Restos a pagar crescem 23,6% e totalizam R$ 218,4 bilhões em 2014

8 de janeiro de 2014

Economia



Restos a pagar crescem 23,6% e totalizam R$ 218,4 bilhões em 2014
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-08/restos-pagar-crescem-236-e-totalizam-r-2184-bilhoes-em-2014
Jan 8th 2014, 18:07


Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Orçamento de 2014 contará com o reforço de R$ 218,4 bilhões de verbas de anos anteriores, informou hoje (8) a Secretaria do Tesouro Nacional. O montante refere-se aos restos a pagar disponíveis para este ano. O valor é 23,6% maior que o do ano passado, que ficou em R$ 176,7 bilhões.
Apesar de os restos a pagar superarem os R$ 200 bilhões, o governo só tem à disposição R$ 33,6 bilhões de anos anteriores para gastar imediatamente. Este é o volume de restos a pagar processados, verbas que passaram pela fase de liquidação e podem ser executadas a qualquer momento. Os R$ 184,8 bilhões restantes referem-se aos não processados, despesas que só passaram pela etapa de empenho (autorização) e podem ser canceladas.
De acordo com o Tesouro Nacional, os restos a pagar processados cresceram 27,8% e os restos a pagar não processados aumentaram 22,8% em relação a 2013. Segundo o órgão, o ritmo de crescimento é normal em relação aos anos anteriores e não há descontrole por parte da equipe econômica.
"Não houve crescimento estrondoso da rubrica de restos a pagar nem qualquer alteração de procedimento que implicasse em postergação de despesas do exercício de 2013 para 2014", informou o Tesouro. De acordo com a secretaria, a inscrição dos restos a pagar processados decorre basicamente de despesas de dezembro que ficaram para janeiro, como o pagamento de benefícios da Previdência Social nos cinco primeiros dias úteis do mês seguinte ao mês de referência.
Edição: Aécio Amado
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Embalagens e insumos complementares são incluídos no Cartão BNDES

Economia



Embalagens e insumos complementares são incluídos no Cartão BNDES
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-08/embalagens-e-insumos-complementares-sao-incluidos-no-cartao-bndes
Jan 8th 2014, 17:28


Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A inclusão de embalagens prontas entre os itens que podem ser adquiridos pelas micro e pequenas empresas por meio do Cartão BNDES, no portal de operações do banco pela internet (www.cartaobndes.gov.br), foi avaliada como positiva pelo secretário executivo da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro (Facerj), Lédio Alencar Ferreira.
"Eu acho muito bom", disse Ferreira. Ele ressaltou que "tudo que puder fomentar o desenvolvimento das micro e pequenas empresas é uma coisa muito positiva". Segundo o dirigente da Facerj, o Cartão BNDES é um instrumento bastante utilizado por esse segmento econômico.
A iniciativa foi anunciada hoje (8) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que incluiu ainda como itens financiáveis pelo cartão os insumos complementares para identificação, proteção e fechamento de embalagens, com o objetivo de estimular a cadeia produtiva do setor, segundo informou a assessoria de imprensa da instituição.
O Cartão BNDES é uma linha de crédito rotativa e pré-aprovada, criada pelo banco há mais de 11 anos, e direcionada para micro, pequenas e médias empresas, que podem comprar máquinas e equipamentos na internet, em condições facilitadas.
O limite de crédito é até R$ 1 milhão por cartão. Atualmente, são emissores do Cartão BNDES o Bradesco, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o Banrisul, o Itaú, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
A taxa de juros deste mês é 0,97% e o pagamento pode ser feito em até 48 prestações mensais fixas, sem cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
De acordo com o BNDES, até hoje foram emitidos 620 mil cartões em todo o país, totalizando mais de R$ 37 bilhões em limite de crédito pré-aprovado para investimentos. Cerca de 236 mil itens estão disponíveis para compra por meio do cartão.
Edição: Aécio Amado
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Juros do cheque especial e empréstimo pessoal recuam em 2013, aponta Procon

Economia



Juros do cheque especial e empréstimo pessoal recuam em 2013, aponta Procon
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Jan 8th 2014, 15:45

Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – As taxas médias de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal em 2013 reduziram na comparação com o ano anterior, aponta pesquisa divulgada hoje (8) pelo Procon-SP. No caso dos empréstimos, a taxa média ficou em 5,27% ao mês, uma queda de 0,27 ponto percentual em relação à de 2012. No cheque especial, a taxa de 8,02% ao mês representa um recuo de 0,57 ponto percentual.
O comparativo anual é feito com base na pesquisa mensal do Procon, que capta as taxas de juros máximas praticadas por sete instituições financeiras, sendo considerado o perfil de um cliente pessoa física não preferencial. O período considerado é o de 12 meses para o prazo do contrato do empréstimo pessoal e de 30 dias para o cheque especial. Os bancos pesquisados são: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.
O banco que apresentou a maior taxa média anual de empréstimo pessoal foi o Bradesco, com 6,22% ao mês. A menor taxa, por sua vez, foi adotada pela Caixa Econômica Federal, com 3,60% ao mês, uma diferença de 2,62 pontos percentuais em comparação ao maior valor. Em relação ao cheque especial, o maior juro médio anual foi do Santander, com 10,09% ao mês. O menor, nessa modalidade, também foi o da Caixa Econômica, com 4,32% ao mês.
De acordo com o Procon, diferentemente de 2012, o movimento das taxas médias mensais, nas duas categorias, apresentou estabilidade. Até julho, não houve muita oscilação, com altas "pouco expressivas". A partir de outubro, no entanto, o cheque especial registrou maior tendência de alta, comparando-se com o empréstimo pessoal. A análise do órgão aponta que o comportamento das taxas de juros acompanhou o movimento da taxa básica de juros da economia (Selic) ao longo do ano.
O empréstimo para pessoa física registrou taxas médias mensais menores do que as de 2012. No início de 2013, as taxas apresentaram certa estabilidade. De abril a maio, observou-se leve recuo até chegar ao patamar de 5,30% ao mês em dezembro. O cheque especial, até agosto de 2013, apresentou taxas menores em relação a igual período de 2012. A partir de então, o movimento foi alto. Em dezembro, atingiu a maior taxa média do ano, com 8,33% ao mês.


Edição: Carolina Pimentel
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Brasil registra em 2013 a maior saída de dólares desde 2002

#Câmbio


Brasília – O país enviou mais dólares para o exterior do que recebeu em 2013. O saldo negativo da entrada e saída de dólares do país ficou em US$ 12,261 bilhões. Em 2012, o saldo ficou positivo em US$ 16,753 bilhões.

Desde 2008 (US$ 983 milhões), início da crise financeira internacional, o país não registrava saldo negativo. E o de 2013 é o maior desde 2002 (US$ 12,989 bilhões), ano de tensão na economia por causa das eleições. Os dados foram divulgados hoje (8) pelo Banco Central (BC).

No ano passado, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) foi responsável pelo saldo negativo do fluxo cambial. O segmento registrou saldo negativo de US$ 23,396 bilhões, contra o resultado positivo de US$ 8,380 bilhões em 2012.

Já o fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) apresentou saldo positivo de US$ 11,136 bilhões contra o superávit de US$ 8,373 bilhões em 2012.
Em dezembro, o fluxo cambial ficou negativo em US$ 8,780 bilhões, o maior resultado negativo desde setembro de 1998 (US$ 18,919 bilhões). Em dezembro de 2012, o saldo ficou negativo em US$ 6,755 bilhões. No mês passado, o fluxo financeiro ficou negativo em US$ 6,898 bilhões. O comercial também registrou déficit, de US$ 1,881 bilhão.

Nos dois primeiros dias úteis deste ano, o fluxo cambial continuou negativo, registrando saldo de US$ 480 milhões. O fluxo financeiro (US$ 246 milhões ) e o comercial (US$ 234 milhões) ficaram negativos nos dias 2 e 3 deste mês.

O BC também informou que os bancos fecharam 2013 com posição de câmbio vendida, o que indica expectativa de queda do dólar, em US$ 18,124 bilhões.


Matéria: Agência Brasil

Avaliação do mercado de trabalho atual piora, mas expectativa para o futuro melhora

Economia



Avaliação do mercado de trabalho atual piora, mas expectativa para o futuro melhora
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-08/avaliacao-do-mercado-de-trabalho-atual-piora-mas-expectativa-para-futuro-melhora
Jan 8th 2014, 10:07

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A avaliação do mercado de trabalho pelo consumidor brasileiro piorou 1,2% em dezembro de 2013, na comparação com o mês anterior, segundo o Indicador Coincidente de Desemprego da Fundação Getulio Vargas (FGV). O dado foi divulgado hoje (8).
A avaliação piorou mais entre os consumidores com renda familiar entre R$ 2.100 e R$ 4.800,00 (4,2%).
Por outro lado, o Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), que tenta antecipar os rumos do mercado de trabalho nos próximos meses, avançou 2,1% entre novembro e dezembro. O indicador é calculado com base em avaliações de consumidores e de empresários da indústria e da área de serviços.
A alta do Iaemp foi provocada principalmente pela melhora da expectativa dos empresários de serviços em relação à tendência dos negócios (com alta de 5,6%) e pelo aumento do grau de satisfação com a situação atual dos negócios da indústria (5,2%).
Edição: Graça Adjuto
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Produção cai em 14 dos 27 ramos da indústria

Economia



Produção cai em 14 dos 27 ramos da indústria
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-08/producao-cai-em-14-dos-27-ramos-da-industria
Jan 8th 2014, 10:45

