Fiesp e sindicalistas criticam alta na Selic

15 de janeiro de 2014

Economia



Fiesp e sindicalistas criticam alta na Selic
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Jan 15th 2014, 21:05


Daniel Mello

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) criticou o aumento da taxa básica de juros (Selic) anunciado hoje (15) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A taxa subiu 0,5 ponto percentual e chegou a 10,5% ao ano. "A inflação precisa ser contida, mas é necessário buscar alternativas para combatê-la que não penalizem tanto a atividade econômica e a vida das empresas e das pessoas", ressaltou, em nota, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.
O presidente da entidade destacou que, apesar do crescimento em 2013, a indústria ainda não se recuperou da retração registrada em 2013. "Com este novo aumento da taxa Selic, 2014 começa mal, indicando que a esperada retomada da indústria ficará para depois. O Brasil não pode esperar. Precisamos nos libertar da política exclusiva de aumento de juros e ter como novo foco o crescimento econômico", disse.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) também se manifestou contra o aumento. Para o presidente da confederação, Carlos Cordeiro, não havia necessidade da medida que deverá reduzir o desempenho da economia. "Se a inflação está controlada, não há motivos que justifiquem o pessimismo sobre os rumos da economia em 2014, como alardeiam as vozes enlouquecidas do mercado para pressionar o governo e levar vantagens juros ainda mais altos encarecerão o crédito, freando a produção, o consumo e a geração de empregos e renda", declarou.
Para a Força Sindical, a elevação dos juros pode contribuir para o fechamento de postos de trabalho. "Os resultados da indústria em 2013 foram decepcionantes, a produção industrial andou de lado, e nem ao menos recuperou a queda de 2012 (-2,7%). Essa mesma indústria, que tem um papel de dinamismo na economia, apresentou em 2013 o maior déficit comercial da história. Por outro lado, os trabalhadores já sentem os impactos dessa estagnação com a perda de empregos", disse o presidente da central sindical, Miguel Torres.

Edição: Aécio Amado
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Firjan pede mudanças na política econômica do governo

Economia



Firjan pede mudanças na política econômica do governo
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Jan 15th 2014, 20:58


Douglas Corrêa

Repórter da Agência Brasil
io de Janeiro - A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de elevar em 0,5 ponto percentual, a taxa básica de juros da economia (Selic), pela sétima vez consecutiva, que passou para 10,50% ao ano, o Sistema Firjan diz, em nota, que "esse cenário não deixa dúvidas a respeito da necessidade de alterações na política econômica em curso".
A economia brasileira, de acordo com a Firjan, conviveu no ano passado com um quadro de baixo crescimento e inflação acima da meta estabelecida. Para 2014, as expectativas indicam um resultado ainda menor para o Produto Interno Bruto (PIB) e uma inflação mais elevada.
"Definitivamente, a solução não passa por mais juros e menos superávit primário. Por isso, o Sistema Firjan insiste na importância da adoção de uma política fiscal norteada pela redução dos gastos correntes e que efetivamente reduza a pressão exercida pelo consumo do governo sobre a inflação. Caso contrário, dificilmente o país poderá conviver com a tão almejada combinação de crescimento econômico e inflação controlada", diz a nota.

Edição: Aécio Amado
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Copom eleva taxa básica de juros para 10,50% ao ano

Economia



Copom eleva taxa básica de juros para 10,50% ao ano
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Jan 15th 2014, 20:12

Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou hoje (15) a taxa básica de juros (Selic) de 10% para 10,50% ao ano. Foi o sétimo aumento seguido de abril do ano passado até hoje. De outubro de 2012 a abril de 2013 a taxa permaneceu em 7,25%, no nível mais baixo desde que o Copom foi criado, em junho de 1996.
Ao final da primeira reunião do ano, o Copom divulgou que "dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013, decidiu por unanimidade elevar a Selic em 0,50 ponto percentual, para 10,50% ao ano, sem viés".
A elevação da Selic era esperada pelos analistas financeiros, de acordo com o boletim Focus divulgado na última segunda-feira (13) pelo BC, uma vez que as atas das últimas reuniões do Copom sinalizaram a tendência de manutenção do processo de aperto monetário.
Havia divergências, porém quanto à dosagem. Uns falavam em aumento de 0,5 ponto percentual, por causa do repique da inflação de dezembro, que chegou a 0,92%, enquanto outros defendiam 0,25 ponto percentual como sinalização de que a autoridade monetária está atenta às pressões inflacionárias.



