Manaus recebe pela 1ª vez Philip Kotler, o mestre do marketing

25 de julho de 2014

#Seminários


Philip Kotler considerado a maior autoridade mundial em marketing por quatro décadas, estará em Manaus pela primeira vez com o seminário "The Best of Philip Kotler – Como Criar, Conquistar e Dominar Mercados". A palestra – voltada para empresários, executivos, profissionais e estudantes de Marketing – acontece no dia 28 de agosto, no Centro de Convenções do Studio 5 (Av. General Rodrigo Otávio - Distrito Industrial), às 8h30.

Na palestra serão abordados os principais temas do mercado, como as tendências em tecnologia de marketing, construção de marcas, domínio de mercado, inovação, estratégias de crescimento, entre outros assuntos correlatos. O seminário terá tradução simultânea inglês/português/inglês.

Sinovo vende, em leilão, ativos da fábrica em São José do Rio Pardo

5 de julho de 2014

#Negócios


Os ativos da fábrica da Sinovo, que teve falência decretada neste ano, serão vendidos em leilão online. Ao todo estão disponíveis para compra 53 lotes, avaliados em aproximadamente R$ 3 milhões. A primeira rodada da venda aconteceu no dia 02 de julho e a segunda tem inicio no dia 23 de julho. O valor arrecadado será utilizado para pagamento de dívidas da empresa.

Com 33 anos de mercado, a Sinovo fabricava e montava estruturas metálicas para diversos segmentos da engenharia, nacionalmente e no exterior. Nos últimos anos, porém, a companhia passou por dificuldades financeiras decorrentes de insucessos de alguns contratos realizados em 2007 e 2008, que geraram inadimplências. Com todas as suas operações no bairro de Bonsucesso, cerca de cem famílias dependiam dos resultados da Sinovo.

Grand Plaza Shopping cresce 10,5% no primeiro trimestre e anuncia novas lojas

8 de maio de 2014

#Resultados #Expansão


Maior centro de compras do Grande ABC, o Grand Plaza Shopping registrou no primeiro trimestre de 2014 crescimento de vendas de 10,5% no comparativo com mesmo período de 2013. O desempenho supera em 7,2 pontos percentuais o índice nacional, que teve alta de 3,3%, de acordo com levantamento divulgado no último dia 4 de abril pela consultoria Serasa Experian. Em termos de fluxo de público, o aumento foi de 6%.

Segundo a administração do Grand Plaza Shopping, a performance é resultado dos ganhos de competitividade gerados a partir de investimentos na ampliação e modernização do empreendimento. "Nosso tenant mix está cada vez mais alinhado às necessidades e aos desejos de nossos clientes, que têm percebido esse diferencial e correspondido com uma presença crescente e regular", avalia o superintendente do Grand Plaza Shopping, Henrique Carvalho. Acrescenta que este fator tem sido fundamental para que o shopping amplie e consolide sua liderança no mercado regional.

Vendas de Páscoa devem crescer 12%, estima Grand Plaza Shopping

17 de abril de 2014

#Comércio


As vendas no período da Páscoa devem crescer 12% no comparativo com o mesmo período de 2013. A estimativa é do Grand Plaza Shopping, maior centro de compras do Grande ABC e onde estão as principais marcas especializadas no segmento de chocolates, que este ano apostam em muitas novidades.

A Kopenhagen lançou a linha Dessert, com Nhá Benta Frutas Vermelhas, Nhá Benta Maracujá, Creme Brulée e Tiramisu. As versões com frutas vermelhas e maracujá, de 390g, são feitos com chocolate ao leite, casca recheada com geleia e marshmallow e prontos para comer com colher. O Creme Brulée tem chocolate ao leite e casca e bombons recheados. O Tiramisu é preparado com chocolate amargo, casca aromatizada sabor café e recheio de creme. Ambos pesam 350g. Todos os ovos da linha custam 79 reais. A loja ainda oferece o ovo Língua de Gato com 300g e em duas novas versões: Língua de Gato Branco, por 65 reais, e Língua de Gato Diet, a 79,50 reais. Na categoria de chocolates amargos, há duas opções: com Caramelo e Flor de Sal, de 350g por 85 reais; e com Laranja Cristalizada e Amêndoas, de 300g a 77 reais. Ambos têm recheio de bombons.

Lojistas do Shopping Center D estimam vender 15% mais na Páscoa

#Comércio


Referência em compras e lazer na zona norte de São Paulo, o Shopping Center D deve ter um resultado de vendas na Páscoa 15% superior ao mesmo período do ano passado. A estimativa é dos lojistas que operam no segmento de chocolates e derivados. Segundo os varejistas, o aumento das vendas terá como principal influência o número de novos produtos.

A Cacau Show, por exemplo, oferece um total de 9 lançamentos. Os destaques são o Ovo Gourmet de Corte, com casca de chocolate ao leite e recheio sabor brownie (300g por 39,90 reais), e o Ovo Glamour Swarovski, com chocolate ao leite, recheado com bombons de geléia de framboesa e trufinhas de champagne. Acompanha um pingente Swarovski em formato de flor (160g por 79,90 reais). A loja vende ainda os ovos Cacau Show Zero Açúcar recheado com trufa tradicional(400g a 49,90 reais) e Ovo Diet sabor ao leite com bombons de amêndoas e avelãs (180g a 29,90 reais).

Este ano, a Brasil Cacau apostou em receitas clássicas na preferência do brasileiro, como os ovos recheados e trufados. Uma novidade é o ovo trufado Tripolino Maracujá (400 g a 39,50 reais), com metade casca ao leite e metade chocolate branco com recheio de trufa cremosa.

Grand Plaza Shopping lança nova campanha publicitária institucional inspirada no tema "Você vive aqui"

29 de março de 2014

Estratégia valoriza vínculo com o público da região e destaca atributos como a oferta do mais completo mix de lojas nos segmentos de esporte, gastronomia, lazer, moda, tecnologia e serviços.


O Grand Plaza Shopping lançou nesta segunda-feira, 24, sua nova campanha publicitária institucional. O objetivo é valorizar o vínculo do empreendimento com o público do Grande ABC, região em que é líder absoluto na preferência e no top of mind, como centro de compras mais lembrado entre os consumidores, segundo recentes pesquisas do Ibope.

Inspirada no slogan "Você vive aqui", a comunicação reforça a modernidade, a diversidade e a qualidade do mix de lojas oferecido pelo empreendimento. Dentro desta estratégia, foram criadas diferentes versões de peças, apoiadas num visual com cores leves e variações ilustrativas (fotos, símbolos e textos) conforme o segmento de produtos e serviços a ser destacado: esporte, gastronomia, lazer, moda e tecnologia.

Segundo a gerente de Marketing do Grand Plaza Shopping, Márcia Pacheco, o conceito procura expressar a afinidade existente entre o público da região e o empreendimento, que este ano completará 17 anos em setembro. "É uma forma de mostrar o quanto o Grand Plaza participa da vida das pessoas que o frequentam e moram na região", diz. Acrescenta que outro objetivo é destacar um atributo singular do empreendimento, o mix de lojas. "É o mais completo da região, o que permite ao cliente encontrar tudo em um só lugar", explica.

Grand Plaza Shopping registra crescimento de 31% nas vendas em 2013

30 de janeiro de 2014

Bem superior à media de mercado, resultado aponta aumento do fluxo de público e do tíquete médio; lojas âncoras e de artigos para o lar são os destaques.


Maior centro de compras da região do Grande ABC, o Grand Plaza Shopping registrou no acumulado de 2013 crescimento de vendas de 31%, comparado a 2012. O índice é bem superior à média do mercado de shopping centers no Brasil, que cresceu 8,3% em 2013, segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

O resultado do Grand Plaza Shopping considera a área de vendas incorporada ao empreendimento depois de expansão concluída em outubro de 2012 que agregou 11 mil m² de ABL (Área Bruta Locável). No critério same store sales, em que o comparativo considera apenas as mesmas lojas preexistentes à expansão, o crescimento foi de 9%.

Segundo a administração do Grand Plaza Shopping, o desempenho está ligado diretamente aos ganhos de competitividade a partir da expansão do empreendimento. "A inauguração de uma nova área ampliou efetivamente  o conforto e a qualidade na oferta de produtos e serviços ao cliente, que percebeu os benefícios e respondeu positivamente", avalia o superintendente do Grand Plaza Shopping, Henrique Carvalho.

