflação no Brasil pode se tornar mais benigno do que está previsto nas projeções divulgadas hoje (20) pelo Banco Central (BC). Segundo o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, isso pode acontecer porque o "Banco Central vai permanecer de olho no combate à inflação".


Segundo o diretor, há riscos para a inflação no país, como aumentos de salários acima do crescimento da produtividade, mas há possibilidade de um cenário melhor.

Entretanto, Araújo disse que o cenário mais provável do BC não aponta para a inflação no centro da meta, 4,5%. "O cenário mais provável não aponta essa convergência, o que não implica que não seja possível. São coisas distintas. A convergência pode se tornar mais provável mais adiante, na medida em que a economia comece a responder às ações que foram tomadas", acrescentou.

O diretor lembrou que a Selic foi ajustada este ano em 2,75 pontos percentuais. Atualmente, a Selic está 10% ao ano. O BC reforçou que a transmissão dos efeitos da alta da Selic na economia tem defasagem, ou seja, demoraram a aparecer. "O efeito deve se refletir mais intensamente ano que vem", disse.


No Relatório de Inflação, divulgado hoje, o BC prevê que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 5,8%, este ano. Para 2014, a estimativa para a inflação passou de 5,7% para 5,6%. Em 2015, a previsão é que a inflação fique em 5,4%.


Essas projeções são do cenário de referência, elaborado com base na taxa básica de juros, a Selic, no atual patamar (10% ao ano) e o dólar a R$ 2,35. O BC também divulga estimativas do cenário de mercado, em que são usadas projeções de analistas de instituições financeiras para a taxa Selic e câmbio. Nesse caso, a inflação, este ano, também deve ficar em 5,8%, este ano.

Para 2014, a estimativa também foi ajustada de 5,7% para 5,6%. Em 2015, a inflação cai para 5,3%, de acordo com esse cenário. Todas as estimativas para a inflação estão acima do centro da meta que é 4,5% e têm margem de dois pontos percentuais. Ou seja, o limite superior é 6,5%. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação. O principal instrumento que influencia a atividade econômica e, por consequência, a inflação, é a taxa Selic.


Com a alta da inflação no país, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumentou a taxa Selic seis vezes seguidas este ano. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.



Edição: José Romildo
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Conselho Monetário Nacional mantém a TJLP em 5% ao ano para o próximo trimestre

Economia



Conselho Monetário Nacional mantém a TJLP em 5% ao ano para o próximo trimestre
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-20/conselho-monetario-nacional-mantem-tjlp-em-5-ao-ano-para-proximo-trimestre
Dec 20th 2013, 13:23

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Conselho Monetário Nacional (CMN) manteve em 5% ao ano a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) para o próximo trimestre (janeiro a março). A taxa vem sendo mantida nesse patamar desde janeiro de 2013, o nível mais baixo já registrado, segundo o Ministério da Fazenda.
A TJLP é usada nos empréstimos ao setor produtivo concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e também serve de base para os financiamentos de fundos constitucionais.
Edição: Juliana Andrade
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Obras de infraestrutura em 2014 animam indústria de materiais de construção

Economia



Obras de infraestrutura em 2014 animam indústria de materiais de construção
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-20/obras-de-infraestrutura-em-2014-animam-industria-de-materiais-de-construcao
Dec 20th 2013, 13:04