Hoje, o colegiado de diretores do BC reafirmou a disposição de dar continuidade à elevação da taxa de juros para conter a demanda consumista no mercado doméstico e impedir o avanço da inflação, que fechou 2013 com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulando 5,91%. Acima, portanto, dos 5,84% do ano anterior.
A taxa básica de juros do Brasil já era a mais alta do mundo, e hoje aumentou mais um pouco, com impacto imediato na dívida pública. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), cada ponto percentual de subida na Selic equivale a acréscimo aproximado de R$ 6 bilhões/ano na dívida.
A taxa Selic cresceu 3,25 pontos percentuais de abril de 2013 até hoje. Evoluiu de 7,25% para os atuais 10,50%, e as expectativas dos analistas financeiros apontam para mais aumentos, "embora todos saibam que juros altos reduzem o consumo, mas também inibe os investimentos privados, necessários para a recomposição do parque industrial e geração de mais empregos", de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Edição: Aécio Amado
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Redução dos juros depende de controle dos gastos públicos, segundo CNI

Economia



Redução dos juros depende de controle dos gastos públicos, segundo CNI
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Jan 15th 2014, 20:50


Stênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) entende que a inflação vai continuar sendo o foco das preocupações da equipe econômica do governo em 2014, mas sugere que o combate ao aumento do custo de vida deve começar por uma "política fiscal mais ativa, com controle rigoroso dos gastos correntes", em vez da elevação da taxa básica de juros.
Na avaliação da indústria, ao optar por mais um acréscimo de 0,5 ponto percentual, aumentando a Selic de 10% para 10,50% ao ano, o sétimo reajuste consecutivo desde abril do ano passado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) não dá sinais sobre o fim do ciclo de aperto na política monetária. Tanto que os analistas financeiros já esperavam o aumento, como mostrou o boletim Focus divulgado na última segunda-feira (13) pelo BC.
A CNI alerta que a inflação continuará sendo foco de preocupação em 2014, não só pelo elevado patamar dos últimos meses, mas, principalmente, porque o governo recorreu, no ano passado, ao controle dos preços administrados (tarifas de transporte e energia elétrica) e à redução da cesta básica. "Mecanismos de controle da inflação, que dificilmente poderão ser repetidos com a mesma intensidade neste ano", diz a nota da entidade.
Assim que o Copom divulgou o aumento da Selic, o vice-presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef) de São Paulo, Keyler Carvalho Rocha, divulgou nota na qual diz que "a inflação ainda não está contida", e essa é a principal justificativa para o BC manter o aperto monetário. Ele acredita que na próxima reunião do Copom (dias 25 e 26 de fevereiro) haverá mais um acréscimo de 0,25 ponto percentual na taxa.

Edição: Aécio Amado
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Especialistas e engenheiros discutem se resolução da ANTT põe em risco patrimônio público

Economia



Especialistas e engenheiros discutem se resolução da ANTT põe em risco patrimônio público
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Jan 15th 2014, 19:56