Floricultura brasileira faturou R$ 5,2 bilhões no ano passado

19 de janeiro de 2014

#Economia


Rio de Janeiro - A produção de flores no Brasil movimentou R$ 5,2 bilhões no ano passado, com aumento de 13% sobre 2012, disse o presidente do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), Kees Schoenmaker. Ele salientou que o valor se refere ao faturamento dos atacadistas e varejistas de flores. Para os produtores, a atividade gerou receita entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,3 bilhão. "O atacadista sempre dobra [o preço da produção]". Observou, também, que sobre ao valor é acrescida a parte do varejista, o que acaba resultando nos R$ 5,2 bilhões de faturamento em 2013.

São Paulo é o mais importante estado produtor, apresentando faturamento de R$ 1,8 bilhão em 2013. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, que movimentou R$ 576 milhões, com aumento de 23% em comparação ao valor registrado no ano anterior, de acordo com informação da Secretaria Estadual de Agricultura. O secretário Christino Áureo acredita que a expansão é resultado da profissionalização da atividade nos últimos anos, da diversificação da produção e da oferta de crédito para investimento e custeio.

Esclareceu que por meio do programa de fomento ao setor, o Florescer, têm sido intensificadas as ações de capacitação de produtores, "preparando nossos produtos para competir e conquistar espaço, tanto no Rio de Janeiro, como para atender outras unidades da federação". Hoje, 52 dos 92 municípios fluminenses trabalham com floricultura, gerando 18 mil postos de trabalho.

O presidente do Ibraflor estimou que, em 2014, o crescimento do setor não mostrará grande incremento, devendo fechar com alta em torno de 8%. Isso resulta de vários fatores. Entre eles, citou o Dia Internacional da Mulher, que este ano cairá no sábado depois do carnaval. "Sábado não é um dia bom. Depois do carnaval, é pior ainda", manifestou.

Outro fato que reduzirá as vendas, segundo Schoenmaker, é a Copa do Mundo. "Nós já passamos por várias Copas do Mundo e sabemos o efeito disso. As vendas caem bastante". O setor pretende promover ações voltadas par aa Copa, mas não sabe qual será o resultado. "A gente tem que esperar".

Atualmente, o Brasil conta 8 mil produtores, dos quais 98% são de pequeno e médio porte. A área cultivada no ano passado totalizou 13,8 mil hectares. Mais de 350 espécies foram produzidas, somando 3 mil variedades. O mercado engloba 60 centrais de atacado, 650 empresas atacadistas e 22 mil pontos de venda no varejo.

Kees Schoenmaker disse que a tendência não é aumento do emprego na floricultura nacional, mas expansão da área para produção, "porque o pessoal está mecanizando mais, automatizando mais". Além disso, apontou que há dificuldade em encontrar pessoal capacitado para a atividade. "A dificuldade que outros negócios sentem, nós sentimos também. Está difícil".


Fonte: Agência Brasil

Brasil deixa de exportar flores e passa a importar

#Economia


Rio de Janeiro - A exportação brasileira de flores é quase nula e não se vislumbra nenhum futuro promissor, disse o presidente do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), Kees Schoenmaker. Ele informou que as poucas estatísticas que aparecem não se referem a flores cortadas, nem a plantas, a mudas ou bulbos. "Em vez de exportar, hoje em dia nós estamos importando da Colômbia e do Equador". Rosas estão entre as principais flores importadas.

Segundo Schoenmaker, o Brasil nunca teve destaque no campo da floricultura no mercado exterior. "A gente era conhecido. E com a piora do câmbio, a atividade parou". Em outro sentido houve melhoria no mercado interno. "Por que, então, exportar?", indagou.

Ele explicou que o clima no Brasil não é favorável à produção de flores como no Equador e na Colômbia, "que têm altitudes maiores do que a gente. Produzem acima de 2,5 mil metros. A gente para com 1,4 mil metros". Schoenmaker informou que quanto mais alto e mais frio, mais propício é o clima para a produção de flores de alta qualidade.

O presidente da Ibraflor disse que o consumo está evoluindo de forma positiva. "Porque está se encontrando flores e plantas em todos os lugares, hoje em dia. Praticamente, todos os supermercados têm". A qualidade do produtor final melhorou, bem como a durabilidade das flores, que "é muito maior do que há cinco ou dez anos ".

Segundo ele, isso faz com que aumente a satisfação do consumidor e o leva a repetir a compra. O consumo per capita no Brasil é R$ 26 por habitante/ano, o que ele considera que "não é bom, mas não é ruim". Em 2012, o consumo por habitante/ano era R$ 23,02. Em comparação a outros países, principalmente da Europa, o consumo brasileiro é pequeno. "Na Europa, é até sete vezes maior".

No Brasil, o maior consumo per capita em 2013 foi registrado no Distrito Federal (R$ 43,72), seguido de São Paulo (R$ 43,63), do Rio Grande do Sul (R$ 36,99), Rio de Janeiro (R$ 35,48) e de Santa Catarina (R$ 31,46).


Fonte: Agência Brasil

Jovens estão entre as menores taxas de ocupação no país, mostra Pnad Contínua

17 de janeiro de 2014

#Economia


Rio de Janeiro - A faixa entre 14 e 17 anos na distribuição de pessoas ocupadas por grupos de idade é a que apresenta menores resultados (2,7%), em termos de Brasil, nos dados relativos ao segundo trimestre de 2013. As regiões Norte (3,7%) e Nordeste (3,1%) foram as que apresentaram maiores taxas. Os níveis de ocupação também são os mais baixos no mesmo período (17,5%). Os dados fazem parte dos primeiros resultados da nova pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgada hoje (17) pelo órgão.

Para a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, embora os dados possam parecer negativos, eles mostram que o jovem brasileiro está ficando mais tempo na escola. "Nós estamos aprofundando a análise, mas um dado que me deixou satisfeita, e que inicialmente parece negativo, que é o desemprego entre os jovens, na verdade reflete uma melhoria importante', disse em entrevista à Agência Brasil.

Na avaliação da ministra, o que está acontecendo é que tem um número menor de jovens procurando trabalho porque estão na escola. "Significa que eles estão onde deveriam estar, que é na escola. Estão deixando de ir ao mercado de trabalho porque estão ficando mais tempo estudando, exatamente na faixa de 14 a 17 anos. Do meu ponto de vista é uma das informações que a pesquisa traz mais positiva, apesar de quem olha primeiro o dado acha que é um percentual bastante alto", declarou.

Miriam Belchior disse que, a partir da pesquisa, vai ser possível ter um olhar mais geral da política de empregos no país. "A PME [Pesquisa Mensal de Empregos] e a Pnad [pesquisas feitas pelo IBGE e que serão substituídas pela Pnad Contínua] têm seu valor e não são comparáveis, mas essa iniciativa tem essa importância, apesar de ser nova, e, certamente, terá ainda alguns ajustes a serem feitos", disse.

A ministra destacou ainda que os resultados da participação da mulher no mercado de trabalho, que é menor do que a do homem, acompanham o que a PME já mostrava. "O que tem de interessante é que, apesar de a PME e a Pnad não serem comparáveis, aparentemente elas têm a mesma tendência. O mercado de trabalho para as mulheres a gente sabe que elas ganham menos. Acho que, como as meninas já ocupam mais espaço nas escolas do que os homens, isso vai mudar com o tempo. Mas acho que a diferença de gênero, a diferença regional, também já vinham sendo apresentada na PME, que é um pouco a característica do nosso mercado de trabalho", avaliou.

Sobre o fato da pesquisa já seguir a nova nomenclatura adotada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Miriam Belchior disse que esta é uma preocupação do governo de deixar o mercado de trabalho nacional atualizado, que permita a leitura dos dados pelos organismos internacionais. "O mercado de trabalho do Brasil sempre procura estar dentro das orientações mais gerais de organismos internacionais, seja de estatísticas, seja de políticas públicas em geral. Na verdade algumas das mudanças a PME já incorporou há mais tempo, mas nós queremos que o IBGE esteja no que há de melhor em termos de estatísticas", disse.


