Petrobras anuncia retomada das atividades na Unidade de Coque da Reduc

10 de janeiro de 2014

Economia



Petrobras anuncia retomada das atividades na Unidade de Coque da Reduc
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Jan 10th 2014, 21:05

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Petrobras divulgou nota hoje (10) anunciando que a Unidade de Coque da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense, está em processo de partida para retomar a produção, o que deverá ocorrer "nas próximas horas".
As atividades na unidade estavam interrompidas desde a noite do dia 4 em razão de um principio de incêndio, que foi prontamente controlado pela brigada de incêndio da refinaria, sem que houvesse a necessidade de acionar o Corpo de Bombeiros. O incêndio não teve vítimas ou danos ao meio ambiente.
Em consequência do princípio de incêndio, no entanto, a produção da Unidade de Coque da Refinaria foi interrompida. Na ocasião, a Petrobras, ao confirmar o incêndio, anunciou a formação de uma comissão especial para descobrir as causas do acidente. A Reduc processa cerca de 240 mil barris de petróleo por dia, mais de 10% da capacidade de refino do país.

Edição: Fábio Massalli
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China ultrapassa EUA na liderança do comércio global em 2013

Economia



China ultrapassa EUA na liderança do comércio global em 2013
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Jan 10th 2014, 20:24

Da Agência Lusa
Pequim – O comércio anual de bens da China passou a marca dos US$ 4 trilhões pela primeira vez no ano passado, revelam as estatísticas oficiais, confirmando a posição do país como o maior comerciante em escala mundial.
Divulgados hoje (10) pela Administração Geral das Alfândegas chinesa, os dados colocam um ponto final na dúvida sobre quem seria o país com maior volume de negócios (China ou Estados Unidos). Por causa dos diferentes métodos de cálculo entre os dois países, apenas em 2013 os chineses superaram os norte-americanos na troca de bens. A conta exclui o comércio de serviços.
"É muito provável que a China tenha suplantado os Estados Unidos como o país com mais trocas comerciais de bens em 2013 pela primeira vez", disse o porta-voz da Administração Geral das Alfândegas chinesa, Zheng Yuesheng.
As exportações da segunda maior economia mundial subiram 7,9%, para US$ 2,21 trilhões, enquanto as importações aumentaram 7,3%, para US$ 1,95 trilhão, de acordo com a mesma fonte, o que coloca o superávit comercial da China em US$ 259,7 bilhões, 12,8% a mais do que em 2012.
O volume total de bens comercializados entre a China e outros países ficou em US$ 4,16 trilhões, o que representa uma subida de 7,6%, ligeiramente abaixo da meta das autoridades chinesas, que apontava para um aumento de 8%. O comércio entre a União Europeia (UE) e a China aumentou 2,1% em 2013, para mais de US$ 559 bilhões, mantendo os europeus como o maior parceiro comercial de Pequim.
Os Estados Unidos figuram em segundo lugar entre os parceiros comerciais da China, com trocas de US$ 521 bilhões, 7,5% a mais do que em 2012. Os norte-americanos, porém, importaram mais da China do que a União Europeia. O superávit comercial da China com os Estados Unidos é também muito mais elevado: US$ 215,8 bilhões, segundo as estatísticas chinesas.
As exportações chinesas para os EUA somaram US$ 368,4 bilhões, US$ 29,4 bilhões a mais do que a China vendeu à União Europeia. No mesmo período, a China importou US$ 220,1 bilhões da UE, US$ 67,5 bilhões a mais do que a China comprou dos norte-americanos. Em média, o comércio entre a China e os seus dois maiores parceiros soma quase US$ 3 bilhões por dia.
Com o Japão, que era o terceiro parceiro comercial da China, mas cujas relações têm sido afetadas pela polêmica em torno de duas ilhas no Oceano Pacífico, o comércio bilateral em 2013 caiu 5,1%, para US$ 312,5 bilhões. O lugar do Japão é agora ocupado pelos dez estados da Asean (Associação das Nações do Sueste Asiático), com US$ 443,6 bilhões, 10,9% a mais do que em 2012.