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O resultado negativo da produção industrial de novembro sobre outubro foi acompanhado por 14 dos 27 ramos pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (8) a Pesquisa Industrial Mensal. O levantamento destaca a queda da indústria de veículos automotores, de 3,2%, como uma das que mais influenciaram a retração mensal de 0,2%.
A indústria de veículos automotores teve em novembro o segundo resultado negativo seguido e, em apenas dois meses, acumula queda de 6,6%. Na soma de agosto e setembro, o setor cresceu 9,1%.
Outros setores que pesaram para a queda mensal sobre outubro foram máquinas e equipamentos (-3%), edição, impressão e reprodução de gravações (-5,3%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalar, ópticos e outros (-16,0%), indústrias extrativas (-3,1%) e produtos de metal (-3,4%).
Em sentido inverso, a indústria farmacêutica foi a que mais freou a queda, com alta de 9,6%. A indústria de refino de petróleo e produção de álcool subiu 4% e também teve papel positivo, assim como a de outros produtos químicos (3,3%) e a de metalurgia básica (3,1%). A de alimentos, com alta de 0,5%, também está nesse grupo.
Na comparação com o mês de novembro de 2012, 15 dos 27 ramos tiveram aumento da produção, assim como a taxa geral, que subiu 0,4%. Com a expansão na produção de gasolina automotiva, óleo diesel e outros óleos combustíveis, a atividade com a mais forte influência positiva foi a de refino de petróleo e produção de álcool, com 10,8%.
Os ramos de outros produtos químicos (alta de 5,3%), máquinas e equipamentos (elevação de 4,7%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (crescimento de 15,8%) também se destacaram. Entre os produtos que mais contribuíram com a demanda estão os ligados à atividade agrícola: herbicidas, inseticidas para uso agrícola e máquinas para colheita.
A atividade que mais influenciou negativamente a comparação interanual foi a de bebidas, com queda de 11,2% constatada na redução de refrigerantes, cerveja, chopes e xaropes para refresco. A indústria de edição, impressão e reprodução de gravações caiu 10,2%, com recuo em livros, jornais, revistas e CDs, e a de alimentos, 2,9%, com menos sucos concentrados de laranja, açúcar cristal, sorvetes e picolés.
Em 2013, a indústria de veículos automotores acumula a maior das altas, de 9%, enquanto a de edição, impressão e reprodução de gravações teve a maior queda, de 10,2%.
Edição: Talita Cavalcante
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Bens de capital puxam queda da indústria em novembro

Economia



Bens de capital puxam queda da indústria em novembro
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Jan 8th 2014, 09:53

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A queda de 0,2% na produção industrial brasileira em novembro, na comparação com outubro, foi concentrada na indústria de bens de capital, divulgou hoje (8) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Enquanto as outras categorias de uso tiveram alta, a de bens de capital sofreu retração de 2,6%, eliminando parte do ganho de 6,3% acumulado entre agosto e outubro.
A categoria de uso que teve maior crescimento foi a de bens intermediários, em que a variação registrada chegou a 1,2%. Cresceram também os bens de consumo (0,5%) – tanto os duráveis quanto os semiduráveis e os não duráveis apresentaram alta de 0,3%.
Quando a comparação é feita com o mesmo mês de 2012, a situação se inverte. Os bens de capital crescem 9,6%, os intermediários, 1,3%, e os de consumo registram queda de 2,2%, concentrada mais nos bens de consumo duráveis (-4,1%) do que nos semiduráveis e não duráveis (-1,6%).
A indústria de bens de capital também lidera as duas modalidades de crescimento acumulado. Nos 11 meses de 2013, o avanço chega a 14,2%, enquanto nos últimos 12 meses, o que também inclui dezembro de 2012, a alta alcança 11,6%.
Os bens intermediários não cresceram no acumulado de 12 meses. Já no ano de 2013, o comportamento também foi praticamente estável, com 0,2% de alta.
Os bens de consumo não tiveram variação em 2013 e registraram queda de 0,1% em 12 meses. Os resultados negativos foram registrados nos bens semiduráveis e não duráveis, com -0,4% nas duas taxas acumuladas. Os duráveis cresceram 1,2% em 2013 e 0,8% em 12 meses.
Edição: Talita Cavalcante
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Cigarros, educação e alimentos elevam custo de vida nas principais capitais

Economia



Cigarros, educação e alimentos elevam custo de vida nas principais capitais
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Jan 8th 2014, 09:30