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – As obras de ampliação, reparos e construção de portos, aeroportos, estradas e outros empreendimentos voltados para a melhoria da infraestrutura no país estimulou os empresários da indústria de materiais de construção a planejarem maior investimento no setor em 2014.
É o que revela a pesquisa mensal da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). A taxa que mede a intenção de investir do setor nos próximos 12 meses atingiu 74% em dezembro, o que representa elevação de 12 pontos percentuais na comparação com novembro.
"A melhoria na intenção de investimentos está associada com a expectativa positiva para o segmento de infraestrutura no próximo ano", justificou por meio de nota o presidente da Abramat, Walter Cover.
A pesquisa indica que quase a metade dos consultados (48%) avaliou que, em novembro, o resultado das vendas foi bom. Para 17%, o resultado foi muito bom e essa mesma proporção de entrevistados classificou o desempenho do setor no período como regular. Catorze por cento consideraram o resultado ruim e apenas 5% opinaram que as vendas foram muito ruim.
Para dezembro, 45% indicaram expectativa de vendas em nível regular, mesma classificação apontada por 43% dos consultados sobre a expectativa para janeiro de 2014. O percentual de empresários que acreditam que as vendas serão boas no primeiro mês de 2014 chegou a 43%. Doze por cento acreditam que as vendas serão ruins e 2% esperam cenário muito ruim.
Na sondagem sobre o que os empresários esperam das ações de governo para o desenvolvimento do setor a médio prazo, a maioria (67%) demonstrou que está indiferente. O levantamento informa ainda que a Utilização da Capacidade Instalada manteve-se estável em 82%.

Edição: Denise Griesinger

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Cai o ritmo de aumento de preços na construção civil

Economia



Cai o ritmo de aumento de preços na construção civil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-20/cai-ritmo-de-aumento-de-precos-na-construcao-civil-0
Dec 20th 2013, 10:29

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) encerrou o mês de dezembro com alta de 0,22% ante 0,27%, em novembro. No acumulado do ano e dos últimos 12 meses, o índice alcançou 8,05%.
Elaborado pela Fundação Getulio Vargas, o INCC-M afere a evolução dos custos de construções habitacionais. É uma estatística contínua, de periodicidade mensal para os 18 municípios das seguintes capitais de estados do país: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória.
Foram constatadas reduções no ritmo de remarcações de preços tanto em relação a materiais, equipamentos e serviços (de 0,29% para 0,23%) quanto nos números referentes a mão de obra (de 0,25% para 0,21%).
Nos últimos 12 meses, o que mais pesou no custo das obras foi a mão de obra com alta de 9,7%. Já a compra de materiais, uso de equipamentos e serviços onerou os gastos em 6,32%.
Entre os principais itens com decréscimo estão os produtos para acabamento (de 0,62% para 0,32). Em sentido oposto, houve maior pressão no segmento de serviços, com destaque para refeições pronta no trabalho (de -0,26% para 0,34%.)



A nota técnica da FGV justifica que o valor pago pela mão de obra perdeu força em razão do dissídio coletivo ocorrido no Recife. Seis das sete capitais onde é feita a pesquisa apresentaram queda na velocidade de aumentos: Brasília com -0,05% ante 0,12%; Belo Horizonte, com 0,04% ante 0,23%; Recife com 2,29% ante 2,71%; Rio de Janeiro, com 0,21% ante 0,23%; Porto Alegre com 0,03% ante 0,09% e São Paulo com 0,11% ante 0,12%. Houve elevação apenas em Salvador, com a taxa passando de 0,09% para 0,28%.
Edição: José Romildo

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Confiança do consumidor cai 6,1% em 2013, divulga FGV

Economia



Confiança do consumidor cai 6,1% em 2013, divulga FGV
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-20/confianca-do-consumidor-cai-61-em-2013-divulga-fgv
Dec 20th 2013, 10:11