Fonte: Agência Brasil

Taxa de desocupação teve queda no segundo trimestre de 2013

#Economia


A taxa de desocupação no Brasil registrou ligeira queda (7,4%) no segundo trimestre de 2013 e ficou abaixo do mesmo período de 2012 (7,5%). O percentual representa também uma queda em relação ao primeiro trimestre de 2013, quando ficou em 8%. Os dados fazem parte dos primeiros resultados da Pesquisa por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O nível de ocupação se manteve praticamente no mesmo nível no segundo trimestre de 2013 (56,9%) e no primeiro trimestre do mesmo ano (56,3%). No segundo trimestre de 2012, era 57,1%.

A população ocupada aumentou no segundo trimestre de 2013 (90,6 milhões de pessoas), na comparação com o mesmo trimestre de 2012 que registrou 89,6%. No primeiro trimestre de 2013, atingiu 89,4 milhões de pessoas.

A população desocupada se manteve igual nos segundos trimestres de 2013 e 2102 (7,3 milhões de pessoas). No primeiro trimestre do ano passado, ficou em 7,8 milhões.

A maior taxa de desocupação no segundo trimestre de 2013 foi registrada na Região Nordeste (10%), e a menor, no Sul (4,3%).

Das 159,1 milhões de pessoas de 14 anos ou mais, 61,3 milhões estavam fora da força de trabalho, equivalente a 38,5% do total. Elas não estavam desocupadas nem ocupadas. A maioria era mulher (66,7%). "Percebe-se o avanço [na participação da mulher no mercado de trabalho], mas ainda é inferior ao mostrado pelos homens", explicou o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.

De acordo com o coordenador, quando se analisa a população ocupada, a pressão das mulheres para entrar no mercado de trabalho é maior que a dos homens. No segundo trimestre de 2013, 68,7% dos homens estavam ocupados e 46,2% das mulheres estavam na mesma situação.


Fonte: Agência Brasil

Ibovespa cai 1,04% no pregão de hoje e perde 4,52% em 2014

#Economia


Brasília – O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), caiu 1,04% no pregão de hoje (17) e marcou 49.181 pontos, depois de fechar 665.497 negócios no valor de R$ 5,25 bilhões. Com isso, a BM&FBovespa acumula perdas de 4,52% nos 12 dias úteis de 2014, até agora, e retorna ao patamar de agosto do ano passado.

O que mais pesou para derrubar o mercado de ações nesta sexta-feira foi a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de novembro de 2013, que teve retração de 0,31% em relação a outubro, mais forte do que as expectativas dos analistas financeiros. Fator que afetou, principalmente, os papéis de empresas construtoras, de bancos e, em menor volume, as ações da Vale e da Petrobras, que têm maior peso relativo no pregão.

O anúncio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de que o faturamento da indústria caiu 1,8% em novembro do ano passado, comparado ao mês anterior, também contribuiu para aumentar as incertezas da véspera, quando o Ibovespa havia perdido 0,82%.

Em sentido contrário, as bolsas da Europa e dos Estados Unidos fecharam em alta, depois que o Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, divulgou que a produção industrial dos Estados Unidos se recuperou 3,7% em relação a 2012. Anúncio que influenciou também a valorização do dólar no mercado internacional.

A cotação da moeda norte-americana foi puxada para baixo pela atuação forte do Banco Central (BC), que vendeu US$ 197,9 milhões em swap cambial tradicional (equivalente à venda futura de dólares), com vencimento em 1º de setembro deste ano, e ofereceu lote de 25 mil swaps para rolar contratos que vencem no próximo dia 3, no valor de US$ 11,028 bilhões. O BC não informou quanto conseguiu colocar no mercado.

As ações contribuíram para o dólar perder 0,82% e encerrar o pregão de hoje cotado a R$ 2,346 para venda. No ano, a moeda norte-americana mantém-se estável, com perda de 0,48%.


Fonte: Agência Brasil

Número de empregados com carteira assinada atingiu 76,4%

#Economia


Rio de Janeiro - No segundo trimestre de 2013, 76,4% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada. O resultado representa uma elevação de 0,9 ponto percentual na comparação com mesmo período do ano anterior, quando ficou em 75,5% e de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. Os avanços mais significativos foram na região Norte (2,6 pontos percentuais) e nas regiões Nordeste e Sul (1,3 ponto percentual de elevação).

"A Pesquisa Mensal de Emprego e a PNAD mostravam o avanço na carteira de trabalho ao longo dos últimos anos, e isso foi confirmado na PNAD Contínua. Na verdade, estamos a três ou quatro anos em que a carteira de trabalho vem apresentando avanços na comparação anual, algo em torno de 300 mil a 400 mil postos de trabalho, restritos às seis regiões metropolitanas", analisou o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, acrescentando que a explicação do movimento é o cenário econômico que está em evolução, com geração de postos de trabalho e melhor qualidade no emprego.

Entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 30,8% tinham carteira de trabalho assinada no segundo trimestre de 2013. O resultado equivale a uma queda de 0,7 ponto percentual na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.


Fonte: Agência Brasil

PNAD Contínua permitirá avaliação detalhada do mercado de trabalho

#Economia


Rio de Janeiro - A presidenta do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Wasmália Bivar, disse que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje (17) significa um marco na história das estatísticas referentes ao mercado de trabalho. "Para o futuro, nós estamos passando um novo sistema de informações muito mais abrangente com capacidade de atender às demandas da sociedade brasileira de forma mais eficiente", disse.

A PNAD Contínua vai substituir a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), feitas também pelo IBGE. Na PME, os dados eram limitados às seis grandes regiões. No novo critério, a informações são coletadas em todo país. A mudança em relação à PNAD é que os dados na Contínua passarão a ser divulgados a cada três meses, enquanto o índice anterior era anual.

"A partir de hoje nós teremos informação sobre o mercado de trabalho nacional, em curto espaço de tempo. A cada três meses poderemos divulgar indicadores do que é a ocupação, a desocupação, [dados] por idade, por sexo, por nível de instrução", esclareceu.

Os primeiros resultados divulgados hoje se referem aos trimestres de 2012 e aos dois primeiros de 2013. A expectativa do instituto é atingir as 27 unidades da federação no fim do ano. "Neste momento a pesquisa apresenta Brasil e grandes regiões, mas depois será detalhado geograficamente e com muito mais informações do que estamos divulgando hoje", completou a presidente do IBGE.


Fonte: Agência Brasil

Economia dá sinais de melhora, mostra FGV

Economia



Economia dá sinais de melhora, mostra FGV
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-17/economia-da-sinais-de-melhora-mostra-fgv
Jan 17th 2014, 12:09

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo- O Indicador Antecedente Composto da Economia (Iace) para o Brasil cresceu 0,9%, em dezembro, ao atingir 127,4 pontos, ante uma queda de 0,2% em novembro e variação positiva de 0,1% em outubro. O cálculo é feito em conjunto pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e pela instituição independente norte-americana The Conference Board.
Cinco dos oito componentes influenciaram nesse resultado. Em nota, o economista da FGV Paulo Picchetti atribuiu essa evolução à projeção de maior dinamismo no mercado internacional. "O fortalecimento das expectativas nos setores de manufatura e serviços, associado à moderada melhoria da economia global, contribuíram para o avanço do Iace de dezembro", disse o economista.
Para este primeiro semestre do ano, no entanto, a retomada do crescimento econômico ainda será pequena, conforme prevê Picchetti. Ele justificou que o mercado de ações tem apresentado crescimento lento. Além disso, observou que a demanda interna segue em ritmo moderado e com poucas chances de mudança no curto prazo, em razão do aperto monetário adotado como estratégia de controle inflacionário.
Para o economista do The Conference Board, Ataman Ozyildirim, o resultado do índice mostra que o pior momento da economia já está passando. "Projetamos crescimento econômico estável e até um ligeiro avanço no início deste ano", acrescentou.
O Iace, lançado em julho do ano passado, permite a comparação da economia brasileira com 11 países e regiões: China, Estados Unidos, Zona do Euro, Austrália, França, Alemanha, Japão, México, Coreia, Espanha e Reino Unido.
O levantamento conjunto sobre Indicador Antecedente Composto da Economia, que avalia as condições atuais do setor, teve declínio de 0,1% em dezembro, com a marca de 128,9 pontos, ante uma redução de 0,2% em novembro e um crescimento de 0,6% em outubro. Três dos seis componentes ajudaram na melhoria de desempenho.
Edição: Graça Adjuto
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Casa da Moeda tem lucro de R$ 783 milhões em 2013

Economia



Casa da Moeda tem lucro de R$ 783 milhões em 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-17/casa-da-moeda-tem-lucro-de-r-783-milhoes-em-2013
Jan 17th 2014, 12:01

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Casa da Moeda do Brasil (CMB) fechou 2013 com lucro recorde de R$ 783 milhões, resultado 47% superior ao de 2012 (R$ 533,1 milhões). O faturamento ficou em R$ 2,98 bilhões, crescimento de 9,5% comparado com o ano anterior. Em 2013, a Casa da Moeda produziu 3,1 bilhões de cédulas, 2,3 bilhões de moedas e 2,4 milhões de passaportes.
Segundo a Casa da Moeda, as licitações internacionais de papel, discos e tinta utilizados para a fabricação de cédulas e moedas contribuíram para o resultado. A CMB também cita a renegociação do contrato com a empresa que presta serviço de selos rastreáveis de bebidas, a otimização dos estoques de insumos, a redução de perdas na produção de passaportes e cédulas e da dívida de curto prazo.



