Azul apresenta preço de passagens na Copa a Gleisi

9 de janeiro de 2014

Economia



Azul apresenta preço de passagens na Copa a Gleisi
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-09/azul-apresenta-preco-de-passagens-na-copa-gleisi
Jan 9th 2014, 21:57

Paulo Victor Chagas

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, elogiou hoje (9) a decisão da empresa aérea Azul Linhas Aéreas de limitar os preços das passagens durante a Copa do Mundo a, no máximo, R$ 999. Segundo a ministra, o governo considera fundamental a perspectiva de ter equilíbrio no setor no período do Mundial.
"A atitude da Azul é colaborativa com a Copa e com o país, mas sobretudo é respeitosa com os consumidores", disse Gleisi, que se encontrou nesta tarde com o diretor de Relações Institucionais da Azul, Victor Celestino. O teto das passagens durante a Copa, que ocorre em junho e julho no Brasil, foi anunciado ontem (8) pelo presidente da empresa, David Neeleman.
Durante o encontro, Celestino informou à ministra que aguarda resposta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para o pedido de voos extras da empresa para os torcedores que vão acompanhar os jogos do evento esportivo. Segundo a assessoria de imprensa da Azul, a companhia solicitou 310 voos diários para atender às demandas da Copa. O número representa 30% dos cerca de 900 voos que a empresa faz diariamente.
A Anac analisa o pedido de alteração ou inclusão dos horários de partidas dos voos regulares da Azul e de outras companhias aéreas que fizeram a solicitação. O prazo para que a agência divulgue os resultados é o próximo dia 15. Caso responda negativamente aos pedidos, a Anac poderá também oferecer opções de horários, caso o aeroporto já não esteja plenamente ocupado. A partir do dia 16, a agência vai abrir novo processo para alocar horários de voos não regulares durante o período.

Edição: Fábio Massalli
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BNDES concede R$ 34,3 milhões para fomento da aquicultura

#Economia


Rio de Janeiro – Dois financiamentos, no valor global de R$ 34,3 milhões, serão concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) para o desenvolvimento de projetos de investimento produtivo na área aquícola, na região Centro-Oeste, por meio do Programa BNDES Pró-Aquicultura. O anúncio foi feito hoje (9), pela instituição.

O secretário de Infraestrutura e Fomento do Ministério da Pesca e Aquicultura, Eloy Araújo, considerou o financiamento do BNDES muito importante dentro do trabalho desenvolvido pela pasta, que elevou o consumo de pescado no país, ultrapassando, no ano passado, a meta prevista de aproximadamente 13 quilos por habitante/ano.

"Os números estão mostrando que a gente vai chegar a 14,4 quilos ou 14,5 quilos por habitante ao ano", disse o secretário à Agência Brasil. Esse é o total recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). "O Brasil tem conseguido, nos últimos três anos, crescer muito na produção de pescado, principalmente na aquicultura, já que na pesca extrativa a gente tem algumas limitações de frota antiga e de algumas espécies com problema de sub-exportação. Mas eu não tenho dúvidas que a gente tem como produzir muito pescado no Brasil e o ministério busca isso", disse.

O secretário salientou que o BNDES, atendendo à solicitação do ministério, elaborou um estudo sobre a cadeia da pesca "e entendeu a importância da piscicultura e da aquicultura no país como um negócio gerador de recursos e de empregos". Lembrou que o trabalho destaca a aquicultura "como um segundo pré-sal, considerando a capacidade que o Brasil tem de produzir proteína animal, notadamente do pescado". Embora admita que ainda há muito a ser feito, Eloy Araújo está convicto de que o Brasil alcançará o patamar de um dos maiores produtores de pescado do mundo.

Uma das empresas atendidas pelo empréstimo do BNDES é a Geneseas Aquacultura, situada em Aparecida do Taboado, em Mato Grosso do Sul, que receberá R$ 15,8 milhões para a implantação de dois centros de engorda de peixes e uma unidade industrial de abate, com produção total de 13,3 mil toneladas/ano.