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice de Confiança do Consumidor acumula queda de 6,1% em 2013, depois de registrar retração de 1,2% em dezembro, divulgou hoje (20) a Fundação Getulio Vargas, na Sondagem das Expectativas do Consumidor. Pelo décimo mês seguido, a confiança do consumidor está abaixo da média histórica de 115,7 pontos.
O ICC terminou 2013 com 111,5 pontos, o segundo pior resultado do ano, que supera apenas o de julho (108,3 pontos). Em dezembro do ano passado, o ICC estava em 118,7 pontos.
A queda de dezembro deste ano foi mais forte no Índice da Situação Atual, que recuou 1,3%, de 120,8 pontos para 119,2 pontos, distanciando-se da média histórica de 128,8 pontos. O Índice de Expectativas teve queda mais fraca (-0,4%), e está mais próximo da média de 108,8 pontos, com 108,6 pontos em dezembro.
De acordo com a FGV, o número de consumidores que classificam sua situação financeira como boa caiu de 23,3% para 21,9%. Já o percentual contrário, dos que a avaliam como ruim, passou de 10,8% para 12,9%.
Em relação às expectativas para o ambiente econômico, 26,6% acreditam que a situação vai melhorar, percentual menor que os 28,4% de novembro. A proporção dos que acreditam na piora do cenário econômico, também caiu, de 19,9% para 19,5%.
Consumidores de cerca de 2 mil domicílios foram ouvidos em sete capitais para a pesquisa, que coletou dados entre 29 de novembro e 18 de dezembro.

Edição: Denise Griesinger

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Violência é a principal causa de morte em jovens de 15 a 24 anos, mostra IBGE

Economia



Violência é a principal causa de morte em jovens de 15 a 24 anos, mostra IBGE
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Dec 20th 2013, 10:02

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – As mortes violentas, como assassinatos e acidentes de trânsito, representam a principal causa de óbitos para jovens entre 15 e 24 anos de idade. Em 2012, foram 29.797 casos.
O dado faz parte do levantamento Estatísticas do Registro Civil, divulgado hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O percentual de mortes por causas não naturais, em todas as faixas etárias, correspondeu a 10,2% do total no país em 2012, representando um aumento sobre o ano anterior, quando alcançou 9,6%. A Região Sudeste registrou a menor porcentagem de óbitos nessa faixa etária, com 8,7%, seguida pelas regiões Sul (9,2%), Nordeste (12,3%), Norte (13%) e Centro-Oeste (13,7%). Em 2012, ocorreram 117.076 mortes violentas no país.
De acordo com o levantamento do IBGE, os homens continuam sendo as principais vítimas de mortes violentas entre 15 e 24 anos, representando 69,5% no país e chegando a 80,7% em Sergipe, 78,3% na Bahia e 77,7% em Alagoas.

Edição: José Romildo

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Queda na atividade faz empresário temer evolução dos negócios

Economia



Queda na atividade faz empresário temer evolução dos negócios
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Dec 20th 2013, 10:05

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- A recuperação do ânimo dos empresários da construção em relação a seus negócios e ao crescimento da economia do país foi interrompida, neste último mês do ano, segundo aponta o Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa atingiu queda de 3,9% ante um recuo de 3,7%, em novembro (-4,3%), em outubro e (-4,6%), em setembro.
O Índice também indica uma piora em comparação à igual período do ano passado com redução de 5% com diminuição de 3,7%, em novembro comparado ao mês de 2012. " De forma geral, os resultados da pesquisa sinalizam que o ritmo de atividade do setor, que vinha ganhando fôlego, é ainda moderado na virada de ano", assinala a nota técnica da FGV.
A leve redução afetou mais o sentimento dos empresários quanto ao momento atual das atividades. O Índice da Situação Atual (ISA-CST) atingiu queda de 6,2% ante (-5,9%). Já o Índice de Expectativas (IE-CST) ficou, praticamente, estável com -1,6% ante -1,7%.
Os segmentos que mais demonstraram falta de confiança foram os de Obras de arte especiais e Obras de outros tipos com o índice passando de -4% para -7,6% e Obras de Acabamento, que pulou de -8,3% para -11,2%.
Das 699 empresas consultadas 21,9% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre em dezembro, contra 27,9% no mesmo período do ano anterior. Para 18,0% dos entrevistados a atividade diminuiu proporção acima do registrado em dezembro de 2012 (14,6%).
Quanto à avaliação do grau de otimismo em relação ao ambiente para os negócios nos seis meses à frente, a taxa caiu 2,6% ante uma queda de 2%. Para 37,5% dos consultados pode ocorrer melhora, universo menor do que o manifestado há um ano (39,8%). Já o total dos que preveem uma piora atingiu 6,1% dos entrevistados, taxa superior à encontrada em dezembro do ano passado (5,0%).