O resultado vai elevar na mesma proporção (47%) o pagamento de dividendos à União (R$ 284 milhões) e da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) aos empregados da Casa da Moeda (R$ 70 milhões).
Edição: Graça Adjuto
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Faturamento na indústria cai 1,8% em novembro de 2013

Economia



Faturamento na indústria cai 1,8% em novembro de 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-17/faturamento-na-industria-cai-18-em-novembro-de-2013
Jan 17th 2014, 12:09

Da Agência Brasil
Brasília - O faturamento da indústria brasileira caiu 1,8% em novembro na comparação com outubro de 2013, na série com ajuste sazonal, informou hoje a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os números estão no boletim Indicadores Industriais com números apurados mensalmente. O ajuste sazonal é necessário para evitar a interferência nos índices por conjunto de flutuações, como os fatores climáticos e feriados, entre outros.
A CNI informou que, no mesmo período, as horas trabalhadas na produção recuaram 0,6% e o nível de utilização da capacidade instalada diminuiu 0,2 ponto percentual e alcançou 82%. Pelo levantamento, foi o terceiro mês consecutivo de queda do faturamento na série de dados com ajuste sazonal.
No acumulado entre janeiro e novembro de 2013, em relação ao mesmo período de 2012, o faturamento cresceu 4% e, na mesma base de comparação, as horas trabalhadas na produção ficaram estáveis, com leve expansão de 0,1%. A utilização da capacidade instalada aumentou 0,5 ponto percentual.
O resultado de novembro mostra que, mesmo com a retração da atividade naquele mês, o emprego na indústria aumentou 0,1%, e a massa real de salários cresceu 0,8%. O rendimento médio do trabalhador ficou estável ante outubro na série dessazonalizada. De janeiro a novembro de 2013, o emprego cresceu 0,7% e a massa real de salários subiu 2% em relação ao mesmo período de 2012, informou a CNI.
Edição: Marcos Chagas
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IPC-S avança em seis capitais na segunda semana de janeiro

Economia



IPC-S avança em seis capitais na segunda semana de janeiro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-17/ipc-s-avanca-em-seis-capitais-na-segunda-semana-de-janeiro
Jan 17th 2014, 09:58

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), entre a primeira e a segunda semanas de janeiro. A única exceção foi Porto Alegre, onde a taxa caiu 0,11 ponto percentual, ao passar de 0,78% para 0,67% no período.
Entre as seis capitais com aumento da taxa de inflação, o destaque foi Salvador, onde a taxa subiu 0,27 ponto percentual, ao passar de 0,84% para 1,11%. No Recife, a taxa avançou 0,22 ponto percentual, ao passar de 0,81% para 1,03%.
As demais capitais pesquisadas tiveram as seguintes altas: São Paulo (0,19 ponto percentual, ao passar de 0,69% para 0,88%), Rio de Janeiro (0,15 ponto percentual, ao passar de 0,88% para 1,03%), Brasília (0,09 ponto percentual, ao passar de 0,27% para 0,36%) e Belo Horizonte (0,05 ponto percentual, ao passar de 0,67% para 0,72%).
A média nacional do IPC-S, divulgada ontem (16), subiu 0,12 ponto percentual e chegou a 0,85% na segunda semana de janeiro.
Edição: Talita Cavalcante
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Taxa de desocupação tem queda no segundo trimestre de 2013

Economia



Taxa de desocupação tem queda no segundo trimestre de 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-17/taxa-de-desocupacao-tem-queda-no-segundo-trimestre-de-2013
Jan 17th 2014, 10:46

Cristina Indio do Brasil

Repórter da Agência Brasil
Rio - A taxa de desocupação no Brasil registrou ligeira queda (7,4%) no segundo trimestre de 2013 e ficou abaixo do mesmo período de 2012 (7,5%). O percentual representa também uma queda em relação ao primeiro trimestre de 2013 quando ficou em 8% . Os dados fazem parte dos primeiros resultados da Pesquisa por Amostra de Domicilios Contínua (Pnad Contínua), divulgados hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O nível de ocupação se manteve praticamente no mesmo nível no segundo trimestre de 2013 (56,9%) e no primeiro trimestre do mesmo ano (56,3%). No segundo trimestre de 2012, era 57,1%.
A população ocupada aumentou no segundo trimestre de 2013 (90,6 milhões de pessoas), na comparação com o mesmo trimestre de 2012 que registrou 89,6%. No primeiro trimestre de 2013 ficou em 89,4 milhões de pessoas.
A população desocupada se manteve igual nos segundos trimestres de 2013 e 2102 (7,3 milhões de pessoas). No primeiro trimestre do ano passado, ficou em 7,8 milhões.
Edição: Graça Adjuto
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IGP-M registra inflação de 0,46% na segunda prévia de janeiro

Economia



IGP-M registra inflação de 0,46% na segunda prévia de janeiro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-17/igp-m-registra-inflacao-de-046-na-segunda-previa-de-janeiro
Jan 17th 2014, 09:42

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A segunda prévia de janeiro do Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou inflação de 0,46%. A taxa é inferior à observada na segunda prévia de dezembro de 2013 (0,54%). O índice, calculado entre os dias 21 de dezembro e 10 de janeiro, foi divulgado hoje (17) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em 12 meses, o IGP-M alcançou 5,64%.
A queda da inflação entre dezembro e janeiro foi puxada exclusivamente pelos preços no atacado, que subiram em ritmo menos acentuado em janeiro. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que analisa o atacado, ficou em 0,36% em janeiro. Em dezembro, o índice atingiu 0,56%.
Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor, que acompanha o varejo, passou de uma inflação de 0,62% em dezembro para 0,73% em janeiro. A alta foi influenciada pelo custo dos transportes, pois a inflação desse grupo de despesas passou de 0,51% para 1,07% no período.
Acompanhando a tendência dos preços no varejo, o custo da construção, medido pelo Índice Nacional de Custo da Construção, subiu mais em janeiro, ao passar de uma taxa de 0,26% em dezembro para 0,53% neste mês.
Edição: Talita Cavalcante
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Atividade econômica cai em novembro, mas cresce 2,68% no acumulado do ano

Economia



Atividade econômica cai em novembro, mas cresce 2,68% no acumulado do ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-17/atividade-economica-cai-em-novembro-mas-cresce-268-no-acumulado-do-ano
Jan 17th 2014, 09:15

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou queda de 0,31% em novembro, comparado com outubro. A retração veio depois do crescimento de 0,71% registrado em outubro, de acordo com dados revisados.
Na comparação com novembro de 2012, houve crescimento de 1,34% (sem ajustes). No ano passado até novembro, o IBC-Br apresentou expansão de 2,68%. Em 12 meses encerrados em novembro, a expansão ficou em 2,43%.
O IBC-Br é uma forma de avaliar como está a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível da atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.
O acompanhamento do indicador é considerado importante pelo BC para que haja maior compreensão da atividade econômica.
Edição: Graça Adjuto
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Informe da Ancine confirma ótimo desempenho do cinema brasileiro em 2013

16 de janeiro de 2014

Economia



Informe da Ancine confirma ótimo desempenho do cinema brasileiro em 2013
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/informe-da-ancine-confirma-otimo-desempenho-do-cinema-brasileiro-em-2013
Jan 16th 2014, 19:52