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Especialistas e engenheiros debateram hoje (15), no Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro, se a Resolução 4.131/2013, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) põe em risco o patrimônio público. Uma das possibilidades discutidas é que as ferrovias devolvidas ao poder público pela norma sejam aproveitadas com o transporte de passageiros.
A Resolução 4.131, de 3 de julho de 2013, autoriza a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) a devolver ao poder público 742 quilômetros (kms) de trechos ferroviários antieconômicos e 3.247 kms de trechos considerados economicamente viáveis que, de acordo com o Programa de Investimentos em Logística (PIL), darão lugar a novos traçados.
O engenheiro Mauro Simões, especialista em regulação, que representou o presidente da ANTT no evento, disse à Agência Brasil que as linhas que serão devolvidas foram concedidas na década de 1990, dentro de uma modelagem exclusiva para transporte de carga, concebida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo Simões, as linhas poderão ser aproveitadas para outras finalidades, como transporte de passageiros, por exemplo, desde que haja manifestação de investidores interessados e com capacidade de fazer a prestação desse serviço público, com qualidade, tarifas que garantam o equilíbrio financeiro do negócio e, principalmente, com eficiência e competência. "A ferrovia não aceita improvisações".
O engenheiro reiterou que havendo demonstração de interesse, os cerca de 4 mil kms da malha ferroviária a serem devolvidos podem voltar a ser licitados. "Por isso, a agência faz audiências públicas, coleta de subsídios no Brasil inteiro". Em 2013, foram feitas duas audiências públicas sobre o tema e estão previstas mais audiências.
O representante da ANTT informou que alguns trechos que já foram classificado como antieconômicos, para os quais não houve manifestação de interesse e estão de posse do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Simões acrescentou que a devolução dos trechos ferroviários estava prevista no contrato de concessão dos trechos ferroviários.
Para o economista Antônio Pastori, da Associação Fluminense de Preservação Ferroviária (AFPF), a ANTT deveria ter dedicado mais tempo para aumentar o espaço de discussões. No próximo dia 31, encerram-se as reuniões participativas para a agência receber contribuições sobre a devolução dos trechos ferroviários que fazem parte da Resolução 4.131.
Pastori disse à Agência Brasil que , quando a FCA arrematou a malha de 8 mil kms, "na verdade, ela só estava operando a metade". "Se a agência [ANTT] despertasse antes, os outros 4 mil kms poderiam ter sido entregues à iniciativa privada para operar esses trechos com trens turísticos, com trens de carga para pequenas distâncias. O resultado foi que parte desses trechos se deteriorou. E, agora, o governo federal, com base no PIL, está tentando fazer um novo redesenho em cima disso".
Pastori apontou outra falha. "Embora o projeto do PIL seja correto, amplie o setor ferroviário em 11 mil kms, esquece de uma coisa importante, que são os passageiros. E nós precisamos revitalizar o transporte de passageiros no país, porque as estradas estão congestionadas, estão morrendo por ano cerca de 50 mil pessoas, os prejuízos anuais com os acidentes somam R$ 40 bilhões pelos cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada [Ipea]", disse.
Segundo o economista, o governo está dando muita atenção para a ferrovia de carga e a ferrovia voltada para a exportação. "O passageiro e a carga geral vão continuar brigando na estrada, com engarrafamentos". Ele defendeu que o debate sobre a devolução dos trechos ferroviários deveria ser ampliado "e não bater o martelo no dia 31".
Pela devolução dos trechos, a FCA deverá pagar R$ 780 milhões como indenização. Os recursos, porém, não serão pagos em espécie, mas sim aplicados sob a forma de novos investimentos ferroviários.

Edição: Fábio Massalli
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Débito não autorizado é a principal reclamação dos clientes de banco

Economia



Débito não autorizado é a principal reclamação dos clientes de banco
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Jan 15th 2014, 12:26

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O débito não autorizado em conta foi a principal reclamação registrada por clientes no Banco Central (BC), em dezembro de 2013. Do total de 2.508 irregularidades, 444 são sobre o débito não autorizado. Em novembro, essa também era a principal reclamação, com 440 do total de 2.303 irregularidades.
Foram registradas no BC 125 reclamações sobre os débitos não autorizados feitos pela Caixa. No Banco do Brasil o número ficou em 111 e no Santander, 99. Os resultados divulgados levam em conta bancos com mais de 1 milhão de clientes.
Em segundo lugar na lista de principais irregularidades, está a cobrança de tarifas por serviços não contratados pelos clientes, no total de 335 casos. Em seguida vêm as reclamações por prestação irregular do serviço de conta-salário (231).
No mês passado, no ranking de reclamações com resultado ponderado pelo número de clientes por instituição, o HSBC ficou em primeiro lugar. Foram consideradas procedentes 127 reclamações. Em seguida vem o Santander, com 402 casos. No terceiro lugar ficou o Banco do Brasil (463 reclamações).
A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no BC e as reclamações ajudam na fiscalização e regulação do Sistema Financeiro Nacional. Entretanto, o BC recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) da instituição financeira.
Se o problema não for resolvido, o cidadão pode ainda recorrer à ouvidoria da instituição, que terá prazo máximo de 15 dias para apresentar resposta. Os clientes bancários também podem buscar atendimento no Procon e recorrer ao Poder Judiciário.
Edição: Davi Oliveira // Atualizada às 13h para acrescentar informação sobre a metodologia da pesquisa (bancos com mais de 1 milhão de clientes)
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Fluxo cambial do país permanece com déficit em janeiro