A outra é a Delicious Fish Agroindústria e Comércio de Pescados, no município de Sorriso, em Mato Grosso, cujo financiamento é R$ 18,5 milhões. Os recursos serão investidos na ampliação das instalações produtivas de piscicultura. De acordo com o BNDES, a empresa desenvolve pesquisa controlada para o melhoramento genético e se tornou referência nacional em tecnologia relacionada à piscicultura.

O Pro-Aquicultura foi lançado pelo BNDES, em 2012, com orçamento de R$ 500 milhões e tem por objetivo fomentar a cadeia produtiva do pescado. O prazo de vigência do programa é até 31 de dezembro de 2017. O banco pode financiar até 80% dos investimentos das empresas por meio do Pro-Aquicultura e 100% por meio do Programa de Sustentação do Investimento, para a compra específica de máquinas e equipamentos.


Matéria: Agência Brasil

 

Conab estima produção de 46 a 50 milhões de sacas de café em 2014

#Economia


Brasília – A produção nacional de café (arábica e conilon) deve ficar entre 46,5 milhões a 50,1 milhões de sacas de 60 quilos já beneficiadas, informou hoje (9) a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ao divulgar 1º Levantamento da Safra 2014, feito entre os dias 1º e 14 de dezembro de 2013.

A safra anterior registrou 49,1 milhões de sacas. Minas Gerais foi responsável por 55,1% da produção nacional, seguida pelo Espírito Santo, com 24,8%.

A Conab informou ainda que a maior redução foi observada no café arábica, com queda entre 2% a 8,4%. A diminuição, constataram os técnicos da Conab, pode ser observada devido a uma menor área plantada, reflexo do preço da cultura para o produtor, além da inversão da bienalidade (prática que se caracteriza por safras altas alternadas com baixas) em algumas regiões, como na Zona da Mata mineira, e as adversidades climáticas, como a geada que atingiu o Paraná em 2013.

Já o tipo conilon apresentou aumento entre 5,5% e 16,2% em função da recuperação da produtividade. Na safra anterior, a produção sofreu prejuízos devido à forte estiagem ocorrida no Espírito Santo.

Estimada entre 35 milhões e 37,5 milhões de sacas, a produção de café arábica corresponde a 75,1% do volume total produzido no país, e tem como maior produtor o estado de Minas Gerais, com volume variando entre 25,6 milhões e 27,1 milhões de sacas. No caso do conilon, são 11,5 milhões a 12,6 milhões de sacas, que representam 24,9% do total nacional. O maior produtor é o Espírito Santo, com de 8,6 milhões a 9,5 milhões de sacas.

No país, o plantio do café deverá ocupar uma área total de 1,96 milhão de hectares, 3% inferior à safra passada, com uma redução de 61,04 mil hectares. Minas Gerais concentra a maior área plantada, com 1,01 milhão de hectares, predominando a espécie arábica, com 98,9% do total no estado, correspondente a 54,3% da área cultivada no país.


Matéria: Agência Brasil

Preço da cesta básica aumenta em 18 capitais do país

Economia



Preço da cesta básica aumenta em 18 capitais do país
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-09/preco-da-cesta-basica-aumenta-em-18-capitais-do-pais
Jan 9th 2014, 12:58