Paulo Virgilio

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O ano de 2013 foi um dos melhores para o cinema brasileiro nas últimas décadas, com 127 longas-metragens lançados em circuito comercial, 27,8 milhões de espectadores e uma geração de renda da ordem de R$ 296 milhões. Os dados constam do informe preliminar divulgado hoje (16) pela Superintendência de Acompanhamento de Mercado da Agência Nacional de Cinema (Ancine). O documento foi elaborado a partir de números fornecidos pelas empresas distribuidoras registradas no órgão, abrangendo as 52 semanas do ano passado.
De acordo com o levantamento, a participação de público dos filmes nacionais, em 2013, foi 18,6%, em relação ao total de espectadores. Dez produções nacionais ultrapassaram a marca de 1 milhão de ingressos vendidos e 24 tiveram mais de 100 mil espectadores, contra 17 em 2012.
Ao todo, somando os títulos nacionais e estrangeiros, o mercado exibidor brasileiro consolidou em 2013 o crescimento contínuo que vem observando nos últimos cinco anos. Foram 149,5 milhões de ingressos vendidos e renda de mais de R$ 1,7 bilhão.
O informe da Ancine mostra ainda que as distribuidoras brasileiras foram responsáveis por 85,8% do público dos filmes nacionais exibidos no período. Uma delas, o consórcio Paris/Downtown, fez a comercialização de nove das 20 maiores bilheterias nacionais de 2013.
O parque exibidor também apresentou crescimento, pelo quarto ano consecutivo, encerrando o ano com 2.679 salas. As regiões que registraram maior aumento no número de salas foram o Nordeste, com 14,3%, e Centro-Oeste, com 13,1%. Entre 2009 e 2013, o índice de habitantes por sala de cinema caiu de 91,7 mil para 75 mil.

Edição: Aécio Amado
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Diretora do Bird se reúne com Secretário de Assunos Internacionais do Ministério da Fazenda

Economia



Diretora do Bird se reúne com Secretário de Assunos Internacionais do Ministério da Fazenda
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/diretora-do-bird-se-reune-com-secretario-de-assunos-internacionais-do-ministerio-da-fazenda
Jan 16th 2014, 13:58


Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A diretora do Banco Mundial para o Brasil (Bird), Deborah Wetzel, esteve hoje (16) com o Secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Carlos Márcio Bicalho Cozendey. A assessoria do Bird informou que a visita foi de rotina, mas serviu também para tratar de assuntos como os convênios do banco com o Brasil e agenda para 2014, entre outros temas ligados à economia.
Existe muita expectativa sobre a recuperação econômica global ante a crise inciada em 2008 e que ainda tem trazido incertezas ao mundo. Neste mês, as atenções estão voltadas para Davos, na Suíça, onde, na próxima semana, será realizado o Fórum Econômico Mundial, com a possível participação da presidenta Dilma Rousseff e outras autoridades econômicas do Brasil, incluindo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
No cargo desde 2012, antes de ser diretora, Wetzel foi chefe de equipe do Banco Mundial, em Washington. Anteriormente, atuou como diretora do Setor Público e de Governo da Rede de Redução da Pobreza e Gestão Econômica (PREM- sigla em Inglês), direcionando o trabalho da instituição sobre os regimes fiscais, gastos do governo, descentralização, reforma e fortalecimento, governança do setor público e combate à corrupção.
Deborah Wetzel iniciou a carreira no Banco Mundial em 1986 como consultora e, depois, no Programa de Jovens Profissionais, em 1993. Durante este período, também trabalhou na Europa Central e Oriental, na África Ocidental, Zâmbia, em Gana, na Hungria, Ucrânia, no Vietnã, na Rússia e em ex-repúblicas soviéticas.

Edição: Denise Griesinger

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Atualizada - CNI recomenda acordos para evitar dupla tributação e incentivar investimentos no exterior

Economia



Atualizada - CNI recomenda acordos para evitar dupla tributação e incentivar investimentos no exterior
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/atualizada-cni-recomenda-acordos-para-evitar-dupla-tributacao-e-incentivar-investimentos-no-exterior
Jan 16th 2014, 12:26

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Brasil deveria fechar acordos para evitar dupla tributação com países como os Estados Unidos, a Colômbia, Austrália, Alemanha e o Reino Unido, a fim de estimular investimentos de empresas no exterior. Essa é uma das recomendações da Confederação Nacional da Indústria (CNI) no Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior 2013, divulgado hoje (16).
A CNI também recomenda a eliminação da insegurança jurídica do modelo brasileiro de tributação dos lucros obtidos no exterior e a negociação de acordos de proteção aos investimentos para reduzir riscos políticos com países como a Argentina, China, o México, Moçambique e Angola.
Para a CNI, também seria importante ampliar o apoio da diplomacia brasileira às empresas no exterior. A confederação sugere que seja criada uma agência do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em Londres e que seja ampliada a atuação da Câmara do Comércio Exterior (Camex), para coordenar políticas de facilitação dos investimentos fora do país.
De acordo com a CNI, a participação do Brasil nos estoques de investimentos no mundo está se reduzindo. Essa participação caiu de 1,96%, em 1990, para 0,99%, em 2012, ano em que os investimentos do país no exterior ficaram em US$ 266,2 bilhões.
Nesse período, outras economias emergentes aumentaram os estoques de investimentos. A China, por exemplo, aumentou de 0,21%, em 1990, para 2,16%, em 2012. A Rússia saiu de zero para 1,75% e o Chile, de 0,1% para 0,41%, nesse período. A participação de todos os países em desenvolvimento no estoque global subiu de 6,92% para 18,9%.
A CNI lembra que no ranking dos principais investidores mundiais da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil perdeu 159 posições entre 2008 e 2012. Nesses quatro anos, o país saiu da 20ª posição para a 179ª, na lista com 182 países.
Para a CNI, as empresas que não fazem investimentos no exterior reduzem a produtividade e as exportações, perdem acesso à mão de obra qualificada, à tecnologia e à inovação. "O investimento lá fora traz ampliação de mercado, novos parceiros, novos produtos e uma produtividade maior, um conhecimento maior da técnicas que poderiam favorecer o investimento lá fora mas aqui dentro também", disse o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.
O estudo da CNI foi feito com base em pesquisa a 28 empresas transnacionais brasileiras, que representam cerca de um terço do total das exportações do país em 2012. A maioria (22 empresas) é do setor industrial.
Edição: Graça Adjuto

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Camex aplica direito antidumping a importações de pneus para automóveis

Economia



Camex aplica direito antidumping a importações de pneus para automóveis
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/camex-aplica-direito-antidumping-importacoes-de-pneus-para-automoveis
Jan 16th 2014, 11:31

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Diário Oficial da União publicou hoje (16) resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que permite a aplicação do direito antidumping definitivo, por um prazo de até cinco anos, às importações brasileiras de pneus novos de borracha para automóveis de passageiros, de construção radial, das séries 65 e 70, aros 13 e 14 e de bandas 165, 175 e 185, originárias da Coreia, Tailândia, Taipé e Ucrânia.
O dumping, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), é a prática de exportar um produto a preço inferior ao praticado no mercado interno do país exportador com o objetivo de conquistar mercados ou dar vazão a excessos de produção. Essa prática é condenada pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que regulamenta o "uso de direitos antidumping – ou seja, a aplicação de uma taxa equivalente (ou inferior) à margem de dumping que venha a ser apurada nas importações".
Sendo assim, os importadores não estão proibidos de trazer o produto para o Brasil mas terão que fazer uma correção, com uma "taxa equivalente à margem antidumping, nos preços em dólar por cada quilo, que pode variar de US$ 0,14 a US$ 2,56.
A medida é uma reivindicação da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip) que protocolou, em dezembro de 2011, pedido de investigação no Ministério da Indústria e Comércio Exterior das exportações consideradas desleais desses países para o Brasil de pneus para automóveis. Desde então, o governo brasileiro vinha investigando o assunto.
Veja abaixo a tabela da Camex:

Edição: Talita Cavalcante
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CNI recomenda acordos para evitar dupla tributação e incentivar investimentos no exterior

Economia



CNI recomenda acordos para evitar dupla tributação e incentivar investimentos no exterior
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/cni-recomenda-acordos-para-evitar-dupla-tributacao-e-incentivar-investimentos-no-exterior
Jan 16th 2014, 11:45