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Concessões federais licitadas em 2013 incluem setores de transportes, energia, petróleo e gás

Economia



Concessões federais licitadas em 2013 incluem setores de transportes, energia, petróleo e gás
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Jan 10th 2014, 15:01

Da Agência Brasil

Brasília – A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda divulgou hoje (10) um levantamento sobre as concessões federais licitadas no ano passado. O relatório inclui as primeiras autorizações de terminais portuários dadas sob o novo marco regulatório do setor, a chamada Lei dos Portos (Lei 12.815/13).
Segundo a secretaria, em 2013, foram feitas 18 licitações na área de transportes, energia, petróleo e gás, além de cinco autorizações de terminais de uso privativo. Com os leilões, houve comprometimento de investimento pelos concessionários estimado em R$ 80,3 bilhões, que serão feitos ao longo do prazo das concessões, que variam de 20 a 35 anos. No entanto, informou a secretaria, por causa das obrigações contratuais, a maior parte dos investimentos será concretizada nos próximos cinco anos.
De acordo com o levantamento, a divisão dos investimentos prevê R$ 7 bilhões em aeroportos; R$ 2,4 bilhões em portos; R$ 28,7 bilhões em rodovias; R$ 26,6 bilhões em geração de energia; R$ 8,7 bilhões em linhas de transmissão e R$ 6,9 bilhões em petróleo e gás. No caso do petróleo e do gás, trata-se apenas dos investimentos estimados para a execução do Programa Exploratório Mínimo, que avalia o potencial comercial dos campos licitados. Os investimentos necessários à exploração comercial efetiva dos campos não estão incluídos no levantamento, esclareceu a secretaria.
Um dos itens do levantamento diz respeito à concessão dos aeroportos de Confins, em Belo Horizonte, e do Galeão, no Rio de Janeiro, que somam-se às concessões dos terminais de Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, e de Brasília, feitas em fevereiro de 2012, além da de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, que foi em agosto do ano anterior. Conforme avaliação de técnicos da Fazenda, cerca de 90% do tráfego internacional de passageiros e 40% do doméstico estão agora sob administração privada.
Cinco leilões de rodovias foram feitos no ano passado, com deságios em relação à tarifa-teto que variaram de -42,3% (BR-050) a -61,1% (BR-040). Foram concedidos 4.247 quilômetros de rodovias federais que servem a importantes polos econômicos brasileiros, como a Região Centro-Oeste, onde se concentra grande parte da produção de grãos do país.
Em 2013, foram licitados 7.145 megawatts em capacidade instalada de geração de energia no ambiente regulado, sendo 65,9% eólica; 16%, hidrelétrica; 6,7%, PCH; e 11,3%, biomassa. Dos 243 empreendimentos outorgados, 202 foram de projetos de parques eólicos. Não estão incluídos os projetos voltados exclusivamente a autoprodução e o mercado livre. Foram ainda licitados 8.134 quilômetros de linhas de transmissão.
Edição: Nádia Franco
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Economista da FGV diz que alimentação será fiel da balança da inflação em 2014

Economia



Economista da FGV diz que alimentação será fiel da balança da inflação em 2014
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Jan 10th 2014, 15:23

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), avaliou hoje (10) que as variáveis que se destacaram no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2013 não surpreenderam, "porque a gente esperava mesmo uma alta da gasolina e das passagens aéreas. Mas a magnitude veio um pouquinho acima do que a gente estimava".
A inflação de 5,91% em 2013, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é um pouco maior do que a expectativa do mercado, que girava em torno de 5,74%, e superou a do ano passado (5,84%).
Para o economista, o resultado do IPCA de 2013 não muda muito a realidade deste ano. Ele disse que a taxa do ano passado poderia ter sido maior se não fosse o bom comportamento dos preços monitorados, que subiram 1,6%, em média. "Como existe uma agenda de reajustes para 2014, é provável que a taxa não se repita ao longo deste ano". Isso sinaliza que a participação dos preços administrados na inflação vai subir.
Em relação aos preços livres, que tiveram expansão próxima de 9% em 2013, Braz prevê que não deverá ocorrer uma mudança abrupta de patamar. "Em 2014, vai continuar exercendo influência no IPCA".
O economista da FGV avaliou que o fiel da balança neste ano vai ser o grupo alimentação. "É a classe de despesa com maior potencial de desaceleração". A taxa superou 8% e ficou um pouco menor que em 2012. "Mas eu acho que em 2014 há chance de cair um pouco mais. As previsões de safra são mais otimistas e isso deve ajudar a conter avanços de preços".
André Braz salientou a questão do câmbio, que pode reter um pouco do potencial de desaceleração do grupo alimentação. Explicou que novas desvalorizações cambiais tornam alguns grãos mais caros, como o trigo, por exemplo, e isso tem repasse certo para os produtos ao consumidor. Por isso, disse que "2014 não vai ser um ano tão fácil e pode ser, até, que a inflação venha acima da registrada no ano passado".
Na estimativa de André Braz, a inflação de 2014 pode fechar próxima de 6% ou ficar um pouco acima desse índice. Reiterou, porém, que isso vai depender da trajetória dos preços monitorados, como passagem de ônibus e gasolina, em especial, porque são preços controlados, mas que não têm uma regra explícita que permita antecipar contribuição para a inflação.