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O valor da cesta básica aumentou, em 2013, nas 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada mensalmente, nove localidades tiveram oscilação acima de 10%, com as maiores elevações registradas em Salvador (16,74%), Natal (14,07%) e Campo Grande (12,38%). As menores variações ocorreram em Goiânia (4,37%) e Brasília (4,99%).
De acordo com a pesquisa, no mês de dezembro, a cesta básica aumentou em 15 cidades, sendo que as maiores altas foram registradas em Goiânia (7,95%), Florianópolis (7,86%), no Recife (2,37%), em Salvador (2%) e Campo Grande (1,84%). No sentido contrário, aparecem Aracaju (-0,88%) e Rio de Janeiro (-0,43%), as duas únicas cidades onde foi registrada variação negativa.
Porto Alegre foi a cidade que apresentou o maior valor para a cesta básica (R$ 329,18), mesmo sendo a terceira menor variação positiva (0,14%). Na sequência, estão São Paulo (R$ 327,24) e Vitória (R$ 321,39). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 216,78), João Pessoa (R$ 258,81) e Salvador (R$ 265,13).
No acumulado do ano, o leite, a farinha de trigo, a banana, o pão francês e a batata tiveram aumento em todas as regiões em que foram pesquisados. O leite mostrou variações entre 6,18% (Manaus) e 28,24% (Belém). Em todas as localidades as taxas foram maiores do que 13%, menos no Amazonas. Em dezembro, a maior parte das cidades teve redução nos preços, com os aumentos ocorrendo em Florianópolis (6,96%), Natal (3,82%), Aracaju (3,09%) e Brasília (2,02%).
Em 2013, a farinha de trigo teve variações que chegaram a 67,06% em Florianópolis, 55,56% em Campo Grande, 46,24% em Goiânia, 37,96% em Porto Alegre, 33,47% em Curitiba, 31,25% em Brasília e 30,72% em São Paulo. Em dezembro, Florianópolis registrou variação de (20,68%), Campo Grande (6,87%), Goiânia (3,03%) e Belo Horizonte (1,66%). A principal queda ocorreu em Brasília (-5,57%).
Já o pão francês subiu, em 2013, em todas as regiões pesquisadas, com variações que oscilaram entre 2,13% em Aracaju e 24,17% em Campo Grande. Já no mês de dezembro houve estabilidade em Brasília e aumento em Campo Grande (6,08%), Florianópolis (5,48%), Goiânia (3,58%), João Pessoa (1,73%), Salvador (1,20%), Vitória (0,60%), Belo Horizonte (0,35%), São Paulo (0,32%), Belém (0,25%) e Porto Alegre (0,14%).



Em 2013, o preço da batata subiu nas dez localidades do Centro-Sul, onde é pesquisada. As taxas variaram entre 4,41% no Rio de Janeiro e 45,60% em Porto Alegre. Em dezembro de 2013, foram registrados aumentos em Goiânia (34,59%), em Brasília (14,36%) e

Curitiba (7,66%). Em Florianópolis houve diminuição (-0,44%).
A banana apresentou altas acumuladas em todas as cidades em 2013, com taxas que variaram de 73,89% em Natal a 4,46% em Brasília. Em dezembro de 2013, a elevação do preço apareceu em dez cidades, com destaque para Goiânia (11,16%). Houve estabilidade em João Pessoa e diminuição em sete localidades. Em Aracaju a redução foi de 17,44%.
Já o óleo de soja foi o único produto da cesta que teve seus preços reduzidos em todas as cidades, com taxas que variaram entre -27,10%, em Curitiba, e -13,66% em Natal. Em dezembro, houve aumento em 12 cidades, com variações de 0,31% em Campo Grande a 2,39% em Goiânia.
Edição: Talita Cavalcante
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Soja pode levar Brasil a ter safra recorde de 200 milhões de toneladas

Economia



Soja pode levar Brasil a ter safra recorde de 200 milhões de toneladas
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-09/soja-pode-levar-brasil-ter-safra-recorde-de-200-milhoes-de-toneladas
Jan 9th 2014, 12:35