Economia



Fluxo cambial do país permanece com déficit em janeiro
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Jan 15th 2014, 12:50

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O saldo da entrada e saída de dólares do país continua negativo neste início de ano. Em janeiro, até o dia 10, o déficit ficou em US$ 1,217 bilhão, de acordo com os dados divulgados semanalmente pelo Banco Central.
No ano passado, o país enviou mais dólares para o exterior do que recebeu. O saldo negativo ficou em US$ 12,261 bilhões, contra o resultado positivo de US$ 16,753 bilhões, em 2012.
Neste mês, até a última sexta-feira (10), o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou negativo em US$ 1,045 bilhão, enquanto o comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) teve déficit de US$ 172 milhões.
Edição: Davi Oliveira
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Pesquisa indica queda de 3% na intenção de consumo das famílias em janeiro

Economia



Pesquisa indica queda de 3% na intenção de consumo das famílias em janeiro
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Jan 15th 2014, 11:56

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A intenção de consumo das famílias brasileiras caiu 3% em janeiro deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa divulgada hoje (15) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). De acordo com análise da entidade, a queda foi provocada principalmente pela menor disposição em comprar bens duráveis, já que este indicador teve recuo de 14,1%.
Outros indicadores que contribuíram para a queda foram menor intenção de compra a prazo (-7,3%), a perspectiva profissional (-3,2%), o emprego atual (-1,1%) e o nível de consumo atual (-0,5%).
Por outro lado, alguns indicadores contribuíram para evitar uma queda maior da intenção de consumo das famílias: a renda atual, que avançou 0,4%, e a perspectiva de consumo, que cresceu 4,4%. A intenção de consumo caiu mais entre os consumidores com mais de dez salários mínimos (-5,4%). Entre os consumidores com até dez salários mínimos, caiu menos (-2,5%).
Edição: Davi Oliveira
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Petrobras amplia reservas de petróleo no Brasil em 1,5%

Economia



Petrobras amplia reservas de petróleo no Brasil em 1,5%
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Jan 15th 2014, 11:18

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A Petrobras ampliou em 1,5% suas reservas de petróleo e gás natural no Brasil em 2013. Em nota divulgada na noite de ontem (14), a estatal informou que se apropriou de reservas equivalentes a 1,09 bilhão de barris.
Ao descontar as vendas nas participações de blocos (45 milhões de barris) e a produção nacional de petróleo no ano (800 milhões), a empresa conseguiu agregar às suas reservas 244 milhões de barris. O volume é equivalente a 110 dias de produção, considerando a média de 2,2 milhões de barris diários de 2013.
Com o aumento, a empresa agora tem uma reserva provada de 15,97 bilhões de barris no Brasil. A apropriação de novas reservas foi conseguida devido, principalmente, à declaração de comercialidade de duas áreas da cessão onerosa do pré-sal da Bacia de Santos: os campos de Búzios (antes conhecido como área de Franco) e Sul de Lula (antiga área Sul de Tupi).
No exterior, a Petrobras se apropriou de reservas equivalentes a 52 milhões de barris, volume insuficiente para repor suas vendas de ativos e produção, de 172 milhões de barris. Com isso, as reservas internacionais de petróleo da estatal caíram de 711 milhões de barris em 2012 para 592 milhões em 2013.
Edição: Graça Adjuto
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Mato Grosso está em estado de emergência fitossanitária

Economia



Mato Grosso está em estado de emergência fitossanitária
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Jan 15th 2014, 10:33