Edição: Valéria Aguiar
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Megaeventos esportivos podem causar aumento de preços

Economia



Megaeventos esportivos podem causar aumento de preços
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-20/megaeventos-esportivos-podem-causar-aumento-de-precos
Dec 20th 2013, 09:42

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os megaeventos esportivos podem gerar inflação leve para o consumidor no país sede. A conclusão é de estudo divulgado no Relatório de Inflação, hoje (20) pelo Banco Central.
O BC analisou os efeitos que a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016 no Brasil geram na economia de 2007 (ano do anúncio de que o Brasil sediaria a Copa) a 2023 (sete anos após a realização dos Jogos Olímpicos de 2016).
Segundo o estudo, com os dois megaeventos o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumularia aumento de cerca de 2 pontos percentuais, de 2007 a 2017.
O BC lembra que os eventos têm duração de algumas semanas, mas os preparativos têm início vários anos antes e envolvem investimentos que podem ter efeitos econômicos de longo prazo.
Edição: José Romildo

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Cai o ritmo de aumento de preços na construção civil

Economia



Cai o ritmo de aumento de preços na construção civil
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Dec 20th 2013, 10:21

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) encerrou o mês de dezembro com alta de 0,22% ante 0,27%, em novembro. No acumulado do ano e dos últimos 12 meses, o índice alcançou 8,05%.
Foram constatadas reduções no ritmo de remarcações de preços tanto em relação a materiais, equipamentos e serviços (de 0,29% para 0,23%) quanto nos números referentes a mão de obra (de 0,25% para 0,21%).
Nos últimos 12 meses, o que mais pesou no custo das obras foi a mão de obra com alta de 9,7%. Já a compra de materiais, uso de equipamentos e serviços onerou os gastos em 6,32%.
Entre os principais itens com decréscimo estão os produtos para acabamento (de 0,62% para 0,32). Em sentido oposto, houve maior pressão no segmento de serviços, com destaque para refeições pronta no trabalho (de -0,26% para 0,34%.)



A nota técnica da FGV justifica que o valor pago pela mão de obra perdeu força em razão do dissídio coletivo ocorrido em Recife. Seis das sete capitais onde é feita a pesquisa apresentaram queda na velocidade de aumentos: Brasília com-0,05% ante 0,12%; Belo Horizonte, com 0,04% ante 0,23%; Recife com 2,29% ante 2,71%; Rio de Janeiro, com 0,21% ante 0,23%; Porto Alegre com 0,03% ante 0,09% e São Paulo com 0,11% ante 0,12%. Houve elevação apenas em Salvador, com a taxa passando de 0,09% para 0,28%.
Edição: José Romildo

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Brasileiros estão casando mais tarde, mostra levantamento do IBGE

Economia



Brasileiros estão casando mais tarde, mostra levantamento do IBGE
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Dec 20th 2013, 10:02

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Os brasileiros estão indo cada vez mais tarde para o altar. A idade média dos solteiros na data do casamento, que era 26 anos para os homens, em 2002, subiu para 28 anos, em 2012. Entre as mulheres, no mesmo período, a idade média no dia de núpcias subiu de 23 para 25 anos.
O dado faz parte do levantamento Estatísticas do Registro Civil, divulgado hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, 29% das mulheres estão dizendo "sim" entre 25 e 29 anos de idade. Outros 20% das noivas têm de 30 a 34 anos. Mesmo para aquelas mais maduras, entre 35 e 39 anos, o matrimônio continua uma realidade concreta, representando 12,2% do total.