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Mesmo com os problemas climáticos do momento, os técnicos do Ministério da Agricultura acreditam que a safra 2013/2014 atinja a marca recorde de 200 milhões de toneladas. No quarto levantamento da safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado hoje (9) em Brasília, o número para a safra indicava 196,7 milhões de toneladas, também recorde, mas a soja pode melhorar ainda mais esse resultado.
"Há um aumento de produtividade da soja. Assim que terminar a colheita desse grão, haverá um aumento maior do que a estimativa divulgada. Podemos, assim, chegar aos 200 milhões de toneladas. Isso para nós é muito importante. É um número significativo", disse o ministro da Agricultura, Antonio Andrade. Na avaliação de Andrade, a soja é um grande fator para o resultado e está sendo exportada com preços "remuneradores", o que faz aumentar a produtividade, com garantia de mercado exportador.
Para o ministro, o resultado demonstra que agronegócio está crescendo cada vez mais no país, conquistando espaços tanto internos, quanto externos. Segundo ele, a produção de grãos torna hoje o país respeitado pelas ações que tem adotado e que trazem consequências, como o aumento da produtividade.
"Quando anunciamos o Plano Safra, queríamos chegar a 190 milhões de toneladas. Superamos essa expectativa e chegamos a 197 milhões. Agora, estamos trabalhando duramente para chegar a 200 milhões de toneladas".
O quarto levantamento da safra, de 196,7 milhões de toneladas, representa aumento de 5,2% em relação à safra passada, com registro de 186,9 milhões de toneladas. No caso da soja, houve crescimento de 10,8% e produção estimada de 90,3 milhões de toneladas para a safra atual.
O arroz teve alta de 5,1%, chegando a 12,4 milhões de toneladas, seguido pelo feijão (primeira safra), com elevação de 35,6%, e passando de 964,6 mil toneladas para 1,3 milhão de toneladas. O produto está em fase de colheita no Paraná. O milho (primeira safra), segunda maior cultura produzida no país, teve queda de 5,9%.
A área total destinada ao plantio, informou a Conab, pode chegar a 55,39 milhões de hectares, com alta de 4% em relação à área plantada na safra anterior. O destaque também é a soja, com aumento na área plantada de 6,6%, passando de 27,7 milhões para 29,6 milhões de hectares. "Esperamos chegar a 95 milhões de toneladas na produção de soja, colando o Brasil como o maior produtor e exportador do mundo", disse o ministro.
Um possível desabastecimento de milho, que registrou queda na estimativa de safra, foi descartado pelo ministro Antonio Andrade. Ele tranquilizou os produtores de frangos e suínos e disse que haverá abastecimento destinado à ração animal. O problema, informou, tem sido maior devido ao preço do produto.
"A prioridade do Brasil é exportar carne. Não é exportar grãos. Exportamos grãos porque ainda não aumentamos significativamente a exportação de carne", destacou. Ele lembrou que os números de exportação de carne [aves, suína e bovina] já foram maiores em 2013 do que no ano anterior, sem o governo descuidar do mercado interno.
Edição: Graça Adjuto
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Comércio em 2013 teve o menor crescimento em dez anos, mostra Serasa

Economia



Comércio em 2013 teve o menor crescimento em dez anos, mostra Serasa
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-09/comercio-em-2013-teve-menor-crescimento-em-dez-anos-mostra-serasa
Jan 9th 2014, 11:01

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O movimento dos consumidores no comércio varejista aumentou 5,2% ao longo do ano passado sobre 2012, mas essa alta foi a mais baixa dos últimos dez anos, segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. Até agora, o menor nível no período de 2004 a 2012 tinha sido registrado em 2009, quando a demanda havia crescido 6,1%. Naquele ano, as atividades do setor sofreram o impacto da crise financeira internacional de 2008.
Para os economistas da Serasa Experian, o desempenho de 2013 reflete a situação mais desfavorável da economia. "Foi fruto da escalada das taxas de juros no mercado doméstico, da alta da inflação, especialmente durante o primeiro semestre do ano, e do menor grau de confiança dos consumidores, ainda em situação de elevado endividamento e, por isso, mais preocupados em sair da inadimplência do que em assumir novos financiamentos", explicam.
O setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas cresceu acima da média, com expansão de 6,4%. No segmento de combustíveis e lubrificantes foi constatada elevação de 4,5%; nas lojas de veículos, motos e peças a alta foi 3,8% e em pontos de venda de material de construção, 3,7%. As menores taxas de crescimento ocorreram nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios ( 3,3%) e nos estabelecimentos de móveis, eletroeletrônicos e informática (3,1%).
Edição: Graça Adjuto
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Produção de grãos é recorde em 2013, diz IBGE