Edição: Beto Coura

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Energia e transporte público contêm inflação oficial de 2013, avalia IBGE

Economia



Energia e transporte público contêm inflação oficial de 2013, avalia IBGE
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Jan 10th 2014, 13:24

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Sem as manifestações populares, que contiveram as tarifas de ônibus, e sem a desoneração da energia elétrica, a inflação oficial de 2013, que fechou o ano em 5,91%, poderia ter sido maior. A avaliação é da coordenadora de Índice de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eulina Nunes.
"A energia elétrica, cujas tarifas foram reduzidas significativamente este ano, e os ônibus urbanos que, em média, não tiveram reajuste, frente às manifestações, contribuíram muito para conter a taxa de inflação de 2013, que poderia ser diferente se não fossem esses acontecimentos", disse Eulina.
Segundo o IBGE, a redução de impostos sobre o fornecimento de energia fez com que o impacto da tarifa fosse negativo no cálculo da inflação. O índice caiu 15,6% e é o menor desde 2007 (-6,1%). "Foi a mais importante queda da série desde o início do Plano Real", reforçou Eulina. Em 2013, as passagens de ônibus quase não subiram e registraram 0,02% de aumento. Em 2012, a alta foi 5,26%.
A alta da inflação de 2013, que ficou abaixo do teto estabelecido pelo do governo (6,5%), foi impulsionada pelo aumento de preços de produtos e serviços de alimentação (8,48%), aluguel (12%) e empregados domésticos (11,2%).
De maneira geral, a especialista do IBGE acredita que os custos dos alimentos foram impactados por problemas climáticos, que prejudicaram a oferta de produtos como a batata e influenciaram o preço de commodities (produtos que têm o preço atrelado ao dólar) como o trigo.
Também pesou no bolso das famílias a refeição fora de casa. Ficaram mais caros o lanche (12,2%), o café da manhã (12%) e o cafezinho (11,7%). "As pessoas que trabalham fora têm procurado mais esse serviço", explicou Eulina.

Edição: Denise Griesinger

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Inflação mostrou resistência ligeiramente acima do previsto em 2013, diz Tombini

Economia



Inflação mostrou resistência ligeiramente acima do previsto em 2013, diz Tombini
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Jan 10th 2014, 14:04

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A inflação ao consumidor encerrou 2013 com resistência ligeiramente acima daquela que se antecipava, disse, em nota, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini. O presidente do BC tinha previsto inflação em 2013 menor do que em 2012.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou hoje que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o ano de 2013 em 5,91%. Em 2012, a inflação ficou em 5,84%.
"Essa resistência da inflação, em grande medida, se deveu à depreciação cambial [alta do dólar] ocorrida nos últimos semestres, a custos originados no mercado de trabalho, além de recentes pressões no setor de transportes", destacou o presidente do BC.
Tombini também ressaltou que o IPCA ficou dentro do intervalo de tolerância fixado para o ano. O índice ficou acima do centro da inflação (4,5%), que deve ser perseguido pelo BC, mas abaixo do limite superior (6,5%).
No ano passado, como medida para tentar conter a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic em 2,75 pontos percentuais. A taxa encerrou 2013 em 10% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Edição: Juliana Andrade
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Inflação para famílias de baixa renda termina 2013 em 5,56%

Economia



Inflação para famílias de baixa renda termina 2013 em 5,56%
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Jan 10th 2014, 10:46

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O indicador que mede a inflação para famílias de baixa renda, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), fechou 2013 com alta de 5,56%, resultado menor que o de 2012 (6,2%). Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia a Estatística (IBGE).
Influenciaram a inflação para essas famílias em 2013 o aumento nos preços dos produtos e serviços do grupo alimentação, que subiram 8,03% e têm peso importante no orçamento das famílias. Também aumentaram os custos de educação (8,01%), despesas pessoais (8,1%), além de saúde e cuidados pessoais (6,5%)
De acordo com o IBGE, entre as regiões metropolitanas pesquisadas, o maior INPC foi registrado em Fortaleza (6,94%) e em Recife (6,93%). Nas duas capitais, além do grupo alimentação e bebidas, pressionaram a inflação os reajustes nos preços dos alugueis. A inflação mais baixa foi identificada em Salvador (4,7%).
O INPC calcula a inflação para famílias com renda mensal de um a cinco salários mínimos em nove regiões metropolitanas, incluindo Brasília e Goiânia.
Edição: Talita Cavalcante
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Ministro interino da Fazenda diz que IPCA não surpreende e inflação está sob controle