Se para elas a subida ao altar vai se tornando uma experiência cada vez mais tardia, para eles a idade aumenta ainda mais. Segundo o IBGE, 31,3% dos noivos têm entre 25 e 29 anos de idade e 24,6% trocam alianças entre 30 e 34 anos. Já os quarentões (de 40 a 49 anos) correspondem a 18,2% dos casados. Os números são referentes ao ano de 2012 e mostram forte tendência ao casamento tardio. Na faixa dos quarenta, em 2002, o número de casamentos era de 9,1%.
Outra informação apontada no levantamento mostra que é crescente em todas as regiões do país a proporção de casamentos em que as mulheres são mais velhas. Em 2002, esses casos eram 20,7% do total e passaram para 24% em 2012. Ou seja, em quase um quarto dos casamentos, as mulheres são mais velhas que os homens.

Edição: José Romildo

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BC projeta inflação de 5,6% em 2014 e mantém projeção para este ano em 5,8%

Economia



BC projeta inflação de 5,6% em 2014 e mantém projeção para este ano em 5,8%
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Dec 20th 2013, 08:56

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 5,8%, este ano. A estimativa consta no Relatório de Inflação, divulgado trimestralmente pelo Banco Central (BC). Essa é a mesma estimativa divulgada em setembro. Para 2014, a estimativa para a inflação passou de 5,7% para 5,6%. Em 2015, a previsão é que a inflação fique em 5,4%.
Essas projeções são do cenário de referência, elaborado com base na taxa básica de juros, a Selic, no atual patamar (10% ao ano) e o dólar a R$ 2,35.
O BC também divulga estimativas do cenário de mercado, em que são usadas projeções de analistas de instituições financeiras para a taxa Selic e câmbio. Nesse caso, a inflação, este ano, também deve ficar em 5,8%, este ano. Para 2014, a estimativa também foi ajustada de 5,7% para 5,6%. Em 2015, a inflação cai para 5,3%, de acordo com esse cenário.
Todas as estimativas para a inflação estão acima do centro da meta que é 4,5% e têm margem de dois pontos percentuais. Ou seja, o limite superior é 6,5%. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação. O principal instrumento que influencia a atividade econômica e, por consequência, a inflação, é a taxa Selic. Com a alta da inflação no país, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumentou a taxa Selic seis vezes seguidas este ano. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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Banco Central reduz para 2,3% projeção de crescimento da economia

Economia



Banco Central reduz para 2,3% projeção de crescimento da economia
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Dec 20th 2013, 08:40

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Banco Central (BC) reduziu a projeção de crescimento da economia, este ano, de 2,5% para 2,3%. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi divulgada hoje (20) pelo Banco Central, no Relatório Trimestral de Inflação.
O BC também divulgou a projeção para o crescimento do PIB em quatro trimestres encerrados em setembro de 2014, que também ficou em 2,3%.
De acordo com os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que calcula o PIB, houve queda de 0,5% no terceiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior. O PIB totalizou R$ 1,21 trilhão no período de julho a setembro, segundo dados divulgados no último 3.

Edição: José Romildo

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Preço da gasolina fica estável em 2014, diz Banco Central

Economia



Preço da gasolina fica estável em 2014, diz Banco Central
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Dec 20th 2013, 09:06

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O preço da gasolina deve subir 5,4%, este ano, e ficar estável, em 2014, de acordo com projeção do Relatório de Inflação, divulgado hoje (20), pelo Banco Central (BC).
O BC também projeta aumento de 6,2% nos preços do botijão de gás e queda de 0,9% nas tarifas de telefonia fixa e de aproximadamente 16% nos preços da eletricidade, em 2013.
Para o próximo ano, a estimativa é estabilidade nos preços do botijão de gás e da telefonia fixa. No caso da eletricidade, a estimativa é aumento de 7,5%.
Edição: José Romildo

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