#Economia


Rio de Janeiro - A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas bateu recorde em 2013, ao registrar aumento de 16,2% em relação a 2012. Foram colhidos, no ano passado, 188,2 milhões de toneladas de grãos, mais que o recorde anterior de 161,9 milhões de toneladas em 2012. Os dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento da produção nacional de grãos, a área colhida em 2013 cobriu 52,8 milhões de hectares, crescendo 8,1% na comparação com 2012.

No ano de 2013, dominaram a produção o arroz, o milho e a soja, que representam 92,4% da produção nacional de grãos e ocuparam 86,1% da área colhida. No período, a produção de soja foi a que mais cresceu (24,3%), seguida do milho (13%) e do arroz (3,2%).

Os dados do IBGE mostram ainda a estimativa de produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2014 e estimam que o setor cresça 0,7% e chegue a 189 milhões de toneladas. As maiores expectativas são para o crescimento nas regiões Nordeste e Sudeste.

As regiões mais produtivas em 2013 foram a Centro-Oeste, que contribuiu para a safra nacional com 78,5 milhões de toneladas e a Região Sul, com 73 milhões. O Sudeste produziu 19,8 milhões de toneladas, o Nordeste, 12 milhões e o Norte, 4 milhões. O estado de Mato Grosso liderou como o maior produtor de grãos (24,5%), seguido do Paraná (19,4%) e do Rio Grande do Sul (16,1), que somam 60% da safra nacional.

Em Brasília, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou o 4º Levantamento de Grãos da Safra 2013/2014. Segundo os dados, o Brasil deverá registrar produção de grãos de 196,7 milhões de toneladas na safra 2013/2014. O volume representa aumento de 5,2% em relação à safra passada, com registro de 186,9 milhões de toneladas.


Matéria: Agência Brasil

Inadimplência cai em dezembro, diz Confederação Nacional do Comércio

Economia



Inadimplência cai em dezembro, diz Confederação Nacional do Comércio
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-09/inadimplencia-cai-em-dezembro-diz-confederacao-nacional-do-comercio
Jan 9th 2014, 10:53

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O percentual de famílias inadimplentes, ou seja, com dívidas e contas em atraso, ficou em 20,8% em dezembro de 2013. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (9) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o resultado é melhor do que o observado em novembro de 2013 (21,2%) e dezembro de 2012 (21,7%).
O tempo médio de atraso das contas é 59,4 dias, mas 42,4% dos inadimplentes estão com contas e dívidas em atraso há mais de 90 dias. O percentual de famílias que não terão condições de pagar a conta também caiu para 6,5% em dezembro. Em novembro, o percentual havia sido 6,6% e, em dezembro de 2012, 7%.
Já o percentual de famílias endividadas ficou em 62,2%. São consideradas endividadas pessoas que tenham dívidas, mesmo sem atraso, no cartão de crédito, cheque especial, financiamento de carro ou casa, cheque pré-datado, carnês e crédito consignado.
O resultado é inferior ao observado em novembro (63,2%), mas ainda está acima do patamar de dezembro de 2012 (60,7%). A maior parte das famílias tinha, em dezembro de 2013, dívidas com cartão de crédito (76,4%).
Edição: Talita Cavalcante
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IPC-S avança em quatro das sete capitais pesquisadas pela FGV na primeira semana de janeiro

Economia



IPC-S avança em quatro das sete capitais pesquisadas pela FGV na primeira semana de janeiro
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-09/ipc-s-avanca-em-quatro-das-sete-capitais-pesquisadas-pela-fgv-na-primeira-semana-de-janeiro
Jan 9th 2014, 10:10