Economia



Ministro interino da Fazenda diz que IPCA não surpreende e inflação está sob controle
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Jan 10th 2014, 11:20

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro interino da Fazenda, Dyogo Henrique, disse hoje (10) que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 5,91% no fechamento 2013 não surpreende o governo. Relatório Trimestral de Inflação divulgado, em dezembro, pelo Banco Central projetava, em cenário de referência, um índice de 5,8%.
"Já esperávamos que dezembro tivesse um índice um pouco mais alto por conta do aumento do preço da gasolina e também é um período de férias, quando as passagens aéreas tiveram uma contribuição para que o índice viessem um pouco mais alto em dezembro", destacou.
Para ele, o importante é que o índice está dentro da meta, demonstrando por parte do governo que a inflação no Brasil está sob controle, sem perspectiva de aumento exagerado de preços. A meta de 2013, estabelecida pelo governo é 4,5%, com uma tolerância de 2 pontos percentuais. Ou seja, no limite, a inflação poderia ficar em 6,5% que estaria dentro da meta.
"Isso que é mais importante para o país e para a população brasileira, que é nós termos a segurança de que estamos mantendo a inflação dentro dos patamares e dentro das metas", ressaltou ele, substituto do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que está de férias.
Sobre o fato de o governo ter estimado, por diversas vezes, que a inflação no ano passado deveria ser menor do que a registrada em 2012, Dyogo disse que a variação é quase estável. "Não sei se havia esse compromisso [de manter a inflação em patamares menores do que 2012], mas há sempre a expectativa que o índice seja bem-comportado e fique dentro da meta e foi o que aconteceu. No ponto de vista da comparação interanual, a diferença é na segunda casa decimal, considerado praticamente estável na comparação", argumentou o ministro. A inflação medida pelo IPCA, em 2012, ficou em 5,84%.
Para 2014, as expectativas são positivas, e os técnicos do governo não têm perspectiva de que a inflação tenha comportamento "fora do normal". "A gente está prevendo que a inflação este ano, assim como nos últimos dez, 11 anos, fique sob controle. E o governo manterá todo o esforço e atenção para que isso ocorra."
Edição: Talita Cavalcante
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Produção industrial recua em nove estados em novembro de 2013

#Economia


Rio de Janeiro - A produção industrial recuou em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na passagem de outubro para novembro de 2013. A maior queda foi observada em Goiás (4,1%), em seguida, aparece Santa Catarina (-3,1%), Ceará (-1,6%) e Rio Grande do Sul (-1,4%), de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal-Produção Física Regional, divulgada hoje (10).

Também tiveram quedas na produção os estados do Paraná (0,7%), Amazonas (0,4%), São Paulo 0,3%), Pará (0,2%) e Espírito Santo (0,1%). A média nacional da produção industrial, divulgada na última quarta-feira (8), recuou 0,2%.

Cinco locais tiveram aumento na produção industrial: Região Nordeste (6,5%), Bahia (4,4%), Pernambuco (3%), Minas Gerais (0,3%) e Rio de Janeiro (0,2%).

Na comparação de novembro de 2013 com o mesmo período de 2012, houve aumento de produção em sete locais e queda em sete. Os destaques ficaram com o Paraná, que teve a maior alta (12,2%), e o Rio de Janeiro, que apresentou a maior queda (3,1%).

Já no acumulado do ano, 11 locais tiveram aumento na produção, com destaque para o Rio Grande do Sul (6,3%). Três locais apresentaram recuo, sendo que o Espírito Santo teve o pior resultado (-6,9%). No acumulado de 12 meses, também houve crescimento em 11 locais (com destaque para a alta de 5,7% da Bahia) e queda em três locais (com destaque para o recuo de 7,1% do Espírito Santo).