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Agricultura determinou estado de emergência fitossanitária no estado de Mato Grosso. A medida foi tomada devido ao ataque da praga Helicoverpa Armigera em áreas de produção agrícola. Com a declaração de estado de emergência, será implementado o plano de supressão da praga. A medida vale por um ano e foi adotada por meio de portaria publicada na edição de hoje (15) do Diário Oficial da União.
Outra portaria altera as regras de importação de produtos agrotóxicos, que tenham como ingrediente ativo a substância Benzoato de Emamectina para fins de contenção da praga Helicoverpa Armigera.
De acordo com essa portaria, para importar o produto é necessário o registro ou a autorização expedida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Também é preciso registro do estabelecimento do importador no órgão competente, no estado ou no Distrito Federal. A Secretaria de Defesa Agropecuária do ministério emite a autorização emergencial e temporária para a importação do produto.
A portaria também estabelece que, para quantificar o volume a ser importado de Benzoato de Emamectina, o órgão estadual de defesa agropecuária apresentará para o ministério a estimativa de área a ser plantada no período de validade da emergência, com identificação das culturas agrícolas hospedeiras da praga.
O controle de estoque, armazenamento e distribuição do Benzoato de Emamectina será de responsabilidade do importador. Para a importação, o interessado deve procurar a Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do ministério, no estado onde estiver ocorrendo a emergência fitossanitária.
Edição: Marcos Chagas
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Tocantins voltará a plantar algodão transgênico

Economia



Tocantins voltará a plantar algodão transgênico
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Jan 15th 2014, 10:04

Kelly Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Brasília – O estado do Tocantins foi autorizado a plantar algodão transgênico. A Portaria nº 30, publicada hoje (15) no Diário Oficial da União, retira o estado da Zona de Exclusão de plantio de algodão geneticamente modificado. O Tocantins foi incluído nessa zona por meio da Portaria nº 21, de 13 de janeiro de 2005.
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) elaborou um parecer técnico para retirar o estado da Zona de Exclusão, aprovando a medida. De acordo com a Secretaria de Agricultura e Pecuária do Tocantins, a autorização foi expedida após pedido do governo estadual. Com a medida, a secretaria espera ampliar a produção de 5 mil para 40 mil hectares este ano.
Para pedir a autorização, o governo estadual argumentou que a ampliação do plantio de algodão pode contribuir para o desenvolvimento regional e para controlar a presença da lagarta Helicoverpa Armigera, que devasta as lavouras.
Em 2005, quando foi definida a Zona de Exclusão, o objetivo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) era preservar a cultura de algodão nativo e selvagem no país, evitando cruzamentos. Mas, na época, foram definidas as áreas que poderiam ser incluídas ou retiradas da Zona de Exclusão.
Edição: Marcos Chagas
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Com inflação de 0,58%, IGP-10 inicia 2013 em alta

Economia



Com inflação de 0,58%, IGP-10 inicia 2013 em alta
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Jan 15th 2014, 09:40

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou inflação de 0,58% em janeiro deste ano, taxa superior à observada em dezembro, que havia sido 0,44%. O índice também é maior do que o apurado em janeiro de 2013 (0,42%). O dado foi divulgado hoje (15) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Em 12 meses, o IGP-10 acumula inflação de 5,55%. A alta entre dezembro e janeiro foi puxada por aumentos das taxas nos três subíndices que compõem o IGP-10. O subíndice de Preços ao Produtor Amplo, que analisa o atacado, passou de 0,38% em dezembro para 0,55% em janeiro.
O subíndice de Preços ao Consumidor, que mede a variação dos preços no varejo, passou de 0,68% para 0,76% no período. O principal responsável por essa alta foram os gastos com transporte, cuja inflação subiu de 0,41% em dezembro para 1,17% em janeiro.
O subíndice de Custo da Construção aumentou de 0,26% para 0,36%. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
Edição: Graça Adjuto
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Receita paga hoje lote residual de restituições do IR

Economia



Receita paga hoje lote residual de restituições do IR
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Jan 15th 2014, 07:38

Daniel Lima

Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Receita Federal paga hoje (15) lote de restituições residuais do Imposto de Renda Pessoa Física 2013. A consulta foi disponibilizada no dia 8, no site da Receita. Além das declarações de 2013, foram retirados da malha fina declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2012, 2011, 2010, 2009 e 2008.
Ao todo, serão pagos R$ 159,9 milhões para 73.581 contribuintes. Os valores estarão disponíveis no banco nesta quarta-feira. Parte dos recursos foi liberada prioritariamente para contribuintes idosos ou com deficiência física ou mental ou moléstia grave, como determina a lei.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet, ou ligar para o Receitafone, no 146. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte pode contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou entrar em contato com a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais localidades) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em qualquer banco.
Os montantes de restituição para cada exercício, e a respectiva taxa Selic aplicada, podem ser acompanhados na tabela a seguir:


*Fonte: Receita Federal
Edição: Talita Cavalcante
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