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Brasil deveria fechar acordos para evitar dupla tributação com países como os Estados Unidos, a Colômbia, Austrália, Alemanha e o Reino Unido, a fim de estimular investimentos de empresas no exterior. Essa é uma das recomendações da Confederação Nacional da Indústria (CNI) no Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior 2013, divulgado hoje (16).
A CNI também recomenda a eliminação da insegurança jurídica do modelo brasileiro de tributação dos lucros obtidos no exterior e a negociação de acordos de proteção aos investimentos para reduzir riscos políticos com países como a Argentina, China, o México, Moçambique e Angola.
De acordo com a CNI, a participação do Brasil nos estoques de investimentos no mundo está se reduzindo. Essa participação caiu de 1,96%, em 1990, para 0,99%, em 2012, ano em que os investimentos do país no exterior ficaram em US$ 266,2 bilhões.
Nesse período, outras economias emergentes aumentaram os estoques de investimentos. A China, por exemplo, aumentou de 0,21%, em 1990, para 2,16%, em 2012. A Rússia saiu de zero para 1,75% e o Chile, de 0,1% para 0,41%, nesse período. A participação de todos os países em desenvolvimento no estoque global subiu de 6,92% para 18,9%.
A CNI lembra que no ranking dos principais investidores mundiais da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil perdeu 159 posições entre 2008 e 2012. Nesses quatro anos, o país saiu da 20ª posição para a 179ª, na lista com 182 países.
Para a CNI, as empresas que não fazem investimentos no exterior reduzem a produtividade e as exportações, perdem acesso à mão de obra qualificada, à tecnologia e à inovação.
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Inflação avança nas principais capitais do país

Economia



Inflação avança nas principais capitais do país
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/inflacao-avanca-nas-principais-capitais-do-pais
Jan 16th 2014, 09:10

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,85% na segunda prévia de janeiro, taxa que é 0,12 ponto percentual (p.p.) maior do que a variação medida na primeira prévia de janeiro (0,73%). Cinco dos oito grupos pesquisados tiveram acréscimos, com destaque para educação, leitura e recreação, que teve alta de 2,32% ante 1,03%.
A pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que a maior pressão foi constatada nos cursos formais, com os preços reajustados, em média, em 4,71% ante 1,41%.
Em despesas diversas, a taxa subiu de 0,7% para 1,18%, ainda sob influência dos cigarros que ficaram 2,35% mais caros ante uma elevação de 1,26%. No grupo alimentação, o índice teve ligeira alta, passando de 1,04% para 1,08%, puxado pelas refeições fora de casa com alta de 0,86%. Em habitação,, a taxa oscilou em 0,47% ante 0,43% e entre as principais elevações de preços nesse grupo estão os equipamentos eletrônicos (de 0,17% para 0,35).
Embora o Grupo Comunicação tenha indicado queda de 0,03%, o movimento é de retomada de aumento de preços, já que na pesquisa passada, o índice havia recuado 0,10%. Nesse caso, o que ocorreu foi uma recuperação de preços nos pacotes de telefonia fixa e internet. Em média, a cobrança por esses serviços indica queda de 0,32%, mas na primeira prévia de janeiro, custava 0,86% menos do que no fechamento de dezembro.
Dois grupos apresentaram decréscimos: transportes (de 1,16% para 1,12%) com a acomodação de preços da gasolina (de 3,2% para 2,3%) e vestuário (de 0,37% para 0,18%).
Já em saúde e cuidados pessoais, foi mantida a mesma variação da primeira prévia - 0,47%. Ao mesmo tempo em que ocorreu um aumento no valor das consultas médicas (de 0,39% para 1,34%), diminuiu o ritmo de elevação no segmento dos artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,4% para 0,3%).
Os cinco itens que mais contribuíram para a inflação nesse período, do último dia 7 de janeiro ao dia 15, foram: gasolina (de 3,2% para 2,3%); curso de ensino superior (de 0,96% para 4,28%); refeições em bares e restaurantes (de 0,57% para 0,68%); aluguel residencial (de 1,07% para 0,98%) e curso de ensino fundamental (de 1,7% para 5,16%).
Edição: Graça Adjuto
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Vendas no comércio varejista crescem 0,7% entre outubro e novembro, diz IBGE

Economia



Vendas no comércio varejista crescem 0,7% entre outubro e novembro, diz IBGE
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/vendas-no-comercio-varejista-crescem-07-entre-outubro-e-novembro-diz-ibge
Jan 16th 2014, 09:32

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – As vendas no comércio varejista cresceram 0,7% na passagem de outubro para novembro de 2013. Essa é a nona alta consecutiva do indicador. O crescimento da receita nominal foi de 1,1%, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação de novembro de 2013 com o mesmo período do ano anterior, as altas foram 7% no volume de vendas e 13,8% na receita nominal. No acumulado do ano, houve incremento de 4,3% no volume e 12% na receita, enquanto no acumulado de 12 meses, os crescimentos foram 4,4% e 11,9%.
Na passagem de outubro para novembro, o volume de vendas cresceu em sete dos oito segmentos do comércio varejista. A exceção foi o setor de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, que teve queda de 2,1%.
As maiores altas foram observadas nos setores de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1,6%), móveis e eletrodomésticos (1,5%) e tecidos, vestuário e calçados (1,5%). Também tiveram crescimento os segmentos de combustíveis e lubrificantes (1,1%), supermercados, alimentos e bebidas (1,1%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,7%) e livros, jornais, revistas e papelaria (0,6%).
Considerando também os segmentos de veículos e peças e de materiais de construção, o chamado varejo ampliado, o crescimento total do volume de vendas foi 1,3%. Os veículos, motos, partes e peças tiveram alta de 2,5%, enquanto as vendas dos materiais de construção cresceram 0,5%.
Edição: Denise Griesinger

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Fiesp e sindicalistas criticam alta na Selic

15 de janeiro de 2014

Economia



Fiesp e sindicalistas criticam alta na Selic
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Jan 15th 2014, 21:05


Daniel Mello

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) criticou o aumento da taxa básica de juros (Selic) anunciado hoje (15) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A taxa subiu 0,5 ponto percentual e chegou a 10,5% ao ano. "A inflação precisa ser contida, mas é necessário buscar alternativas para combatê-la que não penalizem tanto a atividade econômica e a vida das empresas e das pessoas", ressaltou, em nota, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.
O presidente da entidade destacou que, apesar do crescimento em 2013, a indústria ainda não se recuperou da retração registrada em 2013. "Com este novo aumento da taxa Selic, 2014 começa mal, indicando que a esperada retomada da indústria ficará para depois. O Brasil não pode esperar. Precisamos nos libertar da política exclusiva de aumento de juros e ter como novo foco o crescimento econômico", disse.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) também se manifestou contra o aumento. Para o presidente da confederação, Carlos Cordeiro, não havia necessidade da medida que deverá reduzir o desempenho da economia. "Se a inflação está controlada, não há motivos que justifiquem o pessimismo sobre os rumos da economia em 2014, como alardeiam as vozes enlouquecidas do mercado para pressionar o governo e levar vantagens juros ainda mais altos encarecerão o crédito, freando a produção, o consumo e a geração de empregos e renda", declarou.
Para a Força Sindical, a elevação dos juros pode contribuir para o fechamento de postos de trabalho. "Os resultados da indústria em 2013 foram decepcionantes, a produção industrial andou de lado, e nem ao menos recuperou a queda de 2012 (-2,7%). Essa mesma indústria, que tem um papel de dinamismo na economia, apresentou em 2013 o maior déficit comercial da história. Por outro lado, os trabalhadores já sentem os impactos dessa estagnação com a perda de empregos", disse o presidente da central sindical, Miguel Torres.