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O ano de 2014 começou com mais pressão sobre o bolso do consumidor, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), que apresentou alta de 0,73% na primeira prévia do mês ante um aumento de 0,69% na última apuração de 2013. O levantamento feito nas principais capitais do país pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que três dos oito grupos pesquisados tiveram acréscimos.
A maior influência partiu do grupo educação, leitura e recreação que passou de 0,47% para 1,03%. Esse avanço foi puxado pelos cursos formais, com elevação de 1,41% ante 0,02%. Também ocorreram acréscimos nos grupos alimentação (de 0,93% para 1,04%), com destaque para as frutas (de 3,66% para 5,31%), e despesas diversas (de 0,38% para 0,70%), sob o efeito dos cigarros que ficam 1,26% mais caros ante um aumento anterior de 0,55%.
O IPC-S só não subiu mais porque o ritmo de remarcações foi mais contido nos grupos habitação (de 0,51% para 0,43%); vestuário (de 0,50% para 0,37%); comunicação (de -0,07% para -0,10%); saúde e cuidados pessoais (de 0,53% para 0,47%) e transportes (de 1,20% para 1,16%).
Os itens que mais contribuíram para o aumento do índice foram: gasolina (de 3,93% para 3,20%); aluguel residencial (de 1,15% para 1,07%); etanol (de 4,12% para 4,59%); refeições em bares e restaurantes (de 0,41% para 0,57%) e tarifa de táxi (de 8,34% para 5,87%).
Edição: Graça Adjuto
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IBGE: produção industrial recua 0,2% em novembro

Economia



IBGE: produção industrial recua 0,2% em novembro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-08/ibge-producao-industrial-recua-02-em-novembro
Jan 8th 2014, 09:36

Vinícius Lisboa

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A produção industrial brasileira caiu 0,2% em novembro, na comparação com outubro, divulgou hoje (8) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado interrompe uma sequência de taxas positivas: agosto (0,2%), setembro (0,6%) e outubro (0,6%).
Na comparação com o mesmo mês de 2012, o total produzido pela indústria cresceu 0,4%, a terceira alta consecutiva. Apesar disso, a intensidade foi menor do que a registrada nos meses anteriores, pois outubro teve expansão de 1% e setembro, de 2%.
Nos 11 meses de 2013, a produção industrial acumula crescimento de 1,4% sobre 2012, e, nos três últimos meses pesquisados, a média móvel é 0,3%.
Ainda que a taxa tenha recuado em novembro, aumentou o índice acumulado nos últimos 12 meses. Enquanto em outubro a soma registrava alta de 0,9%, em novembro ela avançou para 1,1%, o mesmo aumento registrado em setembro.
Edição: Talita Cavalcante
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Inflação medida pelo IGP-DI fecha ano em 5,52%

Economia



Inflação medida pelo IGP-DI fecha ano em 5,52%
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Jan 8th 2014, 09:28

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) fechou o ano em 5,52%. A taxa é inferior à observada em 2012, quando o IGP-DI ficou em 8,1%. O dado foi divulgado hoje (8) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
A queda da inflação foi influenciada principalmente pelos preços no atacado, mas o varejo também registrou queda no ritmo de alta. O subíndice Preços ao Produtor Amplo, que analisa o atacado, teve taxa de 5,07% em 2013, ante inflação de 9,13% em 2012. Já o subíndice Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, passou de 5,74% para 5,63%.
Os preços da construção civil, no entanto, cresceram mais em 2013 do que no ano anterior. O subíndice de Custo da Construção passou de 7,12% para 8,09%.
Apesar de fechar o ano em queda, o IGP-DI do mês de dezembro (0,69%) foi superior ao observado em novembro (0,28%). A alta de dezembro foi influenciada pelos preços no atacado, que passaram de 0,12% em novembro para 0,78% em dezembro, e pelos preços no varejo, cuja taxa passou de 0,68% para 0,69%. A inflação na construção caiu de 0,35% para 0,1% no período.

Edição: Denise Griesinger

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Receita libera lote de restituições do IR retidas na malha fina

Economia



Receita libera lote de restituições do IR retidas na malha fina
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Jan 8th 2014, 06:21


Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Receita Federal libera da malha fina um lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2013. A consulta será disponibilizada hoje (8), a partir das 9h. Além das declarações de 2013, saíram da malha declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2012, 2011, 2010, 2009 e 2008.
Ao todo serão R$ 159,9 milhões para 73.581 contribuintes, que vão ser depositados no próximo dia 15. Parte dos recursos foi liberada prioritariamente para contribuintes idosos, com deficiência física ou mental ou moléstia grave, como determina a lei.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet, ou ligar para o Receitafone 146. O ógão disponibiliza ainda, para pessoas físicas, aplicativo para tablets e smarthphones que facilita a consulta a declarações do IR e à situação cadastral do CPF.
Os montantes de restituição para cada exercício e a respectiva taxa Selic aplicada podem ser acompanhados na tabela a seguir:

A Receita informou que, caso o valor não seja creditado, o contribuinte pode contactar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio dos telefones 4004-0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais localidades) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em qualquer banco.
Edição: Denise Griesinger
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