Matéria: Agência Brasil

Inflação de 2013 fica acima da expectativa do Banco Central

Economia



Inflação de 2013 fica acima da expectativa do Banco Central
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Jan 10th 2014, 11:07


Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A expectativa do Banco Central (BC), de que a inflação em 2013 seria menor que a de 2012 não foi alcançada. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o ano de 2013 em 5,91%, segundo informou hoje (10), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, a inflação ficou em 5,84%.
A previsão do BC, divulgada no Relatório de Inflação em dezembro do ano passado, era que o IPCA ficaria em 5,8%. A inflação oficial de 2013 também ficou acima da projeção de instituições financeiras consultadas semanalmente pelo BC, que esperavam variação no índice de 5,74%. O resultado ficou acima do centro da meta de inflação (4,5%) estabelecido pelo governo e que deve ser perseguido pelo BC, mas abaixo do limite superior previsto, de 6,5%.
No ano passado, como medida para tentar conter a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic em 2,75 pontos percentuais. A taxa encerrou 2013 em 10% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e assim gerar reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Edição: Denise Griesinger

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Primeira prévia de janeiro do IGP-M registra inflação de 0,37%

Economia



Primeira prévia de janeiro do IGP-M registra inflação de 0,37%
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Jan 10th 2014, 09:28

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, iniciou o ano de 2014 com tendência de alta. A primeira prévia de janeiro registrou inflação de 0,37%, acima da taxa de 0,32% da primeira prévia de dezembro de 2013. O dado foi divulgado hoje (10) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
A alta foi puxada pelos preços no atacado e no varejo. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que analisa o atacado, passou de 0,26% em dezembro para 0,38% em janeiro. Já o Índice de Preços ao Consumidor, que acompanha o varejo, subiu de 0,47% para 0,49% no período.
Em sentido oposto, o Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 0,36% na primeira prévia de dezembro para 0,06% na primeira prévia de janeiro. A prévia do IGP-M foi calculada com base em preços coletados entre os dias 21 e 31 de dezembro.

Edição: Denise Griesinger

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Custo da construção civil fecha 2013 com alta de 0,52%

Economia



Custo da construção civil fecha 2013 com alta de 0,52%
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Jan 10th 2014, 10:04

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) fechou 2013 com inflação de 0,52%, segundo dados divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O valor é 5 pontos percentuais menor do que o registrado no término de 2012 (5,68%).
O custo da construção fechou 2013 em R$ 860,10 por metro quadrado, sendo R$ 474,10 dos materiais de construção e R$ 386 da mão de obra. Os materiais de construção tiveram inflação de 4,48% ao longo de 2013, mas o custo com a mão de obra caiu 3,94% no período.
A queda na taxa foi influenciada justamente pela queda no custo da mão de obra, explicada pela desoneração da folha de pagamento das empresas de construção civil, prevista na Lei 12.844 de 19 de julho de 2013. Analisando apenas o mês de dezembro, a inflação do setor foi 0,88%, com alta de 0,55% no custo dos materiais de construção e 1,28% na mão de obra.
Edição: Talita Cavalcante
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IPCA fecha 2013 em 5,91%

Economia



IPCA fecha 2013 em 5,91%
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Jan 10th 2014, 09:07

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O indicador que mede a inflação no país, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o ano de 2013 em 5,91%.
Divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado ficou acima do centro da meta estabelecida pelo governo, de 4,5%. Em 2012, a inflação oficial fechou o ano em 5,84%.
Edição: Talita Cavalcante
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Alimentos e gastos com habitação elevam custo de vida de paulistanos

Economia



Alimentos e gastos com habitação elevam custo de vida de paulistanos
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-10/alimentos-e-gastos-com-habitacao-elevam-custo-de-vida-de-paulistanos
Jan 10th 2014, 07:56

Marli Moreira

Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Os moradores da cidade de São Paulo começam o ano pagando mais caro por produtos e serviços, principalmente, na compra de itens alimentícios e nas despesas com moradia. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), apresentou alta de 0,74% no início de janeiro. Em dezembro de 2013, o aumentou ficou em 0,65%.
Dos sete grupos pesquisados, os que mais influenciaram o avanço foram os de alimentação, com variação de 0,81% ante 0,65%, e habitação, que oscilou 0,59% ante 0,56%. A terceira maior pressão sobre o custo de vida das famílias paulistanas foi constatada no grupo despesas pessoais, que passou de 0,79% para 1,15%. Nesse ramo, o cigarro é o item que tem provocado efeito na inflação.
Como tradicionalmente ocorre nesta época do ano, o grupo educação apresenta expressivo aumento com 1,21% ante 0,07%, mas a contribuição sobre o IPC médio ficou em 5,96%.
Nos demais grupos, foram registradas as seguintes oscilações: transportes (de 0,90% para 0,76%), saúde (de 0,35% para 0,44%) e vestuário (de 0,83% para 0,51%).
Edição: Talita Cavalcante
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