Edição: Aécio Amado
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Firjan pede mudanças na política econômica do governo

Economia



Firjan pede mudanças na política econômica do governo
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-15/firjan-pede-mudancas-na-politica-economica-do-governo
Jan 15th 2014, 20:58


Douglas Corrêa

Repórter da Agência Brasil
io de Janeiro - A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de elevar em 0,5 ponto percentual, a taxa básica de juros da economia (Selic), pela sétima vez consecutiva, que passou para 10,50% ao ano, o Sistema Firjan diz, em nota, que "esse cenário não deixa dúvidas a respeito da necessidade de alterações na política econômica em curso".
A economia brasileira, de acordo com a Firjan, conviveu no ano passado com um quadro de baixo crescimento e inflação acima da meta estabelecida. Para 2014, as expectativas indicam um resultado ainda menor para o Produto Interno Bruto (PIB) e uma inflação mais elevada.
"Definitivamente, a solução não passa por mais juros e menos superávit primário. Por isso, o Sistema Firjan insiste na importância da adoção de uma política fiscal norteada pela redução dos gastos correntes e que efetivamente reduza a pressão exercida pelo consumo do governo sobre a inflação. Caso contrário, dificilmente o país poderá conviver com a tão almejada combinação de crescimento econômico e inflação controlada", diz a nota.

Edição: Aécio Amado
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Copom eleva taxa básica de juros para 10,50% ao ano

Economia



Copom eleva taxa básica de juros para 10,50% ao ano
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-15/copom-eleva-taxa-basica-de-juros-para-1050-ao-ano
Jan 15th 2014, 20:12

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou hoje (15) a taxa básica de juros (Selic) de 10% para 10,50% ao ano. Foi o sétimo aumento seguido de abril do ano passado até hoje. De outubro de 2012 a abril de 2013 a taxa permaneceu em 7,25%, no nível mais baixo desde que o Copom foi criado, em junho de 1996.
Ao final da primeira reunião do ano, o Copom divulgou que "dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013, decidiu por unanimidade elevar a Selic em 0,50 ponto percentual, para 10,50% ao ano, sem viés".
A elevação da Selic era esperada pelos analistas financeiros, de acordo com o boletim Focus divulgado na última segunda-feira (13) pelo BC, uma vez que as atas das últimas reuniões do Copom sinalizaram a tendência de manutenção do processo de aperto monetário.
Havia divergências, porém quanto à dosagem. Uns falavam em aumento de 0,5 ponto percentual, por causa do repique da inflação de dezembro, que chegou a 0,92%, enquanto outros defendiam 0,25 ponto percentual como sinalização de que a autoridade monetária está atenta às pressões inflacionárias.



Hoje, o colegiado de diretores do BC reafirmou a disposição de dar continuidade à elevação da taxa de juros para conter a demanda consumista no mercado doméstico e impedir o avanço da inflação, que fechou 2013 com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulando 5,91%. Acima, portanto, dos 5,84% do ano anterior.
A taxa básica de juros do Brasil já era a mais alta do mundo, e hoje aumentou mais um pouco, com impacto imediato na dívida pública. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), cada ponto percentual de subida na Selic equivale a acréscimo aproximado de R$ 6 bilhões/ano na dívida.
A taxa Selic cresceu 3,25 pontos percentuais de abril de 2013 até hoje. Evoluiu de 7,25% para os atuais 10,50%, e as expectativas dos analistas financeiros apontam para mais aumentos, "embora todos saibam que juros altos reduzem o consumo, mas também inibe os investimentos privados, necessários para a recomposição do parque industrial e geração de mais empregos", de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Edição: Aécio Amado
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Redução dos juros depende de controle dos gastos públicos, segundo CNI

Economia



Redução dos juros depende de controle dos gastos públicos, segundo CNI
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Jan 15th 2014, 20:50


Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) entende que a inflação vai continuar sendo o foco das preocupações da equipe econômica do governo em 2014, mas sugere que o combate ao aumento do custo de vida deve começar por uma "política fiscal mais ativa, com controle rigoroso dos gastos correntes", em vez da elevação da taxa básica de juros.
Na avaliação da indústria, ao optar por mais um acréscimo de 0,5 ponto percentual, aumentando a Selic de 10% para 10,50% ao ano, o sétimo reajuste consecutivo desde abril do ano passado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) não dá sinais sobre o fim do ciclo de aperto na política monetária. Tanto que os analistas financeiros já esperavam o aumento, como mostrou o boletim Focus divulgado na última segunda-feira (13) pelo BC.
A CNI alerta que a inflação continuará sendo foco de preocupação em 2014, não só pelo elevado patamar dos últimos meses, mas, principalmente, porque o governo recorreu, no ano passado, ao controle dos preços administrados (tarifas de transporte e energia elétrica) e à redução da cesta básica. "Mecanismos de controle da inflação, que dificilmente poderão ser repetidos com a mesma intensidade neste ano", diz a nota da entidade.
Assim que o Copom divulgou o aumento da Selic, o vice-presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef) de São Paulo, Keyler Carvalho Rocha, divulgou nota na qual diz que "a inflação ainda não está contida", e essa é a principal justificativa para o BC manter o aperto monetário. Ele acredita que na próxima reunião do Copom (dias 25 e 26 de fevereiro) haverá mais um acréscimo de 0,25 ponto percentual na taxa.

Edição: Aécio Amado
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Especialistas e engenheiros discutem se resolução da ANTT põe em risco patrimônio público

Economia



Especialistas e engenheiros discutem se resolução da ANTT põe em risco patrimônio público
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Jan 15th 2014, 19:56

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Especialistas e engenheiros debateram hoje (15), no Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro, se a Resolução 4.131/2013, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) põe em risco o patrimônio público. Uma das possibilidades discutidas é que as ferrovias devolvidas ao poder público pela norma sejam aproveitadas com o transporte de passageiros.
A Resolução 4.131, de 3 de julho de 2013, autoriza a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) a devolver ao poder público 742 quilômetros (kms) de trechos ferroviários antieconômicos e 3.247 kms de trechos considerados economicamente viáveis que, de acordo com o Programa de Investimentos em Logística (PIL), darão lugar a novos traçados.
O engenheiro Mauro Simões, especialista em regulação, que representou o presidente da ANTT no evento, disse à Agência Brasil que as linhas que serão devolvidas foram concedidas na década de 1990, dentro de uma modelagem exclusiva para transporte de carga, concebida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo Simões, as linhas poderão ser aproveitadas para outras finalidades, como transporte de passageiros, por exemplo, desde que haja manifestação de investidores interessados e com capacidade de fazer a prestação desse serviço público, com qualidade, tarifas que garantam o equilíbrio financeiro do negócio e, principalmente, com eficiência e competência. "A ferrovia não aceita improvisações".
O engenheiro reiterou que havendo demonstração de interesse, os cerca de 4 mil kms da malha ferroviária a serem devolvidos podem voltar a ser licitados. "Por isso, a agência faz audiências públicas, coleta de subsídios no Brasil inteiro". Em 2013, foram feitas duas audiências públicas sobre o tema e estão previstas mais audiências.
O representante da ANTT informou que alguns trechos que já foram classificado como antieconômicos, para os quais não houve manifestação de interesse e estão de posse do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Simões acrescentou que a devolução dos trechos ferroviários estava prevista no contrato de concessão dos trechos ferroviários.
Para o economista Antônio Pastori, da Associação Fluminense de Preservação Ferroviária (AFPF), a ANTT deveria ter dedicado mais tempo para aumentar o espaço de discussões. No próximo dia 31, encerram-se as reuniões participativas para a agência receber contribuições sobre a devolução dos trechos ferroviários que fazem parte da Resolução 4.131.
Pastori disse à Agência Brasil que , quando a FCA arrematou a malha de 8 mil kms, "na verdade, ela só estava operando a metade". "Se a agência [ANTT] despertasse antes, os outros 4 mil kms poderiam ter sido entregues à iniciativa privada para operar esses trechos com trens turísticos, com trens de carga para pequenas distâncias. O resultado foi que parte desses trechos se deteriorou. E, agora, o governo federal, com base no PIL, está tentando fazer um novo redesenho em cima disso".
Pastori apontou outra falha. "Embora o projeto do PIL seja correto, amplie o setor ferroviário em 11 mil kms, esquece de uma coisa importante, que são os passageiros. E nós precisamos revitalizar o transporte de passageiros no país, porque as estradas estão congestionadas, estão morrendo por ano cerca de 50 mil pessoas, os prejuízos anuais com os acidentes somam R$ 40 bilhões pelos cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada [Ipea]", disse.
Segundo o economista, o governo está dando muita atenção para a ferrovia de carga e a ferrovia voltada para a exportação. "O passageiro e a carga geral vão continuar brigando na estrada, com engarrafamentos". Ele defendeu que o debate sobre a devolução dos trechos ferroviários deveria ser ampliado "e não bater o martelo no dia 31".
Pela devolução dos trechos, a FCA deverá pagar R$ 780 milhões como indenização. Os recursos, porém, não serão pagos em espécie, mas sim aplicados sob a forma de novos investimentos ferroviários.