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) começou 2014 em alta em quatro das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Na comparação da primeira semana de janeiro com a última semana de dezembro, o principal avanço foi observado no Recife: 0,16 ponto percentual, ao passar de 0,65% na última semana de dezembro para 0,81% na primeira semana de janeiro.
Outras cidades que apresentaram alta na taxa foram São Paulo (0,08 ponto percentual, ao passar de 0,61% para 0,69%), o Rio de Janeiro (0,06 ponto percentual, de 0,82% para 0,88%) e Belo Horizonte (0,06 ponto percentual, de 0,61% para 0,67%).
Três capitais registraram queda na taxa: Porto Alegre (0,06 ponto percentual, ao passar de 0,84% para 0,78%), Salvador (0,02 ponto percentual, de 0,86% para 0,84%) e Brasília (0,02 ponto percentual, de 0,29% para 0,27%).
A média nacional do IPC-S, divulgada ontem (8), ficou em 0,73% na primeira semana de janeiro, 0,04 ponto percentual acima da observada na última semana de dezembro.
Edição: Talita Cavalcante
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Produção de grãos no Brasil deve crescer 5,2% na safra 2013/2014

Economia



Produção de grãos no Brasil deve crescer 5,2% na safra 2013/2014
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-09/producao-de-graos-no-brasil-deve-crescer-52-na-safra-20132014
Jan 9th 2014, 09:36

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Brasil deverá registrar produção de grãos de 196,7 milhões de toneladas na safra 2013/2014. A previsão foi anunciada hoje (9) pelo ministro da Agricultura, Antônio Andrade. O volume representa aumento de 5,2% em relação à safra passada, com registro de 186,9 milhões de toneladas.
O dado faz parte do 4º Levantamento de Grãos da Safra 2013/2014. Segundo o ministério, o destaque é a soja com crescimento de 10,8% e produção estimada de 90,3 milhões de toneladas para a safra atual. O arroz teve alta de 5,1%, chegando a 12,4 milhões de toneladas; seguido pelo feijão (primeira safra) com elevação de 35,6% e passando de 964,6 mil toneladas para 1,3 milhão de toneladas, que está em fase de colheita no Paraná. O milho (primeira safra), segunda maior cultura produzida no país, teve queda de 5,9%.

Edição: Carolina Pimentel
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Cesta de produtos de famílias com renda até 2,5 salários mínimos registra inflação de 4,98%

Economia



Cesta de produtos de famílias com renda até 2,5 salários mínimos registra inflação de 4,98%
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-09/cesta-de-produtos-de-familias-com-renda-ate-25-salarios-minimos-registra-inflacao-de-498
Jan 9th 2014, 09:38

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2013 com taxa de 4,98%. O percentual é inferior à observada pelo Índice de Preços ao Consumidor-Brasil (IPC-BR) – que mede a inflação para todas as faixas de renda – e fechou 2013 em 5,63%.
O IPC-C1 de 2013 também ficou abaixo do observado pelo mesmo índice em 2012: 6,9%. A queda do indicador foi provocada por reduções nas inflações de grupos de despesas como alimentação (cuja taxa caiu de 10,13% em 2012 para 8,26% em 2013) e transportes (que registrou queda de 6,04% para 0,05%).
Também tiveram redução da inflação os grupos habitação (de 4,96% para 2,78%), educação, leitura e recreação (de 7,16% para 6,34%) e despesas diversas (de 12,87% para 9,66%). Em sentido oposto, dois grupos de despesas tiveram alta: vestuário (que passou de 3,75% em 2012 para 4,98% em 2013), saúde e cuidados pessoais (de 6,02% para 6,12%).
Se analisado apenas o mês de dezembro de 2013, a inflação medida pelo IPC-C1 ficou em 0,56%, abaixo do 0,65% observado em novembro.
Edição: Talita Cavalcante
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