Edição: Fábio Massalli
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Débito não autorizado é a principal reclamação dos clientes de banco

Economia



Débito não autorizado é a principal reclamação dos clientes de banco
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Jan 15th 2014, 12:26

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O débito não autorizado em conta foi a principal reclamação registrada por clientes no Banco Central (BC), em dezembro de 2013. Do total de 2.508 irregularidades, 444 são sobre o débito não autorizado. Em novembro, essa também era a principal reclamação, com 440 do total de 2.303 irregularidades.
Foram registradas no BC 125 reclamações sobre os débitos não autorizados feitos pela Caixa. No Banco do Brasil o número ficou em 111 e no Santander, 99. Os resultados divulgados levam em conta bancos com mais de 1 milhão de clientes.
Em segundo lugar na lista de principais irregularidades, está a cobrança de tarifas por serviços não contratados pelos clientes, no total de 335 casos. Em seguida vêm as reclamações por prestação irregular do serviço de conta-salário (231).
No mês passado, no ranking de reclamações com resultado ponderado pelo número de clientes por instituição, o HSBC ficou em primeiro lugar. Foram consideradas procedentes 127 reclamações. Em seguida vem o Santander, com 402 casos. No terceiro lugar ficou o Banco do Brasil (463 reclamações).
A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no BC e as reclamações ajudam na fiscalização e regulação do Sistema Financeiro Nacional. Entretanto, o BC recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) da instituição financeira.
Se o problema não for resolvido, o cidadão pode ainda recorrer à ouvidoria da instituição, que terá prazo máximo de 15 dias para apresentar resposta. Os clientes bancários também podem buscar atendimento no Procon e recorrer ao Poder Judiciário.
Edição: Davi Oliveira // Atualizada às 13h para acrescentar informação sobre a metodologia da pesquisa (bancos com mais de 1 milhão de clientes)
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Fluxo cambial do país permanece com déficit em janeiro

Economia



Fluxo cambial do país permanece com déficit em janeiro
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Jan 15th 2014, 12:50

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O saldo da entrada e saída de dólares do país continua negativo neste início de ano. Em janeiro, até o dia 10, o déficit ficou em US$ 1,217 bilhão, de acordo com os dados divulgados semanalmente pelo Banco Central.
No ano passado, o país enviou mais dólares para o exterior do que recebeu. O saldo negativo ficou em US$ 12,261 bilhões, contra o resultado positivo de US$ 16,753 bilhões, em 2012.
Neste mês, até a última sexta-feira (10), o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou negativo em US$ 1,045 bilhão, enquanto o comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) teve déficit de US$ 172 milhões.
Edição: Davi Oliveira
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Pesquisa indica queda de 3% na intenção de consumo das famílias em janeiro

Economia



Pesquisa indica queda de 3% na intenção de consumo das famílias em janeiro
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Jan 15th 2014, 11:56

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A intenção de consumo das famílias brasileiras caiu 3% em janeiro deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa divulgada hoje (15) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). De acordo com análise da entidade, a queda foi provocada principalmente pela menor disposição em comprar bens duráveis, já que este indicador teve recuo de 14,1%.
Outros indicadores que contribuíram para a queda foram menor intenção de compra a prazo (-7,3%), a perspectiva profissional (-3,2%), o emprego atual (-1,1%) e o nível de consumo atual (-0,5%).
Por outro lado, alguns indicadores contribuíram para evitar uma queda maior da intenção de consumo das famílias: a renda atual, que avançou 0,4%, e a perspectiva de consumo, que cresceu 4,4%. A intenção de consumo caiu mais entre os consumidores com mais de dez salários mínimos (-5,4%). Entre os consumidores com até dez salários mínimos, caiu menos (-2,5%).
Edição: Davi Oliveira
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Petrobras amplia reservas de petróleo no Brasil em 1,5%

Economia



Petrobras amplia reservas de petróleo no Brasil em 1,5%
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Jan 15th 2014, 11:18

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A Petrobras ampliou em 1,5% suas reservas de petróleo e gás natural no Brasil em 2013. Em nota divulgada na noite de ontem (14), a estatal informou que se apropriou de reservas equivalentes a 1,09 bilhão de barris.
Ao descontar as vendas nas participações de blocos (45 milhões de barris) e a produção nacional de petróleo no ano (800 milhões), a empresa conseguiu agregar às suas reservas 244 milhões de barris. O volume é equivalente a 110 dias de produção, considerando a média de 2,2 milhões de barris diários de 2013.
Com o aumento, a empresa agora tem uma reserva provada de 15,97 bilhões de barris no Brasil. A apropriação de novas reservas foi conseguida devido, principalmente, à declaração de comercialidade de duas áreas da cessão onerosa do pré-sal da Bacia de Santos: os campos de Búzios (antes conhecido como área de Franco) e Sul de Lula (antiga área Sul de Tupi).
No exterior, a Petrobras se apropriou de reservas equivalentes a 52 milhões de barris, volume insuficiente para repor suas vendas de ativos e produção, de 172 milhões de barris. Com isso, as reservas internacionais de petróleo da estatal caíram de 711 milhões de barris em 2012 para 592 milhões em 2013.
Edição: Graça Adjuto
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Mato Grosso está em estado de emergência fitossanitária

Economia



Mato Grosso está em estado de emergência fitossanitária
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-15/mato-grosso-esta-em-estado-de-emergencia-fitossanitaria
Jan 15th 2014, 10:33

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Agricultura determinou estado de emergência fitossanitária no estado de Mato Grosso. A medida foi tomada devido ao ataque da praga Helicoverpa Armigera em áreas de produção agrícola. Com a declaração de estado de emergência, será implementado o plano de supressão da praga. A medida vale por um ano e foi adotada por meio de portaria publicada na edição de hoje (15) do Diário Oficial da União.
Outra portaria altera as regras de importação de produtos agrotóxicos, que tenham como ingrediente ativo a substância Benzoato de Emamectina para fins de contenção da praga Helicoverpa Armigera.
De acordo com essa portaria, para importar o produto é necessário o registro ou a autorização expedida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Também é preciso registro do estabelecimento do importador no órgão competente, no estado ou no Distrito Federal. A Secretaria de Defesa Agropecuária do ministério emite a autorização emergencial e temporária para a importação do produto.
A portaria também estabelece que, para quantificar o volume a ser importado de Benzoato de Emamectina, o órgão estadual de defesa agropecuária apresentará para o ministério a estimativa de área a ser plantada no período de validade da emergência, com identificação das culturas agrícolas hospedeiras da praga.
O controle de estoque, armazenamento e distribuição do Benzoato de Emamectina será de responsabilidade do importador. Para a importação, o interessado deve procurar a Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do ministério, no estado onde estiver ocorrendo a emergência fitossanitária.
Edição: Marcos Chagas
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Tocantins voltará a plantar algodão transgênico

Economia



Tocantins voltará a plantar algodão transgênico
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Jan 15th 2014, 10:04

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O estado do Tocantins foi autorizado a plantar algodão transgênico. A Portaria nº 30, publicada hoje (15) no Diário Oficial da União, retira o estado da Zona de Exclusão de plantio de algodão geneticamente modificado. O Tocantins foi incluído nessa zona por meio da Portaria nº 21, de 13 de janeiro de 2005.
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) elaborou um parecer técnico para retirar o estado da Zona de Exclusão, aprovando a medida. De acordo com a Secretaria de Agricultura e Pecuária do Tocantins, a autorização foi expedida após pedido do governo estadual. Com a medida, a secretaria espera ampliar a produção de 5 mil para 40 mil hectares este ano.
Para pedir a autorização, o governo estadual argumentou que a ampliação do plantio de algodão pode contribuir para o desenvolvimento regional e para controlar a presença da lagarta Helicoverpa Armigera, que devasta as lavouras.
Em 2005, quando foi definida a Zona de Exclusão, o objetivo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) era preservar a cultura de algodão nativo e selvagem no país, evitando cruzamentos. Mas, na época, foram definidas as áreas que poderiam ser incluídas ou retiradas da Zona de Exclusão.
Edição: Marcos Chagas
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